O novo trabalho da cantora espanhola mistura pop e música sinfônica e já vem recebendo elogios da crítica internacional
Rosalía lançou seu novo álbum, LUX. O projeto marca uma fase experimental na carreira da artista, unindo o pop a arranjos orquestrais e explorando novas sonoridades.
Gravado com a Orquestra Sinfônica de Londres, sob regência de Daníel Bjarnason, o disco conta com colaborações de Björk, Carminho, Estrella Morente, Silvia Pérez Cruz, Yahritza e Yves Tumor, além do coro Escolania de Montserrat i Cor Cambra Palau de la Música Catalana. O álbum combina referências clássicas e contemporâneas em uma proposta que destaca o lado mais criativo e ousado da cantora.
LUX também representa um novo capítulo após o sucesso de Motomami (2022), reafirmando a versatilidade de Rosalía e sua capacidade de reinventar o pop em diferentes linguagens. A cantora aposta em uma sonoridade grandiosa, mas sem perder o tom emocional que marca sua trajetória.
A crítica internacional elogiou o trabalho, apontando LUX como um dos trabalhos mais marcantes da carreira de Rosalía.
O lançamento também ganhou o videoclipe de “Berghain”, filmado na Polônia e dirigido por Nicolás Méndez, que retrata uma mulher lidando com o luto e a espiritualidade.
Foto: Divulgação/Noah Dillon
LUX já está disponível em todas as plataformas digitais.
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Mesmo sendo um dos públicos mais engajados e criativos do mundo, brasileiros ainda enfrentam preconceito, desconfiança e apagamento no cenário global da cultura pop e entender isso exige olhar para história, linguagem, consumo e, principalmente, afeto
O Brasil vive cultura com intensidade, não apenas consumimos entretenimento, nós o habitamos. Quando um filme, um grupo musical, um jogo, uma série ou um artista entra no nosso radar, não acompanhamos de longe, aproximamos, interpretamos, assimilamos, comentamos, discutimos, reelaboramos, transformamos aquilo em algo que realmente nos atravessa.
Só que, quando essa relação chega ao cenário global, algo muda. Essa entrega, que poderia ser vista como energia criativa ou envolvimento, muitas vezes é lida de forma distorcida e hostil. Surge o incômodo, a ironia, o desprezo, o comentário ácido que tenta nos lembrar que não pertencemos totalmente aos espaços que insistimos em ocupar. No fundo, o que queremos é simples: participar da cultura global como parte dela, e não como algo periférico.
Ao observar a reação que fãs, artistas e produções brasileiras recebem lá fora, fica claro um padrão, somos tratados como exagerados, inconvenientes, emocionados demais, barulhentos, incapazes de entender nuances. O português vira piada, a forma como nos expressamos vira motivo de chacota, e a presença brasileira em comentários, votações e plataformas é recebida como invasão.
Isso acontece mesmo quando fazemos o que fãs do mundo inteiro fazem, acompanhar, torcer, movimentar. A xenofobia nesse contexto tem raízes profundas na forma como o Brasil foi inserido no imaginário global e também em como aprendemos a nos enxergar.
A construção do Brasil como lugar de consumo, e não de produção, molda como nossa participação é percebida mundo afora
Para entender o que acontece hoje, é preciso olhar para trás. Desde o período colonial, nossa cultura foi descrita por olhares externos que decidiram o que era interessante mostrar e o que era melhor silenciar. Criou-se a imagem de um país vibrante, colorido, espontâneo, mas também atrasado e improvisado. Essa imagem não desapareceu, ela foi atualizada, sobrevive nos algoritmos, nas campanhas de divulgação e na forma como produtos culturais brasileiros são rotulados como exóticos, alternativos ou regionais, mesmo quando poderiam estar lado a lado de produções globais.
Foto: reprodução/amino
Quando um brasileiro consome cultura internacional, isso desafia essa narrativa, que sempre esperou que fôssemos receptores, não participantes. A cena musical brasileira é uma das mais inventivas do mundo, o cinema tem linguagem própria, o teatro reflete sobre corpo, sociedade e afeto. Mesmo assim, ainda é difícil para o olhar global reconhecer essa criatividade como algo que vem de um país visto como improviso, não como inovação.
Essa contradição aparece com força quando o fandom brasileiro se mobiliza. De repente, a internet percebe que o Brasil não é espectador, é agente, e como esse movimento não cabe no estereótipo, passa a ser lido como invasivo, histérico, deslocado, porque desafia uma estrutura que já estava posta. O incômodo com a presença brasileira no entretenimento internacional não é sobre barulho, é sobre a quebra de uma hierarquia cultural que muita gente naturalizou.
A língua portuguesa, quando vira alvo de piada, revela que a barreira não é só cultural, é simbólica
Grande parte do preconceito com o fandom brasileiro aparece na ridicularização da língua. Quando brasileiros comentam em português em posts de artistas internacionais, é comum ver risadas, críticas e reações que tratam o idioma como estranho ou inadequado. Isso não acontece porque o português seja difícil, mas porque há um costume global de associar o inglês ao padrão, enquanto outras línguas são colocadas em posições secundárias.
Foto: reprodução/popline
A língua é uma forma de presença, escrever em português é afirmar que existimos no mesmo espaço digital que qualquer outro fã e que não precisamos nos traduzir para sermos válidos. O mundo ainda está acostumado a brasileiros que se moldam, não a brasileiros que se posicionam, e a reação vem como tentativa de recolocar cada um no seu lugar, como se dissessem: “vocês podem gostar, mas daqui”.
O ataque à língua não é apenas deboche, é simbólico, é uma recusa ao nosso direito de participar do mesmo diálogo. O português carrega memória, ritmo, modo de pensar e sentir, e quando zombam dele, zombam da nossa forma de estar no mundo. É nesse ponto que o preconceito deixa de ser incômodo e vira violência simbólica.
A intensidade brasileira é resposta à falta de espaços seguros para sentir
Se o público brasileiro parece mais intenso, apaixonado e participativo, é porque o entretenimento muitas vezes serve como espaço de afeto num país marcado por instabilidade e cansaço. O fandom, no Brasil, funciona como comunidade. Não é entretenimento superficial, é sustentação emocional, rede de cuidado, refúgio, e isso é motivo de respeito.
Quando brasileiros se conectam com um artista, essa conexão é emocional, não porque sejamos dramáticos, mas porque aprendemos a criar vínculos com o que oferece algum tipo de respiro.
No Brasil, gostar de algo é quase sempre ato de resistência, porque tudo custa caro, o acesso cultural é difícil, e dedicar tempo a algo exige investimento, financeiro e emocional. Ser fã no Brasil não é consumo, é construção de sentido.
Visto de fora, esse modo de vivenciar a cultura é mal interpretado, pois enxergam exagero onde há comunidade, fanatismo onde há envolvimento, ruído onde há presença. Essa leitura distorcida não fala sobre nós, fala sobre a incapacidade de reconhecer outras formas de vivenciar a cultura.
O problema não é o fandom brasileiro, é a falta de um espaço global que nos reconheça como participantes, e não visitantes
A xenofobia contra brasileiros no entretenimento revela uma ferida antiga, porque o Brasil ainda ocupa o lugar de país acessório, não de interlocutor. Para muitos, o Brasil pode assistir à cultura global, mas não moldá-la, pode consumir, mas não discutir, pode admirar, mas não influenciar. E é justamente isso que a presença brasileira nas redes, nos rankings e nas premiações ameaça. Mostra que estamos ali não pedindo permissão, mas afirmando existência.
O Brasil não espera aprovação para amar, mas ainda espera reconhecimento, e é isso que falta. Reconhecimento não como aplauso, mas como aceitação de que somos parte do mesmo campo cultural, com a mesma legitimidade para sentir, interpretar, criar e transformar.
Foto: reprodução/Brazil News
No fim, quando perguntamos por que sofremos tanto com a xenofobia no entretenimento, estamos perguntando algo maior: “por que ainda é tão difícil para o mundo nos ver como iguais?”
Nossa presença não é excesso nem falha, é construção afetiva e cultural, movimento coletivo, insistência em existir em um mundo que por muito tempo nos quis apenas observando de longe. E se hoje incomodamos, talvez seja justamente porque finalmente nos tornamos impossíveis de ignorar.
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Canção já está disponível em todas as plataformas e acompanha videoclipe oficial
Os NAPA e os brasileiros Jovem Dionisio uniram forças para lançar o singleAmor de Novo, uma colaboração que promete encantar os milhões de ouvintes das duas bandas, tanto em Portugal quanto no Brasil.
A parceria foi anunciada de forma misteriosa, através de uma campanha instigante que despertou a curiosidade do público. Um outdoor enigmático instalado na Gare do Oriente, em Lisboa, exibia apenas uma frase, “Responde-me à mensagem…”, o verso final da canção, que rapidamente se tornou o centro das especulações nas redes sociais.
Amor de Novo é uma melodia indie-pop composta por variadas texturas sonoras. Entre vestígios de psicodelismo e a sonoridade única da música brasileira, ela cria um caminho perfeito entre os dois grupos. Resultado de um hino moderno, com uma produção que destaca ainda mais as qualidades de ambas as bandas.
Uma parceria que vai além de partilharem uma linguagem musical moderna e sensível, NAPA e Jovem Dionisio têm algo mais em comum, em ambas as formações há duplas de irmãos que dão o tom à harmonia do grupo.
Foto: reprodução/Instagram @jovemdionisio
Naturais do Funchal, os NAPA são compostos pelos irmãos JoãoGuilherme Gomes e JoãoLourenço Gomes, acompanhados por Francisco Sousa, Diogo Góis e João Rodrigues. Já os curitibanos do Jovem Dionisio contam com os irmãos Rafael Dunajski Mendes (Fufa) e Gabriel Dunajski Mendes (Mendão), ao lado de Bernardo Pasquali, Gustavo Karam e Bernardo Hey (Ber Hey).
A canção Amor de Novo representa a consolidação de uma ponte artística entre duas das cenas musicais mais vibrantes da lusofonia, reforçando a sintonia natural entre Portugal e Brasil.
O lançamento surge da continuação do fenômeno global de Deslocado, single dos NAPA que foi galardoado como Disco de Ouro no Brasil e Quádrupla Platina em Portugal. A música alcançou o 1º lugar do Top Nacional de Airplay, conseguiu o número 1 do Top Viral no Spotify em 20 países, o número 5 no Top Viral Global na Europa e na América Latina e o Top 10 do Top Viral em mais 35 países na Europa, América Latina, Médio Oriente e Norte de África e Ásia.
No TikTok, a canção acumulou mais de 900 mil criações e gerou várias trends na plataforma, onde obteve participações de celebridades como Nara Smith(11.9M seguidores) e o apresentador da Globo, Luciano Huck (6.4M seguidores), entre milhares de outros.
Foto: reprodução/Instagram @os_napa
Não é todos os dias que uma banda fora dos circuitos do funk, do trap ou do tradicional eixo das grandes capitais alcança um feito como este. Essa é mais uma coincidência feliz para os Jovem Dionisio, que, com o fenômeno Acorda Pedrinho, conquistaram o título de música mais pesquisada no Google Brasil em 2022, lideraram o Spotify Brasil por 21 dias consecutivos e chegaram ao Top 50 Viral Global.
Reconhecida como um dos principais nomes da nova música brasileira, a banda realizou recentemente duas turnês europeias de sucesso e, em 2024, teve o seu segundo álbum de estúdio nomeado ao Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Rock ou Alternativo em Língua Portuguesa.
Com Amor de Novo, a expectativa é que a canção não apenas conquiste os fãs de ambas as bandas, mas também fortaleça a presença dos NAPA no Brasil e dos Jovem Dionisio em Portugal, um verdadeiro intercâmbio artístico que reafirma o poder da música em criar pontes culturais e ultrapassar fronteiras.
O single Amor de Novo, de NAPA e Jovem Dionisio, já está disponível em todas as plataformas digitais.
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A cidade de São Paulo recebe um dos Grandes Prêmios mais famosos do calendário de corridas neste mês de novembro
Para aqueles que amam velocidade, não é nenhuma surpresa que a corrida no circuito de Interlagos acontece em poucos dias. Afinal, essa é uma data muito aguardada pelos fãs brasileiros.
Então, em clima de race week brasileira, nós separamos alguns títulos que giram em torno do paddock da F1, para que você mergulhe nessa atmosfera junto da melhor corrida do calendário!
Romances esportivos
Gênero que tem se popularizado entre jovens garotas que gostam de ler e de assistir esportes, o sports romance é, muitas vezes, um new adult em que pelo menos um dos personagens pratica algum esporte.
No Limite da Velocidade – Amanda Weaver (2025)
Foto: reprodução/Editora Verus
Uma história entre a estrela da Fórmula 1 e a filha disciplinada do chefe da equipe, na qual velocidade, ambição e desejo se misturam em meio ao glamour das pistas.
Um Amor Sem Freio – Simone Soltani (2024)
Foto: reprodução/Editora Intrínseca
Um romance intenso entre uma jornalista e um piloto de automobilismo que vivem um relacionamento cheio de química, mas também de desafios e segredos fora das pistas.
Sunkissed – Bianca Barros (2021)
Foto: reprodução/Bianca Barros
Uma narrativa envolvente sobre paixão, autodescoberta e amor de verão, na qual uma garota encontra mais do que esperava ao cruzar o caminho de um atleta em ascensão.
Vem Comigo – Simone Soltani (2025)
Foto: reprodução/Intrínseca
Uma mistura de humor, desejo e superação entre uma mulher determinada e um piloto encantador, que precisam lidar com o passado para acelerar rumo ao futuro.
Biografias e autobiografias
Interessantes para quem quer entender mais sobre a trajetória de grandes pilotos e conhecer um pouco mais de suas vidas dentro e fora das pistas.
Sir Lewis – Michael E. Sawyer (2025)
Foto: reprodução/Editora Vestígio
Um retrato inspirador da jornada de Lewis Hamilton – de suas origens humildes ao título de cavaleiro e múltiplos campeonatos mundiais.
Lewis Hamilton: A Biografia – Frank Worrall (2025)
Foto: reprodução/Editora Book One
Uma biografia detalhada sobre o heptacampeão da Fórmula 1, explorando sua determinação, carreira, ativismo e o impacto cultural que ele representa no esporte.
Ayrton: O Herói Revelado – Ernesto Rodrigues (2024)
Foto: reprodução/Editora Tordesilhas
Um dos relatos mais completos sobre Ayrton Senna, revelando o homem por trás do mito e as contradições que o tornaram uma lenda.
Ayrton Senna: Uma Lenda a Toda Velocidade – Christopher Hilton (2009)
Foto: reprodução/Global Editora
Uma biografia emocionante sobre o piloto brasileiro, marcada por depoimentos, bastidores e a paixão que definiu sua trajetória.
Sobre o esporte
Seja você fã antigo da Fórmula 1 ou recém-chegado ao mundo das corridas, conhecimento nunca é demais. Esses livros ajudam a compreender a evolução do esporte, suas rivalidades históricas e curiosidades técnicas.
Corrida Para a Glória – Tom Rubython (2013)
Foto: reprodução/Editora Benvirá
A emocionante disputa entre James Hunt e Niki Lauda na temporada de 1976, considerada uma das mais emocionantes do esporte, contada detalhadamente.
Surviving to Drive – Guenther Steiner (2023) (apenas em inglês)
Foto: reprodução/Editora Penguin
Um diário sarcástico e divertido do chefe da equipe Haas, revelando os bastidores da F1 moderna e o caos de comandar uma escuderia no paddock.
Senna versus Prost – Malcolm Folley (2010) (apenas em inglês)
Foto: reprodução/Editora Arrow Books
Uma análise fascinante da maior rivalidade da Fórmula 1, mostrando como dois gênios das pistas se enfrentaram dentro e fora dos circuitos.
Já conhecia algum desses livros? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretetizei – Instagram, Facebook e X – e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
A nova temporada estreia em dezembro e será baseada no livro O Mar de Monstros
O Disney+ divulgou nesta sexta-feira (7) o tão aguardado trailer oficial da segunda temporada da série Percy Jackson e os Olimpianos. A nova temporada tem estreia marcada para o dia 10 de dezembro e será baseada no segundo livro do best-seller de Rick Riordan, O Mar de Monstros.
Depois que a barreira protetora do Acampamento Meio-Sangue é violada, Percy embarca em uma épica odisseia no Mar de Monstros em busca de seu melhor amigo, Grover, e da única coisa que pode salvar o acampamento: o lendário Velocino de Ouro. Com a ajuda de Annabeth, Clarisse e seu novo meio-irmão Tyson, a sobrevivência de Percy se torna essencial para impedir Luke, o Titã Cronos e seu plano iminente de destruir o Acampamento Meio-Sangue e o Olimpo.
Os dois primeiros episódios estarão disponíveis no Disney+ e Hulu, com novos episódios sendo lançados toda quarta-feira.
A segunda temporada tem produção executiva de Steinberg e Dan Shotz, juntamente com Rick Riordan, Rebecca Riordan, Craig Silverstein, Ellen Goldsmith-Vein e Jeremy Bell do The Gotham Group, além de Bert Salke, D.J. Goldberg, James Bobin, Jim Rowe, Albert Kim, Jason Ensler e Sarah Watson.
O elenco é formado por Walker Scobell, Leah Sava Jeffries, Aryan Simhadri, Charlie Bushnell, Dior Goodjohn e Daniel Diemer, ao lado de um elenco com atores recorrentes e convidados, incluindo Lin-Manuel Miranda, Jason Mantzoukas, Glynn Turman, Timothy Simons, Virginia Kull, entre outros.
Além dos novos episódios, os fãs poderão acessar conteúdo exclusivo da segunda temporada com o podcast oficial de Percy Jackson e os Olimpianos, uma série complementar não-roteirizada que oferece acesso aos bastidores daprodução.
Um novo episódio do podcast será lançado após a estreia de cada novo episódio da série. O podcast estará disponível para assistir no Disney+, Hulu e YouTube, ou para ouvir em várias plataformas.
Atualmente, a terceira temporada de Percy Jackson e os Olimpianos já está em produção em Vancouver.
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Série revisita crimes reais com uma abordagem dramatizada que desloca a dor para o espetáculo
Recentemente, o Prime Video lançou a série Tremembé, que retrata o cotidiano do presídio conhecido como “a cadeia dos famosos”, por abrigar envolvidos em alguns dos crimes mais marcantes dos anos 2000. Com cinco episódios, a produção se estrutura em intrigas, alianças e afetos que se formam dentro do cárcere, muitas vezes com um tom dramático e novelizado.
No centro da narrativa está Suzane von Richthofen (interpretada por Marina Ruy Barbosa), mas a série também se apoia nas histórias de Elize Matsunaga e outros nomes condenados por crimes amplamente divulgados pela mídia. A obra é baseada nos livros de true crime Suzane: Assassina e Manipuladora e Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido, ambos do jornalista Ullisses Campbell, obras que têm caráter documental e investigativo.
Foto: reprodução/X @PrimeVideoBR
No entanto, a série opta por transformar esse material em drama emocional, e é justamente aí que surge a questão ética: onde termina a reconstrução histórica e começa a romantização do crime?
Desde o primeiro episódio, fica evidente que Tremembé busca provocar o espectador, mas é preciso perguntar: provoca para fazer pensar ou provoca para entreter?
Ao dramatizar relações, aproximar personagens e criar cenas de intimidade, beijos, carícias e olhares longos que constroem uma atmosfera de romance, a série desloca o foco do impacto dos crimes para a vida afetiva de seus autores. Esse recurso não aprofunda a compreensão psicológica dessas figuras; ao contrário, cria identificação onde ela não deveria existir.
A própria trilha sonora contribui para essa construção. Faixas como Vida Loka – Pt 1 do Grelo, Corpo Sensual de Pabllo Vittar e Perigosada Ana Cañas, aparecem em momentos que moldam sensações e criam clima, produzindo empatia e estilo. E é simbólico e problemático que Suzane, uma figura envolvida em um dos crimes mais emblemáticos do país, ganhe praticamente um tema emocional na narrativa.
Quando você pega um crime real, que destruiu famílias e marcou gerações, e o transforma em entretenimento, o luto não é apenas relembrado, ele é reorganizado.
A dramatização pode suavizar, reinterpretar, até reumanizar quem cometeu violência, enquanto as vítimas aparecem apenas como contexto, como prólogo e como ausência. Isso não seria problemático se o objetivo fosse reflexão. Mas aqui, o tom tende mais ao consumo do que à análise.
Tremembé parece saber do fascínio público pelo crime real e usa esse fascínio como motor. Contudo, ao fazer isso, flerta perigosamente com a espetacularização da tragédia: provoca não para compreender, mas para prender a atenção.
Ao final, a pergunta permanece e talvez seja a única realmente necessária: qual é o limite entre documentar e entreter quando a matéria-prima é a dor de pessoas reais? E, depois de ver a série, ainda não temos essa resposta. Mas talvez a resposta seja justamente o desconforto.
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Serão 12 dias de festival com Ivete, Ludmilla, Gloria Groove, Filipe Ret, BK’, Dennis DJ, Pixote, Lauana Prado, BaianaSystem, entre outros, além de blocos e escolas de samba, garantindo a energia do pré-Carnaval carioca
O Universo Spanta, o mais diverso festival de música brasileira do país, está confirmado para 2026. O evento traz, na próxima edição, três atrações inéditas: a boiadeira Ana Castela, Joelma, com repertório repleto de sucessos de seus 30 anos de carreira, e Mc Cabelinho. O agito começa no dia 12 de janeiro com o Beco do Spanta, projeto que une o festival ao tradicional Beco do Rato. E nas duas semanas seguintes, um time de artistas consagrados dos mais variados gêneros da música brasileira vão se apresentar na Marina da Glória.
No primeiro fim de semana, dias 16, 17 e 18 de janeiro, o Universo Spanta 2026 começa na sexta com o rapper BK’, BaianaSystem, Os Garotin e Rael convidando Rincon Sapiência. No dia seguinte, a programação mantém a tradição de misturar gêneros musicais e traz a boiadeira Ana Castela e o cantor Mc Cabelinho que convida Budah, misturando pop, hip-hop e trap, além dos remixes de grandes sucessos de Dennis DJ. Já no primeiro domingo, a animação é garantida pelo axé-pop de Ivete, o pagode alegre do grupo Pixote, o sertanejo de Lauana Prado e o funk tradicional de Buchecha, homenageando a história do funk carioca com convidados.
Na semana seguinte, segunda, dia 19 de janeiro, tem mais Beco do Spanta com Arlindinho e convidados surpresa. No fim de semana, dias 23 e 24, a festa começa na sexta com dois shows que abusam da performance e das coreografias, com Joelma, que fará sua primeira apresentação no Festival, Glória Groove e Sidney Magal. No sábado, uma mistura de ritmos bem carioca com Ludmilla, o sambista Xande de Pilares e o rapper Filipe Ret.
A venda oficial dos ingressos começa dia 13 de novembro e a pré-venda dia 11, pelo Zig Tickets. O festival promete ainda algumas surpresas na sua programação, que serão divulgadas em breve.
Foto: reprodução/Atômica Lab
Sobre o Universo Spanta
O Universo Spanta, mais diverso festival de música brasileira do país, agita os verões cariocas e abre as celebrações do pré-Carnaval. Desde 2022, o evento – um desdobramento do bloco de carnaval Spanta Neném – acontece na Marina da Glória, promovendo encontros e celebrações, sempre com uma programação artística dedicada a reunir grande variedade de gêneros musicais e assim atender ao gosto dos mais diferentes públicos. Do pop ao trap, passando pelo axé, sertanejo, entre outros ritmos que fazem do Brasil referência no mundo quando o assunto é música. Samba e Carnaval, marcas registradas do DNA do festival, também sempre estão presentes na programação.
Serviço
Local: Marina da Glória – Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória, Rio de Janeiro
Setores: Pista e Espaço Cidade Maravilhosa (área exclusiva próximo ao Palco Guanabara, com entrada, bares e banheiros próprios, com livre acesso às áreas comuns do festival)
Ingressos estarão disponíveis na Zig Tickets.
A classificação etária é de 16 anos. A entrada de menores apenas será permitida desde que estejam acompanhados do(a) responsável(is) legal(is) (ascendentes ou colaterais até o 4º grau), que deverão preencher e entregar o termo de responsabilidade do acompanhante na entrada do evento e permanecer no local do festival enquanto o menor estiver presente.
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Obra de João Cabral de Melo Neto, com músicas de Chico Buarque, encenada pela Companhia Ensaio Aberto, sob direção de Luiz Fernando Lobo e direção musical de Itamar Assiere, terá duas únicas apresentações no Rio antes de temporada em SP
O público carioca terá uma última chance de assistir ao premiado Morte e Vida Severina,no Rio de Janeiro. Obra-prima de João Cabral de Melo Neto, o espetáculo é encenado pelaCompanhia Ensaio Aberto, com direção de Luiz Fernando Lobo, músicas de Chico Buarque e direção musical de Itamar Assiere. As duas únicas apresentações acontecerão nos dias 19 e 20 de novembro de 2025, quarta e quinta-feira, no Teatro Vianinha, localizado no Armazém da Utopia, na Zona Portuária do Rio de Janeiro. Após esta curta temporada no Rio, o espetáculo segue para São Paulo, onde fará temporada em dezembro de 2025 e janeiro de 2026, no Sesc Pinheiros.
Morte e Vida Severina recebeu, em 2022, três indicações ao Prêmio Shell de Teatro – sendo premiada na categoria Música; seis indicações ao Prêmio APTR de Teatro – sendo premiada na categoria Iluminação, além de outros prêmios e indicações.
A Companhia Ensaio Aberto traz de volta aos palcos a voz dos severinos filhos de tantas Marias. Mas isso ainda diz pouco: “Se continua sendo difícil defender só com palavras a vida, hoje, e cada vez mais, sabemos que muita diferença faz entre lutar com as mãos ou abandoná-las para trás”, diz o diretor Luiz Fernando Lobo.
Foto: reprodução/Companhia Ensaio Aberto
Sobre a Companhia Ensaio Aberto
A Companhia Ensaio Aberto é um coletivo teatral surgido no Rio de Janeiro, em 1992, com o propósito de retomar o teatro épico no Brasil. Premiada, com carreira internacional, a Ensaio Aberto têm altíssima produtividade e um modelo de organização diferenciado.
O núcleo artístico fixo mantém, no Teatro dos Trabalhadores, um estudo prático e teórico permanente.Além dos espetáculos, a companhia atua em seis laboratórios artísticos e técnicos: cenografia, figurino, objetos de cena, iluminação, corpo e memória.
Os últimos trabalhos do grupo foram: Olga (dramaturgia de Luiz Fernando Lobo), O Banquete (de Mário de Andrade), A Classe Trabalhadora Brasileira (dramaturgia de Luiz Fernando Lobo), e A Exceção e a Regra (de Bertolt Brecht).
Sobre o Armazém da Utopia
Desde 2010, o Armazém da Utopia, localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro, é a casa da Companhia Ensaio Aberto, e também um porto aberto para receber os coletivos irmãos do Brasil, da América Latina, da África e de todos os lugares do mundo.
Durante anos, a Companhia Ensaio Aberto lutou para conquistar esse espaço, cuja proposta é promover pesquisas e linguagens ao teatro épico. O Armazém da Utopia é um espaço de construção de cidadania, onde os homens e mulheres adquirem fôlego e estabelecem novos laços; um porto que, em vez de nos amarrar à terra, ajuda a navegar e a recobrar forças para sobreviver, e até vicejar, em meio ao turbilhão.
Em 2024, a Companhia, por meio de editais e patrocínios, realizou uma ampla reforma do espaço, que agora conta com o Teatro Vianinha, a Sala Sérgio Britto, laboratórios artísticos e técnicos, sala de ensaio e sala de estudo. Toda a obra foi viabilizada com recursos da Lei de Incentivo Federal (Lei Rouanet).
Serviço “Espetáculo Morte e Vida Severina” Inteira: R$60,00 / Meia: R$30,00
Ingressos: vendas peloSymplae pelo WhatsApp(21) 98909-2400
Datas: 19 de novembro e 20 de novembro de 2025 (quarta e quinta-feira)
Horário: 20h às 21h20 Local: Armazém da Utopia – Teatro Vianinha Endereço: Orla Conde – Armazém 6 – Cais do Porto, Rio de Janeiro–RJ (em frente ao VLT Utopia Aquário)
Classificação Indicativa: livre
Lotação: 272 lugares
Abertura da casa 1h antes do início do espetáculo
Ingressos sociais para grupos por meio da Ciência do Novo Público: (21) 98909-2400.
O Armazém da Utopia conta com acessibilidade arquitetônica.
ELENCO
Severinos
Gilberto Miranda – Severino
Tuca Moraes – Cigana 1
Luiz Fernando Lobo – Mestre Carpina
Ana Clara Assunção – Mulher da Janela
Anderson Primo – Irmão das Almas, Funeral de um lavrador
Carla Muzag – Funeral de um lavrador, Cigana 3
Luciano Veneu – Irmão das Almas
Mariana Pompeu – Nanã, Anunciação, Cigana 2
Pedro Fernando – Irmão das Almas
Rossana Russia – Maria
Bibi Dullens
Eduardo Cardoso
Grégori Eckert
Iris Ferreira
Kyara Zenga
Leonardo Hinckel
Mateus Pitanga
Matheus França
Mika Makino
Thaise Oliveira
Músicos
Acordeon – Matheus Queiroz
Cello – Saulo Vignoli
Percussão – Mingo Araújo
Violão e Viola – Marcílio Figueiró
Trabalhadores do Espetáculo
Texto: João Cabral de Melo Neto Músicas: Chico Buarque Direção Geral: Luiz Fernando Lobo Direção Musical e Arranjos: Itamar Assiere Direção de Produção: Tuca Moraes Cenografia: J. C. Serroni Iluminação: Cesar de Ramires Figurino: Beth Filipecki e Renaldo Machado Programação Visual: Marcos Apóstolo e Jorge Falsfein Produção: Ana Barros Assistente de Direção: Octavio Vargas Assistentes de Produção: Laura Gonna e Élida Produção de Set: Fellipe Rodrigues Preparação Vocal: Ana Calvente Preparação Corporal: Luiza Moraes e Mika Makino Músicas Adicionais: Itamar Assiere,Carlinhos Antunes, Airton Barbosa CoordenaçãoCiência do Novo Público: Clarice Tenório Barretto Ciência do Novo Público: Andreza Dias, Gilberto Miranda, Grégori Eckert, Júlia Freimam, Mateus Pitanga, Maura Santiago e Thaise Oliveira Fotos e Imagens de Divulgação: Thiago Gouveia Fotos do Programa: Thiago Gouveia, Renam Brandão e Leon Diniz Vídeos: Maria Flor Brazil, Claudio Tammela – Banda Filmes
Equipe Ensaio Aberto//Armazém da Utopia
Diretor Artístico: Luiz Fernando Lobo
Diretora Executiva: Tuca Moraes
Conselheira Artística: Iná Camargo Costa
Coordenação Geral de Produção e Operação: Roberto Bruno
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Produções como Meninas Malvadas, Uma Babá Quase Perfeita, Dreamgirls e Torto Arado lideram a lista que reconhece os destaques do teatro musical em São Paulo
O Prêmio Destaque Imprensa Digital (DID) anuncia os indicados de sua 8ª edição, a quarta presencial, que acontece no dia 9 de dezembro, no Teatro Liberdade, em São Paulo, com parceria da Infinitus, empresa do Grupo IN, responsável pela administração do espaço. Idealizado por Joaquim Araújo e cofundado por Grazy Pisacane, Wall Toledo e Pedro de Landa(in memoriam), o prêmio é atualmente o único especializado em teatro musical do país, reconhecendo as produções que se apresentaram na capital paulista.
Nesta edição, foram consideradas 36 produções profissionais que cumpriram os critérios de elegibilidade e realizaram temporada entre1º de novembro de 2024 e 31 de outubro de 2025, incluindo o mínimo de 12 sessõesno período. Mais de 280 profissionais foram lembrados na primeira etapa de votação, que seleciona os mais votados em 17 categorias, resultando na lista de indicados agora anunciada.
No Prêmio DID, o processo de votação é individual, sigiloso e dividido em duas etapas, garantindo transparência, pluralidade e imparcialidade. Na primeira, os jurados indicam livremente os profissionais e produções que mais se destacaram em cada categoria; nas categorias de Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante e Revelação em Musicais, seis nomes são selecionados, enquanto nas demais o número é de cinco indicações. Os mais votados formam a lista de indicados. Na segunda etapa, cada jurado escolhe um único destaque por categoria, definindo os vencedores – revelados apenas no momento do anúncio, durante a cerimônia, quando até mesmo os jurados tomam conhecimento do resultado final.
Foto: reprodução/GPress Comunicação
Além das categorias definidas pelo júri, o prêmio conta ainda com a Destaque Musical – Voto Popular, que reúne todas as produções indicadas nas demais categorias e conta com a participação direta do público. A votação será aberta em breve, em formato online, reforçando o caráter coletivo e democrático do prêmio, que reconhece tanto o olhar da imprensa especializada quanto o afeto e o engajamento do público com os espetáculos.
Com 12 jurados nesta edição, o DID reúne no time jornalistas e comunicadores da imprensa digital que divulgam o gênero em diferentes formatos e plataformas: Joaquim Araújo e Wall Toledo se juntam a Andy Santana, Arthur Pazin, Bruno Cavalcanti, Claudio Erlichman, Danilo Gobatto, Isabel Branquinha, Miguel Arcanjo Prado, Priscila Ribeiro, Ubiratan Brasil e William Amorim.
Criado em 2017, o Prêmio Destaque Imprensa Digital nasceu do desejo de celebrar o trabalho coletivo que constrói cada espetáculo. Por isso, em vez de “melhores”, o prêmio reconhece destaques, reafirmando a ideia de que todos os indicados são parte de um mesmo coro artístico. Mais do que uma competição, o DID é um gesto de reconhecimento e valorização do teatro musical, encerrando simbolicamente o calendário de premiações do gênero e coroando o ano de trabalho dos profissionais e produções que subiram aos palcos.
Entre os espetáculos mais lembrados da edição estão Meninas Malvadas – O Musical, que lidera com 12 indicações, seguido por Torto Arado – O Musical, com dez, João, com nove, e Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho e Uma Babá Quase Perfeita – O Musical,ambos com oito indicações. Outras produções, como Dom Casmurro – O Musical, Ray – Você Não Me Conhece, Chorus Line, Jersey Boys e Território do Amor, também figuram na lista, compondo um retrato vibrante da temporada 2024–2025 dos musicais em São Paulo.
Confira a lista completa de indicados:
Destaque Cenografia
Adam Koch e Bryce Cutler | Meninas Malvadas – O Musical
Natália Lana | Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho
Natália Lana e Nello Marrese| Tom Jobim Musical
Renata Mota | Torto Arado – O Musical
Rogério Falcão | Uma Babá Quase Perfeita – O Musical
Destaque Iluminação
Gabriele Souza | João
Luciano Reis | Torto Arado – O Musical
Maneco Quinderé | Alice de Cor e Salteado
Tulio Pezzoni | Chorus Line
Tulio Pezzoni | Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho
DestaqueVisagismo
Alberto Alves | Torto Arado – O Musical
Alisson Rodrigues e Andre Goes | Rapsódia – Uma Comédia Musical
Anderson Bueno e Feliciano San Roman | Uma Babá Quase Perfeita – O Musical
Dicko Lorenzo | Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho
Emi Sato e Alisson Rodrigues | Território do Amor – O Musical
DestaqueFigurino
Fábio Namatame | Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho
Fábio Namatame | Meninas Malvadas – O Musical
Kleber Montanheiro | Território do Amor – O Musical
Marcos Valadão | João
Ùga agÚ | Dom Casmurro – Musical Inspirado na Obra de Machado de Assis
Destaque Dramaturgia Original
Davi Novaes | Dom Casmurro – Musical Inspirado na Obra de Machado de Assis
Eduardo Bakr e Fernando Morais | Chatô & Os Diários Associados – 100 Anos de Paixão
Aldri Anunciação, Elisio Lopes Jr. e Fabio Espirito Santo | Torto Arado – O Musical
Marcelo Marcus Fonseca | João
Miguel Falabella | Os Olhos de Nara Leão
Destaque Letra Original
Guilherme Gila | Dom Casmurro – Musical Inspirado na Obra de Machado de Assis
Jarbas Bittencourt | Torto Arado – O Musical
Mau Alves | Rapsódia – Uma Comédia Musical
Tauã Delmiro | Benjamim, O Palhaço Negro
Vitor Rocha | João
Destaque Revelação em Musicais
Bhener Carvalho | Rio Uphill – Um Musical de Amor, União e Esperança
Diego Becker | Uma Babá Quase Perfeita – O Musical
Luis Lobianco | Titaníque – Uma Comédia Com os Hits de Céline Dion
Raphael Elias | Djavan – O Musical: Vidas Pra Contar
Sidney Santiago Kuanza | Ray – Você Não Me Conhece
Victor Galisteu | Bare – Uma Ópera Pop
Destaque Ator Coadjuvante
Abrahão Costa | Ray – Você Não Me Conhece
Arthur Berges | Meninas Malvadas – O Musical
Ivan Parente | Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum – Uma Comédia Musical
Otavio Muller | Tom Jobim Musical
Reynaldo Machado | Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho Velson D’Souza | Jersey Boys – A História de Frankie Valli & A Banda Four Seasons
Destaque Atriz Coadjuvante
Aline Serra | Meninas Malvadas – O Musical
Bárbara Sut | Torto Arado – O Musical
Danielle Winits | Meninas Malvadas – O Musical
Lara Suleiman | Meninas Malvadas – O Musical
Lilian Valeska | Torto Arado – O Musical
Samantha Schmütz | Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho
Destaque Ator
César Mello | Ray – Você Não Me Conhece
Dudu Galvão | João
Eduardo Sterblitch | Uma Babá Quase Perfeita – O Musical Elton Towersey | Tom Jobim Musical
Henrique Moretzsohn | Jersey Boys – A História de Frankie Valli & A Banda Four Seasons
Rodrigo Salva | Vital – O Musical dos Paralamas
Destaque Atriz
Anna Akisue | Meninas Malvadas – O Musical
Larissa Luz | Torto Arado – O Musical
Laura Castro | Meninas Malvadas – O Musical
Marina Mathey | João
Thais Piza | Uma Babá Quase Perfeita – O Musical
Zeze Polessa | Os Olhos de Nara Leão
Destaque Elenco
Chorus Line | DanCaldini e Atual Produções
Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum – Uma Comédia Musical | Atual Produções e Aveia Cômica
Meninas Malvadas – O Musical | IMM e EGG Entretenimento
Ray – Você Não Me Conhece | Tema Eventos Culturais e Sevenx Produções Artísticas
Titaníque– Uma Comédia Com os Hits de Céline Dion | Barho Produções e Uma Boa Produção
Destaque Coreografia
Barbara Guerra | Chorus Line
Danilo Santana | Meninas Malvadas – O Musical
Gabriel Malo e Nyandra Fernandes | Rio Uphill – Um Musical de Amor, União e Esperança
Rafa L | Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho
Sueli Guerra | Uma Babá Quase Perfeita – O Musical
Destaque Direção Musical
Daniel Rocha | Vital – O Musical dos Paralamas
João Viana e Fernando Nunes | Djavan – O Musical: Vidas Pra Contar
Guilherme Gila | Dom Casmurro – Musical Inspirado na Obra de Machado de Assis
Jorge de Godoy | Jersey Boys – A História de Frankie Valli & A Banda Four Seasons
Marco França | João
Destaque Direção
Barbara Guerra | Chorus Line
Elisio Lopes Jr. | Torto Arado – O Musical
Kleber Montanheiro | João
Mariano Detry | Meninas Malvadas – O Musical
Tadeu Aguiar | Uma Babá Quase Perfeita – O Musical
Destaque Musical Estrangeiro
Chorus Line | DanCaldini e Atual Produções
Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho | Atual Produções e Barho Produções
Jersey Boys – A História de Frankie Valli & A Banda Four Seasons | IMM, EGG Entretenimento e Dinamo Realizações
Meninas Malvadas – O Musical | IMM e EGG Entretenimento
Uma Babá Quase Perfeita – O Musical | Touché Entretenimento e Alchemation
Destaque Musical Brasileiro
Chatô & Os Diários Associados – 100 Anos de Paixão | Voglia Produções
Dom Casmurro – Musical Inspirado na Obra de Machado de Assis | A Casa Que Fala e Tomate Produções
João | Cia da Revista e MoviCena Associação Cultural
Torto Arado – O Musical | Maré Produções Culturais
Ray – Você Não Me Conhece | Tema Eventos Culturais e Sevenx Produções Artísticas
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