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Meu Filho é um Musical: história de Paulo Gustavo chega aos palcos em maio

Produzido por Déa Lúcia e Touché Entretenimento, espetáculo reúne equipe criativa ligada à trajetória de Paulo Gustavo em musical com direção de Ju Amaral e João Fonseca

Vinte anos depois de transformar a própria história em um dos maiores fenômenos do humor brasileiro, Paulo Gustavo volta aos palcos como personagem de um musical que nasce da memória, do afeto e da própria família. Meu Filho é um Musical estreia em 28 de maio de 2026 no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro, com ingressos à venda pela Sympla e na bilheteria do teatro. Os atores que darão vida ao artista em diferentes fases de sua trajetória foram anunciados, além dos demais nomes do elenco e personagens que compõem a narrativa.

Apresentado pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, com patrocínio do BNY e da Robert Half, o espetáculo é idealizado por Déa Lúcia e Ju Amaral e tem produção assinada por Déa Lúcia em parceria com a Touché Entretenimento, de Renata Borges. A direção é de Ju Amaral e João Fonseca — que dirigiu o artista na montagem original de Minha Mãe é Uma Peça e também na série Vai Que Cola —, com roteiro de Fil Braz, responsável pelos três filmes da franquia, direção musical e arranjos de Tony Lucchesi, músicas e letras originais de Daniel Salve e coreografia e direção de movimento de Alonso Barros.

Foto: reprodução/GPress Comunicação

Os protagonistas foram revelados em matéria exclusiva no Fantástico, antecipando os primeiros nomes do elenco. João Pedro Chaseliov e Pierre Baitelli se alternam entre sessões na construção do personagem-título, atravessando diferentes momentos de sua vida, enquanto Miguel VenerabileGabriel Gentil e Guilherme Baleixo assumem, também em alternância, a fase da infância. Em cena, os intérpretes reúnem trajetórias que transitam entre teatro e audiovisual, compondo diferentes camadas de uma figura que marcou o imaginário popular.

Chaseliov iniciou sua carreira ainda criança no teatro musical e integrou, em 2024, o elenco de A Noviça Rebelde, ao lado de Baitelli, além de consolidar presença expressiva no ambiente digital, onde soma mais de 1,5 milhão de seguidores. Já Baitelli constrói sua trajetória entre palco e televisão, com passagens por produções como Capitu, Magnífica 70, Amor à Vida e Jesus, além de trabalhos no teatro em títulos como O Despertar da Primavera, O Mágico de Oz e Hedwig e o Centímetro Enfurecido.

O anúncio sucede um processo seletivo de grande escala, que mobilizou cerca de 800 inscritos de diferentes regiões do país, além de aproximadamente 200 candidatos para papéis ligados a esse universo e mais de 40 crianças. Ao longo de seis dias de audições presenciais, somando 48 horas de testes, cerca de 216 artistas foram avaliados. O resultado é um elenco de 31 nomes, reunindo novos talentos e artistas já consolidados da cena.

Ao lado do protagonista, Stella Maria Rodrigues interpreta Dona Déa, enquanto Castorine assume Juju na fase jovem e adulta, com Bella MoraesIvana Tkotz e Nina Vargens alternando no papel na infância. Marcelo Várzea completa o núcleo central como Júlio, ao lado de um elenco que inclui ainda Josie Antello (Iesa), Cris Pompeo (Malu Valle e Iafa), Talita Castro (Penha), Pedro Madeira (Fil), Luiza Lewicki (Bia), Thiago Voltolini (Porchat), Gaspar (Majella), Oscar Fabião (Fábio) e Lucas Colombo (Thales).

Entre os papéis múltiplos, Valéria BarcellosFabrício NegriCássia Sanches, Elizândra Souza, Fernanda Sabot, Milena Machado, André Celant, Beto Macedo, Glauber Sevla e Caio Nery se revezam na composição de diferentes personagens e situações, ampliando as camadas da encenação e contribuindo para a construção coletiva que sustenta a narrativa em cena.

O legado de Paulo Gustavo

A vida e o legado de Paulo Gustavo (1978–2021) ganham forma em uma superprodução que transforma sua história pessoal e profissional em um musical original de grande escala. O espetáculo concretiza um desejo manifestado em vida pelo artista e agora conduzido por sua própria família, em uma construção que conecta memória afetiva e linguagem cênica contemporânea.

A data de estreia carrega um simbolismo particular: marca os 20 anos da primeira apresentação de Minha Mãe é Uma Peça, monólogo que deu origem a uma das maiores franquias do entretenimento brasileiro. Duas décadas depois, é Déa quem retorna ao palco para retribuir ao filho a homenagem feita em vida, quando dividiram a cena em O Filho da Mãe, em 2019, em apresentações que reuniam humor, música e afeto.

Em Meu Filho é um Musical, a participação de Déa varia de acordo com sua agenda; nas sessões em que não estiver presente, a personagem será interpretada por Stella Maria Rodrigues, que integrou o elenco de Minha Mãe é Uma Peça 3, estabelecendo uma continuidade simbólica entre a obra original e sua transposição para o teatro musical.

Essa transposição se constrói em cena a partir de uma equipe de criativos que articula diferentes camadas da linguagem teatral e se completa com a pesquisadora e antropóloga Beatriz Coelho na colaboração dramatúrgica, além de Anderson Bueno no visagismo, Theodoro Cochrane nos figurinos, Nello Marrese na cenografia, Daniela Sanchez no desenho de luz e Gabriel D’Angelo André Breda no desenho de som.

No palco, a narrativa acompanha o artista desde a infância em Niterói — quando já imitava a mãe e as tias — até se tornar um dos nomes mais populares do humor brasileiro. O percurso atravessa seus primeiros passos no teatro, o reconhecimento nacional, a criação de personagens icônicos e feitos históricos, como os mais de 11 milhões de espectadores de Minha Mãe é Uma Peça 3, a maior bilheteria da história do cinema nacional.

Touché Entretenimento assina aqui seu primeiro musical 100% brasileiro, após uma trajetória marcada por montagens nacionais de grandes sucessos da Broadway e do West End. A produção insere a companhia em um novo momento de criação autoral, mantendo a escala e o rigor que caracterizam seus projetos anteriores.

“Falar de Paulo Gustavo é falar de uma força da natureza. Ele não veio do nada — veio do tudo: do amor imenso de Dona Déa, da parceria de vida com Ju, de uma coragem rara e de um brilho que o Brasil inteiro reconhece. Produzir esse espetáculo é uma honra e uma travessia, porque cada cena carrega a memória viva de um artista que não apenas fazia rir, mas fazia sentir. Paulo Gustavo e Dona Déa são patrimônio afetivo do Brasil”, afirma Renata Borges.

A trilha sonora combina músicas presentes em sua trajetória com canções originais criadas para a montagem, refletindo sua irreverência, generosidade e impacto cultural. A encenação articula humor e emoção em uma dramaturgia que resgata não apenas o legado público, mas também as relações, referências e modos de criação que marcaram sua carreira.

Déa Lúcia reforça o caráter afetivo do projeto: “Meu filho tinha um talento e um coração raros. Tudo o que fez foi com muito amor e dedicação. Agora eu e Juju vamos render a ele todas as homenagens e realizar um dos seus maiores sonhos: um grandioso espetáculo.” Ju Amaral completa: “O palco era a segunda casa do meu irmão. Ele pensava grande, queria tudo perfeito e tinha enorme respeito pelo público. É dessa forma que queremos homenageá-lo: com um espetáculo à altura de tudo o que ele foi e representou.

Presente no processo criativo, a pesquisadora e antropóloga Beatriz Coelho acrescenta: “Paulo Gustavo não tinha medo de pensar grande. Ele inventou sua carreira e imprimiu sua marca na cena artística brasileira com ousadia, humor e humanidade. A história dele é íntima, brasileira e universal.

Com temporada no Rio de Janeiro e circulação prevista por outras cidades, incluindo São Paulo, Meu Filho é um Musical se afirma como uma celebração da vida, da arte e da potência criativa de um dos artistas mais populares do país.

SERVIÇO:

Local: Teatro Multiplan – Shopping VillageMall.

Av. das Américas, 3900 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Temporada: 28 de maio a 19 de julho.

Sessões: quarta a sexta, às 20h | sábado, às 16h e 20h | domingo, às 16h e 19h30.

Valores:

Plateia VIP: R$ 360 (inteira) | R$ 180 (meia).

Plateia: R$ 320 (inteira) | R$ 160 (meia).

Plateia Superior: R$ 280 (inteira) | R$ 140 (meia).

Frisas: R$ 180 (inteira) | R$ 90 (meia).

Camarotes: R$ 180 (inteira) | R$ 90 (meia).

Ingressos populares: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia), limitados a 20% da capacidade.

Ingressos: Sympla e bilheteria do teatro.

Classificação: livre.

Duração: 120 minutos.

 

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Leia também: Além das telonas: estreias de teatro musical no eixo Rio-SP em 2026

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Cinema Entretenimento Resenhas

Resenha | Ditto: Conexões do Amor é um convite leve para sentir e desacelerar

Longa sul-coreano mistura romance e fantasia ao explorar conexões entre tempos diferentes e os caminhos do coração nos cinemas

Por Luise Krüger

Lançado originalmente em 2022 e com roteiro e direção de Seo Eun-young, Ditto: Conexões do Amor chegou aos cinemas brasileiros no dia 26 de março, com distribuição da Sato Company. Com uma proposta sensível e envolvente, o remake do clássico de mesmo nome, lançado em 2000, constrói uma narrativa que mistura romance, amizade e o atravessamento do tempo de forma leve e acolhedora. 

A história acompanha Kim Yong (Yeo Jin-goo), em 1999, e Kim Mu-nee (Cho Yi-hyun), em 2021. Eles passam a se comunicar através de um rádio amador, criando uma conexão improvável entre as duas épocas. A partir dessa premissa, o longa se desenvolve em torno de temas universais como amor, escolhas e sonhos, conduzindo o espectador por uma jornada simples, mas carregada de intenção.

Foto: divulgação/Sato Company

A conexão entre os protagonistas é um dos pontos mais interessantes do filme, especialmente por não se limitar ao romance. Existe ali um cuidado, uma escuta e uma construção de vínculo que também passa pela amizade, o que traz uma camada sensível para a narrativa. Em alguns momentos, fica a sensação de que os personagens poderiam ter sido mais explorados, mas ainda assim há uma sinceridade na forma como se relacionam que sustenta a experiência.

Visualmente, o filme aposta em uma estética já conhecida das comédias românticas coreanas. As cores vibrantes, ambientação universitária e uma atmosfera jovem acompanham bem o tom da história. As cenas de chuva se destacam ao traduzirem, de maneira simbólica, os sentimentos dos personagens. Enquanto os momentos mais iluminados ajudam a reforçar a leveza presente na narrativa.

Foto: divulgação/Sato Company

A trilha sonora acompanha o longa de forma harmoniosa (sem grandes destaques), enquanto os diálogos se mostram naturais e delicados. Pequenas reflexões aparecem ao longo da história, especialmente nas entrelinhas, trazendo uma sensação de proximidade com o espectador.  E a ideia de que a sinceridade tem um papel importante nas relações é reforçada. 

Por fim, Ditto: Conexões do Amor é um filme que nos convida a desacelerar e a nos reconectar com sentimentos simples, mas essenciais. Existe uma certa expectativa criada pela sua premissa que poderia levar a caminhos mais profundos, mas o longa encontra seu espaço justamente na leveza e no conforto que entrega.

Foto: divulgação/Sato Company

Entre momentos de reflexão e acolhimento, o filme funciona como aquele filme conforto. Sendo assim, ele é ideal para quando tudo o que a gente precisa é de uma pausa (e de um lembrete gentil sobre sonhos, escolhas e as conexões que construímos ao longo do caminho). 

Assista ao trailer: 

E você, o que achou? Está pensando em conferir ele nas telonas também? Conta lá nas redes do Entretê – Insta, Facebook e X – e aproveite para nos seguir e ficar por dentro dos lançamentos do cinema asiático em terras brasileiras e muito mais!

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Cultura Cultura pop Entretenimento Eventos Música Notícias

Christian Chávez anuncia nova data da Para Siempre Tour no Rio de Janeiro

Cantor retorna ao Brasil para apresentação no Teatro Clara Nunes, em agosto

 

Christian Chávez vai reencontrar os fãs brasileiros em mais uma apresentação da Para Siempre Tour. O artista confirmou um novo show no Rio de Janeiro, marcado para o dia 26 de agosto de 2026, no Teatro Clara Nunes.

Pôster da turnê
Foto: reprodução/Access Mídia

O retorno acontece após a repercussão positiva da primeira etapa da turnê, que passou por diferentes cidades e reuniu um público expressivo. A resposta dos fãs mostra uma conexão construída ao longo dos anos, especialmente com o público brasileiro, que acompanha de perto cada fase da carreira do artista.

Não só revisitar sucessos, a Para Siempre Tour tem se consolidado como um momento de reencontro. No palco, Christian Chávez constrói um espetáculo que revisita diferentes momentos de sua carreira enquanto mantém uma troca constante com o público.

Momento do show do Christian Chávez
Foto: reprodução/Instagram @kalkmann.jpg

Além do teor nostálgico, existe uma preocupação em transformar cada apresentação em uma experiência emocional, destacada pela proximidade com os fãs e pela intensidade da performance. Esse formato tem sido um dos principais destaques da turnê, que segue ampliando seu alcance.

No Rio de Janeiro, a expectativa é de mais uma noite de forte participação do público, com repertórios conhecidos, momentos de interação e uma atmosfera de celebração coletiva, o que têm definido essa nova fase do artista nos palcos.

A noite também contará com participações especiais de Sabina Hidalgo e Leon Leiden, que se apresentam como atrações de abertura.

Informações

  • Data: 26 de agosto de 2026
  • Local: Teatro Clara Nunes
  • Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ, 22451-040
  • Abertura dos portões: 19h30
  • Abertura: Leon Leiden (20h) / Sabina Hidalgo (20h30)
  • Show principal: 21h30
  • Classificação: 16 anos (menores apenas acompanhados dos responsáveis legais)
  • Ingressos: disponíveis online

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Leia também: Christian Chávez anuncia turnê no Brasil em 2026

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Livros Notícias

Romance sáfico sobre amor, destino e transformação marca novo livro de Luiza Xavier

A obra o rio dos encontros acompanha relações à distância e conexões que transformam vidas

O rio dos encontros, primeiro romance adulto de Luiza Xavier, transforma um amor improvável em uma narrativa sensível sobre coragem, decisões e recomeços. Ambientado entre Brasília e Rio de Janeiro, com uma breve passagem por Los Angeles, o livro aborda relações à distância, amadurecimento emocional e a força dos encontros capazes de mudar o rumo de uma vida.

Escritora, roteirista e publicitária, Luiza Xavier apresenta uma história intensa sobre amor, destino e as complexidades das relações contemporâneas. A trama acompanha o envolvimento entre Isabela, brasileira profundamente conectada à gastronomia e à família, e Ciara, italiana que construiu uma vida estável do outro lado do oceano, mas que carrega um passado ainda não resolvido.

Foto: divulgação/Editora Minimalismos

O encontro entre as duas acontece de forma inesperada e rapidamente se transforma em uma conexão profunda, marcada por desejo, cumplicidade e conflitos. Ao percorrer diferentes cidades, o romance explora os desafios de um amor atravessado por distâncias geográficas, diferenças culturais e decisões difíceis, levando à reflexão sobre até que ponto amar é suficiente para permanecer.

Mais do que uma história romântica, a obra investiga os impactos de encontros transformadores: rupturas, reconstruções e novas formas de enxergar a própria trajetória. Narrado em primeira pessoa, com alternância de pontos de vista, o livro mergulha nas emoções das protagonistas e revela suas vulnerabilidades, medos e processos de amadurecimento.

Foto: divulgação/Editora Minimalismos

Com uma escrita sensorial e poética, Luiza Xavier utiliza elementos como música, gastronomia e paisagens urbanas para traduzir atmosferas e sentimentos. Nesse contexto, o Rio de Janeiro surge como símbolo de intensidade e transformação, enquanto Brasília representa estrutura e pertencimento.

O título sintetiza a essência da obra: assim como um rio segue em fluxo constante, a vida também se transforma continuamente – e alguns encontros têm o poder de redirecionar completamente o seu curso. Ao longo da narrativa, o amor não aparece como garantia de permanência, mas como uma força transformadora capaz de marcar profundamente, mesmo quando não permanece.

Voltado ao público adulto, especialmente feminino, e com representatividade LGBTQIAPN+, o romance dialoga com leitores que buscam histórias sensíveis, intimistas e profundas. É uma obra para quem valoriza narrativas sobre amor, liberdade, pertencimento e desejo, com personagens femininas complexas e bem construídas. Em um cenário de crescente interesse pela literatura lésbica e produções de mulheres para mulheres, o livro tem potencial para ocupar um espaço ainda necessário nas prateleiras e nas discussões sobre representatividade na literatura brasileira.

Foto: divulgação/Editora Minimalismos

O romance contemporâneo de Luiza Xavier reúne temas como amor sáfico, relações à distância, amadurecimento emocional, família e recomeços. A obra está em campanha de pré-venda e, ao atingir 100 exemplares vendidos neste primeiro momento, todos os leitores receberão um exemplar extra, possibilitando presentear outra pessoa. O livro pode ser adquirido pelo site da Editora Minimalismos.

Sobre a autora
Foto: divulgação/Editora Minimalismos

Luiza Xavier é escritora, roteirista e publicitária. Publicou seu primeiro livro infantil, O Ritual do Amor, em 2021, e prepara o lançamento de seu segundo infantil, Aproveite o Tempo, em 2026. Sua trajetória é marcada pela criação de histórias sensíveis, com foco em afetos, identidade e relações humanas. O livro o rio dos encontros marca sua estreia na literatura adulta, consolidando sua escrita poética e emocional.

Pretende adquirir o rio dos encontros e se deixar atravessar por uma história de amor, escolhas e transformação? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Entrevista | As autoras por trás do fenômeno Águas de Março

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cultura asiática Música Notícias

BTS entrega MV poderoso de 2.0 com referência a Oldboy

Nova faixa do álbum ARIRANG mostra grupo em fase mais madura, com estética intensa e som pesado

O BTS acaba de entregar mais um lançamento que já está dando o que falar. Nesta quarta (1), o grupo divulgou o clipe de 2.0, faixa do álbum ARIRANG, e apostou em uma estética sombria e cinematográfica que chama atenção logo de cara.

A produção faz referência direta ao filme cult Oldboy (2003), dirigido por Park Chan-wook. A icônica cena de luta no corredor é recriada com uma pegada estilizada, colocando os integrantes em uma atmosfera tensa e dramática que combina com a proposta da música.

Com influências fortes de trap, 2.0 traz letras assinadas por RM, j-hope, V, Jungkook e Suga, reforçando a ideia de evolução do grupo. A faixa fala sobre crescimento, mudanças e o momento atual do BTS, que assume uma postura mais madura após anos de carreira e reinvenções constantes.

Completado por Jimin e Jin, o septeto segue dominando as paradas e já colhe resultados no Brasil, onde 2.0 aparece entre as mais ouvidas e ocupa a 13ª posição no Hot 100.

O clipe combina performance intensa com narrativa visual marcante, traduzindo bem o conceito de nova versão que o título sugere. Mais do que um lançamento, 2.0 funciona como um recado direto: o BTS está atualizado, mais forte e longe de desacelerar.

 

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Leia também: Já pode se preparar, ARMY: BTS anuncia detalhes sobre ingressos do show no Brasil

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Livros Notícias

Hollywood, Ending: novo romance de John Green

Após 9 anos, autor de A Culpa é das Estrelas volta à ficção com seu primeiro livro para adultos

Um dos maiores romancistas atuais, John Green, anunciou seu primeiro romance após nove anos da publicação de Tartarugas Até Lá Embaixo. Hollywood, Ending – ainda sem nome em português – é uma história de amor ambientada nos bastidores de Hollywood, que aborda brilhantemente o custo privado de uma vida pública. O livro chega ao Brasil pela editora Intrínseca em outubro deste ano

Na trama, acompanhamos a história de Kai Laramie e Juniper Castillo, dois jovens atores em ascensão que são escalados para protagonizar uma cinebiografia sobre o último ano de vida de Andy Warhol

Hollywood
Foto: reprodução/CASACOR

Contada sob os pontos de vista dos dois protagonistas, a história se estende desde os primeiros dias de gravação até a estreia do longa. À medida que o filme ganha repercussão, ambos passam a lidar com os impactos da fama – que podem ser, ao mesmo tempo, empolgantes, assustadores e dolorosos.

John Green enfatiza que a história é sobre se apaixonar e conviver com traumas, além de abordar a relação contemporânea com a internet, explorando como as pessoas negociam sua identidade em troca de atenção pública.

Com o lançamento do novo livro, John Green marca uma mudança de fase em sua carreira ao se afastar do público jovem adulto e investir em uma narrativa mais madura e centrada em conflitos contemporâneos.

Animados para conhecer o novo livro de John Green? Compartilhe com a gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Crítica | João Pé-de-Feijão faz o leitor enxergar João com os mesmos olhos de Ing Lee, e isso é transformador

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Streaming anuncia estreias de abril

Entre os destaques estão a 5ª temporada da série The Boys e o filme Marty Supreme

O Prime Video divulgou os lançamentos do streaming no Brasil para abril. A partir de 1° de abril até o último dia do mês, serão adicionados mais de 20 títulos ao catálogo, entre conteúdos para assinantes e produções disponíveis na loja e em assinaturas adicionais. 

Os destaques vão para Caminhos do Crime, filme com Chris Hemsworth e Mark Ruffalo, que já está disponível; a 5ª temporada da série The Boys (8 de abril); O Telefone Preto 2 (16 de abril); a 1ª temporada da série Kevin (20 de abril); Marty Supreme (22 de abril); A Vida de Chuck (23 de abril); a 2ª temporada da série nacional Cangaço Novo (24 de abril) e a 1ª temporada da série A Casa dos Espíritos (29 de abril).

Na loja do Prime Video, os consumidores poderão alugar ou comprar os filmes Super Mário Bros.: O Filme (2 de abril), The Moment (5 de abril) e O Agente Secreto (6 de abril). Para aqueles que possuem assinaturas adicionais como Apple TV+, HBO Max, Sony One e Telecine, poderão conferir Truque de Mestre: O 3o Ato (Telecine, 3 de abril), Euphoria – 3ª temporada (HBO Max, 12 de abril), Margô Está em Apuros – 1ª temporada  (Apple TV+, 15 de abril) e Three Pines – 1ª temporada (Sony One, 24 de abril).

 

Qual produção vocês estão mais animados para assistir? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Confira as estreias e os destaques do streaming em abril

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura



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Cultura Cultura pop Entretenimento Notícias Novelas

7 motivos para rever Avenida Brasil no Vale a Pena Ver de Novo

A volta do novelão icônico ao Vale a Pena Ver de Novo promete parar o Brasil novamente

Avenida Brasil marcou toda uma década! A saga envolvente de vingança, amor e traição parou o país em 2012 e está de volta desde segunda-feira (30). Reexibida no Vale a Pena Ver de Novo, a trama escrita por João Emanuel Carneiro arrebatou o público e é considerada uma das novelas mais assistidas do mundo, com exibição em mais de 148 países.

A história de vingança da cozinheira Nina (Débora Falabella) contra a sua ex-madrasta Carminha (Adriana Esteves) é um verdadeiro deleite cênico, uma obra prima da teledramaturgia brasileira. O impacto foi tão grande que gerou até mesmo um plano de emergência feito pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) devido ao aumento no consumo de energia durante a exibição do seu capítulo final. Um fenômeno cultural e telenovelesco incontestável, é por isso que o Entretetizei preparou uma lista com 6 motivos para revisitar essa trama icônica!

Enredo cheio de reviravoltas
Foto: divulgação/Globo

O enredo de Avenida Brasil é um novelão clássico repleto de reviravoltas, drama, ação e vingança na medida certa. É o tipo de história que te faz odiar com todas as suas forças e intensamente a vilã e amar a mocinha, torcendo fervorosamente por ela.

A trama acompanha Rita (Mel Maia), uma menina órfã de mãe, criada com muito amor pelo pai, Genésio (Tony Ramos). Tudo muda radicalmente quando ele se casa com Carmen Lúcia, a Carminha, uma mulher ambiciosa, dissimulada e capaz de tudo para se dar bem e subir na vida. Após aplicar um golpe no pai da moça e causar, indiretamente, a morte de Genésio, atropelado por Tufão (Murilo Benício), Carminha abandona Rita em um lixão com a ajuda de seu amante Max (Marcello Novaes).

Anos depois,  já adulta e sob a identidade de Nina, a protagonista reconstrói sua vida no exterior e retorna ao Brasil determinada a se vingar, infiltrando-se na mansão da inimiga. No meio do caminho, Nina reencontra seu amor de infância, Jorginho (Cauã Reymond), agora filho adotivo de Carminha, casada com o ex-jogador de futebol Tufão (Murilo Benício).

É uma narrativa envolvente, que prende, instiga e convida o telespectador a embarcar na história, provocando emoções intensas a cada capítulo. Mesmo anos após sua exibição original, os temas continuam atuais: relações familiares, busca por justiça e superação são elementos que seguem ressoando com o público, um dos grandes trunfos da obra.

Vilã que conquistou o público
Foto: divulgação/João Cotta/Globo

Um dos maiores destaques da novela é, sem dúvidas, a vilã Carminha. Com humor ácido e sagaz, ironia afiada e tiradas memoráveis, a personagem conquistou o público e deixou todos hipnotizados, fazendo com que amássemos odiar a megera. Adriana Esteves aqui estava em êxtase, entregando uma atuação arrebatadora, equilibrando carisma com requintes de crueldade e comédia. Seus bordões viraram memes, e a personagem se tornou referência imediata quando se trata de vilãs icônicas da teledramaturgia brasileira, protagonizando embates inesquecíveis com a protagonista Nina.

Segundo o autor João Emanuel Carneiro, Carminha foi inspirada em personagens do autor russo Dostoiévski, conhecidos por seus paradoxos e camadas psicológicas complexas. Não à toa, ela se tornou uma figura tão marcante, revolucionária e inesquecível.

Mocinha complexa
Foto: divulgação/Estevam Avellar/Globo

Débora Falabella não ficou para trás! Ela brilhou intensamente como Nina, dando nuances e camadas à sua heroína, que não era uma mocinha tradicional qualquer.

Nina era implacável, persuasiva, não abaixava a cabeça para ninguém e brigava de igual para igual com Carminha, sua principal rival e desafeto, alvo de sua vingança. Ela elaborava um plano voraz, adentrava a casa da vilã, conquistava sua simpatia e confiança e, depois, dava o bote em uma cena inesquecível, gerando uma virada na trama quando Carminha descobria que Nina é Rita.

A partir daí, a jovem inverte o jogo, transformando a ex-madrasta em sua empregada, uma disputa que deixava o telespectador fissurado e encantado,criando sequências avassaladoras.

Para viver Nina, Débora se entregou totalmente ao papel: fez aulas de culinária e chegou até a aprender a pilotar uma scooter.

Músicas inesquecíveis
Foto: divulgação/Globo

Desde o passinho do baile charme do clube de futebol fictício Divino, que virou hit entre a galera, passando por músicas como Depois, de Marisa Monte, até Michel Teló com sua Humilde Residência, a trama é um retrato de sua época, recheada de hits que dominaram as paradas de todo o país, uma verdadeira mania nacional.

Bordões e memes memoráveis
Foto: divulgação/Globo

A novela entregou de tudo um pouco! Avenida Brasil foi um verdadeiro marco nacional e rendeu diversos memes como nunca antes havia sido visto no país.

Os bordões dos personagens caíram na boca do povo e viralizaram de forma imediata e orgânica. Quem nunca ouviu a expressão “É tudo culpa da Rita” ou “Me Serve Vadia” ou o icônico grito de Carminha, “Infeerno“, que atire a primeira pedra.

As cenas renderam um verdadeiro espetáculo nas redes sociais, viralizando até hoje entre o público que assistiu, ou não, a trama. A partir das 21h, um grupo fiel de telespectadores sempre se reunia para comentar sobre a novela, principalmente no X, antigo Twitter. Diariamente, várias hashtags relacionadas a Avenida Brasil iam parar nos Trending Topics, assuntos mais comentados da plataforma e o famoso “oi-oi-oi” invadia a timeline com força na época.

Sucesso avassalador
Foto: divulgação/João Miguel Júnior/Globo

O capítulo final de Avenida Brasil foi um dos maiores fenômenos de audiência da TV brasileira dos últimos anos. O sucesso foi tanto que literalmente parou o Brasil: ruas vazias, bares lotados e telões espalhados pelo país transmitindo o último capítulo.

Alguns dos principais veículos estrangeiros, como o The Guardian, chegaram a destacar a mudança de agenda da então presidente Dilma Rousseff para não coincidir com o desfecho da novela. Outros veículos, como a BBC, o Washington Post e a revista Forbes lembraram que a audiência espetacular da trama poderia até sobrecarregar o fornecimento de energia elétrica. Todos ressaltaram que o sucesso da trama se devia ao fato de ela ter conseguido retratar, de maneira fiel e crua a realidade da nova classe média brasileira. Em dezembro de 2012, a novela conquistou o Grande Prêmio da Crítica concedido pela Associação Paulista de Críticos da Arte (APCA). A APCA também premiou Adriana Esteves e José de Abreu como os melhores atores do ano.

Retrato da realidade brasileira
Foto: divulgação/Globo

A novela conseguiu reproduzir com fidelidade o Brasil da época de 2012, a nova classe média brasileira, os chamados novos ricos. O estilo de vida e os personagens carismáticos do Divino, bairro fictício do subúrbio carioca, destacaram-se na trama.

Na história, as protagonistas não eram pessoas ricas de berço, donas de um padrão de vida inalcançável. Eram pessoas comuns que subiram na vida. Mal havia espaço para a Zona Sul ou bairros nobres. O foco estava na Zona Norte e na Avenida Brasil, no Brasil feito por pessoas de carne e osso e muito trabalho, nas pessoas humildes e divertidas, no recorte social.

Explorou-se o subúrbio, Monalisa (Heloísa Perissé) até chega a querer tentar se mudar para a Zona Sul, mas se sentiu um peixe fora d’água no local e logo voltou ao Divino. Até mesmo Tufão, que enriqueceu, não saiu do bairro pela falta de identificação cultural com as pessoas da Zona Sul reforçando a importância das suas raízes.

E aí, gostou de saber mais sobre essa novela icônica? Vai reassistir no Vale a Pena Ver de Novo? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.

Leia também: Avenida Brasil ganha remake da Turquia

Texto revisado por Kaylanne Faustino

 

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Livros Notícias

Feira do Livro divulga 1ª lista de convidados com autores brasileiros e estrangeiros

A 5° edição do festival literário gratuito acontece entre 30 de maio e 7 de junho na praça Charles Miller, e destaca literatura latino-americana, thrillers e biografias

Para os amantes de literatura, não haverá motivos para ficar em casa no feriadão de Corpus Christi. Para celebrar o livro e a cidade, ocupando a rua com autores, editores, livreiros e leitores, A Feira do Livro – festival a céu aberto e gratuito realizado na praça Charles Miller – anuncia os primeiros nomes confirmados na programação oficial de sua quinta edição e decide contar uma nova história.

Em 2025, a curadoria relembrou os 40 anos de democracia no país. Neste ano, a programação oficial celebra a literatura latino-americana e os seus diálogos com o Brasil.

Ao longo de nove dias, o festival literário paulistano levará para o Pacaembu mais de 250 convidados para debates, oficinas, contações de histórias, sessões de autógrafos e outras atividades totalmente gratuitas. Os três palcos da programação oficial e os três Tablados Literários da programação paralela reunirão destaques da literatura, da poesia e da não ficção brasileira e internacional.

Até o momento, já são 156 expositores confirmados, que apresentarão suas produções em estandes espalhados pelos 15 mil metros quadrados da praça Charles Miller para o público deste ano. Criada em 2022, A Feira do Livro busca trazer para o público centenas de possibilidades que um livro abre para o leitor. 

Feira do Livro
Foto: divulgação/Flávio Florido
Destaques da programação

Desde as suas primeiras edições, o castelhano e seus diferentes sotaques marcaram a programação oficial do evento. Em 2026 não será diferente. Grandes nomes e promessas literárias de países da América do Sul vão dialogar com leitores e autores brasileiros.

Da Colômbia, Pilar Quintana lança no Brasil seu aguardado novo romance, e Mario Mendoza conecta São Paulo a uma Bogotá noir.

O pensamento indígena, sempre presente na programação do festival, terá uma representante mapuche, Daniela Catrileo, do Chile. Andrés Montero, também chileno, leva ao Pacaembu a oralidade e elementos fantásticos.

A ensaísta argentina radicada no Rio de Janeiro, Paula Sibilia, reflete sobre consumo, tecnologia e subjetividade em nossos dias. A escritora Bárbara Belloc, também argentina, explora as fronteiras entre ficção, memória e loucura. 

Diretamente do Uruguai, Inés Bortagaray completa o grupo de convidados sul-americanos anunciados até o momento.

Já os fãs de thrillers, suspenses e dramas psicológicos terão grandes representantes: a irlandesa Liz Nugent, em visita inédita ao país, o já mencionado colombiano Mario Mendoza e o carioca Alberto Mussa, autor de uma história sobre um crime ambientado na Zona Norte do Rio.

Ainda na lista de convidados internacionais, o romancista italiano Sandro Veronesi se apresenta pela primeira vez na cidade, em uma rara oportunidade de encontro com seus fãs paulistanos. E a norte-americana Tracy Mann lança suas memórias dos tempos de movimento hippie na Bahia dos anos 1970.

Brasilidade

Entre os autores nacionais, teremos encontros que cruzam a ficção e a não ficção em diferentes gêneros literários, gerações, sensibilidade e origens. 

Os cariocas Ana Maria Machado e Nei Lopes e o mineiro Silviano Santiago confirmaram presença e devem repassar sua trajetória de décadas em encontros memoráveis com o público.

Na edição deste ano, o festival também vai promover encontros especiais com biógrafos de grandes figuras brasileiras. O jornalista Fernando Morais lança o segundo volume de sua biografia sobre o presidente Lula. Pedro Bial fala da vida de Isabel Salgado, estrela olímpica da seleção brasileira de vôlei. 

Adriana Negreiros apresenta sua biografia da comediante Dercy Gonçalves e o mineiro João Pombo Barlie irá conversar com o próprio biografado no palco da feira, o crítico literário Silviano Santiago.

O historiador Luiz Antonio Simas e os romancistas Jeferson Tenório e Carla Madeira, que lotaram a plateia em edições anteriores do festival, retornam este ano.

A literatura contemporânea brasileira terá um grupo relevante de autores, resultado do ótimo momento da ficção no país: Cristhiano Aguiar, Vanessa Barbara, Mariana Salomão Carrara, Noemi Jaffe, Giovana Madalosso, Chico Mattoso, Daniel Munduruku, Natércia Pontes, Lilian Sais, Bianca Santana e Natalia Timerman estão entre os confirmados.

Ian Uviedo e Maria Brant representam os estreantes na literatura brasileira. E na poesia, até o momento temos os nomes do carioca Eucanaã Ferraz e do paulista Ricardo Domeneck.

Não ficção

Entre os destaques na programação oficial, temos a jornalista Camila Appel e o educador Fernando José de Almeida, ambos com obras sobre a morte, mas por diferentes perspectivas. Maria Rita Kehl e Gabriel Tupinambá promovem o diálogo da literatura com a psicanálise.

Um dos núcleos temáticos foca na vida noturna paulistana em diferentes momentos históricos: do pioneirismo da cultura LGBTQIA+ no Ferro’s Bar, reduto da comunidade lésbica paulistana dos anos 1960, retretatado por Julia Kumpera, às cenas da disco, do rock e do bate-estaca techno dos anos 1990 e 2000 dos jornalistas Erika Palomino, Gaía Passarelli e Camilo Rocha

A veia boêmia ainda será homenageada pela ficção, nas palavras do escritor Reinaldo Moraes, que lança na edição deste ano um romance sobre noitadas sem fim em São Paulo

A antropóloga Inara Nascimento, a pesquisadora Rute Costa e a chef paulistana Bel Coelho discutem a presença indígena e negra na culinária brasileira. Januária Cristina Alves traz questões da educação midiática, o geógrafo Kauê Lopes dos Santos levanta questões sobre a desigualdade econômica, e Luiz Villares e Ricardo Abramovay falam sobre a emergência climática.

A primeira lista divulgada ainda inclui nomes de destaques nas artes visuais, como o mineiro Eustáquio Neves; nos quadrinhos, como Dani Marino e Gabriela Borges, do projeto Mina de HQ; e nas artes e ofícios do livro, como o designer paulistano Gustavo Piqueira

As mesas da programação oficial acontecem no Palco da Praça, montado no meio da feira, no Auditório Armando Nogueira e também no Espaço Rebentos. O acesso a todos os palcos é gratuito, dentro dos limites de capacidade de cada espaço, e não tem nenhum tipo de ingresso ou catraca. 

Confira todos os autores confirmados até o momento

Adriana Negreiros

Alberto Mussa

Ana Maria Machado

Andrés Montero (Chile)

Bárbara Belloc (Argentina)

Bel Coelho

Bianca Santana

Camila Appel

Camilo Rocha

Carla Madeira

Chico Mattoso

Cristhiano Aguiar

Dani Marino

Daniel Munduruku

Daniela Catrileo (Chile)

Erika Palomino

Eucanaã Ferraz

Eustáquio Neves

Fernando José de Almeida

Fernando Morais

Gabriel Tupinambá

Gabriela Borges

Gaía Passarelli

Giovana Madalosso

Gustavo Piqueira

Ian Uviedo

Inara Nascimento

Inés Bortagaray (Uruguai)

Januária Cristina Alves

Jeferson Tenório

João Pombo Barile

Julia Kumpera

Kauê Lopes dos Santos

Lilian Sais

Liz Nugent (Irlanda)

Luiz Antonio Simas

Luiz Villares

Maria Brant

Maria Rita Kehl

Mariana Salomão Carrara

Mario Mendoza (Colômbia)

Natalia Timerman

Natércia Pontes

Nei Lopes

Noemi Jaffe

Paula Sibilia (Argentina)

Pedro Bial

Pilar Quintana (Colômbia)

Reinaldo Moraes

Ricardo Abramovay

Ricardo Domeneck

Rute Costa

Sandro Veronesi (Itália)

Silviano Santiago

Tracy Mann (EUA)

Vanessa Barbara

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Texto revisado por Luana Chicol

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