O pôster oficial do especial, apresentado por Alex Cooper e produzido pela HopeTown Entertainment e Unwell Productions, foi divulgado
Acaba de ser divulgado o pôster oficial de Hannah Montana: Especial de 20º Aniversário, produção que chega em breve ao catálogo do Disney+. O especial celebra duas décadas desde a estreia da icônica série no Disney Channel e promete revisitar momentos marcantes que conquistaram fãs ao redor do mundo.
Gravado diante de uma plateia ao vivo em estúdio, o especial contará com uma entrevista inédita com Miley Cyrus. Na conversa, a artista revisita os bastidores da criação da personagem Hannah Montana e reflete sobre o impacto cultural da série, que marcou uma geração.
Além disso, a produção reúne materiais de arquivo raros e recriações de cenários icônicos do programa, como a sala de estar da família Stewart e o famoso closet da personagem, propondo uma dose de nostalgia enquanto revisita a trajetória da série.
Com um dos fandoms mais fiéis e assíduos da Disney, Hannah Montana se tornou um fenômeno global que impactou a televisão infantil, influenciou a música e a moda e lançou uma estrela pop que marcou toda uma geração. O seriado rendeu 14 álbuns de platina e 18 de ouro em todo o mundo, além de dois filmes e uma indicação ao Emmy.
A atriz, que reencontra sua antiga personagem, afirmou que “Hannah Montana sempre será parte de quem sou”. E, ainda, reforçou e celebrou: “O que começou como um programa de televisão se transformou em uma experiência compartilhada que moldou a minha vida e a de tantos fãs, e eu sempre serei grata por essa conexão. Este ‘Hannahversário’ é a minha forma de celebrar e agradecer aos fãs que estiveram ao meu lado durante 20 anos.”
Segundo Ayo Davis, Presidente da Disney Branded Television, “Hannah Montana abriu caminho para que muitos fãs sonhassem alto, cantassem em plenos pulmões e abraçassem todas as facetas de si mesmos, e por isso seu legado continua brilhando através das gerações”. Davis ainda rememorou que: “Fazer parceria com a Miley para este especial é um sonho, e queremos que seja uma carta de amor para os fãs, que seguem tão apaixonados hoje quanto quando a série estreou, há quase 20 anos.”
Produção da HopeTown Entertainment e Unwell Productions, Hannah Montana: Especial de 20° Aniversário tem Ashley Edens como showrunner, e Miley Cyrus, Tish Cyrus-Purcell, Alex Cooper e Matt Kaplan como produtores executivos. Ainda, Cooper apresenta o especial, levando os fãs de Hannah Montana por essa nostálgica e tão aguardada celebração.
Enquanto o lançamento não chega, os fãs podem revisitar a série completa de Hannah Montana já disponível no catálogo do Disney+.
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Saiba como o intercâmbio cultural entre Seul e o Brasil está transformando a nossa nécessaire com muita tecnologia, tradição e o fim da masculinidade frágil
Sabe aquela cena clássica de K-drama onde a protagonista acorda com uma pele tão perfeita que parece um céu filtrado pela luz do sol? Pois é, o que antes parecia um efeito especial virou a nossa meta oficial de skin goal. A Onda Coreana (ou Hallyu) não trouxe apenas coreografias perfeitas e histórias de amor de suspirar, ela trouxe uma filosofia de cuidado que está fazendo o Brasil dar tchauzinho para o reboco pesado e oi para o viço natural.
E o movimento é super real: estamos trocando a obsessão por esconder espinhas pela vontade de ter uma barreira cutânea superfortalecida. É o império da glass skin (aquela pele de vidro, sabe?) dominando os nossos banheiros e provando que o skincare pode ser um ritual de carinho, e não uma obrigação chata.
O segredo não é mágica, é o glow que vem de dentro para fora. Enquanto o padrão ocidental sempre focou em secar a pele e usar ácidos fortíssimos para corrigir erros, a K-beauty nos ensinou que a pele é um órgão vivo que precisa de calma, camadas de hidratação e muito respeito. E o melhor? Essa febre coreana encontrou um solo fertilíssimo no Brasil, onde a gente ama uma novidade e não abre mão de uma pele radiante.
Segundo o dermatologista Dr. Clovis Young, essa mudança de mentalidade ajuda a explicar por que a skincare asiática tem conquistado cada vez mais espaço entre as brasileiras.
“Antigamente, quando falávamos em skincare, associávamos cremes grudentos, protetores solares pesados e uma rotina que muitos encaravam como ‘obrigação’. Todo mundo tinha preguiça! A skincare asiática conseguiu unir inovação tecnológica a experiências sensoriais superiores ao mercado ocidental. O autocuidado também pode ser agradável, lúdico e tem se tornado um lifestyle. Com o crescimento e difusão da cultura oriental aqui no Brasil, brasileiros conheceram a pele e juventude invejáveis, trocando a exposição intensa ao sol e bronzeado pelo cuidado, o que tem um impacto extremamente positivo na saúde da pele, principalmente na prevenção do câncer de pele.”
Tecnologia com gostinho de tradição (sim, é muito cool!)
Se você acha que tecnologia de ponta e receitas de vó não combinam, a Coreia do Sul chegou para provar que você está erradíssima. O mercado coreano é o mestre em pegar ingredientes milenares — o famoso Hanbang— e transformá-los em fórmulas supertecnológicas que parecem ter vindo do futuro.
A estrela da vez? A água de arroz. Enquanto por aqui a gente ouvia a avó falar que lavar o rosto com água de arroz ajudava a clarear a pele, as marcas coreanas pegaram esse conceito, aplicaram processos de fermentação pesados e criaram tônicos e essências que são pura ostentação de luminosidade. É o velho se tornando a tendência mais fresh e desejada do momento.
Foto: reprodução/korea herold
Mas não para por aí. Outros ativos que antes eram restritos aos livros de medicina antiga agora são as estrelas do seu feed no TikTok, como:
Centella Asiática (Cica): é a fada madrinha das peles sensíveis. Sabe aquela vermelhidão pós-sol ou aquela espinha que resolveu inflamar? A Cica acalma tudo num piscar de olhos.
Foto: reprodução/korea herold
Ginseng: um verdadeiro shot de energia para o rosto. Ele ajuda na circulação e deixa a pele com aquele aspecto de quem dormiu 10 horas seguidas (mesmo que você tenha ficado maratonando K-dramas até de madrugada).
Foto: reprodução/korea herold
Mucina de Caracol: pode parecer estranho à primeira vista, mas esse ingrediente é um dos mais poderosos do mundo para regenerar a pele e dar aquele toque acetinado.
Foto: reprodução/korea herold
Essa mistura de botânica milenar com biotecnologia é o que define o futuro da skincare por aqui. Não é só passar um creminho, é entender que a natureza, quando turbinada pelo laboratório, faz milagres pelo nosso viço.
Mas essa história de beleza asiática não começa nem termina na Coreia. Japão e China também têm tradições milenares de cuidados com a pele que ajudam a explicar por que esse universo inteiro virou referência global.
Não é só a Coreia: China e Japão também estão mudando o jogo da skincare
Quando a gente fala em beleza asiática, muita gente pensa imediatamente na Coreia do Sul e na famosa rotina de dez passos. Mas o cuidado com a pele faz parte da cultura de vários países da Ásia há séculos, especialmente no Japão e na China, que também desenvolveram tradições poderosas de skincare.
No Japão, por exemplo, a filosofia de beleza sempre esteve ligada à ideia de simplicidade e consistência. As rotinas japonesas costumam focar em poucos produtos, mas extremamente eficazes, priorizando hidratação profunda, limpeza delicada e proteção solar diária. Ingredientes como arroz fermentado, chá verde e óleo de camélia fazem parte de rituais de beleza tradicionais que atravessaram gerações.
Já na China, muitas práticas de cuidados com a pele têm origem na medicina tradicional chinesa, que associa beleza ao equilíbrio do corpo e da saúde. Ingredientes como ginseng, pérola em pó e diferentes ervas medicinais são usados há milhares de anos para melhorar a luminosidade da pele e fortalecer sua barreira natural.
Essa troca de conhecimentos entre Coreia, Japão e China ajudou a criar um verdadeiro movimento global de beleza asiática, que valoriza prevenção, hidratação e saúde da pele em vez de apenas correção de imperfeições.
E mais do que uma lista de produtos ou ingredientes, esse movimento também envolve uma filosofia de autocuidado que vai muito além do espelho.
Além do rosto: o lifestyle da beleza coreana
Se engana quem acha que a K-beauty se resume a potinhos de creme. Oestilo de vida coreanoenvolve hábitos que refletem diretamente no espelho. E a boa notícia? Muitos deles são super fáceis de adotar por aqui:
A regra dos 3 segundos: muitos especialistas coreanos dizem que você deve aplicar o seu primeiro passo de hidratação (o tônico ou a essência) em até três segundos após secar o rosto. Isso porque a pele úmida absorve os ativos muito melhor do que a pele totalmente seca.
Hidratação de dentro para fora: parece clichê, mas o consumo de chás (especialmente o chá verde) e muita água é lei. O chá verde é um antioxidante potente que ajuda a combater os radicais livres causados pelo sol forte do Brasil.
Proteção contra a luz azul: sabia que a tela do seu celular e do notebook também podem manchar a pele? Como a tecnologia coreana está sempre à frente, muitos protetores e brumas já vêm com proteção contra a luz azul. Fica a dica para quem passa o dia nas redes sociais!
Ufa! Muita coisa, né? Mas calma: entender essa filosofia de autocuidado também ajuda a explicar como a cultura da beleza asiática acabou influenciando não apenas a forma como cuidamos da pele, mas também quem se sente incluído nesse universo.
Bye-bye, masculinidade frágil!
Uma das coisas mais incríveis que a cultura coreana trouxe para o Brasil foi o choque de realidade sobre o autocuidado masculino. Graças aos nossos idols favoritos de K-pop, o tabu de que“homem não cuida da pele” caiu por terra de vez.
Lá na Coreia, cuidar do rosto é sinal de higiene, disciplina e amor-próprio, sem distinção de gênero. Os homens usam protetor solar, fazem rotina de 10 passos e não estão nem aí para julgamentos. Essa vibe está contagiando os meninos brasileiros, que finalmente estão entendendo que ter uma pele hidratada e saudável não diminui a masculinidade de ninguém.
Ver um integrante do BTS ou do Stray Kids falando abertamente sobre seus produtos favoritos abriu as portas para que muitos meninos perdessem o medo de entrar na seção de cosméticos. Afinal, quem não quer ter a pele de um astro internacional, né? O resultado é uma geração muito mais consciente de que se cuidar é para todo mundo.
E quando o assunto é rotina de cuidados, ninguém levou esse conceito tão longe quanto a famosa sequência de passos da K-beauty.
Guia definitivo: os 10 passos da K-beauty explicadíssimos
Se você sempre quis entender como as coreanas conseguem aquele brilho surreal, que reflete a luz de um jeito que nenhum iluminador em pó consegue imitar, prepare o print. Muita gente se assusta com o número 10, mas a verdade é que essa rotina não é uma regra rígida para todos os dias. Pense nela como um cardápio de cuidados: você escolhe o que sua pele está pedindo naquele momento:
Cleansing Oil (Limpador à base de óleo)
Este é o primeiro passo do famoso Double Cleansing (limpeza dupla). Pode parecer estranho passar óleo no rosto, especialmente se a sua pele for oleosa, né?
Mas a química explica: óleo atrai óleo. Ele derrete o protetor solar resistente, a maquiagem pesada e o excesso de sebo dos poros sem agredir a barreira natural. É só massagear no rosto seco e enxaguar. Você vai sentir a sujeira literalmente derretendo!
Limpador à base de água
Depois do óleo, vem o sabonete facial clássico (em gel ou espuma). Ele serve para remover os resíduos que sobraram e as impurezas solúveis em água, como poluição e suor. É a garantia de que sua pele está 100% limpa e pronta para absorver tudo o que vem a seguir. Nada de dormir com resquício de base, hein?
Esfoliação
Diferente daqueles esfoliantes de textura áspera e grossa que a gente conhecia antigamente e que deixavam o rosto vermelho, a K-beauty foca em esfoliantes químicos suaves (como o ácido lático) ou mecânicos com partículas muito finas. O objetivo é remover as células mortas para que a pele brilhe naturalmente. Dica de ouro: não precisa exagerar! Faça apenas uma ou duas vezes por semana para não sensibilizar o rosto.
Tônico (Toner)
Esqueça aqueles tônicos antigos que ardiam por causa do álcool! O tônico coreano é, na verdade, um passo de hidratação. Ele serve para equilibrar o pH da sua pele após a limpeza e dar o primeiro gole de água que o seu rosto precisa. Ele prepara o terreno para os próximos produtos penetrarem melhor.
Essência (Essence)
Este é considerado o coração da rotina coreana. A essência é um híbrido entre tônico e sérum. Ela tem uma textura bem aquosa e é carregada de ingredientes fermentados que ajudam na renovação celular. Sabe aquele aspecto de pele descansada e iluminada? A essência é a grande responsável por isso. É o segredo real da luminosidade das estrelas de K-pop!
Séruns e Ampolas (Treatments)
Aqui é o momento de atacar os problemas específicos. Tem espinhas? Manchas de sol? Linhas finas? É nesta etapa que você aplica os ativos concentrados. As ampolas são como versões turbo dos séruns, ideais para aquele tratamento de choque quando a pele está pedindo um socorro extra.
Sheet Mask (Máscara de Tecido)
O momento home spa que a gente ama postar nos Stories! Essas máscaras de tecido são embebidas em soros potentes e forçam a pele a absorver os nutrientes por 15 a 20 minutos, já que o tecido impede que o produto evapore. É um banho de hidratação que deixa a pele instantaneamente mais calma e radiante. É o truque perfeito para usar antes de um evento importante.
Creme para os olhos
A pele ao redor dos nossos olhos é a mais fina e sensível de todo o corpo. Na Coreia, o cuidado aqui começa cedo, focando na prevenção. Os cremes específicos ajudam a manter a região elástica, combatendo olheiras e aquele aspecto de olhar cansado de quem passou a noite estudando (ou lendo fanfics).
Hidratante (Moisturizer)
O hidratante funciona como um selo. Ele cria uma barreira protetora que impede que toda aquela água e os ativos que você passou nos passos anteriores escapem. No Brasil, como o nosso clima é mais úmido, as texturas em gel-creme são as favoritas, porque hidratam sem deixar aquela sensação pegajosa que a gente detesta.
Protetor solar
O passo inegociável e o mais importante de todos! Na Coreia, o protetor solar é visto como o melhor produto anti-idade que existe no mundo. E esqueça aquela ideia de protetor que deixa o rosto branco ou com cheiro de praia: a tecnologia coreana criou fórmulas leves, que parecem um hidratante comum e protegem a pele de verdade contra manchas e danos solares. Sem ele, nenhum dos outros 9 passos faz sentido!
Obviamente, cada pessoa tem seus 10 passos e faz em ordens diferentes ou com outros passos. Como neste vídeo:
Mas antes de sair testando todos eles, tem um detalhe importante: o que funciona em Seul nem sempre funciona exatamente da mesma forma em um país tropical como o Brasil.
Tropicalizando o glow: como adaptar a K-beauty ao Brasil
A gente sabe que o Brasil não é a Coreia. Enquanto lá o clima pode ser super seco e frio, aqui a gente lida com umidade, mormaço e aquele sol que não dá trégua. Por isso, a regra número um para quem quer entrar na onda da glass skin em terras tropicais é: menos é mais, mas com as texturas certas.
Para o dermatologista Dr. Clovis Young, adaptar essa filosofia de cuidados à realidade brasileira é fundamental.
“Precisamos entender que skincare também é cuidar da sua saúde. A pele é o maior órgão do corpo e podemos aprender muito com os asiáticos. Incorporar isso na nossa cultura é melhorar a qualidade de vida dos brasileiros, tanto pela saúde quanto autoestima.
A diversidade de fenótipos no Brasil é um grande desafio para as empresas estrangeiras: grande diversidade de tons e subtons de pele, pele oleosa, mista e seca… O Brasil é gigante e multicultural e, por este motivo, é necessário ter um portfólio grande de produtos. Talvez esse seja o maior desafio das empresas. Quem nunca tentou comprar um protetor solar com cor e não conseguiu encontrar o tom adequado? Já perceberam que o mercado latino-americano é muito grande e sei que algumas marcas já estão correndo atrás de adaptar as fórmulas às peles brasileiras! Existe também um movimento de diminuir a tributação de produtos de skincare coreano, o que pode nos beneficiar muito. Acredito que teremos boas notícias em breve!”
O segredo das texturas aquosas… O maior erro de quem tenta começar a rotina coreana no Brasil é comprar cremes pesados demais. Para o nosso clima, o truque é apostar em produtos à base de água. Sabe aquela sensação de “não estou usando nada, mas minha pele está radiante”? Isso vem das essências e dos séruns leves. Eles hidratam profundamente sem obstruir os poros, o que é essencial para quem tem pele mista ou oleosa (a realidade da maioria das brasileiras).
Skincare não é só o que você passa, é como você passa… Na Coreia, ninguém esfrega o rosto. A técnica de aplicação é quase tão importante quanto o produto em si. Em vez de movimentos bruscos, as coreanas usam leves batidinhas com as pontas dos dedos. Isso ajuda na absorção e estimula a circulação sem causar atrito desnecessário. É aquele momento de carinho que a sua pele merece depois de um dia inteiro de poluição e estresse.
E é justamente nessa adaptação entre inovação asiática e realidade brasileira que começam a surgir iniciativas interessantes dentro do próprio país.
ShinCare: o match perfeito entre Seul e o Brasil
No meio de toda essa febre da skincare asiática, uma curiosidade interessante surge bem aqui no Brasil. Existe uma marca nacional que resolveu olhar diretamente para Seul em busca de inspiração e transformar esse intercâmbio cultural em produtos pensados para a nossa realidade. É a ShinCare, criada por um grupo de irmãs – Catarina, Renata, Sophia, Paula, Fernanda e Isadora – junto com a mãe.
Muito antes de a skincare asiática virar hashtag ou trend no TikTok, esse ritual já fazia parte da rotina da família. O que começou como um hábito de autocuidado acabou se transformando em um projeto de marca. A virada aconteceu em 2019, quando uma viagem para Seul aproximou ainda mais as fundadoras das tecnologias e fórmulas que fazem da K-beauty uma referência global, especialmente nos distritos de beleza como Myeong-dong, conhecidos por reunir algumas das inovações mais interessantes da indústria.
Foto: reprodução/Victor Narita
A proposta da ShinCare acabou surgindo justamente dessa mistura de referências: ingredientes populares na cosmética coreana, como a Centella Asiática, combinados a texturas leves que fazem sentido para o clima brasileiro. Afinal, quem vive em um país onde 30 °C é praticamente uma rotina sabe que skincare precisa funcionar no calor, na umidade e na correria do dia a dia.
Outro ponto curioso da marca é que o projeto nasceu dentro da própria família. Com a mãe especialista em cosmetologia e as irmãs envolvidas em diferentes etapas – do desenvolvimento das fórmulas ao relacionamento com a comunidade –, a ShinCare acabou se tornando uma espécie de laboratório familiar de ideias sobre autocuidado.
E a conexão com a Coreia continua. As fundadoras estão neste momento no país acompanhando de perto novas tecnologias e tendências da indústria global de skincare. A ideia é trazer essas referências para produtos pensados para o público brasileiro – mostrando que, às vezes, o caminho entre Seul e o Brasil pode ser mais curto do que parece quando o assunto é glow.
No fim das contas, tudo isso mostra como aquele universo que parecia distante – das rotinas coreanas aos ingredientes tradicionais que também aparecem no Japão e na China – já começou a ganhar versões próprias por aqui. A skincare asiática continua inspirando o mundo, mas aos poucos também vai encontrando novas formas de existir em terras brasileiras.
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Livro de Rachid Benzine narra a história de um homem que encontra nos livros uma forma de resistência e memória
Do êxodo à prisão, do engajamento político à desilusão, do teatro à descoberta do amor, a trajetória de um livreiro se transforma no retrato de um povo marcado por décadas de violência e deslocamento. Em O Livreiro de Gaza (2026), romance do franco-marroquino Rachid Benzine – que chegou às livrarias em março pela Intrínseca –, a literatura surge como um gesto radical de sobrevivência em um território devastado pela guerra.
Foto: reprodução/Intrínseca
A narrativa começa quando um fotógrafo percorre as ruas e vielas de Gaza em busca de imagens que traduzam para o Ocidente a dimensão do conflito. Entre prédios destruídos e escombros, ele se depara com uma cena inesperada: sentado diante de uma vitrine repleta de livros, um senhor lê tranquilamente, como se aguardasse por alguém disposto a escutá-lo.
Entre ruínas empoeiradas e páginas amareladas, os livros não aparecem apenas como objetos: eles carregam fragmentos de uma vida, ecos de memória e cicatrizes de um povo que resiste apesar da violência constante.
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Ao apontar sua câmera para o livreiro, o fotógrafo hesita, temendo quebrar o encanto daquele instante. O homem, porém, percebe sua presença e faz um pedido antes de permitir o retrato: quer contar sua história. “O senhor não concorda que um retrato é melhor se soubermos o que está por trás dele?”, pergunta.
Assim começa o relato de uma vida atravessada por perdas, deslocamentos e esperanças interrompidas. Em meio ao caos, o livreiro encontra nas palavras um refúgio e também uma forma de resistência – uma maneira de continuar existindo quando tudo ao redor parece ruir.
Com sensibilidade e força narrativa, Benzine constrói um testemunho sobre memória, identidade e sobrevivência. Em um mundo onde as bombas parecem querer ter a última palavra, O Livreiro de Gaza lembra que os livros continuam sendo uma poderosa ferramenta para compreender e habitar a realidade – e, talvez, transformá-la.
Sobre o autor
Foto: divulgação/Astrid di Crollalanza
Rachid Benzine é franco-marroquino e um dos cientistas políticos e estudiosos islâmicos mais respeitados da Europa. Autor de seis romances aclamados pela crítica e de diversos livros de não ficção, foi condecorado com a Ordem Nacional do Mérito na França e no Marrocos. Em 2024, recebeu o Grand Prix du Roman Métis pelo romance Les Silences des Pères.
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A Coroa Perfeita estreia em abril com uma história que mistura realeza, disputas familiares e sentimentos inesperados
A comédia romântica sul-coreana A Coroa Perfeita estreia em 10 de abril de 2026 no Disney+ para o público internacional e no Hulu nos Estados Unidos. A série marca o aguardado encontro nas telas de duas grandes estrelas do entretenimento coreano em uma história que mistura romance, política familiar e casamento por conveniência em meio à realeza contemporânea.
Imagem: divulgação/Disney+
Na trama, o público acompanha o Grão-Príncipe I-AN, um dos membros mais queridos da família real, que acaba envolvido em uma disputa de poder dentro do palácio. Pressionado a se casar para preservar a estabilidade da monarquia, ele decide firmar um casamento por conveniência com Huiju, herdeira de um poderoso conglomerado empresarial da Coreia. O que começa como um acordo estratégico entre duas figuras influentes logo se transforma em algo mais complexo, quando sentimentos inesperados passam a surgir e os planos cuidadosamente calculados começam a sair do controle.
O elenco é liderado por IU (Se a Vida te Der Tangerinas), que interpreta Huiju, e por Byeon Woo-seok (Adorável Corredora), no papel do carismático Grão-Príncipe I-AN. IU é conhecida por papéis marcantes em produções televisivas e pela carreira consolidada na música, enquanto Woo-seok ganhou destaque recente em dramas populares, consolidando-se como um dos rostos mais promissores da televisão coreana.
Imagem: reprodução/Recreio
A direção da série é de Park Joon-hwa, (Alquimia das Almas e O que Há de Errado com a Secretária Kim?), enquanto o roteiro fica por conta da escritora Yoo Jiwon. A expectativa é alta entre os fãs de dramas asiáticos, já que a produção reúne nomes consagrados e aposta em uma narrativa que mistura romance clássico com intrigas de poder.
A Coroa Perfeita faz parte da nova leva de produções coreanas previstas para chegar ao Disney+ em 2026, reforçando o investimento da plataforma em conteúdos da região Ásia-Pacífico. Com romance, humor e disputas de poder dignas de um drama palaciano moderno, a série promete conquistar tanto fãs de comédias românticas quanto o público já apaixonado pelos populares K-dramas.
Você é fã de doramas também? Por aqui já estamos ansiosas por esta estreia. Aproveite para seguir a Entretê nas redes sociais –Facebook, Instagram e X– para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento.
Produção reúne diferentes histórias de mulheres que enfrentam relações, frustrações e desafios contemporâneos
A nova série Juntas e Separadas foi apresentada à imprensa em coletiva realizada pelo Globoplay, reunindo elenco e equipe criativa para falar sobre os temas centrais da produção. A trama acompanha a trajetória de um quarteto de amigas que compartilham experiências sobre relacionamentos, carreira, desejos e frustrações, tendo a amizade como ponto de apoio em meio aos desafios da vida adulta.
Durante o encontro, a atriz Sheron Menezzes destacou o tom leve e sincero das conversas entre as personagens, que remetem às trocas que muitas mulheres têm no cotidiano com suas amigas. Para ela, essa identificação é um dos pontos fortes da série. “O ponto positivo é essa mistura de conversa de bar com papo calcinha, falando sobre os homens, relacionamentos, desejos, frustrações; acho que é nisso que me identifico, porque sou assim com as minhas amigas. E espero muito que as mulheres assistam e consigam perceber que às vezes o fardo está difícil, mas se elas dividirem com outras mulheres, que estão passando pelas mesmas questões, umas podem ajudar as outras”, disse.
Outro aspecto destacado na coletiva foi o protagonismo feminino dentro da narrativa. Segundo a atriz e roteirista Débora Lamm, a série propõe uma mudança importante na forma como histórias de mulheres costumam ser apresentadas na dramaturgia. “Eu acho que tanto no mundo quanto na dramaturgia, estamos sempre acostumadas a ver o homem como sujeito da narrativa; o homem sempre conduzindo as histórias. Mesmo quando têm mulheres em cena, elas estão falando sobre eles, sentindo falta deles.”
Para ela, a diferença da produção está justamente em colocar as personagens no centro da ação. “E eu vejo nessa série que, de fato, elas são o sujeito da ação, elas são o centro dessa história, as verdadeiras protagonistas. Porque isso é muito sutil, às vezes vemos mulheres como protagonistas, mas quem está sempre no centro da narrativa é a falta do homem, a frustração que o homem fez a mulher passar, e nessa série não. Aqui elas são as condutoras absolutas dessa história, esse é o ponto mais positivo”, afirmou.
Foto: divulgação/Laura Campanella
A atriz Natália Lage também ressaltou a diversidade de experiências representadas na série e o caráter de acolhimento que marca a relação entre as personagens. Para ela, a história dialoga diretamente com discussões atuais sobre o papel da mulher na sociedade. “Eu acho que tem muitos pontos positivos, principalmente a diversidade dessas mulheres e a maneira como elas se amparam. Uma coisa que a Thalita (Rebouças) falou ontem: ‘em tempos tão áridos, não deixa de ser uma homenagem às mulheres.’”
A artista destacou ainda que a narrativa evidencia imperfeições e vulnerabilidades, aproximando as personagens da realidade do público. “Nós temos muitos buracos e defeitos, mas somos legais, estamos querendo nos colocar, discutir, estar junto, uma amparando a outra e acho que a série traz essa amplitude do universo feminino, cada uma com a sua questão. Pessoalmente, também fico muito feliz por esse trabalho estar acontecendo agora, nesse momento, as coisas estarem sendo ditas e discutidas.”
A atriz Luciana Paes completou a reflexão destacando que a série também aborda novas formas de compreender o poder feminino. Segundo ela, as personagens representam mulheres que começam a ocupar espaços de influência na sociedade, mas sem abrir mão da sensibilidade e da coletividade.
“Essas mulheres são um pouquinho mais velhas que a gente, estão alcançando lugares de poder, de movimentação na sociedade, mas sem perder a ternura. Que lugar é esse do poder feminino? Nós ainda não sabemos direito, ainda estamos construindo esse modelo. Porque, muitas vezes, uma mulher se apropria da maneira poderosa de ser aos olhos masculinos. E uma das coisas mais interessantes dessa série é poder entender o poder do feminino; não copiar modelos masculinos, e sim criar coletivos super capazes.”
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Novas peças e reestreias chegam em peso no país durante todo o ano
É um ótimo ano para os fãs de musicais!
Com um 2025 marcado pelo sucesso de montagens como Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz, Rita Lee – Uma Autobiografia Musical e Beetlejuice, 2026 não deixará nada a desejar para os apreciadores do teatro.
O repertório deste ano é bem diverso, desde musicais autorais a clássicos da Broadway que ganham versões brasileiras.
No primeiro semestre, obras como Ópera do Malandro (SP, até 15 de março), Ney Matogrosso – Homem com H – O Musical (SP, até 29 de março), TINA – Tina Turner (SP, até 10 de maio), Adorável Trapalhão (RJ, até 19 de abril), Diana – A Princesa do Povo (RJ, até 26 de abril, e SP, de 14 de maio a 5 de julho), Tim Maia – Vale Tudo (RJ, até 12 de abril), Gal, O Musical (SP, até 19 de abril), Flashdance (SP, até 31 de maio), Rita Lee – Uma Autobiografia Musical (SP, até 28 de junho), Meu Filho é Um Musical (RJ, 28 de maio a 19 de julho, e SP, data a confirmar) e Shrek – O Musical (SP, de 15 de abril a 10 de maio) ganham os palcos em superproduções que emocionam qualquer um que goste da arte.
Foto: reprodução/Instagram
Já o segundo semestre chega em peso com o tão esperado Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz aterrissando no Rio de Janeiro em julho com Fabi Bang e Myra Ruiz nos papéis principais. Outro sucesso já conhecido pelo público que volta para os teatros do eixo é Mamma Mia!, com elenco já confirmado e início em agosto no Rio.
Os musicais inéditos Gil – Andar com Fé (SP, de 22 de agosto a 11 de outubro) e Piaf – Eu Não Me Arrependo (RJ e SP) também são ótimos pedidos, ambos em processo de audições, com o segundo ainda sem data de estreia confirmada, mas previsto para ficar em cartaz de agosto a novembro. Diretamente da Broadway, West Side Story terá temporada nas duas cidades, ainda sem data e elenco confirmados. Hadestown será apresentado no Teatro Renault, em São Paulo, porém também com estreia a confirmar. Em outubro, Percy Jackson – O Ladrão de Raios leva toda a sua comédia musical para São Paulo, e fica em cartaz até dezembro.
Foto: reprodução/Instagram
Com tantas opções, fica até difícil decidir qual espetáculo presenciar. A boa notícia é que será mais um ano com muita cultura e teatro musical para o povo brasileiro.
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Preparem os looks! Com menos de dois meses para a estreia, a 20th Century Studios e Disney Studios acabam de lançar o segundo trailer oficial para o tão aguardado filme O Diabo Veste Prada 2.
A prévia inicia com Miranda (Meryl Streep) indo buscar Andy (Anne Hathaway) em sua casa com a premissa de que as duas têm muito trabalho a fazer na Runway. O teaser também traz a primeira aparição de Simone Ashley (Bridgerton), e dá destaque para os veteranos Emily Blunt e Stanley Tucci. Apesar de curto, o vídeo já é suficiente para deixar os fãs ansiosos e na expectativa de que o dia 30 de abril – data da estreia no Brasil – chegue logo.
Além do trailer, também foi divulgado um novo pôster luxuoso que traz o quarteto principal Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci em roupas de gala, com destaque para Miranda no centro em um vestido vermelho.
Foto: reprodução/Instagram @20thcenturystudiosbr
Confira o trailer:
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A peça dialoga sobre temas profundos como saúde mental, vazio existencial e abandono, mas com boas pitadas de humor, melodrama, ironia e emoção
Uma mulher recém-abandonada pelo marido começa a conversar com uma planta que cresce em seu apartamento. Logo, a planta ganha ideias próprias e acredita ser Deus. Nesse diálogo improvável repleto de ironia e humor ácido entre humano e natureza, realidade e delírio se confundem. Essa é a trama da mais nova criação da Cia. dos Trópicos: A Sarça Ardente. Sob a direção e dramaturgia de João Santucci, o espetáculo inédito fica em cartaz até 1º de abril no Teatro Ziembinski, na Tijuca, Zona Norte do Rio, com ingressos a partir de R$ 20 (meia-entrada).
No palco, uma árvore verdadeira divide o espaço com o elenco, e torna-se personagem viva e simbólica da obra. A peça aborda temas profundos como ausência, vazio existencial, fé, vida, morte, feminino, memória, trauma e solidão, mas com boas pitadas de humor, melodrama, ironia e emoção. Inspirada na tradição das novelas brasileiras, com referências à psicanálise freudiana, à cultura latino-americana e ao melodrama almodovariano, A Sarça Ardente propõe uma reflexão sobre o sentido da existência e sobre a relação entre homem, natureza e arte.
O elenco é formado pelas atrizes Patrícia Bello e Raquel Monteiro, que se alternam, ao longo da encenação, para vivenciar as personagens Planta, Mulher e Muda de Outra Planta. Com temporada até 1º de abril, as apresentações de A Sarça Ardente acontecem às terças e quartas-feiras, às 20h, no Teatro Ziembinski, na Avenida Heitor Beltrão, s/nº (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier), na Tijuca (RJ). Os ingressos custam R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada), disponíveisneste link aqui. A classificação indicativa é de 16 anos. A Cia. dos Trópicos também oferece Lista Amiga, com ingressos a R$20, mediante contato direto no Instagram da companhia.
“A peça parte de um ponto simples, fácil de comunicar e impossível de ignorar: uma mulher magoada começa a conversar com uma planta, e essa planta passa a acreditar que é Deus. O grande trunfo da peça está justamente nessa combinação entre absurdo e humanidade. O que começa como uma situação estranha e até cômica, rapidamente se transforma em uma metáfora potente sobre solidão, abandono, culpa cristã, fé, delírio, trauma e a necessidade humana de projetar sentido quando tudo desmorona”, ressalta o diretor e dramaturgo João Santucci.
Segundo o diretor, a protagonista feminina também é um ponto de destaque.“Não se trata de uma figura idealizada ou heroica, mas de uma mulher em estado de ruptura, atravessada por contradições, carências, culpa, desejo e ironia. A planta que se crê divina não é apenas um elemento fantástico, mas um espelho da própria protagonista e, em alguma medida, de uma sociedade que busca respostas absolutas em meio ao vazio existencial”, explica Santucci.
“É uma peça que provoca riso e desconforto, reflexão e identificação, unindo filosofia, melodrama e imaginação em uma narrativa que dialoga tanto com o público amplo quanto com a crítica especializada. É um teatro que se explica rápido, mas permanece ecoando por muito tempo depois que a luz se apaga”, reforça a Cia. dos Trópicos. Em síntese, o diferencial de A Sarça Ardente está em sua capacidade de transformar uma ideia simples e insólita em uma experiência teatral profunda, sensível e visualmente marcante.
Foto: divulgação/Charles Pereira
Sobre a criação do espetáculo
A Sarça Ardente nasce do desejo de criar uma experiência cênica singular, situada entre o melodrama, o humor e a provocação filosófica. A ideia inicial partiu de uma performance: uma planta, que acredita ser Deus, dublada por uma atriz. Ao longo de quase um ano de desenvolvimento, a companhia investigou de diversas maneiras como representar a psique e a corporalidade dessa mulher-planta e desta planta-mulher, explorando suas fronteiras simbólicas, afetivas e existenciais.
Do ponto de vista estético e narrativo, o trabalho dialoga com o cinema de Pedro Almodóvar, especialmente na construção de personagens femininas em estado de excesso emocional, na mistura entre humor e dor, no uso do melodrama como ferramenta política e afetiva, e na valorização do artifício como linguagem. Ao mesmo tempo, a peça se inspira na tradição das novelas brasileiras, sobretudo na capacidade de tratar temas complexos e existenciais por meio de narrativas populares, diretas e emocionalmente reconhecíveis, em que o drama convive com o riso e o cotidiano é atravessado pelo extraordinário.
Ficha técnica
Direção e dramaturgia: João Santucci | Design e assistência de direção: Julia Feital | Elenco: Patrícia Bello e Raquel Monteiro | Produção: Malu Costa | Cenário: Renê Salazar | Iluminação: Rodrigo Belay | Figurino: Maïa Flores | Direção de movimento: Allenkr Soares | Operação de luz: Bernardo Bastos | Operação de som: Thiago Miyamoto | Cenotécnicos: Francisco Gomes e Fabrício Gomes | Assistência de produção: Bruna Secchim | Piano: Thalyson Rodrigues
Serviço
Espetáculo A Sarça Ardente
Temporada: até 1º de abril de 2026 (terças e quartas-feiras)
Horário: 20h
Classificação indicativa: 16 anos Gênero: melodramático Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada ou Lista Amiga*)
* Lista Amiga mediante contato no Instagram @ciadostropicos
Local: Teatro Municipal Ziembinski
Endereço: Avenida Heitor Beltrão, s/nº (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier) – Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
Capacidade: 141 lugares
Bilheteria (funcionamento): terça a domingo, das 14h às 20h
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Antiga namorada de Cihan retorna à história, acompanhada da irmã Müjgan, com estreia marcada para as próximas gravações
A dizi turca Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante) ganhará capítulos ainda mais intensos com a chegada de Meryem, antiga paixão de Cihan (Ozan Akbaba). A personagem será interpretada por Ceren Moray,conhecida pelo seu trabalho em Prisão de Mulheres (2018), Kavak Yelleri (2007) e El Degmemis Ask (2016). que inicia as gravações ainda nesta semana, trazendo consigo a irmã Müjgan, interpretada por İpek Arkan.
Foto: divulgação/StarTV
A presença de Meryem promete trazer à tona lembranças e conflitos do passado de Cihan, movimentando os rumos da trama. Já Müjgan será vivida por İpek Arkan, jovem atriz que já chamou a atenção do público por seus papéis em Karanlıktan Kaçış (2024), Kuruluş: Orhan (2025) e Haile: Bir Aile Kâbusu (2023). Com a chegada das irmãs, os fãs podem esperar confrontos emocionais e dilemas familiares que devem mexer com todos os personagens da cidade.
Foto: divulgação/aTV
Fenômeno de audiência e das redes sociais
Uzak Şehir estreou em 11 de novembro de 2024, no Kanal D, e se consolidou como fenômeno de audiência e repercussão nas redes sociais. A trama, estrelada por Ozan Akbaba e Sinem Ünsal, acompanha a luta de Alya para proteger seu filho em Mardin após a morte do marido, misturando drama e romance em cada episódio.
A segunda temporada já está no ar, trazendo novas atrizes no elenco, incluindo Banu Fotocan e Özge Erdem, além de novos mistérios e reviravoltas que prometem prender ainda mais a atenção dos fãs.
Foto: divulgação/Haberler
Uma trama que continua conquistando o público
Com a introdução das novas personagens e o fortalecimento do enredo, Uzak Şehir mantém seu lugar entre as dizis mais acompanhadas do streaming. Drama familiar, romance e suspense se combinam para conquistar tanto fãs antigos quanto novos espectadores, consolidando a série como um dos grandes destaques do entretenimento turco.
Foto: divulgação/KanalD
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