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a.maria estreia na DW! e transforma a cultura canábica em objeto de desejo no design brasileiro

Marca aposta em peças autorais, produção artesanal e experiências sensoriais para conectar sofisticação, sustentabilidade e novos comportamentos de consumo

A relação entre design e comportamento ganha um novo capítulo no Brasil com a estreia da a.maria Cannabis & Companhia na DW! Semana de Design de São Paulo. Em um dos mais importantes eventos criativos da América Latina, a marca apresenta uma coleção que propõe um olhar inédito sobre a cultura canábica, transformando objetos ligados ao ritual de consumo em peças de design autoral, sofisticadas e carregadas de significado.

Fundada por Nathalia Cajueiro e Raphaella Faria, a a.maria surge em um momento em que tanto o mercado de design quanto o setor da cannabis vivem uma fase de expansão global. A proposta da marca é ocupar justamente o espaço de convergência entre esses dois universos, traduzindo novos hábitos e valores em objetos que unem estética, funcionalidade e consciência ambiental.

Mais do que criar acessórios, a marca busca ressignificar símbolos historicamente associados à marginalização. Ao incorporar materiais sustentáveis, produção artesanal e linguagem contemporânea, a a.maria reposiciona a cannabis dentro de uma narrativa de design, cultura e estilo de vida.

“O desejo era integrar a cannabis ao cotidiano com beleza, legitimidade e sofisticação. Quando transformamos um estigma em linguagem estética, criamos também uma oportunidade de negócio e de mudança cultural”, afirma Nathalia Cajueiro, cofundadora da marca.

Para Raphaella Faria, o diferencial está na capacidade de conectar mercados que, apesar de distintos, compartilham valores contemporâneos. “Estamos inseridas em dois segmentos em crescimento — o design autoral e a cannabis — mas nosso trabalho vai além dessa soma. Criamos peças que dialogam com comportamento, sustentabilidade e uma nova percepção de luxo, mais consciente e menos óbvia”, destaca.

a.maria
Foto: divulgação/a.maria

Entre os destaques apresentados durante a DW! está o Cubo Mágico, uma peça que organiza os elementos do ritual canábico em uma composição escultórica e funcional. A coleção também inclui uma tote bag produzida em cânhamo, reforçando o compromisso da marca com materiais regenerativos e de menor impacto ambiental.

A experiência proposta pela a.maria vai além dos objetos. Em parceria com a AESTHÉ Multissensorial, a marca desenvolveu velas aromáticas inspiradas em strains clássicas, criando conexões sensoriais que ampliam a relação do usuário com o ambiente. Completam a coleção peças como o Cinzeirão, o Cisqueiro e o irreverente High Kitsch, que transitam entre utilidade, arte e provocação estética.

A chegada da a.maria ao circuito do design autoral reflete uma mudança mais ampla no comportamento do consumidor. Em um cenário onde autenticidade, propósito e identidade ganham protagonismo, o luxo deixa de estar associado apenas à exclusividade e passa a incorporar valores como sustentabilidade, história e expressão individual.

Nesse contexto, a marca se posiciona não apenas como fabricante de objetos, mas como agente de uma nova conversa cultural. Ao transformar rituais cotidianos em experiências estéticas, a a.maria apresenta uma visão contemporânea sobre consumo, design e liberdade de expressão, apontando para um futuro em que o objeto deixa de ser apenas funcional para se tornar também discurso.

Sobre a a.maria Cannabis & Companhia

A a.maria Cannabis & Companhia é uma marca brasileira de design autoral inspirada pela cultura da cannabis. Com produção artesanal, tiragens limitadas e foco em sustentabilidade, a empresa desenvolve peças que unem sofisticação, funcionalidade e provocação estética. Suas criações propõem novas formas de interação com o cotidiano, conectando design, consciência e propósito em objetos que celebram a autenticidade e a liberdade criativa.

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Livros Notícias

Rising Thunder é o primeiro livro da nova trilogia First Blades, prequel de O Ceifador

Novo livro expande universo de Arc of a Scythe e revela origem do mundo sem morte

O universo distópico de Neal Shusterman está prestes a ganhar uma nova expansão. Rising Thunder inaugura a trilogia prelúdio First Blades e promete responder uma das maiores perguntas da saga: como a humanidade chegou ao ponto de vencer a morte… e a que custo?

A origem do Thunderhead e dos primeiros ceifadores
Rising Thunder
Foto: reprodução/OlivatoBooks

Diferente da trilogia original, Rising Thunder voltará no tempo para mostrar o nascimento do Thunderhead, a inteligência artificial que governa o mundo, e a formação dos primeiros Scythes. Segundo informações já divulgadas, a narrativa acompanha um momento instável da humanidade, quando a morte começa a se tornar opcional e os sistemas entram em colapso diante dessa nova realidade.

A trama também apresenta um grupo de adolescentes que se conectam por meio de um chat online, sem saber que suas decisões terão impacto direto no futuro da civilização. Em contraste marcante com a autoridade quase mítica que os ceifadores possuem na trilogia original, esses jovens estão ligados à criação do próprio Scythedom, sugerindo que os primeiros ceifadores surgiram de interações digitais.

Um universo em expansão
Editora Seguinte
Foto: divulgação/Editora Seguinte

Além de aprofundar o passado, o livro também deve ampliar a mitologia da saga, incluindo detalhes inéditos sobre personagens históricos que inspiraram os primeiros ceifadores e revelações aguardadas pelos fãs. 

Outro ponto importante é o conflito entre IAs rivais, em que cada uma possui sua própria visão de como salvar a humanidade. 

A obra é a primeira de três que foram planejadas e surge em um momento de renovado interesse pela franquia, que também tem uma adaptação audiovisual em desenvolvimento.

O lançamento da edição em inglês está previsto para 1º de dezembro deste ano. No Brasil, os livros de Neal Shusterman são publicados pela Editora Seguinte, mas ainda não há uma data de publicação confirmada para a versão traduzida.

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Leia também: Para Todos os Garotos que Já Amei ganhará uma nova edição

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Crítica Entretenimento Novelas

Crítica | Novelinha vertical Loquinha entrega mais profundidade ao casal

Protagonizada pelo casal sáfico de Três Graças, Loquinha entrega temáticas muito pedidas pelos fãs, mas outras que ninguém imaginava

[Contém spoiler]

O sucesso do casal Loquinha foi tão grande que seu universo extrapolou a telona da televisão e acabou ganhando sua novelinha vertical nas redes sociais da TV Globo no dia seis de abril. A produção conta com 25 episódios de aproximadamente três minutos, mas conseguiu entregar tudo o que os fãs sempre pediram nas redes sociais.

A trama da produção vertical não é inteiramente atrelada aos acontecimentos da novela, ainda que as personagens sejam as mesmas e algumas linhas acabam se cruzando – como o desenvolvimento do drama que envolveu o aluguel do apartamento do casal Loquinha até brigas do casal, sendo que na novela assistimos apenas o final feliz.

Foto: divulgação/TV Globo

O casal sáfico da novela das nove da TV Globo tem uma linda história de amor para ser mostrada em alguns capítulos verticais dedicados apenas a essa alegria, mas como toda boa história, precisamos de uma boa vilã e Lucélia cumpriu muito bem esse papel. A personagem tenta com todos os seus recursos acabar com o relacionamento de Lorena e Juquinha, aparentemente em troca de dinheiro, mas a grande reviravolta da trama é a descoberta de diários que confessam o amor secreto e obsessivo dela pela herdeira de Santiago Ferette.

Outro ponto que não é muito visto na novela da Globo é a amizade de Lorena e Juquinha com Maggye. A personagem está presente nas conquistas e tristezas do casal de uma forma natural, já que, pelo que sabemos da produção longa, a filha de Kasper e João Rubens conhece o casal desde muito antes de todos os acontecimentos. Além disso, Maggye é muito bem desenvolvida dentro de toda a história. Ela não é deixada de lado apenas como uma mera figurante, mas faz parte da vida do casal e também tem influência nas descobertas que mudaram a trajetória de toda a narrativa.

Foto: divulgação/TV Globo

A novelinha conta com todos os clichês que possamos imaginar – desde uma viagem que parece separar o casal até um carro de som com uma declaração de amor –, mas também mostra que até a relação mais linda pode ter seus problemas. Diante das tentativas de Lucélia e Macedo de acabar com o relacionamento das protagonistas, o relacionamento de Lorena e Juquinha é estremecido e conhecemos uma nova face das duas: o ciúmes e a desconfiança.

O grande pivô desses sentimentos é Teca, uma ex de Juquinha determinada a conseguir reconquistar sua amada. Para isso, ela se junta a Lucélia, inventando mentiras e até sequestrando Bóris, o amado gato de Juquinha. Isso é feito de uma maneira muito natural, apesar de serem armações. A motivação de Teca é compreensível: ela quer sua ex de volta.

A linguagem da novelinha é própria para redes sociais, tudo ocorre de forma muito rápida e dinâmica, o que acaba trazendo seu lado negativo: a falta de profundidade de alguns temas. A resolução de alguns conflitos acaba parecendo apenas uma decisão fácil e não um verdadeiro entendimento. Entretanto, quando tudo é esclarecido fica mais fácil entender o ponto de vista das personagens e o grande carisma das atrizes que protagonizam a trama, Alanis Guillen e Gabriela Medvedovsky.

Foto: divulgação/TV Globo

Loquinha é um passo importante na comunidade LGBTQIAP+, pois trata com naturalidade o drama de um casal de duas mulheres, assim como vimos acontecer por anos com casais heteronormativos. Além disso, é um importante passo para a emissora na popularização das suas novelinhas verticais, espalhando esse tipo de conteúdo para o público que costuma consumir apenas conteúdos de longa duração.

Infelizmente, um casal importado de uma novela regular da TV Globo não pode mudar o consumo rápido que é pedido em um produto para redes sociais, mas definitivamente pode trazer uma luz ao gênero. A produção e o roteiro conseguiram se manter no mesmo nível que é visto no novelão, mesmo com o corte de tempo e formato. Com certeza a novelinha vale tudo que foi esperado pelos fãs ao redor do mundo nas redes sociais.

Quer descobrir o que vai acontecer com o casal na novela agora? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Exclusiva | Novela Vertical Loquinha estreia nas redes sociais com participação de Daphne Bozaski

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura asiática Música Notícias

15 letras do BTS que provam que as músicas do grupo são pura poesia

Do hip-hop poderoso às baladas que mexem com o coração, o BTS sempre equilibrou intensidade sonora com letras que ficam na alma

Com o lançamento do novo álbum Arirang, o BTS mostra mais uma vez sua versatilidade: de um lado, músicas de hip-hop com instrumentais poderosos e cheios de atitude; do outro, uma segunda parte com faixas mais sensíveis, guiadas por letras que tocam a alma. E isso não é novidade para quem acompanha o grupo.

Ao longo da carreira, o grupo construiu uma reputação por misturar narrativas introspectivas com imagens poéticas marcantes, transformando músicas sobre juventude, amor e incertezas em trechos que ficam na cabeça muito depois que a música acaba.

Da ambição inquieta de Tomorrow até a saudade dolorida de Spring Day, a discografia do BTS está cheia de momentos que parecem poesia musicada.

Agora que esse novo capítulo já começou, reunimos 15 letras poéticas dos comebacks do grupo que valem a pena revisitar (e sentir tudo de novo):

Skool Luv Affair – Tomorrow

“해 뜨기 전 새벽이 가장 어두우니까 / 먼 훗날에 넌 지금의 널 절대 잊지 마 / 지금 네가 어디 서 있든 잠시 쉬어가는 것일 뿐 / 포기하지 마, 알잖아 / 너무 멀어지지 마, tomorrow”

“Porque a madrugada, pouco antes do sol nascer, é a mais escura / Mesmo num futuro distante, não se esqueça de quem você é agora / Onde quer que você esteja neste momento, isso é apenas uma pausa / Não desista, você sabe / Não se afaste demais do amanhã.”

Em Tomorrow, o BTS entrega uma mensagem de esperança que acolhe quem está perdido no presente, lembrando que as dificuldades não são o fim, apenas uma pausa no caminho até dias melhores.

Dark&Wild – Let Me Know

“사랑은 벚꽃처럼 피었다 지고 / 결국엔 재처럼 흩어져”

“O amor floresce como as cerejeiras, mas acaba caindo / No fim, se espalha como cinzas.”

Let Me Know utiliza a beleza efêmera das flores de cerejeira para ilustrar como o amor pode ser vibrante e cheio de vida, mas inevitavelmente termina em destruição, deixando apenas vazio onde antes havia paixão.

The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1 – Whalien 52

“넓은 바다 한가운데 한 마리 고래가 / 아무리 소리쳐도 닿지 않는 목소리”

“No meio desse vasto oceano, uma baleia / Não importa o quanto grite, sua voz não alcança ninguém.”

Whalien 52 se inspira na história real da baleia mais solitária do mundo para capturar a profunda sensação de isolamento de não ser ouvido, transformando solidão em uma metáfora tão dolorosa quanto poética.

The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 2 – RUN

“넌 나의 태양, 하나뿐인 태양 / 나는 너를 위해 피었지만 너로 인해 타들어가”

“Você é meu Sol, o único no meu mundo / Eu floresço por você, mas acabo queimando por sua causa.”

RUN retrata um amor onde o narrador reconhece a outra pessoa como sua única razão de existir, mas também como a fonte de sua própria destruição lenta, permanecendo preso a esse sentimento mesmo enquanto se consome.

The Most Beautiful Moment in Life: Young Forever – EPILOGUE : Young Forever

“텅 빈 무대 위에 남아 / 오래 가지 못할 이 여운을 붙잡고 / 이 공허함이 두려워”

“Eu permaneço em um palco vazio / Tentando segurar esse eco que não vai durar / Com medo desse vazio.”

Young Forever confronta o terror do sucesso passageiro e o silêncio que vem depois dos aplausos, capturando a ansiedade sufocante de saber que até os momentos mais grandiosos inevitavelmente chegam ao fim.

WINGS – Awake

“Maybe I, I can never fly / 저 꽃잎들처럼 날아가지 못해 / 그래도 손을 뻗고 싶어”

“Talvez eu nunca consiga voar / Não posso voar como aquelas pétalas / Mas ainda quero estender a mão.”

Awake é uma aceitação agridoce das próprias limitações, em que o narrador reconhece que talvez nunca alcance o mesmo voo que os outros, mas ainda assim se recusa a desistir, escolhendo continuar tentando.

YOU NEVER WALK ALONE – Spring Day

“이 겨울이 끝나면 / 다시 봄날이 올 때까지 / 꽃 피울 때까지 / 그곳에 좀 더 머물러줘”

“Quando este inverno passar / Até que a primavera volte / Até que as flores floresçam / Por favor, fique aí só mais um pouco.”

Spring Day é uma obra-prima poética sobre saudade e luto, entrelaçando imagens de um inverno interminável e da espera pela primavera para expressar o desejo desesperado de reencontro, enquanto implora para que a memória de quem partiu permaneça mais um pouco.

LOVE YOURSELF 承 ‘Her’ – Outro: Her

“난 헷갈려, 대체 내가 누구인지 / 널 만난 후 내가 책이 된 건지 / 넌 내 페이지를 넘긴 건지”

“Estou confuso, quem eu realmente sou? / Depois de te conhecer, será que me tornei um livro? / Ou foi você que virou minhas páginas?”

Outro: Her captura a confusão de identidade dentro do amor, questionando se a outra pessoa realmente enxerga quem você é ou apenas reescreve sua história ao virar suas páginas.

LOVE YOURSELF 承 ‘Her’ – Sea

“바다는 다시 사막이 되고 / 사막은 다시 바다가 돼 / 희망이란 건 원래 없던 건지도 몰라” 

“O oceano se torna deserto novamente / E o deserto volta a ser oceano / Talvez a esperança nunca tenha existido.”

Sea revela a dualidade entre sonho e realidade ao tratar abundância e vazio como paisagens intercambiáveis, sugerindo que sucesso e fracasso são apenas diferentes faces de uma mesma jornada exaustiva chamada vida.

LOVE YOURSELF 轉 ‘Tear’ – 134340

“이젠 이름도 없어진 별의 남은 의미는 뭘까 / 난 아직도 널 맴돌고 변한 건 없는데”

“O que resta de significado para uma estrela que até perdeu o nome? / Eu ainda orbito você, e nada mudou.”

134340 reimagina uma relação partindo da metáfora da reclassificação de Plutão, capturando a devoção dolorosa de continuar orbitando alguém que já deixou de te reconhecer.

LOVE YOURSELF 轉 ‘Tear’ – FAKE LOVE

“이뤄질 수 없는 꿈속에서 / 피울 수 없는 꽃을 키웠어”

“Em um sonho que não pode se tornar realidade / Eu cultivei uma flor que nunca poderia florescer.”

FAKE LOVE explora o colapso de um relacionamento construído sobre ilusões, quando o narrador percebe que seu amor nasceu em uma fantasia impossível, restando apenas o luto por algo que nunca teve chance de existir.

LOVE YOURSELF 結 ‘Answer’ – Trivia 承: Love

“넌 내 모든 모서릴 지우고 / 나를 사랑, 사랑, 사랑으로 만들어”

“Você apaga todos os meus cantos / E me transforma em amor, amor, amor.”

Trivia 承: Love retrata o amor como uma força transformadora capaz de suavizar imperfeições e reconstruir a identidade, enquanto brinca com o jogo de palavras entre saram (pessoa) e sarang (amor), sugerindo que é o amor que nos torna plenamente humanos.

MAP OF THE SOUL: 7 – Moon

“너는 나의 지구 / 나는 너의 달 / 넌 내게 전부야”

“Você é a minha Terra / Eu sou a sua Lua / Você é tudo para mim.”

Moon funciona como uma carta de amor dedicada aos fãs, na qual o narrador se coloca como a Lua que existe apenas para refletir a luz de sua Terra, encontrando propósito ao girar em torno de quem dá sentido à sua existência.

BE – Blue & Grey

“내겐 확신이란 건 없나 봐 / 색이란 말은 부끄러워 / 회색빛 세상이 더 편해”

“Acho que não existe algo como convicção para mim / Palavras como ‘cor’ me constrangem / O mundo cinza é mais confortável.”

Blue & Grey captura a anestesia emocional da depressão, em que a ausência de cor se torna um refúgio seguro, diluindo a identidade em tons neutros para evitar a dor de sentir intensamente.

BE – Life Goes On

“어느 날 세상이 멈췄어 / 아무런 예고도 하나 없이 / 봄은 기다림을 몰라서 / 제때에 와버렸어”

“Um dia, o mundo parou / Sem qualquer aviso / A primavera não sabe esperar / E chegou no seu tempo.”

Life Goes On traduz a desorientação surreal de um mundo interrompido abruptamente, contrastando a continuidade indiferente da natureza com a vulnerabilidade humana diante de mudanças que não podem ser controladas.

Quais dessas músicas é a sua favorita? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Arirang: saiba o que significa o nome que transforma o comeback do BTS em um ato cultural, político e histórico

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cinema Comportamento Cultura Cultura pop Destaques Entretenimento Eventos Moda

Zendaya leva tradição de casamento em divulgação de The Drama

A atriz aposta em sequência de figurinos conectados e usa a moda para acompanhar a narrativa do filme fora das telas

Na campanha de divulgação de The Drama, Zendaya adotou uma estratégia estética que acompanhou diretamente o tema do filme. Ao lado de Robert Pattinson, a atriz apareceu em diferentes premieres com looks organizados a partir de uma tradição ligada ao universo do casamento. A escolha funcionou como uma narrativa visual paralela à história do longa.

A referência vem do ditado “something old, something new, something borrowed, something blue”, associado à ideia de sorte para noivas. A tradição, de origem britânica, propõe a presença desses quatro elementos no dia do casamento e atravessa o tempo como um código simbólico. No contexto do filme, que acompanha um casal prestes a se casar em meio a tensões, esse repertório visual reforça o conflito central da história.

Foto: reprodução/People Magazine

O “algo antigo” apareceu na première de Los Angeles, quando a atriz reutilizou um vestido branco da Vivienne Westwood usado originalmente no Oscar de 2015, retomando uma peça já associada à sua trajetória. 

Foto: Cyril Pecquenard/Getty Images

O “algo novo” surgiu em Paris com um vestido sob medida da Louis Vuitton, desenvolvido especialmente para a ocasião, mantendo a referência ao universo nupcial. 

Foto: Daniele Venturelli/WireImage; Pascal Le Segretain/Getty

O “algo emprestado” foi apresentado em Roma e é um dos pontos mais literais da proposta, já que Zendaya usou um vestido da Armani Privé que pertenceu a Cate Blanchett, peça já utilizada pela atriz em outras ocasiões. A escolha reforça a ideia de continuidade e também dialoga com uma prática recente da moda, que valoriza o reuso e a circulação de peças entre diferentes momentos e pessoas. 

Foto: Dia Dipasupil/Getty Images

O ciclo se encerra com o “algo azul”, apresentado em Nova York com um vestido de alta-costura da Schiaparelli, combinado a joias de safira da Tiffany & Co. O look finaliza a sequência e sintetiza a proposta construída ao longo da divulgação, mantendo a coerência entre os elementos da tradição e a estética adotada.

A estratégia faz parte do chamado method dressing, prática em que atores incorporam elementos do universo do filme em suas escolhas de estilo durante a divulgação. Zendaya é uma das principais referências atuais desse movimento, frequentemente ao lado do stylist Law Roach

 A atriz já vem usando esse recurso de forma recorrente, como na campanha de Duna, quando apostou em referências futuristas alinhadas ao cenário do filme, e Challengers, que incorporou elementos do universo do tênis nos figurinos da divulgação. 

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Leia também: Romantismo e memória marcam desfile na Paris Fashion Week

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cinema Notícias

Prequel de A Hora Mal com a Tia Gladys entra em produção

A Hora do Mal deve ganhar prequel focado em sua vilã mais perturbadora

O terror contemporâneo continua apostando em universos expandidos. Franquias, como Invocação do Mal, mostraram ao longo dos últimos anos como histórias derivadas podem não apenas inserir mais informações a respeito daquele universo, mas também fortalecer o interesse do público. 

A Hora do Mal (Weapons), filme aclamado de 2025, seguirá o mesmo caminho, transformando um sucesso em uma possível franquia. O novo filme, intitulado Gladys, promete mergulhar ainda mais fundo no lado mais sombrio da história e ser centrado na enigmática Tia Gladys, a personagem que rapidamente se tornou o grande destaque da narrativa e não volta às telas por acaso.

A atriz Amy Madigan, intérprete de Gladys, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e levou o primeiro prêmio da noite. Ao receber a estatueta, a atriz deu uma risada icônica e celebrou seu primeiro Oscar com um discurso sincero e bem-humorado.

Do sucesso ao universo expandido: quem é Gladys?
A Hora do Mal
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

A Hora do Mal conquistou público e crítica ao apresentar uma trama inquietante sobre o desaparecimento misterioso de crianças em uma pequena cidade – um fenômeno que rapidamente se transforma em um pesadelo coletivo. Arrecadando cerca de US$270 milhões mundialmente, logo se consolidou como um dos grandes sucessos do gênero.

Em entrevista à CNN, a atriz Amy Madigan falou sobre sua personagem: “Esta é uma mulher que sabe o que tem que fazer e o faz. Agora, é verdade, alguns de seus métodos podem ser um pouco incomuns. Mas ela tem isso, e acho que todas as mulheres em nosso negócio deveriam ter mais essa confiança, inclusive eu. Então, se eu puder levar isso dessa experiência, direi que é uma vitória para a tia Gladys e para mim.”

No longa original, Tia Gladys aparece como uma presença cercada de mistério e associada a eventos terríveis envolvendo o desaparecimento das crianças. Mas para quem teve a oportunidade de assistir ao filme, muitas perguntas ficaram sem respostas. 

Apesar da construção narrativa magnífica e de um final surpreendentemente perturbador, o espectador ainda sai com aquela pequena sensação de não ter compreendido a origem do mal. Então, a proposta do novo filme é justamente explorar aquilo que ficou fora da tela: sua origem, suas motivações e a raiz do mal que envolve sua personagem.

Segundo informações do alô alô Bahia, parte dessa história já existia durante a produção do filme original, mas acabou cortada da versão final por questões de duração, o que indica que esse universo sempre teve potencial para expansão.

Tia Gladys
Foto: reprodução/Maquiagem no Cinema

A prequel deve contar novamente com Zach Cregger, diretor do longa original, que assina o roteiro ao lado de Zach Shields. Ainda não há confirmação oficial sobre o elenco ou início das filmagens, mas o envolvimento da equipe criativa original sugere uma continuidade estética e narrativa, mantendo a identidade do projeto.

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Leia também: Trailer final de O Diabo Veste Prada 2 chega ao som de Doechii e Lady Gaga

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Livros Resenhas

Resenha | Patinando no Amor aposta em romance e reencontros

Novo livro de Lynn Painter mistura hóquei, fake dating e segundas chances em uma comédia romântica envolvente

Amores interrompidos, reencontros e sentimentos mal resolvidos são o coração de Patinando no Amor (2026). Aqui, Lynn Painter reforça uma de suas maiores especialidades: transformar as tropes clássicas em experiências emocionais envolventes. Entre friends to lovers (tradução livre: amigos para amantes), segunda chance e, principalmente, o já consagrado fake dating (tradução livre: namoro falso), a autora demonstra, mais uma vez, por que se tornou referência dentro do romance jovem contemporâneo. Painter entende o timing desse tipo de narrativa e sabe quando investir no humor, quando tensionar o vínculo entre os personagens e, sobretudo, como fazer o leitor torcer por uma reconexão que parece, ao mesmo tempo, inevitável e frágil.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

A nova comédia romântica da autora do fenômeno Melhor do que nos Filmes (2023), Patinando no Amor (2026), se aventura no universo dos romances esportivos a partir do reencontro inesperado de dois melhores amigos de infância. Dani e Alec cresceram inseparáveis, mas se afastaram após a mudança da protagonista. 

Anos depois, já no último ano do ensino médio e lidando com o divórcio dos pais, Dani retorna à cidade natal e encontra um Alec irreconhecível: agora estrela do hóquei local, ele ocupa um lugar de destaque quase intocável. Decidida a manter distância, ela vê seus planos ruírem quando circunstâncias inesperadas os levam a fingir um relacionamento. A proximidade reacende sentimentos, revela segredos familiares e expõe feridas antigas, incluindo o verdadeiro motivo que levou Alec a se afastar.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

Outro elemento interessante que orbita a experiência de leitura é a trilha sonora criada em torno do livro. Lynn Painter desenvolveu uma playlist oficial no Spotify, intitulada FAKE SKATING, que reúne faixas como Little League, de Conan Gray, e Now That We Don’t Talk, de Taylor Swift, ajudando a estabelecer o tom emocional da narrativa. A seleção mistura músicas pop e melancólicas, dialogando com a atmosfera do romance e com o universo do hóquei presente na obra. Entre as faixas, ganha destaque Escorpião, de Jão, incluída no topo da playlist após a visita da autora ao Brasil – um detalhe que aproxima a obra do público brasileiro e adiciona uma camada extra de conexão simbólica ao projeto.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

Além disso, o contexto esportivo contribui para intensificar os conflitos de maneira mais complexa. O hóquei não aparece apenas como pano de fundo, mas como um elemento central na construção da nova identidade de Alec. Lynn Painter evidencia essa transformação ao apresentar o personagem como alguém que deixou para trás o garoto nerd e sensível da infância para se tornar um atleta popular, admirado e constantemente observado.

O apelido Zeus, dado por seus colegas de equipe, funciona como uma comparação exagerada ao seu status de deus do hóquei, especialmente em uma cidade onde o esporte é altamente valorizado. Mais do que um símbolo de popularidade, o nome carrega uma carga de expectativa e pressão, revelando como Alec passa a ser visto quase como uma figura idealizada. Esse contraste entre a persona pública e sua verdadeira personalidade aprofunda o conflito com Dani e torna ainda mais evidente a distância entre quem ele era e quem aparenta ser.

Foto: reprodução/Instagram @shareleituras

E é justamente nesse contraste que o fake dating ganha força. Lynn Painter, já consolidada como uma verdadeira mestre dessa trope, utiliza o recurso não apenas como motor narrativo, mas como ferramenta de aprofundamento emocional. Ao fingirem um relacionamento, Dani e Alec são obrigados a encarar sentimentos que nunca desapareceram, enquanto lidam com ressentimentos e inseguranças que foram ignorados por anos. O resultado é uma dinâmica envolvente, marcada por diálogos afiados, tensão romântica bem dosada e momentos de vulnerabilidade que elevam a história.

Foto: reprodução/Instagram @shareleituras

Com uma escrita fluida e viciante, Painter equilibra leveza e intensidade, entregando uma leitura que funciona tanto como conforto quanto como exploração emocional. Ainda que siga algumas convenções do gênero, Patinando no Amor se destaca pelo cuidado na construção dos personagens e pelos detalhes que enriquecem a narrativa – como as referências interligadas entre suas obras e os pequenos gestos que tornam a história mais íntima.

Foto: reprodução/Instagram @shareleituras

No fim, o livro reafirma o talento da autora em criar romances que conquistam pela autenticidade dos sentimentos. Entre pistas de gelo, playlists e segundas chances, Patinando no Amor é uma história sobre crescer, perdoar e, principalmente, ter coragem de sentir, mesmo quando isso significa revisitar o passado.

Foto: reprodução/Instagram @shareleituras

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Leia também: Resenha | Quando o amor fala em silêncio: o poder de Yubisaki to Renren

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Música Notícias

House Tour: Sabrina Carpenter lança novo videoclipe

Música do álbum Man’s Best Friend ganha clipe com participação de Madelyn Cline e Margaret Qualley

Ícone do pop mundial, Sabrina Carpenter lança nesta segunda (6) o videoclipe de House Tour, música do seu último álbum de estúdio Man’s Best Friend (2025). 

Dona de hits como Espresso (2024) e Manchild (2025), Sabrina acabou de fazer um show no Brasil no dia 20 de março deste ano. Sua participação como headliner no Lollapalooza Brasil 2026 reuniu cerca de 100 mil pessoas em uma apresentação histórica e divertida. 

sabrina carpenter no show do lollapalooza 2026
Foto: reprodução/Instagram @sabrinacarpenter

No dia 1º de abril, a cantora publicou no seu Instagram o anúncio do clipe com a legenda: “no joke…” (tradução: “sem piada…”) e, na prévia do vídeo musical, Sabrina aparece dirigindo uma van ao lado de duas atrizes de grande nome: Madelyn Cline (Outer Banks, 2020) e Margaret Qualley (A Substância, 2024). 

Dirigido por Sabrina Carpenter e Margaret Qualley, o clipe de House Tour mantém o humor sexual característico da cantora, que mistura sexualidade e piadas irônicas sobre homens em suas letras e outros clipes, como em Tears (2025) e em Taste (2024), videoclipe da música de Short n’ Sweet (2024), seu primeiro álbum a estourar nos charts, com participação de Jenna Ortega (Wandinha, 2022). 

Assista ao videoclipe de House Tour: 

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Leia também: Olivia Rodrigo anuncia novo álbum

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Entretenimento Notícias

Trailer final de O Diabo Veste Prada 2 chega ao som de Doechii e Lady Gaga

Pôsteres individuais dos personagens também foram divulgados

 

Está chegando o dia de voltar às passarelas! A 20th Century Studios divulgou, nesta segunda (6), o último trailer do tão aguardado O Diabo Veste Prada 2. O teaser mostra um pouco mais da nova personagem de Simone Ashley, que interpreta a assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep) no novo longa, além de personagens já conhecidos pelos fãs, como Andy (Anne Hathaway), Nigel (Stanley Tucci), e Emily (Emily Blunt).

Foto: reprodução/YouTube @20th Century Studios

No trailer, é insinuado um escândalo recente envolvendo Miranda, e que o trabalho de Andy é ajudá-los a navegar por esse momento conturbado. Fora as novas cenas, o vídeo traz uma prévia da música inédita Runway, de Lady Gaga e Doechii.

Além do trailer, o estúdio também anunciou uma edição limitada da revista Runway, que estará disponível em formato físico e digital no dia 13 de abril, podendo ser acessada pelo link runwayonline.com. Ainda foram divulgados pôsteres individuais de Meryl Streep, Anne Hathaway, Stanley Tucci e Emily Blunt.

Foto: reprodução/Instagram @20th Century Studios

Com a proximidade da estreia, Anne Hathaway e Meryl Streep estão a todo vapor na promoção do filme, que terá as primeiras sessões no Brasil dia 29 de abril. As atrizes já estiveram na Cidade do México e em Tóquio para participar de eventos com a imprensa e fãs. 

Já nos últimos dias, a plataforma Ingresso.com confirmou que a pré-venda de ingressos para o filme começará no dia 9 de abril. Apesar de toda a comoção em torno da produção, as redes de cinema ainda não anunciaram se irão comercializar combos especiais, tal como os já divulgados por cinemas internacionais que fizeram sucesso nas redes.

Foto: reprodução/Marcas Mais

Confira o trailer final:

 

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Texto revisado por Kalylle Isse



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Música Notícias

Show do Bad Bunny estreia nas plataformas em abril

Billions Club Live with Bad Bunny: A Concert Film chega no Spotify na próxima quarta-feira, 8 de abril

O Spotify confirmou oficialmente a estreia de Billions Club Live na plataforma. Gravado em Tóquio, no dia 7 de março, o filme apresenta um registro exclusivo da performance do astro porto-riquenho diante de um público seleto de mais de 2.300 fãs, todos entre os maiores ouvintes do artista na plataforma.

Bad Bunny
Foto: divulgação/Spotify

O show, que foi a primeira apresentação do cantor na Ásia, celebra a presença de Bunny no Billions Club, projeto que reúne músicas que ultrapassaram a marca de um bilhão de streams na plataforma. Durante a apresentação, o artista revisita alguns de seus maiores sucessos.

Bad Bunny
Foto: divulgação/Spotify

A produção também integra a série Billions Club Live, iniciativa do Spotify que transforma conquistas digitais em experiências ao vivo exclusivas. Essa é a quarta edição do projeto, que já destacou The Weeknd, Ed Sheeran e Miley Cyrus no passado.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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