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BTS entrega MV poderoso de 2.0 com referência a Oldboy

Nova faixa do álbum ARIRANG mostra grupo em fase mais madura, com estética intensa e som pesado

O BTS acaba de entregar mais um lançamento que já está dando o que falar. Nesta quarta (1), o grupo divulgou o clipe de 2.0, faixa do álbum ARIRANG, e apostou em uma estética sombria e cinematográfica que chama atenção logo de cara.

A produção faz referência direta ao filme cult Oldboy (2003), dirigido por Park Chan-wook. A icônica cena de luta no corredor é recriada com uma pegada estilizada, colocando os integrantes em uma atmosfera tensa e dramática que combina com a proposta da música.

Com influências fortes de trap, 2.0 traz letras assinadas por RM, j-hope, V, Jungkook e Suga, reforçando a ideia de evolução do grupo. A faixa fala sobre crescimento, mudanças e o momento atual do BTS, que assume uma postura mais madura após anos de carreira e reinvenções constantes.

Completado por Jimin e Jin, o septeto segue dominando as paradas e já colhe resultados no Brasil, onde 2.0 aparece entre as mais ouvidas e ocupa a 13ª posição no Hot 100.

O clipe combina performance intensa com narrativa visual marcante, traduzindo bem o conceito de nova versão que o título sugere. Mais do que um lançamento, 2.0 funciona como um recado direto: o BTS está atualizado, mais forte e longe de desacelerar.

 

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Leia também: Já pode se preparar, ARMY: BTS anuncia detalhes sobre ingressos do show no Brasil

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Hollywood, Ending: novo romance de John Green

Após 9 anos, autor de A Culpa é das Estrelas volta à ficção com seu primeiro livro para adultos

Um dos maiores romancistas atuais, John Green, anunciou seu primeiro romance após nove anos da publicação de Tartarugas Até Lá Embaixo. Hollywood, Ending – ainda sem nome em português – é uma história de amor ambientada nos bastidores de Hollywood, que aborda brilhantemente o custo privado de uma vida pública. O livro chega ao Brasil pela editora Intrínseca em outubro deste ano

Na trama, acompanhamos a história de Kai Laramie e Juniper Castillo, dois jovens atores em ascensão que são escalados para protagonizar uma cinebiografia sobre o último ano de vida de Andy Warhol

Hollywood
Foto: reprodução/CASACOR

Contada sob os pontos de vista dos dois protagonistas, a história se estende desde os primeiros dias de gravação até a estreia do longa. À medida que o filme ganha repercussão, ambos passam a lidar com os impactos da fama – que podem ser, ao mesmo tempo, empolgantes, assustadores e dolorosos.

John Green enfatiza que a história é sobre se apaixonar e conviver com traumas, além de abordar a relação contemporânea com a internet, explorando como as pessoas negociam sua identidade em troca de atenção pública.

Com o lançamento do novo livro, John Green marca uma mudança de fase em sua carreira ao se afastar do público jovem adulto e investir em uma narrativa mais madura e centrada em conflitos contemporâneos.

Animados para conhecer o novo livro de John Green? Compartilhe com a gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Crítica | João Pé-de-Feijão faz o leitor enxergar João com os mesmos olhos de Ing Lee, e isso é transformador

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Streaming anuncia estreias de abril

Entre os destaques estão a 5ª temporada da série The Boys e o filme Marty Supreme

O Prime Video divulgou os lançamentos do streaming no Brasil para abril. A partir de 1° de abril até o último dia do mês, serão adicionados mais de 20 títulos ao catálogo, entre conteúdos para assinantes e produções disponíveis na loja e em assinaturas adicionais. 

Os destaques vão para Caminhos do Crime, filme com Chris Hemsworth e Mark Ruffalo, que já está disponível; a 5ª temporada da série The Boys (8 de abril); O Telefone Preto 2 (16 de abril); a 1ª temporada da série Kevin (20 de abril); Marty Supreme (22 de abril); A Vida de Chuck (23 de abril); a 2ª temporada da série nacional Cangaço Novo (24 de abril) e a 1ª temporada da série A Casa dos Espíritos (29 de abril).

Na loja do Prime Video, os consumidores poderão alugar ou comprar os filmes Super Mário Bros.: O Filme (2 de abril), The Moment (5 de abril) e O Agente Secreto (6 de abril). Para aqueles que possuem assinaturas adicionais como Apple TV+, HBO Max, Sony One e Telecine, poderão conferir Truque de Mestre: O 3o Ato (Telecine, 3 de abril), Euphoria – 3ª temporada (HBO Max, 12 de abril), Margô Está em Apuros – 1ª temporada  (Apple TV+, 15 de abril) e Three Pines – 1ª temporada (Sony One, 24 de abril).

 

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Leia também: Confira as estreias e os destaques do streaming em abril

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura



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7 motivos para rever Avenida Brasil no Vale a Pena Ver de Novo

A volta do novelão icônico ao Vale a Pena Ver de Novo promete parar o Brasil novamente

Avenida Brasil marcou toda uma década! A saga envolvente de vingança, amor e traição parou o país em 2012 e está de volta desde segunda-feira (30). Reexibida no Vale a Pena Ver de Novo, a trama escrita por João Emanuel Carneiro arrebatou o público e é considerada uma das novelas mais assistidas do mundo, com exibição em mais de 148 países.

A história de vingança da cozinheira Nina (Débora Falabella) contra a sua ex-madrasta Carminha (Adriana Esteves) é um verdadeiro deleite cênico, uma obra prima da teledramaturgia brasileira. O impacto foi tão grande que gerou até mesmo um plano de emergência feito pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) devido ao aumento no consumo de energia durante a exibição do seu capítulo final. Um fenômeno cultural e telenovelesco incontestável, é por isso que o Entretetizei preparou uma lista com 6 motivos para revisitar essa trama icônica!

Enredo cheio de reviravoltas
Foto: divulgação/Globo

O enredo de Avenida Brasil é um novelão clássico repleto de reviravoltas, drama, ação e vingança na medida certa. É o tipo de história que te faz odiar com todas as suas forças e intensamente a vilã e amar a mocinha, torcendo fervorosamente por ela.

A trama acompanha Rita (Mel Maia), uma menina órfã de mãe, criada com muito amor pelo pai, Genésio (Tony Ramos). Tudo muda radicalmente quando ele se casa com Carmen Lúcia, a Carminha, uma mulher ambiciosa, dissimulada e capaz de tudo para se dar bem e subir na vida. Após aplicar um golpe no pai da moça e causar, indiretamente, a morte de Genésio, atropelado por Tufão (Murilo Benício), Carminha abandona Rita em um lixão com a ajuda de seu amante Max (Marcello Novaes).

Anos depois,  já adulta e sob a identidade de Nina, a protagonista reconstrói sua vida no exterior e retorna ao Brasil determinada a se vingar, infiltrando-se na mansão da inimiga. No meio do caminho, Nina reencontra seu amor de infância, Jorginho (Cauã Reymond), agora filho adotivo de Carminha, casada com o ex-jogador de futebol Tufão (Murilo Benício).

É uma narrativa envolvente, que prende, instiga e convida o telespectador a embarcar na história, provocando emoções intensas a cada capítulo. Mesmo anos após sua exibição original, os temas continuam atuais: relações familiares, busca por justiça e superação são elementos que seguem ressoando com o público, um dos grandes trunfos da obra.

Vilã que conquistou o público
Foto: divulgação/João Cotta/Globo

Um dos maiores destaques da novela é, sem dúvidas, a vilã Carminha. Com humor ácido e sagaz, ironia afiada e tiradas memoráveis, a personagem conquistou o público e deixou todos hipnotizados, fazendo com que amássemos odiar a megera. Adriana Esteves aqui estava em êxtase, entregando uma atuação arrebatadora, equilibrando carisma com requintes de crueldade e comédia. Seus bordões viraram memes, e a personagem se tornou referência imediata quando se trata de vilãs icônicas da teledramaturgia brasileira, protagonizando embates inesquecíveis com a protagonista Nina.

Segundo o autor João Emanuel Carneiro, Carminha foi inspirada em personagens do autor russo Dostoiévski, conhecidos por seus paradoxos e camadas psicológicas complexas. Não à toa, ela se tornou uma figura tão marcante, revolucionária e inesquecível.

Mocinha complexa
Foto: divulgação/Estevam Avellar/Globo

Débora Falabella não ficou para trás! Ela brilhou intensamente como Nina, dando nuances e camadas à sua heroína, que não era uma mocinha tradicional qualquer.

Nina era implacável, persuasiva, não abaixava a cabeça para ninguém e brigava de igual para igual com Carminha, sua principal rival e desafeto, alvo de sua vingança. Ela elaborava um plano voraz, adentrava a casa da vilã, conquistava sua simpatia e confiança e, depois, dava o bote em uma cena inesquecível, gerando uma virada na trama quando Carminha descobria que Nina é Rita.

A partir daí, a jovem inverte o jogo, transformando a ex-madrasta em sua empregada, uma disputa que deixava o telespectador fissurado e encantado,criando sequências avassaladoras.

Para viver Nina, Débora se entregou totalmente ao papel: fez aulas de culinária e chegou até a aprender a pilotar uma scooter.

Músicas inesquecíveis
Foto: divulgação/Globo

Desde o passinho do baile charme do clube de futebol fictício Divino, que virou hit entre a galera, passando por músicas como Depois, de Marisa Monte, até Michel Teló com sua Humilde Residência, a trama é um retrato de sua época, recheada de hits que dominaram as paradas de todo o país, uma verdadeira mania nacional.

Bordões e memes memoráveis
Foto: divulgação/Globo

A novela entregou de tudo um pouco! Avenida Brasil foi um verdadeiro marco nacional e rendeu diversos memes como nunca antes havia sido visto no país.

Os bordões dos personagens caíram na boca do povo e viralizaram de forma imediata e orgânica. Quem nunca ouviu a expressão “É tudo culpa da Rita” ou “Me Serve Vadia” ou o icônico grito de Carminha, “Infeerno“, que atire a primeira pedra.

As cenas renderam um verdadeiro espetáculo nas redes sociais, viralizando até hoje entre o público que assistiu, ou não, a trama. A partir das 21h, um grupo fiel de telespectadores sempre se reunia para comentar sobre a novela, principalmente no X, antigo Twitter. Diariamente, várias hashtags relacionadas a Avenida Brasil iam parar nos Trending Topics, assuntos mais comentados da plataforma e o famoso “oi-oi-oi” invadia a timeline com força na época.

Sucesso avassalador
Foto: divulgação/João Miguel Júnior/Globo

O capítulo final de Avenida Brasil foi um dos maiores fenômenos de audiência da TV brasileira dos últimos anos. O sucesso foi tanto que literalmente parou o Brasil: ruas vazias, bares lotados e telões espalhados pelo país transmitindo o último capítulo.

Alguns dos principais veículos estrangeiros, como o The Guardian, chegaram a destacar a mudança de agenda da então presidente Dilma Rousseff para não coincidir com o desfecho da novela. Outros veículos, como a BBC, o Washington Post e a revista Forbes lembraram que a audiência espetacular da trama poderia até sobrecarregar o fornecimento de energia elétrica. Todos ressaltaram que o sucesso da trama se devia ao fato de ela ter conseguido retratar, de maneira fiel e crua a realidade da nova classe média brasileira. Em dezembro de 2012, a novela conquistou o Grande Prêmio da Crítica concedido pela Associação Paulista de Críticos da Arte (APCA). A APCA também premiou Adriana Esteves e José de Abreu como os melhores atores do ano.

Retrato da realidade brasileira
Foto: divulgação/Globo

A novela conseguiu reproduzir com fidelidade o Brasil da época de 2012, a nova classe média brasileira, os chamados novos ricos. O estilo de vida e os personagens carismáticos do Divino, bairro fictício do subúrbio carioca, destacaram-se na trama.

Na história, as protagonistas não eram pessoas ricas de berço, donas de um padrão de vida inalcançável. Eram pessoas comuns que subiram na vida. Mal havia espaço para a Zona Sul ou bairros nobres. O foco estava na Zona Norte e na Avenida Brasil, no Brasil feito por pessoas de carne e osso e muito trabalho, nas pessoas humildes e divertidas, no recorte social.

Explorou-se o subúrbio, Monalisa (Heloísa Perissé) até chega a querer tentar se mudar para a Zona Sul, mas se sentiu um peixe fora d’água no local e logo voltou ao Divino. Até mesmo Tufão, que enriqueceu, não saiu do bairro pela falta de identificação cultural com as pessoas da Zona Sul reforçando a importância das suas raízes.

E aí, gostou de saber mais sobre essa novela icônica? Vai reassistir no Vale a Pena Ver de Novo? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.

Leia também: Avenida Brasil ganha remake da Turquia

Texto revisado por Kaylanne Faustino

 

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Livros Notícias

Feira do Livro divulga 1ª lista de convidados com autores brasileiros e estrangeiros

A 5° edição do festival literário gratuito acontece entre 30 de maio e 7 de junho na praça Charles Miller, e destaca literatura latino-americana, thrillers e biografias

Para os amantes de literatura, não haverá motivos para ficar em casa no feriadão de Corpus Christi. Para celebrar o livro e a cidade, ocupando a rua com autores, editores, livreiros e leitores, A Feira do Livro – festival a céu aberto e gratuito realizado na praça Charles Miller – anuncia os primeiros nomes confirmados na programação oficial de sua quinta edição e decide contar uma nova história.

Em 2025, a curadoria relembrou os 40 anos de democracia no país. Neste ano, a programação oficial celebra a literatura latino-americana e os seus diálogos com o Brasil.

Ao longo de nove dias, o festival literário paulistano levará para o Pacaembu mais de 250 convidados para debates, oficinas, contações de histórias, sessões de autógrafos e outras atividades totalmente gratuitas. Os três palcos da programação oficial e os três Tablados Literários da programação paralela reunirão destaques da literatura, da poesia e da não ficção brasileira e internacional.

Até o momento, já são 156 expositores confirmados, que apresentarão suas produções em estandes espalhados pelos 15 mil metros quadrados da praça Charles Miller para o público deste ano. Criada em 2022, A Feira do Livro busca trazer para o público centenas de possibilidades que um livro abre para o leitor. 

Feira do Livro
Foto: divulgação/Flávio Florido
Destaques da programação

Desde as suas primeiras edições, o castelhano e seus diferentes sotaques marcaram a programação oficial do evento. Em 2026 não será diferente. Grandes nomes e promessas literárias de países da América do Sul vão dialogar com leitores e autores brasileiros.

Da Colômbia, Pilar Quintana lança no Brasil seu aguardado novo romance, e Mario Mendoza conecta São Paulo a uma Bogotá noir.

O pensamento indígena, sempre presente na programação do festival, terá uma representante mapuche, Daniela Catrileo, do Chile. Andrés Montero, também chileno, leva ao Pacaembu a oralidade e elementos fantásticos.

A ensaísta argentina radicada no Rio de Janeiro, Paula Sibilia, reflete sobre consumo, tecnologia e subjetividade em nossos dias. A escritora Bárbara Belloc, também argentina, explora as fronteiras entre ficção, memória e loucura. 

Diretamente do Uruguai, Inés Bortagaray completa o grupo de convidados sul-americanos anunciados até o momento.

Já os fãs de thrillers, suspenses e dramas psicológicos terão grandes representantes: a irlandesa Liz Nugent, em visita inédita ao país, o já mencionado colombiano Mario Mendoza e o carioca Alberto Mussa, autor de uma história sobre um crime ambientado na Zona Norte do Rio.

Ainda na lista de convidados internacionais, o romancista italiano Sandro Veronesi se apresenta pela primeira vez na cidade, em uma rara oportunidade de encontro com seus fãs paulistanos. E a norte-americana Tracy Mann lança suas memórias dos tempos de movimento hippie na Bahia dos anos 1970.

Brasilidade

Entre os autores nacionais, teremos encontros que cruzam a ficção e a não ficção em diferentes gêneros literários, gerações, sensibilidade e origens. 

Os cariocas Ana Maria Machado e Nei Lopes e o mineiro Silviano Santiago confirmaram presença e devem repassar sua trajetória de décadas em encontros memoráveis com o público.

Na edição deste ano, o festival também vai promover encontros especiais com biógrafos de grandes figuras brasileiras. O jornalista Fernando Morais lança o segundo volume de sua biografia sobre o presidente Lula. Pedro Bial fala da vida de Isabel Salgado, estrela olímpica da seleção brasileira de vôlei. 

Adriana Negreiros apresenta sua biografia da comediante Dercy Gonçalves e o mineiro João Pombo Barlie irá conversar com o próprio biografado no palco da feira, o crítico literário Silviano Santiago.

O historiador Luiz Antonio Simas e os romancistas Jeferson Tenório e Carla Madeira, que lotaram a plateia em edições anteriores do festival, retornam este ano.

A literatura contemporânea brasileira terá um grupo relevante de autores, resultado do ótimo momento da ficção no país: Cristhiano Aguiar, Vanessa Barbara, Mariana Salomão Carrara, Noemi Jaffe, Giovana Madalosso, Chico Mattoso, Daniel Munduruku, Natércia Pontes, Lilian Sais, Bianca Santana e Natalia Timerman estão entre os confirmados.

Ian Uviedo e Maria Brant representam os estreantes na literatura brasileira. E na poesia, até o momento temos os nomes do carioca Eucanaã Ferraz e do paulista Ricardo Domeneck.

Não ficção

Entre os destaques na programação oficial, temos a jornalista Camila Appel e o educador Fernando José de Almeida, ambos com obras sobre a morte, mas por diferentes perspectivas. Maria Rita Kehl e Gabriel Tupinambá promovem o diálogo da literatura com a psicanálise.

Um dos núcleos temáticos foca na vida noturna paulistana em diferentes momentos históricos: do pioneirismo da cultura LGBTQIA+ no Ferro’s Bar, reduto da comunidade lésbica paulistana dos anos 1960, retretatado por Julia Kumpera, às cenas da disco, do rock e do bate-estaca techno dos anos 1990 e 2000 dos jornalistas Erika Palomino, Gaía Passarelli e Camilo Rocha

A veia boêmia ainda será homenageada pela ficção, nas palavras do escritor Reinaldo Moraes, que lança na edição deste ano um romance sobre noitadas sem fim em São Paulo

A antropóloga Inara Nascimento, a pesquisadora Rute Costa e a chef paulistana Bel Coelho discutem a presença indígena e negra na culinária brasileira. Januária Cristina Alves traz questões da educação midiática, o geógrafo Kauê Lopes dos Santos levanta questões sobre a desigualdade econômica, e Luiz Villares e Ricardo Abramovay falam sobre a emergência climática.

A primeira lista divulgada ainda inclui nomes de destaques nas artes visuais, como o mineiro Eustáquio Neves; nos quadrinhos, como Dani Marino e Gabriela Borges, do projeto Mina de HQ; e nas artes e ofícios do livro, como o designer paulistano Gustavo Piqueira

As mesas da programação oficial acontecem no Palco da Praça, montado no meio da feira, no Auditório Armando Nogueira e também no Espaço Rebentos. O acesso a todos os palcos é gratuito, dentro dos limites de capacidade de cada espaço, e não tem nenhum tipo de ingresso ou catraca. 

Confira todos os autores confirmados até o momento

Adriana Negreiros

Alberto Mussa

Ana Maria Machado

Andrés Montero (Chile)

Bárbara Belloc (Argentina)

Bel Coelho

Bianca Santana

Camila Appel

Camilo Rocha

Carla Madeira

Chico Mattoso

Cristhiano Aguiar

Dani Marino

Daniel Munduruku

Daniela Catrileo (Chile)

Erika Palomino

Eucanaã Ferraz

Eustáquio Neves

Fernando José de Almeida

Fernando Morais

Gabriel Tupinambá

Gabriela Borges

Gaía Passarelli

Giovana Madalosso

Gustavo Piqueira

Ian Uviedo

Inara Nascimento

Inés Bortagaray (Uruguai)

Januária Cristina Alves

Jeferson Tenório

João Pombo Barile

Julia Kumpera

Kauê Lopes dos Santos

Lilian Sais

Liz Nugent (Irlanda)

Luiz Antonio Simas

Luiz Villares

Maria Brant

Maria Rita Kehl

Mariana Salomão Carrara

Mario Mendoza (Colômbia)

Natalia Timerman

Natércia Pontes

Nei Lopes

Noemi Jaffe

Paula Sibilia (Argentina)

Pedro Bial

Pilar Quintana (Colômbia)

Reinaldo Moraes

Ricardo Abramovay

Ricardo Domeneck

Rute Costa

Sandro Veronesi (Itália)

Silviano Santiago

Tracy Mann (EUA)

Vanessa Barbara

Quais outros autores vocês querem ver na Feira do Livro deste ano? Compartilhe com a gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Novos livros para curtir o outono

 

Texto revisado por Luana Chicol

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