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História de Amor: 5 motivos para dar uma chance para a história de JFK Jr. e Carolyn Bessette

A série que conta a história intensa de um dos casais mais famosos dos holofotes já está no streaming

Assim como uma boa paixão, a série História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette chegou ao streaming de forma avassaladora. A produção, que narra a história real de um dos relacionamentos mais icônicos da história dos EUA, estreou no top 10 da plataforma e não pretende sair de lá tão cedo. E, para te convidar a conhecer melhor a produção, reunimos abaixo cinco motivos para dar play agora. Confira:

Um novo capítulo da franquia American Story
História de Amor
Imagem: divulgação/Disney+

A produção é o novo título da franquia American Story, que consiste em produções criadas e produzidas por Ryan Murphy e Brad Falchuk. Iniciado em 2011 com American Horror Story, esse universo se expandiu com American Crime Story, American Horror Stories, American Sports Story e, agora, Love Story.

Em comum, as produções têm o formato de antologia – em que cada temporada conta uma história – e o foco em um gênero específico. Ou seja, o lançamento mais recente é para você que ama uma boa… história de amor.

Um amor que entrou para a história
História de Amor
Imagem: divulgação/Disney+

Para inaugurar sua era romântica, a franquia American Story se voltou a um casal real que entrou para a história. A série acompanha a intensa paixão entre John F. Kennedy Jr. (Paul Anthony Kelly) e Carolyn Bessette (Sarah Pidgeon), que não poderiam ser mais diferentes um do outro.

Enquanto ele é filho de um ex-presidente dos EUA e, portanto, nascido no berço de ouro de uma família poderosa, ela batalhou para subir na vida, indo de vendedora a executiva da renomada grife Calvin Klein. Vindos de mundos tão distintos, John e Carolyn firmaram uma conexão imediata tão intensa que deu origem a um romance marcado pela luta que os pombinhos travaram para ficar juntos diante dos holofotes de um país inteiro.

Uma história de amor universal
História de Amor
Imagem: divulgação/Disney+

A trajetória de um casal formado pelo filho de um político famoso e uma pessoa comum é tão poética que parece ter saído do mundo da fantasia. Porém, o seriado também usa a história de JFK Jr. e Carolyn Bessette para explorar características universais dos relacionamentos.

O ator que dá vida a John afirma que essa história é cheia de altos e baixos, como qualquer outra: “é lindo, é feio, é o que amor verdadeiro realmente é“. Criador e roteirista da série, Connor Hines acredita que o público vai conseguir se enxergar na história dos pombinhos: “acho que as pessoas ficarão surpresas com o quanto se identificarão com o que eles passaram“.

Elenco extraordinário
História de Amor
Imagem: divulgação/Disney+

Para contar a jornada dessa paixão icônica, História de Amor conta com um elenco esplêndido. Para começar, a produção encarrega a difícil missão de interpretar John F. Kennedy Jr. ao estreante Paul Anthony Kelly. Para fazer par com ele, a escolhida para viver Carolyn Bessette foi Sarah Pidgeon, de The Wilds (2020) e As Pequenas Coisas da Vida (2023).

O elenco de apoio traz grandes nomes, como a indicada ao Oscar Naomi Watts como Jackie Kennedy Onassis e Grace Gummer como Caroline Kennedy, mãe e irmã de John respectivamente. Alessandro Nivola vive o estilista Calvin Klein, enquanto Leila George interpreta sua esposa, Kelly. Por fim, Sydney Lemmon é Lauren Bessette e Constance Zimmer é Ann Marie Messina, mãe e irmã de Carolyn, respectivamente.

Equipe premiada por trás das câmeras
História de Amor
Imagem: divulgação/Disney+

História de Amor conta com uma equipe premiada por trás das câmeras. O time de diretores traz Anthony Hemingway, vencedor do Emmy de Melhor Direção em Minissérie por American Crime Story (2016), e Jesse Peretz, indicado ao prêmio por seu trabalho em GLOW (2018).

O time de roteiristas também é composto por profissionais vencedores da maior premiação da TV dos EUA. É o caso de D.V. DeVicentis e Juli Weiner, premiados no Emmy por seus trabalhos em American Crime Story (2016) e Last Week Tonight with John Oliver (2014). A série também conta com roteiros de Kim Rosenstock, indicada ao prêmio por Morrendo por Sexo (2025).

Já disponível no Disney+, História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette ganha episódios inéditos às sextas-feiras.

 

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cinema Notícias

Lily Collins vai interpretar Audrey Hepburn em filme sobre os bastidores de Bonequinha de Luxo

Longa vai mostrar o caos, as disputas e os segredos por trás da produção do clássico de 1961, com Lily Collins também assumindo a produção do projeto

Lily Collins vai dar vida a ninguém menos que Audrey Hepburn em um novo filme que promete revisitar os bastidores de um dos maiores clássicos de Hollywood: Bonequinha de Luxo (1961). O longa vai mergulhar na criação do icônico filme e revelar os dramas, conflitos e decisões que marcaram a produção.

Além de estrelar, Collins também atua como produtora do projeto, baseado no livro Fifth Avenue, 5 A.M.: Audrey Hepburn, Breakfast at Tiffany’s and the Dawn of the Modern Woman (2013), de Sam Wasson. O roteiro será assinado por Alena Smith, criadora da série Dickinson, da Apple TV+. Até o momento, o filme ainda não tem diretor definido.

Adaptado da novela de Truman Capote, Bonequinha de Luxo acompanha a socialite Holly Golightly, que cria uma amizade inesperada com um escritor em crise que se muda para o prédio onde ela vive. O novo longa, descrito como o “primeiro relato completo sobre a produção do filme”, vai mostrar desde a turbulenta pré-produção até os dramas enfrentados no set.

Entre as revelações mais comentadas está o fato de que Truman Capote queria Marilyn Monroe no papel de Holly Golightly e teria se sentido “traído” pela Paramount ao ver Audrey Hepburn ser escolhida. Já durante as filmagens, um membro da equipe quase foi eletrocutado enquanto gravavam a icônica cena de abertura em frente à loja principal da Tiffany & Co., na Quinta Avenida.

O filme também deve retratar figuras importantes da produção original, como o próprio Truman Capote, a lendária figurinista Edith Head e o diretor Blake Edwards. Os atores que interpretarão esses nomes ainda não foram anunciados.

“Depois de quase dez anos de desenvolvimento e uma vida inteira de admiração e amor por Audrey, finalmente posso compartilhar isso”, escreveu Lily Collins nas redes sociais. “Honrada e radiante são palavras que nem começam a descrever o que estou sentindo.”

Lily Collins
Foto: reprodução/vogue

A produção é liderada pela Imagine Entertainment, com Brian Grazer, Jeb Brody e Justin Wilkes como produtores. Marc Gilbar assina como produtor executivo, enquanto Joyce Choi supervisiona o desenvolvimento.Charlie McDowell e Alex Orlovsky produzem pela Case Study Films ao lado de Scott LaStaiti. Sam Wasson e Brandon Millan serão produtores executivos pela Felix Farmer Productions, e Michael Shamberg também integra a equipe executiva.

Lily Collins é conhecida pelo sucesso da série Emily in Paris, da Netflix, recentemente renovada para a sexta temporada. A atriz também esteve em filmes como Regras Não Se Aplicam (2016) e no drama histórico Mank (2020), dirigido por David Fincher. Atualmente, ela é representada pelas agências LBI Entertainment, CAA e Sloane, Offer, Weber & Dern.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cultura asiática Notícias

Centro Cultural Coreano e Shopping Center 3 recebem exposição de minhwa com releituras de quase 100 artistas contemporâneos

Mostra Rota da Minhwa ocupa dois espaços em São Paulo com releituras contemporâneas da pintura folclórica coreana, oficinas, atividades interativas e obras que conectam tradição e cultura brasileira

Se você ama cultura coreana e vive procurando algo diferente para fazer em São Paulo, além de maratonar dorama e ouvir K-pop, já pode anotar: vem aí uma exposição que mistura tradição, arte e aquele toque moderno que a gente ama. O Centro Cultural Coreano no Brasil e o Shopping Center 3 se uniram para realizar a mostra Rota da Minhwa: dois espaços, uma experiência, que acontece de 8 de março a 26 de abril.

A proposta é simples e muito interessante: apresentar ao público brasileiro a minhwa, pintura folclórica coreana, agora reinterpretada por cerca de 100 artistas contemporâneos. A exposição conta ainda com a correalização da revista especializada Monthly Minhwa e promete transformar dois pontos bem conhecidos da cidade em um verdadeiro circuito cultural coreano.

O que é minhwa e por que você deveria conhecer

A minhwa (민화) surgiu entre os séculos XVIII e XIX, durante a dinastia Joseon, e era uma forma de arte popular feita por pintores anônimos ou por pessoas comuns. Diferente das pinturas oficiais da corte, ela tinha um caráter mais acessível e simbólico, representando desejos e aspirações do cotidiano.

Saúde, prosperidade, harmonia familiar, sucesso nos estudos e longevidade eram alguns dos temas mais recorrentes. Flores, pássaros, tigres, livros e outros elementos simbólicos apareciam nas obras como verdadeiros “amuletons” visuais, carregados de significado.

Hoje, na Coreia do Sul, a minhwa segue viva e em duas vertentes. Uma linha mais tradicional recria pinturas antigas com novas cores e técnicas. Já a vertente contemporânea parte dessas referências clássicas para criar releituras cheias de identidade própria, misturando passado e presente. E é justamente esse diálogo que a exposição quer mostrar.

Foto: divulgação/KCCB
Quase 100 artistas e obras que misturam tradição e Brasil

Ao todo, cerca de 100 trabalhos serão apresentados durante o período da mostra, com um sistema de rodízio de obras entre os dois espaços. Entre os artistas participantes estão nomes como Ko Eun Jin, Kim Kang Mi, Kim Ok Kyung, Harang Son Jiyoung, Oh Jinsil, Lee Dami, Lee Eunji, Lee Jeong Eun e Im Jin Sung.

Além das representações clássicas da minhwa tradicional, como tigres e flores simbólicas, a exposição também inclui biombos tradicionais, grandes painéis decorativos usados em cerimônias reais da dinastia Joseon e em celebrações familiares importantes, como casamentos e aniversários de 60 anos.

Um dos destaques é a obra Vamos ser amigos!, de Son Hyunjung, criada especialmente para o contexto brasileiro. A pintura mistura elementos tradicionais coreanos com referências ao futebol, simbolizando a conexão entre Brasil e Coreia do Sul. É aquele tipo de obra que você olha e já pensa: “isso aqui vai render foto boa”.

Foto: divulgação/KCCB
Dois espaços, duas experiências diferentes

A ideia de dividir a mostra entre dois lugares não é por acaso. No Centro Cultural Coreano, a experiência é mais próxima de uma galeria tradicional. O público poderá conferir biombos, participar de seminários e até de oficinas práticas.

Entre os especialistas que terão encontros com o público estão Song Chang-soo e Kim Min, professores da Dongduk Women’s University, além de Yoo Jung-Seo, editor e publisher da Monthly Minhwa. Ou seja, além de ver as obras, dá para entender a fundo o contexto histórico e artístico da minhwa.

Já no Shopping Center 3, a proposta é mais dinâmica e interativa. Durante todo o período da exposição, o espaço contará com áreas instagramáveis e materiais explicativos sobre a tradição da minhwa. Aos domingos, das 11h às 17h, o público poderá participar de atividades de carimbo inspiradas na estética da pintura folclórica coreana.

A ideia é transformar o passeio no shopping em algo além das compras: uma experiência cultural leve, acessível e cheia de cor.

Segundo Cheul Hong Kim, diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil, a proposta é criar um circuito entre os dois espaços, a fim de alcançar públicos diferentes e ampliar o contato dos brasileiros com a cultura coreana.

Foto: divulgação/KCCB

Nos últimos anos, o interesse do público brasileiro pela cultura coreana cresceu muito, impulsionado por K-pop, doramas e cinema. A exposição Rota da Minhwa, porém, mostra que existe muito mais além do que a gente vê nas telas.

A minhwa carrega séculos de história, simbologia e identidade cultural e, ao mesmo tempo, conversa com o presente por meio de releituras contemporâneas. É tradição, mas não é engessada. É clássica, mas também pop.

Se você gosta de mergulhar em diferentes camadas da cultura asiática, vale incluir essa mostra na agenda. E, se você só quer um rolê diferente em São Paulo, com arte, fotos bonitas e um pouco de Coreia fora da Netflix, também funciona.

A Rota da Minhwa acontece de 8 de março a 26 de abril, no Centro Cultural Coreano no Brasil e no Shopping Center 3, em São Paulo. Dois espaços, uma experiência  e uma ótima chance de conhecer um lado menos óbvio (e bem mais artístico) da Coreia.

 

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Notícias Séries

Estamos sonhando? Miley Cyrus vai voltar como Hannah Montana em especial de 20 anos

Sim, é real: Miley retorna ao universo que marcou uma geração em um especial comemorativo, que estreia em 24 de março e promete nostalgia, bastidores inéditos e momentos icônicos

Estamos oficialmente surtando? Porque sim, é isso mesmo: Miley Cyrus vai voltar ao universo de Hannah Montana em um especial de 20 anos no Disney+. O Hannah Montana 20th Anniversary Special estreia no dia 24 de março e será gravado com plateia ao vivo. Além de revisitar cenas que marcaram os anos 2000 (alô, peruca loira e vida dupla!), Miley vai participar de uma entrevista comandada por Alex Cooper, comentar momentos icônicos da série, mostrar imagens nunca vistas e até recriar cenários do programa.

Em declaração oficial, Miley falou sobre o impacto da personagem na vida dela, e na nossa também:
“Hannah Montana sempre será parte de quem eu sou. O que começou como um programa de TV virou uma experiência compartilhada que moldou minha vida e a de tantos fãs. Essa ‘Hannahversary’ é minha forma de agradecer a quem esteve comigo por 20 anos”.

E sim, a Disney ainda provocou dizendo que “notas familiares voltarão aos holofotes”. Tradução: pode preparar o coração, porque a trilha sonora que dominou nossos iPods em 2008 pode ganhar espaço de novo.

Hannah Montana
Foto: reprodução/disney channel

Lançada em 2006 no Disney Channel, a série teve quatro temporadas, quatro indicações ao Emmy e transformou Miley em estrela global. O fenômeno foi além da TV, com dois filmes – incluindo Hannah Montana: The Movie – além de turnê, videogames e uma discografia que acumulou 14 álbuns de platina e 18 de ouro.

Se você já estava sentindo a nostalgia bater forte em 2026, agora ela oficialmente ganhou data e hora. Porque não é só um especial, é praticamente um reencontro com a nossa pré-adolescência.

 

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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3ª temporada de Wandinha começa a ser filmada na Irlanda e produção anuncia reforços no elenco

Winona Ryder, Chris Sarandon, Noah Taylor, Oscar Morgan e Kennedy Moyer já estão confirmados para o novo ano da série

O elenco de Wandinha acaba de ficar mais completo com o anúncio de que Winona Ryder (Stranger Things, 2016), Chris Sarandon (Um Dia de Cão, 1975), Noah Taylor (Game Of Thrones, 2011), Oscar Morgan (Gotham Knights, 2023) e Kennedy Moyer (Task, 2025) se juntarão à obra. A produção da terceira temporada da série mais assistida de todos os tempos da Netflix está em andamento perto de Dublin, na Irlanda.

Os novos integrantes também incluem a já anunciada Eva Green (O Lar das Crianças Peculiares, 2016), que interpretará Ophelia, irmã de Mortícia Addams. Além disso, a série contará com os retornos de Jenna Ortega (Wandinha Addams), Catherine Zeta-Jones (Mortícia Addams), Luis Guzmán (Gomez Addams) e outros.

Sobre as novidades, os criadores, roteiristas e produtores Alfred Gough e Miles Millar comentam: “É com sombrio deleite que abrimos novamente os portões da Escola Nunca Mais ao iniciarmos a produção da terceira temporada. Agradecemos ao nosso elenco e equipe invencíveis por seu compromisso contínuo com a desgraça e a melancolia. Aos fãs, nosso muito obrigado pela paciência e pelos comentários vorazes nas redes sociais – suas teorias distorcidas inspiraram pesadelos. Nesta temporada, damos as boas-vindas a novos alunos, novos professores e desenterramos alguns segredos da Família Addams há muito apodrecidos. Não digam que não avisamos”.

Estou muito animado por estar de volta para a terceira temporada, e é ótimo me reunir com todo o elenco original. A adição de alguns amigos queridos e antigos colaboradores meus – Eva, Chris, Noah… – torna esta temporada ainda mais especial. Sinto-me muito sortudo”, complementa Tim Burton, diretor e produtor executivo. 

A segunda temporada de Wandinha estreou em 2025 e rapidamente se tornou a quinta série em língua inglesa mais assistida de todos os tempos, após o sucesso recorde da primeira temporada, que ainda permanece como a série em inglês mais assistida de todos os tempos na Netflix. Mais detalhes sobre a terceira temporada serão divulgados em breve. 

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Paradise: tudo o que você precisa saber sobre a 2ª temporada

A série retorna hoje ao streaming com novos mistérios, personagens inéditos e mais

A espera chegou ao fim! A aguardada segunda temporada de Paradise (2025 – presente) estreou no streaming nesta segunda (23) após o surpreendente primeiro ano, que arrebatou uma legião de fãs, conquistou aprovação dos críticos e recebeu indicações ao Emmy Awards.

Dando sequência a todo esse sucesso, a produção traz respostas, novos mistérios, personagens inéditos e muito mais. 

Então, para você se preparar para a segunda temporada, reunimos abaixo tudo o que você precisa saber sobre a segunda temporada de Paradise:

Qual é a história da 2ª temporada de Paradise?

A nova temporada mostra Xavier Collins (Sterling K. Brown) deixando o bunker subterrâneo onde viveu os últimos três anos após um apocalipse climático que devastou a Terra.

Ele parte em busca da esposa, Teri (Enuka Okuma), que foi dada como morta após ficar para trás na fuga para o abrigo. Porém, ao descobrir que ela está viva, Collins decide fazer tudo em seu poder para resgatá-la.

Enquanto isso, a sociedade do bunker lida com as consequências da primeira temporada, em especial a revelação de que o mundo lá fora não acabou. Nesse contexto, a bilionária Sinatra (Julianne Nicholson) passa a responder por seus atos, enquanto outros moradores, como os jovens Presley Collins (Aliyah Mastin) e Jeremy Bradford (Charlie Evans), exigem respostas e mudanças.

Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
Quem são os novos personagens de Paradise?

Em sua jornada pelo mundo fora do bunker, Xavier vai conhecer novos personagens de Paradise. A principal chegada é a de Annie, sobrevivente interpretada por Shailene Woodley, que resistiu ao apocalipse e aos caóticos três anos que o sucederam. A série recebe também Thomas Doherty como Link, o líder de um grupo com objetivos misteriosos.

A temporada contará com os reforços de Ryan Michelle Bathé, Timothy Omundson, Patrick Fischler, Michael McGrady e Raymond Cham Jr.

Quando saem os novos episódios da série?

A segunda temporada de Paradise chegou ao Disney+ nesta segunda-feira (23) com a estreia de seus primeiros três episódios. Os demais capítulos serão lançados no streaming semanalmente às segundas-feiras.

Foto: reprodução/O Globo

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Crítica | O Amor Pode Ser Traduzido? não sabe o que fazer com os fragmentos de seus personagens

Apesar de explorar temas familiares para as roteiristas, o K-drama não tem a mesma coerência de outros projetos das irmãs Hong

Contém spoilers

Quando o novo K-drama das irmãs Hong, O Amor Pode Ser Traduzido?, foi anunciado no final do ano passado, a expectativa era alta. Conhecidas por roteiros folclóricos e filosóficos, que tematizam identidade e mergulham no psicológico de personagens complexos, seus dramas costumam reverberar no público para muito além dos créditos do episódio final.

Em O Amor Pode Ser Traduzido?, contudo, a mágica das roteiristas dá espaço para uma trama inconsistente, que vitimiza boas ideias e parece não se decidir entre propostas completamente diferentes.

Confira o trailer abaixo:

Na série, acompanhamos Cha Mu-hee (Go Youn-jung) uma jovem atriz que sai do anonimato do dia para a noite após um acidente, e Ju Ho-jin (Kim Seon-ho), um intérprete multilíngue que a conheceu antes da fama. Quando Mu-hee aceita viajar pelo mundo em um reality show romântico ao lado do astro japonês Hiro (Sota Fukushi), Ho-jin é contratado para traduzir as conversas entre os dois.

De forma quase metaficcional, um dos maiores clichês das histórias de romance é evidenciado como fio condutor de O Amor Pode Ser Traduzido?, presente desde o título: a comunicação – ou melhor, a dificuldade de se comunicar. “Existem tantas línguas quanto existem pessoas,” explica um personagem em um dos diálogos mais memoráveis da produção. “Cada um fala sua própria língua. Por isso as pessoas se desentendem, se interpretam errado e se ofendem.”

O K-drama deixa claro, contudo, que esse desentendimento fundamental não se limita ao interpessoal: quantos de nós somos realmente fluentes no nosso próprio idioma? Quantas vezes sentimos, fazemos ou pensamos coisas que simplesmente não conseguimos interpretar? Se Ho-jin não consegue entender a língua de Mu-hee, logo percebemos que, às vezes, ela própria também não se entende.

Sob esse tema, acredito que se desenvolva uma das melhores reflexões da produção, que parece mostrar que o nosso idioma, assim como qualquer outro, só pode ser decifrado e aperfeiçoado em diálogo. É no relacionamento com outras pessoas, no ato da comunicação (seja ela platônica, fraternal ou romântica, falada ou não) que nos conhecemos e entendemos de fato. 

Foto: reprodução/Sportskeeda

Mas o maior diferencial, que depois se torna, na minha visão, o maior problema de O Amor Pode Ser Traduzido?, é Do Ra-mi, também interpretada por Go Youn-jung. No começo do K-drama, Mu-hee ganha o papel de uma zumbi, Do Ra-mi, na produção de terror chamada A Mulher Silenciosa. Durante as filmagens, ela sofre um acidente e, ao se recuperar, começa a ser assombrada por essa personagem. 

Apesar do histórico das roteiristas, Do Ra-mi não é uma figura sobrenatural, mas representa, a princípio, o arquétipo da sombra junguiana, sendo assim uma manifestação dos medos, traumas e desejos reprimidos de Mu-hee. Nesse sentido, não é por acaso que o nome do filme seja A Mulher Silenciosa, tendo em vista que Do Ra-mi personifica esse aspecto obscuro e reprimido do subconsciente que não deve ser dito em voz alta.

Foto: reprodução/Facebook/Go Youn Jung Pilipinas

E a ideia é ótima. Personificar as inseguranças da personagem como esse fantasma que a persegue e a boicota com o constante lembrete dos seus maiores medos, mas que também é seu próprio espelho, é interessante e rende diálogos e reflexões muito bons. Em particular, há uma cena em que Mu-hee conversa com Ho-jin (que é o único que sabe sobre Do Ra-mi) e percebe que é, ela própria, sua maior hater.

O problema é quando as roteiristas abandonam essa ideia para dar lugar a uma dinâmica de dupla personalidade, de forma que Do Ra-mi deixa de ser esse sabotador, essa sombra, e se torna um alter ego de Mu-hee.

Existe aqui um paralelo com histórias como Cisne Negro (2010) e até, por que não, Clube da Luta (1999), que trazem a cisão da personagem em duas personalidades diferentes e até opostas que elevam à superfície aquilo que por convenções sociais deveria permanecer reprimido. Na música, é como o Slim Shady do Eminem ou o Agust D, do Suga: uma alternativa criada para expor aquilo que há de mais pesado e que o seu Eu, por qualquer motivo, não consegue ou não tem coragem de verbalizar. 

Assim, quando Mu-hee chega ao seu limite e não consegue lidar com as memórias, traumas e decisões que a pressionam, ela permite que Do Ra-mi assuma o controle e resolva seus problemas. Como um interruptor, a partir da segunda metade do K-drama, as duas alternam entre si, sem que Mu-hee se lembre do que disse ou fez enquanto Do Ra-mi estava à frente. 

Foto: reprodução/IDN Times

Existe uma inconsistência nessa ideia. Quando essa mudança ocorre, Do Ra-mi deixa de tentar sabotar Mu-hee e ser, como ela mesma já tinha identificado, sua maior hater, e passa a querer o seu melhor e a realizar desejos que suas inseguranças (outrora alimentadas pela própria Do Ra-mi) a impediam de tentar, até dizendo em certo momento que ela faz aquilo que Mu-hee tem medo de fazer.

Ela vai, de uma hora para outra, de uma sombra, que perseguia Mu-hee, para um alter ego, que, quando a possui, a ajuda a superar suas limitações. E Mu-hee, que antes tinha medo de Do Ra-mi e paralisava frente suas aparições, começa a enxergá-la quase como uma amiga que a possui sempre que está triste.

O Amor Pode Ser Traduzido? não se decide sob que luz quer colocar Do Ra-mi. Sendo simbólico, muitas dessas incoerências até poderiam ser justificadas, mas o K-drama parece querer aproximar, de forma muito irresponsável e cientificamente falha, essa segunda personalidade de um Transtorno Dissociativo de Identidade.

Seja um recurso narrativo simbólico ou um transtorno, é muito triste como essa fragmentação é eventualmente superada ou amenizada uma vez que Mu-hee e Ho-jin conseguem se entender e ficar juntos, como se o amor ou uma única pessoa pudesse curar o transtorno ou afugentar os fantasmas de Mu-hee, ainda que a maioria deles sequer tivesse origem romântica.

Foto: reprodução/Herzindagi

Existe claramente a intenção de colocar Ho-jin como aquele que ama Mu-hee apesar de sua sombra, do seu passado e do seu maior segredo, sobretudo pela decisão de colocá-lo interagindo mais com Do Ra-mi que com Mu-hee na segunda parte, mas, no fim, o peso dos traumas reais da personagem acabam reduzidos diante de uma solução amorosa.

O K-drama até entende isso quando, no final, faz Mu-hee e Ho-jin terminarem para que ela possa sair em uma busca por si mesma, mas por deixar essa escolha no último episódio e reduzir esse intervalo em uma quebra de tempo que logo coloca os dois juntos novamente, dá menos atenção ao que poderia ser a elaboração e enfrentamento reais dos seus conflitos e mais ao final feliz do casal.

Ainda sobre o final, O Amor Pode Ser Traduzido? também sofre com um dos piores clichês de K-drama: o da grande reviravolta revelada no último episódio e que não tem tempo de ser desenvolvida de forma apropriada. Aqui, é um problema sintomático de uma produção que em muitos momentos não parece capaz de desenvolver as polêmicas que cria. 

Apesar desses pontos, é preciso destacar a atuação de Go Youn-jung, porque a forma como ela transita e distingue as duas é impressionante, faz parecer que são atrizes diferentes. Há uma cena em que Mu-hee está chorando em uma exposição que o espectador consegue notar o momento em que Do Ra-mi assume por uma simples mudança de olhar

Foto: reprodução/Thairath

Infelizmente, acredito que Kim Seon-ho esteja fraco como Ho-jin. Para ser justa, seu personagem também é pouco cativante e há pouco o que explorar no roteiro, mas ele não consegue trabalhar bem aqui.

A fotografia e o design de produção são grandes triunfos de O Amor Pode Ser Traduzido?. As composições de cena, o uso das cores e das sombras criam contrastes, divisões e símbolos próprios – como o momento em que Mu-hee se lamenta na cama do hotel enquanto Do Ra-mi dança ao seu lado sob um holofote e cores saturadas; ou quando, mesmo um de frente para o outro, Ho-jin e Mu-hee são iluminados por cores diferentes.

É evidente que as irmãs Hong têm um interesse em estudar a identidade. Em Alquimia das Almas (2022 – 2023), existe essa mesma proposta de ser possuído por uma versão “do mal” de si mesmo, inclusive, com muito sucesso e para resultados muito interessantes. Mas, apesar de muitas boas ideias, O Amor Pode Ser Traduzido? não desenvolve quase nenhuma de forma consistente, inclusive abortando muitas pela metade.

Foto: reprodução/Dramabeans

No fim, a coragem característica das irmãs de abraçar temas densos e mergulhar no psicológico de personagens fragmentados não veio, dessa vez, acompanhada da coesão e da atenção que estruturaram e garantiram a qualidade de seus projetos passados.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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