A terceira temporada da novela turca chega em 9 de fevereiro e promete intensificar os conflitos e os romances que consagraram a trama
Uma das histórias mais queridas entre os fãs de dizis, O Canto do Pássaro (Yalı Çapkını), já tem data marcada para retornar ao streaming. A terceira e última temporada da novela estreia no dia 9 de fevereiro, dando continuidade aos acontecimentos que prenderam o público.
Foto: reprodução/Dizilah
Dirigida por Burcu Alptekin e Alptekin Bozkurt, a trama gira em torno de Ferit (Mert Ramazan Demir), um jovem rico, mimado e impulsivo, recém-chegado do exterior, que se envolve constantemente em problemas. Cansado das imprudências do neto, Halis Korhan decide arranjar um casamento para o rapaz como forma de recuperar a imagem da família.
A notícia chega à casa de Kazım, um homem ambicioso e autoritário, que enxerga nas filhas a sua grande chance de ascensão social. Inicialmente, sua filha Suna seria a escolhida para o casamento, mas os planos mudam quando Ferit conhece Seyran (Afra Saraçoğlu) e decide se casar com ela.
Foto: reprodução/Dizilah
O que esperar da terceira temporada?
Com a estreia da terceira temporada na HBO Max, a expectativa é de que os conflitos das temporadas passadas se intensifiquem, as decisões importantes sejam tomadas pelos protagonistas e de que novos personagens passem a integrar a trama.
Nesse novo momento, a história se inicia com um salto no tempo após os acontecimentos do último episódio da segunda temporada, e os telespectadores encontram o casal distante um do outro.
É com esse ponto de partida que a última temporada se torna uma das mais faladas e polêmicas, principalmente por abordar a reaproximação do casal e os obstáculos que eles terão que enfrentar para ficarem juntos.
Vale lembrar que a exibição original da novela na Turquia conta com 101 episódios, número que corresponde a 332 na versão internacional. Ou seja, a terceira temporada ainda reserva muitos acontecimentos e bastante história para o público acompanhar.
Foto: reprodução/Dizilah
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Primeira produção do cineasta para a TV é baseada no romance best-seller de Jin Yucheng
Adaptada do premiado romance de Jin Yucheng, a série Blossoms Shanghai (2023)marca a primeira incursão na TV do cineasta Wong Kar Wai e expande sua visão cinematográfica singular para uma narrativa em formato longo, em que todos os 30 episódios são dirigidos por ele.
A produção estreou na China com grande sucesso, sendo líder de audiência durante toda a sua exibição, e se consolidou como um dos projetos televisivos mais ambiciosos realizados por um grande autor internacional nos últimos anos. Agora, Blossoms Shanghai ganha data de estreia no Brasil pela MUBI.
Confira o trailer:
Ambientada na vibrante Xangai da década de 1990, Blossoms Shanghai acompanha a ascensão de Ah Bao, de homem comum ao poderoso magnata Sr. Bao. Aconselhado pelo mentor Uncle Ye, dono do restaurante Zing Le, e pela Srta. Wang, do Departamento de Comércio Exterior, ele aproveita as oportunidades de uma cidade renascida de uma reforma econômica.
Mas, quando uma mulher misteriosa abre o restaurante The Grand Lisbon, seu mundo glamouroso começa a ruir, expondo o equilíbrio frágil entre sucesso, memória e desejo.
Foto: divulgação/MUBI
A série é estrelada por Hu Ge, Ma Yili, Tang Yan, Xin Zhilei e You Benchang, com atuações que dão sustentação à narrativa abrangente que está no coração da história.
Wong Kar Wai, reconhecido por sua linguagem visual exuberante e sua narrativa, traz seu estilo característico, cinematografia evocativa, atmosfera rica e um apurado senso de tempo e desejo, construindo um amplo retrato do panorama cultural e emocional de Xangai.
Foto: divulgação/MUBI
Blossoms Shanghai chega na MUBI em 26 de fevereiro.
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Naide Adriano revisita memórias, afetos e fases da existência humana em Prólogo da Vida
Em Prólogo da Vida (2025), Naide Adriano apresenta uma coletânea poética construída a partir de vivências acumuladas ao longo de décadas. A obra percorre caminhos marcados por escolhas, afetos e aprendizados, transformando memórias pessoais e observações sensíveis do cotidiano em poesia. O livro nasce do desejo de registrar aquilo que foi vivido e que continua a reverberar, criando um diálogo honesto entre passado e presente.
Foto: reprodução/A Gazeta
Os poemas atravessam diferentes fases da trajetória da autora: a adolescência vivida em Araraquara, os anos de faculdade, as relações familiares, as amizades que resistiram ao tempo, os amores que deixaram marcas e os questionamentos que acompanham a maturidade. Cada texto funciona como um fragmento de uma narrativa maior, compondo a história de alguém que aprendeu a reconhecer o valor da rotina, das pessoas que cruzaram seu caminho e das escolhas que moldaram quem se é hoje.
Ao revisitar lembranças juvenis e experiências marcantes da vida adulta, Naide constrói uma poesia que ultrapassa o registro pessoal. Suas vivências íntimas ganham dimensão universal, abordando temas como o sentido da vida, a presença da fé no cotidiano, a passagem do tempo e a busca por equilíbrio emocional. Em muitos poemas, a autora dialoga consigo mesma, costurando reflexões sobre perdas, transformações, amadurecimento e a necessidade de encontrar serenidade em meio às instabilidades do mundo.
Os versos convidam o leitor a desacelerar, observar detalhes e reconhecer o valor de experiências que, muitas vezes, só se tornam claras com a distância do tempo. Ao narrar essas etapas, o livro cria uma ponte entre gerações, tocando aqueles que se reconhecem nas mudanças provocadas pelo passar dos anos.
Foto: divulgação/Entretetizei
Prólogo da Vida celebra a memória e honra o percurso, resgatando momentos que moldaram a identidade da autora e transformando-os em poesia. A obra convida o leitor a revisitar a própria caminhada e a perceber, nos gestos aparentemente simples, a grandeza de uma vida construída por sentimentos, relações e descobertas.
Ao final, o livro reafirma que viver é um exercício constante de recomeço e que há luz na coragem de olhar para dentro e transformar lembranças em poesia.
Prólogo da Vida, de Naide Adriano, está disponível nos formatos ebook e físico, com vendas realizadas pela plataforma da Amazon e pela Editora Uiclap.
Sobre a autora
Foto: divulgação/LC Agência de Comunicação
Naide Adriano estudou Farmácia e Bioquímica em Araraquara. Entre a rotina universitária, o convívio com amigos e as trocas familiares, surgiram os primeiros poemas, escritos para parentes, celebrações, datas festivas e momentos especiais.
Com o tempo, a autora consolidou uma produção marcada pela sensibilidade e pela observação do cotidiano, publicando obras como Deflorando o Tempo Vago (2025), Nosso Pensar Imaginário(2025) e Poesias Festivas (2025). Em Prólogo da Vida, Naide retorna às suas raízes criativas, reunindo poesia, memória e amadurecimento.
Foto: divulgação/Entretetizei
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Filme do cineasta Huo Meng confronta tradição e modernidade na China rural dos anos 1990
Em Living The Land, o público é levado à China rural de 1991. Em um período de profundas transformações nacionais, com moradores migrando para as cidades em busca de melhores oportunidades, Chuang, de dez anos, permanece em sua cidade natal.
O filme é o segundo longa-metragem do cineasta chinês Huo Meng, e teve sua estreia mundial na competição principal do 75º Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde ganhou o Urso de Prata de Melhor Diretor.
Confira o trailer abaixo:
Por mais de 3 mil anos, até a década de 1980, a China foi um sistema social baseado na agricultura, onde os trabalhadores rurais criaram a vasta maioria da riqueza social.
No começo dos anos 1990, as reformas econômicas e a revolução tecnológica rapidamente se estenderam ao campo: máquinas industriais começaram a substituir o trabalho manual, e os recursos necessários para a produção industrial, como o petróleo, começaram a invadir o recurso tradicional da terra.
“O filme explora o profundo impacto deste momento histórico nas tradições, emoções e relacionamentos do povo chinês. Como um vento imparável, essas mudanças varreram todos os aspectos da vida”, explica o realizador Huo Meng.
“A história e as emoções do filme estão enraizadas em séculos de história, cultura e tradição, ao mesmo tempo que refletem a mentalidade da sociedade chinesa contemporânea”, complementa.
Foto: divulgação/Autoral Filmes
“Eu queria retratar como, quando políticas sociais coletivistas colidiram com tradições moldadas ao longo de milênios, as pessoas foram forçadas a se adaptar de maneiras que desafiaram seu próprio modo de vida”, avalia o cineasta.
“Também senti que era importante retratar as imensas pressões que as mulheres enfrentaram – tanto social quanto fisicamente – que deixaram danos duradouros e irreversíveis. Esses tópicos são vastos“, acrescenta Huo.
Com 100% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes, a produção chinesa coleciona críticas positivas. “O filme mergulha o espectador em uma remota comunidade agrícola chinesa com toda a precisão e beleza de um artista consagrado”, escreveu o The Hollywood Reporter. A Screen Daily define Living The Land como “imersivo e ambicioso”, enquanto o IndieWire descreve o longa como “extremamente bonito e envolvente”.
Foto: divulgação/Autoral Filmes
Living The Land chega aos cinemas nacionais no dia 5 de fevereiro.
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Festival gratuito acontece nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro e transforma o centro de São Paulo em um grande encontro entre tradição, cultura pop e experiências imersivas
O Bom Retiro já pode ser considerado um dos endereços mais animados do início de 2026. Nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, o bairro recebe o 4º Festival de Ano Novo Lunar – Seollal, ocupando a Praça Coronel Fernando Prestes, próxima ao Metrô Tiradentes, com programação gratuita das 10h às 20h. A proposta é simples e irresistível: levar o público para uma imersão completa na cultura coreana, do ritual ancestral ao K-pop que domina as playlists.
A edição deste ano acontece sob a energia do Ano do Cavalo de Fogo, um signo raro na astrologia oriental, associado a movimento, intensidade e transformações rápidas. Esse clima aparece em cada detalhe do festival, que mistura costumes tradicionais da Coreia do Sul com a força da onda coreana contemporânea, conectando gerações e estilos em um mesmo espaço.
Na Coreia do Sul, o Seollal é a data mais importante do calendário cultural. É quando famílias se reencontram, tradições são colocadas em prática e o respeito entre gerações ganha protagonismo. Um dos momentos mais simbólicos é o Sebae, reverência feita pelos mais jovens aos mais velhos como gesto de gratidão. Em troca, eles recebem conselhos para o novo ano e o Sebae-don, conhecido como dinheiro da sorte, símbolo de prosperidade e bons desejos para o novo ciclo.
A comida também é parte essencial da celebração. O destaque vai para o tteokguk, sopa preparada com fatias de massa de arroz, tradicionalmente consumida durante o Seollal para simbolizar um novo ano de vida. No festival, o prato divide espaço com outras receitas típicas e com mais de 40 expositores, que levam à praça gastronomia coreana, produtos de K-beauty e itens ligados ao universo do K-pop.
Foto: divulgação/Yumi Yamashi
Quem passa pelo evento também encontra diversas experiências culturais. É possível vestir o hanbok, traje tradicional coreano, participar de workshops de caligrafia e dobradura e acompanhar demonstrações de taekwondo. No sábado, dia 31, o palco recebe o Coral das Mães Coreanas, formado por senhoras da comunidade em torno dos 70 anos, além do grupo de percussão Tamashii Taiko, da tradicional Dança do Dragão e de apresentações de K-pop com o grupo da escola de dança POZ-E, criando uma ponte direta entre tradição e cultura pop.
Foto: divulgação/Yumi Yamashi
No domingo, dia 1º, a programação segue diversa. O grupo Sugi Line Dance, formado por senhoras na faixa dos 60 anos, apresenta coreografias voltadas ao fortalecimento do corpo e das articulações. A artista Lalla Yang sobe ao palco com uma performance que une canto lírico coreano ao som do gayageum, instrumento tradicional de cordas, enquanto o grupo Saxofone Hanullim apresenta clássicos da música internacional, incluindo hits do K-pop.
Para o público mais jovem, o ponto de encontro é o Random Play Dance, quando fãs ocupam a praça para reproduzir coreografias virais em um clima espontâneo de troca e celebração coletiva. Outro destaque é a parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil, responsável pela Competição de Canto de Canções Coreanas, que oferece premiações em dinheiro e reforça o intercâmbio cultural entre Brasil e Coreia do Sul.
Foto: divulgação/Yumi Yamashi
“O Seollal é mais que uma celebração de calendário; é uma ponte entre gerações e culturas. Este ano, queremos que o visitante sinta a essência do Bom Retiro e a hospitalidade do povo coreano em cada detalhe”, afirma Milena Yoo, diretora da Feira do Bom Retiro.
SERVIÇO
4º Festival de Ano Novo Lunar – Seollal Data: 31 de janeiro e 1º de fevereiro Horário: das 10h às 20h Local: Praça Coronel Fernando Prestes, próximo ao Metrô Tiradentes Entrada: gratuita Programação completa: @feiradobomretiro no Instagram
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Ícone pop está prestes a desembarcar em Fortaleza, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro, e marca um dos momentos mais fortes da carreira solo do artista
O Brasil assume protagonismo absoluto na nova fase de Christian Chávez. O cantor e ator mexicano, ícone da música pop latina e eterno integrante do fenômeno RBD, retorna ao país com a Christian Chávez Para Siempre Tour, turnê concebida como marco artístico e simbólico de sua carreira solo, que estreia nos próximos dias e promete transformar cada apresentação em um acontecimento singular.
Realizada pela Opus Entretenimento, uma das maiores plataformas de shows e espetáculos ao vivo do país, a turnê foi desenhada especialmente para palcos teatrais, privilegiando proximidade, densidade emocional e uma narrativa cuidadosamente construída. As primeiras apresentações desta tour acontecem em quatro importantes capitais brasileiras:
27/01 – Teatro RioMar – Fortaleza 28/01 – Teatro RioMar – Recife 06/02 – Teatro Bradesco – São Paulo 07/02 – Teatro Opus Città – Rio de Janeiro
Os últimos ingressos estão à venda em uhuu.com e nos pontos de venda autorizados. Mais informações nos serviços abaixo.
Esta série de shows do projeto consolida o Brasil como território-chave desta nova etapa criativa. A relação de Christian Chávez com o público brasileiro atravessa gerações, desde o fenômeno global Rebelde até sua consolidação como artista solo, e se traduz agora em um espetáculo que combina maturidade artística, liberdade criativa e forte carga emocional.
Foto: divulgação/Opus Entretenimento
No palco, o artista conduz o público por uma experiência intensa e envolvente, costurando sucessos da carreira solo, referências fundamentais da cultura pop latino-americana e momentos decisivos de sua trajetória. O roteiro do espetáculo foi pensado como um encontro entre passado, presente e futuro, capaz de dialogar tanto com fãs históricos quanto com uma nova geração que acompanha sua evolução artística.
A concepção cênica, desenvolvida especificamente para teatros, reforça o caráter intimista do show sem abrir mão de impacto visual. O repertório equilibra canções solo, elementos emblemáticos associados à era RBD e surpresas que ampliam a força narrativa da apresentação, resultando em um espetáculo vibrante, sensível e profundamente pessoal.
O eixo conceitual da turnê se conecta ao lançamento da faixa inédita Para Siempre, que dá nome ao projeto. A canção, apresentada como síntese desse novo momento, dialoga com o romantismo que marcou uma geração, mas sob uma estética contemporânea e autoral, refletindo um artista em plena maturidade criativa. O single amplia a expectativa em torno dos shows e reforça o caráter de grande acontecimento desta turnê.
Declaradamente ligado ao Brasil, país que frequentemente descreve como um lugar onde se sente em casa, Christian Chávez transforma esta série de apresentações em um gesto de reconhecimento e afeto. A Christian Chávez Para Siempre Tour nasce, assim, como um grande feito artístico: uma celebração de identidade, permanência e conexão genuína com um público que sempre esteve no centro de sua história.
SERVIÇO FORTALEZA
Data: 27 de janeiro de 2026 Local: Teatro RioMar Endereço: R. Des. Lauro Nogueira, 1500, Papicu, 60175-055 Horário: 21h Classificação: 16 anos. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.
Setores
Plateia Baixa A: a partir de R$ 200,00+ taxas
Plateia Baixa B: a partir de R$ 150,00+ taxas
Plateia Alta: a partir de R$ 100,00+ taxas
Cadeirante: a partir de R$ 200,00+ taxas
Cad.Obeso A: a partir de R$ 200,00+ taxas
Cad.Obeso B: a partir de R$ 150,00+ taxas
Cad.Obeso PA: a partir de R$ 100,00+ taxas
Pontos de venda
A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento.
Bilheteria do Teatro RioMar Fortaleza • Sem incidência de Taxa de Serviço
3º andar do Shopping RioMar Fortaleza
Rua Desembargador Lauro Nogueira, nº. 1500 • Loja 3001
Horário de funcionamento: terça-feira a sábado das 14h às 20h, exceto domingo e feriados.
SERVIÇO RECIFE
Data: 28 de janeiro de 2026 Local: Teatro RioMar Endereço: Av. República do Líbano, 251, Piso L4, Pina – RioMar Recife Horário: 21h Classificação: 16 anos. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis e crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.
Setores
Plateia Baixa: a partir de R$ 200,00+ taxas
Plateia Alta: a partir de R$ 150,00+ taxas
Balcao Nobre: a partir de R$ 100,00+ taxas
Cadeirante: a partir de R$ 200,00+ taxas
Acompanhante PB: a partir de R$ 200,00+ taxas
Cadeirante BN: a partir de R$ 100,00+ taxas
Acompanhante BN: a partir de R$ 100,00+ taxas
Cad. Obeso PB: a partir de R$ 200,00+ taxas
Cad. Obeso PA: a partir de R$ 150,00+ taxas
Cad. Obeso B.N: a partir de R$ 100,00+ taxas
Pontos de venda
A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento.
Bilheteria do Teatro RioMar Recife • Sem incidência de Taxa de Serviço
4º andar do Shopping RioMar Recife
Av. República do Líbano, nº. 251 • Piso L4
Horário de funcionamento: terça-feira a sábado das 14h às 20h, exceto domingo e feriados.
SERVIÇO SÃO PAULO
Data: 6 de fevereiro de 2026 Local: Teatro Bradesco – www.teatrobradesco.com.br Endereço: Rua Palestra Itália, 500 – 3º piso – Bourbon Shopping Horário: 21h
Acessibilidade
Ar-condicionado Capacidade: 1439 pessoas Classificação: 16 anos. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis e crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.
Setores:
Plateia Gold: a partir de R$ 275,00+ taxas
Plateia Baixa: a partir de R$ 240,00+ taxas
Plateia Alta: a partir de R$ 175,00+ taxas
Camarote: a partir de R$ 175,00+ taxas
Balcão Nobre: a partir de R$ 150,00+ taxas
Frisa Mezanino: a partir de R$ 125,00+ taxas
Frisa Central: a partir de R$ 125,00+ taxas
Cad. Obeso PG: a partir de R$ 275,00+ taxas
Cad. Obeso PB: a partir de R$ 240,00+ taxas
Cad. Obeso PA: a partir de R$ 175,00+ taxas
Cad. Obeso BN: a partir de R$ 150,00+ taxas
Acomp. Obeso PG: a partir de R$ 275,00+ taxas
Acomp. Obeso PB: a partir de R$ 240,00+ taxas
Acomp. Obeso PA: a partir de R$ 175,00+ taxas
Acomp. Obeso BN: a partir de R$ 150,00+ taxas
Cadeirante Plateia: a partir de R$ 240,00+ taxas
Acompanhante PCD: a partir de R$ 240,00+ taxas
Cadeirante Frisa: a partir de R$ 125,00+ taxas
Acompanhante PCD F.: a partir de R$ 125,00+ taxas
Pontos de venda:
A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento.
Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de Taxa de Serviço
3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo
Rua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • 3° Piso I Perdizes • São Paulo • SP
Horário de funcionamento: segunda-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 20h. Em dias de evento o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento.
Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de Taxa de Serviço
7º Piso do Shopping Frei Caneca
Rua Frei Caneca, nº 569 • 7° Piso I Consolação • São Paulo • SP
Horário de funcionamento: terça-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 19h e segunda-feira bilheteria fechada.
SERVIÇO RIO DE JANEIRO
Data: 7 de fevereiro de 2026 Local: Teatro Opus Città Endereço: Avenida das Américas, 700 – Barra da Tijuca – RJ Horário: 21h Classificação: 16 anos. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis e crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.
Setores
Plateia Gold: a partir de R$ 200,00+ taxas
Plateia Baixa: a partir de R$ 175,00+ taxas
Camarote: a partir de R$ 150,00+ taxas
Balcao Nobre: a partir de R$ 100,00+ taxas
Frisa: a partir de R$ 100,00+ taxas
Cad. Obeso (Gold): a partir de R$ 200,00+ taxas
Cad. Obeso (Cam.): a partir de R$ 150,00+ taxas
Cad. Obeso (BN): a partir de R$ 100,00+ taxas
Cadeirante (Gold): a partir de R$ 200,00+ taxas
Cadeirante (Cam.): a partir de R$ 150,00+ taxas
Cadeirante (BN): a partir de R$ 100,00+ taxas
Acompanhante PCD (Gold): a partir de R$ 200,00+ taxas
Acompanhante PCD (Cam.): a partir de R$ 150,00+ taxas
Acompanhante PCD (BN): a partir de R$ 100,00+ taxas
Pontos de venda
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Bilheteria Via Music Hall • Sem incidência de Taxa de Serviço
Rua Rodovia Presidente Dutra, nº 4.200 I Parque Barreto • São João de Meriti • RJ
Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 10h às 13h e das 14h às 19h. Sábados e feriados, das 10h às 14h. Domingos fechados.
Bilheteria do Teatro Opus Città • Sem incidência de Taxa de Serviço
Città Office Mall
Bilheteria Teatro Opus Città em frente ao Delírio Tropical I Barra da Tijuca • Rio de Janeiro • RJ
Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 12:30h às 18:30h.
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Em entrevista ao Entretetizei, Kübra Yaşasın comenta sobre o início de sua relação com a escrita, os bastidores da criação de uma dizi e as diferenças entre projetos que marcaram sua carreira
Kübra Yaşasın é uma roteirista turca com uma trajetória diversa no audiovisual, responsável por histórias que conquistaram o público dentro e fora da Turquia. Em entrevista ao Entretetizei, ela falou sobre o início da sua relação com a escrita, os bastidores da criação de uma dizi e as diferenças entre projetos que marcaram sua carreira – muitos deles, inclusive, amados pelo público brasileiro.
Entre seus trabalhos mais conhecidos estão Afili Aşk (Armadilha do Amor), Ya Çok Seversen (Se o Destino Quiser) e a série recente Kaosun Anatomisi (Anatomia do Caos), lançada pela HBO Max. Projetos diferentes entre si, mas conectados por um ponto em comum: personagens intensos e histórias que constroem um forte vínculo emocional com o espectador. E o mais incrível: todos os projetos citados estão oficialmente disponíveis no Brasil, comprovando o sucesso de cada título.
Créditos: reprodução / IMDb
Sobre Ya Çok Seversen, Kübra conta que o projeto nasceu de uma reflexão pessoal sobre família. “Eu estava refletindo sobre o conceito e o tema de família: o que significa ser uma família, o que isso faz a gente sentir. Ya Çok Seversen é, na verdade, a história de um grupo de crianças sem família, de um homem que não gosta da ideia de família e uma mulher que precisa de uma família se unindo e se formando juntos”, explica a roteirista.
Já Afili Aşk ocupa um lugar especial em sua trajetória: “[Afili Aşk] foi o projeto que escrevi com mais empolgação. Para mim, a comédia romântica precisa de ritmo e contraste, e a série se constrói justamente a partir disso: uma guerra entre orgulho e amor, entre o quente e o frio”.
Créditos: reprodução / IMDb
Em Kaosun Anatomisi, Kübra viveu uma nova experiência ao trabalhar em um universo mais sombrio e destaca a parceria com o elenco: “trabalhar com o Aytaç [Aytaç Şaşmaz] neste projeto foi um prazer à parte. Ele é um ator incrível, um ator que se entrega muito ao trabalho, por isso foi um projeto que me deixou muito feliz por ter participado”.
O desejo de contar histórias surgiu ainda na infância, quando Kübra escrevia cenas do cotidiano em um caderno. Mas foi sua primeira experiência no cinema, ao assistir Harry Potter, que a fez ter certeza de que queria fazer parte daquele mundo. Para ela, o sucesso das novelas turcas está ligado à forma profunda e verdadeira com que as emoções são vividas e retratadas, já que, segundo a roteirista, “é assim que vivemos a nossa vida e a nossa cultura”.
Veja a entrevista completa, em que Kübra Yaşasın nos conta detalhes de seus projetos, a rotina de uma roteirista turca e ainda comenta sobre o sucesso das dizis no Brasil – com direito a uma mensagem especial para o público brasileiro.
Veja a seguir:
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No ar, na série vertical Troca de Noivos, a atriz reflete sobre a construção de Edna Ferraz e a liberdade criativa que as vilãs proporcionam no audiovisual
No universo das séries verticais, onde o ritmo é frenético e as emoções precisam transbordar pela tela do celular, Luísa Locher encontrou em Edna Ferraz o terreno ideal para uma exploração artística sem amarras. No ar em Troca de Noivos (Sua Novela), a atriz dá vida a uma antagonista que foge do óbvio: movida pelo desejo de reconhecimento e por um instinto de sobrevivência afiado, Edna não pede licença para ocupar seu espaço.
Sob a direção de Gustavo Morais, Luísa mergulha em uma trama de poder e segredos de família, dando vida a uma mulher que, adotada pelos Ferraz, move montanhas e elimina obstáculos para garantir seu lugar como herdeira. O papel não apenas consolida sua versatilidade, mas também ressalta sua capacidade de dominar um formato que exige agilidade e uma entrega emocional imediata.
Para Luísa, o fascínio pelas antagonistas reside naquilo que ela define como “menor censura emocional”. Ao contrário das heroínas convencionais, muitas vezes presas a expectativas sociais de docilidade, Edna Ferraz é uma personagem que desafia estereótipos, agindo com uma convicção absoluta que beira o magnético. Longe de ser uma vilã unidimensional, a Edna de Luísa é fruto de uma construção meticulosa, fundamentada no entendimento de que a maldade, muitas vezes, é uma armadura forjada pela necessidade de sobrevivência e pelo desejo latente de controle e afirmação em um mundo hostil.
Nesta entrevista, Luísa Locher abre o jogo sobre o processo de advogar por uma personagem de moralidade questionável, revelando como evitou a caricatura para entregar uma mulher real e determinada. Ela detalha a importância da confiança estabelecida com a equipe da OTZI Studios, os bastidores de cenas fisicamente exaustivas, como sequestros e embates psicológicos, e como a experiência de viver Edna mudou sua percepção sobre a liberdade criativa na atuação.
Confira agora esta entrevista exclusiva:
Entretetizei: Luísa, você mencionou que as vilãs proporcionam uma menor censura emocional. Como foi o processo de desconstruir seus próprios julgamentos para abraçar a moralidade questionável da Edna?
Luísa Locher: Eu, como atriz, preciso defender meu personagem e isso não quer dizer que eu concorde com as escolhas, ações e pensamentos dele. Mas é parte do meu trabalho como atriz justificar e entender de onde surgiram essas escolhas e esses pensamentos, porque para ele faz sentido a forma como pensa, age e o que defende. Com a Edna não foi diferente. No processo de construção de um personagem, procuro não classificar o personagem como certo ou errado, e sim entender o que leva a pensar daquela forma e agir do jeito que age, e principalmente porque defende o que defende.
A Edna não se vê como vilã. Ela se vê como alguém que sobreviveu, que aprendeu a se defender num mundo onde ser sensível teve um custo alto.
Foto: divulgação/Assessoria Luísa Locher
E: Muitas vezes, a vilã é quem move a história. Como foi trabalhar a convicção absoluta da Edna para que ela não fosse apenas uma caricatura, mas uma mulher real e determinada?
L: A convicção absoluta da Edna nasce exatamente desse lugar de sobrevivência. Quando eu entendo que ela não se vê como vilã, mas como alguém que precisou endurecer para continuar existindo, essa convicção deixa de ser um traço dramático e passa a ser estrutural.
No meu trabalho, eu procurei construir a Edna a partir de justificativas e entrei na cabeça dela para entender a fundo. Isso foi essencial para que ela não virasse uma caricatura, porque a caricatura nasce quando o ator julga o personagem ou exagera um traço sem compreender sua origem.
A Edna se agarra às próprias convicções não só porque ela acredita fielmente, mas também porque muitas das escolhas dela são formas de defesa. Não só formas de se defender, mas defender também o que ela quer e acredita. Quando você entende o que se passa na cabeça dela e faz essa construção, mesmo discordando das escolhas, você sabe como defendê-la, e é essa força que impulsiona a narrativa.
E: Você já trabalhou com a OTZI Studios anteriormente. De que forma essa parceria prévia ajudou na liberdade para criar as nuances da Edna?
L: Ter trabalhado com a OTZI Studios anteriormente criou um terreno de muita confiança, e isso faz toda a diferença no processo criativo. Quando existe essa relação prévia, o processo flui e existe essa maior segurança.
Eu me senti amparada pela equipe desde o início. Saber que você está em um espaço onde pode se arriscar, errar, ajustar e aprofundar sem medo cria uma liberdade rara.
E: Em Troca de Noivos, você lida com temas como traição e poder. Qual foi a cena mais desafiadora emocionalmente para você nesta temporada?
L: Nossa foram tantas (risos), mas tecnicamente acho que tiveram duas que se sobressaíram. A cena do sequestro, que exigiu um controle emocional e físico enorme, eu precisava sustentar uma intensidade muito alta, e a cena em que a Edna está bêbada conversando com o Ronaldo. Não havia álcool de verdade, então exigiu uma enorme concentração vocal e corporal.
Para ambas as cenas a concentração e foco foram essenciais. Eu precisei trabalhar muito a atmosfera da cena, a partir desse campo sensorial, o corpo começou a responder naturalmente.
E: Depois de viver uma antagonista tão marcante, o que você busca agora em futuros papéis para continuar desafiando sua versatilidade?
L:Nesse momento o que fica para mim é a vontade de continuar me desafiando. Eu sempre busco papéis que me tirem do lugar confortável, que me permitam acessar partes diferentes de mim como artista, isso faz parte do que me move como artista.
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