O single marca seu primeiro lançamento desde SMITHEREENS, álbum que incluiu o sucesso mundial Glimpse of Us
Após um hiatus de três anos, Joji retornou na última terça-feira (14) com uma música totalmente escrita, produzida e gravada pelo artista, intitulada Pixelated Kisses.
Com os característicos vocais minimalistas de Joji e um refrão marcante, que se unem a uma batida de trap crua, o resultado é uma aula sobre a arte da simplicidade. O produto final é sombrio, melancólico e inesquecível, um reflexo direto da essência de sua arte e do que a torna tão especial.
Desde sua exponente ascensão em 2014, com o sucesso Slow Dancing in the Dark, Joji lançou três álbuns aclamados pelo público — BALLADS 1 (2018), Nectar (2020) e SMITHEREENS (2022), que apresentou seu single de maior sucesso até hoje, Glimpse of Us.
Como estratégia de divulgação, Joji realizou turnês internacionais e se apresentou em grandes festivais, como Coachella, Lollapalooza e Reading & Leeds. Em 2023, ele embarcou nas turnês de arena OBLIVION e PANDEMONIUM, totalizando 41 shows, com datas esgotadas em locais como Madison Square Garden, Kia Forum e Gunnersbury Park, em Londres.
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Popular nos anos 2000, série continua fazendo sucesso
Estamos em outubro e, no hemisfério norte, o mês marca o início do outono. Lá, o tempo começa a ficar um pouco mais gelado, bebidas quentes com sabor de abóbora são vendidas em todas as cafeterias e as folhas ficam alaranjadas no topo das árvores antes de caírem.
A estação é o principal cenário de uma das séries mais famosas dos anos 2000. Estamos falando de Gilmore Girls, que comemora 25 anos de seu lançamento neste ano!
A série acompanha a vida de Lorelai (Lauren Graham) e Rory Gilmore (Alexis Bledel), mãe e filha, que moram em uma pequena cidade chamada Stars Hollow, com população caricata e nada convencional. A produção, com diálogos dinâmicos, regados a ironias, referências a bandas de rock e cultura pop da época, acompanha a rotina das personagens que, além do vínculo parental, são melhores amigas e viciadas em cafeína.
Escrita e produzida por Amy Sherman-Palladino, Gilmore Girls originalmente teve sete temporadas. Contudo, em 2016, a Netflix lançou o revival Gilmore Girls: A Year in the Life. A produção uniu fãs que acompanharam a série durante o seu lançamento e aqueles que conheceram a produção depois que foi adicionada ao catálogo do streaming.
Mesmo depois de tanto tempo, a série ainda é muito reconhecida pelos fãs e amantes de séries. Inclusive, no dia 3 de outubro, a atriz Lauren Graham recebeu a sua estrela na Calçada da Fama em Hollywood. Na cerimônia, colegas de elenco estiveram presentes e prestigiaram a eterna Gilmore. Além disso, Palladino fez um discurso que destacou o brilhantismo da atriz e da personagem.
Para celebrar os 25 anos de Gilmore Girls, o Entretê preparou uma seleção dos melhores momentos da série que marcou gerações!
Formatura da Rory (Temp 3 | Ep 22)
Foto: reprodução/ Woman in Revolt
A série inicia com Rory sendo admitida para estudar em Chilton, uma escola particular. Para realizar o sonho da filha, Lorelai recorre à ajuda financeira de Richard (Edward Herrmann)e Emily Gilmore (Kelly Bishop), seus pais, que aceitam pagar pelos estudos da neta, contando que as duas jantem com eles todas as sextas-feiras.
Durante seus estudos, Rory se destaca pela inteligência e acaba se tornando oradora durante a cerimônia de formatura de sua turma. Durante seu discurso, ela afirma que seu maior exemplo sempre foi a sua mãe, de quem recebeu o nome e sangue, e que sempre encheu sua casa de histórias e alegria.
Não se esqueça de preparar um lencinho ao assistir a esta cena que, com certeza, é um dos momentos mais emocionantes da série, impossível não se emocionar.
Competição de Dança ( Temp 3 | Ep 7)
Foto: reprodução/Film School Rejects
Stars Hollows possui uma agenda de eventos malucos e um deles, é a competição de dança que dura 24 horas. Todos os casais devem se manter na pista, se movendo o tempo todo e o último casal a desistir é intitulado como campeão.
Lorelai obriga Rory a ser seu par durante a competição maluca, mas as coisas saem do controle quando o sapato de Lorelai quebra e Dean (Jared Padalecki), namorado de Rory, vai ao resgate da amada.
Tudo estaria bem se Rory não estivesse de olho em Jess (Milo Ventimiglia), o bad boy. A competição acaba com uma discussão que leva ao fim do relacionamento com Dean, deixando-a livre para se relacionar com Jess.
O episódio marca o começo de um relacionamento que divide os fãs. Particularmente sou eternamente #TeamJess!
Inauguração do Dragonfly Inn (Temp 4 | Ep 22)
Gif: reprodução/Gilmore Girls Brasil
Depois de muitos empecilhos e dificuldades, Lorelai consegue abrir um hotel com sua melhor amiga, Sookie (Melissa McCarthy), chamado Dragonfly Inn. Mas, como nada acontece de forma corriqueira na série, as donas convidam os moradores de Stars Hollow para fazer um teste do funcionamento do local.
Com vários personagens caricatos reunidos em um único local, várias situações inusitadas acontecem, como Sookie ter esquecido seu aniversário de casamento, Kirk (Sean Gunn), um dos moradores da cidade, ter terrores noturnos e as portas do quarto chegarem ao mesmo tempo que os hóspedes.
O ponto alto do episódio é a vida amorosa das personagens. Nele, Lorelai e Luke (Scott Patterson), dono da lanchonete local, finalmente se beijam e declaram seu amor, momento que foi esperado ansiosamente pelos fãs!
Ao passo que Lorelai dá um passo positivo em relação ao amor, Rory toma uma atitude equivocada que machuca algumas pessoas.
Brigada da Vida e Morte (Temp 5 | Ep 7)
Foto: reprodução/ Woman in Revolt
Como parte de uma investigação para o jornal Yale Daily News, Rory conhece a Brigada da Vida e Morte, uma sociedade secreta da Universidade de Yale, cercada de mistério que envolve peripécias perigosas.
Lá, Rory conhece melhor o sedutor Logan Huntzberger (Matt Czuchry), que tem demonstrado interesse pela garota. Durante a sua investigação, Rory é levada para um acampamento e descobre o experimento de vida ou morte que o clube preparou, e Logan a obriga a participar da experiência.
Rory e Lorelai fazem as pazes (Temp 6 | Ep 9)
Gif: reprodução/Pinterest
Depois de se sentir perdida e ter abandonado a faculdade, algo que causou uma briga entre mãe e filha, levando Rory a morar na casa de piscina de seus avós, a garota é confrontada por Jess, que está fazendo uma visita depois de ter mudado de cidade.
Rory decide retornar para a faculdade, quebrando o gelo que havia entre ela e Lorelai. A reconciliação acontece por ligação, enquanto Rory dirige até a casa de sua mãe, que a recebe com um grande abraço e um diálogo que envolve sarcasmo e muito carinho.
E aí, qual desses momentos é o seu favorito? Comente esiga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
Descubra quais obras combinam com a personalidade e com os segredos dos professores mais memoráveis de Harry Potter
[Contém spoiler]
O Dia dos Professores é uma data para celebrar quem dedica a vida a ensinar, inspirar e transformar. Mais do que transmitir conhecimento, os mestres são guias que despertam curiosidade, ampliam horizontes e nos lembram de que aprender é uma forma de magia.
No universo de Harry Potter, os professores de Hogwarts cumprem exatamente esse papel. Entre feitiços, poções e profecias, cada um deles ensina muito mais do que o seu conteúdo: compartilham coragem, sabedoria, humor e, até mesmo, falhas humanas que os tornam inesquecíveis. São figuras que moldam não apenas bruxos e bruxas, mas também leitores que cresceram sonhando com aquelas salas de aula cheias de mistério.
Foto: reprodução/Wizarding World
Pensando nisso, o Entretetizei preparou uma lista especial com quinze livros que os professores de Harry Potter provavelmente leriam. De clássicos da filosofia a poemas sobre flores e renascimentos, essas escolhas refletem suas personalidades, seus dilemas e suas paixões. Porque, no fim das contas, todo bom professor – bruxo ou trouxa – é também um eterno aprendiz.
Remo Lupin
Foto: reprodução/Wizarding World
Publicado em 1886, O Médico e o Monstro é um dos grandes clássicos da literatura gótica. A trama acompanha o respeitável Dr. Jekyll, que cria uma poção capaz de libertar o seu lado mais obscuro: o temido Sr. Hyde. O romance explora, com maestria, o conflito entre razão e instinto, civilidade e brutalidade, revelando que o verdadeiro horror pode habitar dentro de cada um de nós.
Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei
Lupin certamente se veria nas páginas de Stevenson. Assim como Jekyll, ele vive dividido entre a sua natureza racional e o monstro que carrega dentro de si. Sensível e introspectivo, o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, no livro Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (1999), encontraria na leitura uma reflexão profunda sobre identidade, controle e aceitação – temas que o acompanham desde a infância.
Rúbeo Hagrid
Foto: reprodução/Wizarding World
Em O Guia das Criaturas Mágicas: Desbravando Terras Brasileiras, Thaís Câmara (2019) recria o imaginário do folclore brasileiro com um olhar naturalista e um coração de sonhadora. Entre as páginas ilustradas, o leitor descobre seres fantásticos da fauna e flora nacionais, assim como entidades protetoras das matas e criaturas que desafiam a lógica. O livro mistura pesquisa, imaginação e afeto por um Brasil mágico e selvagem.
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Para Hagrid, que foi professor da disciplina Trato das Criaturas Mágicas em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (1999), essa seria uma leitura obrigatória. Ele se apaixonaria instantaneamente pelas criaturas do folclore brasileiro e se dedicaria a aprender cada detalhe sobre seus hábitos e habitats. O livro o inspiraria a embarcar em uma nova aventura – talvez um intercâmbio com o Ministério da Magia brasileiro ou um curso inédito em Hogwarts: Trato das Criaturas Mágicas Tropicais.
Dolores Umbridge
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Escrito em 1532, O Príncipe é o tratado mais famoso sobre poder e política já produzido. Maquiavel analisa como os governantes conquistam, mantêm e ampliam sua autoridade, discutindo virtude, fortuna e moralidade com impressionante frieza e lucidez. Tanto tempo depois de sua publicação, o livro continua a provocar debates sobre ética e liderança.
Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei
Umbridge, que foi professora de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e a Ordem da Fênix (2003), leria Maquiavel com entusiasmo e faria marcações com a sua inseparável caneta rosa. Convencida de que o autor apenas confirma suas crenças, veria, nas páginas do livro, uma validação para suas práticas autoritárias e seu amor pela hierarquia. Enquanto Maquiavel propõe reflexão, ela leria instruções.
Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore
Foto: reprodução/Wizarding World
Clássico da educação e da filosofia humanista, Pedagogia do Oprimido (1968) é uma das obras mais influentes de Paulo Freire. O autor propõe uma educação libertadora, baseada no diálogo, na consciência crítica e na transformação social. Para Freire, ensinar é um ato político e aprender é um processo coletivo de emancipação.
Foto: divulgação/Paz & Terra/Entretetizei
Dumbledore, que foi professor de Transfiguração e de Defesa Contra as Artes das Trevas antes de se tornar diretor de Hogwarts em 1956, certamente se encantaria pelas ideias de Freire. Como educador, ele sempre acreditou que o conhecimento deve libertar, não dominar. Sua postura diante dos alunos e da própria comunidade mágica reflete o espírito freireano: empatia, escuta e fé no potencial de cada ser humano (ou bruxo).
Mais do que um livro sobre ensino, Pedagogia do Oprimido é uma reflexão sobre poder, justiça e coragem moral, temas que ecoam nas decisões e dilemas de Dumbledore. Ele o leria não apenas como um manual de educação, mas como um espelho de sua própria missão: formar mentes críticas e corações livres, mesmo diante de uma época tomada pelas trevas.
Madame Hooch
Foto: reprodução/Wizarding World
No romance Eu Fui Amelia Earhart (1998), Jane Mendelsohn conta a história da lendária aviadora Amelia Earhart, desaparecida em 1937, na costa da Nova Guiné, com o navegador Fred Noonan. Entre o real e o mítico, a autora transforma o mistério em poesia, em uma narrativa sobre liberdade, coragem e o desejo de ultrapassar fronteiras, sejam elas geográficas ou interiores. É um livro para quem gosta de sonhar sem tirar os pés do chão.
Foto: divulgação/Editora Rocco/Entretetizei
A instrutora de voo e árbitra dos jogos de Quadribol em Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), se veria em cada página de Amelia. Ela admiraria o espírito livre da aviadora e a forma como Mendelsohn transforma o voo em metáfora da própria vida: uma jornada de risco, descoberta e beleza. A leitura seria, para ela, um lembrete de que quem vive nas alturas nunca se contenta com o chão.
Sibila Trelawney
Foto: reprodução/Wizarding World
Com humor e sensibilidade, Italo Calvino conta, em O Visconde Partido ao Meio (1952),a história do Visconde de Terralba, um homem literalmente dividido em duas metades – uma boa e outra má – depois de um acidente em batalha no qual ele é atingido por um tiro de canhão. A partir dessa fábula absurda e encantadora, o autor reflete sobre a dualidade humana e o desafio de ser inteiro em um mundo de extremos.
Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei
Trelawney, que é professora de Adivinhação em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (1999), certamente se encantaria com um personagem dividido entre o bem e o mal – e provavelmente veria nisso um presságio do futuro de algum aluno. Seu gosto pelo excêntrico e pelo simbólico encontraria eco no humor metafísico de Calvino. Afinal, se uma Trelawney já é capaz de deixar todos confusos, imagine duas.
Pomona Sprout
Foto: reprodução/Wizarding World
Na coletânea de poemas ilustrados o que o sol faz com as flores (2018), rupi kaur fala sobre crescimento, cura e pertencimento. Dividido em cinco partes – murchar, cair, enraizar, crescer e florescer –, o livro celebra os ciclos da vida e o poder regenerador do amor e da natureza. Uma leitura delicada e luminosa sobre encontrar beleza mesmo após as tempestades.
Foto: divulgação/Editora Planeta/Entretetizei
Como boa guardiã das estufas de Hogwarts, a professora de Herbologia,em Harry Potter e a Câmara Secreta (1998),se identificaria com a poesia de kaur e suas metáforas botânicas sobre renascimento. Veria, nas flores da autora, a mesma força que encontra em suas mandrágoras e heras encantadas: a capacidade de brotar mesmo depois de um inverno difícil. Ler esse livro seria, para ela, um exercício de esperança.
Severo Snape
Foto: reprodução/Wizarding World
Em uma cidade tomada por uma epidemia de treva branca, os habitantes perdem a visão e mergulham no caos. Com uma prosa hipnótica e reflexiva, José Saramago transforma essa fábula sombria em uma parábola sobre a fragilidade da civilização e a necessidade de enxergar com o coração. Ensaio Sobre a Cegueira (1995) é um clássico moderno sobre humanidade, lucidez e compaixão.
Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei
Snape, que foi professor de Poções desde Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997) e de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2005), se veria nesse romance como alguém que, em meio à escuridão moral, ainda consegue ver e agir. Assim como a protagonista do romance, ele habita as zonas cinzentas da ética, movido por um amor silencioso e uma coragem invisível. Para ele, Saramago não seria apenas leitura, mas espelho.
Minerva McGonagall
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Escrita no século V a.C., Antígona é uma das tragédias mais intensas da Grécia Antiga. A peça narra o embate entre Antígona e o rei Creonte. A protagonista de Sófocles quer enterrar o irmão, desafiando as leis da cidade em nome da moral e da família; e o líder de Tebas representa a ordem e o dever do Estado. O confronto entre os dois revela o eterno dilema entre justiça e obediência, consciência e poder.
Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei
Poucos livros refletiriam tão bem o espírito de McGonagall, a professora de Transfiguração do trio principal desde Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), quanto Antígona. Firme, ética e guiada por um senso inabalável de dever, ela compreenderia o peso das escolhas morais e a coragem necessária para enfrentá-las, mesmo quando isso significasse desafiar seus superiores. Leria Sófocles como quem revisita a própria aula sobre honra e integridade.
Horácio Slughorn
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Ambientado na efervescência dos anos 1920, O Grande Gatsby (1925) retrata o milionário misterioso, Jay Gatsby, e a sua busca desesperada por amor, status e reconhecimento. Narrado por Nick Carraway, o romance é um retrato brilhante da ilusão e do brilho superficial da alta sociedade americana. Um clássico sobre vaidade, nostalgia e ambição.
Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei
Slughorn, que tornou-se professor de Poções em Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2005), se veria perfeitamente à vontade nas festas de Gatsby. Cercado de pessoas influentes e movido por um certo fascínio por estar rodeado de pessoas com grandes feitos, ele leria ScottFitzgerald como quem reconhece velhos conhecidos. Ao mesmo tempo, perceberia, na solidão de Gatsby, um alerta: o prestígio pode ser encantador, mas a lealdade é um luxo ainda mais raro.
Fílio Flitwick
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Grande Sertão: Veredas (1956) é a obra-prima de Guimarães Rosa. Um romance-labirinto narrado por Riobaldo, jagunço que rememora sua vida, suas guerras e seu amor por Diadorim. Em prosa poética e inventiva, o autor explora o sertão como território físico e existencial, onde se travam batalhas entre o bem e o mal, o humano e o divino, o real e o mágico.
Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei
Professor da disciplina de Feitiços desde Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997) e fundador do Clube de Duelos, o diretor da Casa Corvinal se deixaria fascinar pela alquimia linguística de Rosa. Encontraria, no sertão, o mesmo mistério que há nas varinhas: forças invisíveis que moldam o mundo. Entre um feitiço e outro, refletiria sobre o diabo que há em cada escolha humana – e, talvez, até descobrisse a música escondida nas veredas.
Gilderoy Lockhart
Foto: reprodução/Wizarding World
No clássico de Oscar Wilde, o belo e vaidoso Dorian Gray deseja permanecer jovem para sempre e tem seu pedido atendido após fazer um pacto implícito com o seu retrato. Enquanto ele mantém a aparência intacta, seu retrato, pintado por Basil Hallward, envelhece e carrega as marcas de sua corrupção. Uma fábula sombria sobre o culto à beleza, o narcisismo e o preço da vaidade.
Foto: divulgação/DarkSide Books/Entretetizei
O professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e a Câmara Secreta (1998),devoraria O Retrato de Dorian Gray (1890) com o mesmo entusiasmo com que coleciona prêmios e fotografias autografadas. Lockhart admiraria Dorian, invejaria o retrato e talvez nem percebesse a crítica. Para ele, seria menos uma tragédia moral e mais um manual de cuidados estéticos. Afinal, um rosto bem conservado é, em sua opinião, a melhor forma de imortalidade.
Quirino Quirrell
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Símbolo do romantismo alemão, Fausto (1790) conta a história de um homem erudito que, insatisfeito com os limites do conhecimento humano, faz um pacto com Mefistófeles – o diabo – em troca de sabedoria e poder ilimitados. A partir desse acordo, Goethe constrói uma narrativa grandiosa sobre ambição, culpa e redenção, na qual o desejo de conhecer tudo pode custar a própria alma.
Foto: divulgação/Autêntica Editora/Entretetizei
Quirrell, que foi professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), se identificaria de imediato com o drama de Fausto. Fascinado pela promessa de poder e incapaz de resistir à tentação do proibido, ele veria na história de Goethe um reflexo perturbador de suas próprias escolhas – especialmente a de servir Voldemort. Talvez lesse o livro em busca de compreensão… ou de justificativa para a sua escolha controversa.
Alastor Moody
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Escrito há mais de dois mil anos, A Arte da Guerra é o mais célebre tratado sobre estratégia e tática militar. Em breves capítulos, o general chinês Sun Tzu ensina que vencer não depende apenas da força, mas também da inteligência, da observação e do domínio de si mesmo. Um guia atemporal sobre disciplina, planejamento e prudência.
Foto: divulgação/Penguin Companhia/Entretetizei
Veterano de batalhas e mestre em vigilância constante, Moody – que foi professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Harry Potter e o Cálice de Fogo (2000), ainda que sob o disfarce de Bartô Crouch Jr – encontraria, nesse livro, um manual para a vida. Identificaria, nos ensinamentos do autor, o equilíbrio entre prudência e coragem, e sublinharia cada lição sobre antecipar o inimigo. Para ele, não é apenas um livro de estratégia: é leitura obrigatória em tempos de enfrentamento das forças das trevas.
Firenze
Foto: reprodução/Wizarding World
Em Cosmos (1980), Carl Sagan conduz o leitor por uma jornada poética através do espaço e do tempo. Unindo ciência, filosofia e humanidade, o astrofísico explora as origens do universo, o mistério da vida e o lugar da Terra na imensidão do cosmos. Um clássico que celebra o poder da curiosidade e a beleza do desconhecido.
Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei
O centauro, que substituiu a professora Trelawney na disciplina de Adivinhação durante a narrativa de Harry Potter e a Ordem da Fênix (2003),encontraria, nesse livro, uma ponte entre a ciência dos homens e a sabedoria das estrelas. Fascinado pelos movimentos cósmicos e pela harmonia do universo, Firenze leria Sagan como quem contempla o firmamento com reverência e esperança. Seria uma leitura que confirma o que ele já sabe: estamos todos feitos da mesma matéria das constelações.
Ao final, fica a lembrança de que professores, sejam eles de Hogwarts ou do mundo real, deixam marcas que vão muito além do que está nos livros. Cada ensinamento e cada história compartilhada, é um feitiço que transforma a vida de quem aprende. E, se alguns de nossos mestres favoritos fossem leitores assíduos, certamente suas estantes estariam cheias de obras que refletem suas paixões, dilemas e sonhos, porque aprender e ensinar são, afinal, a mesma forma de magia.
Que este Dia dos Professores nos inspire a valorizar aqueles que guiam, iluminam e encantam, seja com varinhas ou com palavras.
Foto: reprodução/Wizarding World
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Filmado em locações históricas de Sergipe, o longa une romance e memória para reviver um dos capítulos mais esquecidos da história brasileira.
As gravações do longa-metragem Corações Naufragados começaram no último sábado, 4 de outubro, em Sergipe. A produção é da WG Produções e tem estreia prevista para meados de 2026 nos cinemas brasileiros.
O filme revisita um episódio pouco explorado da história nacional: os ataques do submarino alemão U-507 à costa sergipana, em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial. Evento que ceifou a vida de mais de 600 civis brasileiros e marcou para sempre a memória do povo nordestino.
O drama histórico é dirigido por Caco Souza, responsável por Atena (2025) e O Faixa Preta (2022), e conta com roteiro e produção executiva de Cacilda de Jesus, que produziu Velho Chico, a alma do povo Xokó (2024).
Imagem: reprodução/Papo de Cinema
Na trama, Lucinda Camargo (Olivia Torres) é uma jovem jornalista que ousa revelar sua verdadeira identidade após anos escrevendo sob um pseudônimo masculino. Em meio à efervescência política e aos horrores da guerra, ela se envolve com o Capitão Francisco da Silva (William Nascimento), oficial sergipano da Marinha e líder clandestino antinazista. Entre o amor e a resistência, o casal enfrenta a repressão, o preconceito e a tragédia de um país em convulsão.
O elenco reúne nomes consagrados da televisão e do cinema brasileiro, como Dalton Vigh (O Clone, 2001), Daniel de Oliveira (Cazuza: O Tempo Não Pára, 2004), Wagner Santisteban (A Grande Família: O Filme, 2007), assim como Mina Nercessian, Leonardo Medeiros, Gabi Britto, Domingos Antonio e Anne Samara, além de mais de 40 atores sergipanos, reforçando o compromisso do projeto com o fomento à produção regional.
“Dirigir este projeto é uma responsabilidade e uma honra. Estamos contando uma parte fundamental e ainda pouco explorada da história recente do nosso país. É gratificante poder fazer isso ao lado de um elenco poderoso e de uma equipe técnica extremamente talentosa”, declarou Caco Souza.
As filmagens acontecem em locações históricas de Sergipe, e parte da narrativa também se passa no Rio de Janeiro, retratando o contraste entre o litoral sergipano e o ambiente urbano do centro político da época.
Para a roteirista e produtora executiva Cacilda de Jesus, o longa é um ato de memória e resistência: “Corações Naufragados é mais do que um filme. É um tributo à memória, ao afeto e à resistência de um povo que testemunhou de perto os horrores da guerra. Nosso objetivo é transformar essa dor em reflexão e identidade cultural”, afirma.
Imagem: reprodução/GeekPopNews
Com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/BRDE), o filme deve circular em festivais nacionais e internacionais antes da estreia oficial, e já negocia futuras exibições em plataformas de streaming, ampliando o diálogo entre arte, história e sociedade.
Ansiosos para essa estreia? Conta pra gente e não deixe de acompanhar pelas redes do Entretetizei – Facebook, Instagram e X – mais novidades sobre o cinema nacional e mundo do entretenimento.
Conheça a história e a ordem de leitura do universo de livros que será adaptado para série televisiva
Escrito pela mesma autora da série Academia dos Casos Arquivados, o sucesso Jogos de Herança teve sua adaptação confirmada na última sexta (10) e já está em produção pela Lionsgate Television.
O projeto terá produção executiva da Temple Hill Entertainment, responsável por sucessos como A Saga Crepúsculo, a trilogia Maze Runner e A Culpa é das Estrelas. Jennifer Lynn Barnes atuará como produtora executiva garantindo que a essência dos livros seja preservada na tela.
Até o momento, não há informações sobre elenco, data de estreia ou se a produção será lançada simultaneamente no Brasil, mas, considerando o sucesso dos livros, é seguro esperar que a série seja distribuída internacionalmente.
O universo de Jogos de Herança conta, atualmente, com sete livros publicados, sendo um deles uma coletânea de contos. Espera-se que a adaptação englobe ao menos os três primeiros livros da série.
Conheça os livros e sua ordem de leitura:
Livro 1 – Jogos de Herança:
Imagem: divulgação/Entretetizei
Avery Grambs, uma garota comum acostumada a sobreviver com o mínimo, vê sua vida virar de cabeça para baixo ao descobrir que herdou a imensa fortuna de Tobias Hawthorne – um homem que ela nunca conheceu.
Mas, para que isso aconteça, existe uma condição: Avery precisa morar por um ano na mansão Hawthorne, junto com toda a família, que não está nada satisfeita em perder aquilo que consideravam deles por direito. É nesse cenário que conhecemos os carismáticos irmãos Hawthorne – Nash, Grayson, Jameson e Xander – responsáveis por trazerem muito drama e mistérios para vida da protagonista.
Entre enigmas, segredos e alianças improváveis, a narrativa se desenvolve em um ritmo digno da franquia Knives Out e, para descobrir por que foi escolhida, Avery precisará desvendar cada código a fim de vencer os jogos de Tobias, isso é, se ela sobreviver a eles primeiro.
Livro 2 – O Herdeiro Perdido:
Imagem: divulgação/Entretetizei
Prestes a completar um ano na mansão Hawthorne, Avery acreditava ter vencido o jogo. Depois de sobreviver a traições e ameaças, ela finalmente parecia ter se adaptado à rotina que sua nova vida exigia e encontrado espaço até mesmo para um romance. Mas na família Hawthorne nada permanece resolvido por muito tempo.
No segundo livro da saga, somos apresentados a um mistério muito mais pessoal e, dessa vez, é o próprio passado de Avery que coloca em jogo sua fortuna e a verdade sobre quem realmente é.
Entre segredos de família e novos enigmas, Avery se vê não mais como uma herdeira, mas como peça central de um jogo de tabuleiro e agora precisa decidir cada jogada com precisão, escolhendo em quem confiar e até onde está disposta a ir para proteger o que conquistou.
Com muito mistério e um romance incerto, Jennifer Lynn Barnes eleva o jogo a outro nível trazendo uma trama mais aprofundada e revelando que o verdadeiro mistério vai além da herança.
Livro 3 – A Aposta Final
Imagem: divulgação/Entretetizei
Se passando pouco depois de um ano do início da saga, Avery Grambs se provou uma grande jogadora, e acredita que agora que conquistou sua herança – e alguns corações – ela poderá finalmente viver em paz.
Mas, sua tranquilidade é interrompida quando uma jovem aparece alegando ser neta de Tobias Hawthorne e um novo tabuleiro se forma.
A Aposta Final entrega dilemas emocionais, novas paixões e revelações surpreendentes, combinando romance, mistério e drama familiar na medida certa. Nesse novo jogo cada movimento pode custar tudo: da fortuna à vida daqueles que Avery ama.
O encerramento da trilogia principal prova que, no mundo dos Hawthorne, nenhum jogo realmente termina. Eles apenas ganham novas formas. Será que Avery ainda tem o que é preciso para ganhar uma última vez?
Livro 4 – Os Irmãos Hawthorne
Imagem: divulgação/Entretetizei
Trazendo Grayson e Jameson como protagonistas, a saga dá início a uma nova fase na qual os irmãos acreditam estar finalmente comandando o próprio destino. Mas os mistérios de Tobias Hawthorne não morrem facilmente.
Enquanto Jameson é atraído para um jogo de alto risco, Grayson se vê obrigado a enfrentar um passado que insiste em ressurgir com segredos e dilemas que nem mesmo a fortuna de sua família é capaz de resolver. Os mistérios se entrelaçam colocando à prova seus legados e trazendo uma nova rivalidade entre eles.
Mesmo sem ser o foco narrativo, Avery volta a aparecer como uma personagem chave tanto para o romance quanto para o enredo em geral, onde seu papel como herdeira tem grande influência.
Apesar de ser visto como um spin-off da trilogia inicial, Os Irmão Hawthorne expande o universo da série trazendo de volta diversas pontas soltas e consequências dos três primeiros livros. Além de fazer uma ponte para a nova fase da série, aprofundando personagens secundários e apresentando novos nomes para a história.
Livro 5 – O Grande Jogo (início da segunda fase)
Imagem: divulgação/Entretetizei
Um ano depois dos eventos do livro anterior, Avery e os irmãos Hawthorne são levados a uma ilha isolada, onde sete competidores – alguns familiares, outros totalmente desconhecidos – disputam enigmas, desafios e segredos que podem mudar o destino de todos.
O Grande Jogo expande a narrativa original além de Avery como única protagonista, oferecendo continuidade para os fãs antigos ao mesmo tempo em que atrai novos leitores com a adição de outros personagens.
Com tensão psicológica e um ritmo eletrizante, Jennifer Lynn Barnes constrói uma narrativa que vai além do óbvio, onde o maior prêmio não é sobreviver ao jogo sem perder a si mesmo. Uma história que mistura mistério, estratégia e drama familiar, mantendo o leitor preso até a última carta ser revelada.
Livro 6 – Jogos Ocultos
Imagem: divulgação/Entretetizei
Em Jogos Ocultos, a autora apresenta uma coletânea com quatro contos inéditos que são essenciais para os fãs de Jogos de Herança, provando mais uma vez que na família Hawthorne, nada é simples – e tudo pode ser uma aposta.
Mergulhando nos bastidores da mansão Hawthorne os contos exploram as complexas relações entre os membros da família e os mistérios que os cercam. Com paixões à flor da pele e segredos fatais, a coletânea oferece uma nova perspectiva sobre os personagens e o universo da série.
Os quatro contos envolvem: um jovem herdeiro que perde a memória e se vê confrontado por uma mulher que tem todos os motivos para odiá-lo; uma herdeira favorita que se envolve com um aventureiro destemido durante três noites inesquecíveis em Praga; um caubói e uma gótica que desenvolvem um romance improvável, desafiando suas diferenças e expectativas; e quatro irmãos que compartilham um laço inquebrável em uma casa prodigiosa, onde segredos e revelações estão sempre à espreita.
Livro 7 – Glorious Rivals (ainda sem tradução no Brasil)
Imagem: divulgação/Entretetizei
O livro que dá continuidade à segunda fase da série foi lançado em 29 de julho de 2025, em inglês e, até o momento, não há informações sobre o lançamento da versão traduzida para o português.
Nessa sequência, apenas cinco dos sete participantes apresentados em O Grande Jogo permanecem na disputa, e a corrida para a linha de chegada se intensifica em um jogo onde ninguém sairá ileso.
Glorious Rivals promete elevar ainda mais o nível de suspense e estratégia da saga, trazendo uma trama repleta de reviravoltas inesperadas.
No dia 12 de dezembro, os fãs poderão conferir os bastidores da aclamada turnê e a apresentação do bloco completo do disco The Tortured Poets Department
Após o lançamento do álbum mais bem-sucedido de sua carreira, The Life of a Showgirl (3 de outubro), que já ultrapassou a marca de 4 milhões de unidades equivalentes nos Estados Unidos, Taylor Swift retorna com dois novos projetos que oferecem acesso exclusivo à sua turnê recordista, The Eras Tour.
Taylor Swift: The Eras Tour and The End of an Era e Taylor Swift: The Eras Tour and The Final Show estreiam simultaneamente no dia 12 de dezembro, exclusivamente no Disney+. A primeira, uma série documental em seis episódios, explora o desenvolvimento, o impacto e os bastidores do fenômeno da turnê. Já o segundo é o registro completo do show, que apresenta pela primeira vez as performances ao vivo do álbum The Tortured Poets Department.
Foto: reprodução/@taylorswift
A série documental oferece um olhar íntimo sobre a vida da artista durante a turnê, que se tornou um fenômeno global, e conta com participações de familiares, amigos e artistas, como Gracie Abrams, Sabrina Carpenter, Ed Sheeran e Florence Welch. Os episódios serão lançados semanalmente, dois por semana, a partir de 12 de dezembro.
Foto: reprodução/@taylorswift
O filme-concerto, gravado em Vancouver, no Canadá, apresenta o repertório completo da turnê, incluindo as músicas do The Torture Poets Department ( 2024). Enquanto a docussérie é dirigida por Don Argott e codirigida por Sheena M. Joyce, o filme é dirigido por Glenn Weiss, com produção da Taylor Swift Productions em parceria com a Silent House Productions.
Foto: reprodução/@taylorswift
A The Eras Tour, iniciada em março de 2023 e cobrindo duas décadas da carreira de Swift, tornou-se a turnê de maior bilheteria da história, com mais de US$ 2 bilhões em vendas de ingressos. A versão anterior do filme, Taylor Swift: The Eras Tour, exibida nos cinemas no ano passado, permanece até hoje como o filme de show de maior bilheteria de todos os tempos.
Foto: reprodução/@taylorswift
Com esses novos lançamentos, Taylor Swift amplia o universo de The Eras Tour, oferecendo aos fãs performances exclusivas e acesso aos bastidores, reforçando sua posição como uma das artistas mais influentes e bem-sucedidas da indústria da música.
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Disponível em todas as plataformas digitais, o lançamento marca uma nova fase na trajetória do cantor
O ex-integrante do grupo pop global Now United, cantor e compositor americano Noah Urrea lançou recentemente sua carreira solo com o single Belly Dance, lançado sob o novo nome artístico NOAH NOAH. O clipe oficial chegou ao YouTube e agitou os fãs nas redes sociais, que celebraram o início dessa nova era do artista.
Confira:
“A música se revelou para mim de forma muito rápida e natural, não sei o que eu tinha naquele dia, mas definitivamente tinha algo ali. Em 30 minutos eu e meu produtor Simon Oscroft produzimos a música e finalizamos a composição dela com a minha namorada incrível, Absolutely. O processo todo foi bem leve e divertido”, contou Noah.
O single marca o início de uma nova parceria com a RCA Records, gravadora responsável por nomes como Doja Cat e LISA(BLACKPINK), além da colaboração com o empresário Adam Mersel, que também gerencia Reneé Rapp e Ben Platt.
“Estou muito feliz de poder mostrar às pessoas que gostam de mim e me acompanham uma parte do que venho trabalhando todo esse tempo. Está sendo incrível ver todas as reações.”
Belly Dance é apenas o primeiro passo de uma sequência de lançamentos que o cantor promete revelar nos próximos meses.
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A mineira contou sobre desafios enfrentados e futuro da carreira
Ana de Santana iniciou sua carreira profissional aos 17 anos como modelo, trabalhando com grandes marcas, como Prada, Armani, Versace e Lacoste. Agora ela estreia como atriz na série Vermelho Sangue, que chegou ao Globoplay no dia 2 de outubro.
A atriz mineira, nascida em Uberaba, interpreta Juliana, filha do delegado Edgar (Che Moais) e que estuda no Instituto de Biologia da cidade. Inicialmente ela é apresentada como uma pessoa de mentalidade limitada, presa em padrões e preconceitos.
Hoje, aos 28 anos, Ana encontrou sua vocação e paixão na atuação e segue se aperfeiçoando em cursos artísticos. Recentemente, foi aprovada no Kingdom Drama School, instituição frequentada por grandes nomes do audiovisual britânico!
O Entretê conseguiu uma entrevista exclusiva com a atriz. Confira na íntegra:
Entretetizei: Ana, você vem de uma jornada como modelo de grandes marcas. Como foi o processo de migrar das passarelas para a TV?
Ana de Santana: Foi como aprender a andar de novo, só que descalça (risos). A moda me deu estrutura, disciplina, resiliência, mas atuar é completamente diferente. Na moda o olhar é de fora pra dentro, na atuação é o contrário… É sobre o que vem de dentro. Foi desafiador me desapegar de tudo o que eu já sabia, perder o controle do que é bonito ou certo e simplesmente me permitir ser humana. Foi libertador.
E: Como foi a preparação para o seu primeiro trabalho como atriz? Quais foram os maiores desafios que você encontrou?
A: O maior desafio foi desapegar da ideia de performance. Como atriz, o que importa é a verdade. Descobrir que o erro também pode ser bonito foi um aprendizado enorme. E lidar com o medo… porque quando é um sonho tão grande, a vontade de acertar às vezes sufoca.
E: A série Vermelho Sangue se passa em Minas Gerais, seu estado natal. Você conseguiu trazer traços da sua criação no interior de Minas para a construção de sua personagem?
A: Totalmente. Tem um jeitinho mineiro que eu não consigo (e nem quero) disfarçar, o sotaque que escapa, o jeito de olhar com calma antes de responder, a fé simples nas coisas. A Juliana tem isso, mesmo tentando se encaixar num mundo que às vezes parece não caber nela. Eu também fui essa menina que veio do interior com sonhos grandes demais pro tamanho da cidade. Tentei trazer essa mistura de ingenuidade e curiosidade, vamos ver no que deu…
Foto: divulgação/ Catarino
E: Se você pudesse definir a sua personagem, Juliana, em poucas palavras, quais seriam?
A: Juliana é conflito, aceitação, sensibilidade e contradição. Ela quer pertencer, mas também quer ser o que é.
E: A série conta com um elenco de grandes nomes como Letícia Vieira, de Vale Tudo, e Alanis Guillen, que ficou conhecida pela sua performance como Juma na novela Pantanal. Como foi atuar ao lado de pessoas tão talentosas e experientes?
A: O elenco todo foi um presente, parece que cada um deveria se encontrar ali por algum motivo… Pantanal tinha sido a última novela que assisti, e eu era fissurada na personagem da Alanis. Quando eu vi ela na sala de preparação pela primeira vez foi como se uma ficha tivesse caído, tipo “Meu Deus, eu estou aqui também agora”. A Letícia tem uma generosidade enorme, me acolheu desde o primeiro dia. Ela também veio da moda e começou a se preparar um pouco antes de mim, acho que ela reconheceu meu desespero e segurou forte minha mão diversas vezes. Eu tive uma conexão diferente com ela desde o primeiro dia, é uma menina de coração bom, e nada importa mais que isso.
E: Vermelho Sangue estreou dia 2 de outubro no Globoplay. O que o público pode esperar da produção?
A: Pode esperar uma história intensa, envolvente e cheia de camadas. É uma série que fala sobre vampiros, lobos e mistério, mas, no fundo, é sobre humanidade também, sobre o que nos move, o que nos assusta e o que estamos dispostos a fazer para sermos aceitos. É visualmente linda, com atuações potentes e uma trilha sonora incrível. Acho que vai surpreender quem espera só o sobrenatural… Porque o real é o que mais pega!
E: Quais são os seus próximos passos após a estreia?
A: Continuar estudando, aprendendo e me desafiando. Essa estreia abriu uma porta que eu não quero fechar nunca mais. Tenho vontade de explorar cinema, séries, teatro, quero me colocar em lugares que me causam frio na barriga. E, claro, continuar com minha trajetória como modelo, mas agora com um novo propósito: usar tudo o que vivi até aqui pra contar histórias que toquem pessoas de verdade!
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Após Sintonia, Netflix divulga estreia de série com produção de LB Entertainment
Nesta terça-feira, 14 de outubro, a Netflix anunciou a nova série Rauls. O streaming não está sozinho, a criação é uma parceria com o Kondzilla e a produtora de audiovisual LB Entertainment. A parceria já é conhecida pelos fãs da série “Sintonia” e promete entregar muito entretenimento.
O lançamento foi desenvolvido pela Kondzilla, uma produtora e selo musical que atua ativamente no mundo do funk há 14 anos, e LB Entertainment, com produção da Manas Filmes sendo Rauls sua estreia na plataforma de filme e série.
A ficção original brasileira foi criada por Konrad Dantas, fundador do Kondzilla. A direção geral fica a cargo de Kaique Alves, que já foi indicado ao Grammy, e a produção será de Felipe Braga. Já o roteiro é assinado por Thiago Dottori, Raul Perez, Donna Oliveira e Teodoro Poppovic.
Os detalhes da série Rauls ainda não foram divulgados. A curiosidade sobre elenco, roteiro e data de estreia da grande produção será sanada em breve.
Ansiosos para assistirem a série Rauls?Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
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