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Primeiras impressões de Os Testamentos: Das Filhas de Gilead

O três primeiros episódios da nova produção já estão disponíveis no streaming e destacam novas perspectivas femininas na narrativa

[Contém spoilers]

Na terça-feira (7), o Entretê teve a oportunidade de conferir com exclusividade o primeiro episódio da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, nova série do universo de Margaret Atwood e sequência de The Handmaid’s Tale (2017-2025). 

Os Testamentos Pré Estreia
Foto: divulgação/Entretetizei

A série não perde tempo em estabelecer o tom de sua narrativa. Logo em seu primeiro episódio, a nova produção deixa claro que não há qualquer intenção de suavizar o universo que consagrou The Handmaid’s Tale. Em Os Testamentos há um aprofundamento ainda mais incômodo, mas menos brutal. 

Apesar de ser uma sequência direta da sua produção original, a nova série não exige ou espera que os espectadores tenham assistido às seis temporadas da história de June. E, para isso, ela logo assume um tom didático e contextualizador nos 40 minutos de episódio.

Ela se inicia com um texto direto e perturbador, situando o espectador em Gilead e explicando a história de um sistema de controle violento, especialmente sobre os corpos femininos. Essa introdução não apenas ajuda a compreender este universo bem construído e consolidado em que a trama se passa, mas também antecipa o que está em jogo. 

Quando, ao final do último texto na tela, as palavras são apagadas, restando apenas mulheres históricas, a atitude revela o eixo central da narrativa: a história é delas, ainda que construída sob dor, opressão e resistência.

O episódio mergulha sem hesitação em temas profundamente sensíveis. Abuso sexual e estupro são expostos de forma crua, sem qualquer tentativa de amenização. E o desconforto? É intencional e necessário. Há uma sensação constante de que o horror apresentado não pertence apenas à ficção, mas dialoga com estruturas muito reais, ainda presentes no mundo contemporâneo.

A narrativa deixa claro uma lógica completamente absurda e perversa em que homens são retratados como constantemente tentados, incapazes de exercer autocontrole – uma justificativa distorcida que sustenta a opressão feminina. A obra revela que, apesar da moralidade rigorosa pregada, a liderança de Gilead é cheia de homens que abusam. E as mulheres aprendem rapidamente a temer essa natureza masculina, sendo ensinadas que são responsáveis por evitar o pecado dos homens. 

Os Testamentos
Foto: divulgação/Disney+
O universo de Gilead

Essa história se passa em Gilead, um regime totalitário que controlou boa parte dos EUA. A queda da taxa de natalidade mundial gerou pânico e a violenta ascensão de Gilead. Havia um pequeno grupo de resistência, mas Gilead subjugava a população principalmente as mulheres.

As mulheres, governadas por uma fé rígida, eram despojadas de bens e direitos.

Mesmo as jovens mais privilegiadas, as filhas dos Comandantes, eram submetidas à violência. Essas mulheres promoveriam mudanças históricas.

O universo é apresentado de maneira clara, com explicações orgânicas sobre suas hierarquias, relações de poder e conflitos. Diferente do que parte do público poderia esperar após os acontecimentos da série original, Os Testamentos deixa claro que Gilead não foi derrotada, apenas tensionada. O regime segue operando, mantendo mulheres sob estruturas de violência e controle, o que amplia a sensação de continuidade do horror, e não de resolução.

A resistência Mayday, da qual June fazia parte, ainda luta para derrubar o governo e restaurar os Estados Unidos, e os combates armados aterrorizam algumas áreas do país, fazendo com que a segurança em torno das jovens seja muito pesada. 

Soma-se a isso a repressão natural de Gilead, o que deixa as jovens ainda mais aprisionadas. Manter amizades era altamente mal visto, o distanciamento incentivado. Na visão dos Comandantes, amizades entre mulheres podem resultar em traição e, principalmente, questionamentos.

Na nova série acompanhamos a primeira geração que cresceu inteiramente sob o regime de Gilead. Jovens, como Agnes, não conheceram o que existiu antes. Mas, ainda assim, há uma inquietação feminina dentro desse sistema. As mulheres não estão satisfeitas, e isso fica ainda mais claro em pequenos gestos, olhares e, principalmente, em figuras que despertam curiosidade, como as Pérolas.

As garotas pérolas são uma classe de missionárias jovens de Gilead que usam vestidos perolados, chapéus brancos e pérolas. Elas viajam para o exterior, como o Canadá, para recrutar mulheres e espalhar a propaganda, retratando Gilead como uma utopia, embora Tia Lydia as use como ferramenta de espionagem – e isso aqui é muito importante.

Os Testamentos
Foto: divulgação/Disney+

Daisy, uma garota pérola recém introduzida no grupo de violetas – garotas que estavam apenas esperando seu período menstrual chegar para poderem se tornar esposas –, surge como um ponto de ruptura. Daisy cresceu em um país livre, no Canadá, e logo percebe que estes excessos que ocorrem em Gilead estão longe de serem normais. Sua posse de um rádio e a capacidade de captar mensagens codificadas reforça a existência de uma rede clandestina de comunicação e resistência.

Em um dos momentos mais impactantes do episódio, surge a conexão direta com a obra original. A aparição de Elisabeth Moss não apenas surpreende, mas também reafirma sua importância dentro desse universo e traz uma reflexão muito simples: June não terminou de contar sua história.

Os Testamentos
Foto: divulgação/Disney+

Com uma estreia intensa, provocadora e estrategicamente construída, Os Testamentos se estabelece como uma expansão ainda mais incisiva de um mundo que nunca deixou de ser assustadoramente possível. Grande parte da opressão ocorre fora da visão do espectador, por estar focado na vida das jovens, e isso dá espaço para que a série trabalhe questões que vão além da rebelião de June.

A resistência ainda é importante, mas os combates e torturas dão lugar à descoberta da vida adulta destas jovens, mesmo que dentro de um sistema extremamente abusivo. O spin-off reconta as histórias de The Handmaid’s Tale com um olhar mais juvenil, mas não menos crítico e relevante. Afinal, a narrativa ainda é movida pela luta e eventual derrota de Gilead.

Os três primeiros episódios já estão disponíveis no Disney+. Novos episódios toda quarta-feira.

Quais são suas teorias a respeito de Os Testamentos? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Os Testamentos: o que você precisa saber antes de assistir a série

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Livros Notícias

Lançamento Intrínseca: novo livro de Jennette McCurdy provoca com história polêmica

Metade da Idade Dele marca a estreia da autora na ficção após o sucesso de seu best-seller autobiográfico

A Intrínseca publica, em abril, o romance de estreia de Jennette McCurdy, autora do best-seller Estou Feliz que Minha Mãe Morreu (2022) – publicado no Brasil pela Editora nVersos – e estrela de séries de sucesso. Recém-lançado nos Estados Unidos e recebido com entusiasmo pela crítica – com direito a elogios do The New York Times, que destaca a autora como uma cronista afiada da adolescência feminina desiludida –, Metade da Idade Dele (2026) é um denso estudo de personagem sobre uma jovem de 17 anos disposta a ignorar todos os obstáculos para ser vista, desejada e amada.

A história acompanha Waldo, que é insaciável: direta, ingênua, impulsiva, solitária, inteligente, irritável, determinada, magoada, perspicaz e cheia de desejos. O maior deles é o sr. Korgy, seu professor de escrita criativa, um homem com esposa, filho, hipoteca, contas a pagar, sonhos deixados para trás, roupas sem graça e uma barriga cada vez mais evidente.

Foto: reprodução/Entre Séries

Ela não sabe exatamente por que o deseja. Seria a paixão dele pelo que faz? Sua experiência de vida? O repertório de livros, filmes e referências que ela ainda não conhece? Ou algo mais profundo, enraizado na conexão improvável entre os dois, nas personalidades afins, na forma semelhante como enxergam o mundo? Talvez seja simplesmente o fato de que ele a vê de verdade e isso, por si só, já seja o suficiente.

Com uma escrita inteligente, ácida e emocional, McCurdy aborda temas delicados de forma crua, mas profundamente empática, construindo uma narrativa impossível de ignorar. Surpreendentemente perspicaz e equilibrando com precisão humor e melancolia, Jennette McCurdy entrega um romance ágil e deliberadamente perturbador sobre desejo, solidão e as narrativas que construímos para justificar aquilo que a sociedade insiste em condenar.

Sobre a autora
Foto: divulgação/Victoria Stevens

Jennette McCurdy é autora de Estou Feliz que Minha Mãe Morreu, vencedor do Alex Award, da American Library Association, em 2023, e do Goodreads Choice Awards, na categoria Memória e Autobiografia, em 2022. O livro alcançou o primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times, onde permaneceu por mais de 90 semanas. Publicado em mais de 30 países, já vendeu mais de quatro milhões de exemplares.

McCurdy também é criadora, roteirista, produtora-executiva e showrunner da futura série da Apple TV+, inspirada em sua obra autobiográfica, produzida pela LuckyChap, de Margot Robbie, e estrelada por Jennifer Aniston. Metade da Idade Dele marca sua estreia na ficção.

Foto: divulgação/nVersos/Entretetizei

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Leia também: Abril na Intrínseca: confira os principais lançamentos

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura asiática Notícias

Japan House São Paulo tem programação dedicada à carpintaria japonesa

Instituição promove encontros que dialogam com a exposição em cartaz e com o respeito às tradições nipônicas e à natureza durante o mês de abril

 

Fãs da cultura japonesa, atenção! Em abril, a Japan House São Paulo convida o público a se aprofundar no contato com a cultura japonesa por meio de atividades gratuitas. Em visitas guiadas, encontros com especialistas, oficinas infantis e encontros literários, a instituição amplia o diálogo proposto pela exposição Imbuídos das forças das florestas do Japão – Mestres da carpintaria: habilidade e espírito, que está em cartaz no térreo até 3 de maio.

Nas quartas e quintas de abril, sempre às 15h, o público pode participar das visitas guiadas pela equipe do Educativo da Japan House para conhecer mais sobre a carpintaria tradicional japonesa, os aspectos espirituais da prática e as ferramentas utilizadas pelos carpinteiros responsáveis por criar os templos, santuários e as casas de chá.

A exposição também conta com uma réplica em escala real da Casa de Chá Sa-an, construída em 1742, e detalhes do Tōindō, um salão dentro do complexo do templo Yakushi-ji, e uma instalação imersiva que captura os aromas e texturas de diferentes espécies de árvores utilizadas na carpintaria. 

No dia 8 de abril, às 19h, em um encontro virtual no Zoom, a programação apresenta a palestra Explorando as ferramentas de marcenaria e carpintaria japonesa com Rodrigo Matsuda. Para participar do bate-papo, é necessária inscrição prévia pelo Sympla.

Foto: divulgação/Japan House

A JHSP também apresenta a palestra Tempo e paciência: a filosofia de Morito Ebine, mestre da madeira, no dia 14 de abril, às 14h. Neste encontro presencial, com mediação da designer Julia Krantz, o marceneiro japonês Morito Ebine, radicado no Brasil há 35 anos, compartilha sua trajetória na marcenaria e a maneira como contribuiu com a expansão das práticas nipônicas no país através do ensino. É possível realizar inscrições prévias pelo site Bilheteria Express

Para as crianças, acontecerá a oficina infantil Elementos da casa de chá em miniatura, no dia 26 de abril, em duas sessões: às 10h30 e às 14h30. Os pequenos serão convidados a construir miniaturas de elementos característicos das casas de chá japonesas. Para participar, é necessária uma inscrição prévia pelo site Bilheteria Express.

Foto: divulgação/Japan House

Já no campo literário, o Ciclo de Mangá do mês discute a obra Mushishi, da autora Yuki Urushibara, no dia 25, às 15h. O encontro é presencial, e os participantes poderão conhecer mais sobre a visão espiritual japonesa presente na obra, e a reverência, ofício e equilíbrio também presentes na base do trabalho dos carpinteiros tradicionais japoneses. Os interessados devem se inscrever pelo link disponibilizado no site da JHSP.

E encerrando o mês, no dia 30 de abril, às 19h, o Clube de Leitura Japan House São Paulo + Quatro Cinco Um discute o livro Guerra de Gueixas, de Nagai Kafū. Publicada no início do século XX no jornal literário Bunmei, a obra narra a trajetória de Komayo, uma gueixa que retorna ao ofício após a viuvez, explorando relações afetivas e sociais em um contexto urbano em transformação. Para participar do encontro online, é necessário realizar uma inscrição prévia pelo Sympla. Os participantes do Clube podem adquirir o livro com 30% de desconto no site da Estação Liberdade, com o cupom JHSP451ABR26, válido até 2 de maio.

 

É tanto evento bom que fica até difícil escolher! Vai participar de algum? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Centro Cultural Coreano abre inscrições para cursos de cultura tradicional em São Paulo

 

Texto revisado por Cristane Amarante

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Cinema Notícias

100 Noites de Desejo ganha trailer oficial e cartaz

Estrelado por Emma Corrin, Nicholas Galitzine e Maika Monroe, filme chega aos cinemas em junho

A temporada de lançamentos cinematográficos de 2026 acaba de ganhar mais um nome. Foram divulgados o primeiro trailer e o cartaz oficial de 100 Noites de Desejo, produção que chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de junho e promete atrair o público com um elenco repleto de nomes em ascensão em Hollywood.

Pôster do filme 100 Noites de Desejo
Foto: divulgação/Paris Filmes

Na trama, a inocente noiva Cherry (Maika Monroe) está em um relacionamento infeliz com um parceiro negligente. Vivendo em uma área isolada, sua única companhia é a de sua criada, Hero (Emma Corrin). No entanto, a chegada de um hóspede encantador (Nicholas Galitzine) coloca à prova a dinâmica entre os moradores do castelo, gerando tensões e reviravoltas.

Confira o trailer:

O filme é uma adaptação do livro As 100 Noites de Hero, da autora Isabel Greenberg. Nas telas, a história ganha vida a partir de um trio de protagonistas: Emma Corrin (The Crown, 2016–2023), Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, 2024) e Maika Monroe (Corrente do Mal, 2014).

O longa conta ainda com Amir El-Masry, Charli XCX, Richard E. Grant e Felicity Jones no elenco secundário. A direção é de Julia Jackman, que também assina o roteiro.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

 

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Notícias

Anne Hathaway domina 2026 com 5 estreias e prova por que é uma das maiores estrelas de Hollywood

De épico dirigido por Christopher Nolan a sequência de clássico da moda, atriz passeia por todos os gêneros no cinema este ano

Anne Hathaway vive um dos momentos mais impressionantes de sua carreira em 2026. A atriz estreia nada menos que cinco filmes ao longo do ano. Com lançamentos que começam já em abril e seguem até outubro, a atriz dominará as telonas com projetos que vão do thriller psicológico à ficção científica, passando por musical, comédia e épico mitológico. Um feito raro até mesmo para grandes nomes da indústria.

Com uma agenda que poucos astros conseguiriam sustentar, Hathaway se consolida como um dos nomes mais versáteis de Hollywood, transitando entre grandes estúdios e produções autorais em um único ano.

A maratona começa com Mother Mary, que estreia em 24 de abril nos cinemas brasileiros. Produzido pela A24 e dirigido por David Lowery, o longa é descrito como um thriller pop-psicossexual. Na trama, Hathaway interpreta uma cantora que reencontra sua ex-melhor amiga às vésperas de um grande retorno. Um encontro que expõe feridas profundas e nada resolvidas. O elenco ainda traz Michaela Coel (I May Destroy You, 2020), Hunter Schafer (Euphoria, 2019) e FKA twigs (Grammy de Melhor Álbum de Dance ou Eletrônica, 2026). Um dos destaques é a trilha sonora original, com músicas interpretadas pela própria atriz.

Foto: reprodução/Lorena

Poucos dias depois, em 30 de abril, chega aos cinemas O Diabo Veste Prada 2, sequência de um dos maiores clássicos da cultura pop dos anos 2000. Sob direção de David Frankel (Beleza Oculta, 2016) e roteiro de Aline Brosh McKenna, o filme marca o retorno de Meryl Streep (eterna Miranda), Emily Blunt (Um Lugar Silencioso, 2018) e Stanley Tucci (Jogos Vorazes, 2012). A história acompanha Miranda Priestly enfrentando mudanças no mercado editorial e entrando em conflito com sua ex-assistente Emily, agora uma poderosa executiva.

Foto: reprodução/Inmagazine

Em julho, Hathaway integra o que já é considerado um dos projetos mais ambiciosos da década: A Odisseia, dirigido por Christopher Nolan (Oppenheimer, 2023) e baseado na obra clássica de Homero. Com estreia marcada para 16 de julho, o épico traz Matt Damon (Perdido em Marte, 2015) como Odisseu, enquanto Hathaway interpreta Penélope. O elenco ainda inclui Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, 2021), Zendaya (Duna, 2021) e Charlize Theron (Uma Saída de Mestre, 2003). Filmado em locações internacionais e com tecnologia IMAX, o longa promete grandiosidade visual e narrativa.

Foto: reprodução/Tracklist

Na sequência, em 13 de agosto, a atriz mergulha no terror com The End of Oak Street. Dirigido por David Robert Mitchell (Corrente do Mal, 2014) e produzido por J. J. Abrams (Star Wars: A Ascensão Skywalker, 2019), o filme acompanha uma família que vê seu bairro ser transportado para um local desconhecido após um evento cósmico. No elenco, Hathaway divide cena com Ewan McGregor (O Impossível, 2012).

Foto: reprodução/Variety

Encerrando o ano, em 2 de outubro, estreia Verity, adaptação do best-seller de Colleen Hoover. Dirigido por Michael Showalter (Uma Ideia de Você, 2024), o thriller psicológico traz Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza, 2015) no papel de uma escritora que descobre segredos perturbadores ao tentar finalizar a obra de uma autora misteriosa, interpretada por Anne Hathaway. O elenco ainda conta com Josh Hartnett (40 Dias e 40 Noites, 2002).

Foto: reprodução/siteRollingStones

Aos 43 anos, a atriz nova-iorquina vive um momento em que talento, escolha de projetos e timing se alinham perfeitamente. Não é exagero dizer que, por alguns meses, o cinema mundial parece girar em torno dela. Se você piscar, vai ter um novo filme de Anne Hathaway em cartaz.

Quem aí já escolheu qual vai assistir primeiro? Conta pra gente, porque a gente, sinceramente, vai em todos! E pra não perder nenhuma estreia, curiosidade ou novidade do cinema, siga nossas redes sociais: Facebook, Instagram e X.

Leia também: O Diabo Veste Prada 2: tudo sobre o filme do ano

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Livros Notícias

MEC Livros amplia acesso à leitura e reforça políticas públicas no Brasil

Plataforma gratuita reúne obras clássicas e contemporâneas em biblioteca digital aberta

O consumo de livros avançou no Brasil em 2025 e os dados ajudam a entender por que iniciativas públicas de leitura se tornam cada vez mais estratégicas. De acordo com a pesquisa da Câmara Brasileira do Livro, 18% da população com 18 anos ou mais adquiriu ao menos um livro nos últimos 12 meses, um crescimento de dois pontos percentuais em relação a 2024. Na prática, isso representa cerca de três milhões de novos leitores no período. 

Embora o avanço seja significativo, ele também evidencia um desafio estrutural: o acesso ao livro ainda é desigual no país. Nesse cenário, políticas públicas voltadas à democratização da leitura não apenas acompanham esse crescimento, como podem ser determinantes para ampliá-lo.

É nesse contexto que iniciativas como o MEC Livros ganham relevância, e foi a partir dessa perspectiva que o Clube do Livro do Entretê apurou o funcionamento da plataforma, explorou seu catálogo e analisou seu papel no incentivo à leitura. Mais do que uma biblioteca digital, a iniciativa se revela como uma ferramenta concreta de acesso, formação e incentivo em escala nacional.

O que é o MEC Livros?
Foto: reprodução/Instagram @lulaoficial

A biblioteca digital do Brasil é uma iniciativa do Governo Federal que amplia o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital. A plataforma reúne tanto títulos em domínio público quanto obras contemporâneas licenciadas, formando um acervo que dialoga com diferentes perfis de leitores.

Coordenado pelo Ministério da Educação, o projeto conta com a participação de instituições parceiras do campo do livro, da leitura e da literatura. Seu catálogo é estruturado a partir de critérios que priorizam diversidade literária, cultural e linguística – um ponto central para ampliar não apenas o acesso, mas também a representatividade dentro das leituras disponíveis. 

Segundo o próprio MEC, as obras contemporâneas que ainda não estão em domínio público, passam por um processo de curadoria técnica e contam com autorização dos detentores de direitos autorais. A seleção segue critérios que valorizam a diversidade literária, cultural e linguística, ampliando o alcance e a representatividade do acervo.

Mais do que uma coleção digital, o MEC Livros se posiciona como ferramenta educacional. O acervo inclui obras voltadas ao apoio pedagógico, atendendo estudantes, professores e pesquisadores, especialmente no contexto da educação básica.

O que é possível encontrar na plataforma
Foto: reprodução/Diário do Nordeste

Com mais de 7 mil títulos disponíveis, o catálogo do MEC Livros é pensado para equilibrar formação e fruição. Entre os destaques, estão clássicos da literatura brasileira e internacional, além de uma ampla seleção de obras contemporâneas. Essa variedade se reflete na diversidade de gêneros e autores: o leitor pode transitar entre romances, ensaios e diferentes vertentes literárias – incluindo nomes como Han Kang, laureada com o Prêmio Nobel de Literatura em 2024. A presença de autores contemporâneos amplia o alcance da plataforma e aproxima o acervo de debates atuais.

A experiência de leitura também segue a lógica de bibliotecas tradicionais. Cada obra pode ser acessada por um período de 14 dias, com possibilidade de renovação caso a leitura não seja concluída nesse prazo, sendo que só é possível emprestar um livro por vez. Durante esse tempo, o usuário pode fazer anotações e grifar trechos, o que reforça o uso da plataforma tanto para estudo quanto para leitura por interesse pessoal. Há também um limite de exemplares disponíveis por título e, caso todos estejam emprestados, o usuário pode entrar em uma fila de espera para acessar a obra após a devolução.

Foto: divulgação/Entretetizei
Foto: reprodução/MSN

A leitura acontece diretamente no site, que oferece recursos de personalização, como ajuste de fonte, tamanho do texto e cor de fundo, tornando a experiência mais acessível e adaptável a diferentes perfis de leitores.

Além disso, a organização do conteúdo facilita a navegação e o uso em contextos educacionais. Professores podem utilizar o acervo como suporte em sala de aula, integrando a leitura a práticas pedagógicas mais amplas.

Como acessar o MEC Livros
Foto: reprodução/Clic Camaquã

O acesso ao MEC Livros é público e gratuito. A leitura das obras ocorre diretamente na plataforma digital mediante login com conta gov.br – o que garante integração com outros serviços públicos e maior segurança no uso.

Na prática, isso significa que qualquer pessoa com acesso à internet pode utilizar a biblioteca, sem custos. Em um país onde o preço do livro ainda é um fator limitante para grande parte da população, essa característica é central para o alcance da iniciativa.

Por dentro da plataforma do MEC Livros
Foto: divulgação/Entretetizei

O Clube do Livro do Entretê também navegou pela plataforma para entender, na prática, como funciona a experiência do usuário, e o resultado é consistente com a proposta de democratização.

Um dos pontos mais evidentes é a variedade do acervo. Há uma preocupação clara em contemplar diferentes públicos, incluindo literatura infantil – como Amoras (2018), do Emicida – e obras voltadas à comunidade LGBTQIAP+ – como Enquanto Eu Não Te Encontro (2021), do brasileiro Pedro Rhuas –, o que reforça o compromisso com diversidade e representatividade.

A navegação é intuitiva e de fácil compreensão, o que torna o uso acessível para diferentes faixas etárias, inclusive para quem não tem familiaridade com plataformas digitais. O acervo é organizado em seções como Em Alta, Best-sellers e Autores Clássicos Brasileiros, além de permitir a exploração por categorias – com indicação da quantidade de títulos disponíveis em cada uma.

Foto: divulgação/Entretetizei
Foto: divulgação/Entretetizei

Outro destaque é a personalização da experiência. A aba Minha Estante reúne os livros em leitura, já lidos, favoritos e títulos salvos, enquanto o espaço Meu Progresso apresenta métricas como livros concluídos, tempo de leitura, páginas lidas e dias seguidos de acesso. Esses recursos aproximam a plataforma de aplicativos de leitura já consolidados, incentivando a continuidade do hábito.

Apesar dos pontos positivos, a experiência não é isenta de falhas. Durante a navegação, o Clube do Livro do Entretê identificou algumas limitações na plataforma, especialmente na versão via navegador. O botão de grifar, por exemplo, não está disponível nesse formato, o que restringe parte das funcionalidades de leitura ativa. Também há certa dificuldade no processo de devolução dos livros, que não é tão intuitivo quanto o restante da navegação. Além disso, a barra de pesquisa não exibe todos os títulos do acervo, o que pode dificultar a localização de obras específicas. Ainda que não comprometam o uso geral, esses pontos indicam ajustes necessários para aprimorar a experiência do usuário.

Por que iniciativas como essa importam?
Foto: reprodução/Instagram @lulaoficial

O crescimento no consumo de livros no Brasil não acontece de forma isolada. Ele está diretamente ligado a fatores como renda, escolaridade e acesso – e é justamente nesse ponto que políticas públicas fazem diferença.

Historicamente, o acesso à literatura em sua totalidade esteve concentrado em uma parcela mais privilegiada da população. O custo dos livros, a distribuição desigual e a ausência de equipamentos culturais em diversas regiões contribuíram para transformar a leitura em um hábito, muitas vezes, associado a uma elite.

Projetos como o MEC Livros atuam diretamente na tentativa de reverter esse cenário. Ao oferecer um acervo gratuito, digital e diverso, a iniciativa reduz barreiras e amplia o contato com a leitura em contextos onde ele antes era limitado ou inexistente.

Além disso, o impacto vai além do hábito de leitura. O acesso ao livro está associado ao desenvolvimento do pensamento crítico, à ampliação de repertório cultural e ao fortalecimento da educação como um todo.

Ao conectar tecnologia, educação e cultura, o MEC Livros se insere em uma estratégia mais ampla de formação de leitores. Em um país que ainda enfrenta desafios para consolidar esse hábito, iniciativas como essa não são apenas complementares, são fundamentais para transformar o acesso à leitura em um direito efetivo.

Você já fez alguma leitura pelo MEC Livros? Conta pra gente a sua experiência através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Especial | O que a ficção revela sobre envelhecer: leituras que conversam com o ENEM 2025

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

 

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Cinema Notícias

Marisa Monte grava faixa exclusiva para Velhos Bandidos

Interpretação da faixa What a Wonderful World integra trilha sonora do filme dirigido por Claudio Torres

A cantora e compositora Marisa Monte é responsável por um dos momentos mais marcantes de Velhos Bandidos, filme que já está em cartaz nos cinemas de todo o país, ao gravar uma versão de What a Wonderful World, clássico eternizado por Louis Armstrong especialmente para a produção.

A faixa, que ganhou novos arranjos assinados pelo maestro Carlos Trilha responsável pelos arranjos e supervisão musical da comédia , harpeja em uma das cenas mais emblemáticas do longa, logo no momento em que o quarteto de protagonistas visualiza a execução de um ousado assalto a banco.

Velhos Bandidos
Foto: divulgação/Paris Filmes

Dirigido por Claudio Torres, Velhos Bandidos apresenta a história do casal Marta (Fernanda Montenegro) e Rodolfo (Ary Fontoura), que decide colocar em prática um ambicioso plano de assalto. Para isso, eles se unem aos personagens Nancy (Bruna Marquezine) e Sid (Vladimir Brichta).

Com um elenco de peso, o filme ainda conta com participações especiais, como Lázaro Ramos, Reginaldo Faria, Vera Fischer, Tony Tornado e Nathalia Timberg, entre outros. 

Velhos Bandidos
Foto: reprodução/Paris Filmes

Já em exibição nos cinemas, Velhos Bandidos combina humor, ação e um toque de nostalgia reforçado pela participação especial da musicista Marisa Monte na trilha sonora. Confira abaixo o trailer do longa!

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Leia também: House Tour: Sabrina Carpenter lança novo videoclipe

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cinema Cultura turca Notícias Sem categoria

Atrizes de A Agência se reencontram em novo projeto

Famosas por atuarem juntas em A Agência, Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder voltam a contracenar em novo filme

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder, dupla que conquistou o carinho do público de A Agência (Menajerimi Ara, 2020) pela química na contracenação, se reencontram seis anos depois em um novo projeto.

Desta vez, as atrizes conhecidas pelos papéis de Dicle e Feris na comédia da Star TV mergulham em uma história de drama, com uma narrativa sobre as verdades ocultas por trás do silêncio. 

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder em A Agência
Foto: reprodução/Dizilah

Sükût (tradução livre: Silêncio), inicialmente criado para ser um projeto de conclusão de curso de um diretor de apenas 23 anos, conquistou uma equipe engajada e uma crença coletiva. O time decidiu transformar o TCC de Serhan Erbaş em um filme, com atuações marcantes e uma história que promete impressionar os telespectadores.

O elenco ainda conta com nomes como Enes Aydın, Orhan Öztokat, Zeynep Deniz Kayışdağ, Derya Kandil e Defne Saatçi. Já a premiada Merve Dizdar, que atuou em Kral Kaybederse (2025), participa da produção como atriz convidada.

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder celebram reencontro 

Na nova edição da revista HELLO! Türkiye, as duas protagonistas compartilham a emoção de trabalharem juntas novamente após tanto tempo. Canan relembrou a parceria com a colega, dizendo que desde A Agência, em 2020, as duas cultivam uma relação de mãe e filha. 

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder na leitura do roteiro do novo projeto
Foto: reprodução/Instagram @thesilenceshortfilm

“Anos depois, mostramos uma relação de mãe e filha mais melancólica. Eu sempre atuaria com Ahsen. O espírito transparente dela é o melhor presente que posso encontrar em uma parceira de cena”, afirmou a atriz.

Ahsen Eroğlu também destacou a conexão entre as duas. “Com certeza sentimos muita falta de atuar juntas. Eu já admirava a Canan tanto como atriz quanto pela pessoa que ela é, e poder compartilhar essa experiência novamente, agora com uma personagem diferente, foi algo extraordinário para mim”, declarou.

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Leia também: Novelas turcas: Yargı e A Agência chegam com exclusividade na TV brasileira

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Livros Notícias

O livro Sozinha, de Keka Reis, será adaptado para o cinema

Romance será levado às telas em produção nacional que aposta na força emocional da narrativa sobre luto, culpa e amadurecimento

O diálogo com a literatura contemporânea no cinema brasileiro segue crescendo e, desta vez, o romance juvenil Sozinha (2022), da escritora Keka Reis, será adaptado para as telas. O projeto promete transformar uma história íntima em uma experiência coletiva e sensível no audiovisual.

Um dos pontos chaves nessa adaptação será a participação da autora, que trabalhará diretamente com o roteiro ao lado de Mirtes Santana, o que reforça a intenção de preservar a essência da obra original. 

Keka Reis
Foto: reprodução/Tribuna de Minas
Uma história sobre culpa, perda e crescimento

Publicado originalmente para o público jovem em 2022, Sozinha acompanha a história de Rosa, uma adolescente de 15 anos marcada por uma relação intensa e conflituosa com sua mãe, Julieta

Quando Julieta morre repentinamente após um aneurisma, a narrativa ganha contornos dramáticos e muda completamente o rumo da vida da protagonista. O peso emocional ainda é intensificado quando percebemos que, pouco antes da morte de sua mãe, durante uma discussão, Rosa havia desejado que ela morresse.

A partir desse ponto, a obra mergulha no luto, na culpa e no amadurecimento precoce da personagem, construindo uma jornada emocional que dialoga diretamente com experiências reais de muitos jovens leitores.

livro Sozinha
Foto: divulgação/Gutenberg

Sozinha chega aos cinemas como uma oportunidade de transformar uma dor individual em uma experiência coletiva. Ao levar para as telas uma história com o peso emocional da trama de Keka Reis, o filme tem potencial para, além de emocionar, provocar reflexões profundas sobre relações familiares e crescimento pessoal.

O projeto está em fase de desenvolvimento e a produção ficará por conta das empresas +Galeria e Chatrone, nomes já atuantes no mercado audiovisual.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Notícias

5 filmes de casamento para assistir em preparação para O Drama

O novo filme estrelado por Zendaya e Robert Pattinson chega aos cinemas do Brasil em 9 de abril

O Drama é o novo longa-metragem da A24 que estreia nos cinemas brasileiros dia 9 de abril. Com Zendaya e Robert Pattinson como protagonistas, o filme chama bastante atenção online mesmo antes de sua estreia oficial, e não é só por essa combinação de atores principais.

A história que, à primeira vista, pode parecer uma comédia romântica contém reviravoltas que estão deixando os fãs ansiosos, muitos fugindo dos possíveis spoilers desde que começaram as sessões especiais, uma semana antes do lançamento oficial do filme no Brasil. 

Escrito e dirigido por Kristoffer Borgli, O Drama conta a história do casal Emma (Zendaya) e Charlie (Robert Pattinson) que tem seu relacionamento feliz abalado por um segredo chocante às vésperas de se casarem. 

O que você faria se descobrisse, logo antes do seu casamento, a pior coisa que a pessoa com quem você vai se casar já fez? 

Assista ao trailer de O Drama

Por isso, nesse clima de romance (talvez) e muito drama (garantido!), o Entretê trouxe uma lista de 5 filmes sobre casamento para você assistir, ou reassistir, enquanto espera a estreia de O Drama. Confira: 

Noivas em Guerra
Foto: reprodução/Netflix

Emma (Anne Hathaway) e Liv (Kate Hudson) são melhores amigas que compartilham o sonho de casar no Plaza Hotel. Mas a amizade inseparável é colocada à prova quando, sem querer, elas marcam seus casamentos na mesma data e no mesmo local. Quando nenhuma quer ceder, elas passam a fazer de tudo para sabotar a cerimônia uma da outra. 

Apesar da comédia romântica acompanhar essa grande briga entre amigas enquanto duas cerimônias de casamento são planejadas ao mesmo tempo, o filme é uma verdadeira lição sobre a importância da amizade e do amor platônico, porque uma alma gêmea não precisa estar sempre em um par romântico. 

O filme está disponível no Disney+.

Mamma Mia!
Foto: reprodução/Prime Video

A noiva Sophie (Amanda Seyfried) não sabe quem é seu pai. E, na esperança de finalmente conhecê-lo, ela convida três ex-namorados de sua mãe Donna (Meryl Streep) para sua cerimônia de casamento em uma ilha grega paradisíaca. 

Em uma comédia musical com músicas da banda ABBA, esse clássico do cinema conta com outros grandes nomes como Pierce Brosnan, Colin Firth, Stellan Skarsgård, Christine Baranski e Julie Walter em seu elenco. 

O musical pode ser encontrado na Netflix.

O Casamento do Meu Melhor Amigo
Foto: reprodução/Sony Pictures

Julianne (Julia Roberts) e Michael (Dermot Mulroney), ex-namorados e melhores amigos, têm um combinado de se casarem se ambos continuarem solteiros até os 28 anos. Às vésperas da fatídica data, Michael anuncia que está prestes a se casar com outra. Julianne se descobre apaixonada por Michael e aceita o convite para ser madrinha, mas com a intenção de reconquistar o noivo antes do casamento acontecer. 

Esse é um clássico das comédias românticas queridinho de muitos. A obra de 1997 recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Trilha Sonora e teve sua sequência confirmada no ano passado, com o roteiro em desenvolvimento nas mãos de Celine Song, indicada ao Oscar por Vidas Passadas (2023) e escritora/diretora de Amores Materialistas (2025). 

O filme está disponível para aluguel no Youtube e Prime Video.

O Diário da Princesa 2: Casamento Real 
Foto: reprodução/Disney Plus

Nessa sequência do famoso O Diário da Princesa, Mia (Anne Hathaway) volta para Genovia após formar-se em Princeton. Quando chega, a avó de Mia informa à neta que, para se tornar rainha, ela precisa estar casada no prazo de 30 dias. 

Dividida entre amor e dever, Mia passa a ter sentimentos conflituosos sobre o homem que poderia estar tentando roubar sua coroa enquanto também reflete sobre suas obrigações reais e o quão justas elas realmente são. 

A história pode ser assistida no Disney+.

Quatro Casamentos e um Funeral
Foto: reprodução/Netflix

No casamento de um amigo, Charles (Hugh Grant), conhecido por sua dificuldade em assumir relacionamentos, conhece Carrie (Andie MacDowell) e se apaixona. Porém, logo em seguida ela retorna aos Estados Unidos acabando com as esperanças de Charles e deixando uma situação entre eles que só será esclarecida outros três casamentos e um funeral depois. 

A comédia romântica de 1994 é mais um clássico do gênero e levou quatro Prêmios BAFTA de Cinema em 1995, sendo eles Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção e Melhor Filme. 

O título está disponível para aluguel no Prime Video.

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Texto revisado por Luana Chicol

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