O quarto filme da franquia de comédia ganha sua primeira prévia e tem estreia confirmada para novembro
Foi divulgado nesta quinta (16) o trailer inédito do aguardado quarto capítulo da comédia Entrando Na Maior Fria (2026).
Consolidando sua era focada na atuação após o impacto de Wicked (2024), Ariana Grande prova que deixou os dias de estrela adolescente da Nickelodeon no passado, mostrando que está pronta para equilibrar o peso de ser uma popstar global com um espaço definitivo nas telonas.
E a transição vem impressionando até os veteranos mais rigorosos da indústria. Durante a participação no painel da CinemaCon, no início de abril, Robert De Niro não poupou elogios à colega de elenco. O ator afirmou que ela é provavelmente a parceira de cena mais talentosa com quem teve a sorte de contracenar.
Foto: divulgação/Paramount Pictures
Na nova trama, o tempo passou e as atenções se voltam para a nova geração. O foco recai sobre Henry, interpretado por Skyler Gisondo, que cresceu. O filho de Greg, vivido por Ben Stiller, e Pam, papel de Teri Polo, engata um romance com Olivia Jones, personagem de Ariana Grande.
O grande problema é que a garota é o extremo oposto dele, o que promete acender novamente a fúria e a desconfiança da família, revivendo o clássico pesadelo de aprovação que conhecemos no primeiro filme.
Além da dinâmica já conhecida com o retorno de Owen Wilson e Blythe Danner, o elenco ganha o reforço de Beanie Feldstein. Nos bastidores, John Hamburg, que já conhecia a franquia por ter produzido o terceiro filme, Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família (2010), desta vez assume as rédeas da direção e do roteiro para guiar esta nova fase.
Distribuído pela Paramount Pictures, Entrando Na Maior Fria chega aos cinemas brasileiros em 26 de novembro.
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O filme, baseado no livro de Paulo Coelho, inicia as gravações
Alerta de filme novo! As gravações de O Diário de Um Mago começaram, com Johnny Massaro e Rodrigo Santoro à frente do elenco do novo lançamento da Netflix, dirigido por Vicente Amorim e produzido pela Gullane. O filme é uma adaptação da obra de Paulo Coelho e tem roteiro de Luiso Berdejo e Gustavo Bragança.
Foto: divulgação/Marcelo Maragni/Netflix
As filmagens estão em andamento na Espanha, e o longa acompanha Paulo (Massaro) em uma peregrinação pelas montanhas, bosques e campos do Caminho de Santiago de Compostela. Guiado pelo enigmático Petrus (Santoro), ele atravessa uma sequência de provações que transformam a busca por autoconhecimento em uma aventura de encontros misteriosos e forças invisíveis, uma jornada que vai colocar à prova os limites físicos e espirituais de ambos.
Completam o elenco brasileiro Lara Tremouroux, Julia Konrad, Silvio Guindane, Fabiana Gugli, Emílio de Melo, Thelmo Fernandes, Isabel Guéron e Roberto Birindelli. Já o elenco europeu é composto por Manuel Manquiña, Albert Pla , Gonçalo Diniz e Elisabeth Bonjour.
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Evento especial que apresenta os lançamentos do ano, brindes e atividades aposta em proximidade com o público
Nas últimas semanas, Rio de Janeiro e São Paulo receberam mais uma edição do Encontrín, evento promovido pela Editora Intrínseca que tem como objetivo aproximar os leitores, os influenciadores e o mercado editorial em uma manhã dedicada a novidades, trocas e, claro, muitos livros.
Não é apenas uma apresentação de catálogo, é um evento que favorece conversa e troca direta. Os participantes puderam acompanhar apresentações sobre os principais títulos previstos para 2026, além de bastidores editoriais e processos de publicação, um tipo de acesso que raramente chega ao público geral.
Quem pôde estar presente levou para casa kits exclusivos distribuídos aos convidados, tornando a experiência do evento ainda mais memorável e criando uma relação afetiva do leitor com a obra antes mesmo dos lançamentos oficiais.
Spoilers literários
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Quatro novos livros da autora Lynn Painter foram anunciados. Entre eles estão Confusões do Amor, além de Accidentally Amy, 13 Little Love Stories – contos de várias autoras inspirados em músicas da Taylor Swift – e Trust Fall, ainda sem traduções oficiais dos títulos.
Óbvio que também teremos diversos romances sendo publicados, alguns de autores já da casinha da Intrínseca. The Ginger Bread Bakery e The Daisy Chain Flower Shop – série Amores de Dream Harbor, de Laurie Gilmore; À Deriva com Você, de Beth O’Leary, e Hollywood, Ending, de John Green, fazem parte desta lista. Enquanto outros trazem novas histórias apaixonantes, como The Unselected Journals of Emma M. Lion Vol. 1 e 2, de Beth Brower, e The Open Era, de Edward Schmit.
E, para quem pediu obras voltadas para o público jovem, vem aí novas edições e capas para a trilogia Burn for Burn, escrita por Jenny Han – autora de Para Todos os Garotos Que Já Amei – e Siobhan Vivian. Uma série de suspense e drama adolescente que narra a história de vingança de três garotas. Além da série escrita por Mina Finch, K-Pop Academy, uma fantasia juvenil que mistura o universo dos idols com elementos sobrenaturais, O Som do Cristal e Os Guardiões do Brilho.
Já no universo dos thrillers, chega o livro The Unknown, de Riley Sager, e a série Não Mexa, de Mikito Chinen. Em Não Mexa Neste Celular, o leitor tem acesso ao telefone de Kazuma Isshiki no formato de um smartphone. No livro, a experiência imersiva intercala o texto e as capturas de tela do celular, convidando quem lê para adentrar uma história sinistra.
Não Mexa Neste Arquivo apresenta uma narrativa dinâmica, construída a partir de transcrições de entrevistas e registros da avaliação psiquiátricado autor de uma assassinato em massa que choca todo o Japão. Aos poucos a verdade por trás dos casos vai se revelando e, para descobrir o segredo por completo, é necessário embarcar nessa experiência literária inovadora e macabra.
Calma, que ainda há novidades para os apaixonados por edições especiais. A Intrínseca confirmou o lançamento da edição especial de Lua Nova, segundo livro da Saga Crepúsculo escrito por Stephenie Meyer, assim como Amor e Gelato, de Jenna Evan Welch.
Tem alguém que curte mundos imaginários, magia e sobrenatural? Porque também foi anunciado o lançamento do segundo livro do universo de Phantasma, Enchantra, e uma releitura brilhante de um dos personagens mais emblemáticos da mitologia grega em Eu, Medusa.
A editora aproveitou para anunciar alguns lançamentos nacionais também, como: Não se Apaixona, Não, de Isabela Freitas; Muito Mais que Trinta Dias, de Mika Serur; Amanhã Eu Morri Sozinho, de Lucas Barros; Fantasma, de Ana Laura Lopes e Ninguém Ensina A Gente a ser Adulto, de Matheus Rocha. E também alguns literários, como Taipei Story, de R. F. Kuang; American Hagwon, de Min Jin Lee e Um Lugar Ensolarado para Gente Sombria, de Mariana Enriquez.
Na lista de não ficção, a Intrínseca anunciou Open to Work, de Ryan Roslansky e Aneesh Raman, assim como Indestrutível, da Dra. Vonda Wright.
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Cantor gaúcho chamou a atenção da produção da turnê através das redes sociais e dividirá o palco com a banda no Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo
O cantor e compositor gaúcho Rafael Witt foi anunciado como o ato de abertura dos três shows da turnê da banda The Lumineers no Brasil. A confirmação para as apresentações no Rio de Janeiro, em Curitiba e em São Paulo, marcadas para a penúltima semana de abril, aconteceu após uma intensa campanha de seus fãs no Instagram.
Um vídeo que ultrapassou 70 mil visualizações, e acumulou centenas de menções à banda e à produtora Live Nation, chamou a atenção da equipe responsável e viabilizou o convite oficial.
Para o artista, o marco profissional carrega um forte peso simbólico, já que o indie-folk do grupo norte-americano é uma de suas principais referências desde a adolescência.
Foto: divulgação/Assessoria Bianco
Witt destaca a importância do público nessa realização: “Ver a minha comunidade de fãs entrar nesse sonho comigo e ajudar a tornar isso real é uma das coisas mais bonitas que já vivi. Tem algo muito simbólico em sair dos shows intimistas que construíram minha carreira pra agora dividir palco e ser reconhecido pelos meus ídolos.”
Natural de Caxias do Sul e dono de composições majoritariamente em inglês, Rafael vem consolidando seu nome no circuito folk contemporâneo de forma independente.
O músico já acumula experiência abrindo apresentações de artistas internacionais no país, como Seafret e Hollow Coves. Sua discografia inclui o EP There’s Nothing Wrong With Me (2021) e o álbum Wanderer (2024), que ultrapassa a marca de 1,5 milhão de reproduções no Spotify, além do projeto audiovisual de performances rurais The Wanderer Sessions.
O encontro musical com The Lumineers tem início no Rio de Janeiro, no dia 22 de abril, no Vivo Rio. Na sequência, a turnê segue para Curitiba, no dia 24, com apresentação na Live Curitiba, e encerra sua passagem pelo país em São Paulo, no dia 25, no Suhai Music Hall. Todos os eventos têm início marcado para às 19h.
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O filme é um mergulho no grotesco, que troca sustos fáceis por imagens difíceis de esquecer
Nos últimos anos, o subgênero envolvendo múmias como personagens assustadores no cinema ficou mais associado à aventura e ao entretenimento leve, por conta das franquias que foram lançadas ao longo dos anos. Ao decorrer das décadas, a múmia já foi um monstro silencioso e atmosférico, uma ameaça física quase sem identidade e, até mesmo, um elemento de aventura leve e escapista.
Dirigido por Lee Cronin – conhecido por seu trabalho em A Morte do Demônio: A Ascensão (2023) –, a Maldição da Múmia integra uma nova fase do terror produzida pela parceria entre a Blumhouse Productions e a Atomic Monster, estúdios responsáveis por sucessos recentes do gênero.
As versões da Múmia ao longo dos anos
A versão de 1932 – dirigida por Karl Freund e protagonizada por Boris Karloff –, é o pilar fundamental de todos os filmes que vieram depois. O longa é um clássico do terror gótico que definiu a imagem do monstro no cinema. Diferente das versões modernas, grande parte do filme mostra Imhotep – a múmia – disfarçado como um egípcio moderno que usa seus poderes hipnóticos e conhecimentos antigos para encontrar a reencarnação de sua princesa.
Já a trilogia com Brendan Fraser, que esteve nos cinemas entre os anos de 1999 e 2008, trazia uma aventura leve, uma comédia romântica e um certo suspense. Um clima muito parecido com o de Indiana Jones, com carisma e humor, sem se levar muito a sério.
Foto: reprodução/CNN Brasil
O mais recente deles, estrelado por Tom Cruise e lançado em 2017, trouxe uma ação frenética com toques de horror e sobrenatural. Essa adaptação foi mais sombria, focada na ação de Hollywood e menos na exploração arqueológica divertida.
Foto: reprodução/Clube Gazeta do Povo
Rick O’Connell, interpretado por Fraser, era um herói carismático, gente como a gente, propenso a situações perigosas e cômicas, mas um personagem com muita coragem. Nick Morton, de Cruise, foi um anti-herói egoísta e militar, muitas vezes descrito como um personagem de Missão Impossível em um filme sobrenatural, com menos carisma relacional.
A Múmia, a grande vilã das histórias era, em 1999, uma figura mítica e clássica chamada Imhotep que buscava ressuscitar sua amante, gerando uma ameaça romântica e física. É uma força da natureza sobrenatural. Começa como uma criatura incompleta que precisa absorver órgãos de vítimas para se regenerar, possuindo poderes quase divinos sobre os elementos.
Em 2017, tivemos a primeira múmia feminina com o nome de Ahmanet, uma princesa egípcia com motivações baseadas em vingança e ambição pelo poder. É uma guerreira física e uma entidade que busca trazer o deus Set para o mundo real, funcionando quase como um vírus ou uma maldição de escala global.
A ambientação? A versão original, de 1932, mostra um Egito visto com um olhar de mistério arqueológico e fascínio. Em 1999, o longa era ambientado nos anos 20 e 30, focado no Egito antigo, mas o cenário era uma fantasia. Aqui, o Egito é como um parque de diversões para heróis destemidos, vilões caricatos e tesouros escondidos. Já em 2017, o longa foi ambientado nos dias atuais, com grande parte da ação acontecendo em Londres, mudando completamente a atmosfera de mistério antigo para o moderno. O Egito é apenas o prólogo e a múmia é transformada em uma ameaça urbana contemporânea.
Mas, então, se já existem tantos longas a respeito de um mesmo vilão – a múmia –, o que torna o novo filme da Blumhouse e Atomic Monster, distribuído pela Warner Bros,tão diferente de seus antecessores?
Qual a história do filme Maldição da Múmia de 2026?
Foto: reprodução/CNN Brasil
A nova trama, segue um caminho diferente, abandonando o tom épico e apostando em um terror mais cru, gráfico e desconfortável. A proposta fica clara desde o início: provocar mais repulsa do que sustos fáceis. A história gira em torno de uma entidade demoníaca egípcia conhecida como Nasmaranian, cuja presença está ligada a um ritual absurdamente obscuro.
Em Maldição da Múmia, acompanhamos um casal que vive com seus dois filhos – Katie e Seb – no Cairo, Egito, por conta do trabalho de Charlie, que é um jornalista correspondente para um veículo americano.
Logo nos primeiros minutos de filme, Katie desaparece no deserto sem deixar rastros. A família, dilacerada e em luto, fica sem notícias do paradeiro da filha por oito anos, até que, como em um sonho – que se revela mais tarde como um pesadelo –, um sarcófago é encontrado e com ele o corpo de Katie… viva.
O reencontro alegre logo se transforma em um completo horror sobrenatural, quando uma força obscura assombra a família, misturando terror visceral e suspense.
O desconforto como proposta
O principal mérito do novo longa está em sua identidade, no qual se aproxima muito mais do terror contemporâneo – popularizado por obras como Invocação do Mal (2013) – e prioriza a tensão psicológica com imagens perturbadoras.
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
Maldição da Múmia se posiciona na indústria cinematográfica como uma ruptura deliberada: o filme escolhe o excesso. O longa é brutal, nojento e extremamente sangrento durante todos os seus 130 minutos, com destaque para a reta final, capaz de embrulhar o estômago. O horror não é apenas sugestivo ou simbólico, ele é físico, e você se vê escondendo o rosto por trás das mãos para não ter que testemunhar tamanha aflição.
A nova versão abandona completamente a figura da múmia como algo distante para torná-la uma força invasiva e corporal. Não por acaso, o filme carrega marcas muito claras da filmografia de Cronin, especialmente na forma como o horror é construído. O medo surge da deterioração do próprio corpo – algo que este filme faz questão de explorar de uma maneira bem insistente. A violência não é apenas vista, mas sentida.
Foto: reprodução/Omelete
No fim, o roteiro levanta questões interessantes a respeito do funcionamento do ritual e da lógica da possessão, mas falha ao não se aprofundar em suas respostas. O que pode gerar certo estranhamento nos espectadores, mas também contribui para o clima de mistério da narrativa.
Ao trocar sustos previsíveis por imagens perturbadores, o longa entrega uma experiência que persegue o espectador mesmo após os créditos finais. Se o objetivo é sair do cinema mexido, vale o ingresso. Só não vá desprevenido: a classificação +18 não é exagero, e o filme cobra um preço alto de quem não tem estômago para encarar o que está na tela.
Maldição da Múmia já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.
Vai encarar os desconfortos propostos por Lee Cronin? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
João Souza estreia na literatura com uma narrativa muito envolvente que combina romantasia e suspense em uma atmosfera intensa
Caçada Selvagem – Desejo é um dos lançamentos de 2025, publicado pela Flyve Editora. O livro foi escrito pelo jovem escritor mineiro João Souza, de 16 anos, que constrói uma romantasia envolvente e recheada de suspense, traições, segredos e muitos mistérios.
Confira a sinopse:
Após a internação de sua mãe em uma clínica de reabilitação, a adolescente Heather Vanderwaal se muda para a cinzenta cidade de Church Hill, na Carolina do Norte, onde irá morar com a tia que não via há anos.
Tentando se adaptar à nova vida e ao colégio, Heather cruza o caminho de Gaye McCool, um garoto reservado, marcado por cicatrizes que refletem as suas e com olhos que escondem mais do que apenas uma vida conturbada.
Quando os dois assumem uma relação fadada ao perigo constante, uma tragédia abala a cidade – revelando muitos outros assassinatos brutais que ocorreram e parecem longe de terminar.
Heather logo percebe que seu sofrimento está longe de terminar. Com a chegada de Kai McCool – primo de Gaye, atraente e sarcástico – em Church Hill, ela se viu envolvida com mais um membro da família, que parecia guardar um segredo que quebrava todas as crenças que alguém poderia ter.
Dividida entre os dois amores, Heather se vê não apenas presa em um triângulo de desejo e mistério, mas no centro de um jogo mortal – onde gangues, ameaças anônimas, segredos e predadores se entrelaçam em uma trama sombria, com paixões desesperadas.
Foto: divulgação/LC Agência de Comunicações
João Souza consegue transitar por temáticas diferentes em seu livro de forma fluída e natural, levando o leitor a embarcar em uma leitura na qual a desconfiança só cresce. Sem entregar os mistérios sobrenaturais de Church Hill, a história constrói um cenário de tensão, “onde a linha entre caçador e criatura começa a se inverter e aqueles que eram vistos como monstros também podem passam a se tornar alvo, pois nem tudo parece realmente do jeito que é.”
Caçada Selvagem – Desejo é um convite para embarcar na escuridão de Church Hill e descobrir que, naquela cidade cinzenta, “sobreviver pode significar se tornar exatamente aquilo que se teme.”
A obra possui 451 páginas e está disponível por R$2,99 na versão digital pelo Kindle, R$89,90 na versão física no site da Flyve Editora e R$92,90 no site da Amazon.
Sobre o autor
Foto: divulgação/LC Agência de Comunicações
João Souza é um autor mineiro de 16 anos que acaba de lançar Cidade Selvagem – Origens e Caçada Selvagem – Desejo pela Flyve Editora. Desde a infância, teve a prática de inventar histórias, mas foi apenas na pandemia que começou a escrevê-las no papel. Influenciado pela literatura fantástica e sombria, começou a unir esses elementos de fantasia e suspense psicológico em sua escrita, tendo como referência títulos famosos na área, desde Crepúsculo à estética de Hannibal.
E você, está preparado para embarcar no universo de Caçada Selvagem? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e, se quiser saber mais sobre as novidades do mundo literário, venha participar do Clube de Leitura do Entretê.
Em seu nome original, Project Hail Mary acompanha a jornada de um professor de ciências, Ryland Grace (Ryan Gosling), que acorda sem memórias em uma nave no espaço. Enquanto recupera suas lembranças, Grace descobre que é o único humano que restou em uma missão arriscada para salvar o Sol e toda a humanidade, isso com a ajuda de um alienígena (Rocky), uma criatura um tanto peculiar.
Assista o trailer:
Sem mais enrolação, aí vão cinco curiosidades sobre o filme que tornam a produção ainda mais interessante.
O filme é baseado em um livro
Com o mesmo nome, o livro Project Hail Mary foi publicado em maio de 2021 pelo escritor Andy Weir, que também escreveu outro sucesso adaptado, Perdido em Marte (2011). Além disso, o autor tem mais um livro que se intitula Artemis(2017). Será que vem filme novo por aí?
Imagem: reprodução/Salon
A nave do filme é real
O longa tem a premissa de usar o mínimo de CGI possível e zero tela verde – isso mesmo, zero. O fato de toda a nave ter sido construída para as gravações torna a produção ainda mais bem feita e a experiência mais real.
Imagem: reprodução/IMDb
Foi usado um boneco para o alien Rocky
Seguindo a lógica da redução de CGI, a produção optou por um boneco que pudesse ter seus movimentos controlados por um humano. Dessa forma, as interações seriam mais naturais e realistas.
Imagem: reprodução/Pinterest
Ryan Gosling foi o único ator considerado para o papel principal
Logo após o lançamento do livro, o ator já teve seu nome ligado ao projeto. A decisão foi certeira, porque Ryan nos presenteia com um show de atuação que arranca risadas e lágrimas.
Imagem: reprodução/Everyman Cinema
A cena em que Sandra Hüller canta Sign of the Times não estava no roteiro
Após Ryan Gosling ouvir a atriz cantar nos bastidores, a cena da personagem Eva Stratt cantando a música de Harry Styles no karaokê foi inserida no filme, se tornando uma das cenas mais emocionantes de toda a trama.
Imagem: reprodução/IGN
Além disso, o filme tem um enredo envolvente e uma narrativa criativa e divertida, também recebeu alta aprovação do público e da crítica. Vale a pena assistir e se aventurar com essa nova ficção científica dirigida por Phil Lord e Chris Miller.
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Obra de Ayana Gray propõe um olhar sensível e poderoso sobre uma das figuras mais marcantes da mitologia
Histórias inspiradas na mitologia grega seguem despertando interesse ao atravessar gerações, especialmente quando revisitadas sob novas perspectivas. Ao reinterpretar narrativas clássicas, autores contemporâneos conseguem lançar luz sobre personagens que, por muito tempo, foram reduzidos a papéis simplificados. É nesse movimento que se insere Eu, Medusa (2026), da autora Ayana Gray,novo lançamento da Intrínseca, que chega às livrarias em 2 de junho e promete ressignificar uma das figuras mais emblemáticas desses mitos.
Na obra, acompanhamos Medusa – ou Meddy – antes de se tornar a criatura temida que habita o imaginário popular. Desde cedo, ela se sente deslocada: enquanto suas irmãs e pais possuem natureza divina, ela é mortal. Esse contraste alimenta um sentimento constante de inadequação e o desejo de encontrar seu próprio espaço no mundo, longe da ilha onde cresceu.
Foto: reprodução/Barnes & Nobles
A oportunidade surge quando a deusa Atena a convida para treinar em seu templo. Determinada a mudar seu destino, Meddy abraça a chance de se tornar sacerdotisa e, pela primeira vez, experimenta pertencimento e reconhecimento. No entanto, essa nova posição também a coloca no centro das atenções – inclusive de Poseidon, cujo interesse desencadeia uma série de acontecimentos que transformam sua vida de maneira irreversível.
Após sofrer uma violência e ser responsabilizada injustamente por ela, Medusa é punida de forma brutal: seus cabelos se transformam em serpentes. Tradicionalmente retratada como um monstro cuja aparência petrifica quem a encara, aqui sua história ganha novas camadas. Em vez de aceitar o papel imposto, Meddy confronta o destino que lhe foi dado e decide reconstruir sua identidade, recusando-se a ser definida apenas pela dor ou pela punição.
Na mitologia clássica, Medusa é frequentemente lembrada apenas como a criatura derrotada por Perseu. No entanto, releituras modernas têm buscado recuperar sua dimensão trágica e humana, evidenciando as injustiças que marcaram sua trajetória. O livro de Ayana Gray se soma a esse movimento ao oferecer uma narrativa que combina fantasia, emoção e questionamentos sobre poder, violência e autonomia.
Foto: reprodução/Revista Galileu
Ao recontar essa história sob um novo olhar, Eu, Medusa convida o leitor a revisitar um mito conhecido e enxergá-lo com mais complexidade – não como uma simples fábula sobre heróis e monstros, mas como um retrato de transformação, resistência e reivindicação de voz. É uma leitura que dialoga com o presente ao dar protagonismo a quem, por muito tempo, foi silenciado.
Sobre a autora
Foto: reprodução/Geeks OUT
Ayana Gray é autora best-seller do New York Times e se destaca por suas narrativas que exploram fantasia, mitologia e elementos mágicos. Seu romance de estreia, No Coração da Selva (Vol. 1 – Trilogia Feras) – publicado no Brasil pela Editora Galera –, conquistou sucesso imediato e teve os direitos de adaptação adquiridos antes mesmo do lançamento. Suas obras já foram traduzidas para diversos idiomas e alcançaram leitores em diferentes partes do mundo.
Nascida em Atlanta, a autora vive atualmente em Little Rock, Arkansas, onde se dedica à escrita e a seus interesses por histórias fantásticas – além de acompanhar corridas de Fórmula 1 e cuidar de seu inusitado pet, Apollo, um rinoceronte adotivo. Eu, Medusa marca sua estreia no catálogo da Intrínseca.
Foto: divulgação/Editora Record – Galera/Entretetizei
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