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Audições abertas: O Diabo Veste Prada – Um Novo Musical busca novos talentos para superprodução

Montagem inédita no Brasil estreia em fevereiro de 2027 no Teatro Santander, em São Paulo; inscrições vão até 29 de abril

O universo da moda abre suas portas para novos talentos. A Touché Entretenimento anuncia a abertura oficial das audições para O Diabo Veste Prada – Um Novo Musical, nova superprodução apresentada pelo Ministério da Cultura, com patrocínio do Santander, Zurich Santander e Esfera, que estreia em fevereiro de 2027 no Teatro Santander, em São Paulo. As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas por meio de formulário disponível no link da bio do perfil oficial do musical, até o dia 29 de abril. As audições presenciais acontecem na capital paulista ao longo do mês de maio.

Voltada a artistas maiores de 18 anos, a seleção busca performers para compor o ensemble e demais personagens da montagem. A produção reforça seu compromisso com a diversidade, destacando que pessoas de todas as etnias, corpos, identidades de gênero e sexualidades são bem-vindas no processo.

Foto: divulgação/20th Century Studios

Os quatro personagens centrais da narrativa – Miranda Priestly, Andy Sachs, Emily Charlton e Nigel – já foram definidos por meio de convite direto da produção, em conjunto com o diretor José Possi Neto. Os nomes escolhidos serão anunciados na primeira semana de maio, com o lançamento do teaser cinematográfico do espetáculo, que marca também a abertura oficial das vendas, em uma estratégia já consolidada pela Touché em produções de grande sucesso como Beetlejuice – O Musical, Uma Babá Quase Perfeita e Querido Evan Hansen.

Ainda assim, o processo seletivo contempla também a busca por covers e alternantes para esses papéis, além da formação do restante do elenco. Para as audições abertas, a equipe procura artistas versáteis, com forte presença de palco e domínio técnico em canto, interpretação e movimento. Há oportunidades para diferentes perfis vocais, incluindo sopranos, mezzos, contraltos, tenores, barítonos e baixos, dentro de um elenco que deve refletir o ritmo, o estilo e a energia do universo da Runway, a icônica revista de moda que conduz a trama.

Baseado no best-seller de Lauren Weisberger e na consagrada adaptação cinematográfica, o musical acompanha a trajetória de Andy Sachs, uma jovem jornalista que ingressa no competitivo mundo da moda ao se tornar assistente de Miranda Priestly, editora-chefe de uma das revistas mais influentes do setor. Entre ambição, identidade e escolhas pessoais, a história revela os bastidores de um universo fascinante – e implacável.

Visto por mais de um milhão de pessoas no West End, onde ainda arrebata plateias, e com estreia marcada para fevereiro de 2027, a produção chega ao Brasil antes mesmo de sua montagem na Broadway, reforçando o posicionamento da Touché Entretenimento como uma das principais responsáveis por trazer grandes títulos internacionais ao país em versões inéditas e de alto padrão.

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Leia também: Dica Cultural: veja o espetáculo europeu Carmina Burana Ballet no Teatro Liberdade

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Crítica Livros

Crítica | O Livreiro de Gaza retrata genocídio palestino

Narrativa de Rashid Benzine usa a literatura como memória e enfrentamento

A Faixa de Gaza, há décadas, se tornou símbolo de um conflito que ultrapassa disputas territoriais e se inscreve no cotidiano de um povo marcado por perdas, deslocamentos e violência contínua. Nesse cenário, narrativas como a de O Livreiro de Gaza (2026) ganham ainda mais força: não apenas como registro, mas como resistência. Ao transformar a experiência palestina em literatura, Rashid Benzine evidencia o poder das histórias como ferramenta de memória, denúncia e, sobretudo, humanidade diante da desumanização.

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Em meio à devastação de Gaza, um fotógrafo percorre as ruas e vielas em busca de registros para “tranquilizar” o Ocidente. Quando chega a um bairro menos afetado, se depara com uma cena que parece inusitada: entre ruínas empoeiradas e páginas amareladas, um senhor está sentado diante de uma vitrine repleta de livros, lendo serenamente, como se esperasse. Mas o que ele espera? Talvez alguém que finalmente pare e o escute. Os livros que ele segura não são meros objetos, mas, sim, fragmentos de uma vida, ecos de memória, as cicatrizes de um povo.

Ao apontar a lente da câmera para esse homem, embora com receio de quebrar o encanto do momento, o jovem fotógrafo não percebe que está prestes a atravessar o espelho. O livreiro nota a presença do estranho e, antes de se deixar ser fotografado, pede a ele que ouça sua história. “O senhor não concorda que um retrato é melhor se soubermos o que está por trás dele?”, diz o velho. Assim começa a odisseia de um palestino que escolheu as palavras como seu refúgio, sua resistência e sua pátria.

Foto: reprodução/Intrínseca

Do êxodo à prisão, do engajamento à desilusão política, do teatro à descoberta do amor, das infâncias atravessadas pela guerra às tragédias que nos arrancam aqueles que amamos, a voz do livreiro nos guia pelos labirintos de sua vida, que é o retrato da história de um povo que sofreu décadas de ataques e opressão. Em um mundo em que as bombas ameaçam ter a última palavra, O Livreiro de Gaza (2026) nos lembra de que os livros são nossa maior chance de sobrevivência – não para escapar da realidade, mas para habitá-la plenamente. Um testemunho de que, nesse cenário desiludido, em meio ao caos, uma pessoa que lê parece a mais radical revolucionária.

Há algo profundamente inquietante na forma como a narrativa se constrói. Não se trata de uma leitura difícil do ponto de vista da linguagem – pelo contrário, a escrita é fluida, quase convidativa, como se pedisse para ser lida de uma vez só. O que torna a experiência densa é o peso do que está sendo contado. A realidade exposta é brutal, visceral e acompanha a devastação de Gaza desde muito antes do que hoje ganha destaque nas manchetes, reforçando a ideia de um sofrimento prolongado, contínuo e muitas vezes ignorado.

Foto: reprodução/Instagram @intrínseca

A escolha narrativa também intensifica esse impacto. Em determinado momento, o texto passa a operar em segunda pessoa, aproximando o leitor de maneira quase desconcertante. O “você” não é apenas um recurso estilístico, ele funciona como um chamado, um deslocamento de lugar. A dor, a revolta e o luto deixam de ser apenas dos personagens e passam a atravessar quem lê. Essa imersão faz com que o desfecho seja ainda mais devastador, especialmente quando já se conhece a trajetória daqueles que foram apresentados com tanta humanidade.

Outro ponto central da obra está na forma como ela discute a literatura em si. Em meio ao cenário de guerra, os livros surgem como instrumento de sobrevivência simbólica. Não como fuga, mas como possibilidade de existência. Ler, aqui, é um ato político. É preservar histórias que poderiam ser apagadas, é manter vivas identidades que o conflito insiste em fragmentar. O livreiro, que continua lendo mesmo diante da destruição, encarna essa ideia com força: ele não apenas resiste, como também insiste em narrar.

Foto: reprodução/Intrínseca

A relação com o fotógrafo também é essencial para essa construção. Mais do que um observador, ele se torna uma espécie de extensão do leitor dentro da história – seus olhos, seus braços, sua presença. É por meio dele que a narrativa acontece, mas também é ele quem precisa aprender a escutar, a ir além da imagem superficial. A fotografia, que inicialmente buscava capturar um instante, se transforma em portal para uma vida inteira.

No fim, O Livreiro de Gaza é o tipo de leitura que permanece. Ecoa depois da última página, não apenas pelo que conta, mas pela forma como nos envolve. É um lembrete duro, necessário, de que por trás do que hoje se configura como um genocídio contra o povo palestino existem histórias individuais, memórias e afetos que insistem em sobreviver à tentativa sistemática de apagamento.

Ao encarar essa realidade sem desviar o olhar, a obra de Rashid Benzine não apenas humaniza aqueles que frequentemente são reduzidos a números, mas também tensiona o próprio papel de quem observa de fora. Em meio à destruição, narrar deixa de ser apenas um gesto simbólico e torna-se um ato de resistência contra o esquecimento. Ler, por sua vez, exige responsabilidade: é atravessar essas histórias e reconhecer que o que está em jogo não é abstrato, mas profundamente humano.

Foto: reprodução/Intrínseca

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Leia também: Crítica | A Voz de Hind Rajab e o cinema como memória

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cultura Latina Notícias

Cena inédita e pôster de Tetra: Acreditar de Novo são divulgados

O novo documentário revela, com imagens exclusivas da campanha do título, os bastidores da conquista do Brasil na Copa de 1994

Foram divulgados nesta quinta (9) uma cena inédita e o pôster oficial de Tetra: Acreditar de Novo, o novo documentário que retrata a trajetória da Seleção Brasileira rumo ao título mundial de 1994, nos Estados Unidos.

O filme irá mostrar imagens inéditas dos bastidores, além de reviver a campanha do tetra a partir de depoimentos exclusivos dos jogadores, que contam como o grupo viveu aquela conquista por dentro. 

Depois da derrota na Copa de 1990 e o drama da classificação para o Mundial no último jogo das Eliminatórias, a Seleção Brasileira chegou aos Estados Unidos sob enorme pressão e coberta de insegurança. A produção captura o olhar dos atletas e da comissão técnica sobre a ascensão da equipe, resultando na tão esperada conquista do tetracampeonato pelo Brasil 24 anos depois do tricampeonato no México, em 1970.

O documentário também apresenta registros inéditos e espontâneos da seleção de 1994, gravados por dois jogadores: o goleiro Gilmar Rinaldi, que filmou treinos e a convivência do grupo em fitas cassetes; e o lateral-direito Jorginho, responsável por mais de seis horas de gravação do dia a dia da equipe.

Essas cenas nunca antes vistas se somam a depoimentos de diversos jogadores, inclusive de rivais do Brasil na disputa pelo título. Entre eles, estão os craques Romário, Bebeto, Branco, Raí, Zinho, Dunga, Márcio Santos e Viola, e os jogadores italianos Gianluca Pagliuca e Demetrio Albertini.  

Pôster de Tetra: Acreditar de Novo
Foto: divulgação/Netflix

O documentário tem estreia prevista para 7 de maio, na Netflix, com produção da Trailer Filmes e direção e roteiro de Luis Ara.

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Leia também: Histórias reais em destaque com produções do streaming 

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Julia Quinn participa de 3 sessões de autógrafos no Brasil

Em abril, a autora best-seller do New York Times encontrará fãs brasileiros em eventos em Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo

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Novo personagem chega para agitar a trama de Uzak Şehir

Mehmet Aykaç se une ao elenco da dizi

Novo personagem chega para agitar a trama de Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante, 2024). A dizi que segue dominando as noites de segunda, mantendo um público fiel há dois anos, ganha mais um nome no elenco.

Foto de Mehmet Aykaç
Foto: reprodução/Instagram @1birsenaltuntas

Mehmet Aykaç é a novidade da produção assinada pela AyNa Yapım. O ator fez sua estreia na televisão com a série Eski Hikaye (tradução livre: História Antiga, 2013), mas ganhou verdadeiro destaque ao integrar o elenco da novela Kırgın Çiçekler (tradução livre: Flores Magoadas, 2015).

O que podemos esperar do novo personagem?

Na história de Uzak Şehir, Aykaç dará vida ao chef Engin e aparecerá como vizinho de Alya, personagem de Sinem Ünsal

Rumores de fãs apontam que o novo personagem deve chegar para balançar a dinâmica do casal principal, causando ciúmes no protagonista Cihan Albora (Ozan Akbaba) e movimentando a narrativa.

Sobre Uzak Şehir

A dizi do Kanal D, com roteiro de Gülizar Irmak, é uma adaptação da série libanesa Al Hayba sobre Alya Albora e os desafios que a mulher enfrenta ao ir, com seu filho de cinco anos, conviver com a família de seu marido que faleceu.

A produção está se aproximando do fim da segunda temporada, e informações sobre a renovação ainda não foram divulgadas. 

Foto de Mehmet Aykaç e Sinem Ünsal.
Foto: reprodução/Instagram @1birsenaltuntas

Além de Engin, a personagem Meryem, vivida por Ceren Moray, e Feyyaz, do renomado ator Ahmet Varlı, chegaram à dizi nas últimas semanas.

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Leia também: Especial | Deniz Baysal: carreira, curiosidades e principais trabalhos da atriz turca

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

Texto em colaboração com Mariana Chagas

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Notícias Séries

Quinta temporada de Bridgerton ganha novos membros na alta sociedade

Conheça os atores que chegam ao elenco da série que conquistou o coração dos espectadores

Foi anunciado hoje (8) que a nova temporada de Bridgerton contará com novos rostos em meio aos já conhecidos. A quinta temporada vai explorar a trama de Francesca, interpretada por Hannah Dodd, que retorna ao mercado de casamentos após a morte de seu marido. No entanto, ela começa a questionar suas decisões quando Michaela, interpretada por Masali Baduza, prima de John, volta a Londres.

Quem são os novos personagens?

Tega Alexander interpretará Christopher Anderson, um verdadeiro Casanova da era Regencial. Mas por trás de sua fachada irreverente existe uma corrente de insegurança que ameaça desestabilizá-lo. Filho de Lord Anderson, ele fará com que a sociedade conheça seu nome, de um jeito ou de outro. 

Jacqueline Botswain, conhecida por seu papel em Carnival Row (2019-2023), interpretará Helen Stirling, mãe de Michaela e a verdadeira fonte de seu espírito. Helen buscará orientar a filha durante a temporada social de Londres, combinando a vivacidade com um toque firme daquele amor de mãe.

Gemma Knight Jones interpretará Lady Elizabeth Ashworth, antiga amiga de Michaela que atua como sua confidente e guia em Londres. Por trás de seu charme leve e brincalhão, há uma personalidade bastante pé no chão, que compreende bem as regras não ditas pela sociedade, mas esperadas.

novos atores Bridgerton
Foto: divulgação/Netflix

As filmagens da quinta temporada já estão em andamento, indicando que novos conflitos, romances e tensões sociais devem aprofundar ainda mais o universo da série, agora sob a perspectiva de Francesca.

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Leia também: Primeiras impressões de Os Testamentos: Das Filhas de Gilead

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Livros Notícias

Quarta Asa: o que esperar do quarto livro da série O Empyriano?

“Um dragão sem seu cavaleiro é uma tragédia. Um cavaleiro sem seu dragão é um homem morto.”

[Contém spoilers]

Há fenômenos editoriais – e há O Empyriano

Desde a publicação de Quarta Asa, em 2023, Rebecca Yarros não apenas cativou o mercado, mas também reorganizou as expectativas da tão aclamada romantasia: um híbrido em que desejo, violência, política e magia coexistem com intensidade rara.

O desfecho do terceiro livro, Tempestade de Ônix, encheu nossas mentes de perguntas e previsões – e já faz mais de um ano desde a publicação oficial. A obra foi o romance adulto mais vendido em 20 anos e terminou com um suspense de tirar o fôlego, levando os leitores a uma ansiedade absurda desde que finalizaram o terceiro volume.

Rebecca Yarros
Foto: reprodução/ELLE

Yarros, no entanto, não começou a trabalhar no quarto livro imediatamente após a publicação de Tempestade de Ônix, deixando claro para os fãs que não escreveria a sequência no mesmo ritmo.

Os três primeiros livros da saga foram lançados em um curtíssimo período de tempo – em menos de dois anos. Quarta Asa foi publicado em abril de 2023, Chama de Ferro em outubro de 2023 e Tempestade de Ônix chegou às livrarias em janeiro de 2025.

Após finalizar um romance contemporâneo, Rebecca Yarros voltou ao mundo de O Empyriano, e sua primeira tarefa foi criar fichas e um storyboard – além de, claro, playlists.

A autora, geralmente, cria playlists que refletem o clima e os enredos de seus romances enquanto os escreve, e já falou anteriormente sobre planejar seus livros em fichas para criar uma linha do tempo coesa. 

Em 19 de março deste ano, Yarros finalmente compartilhou um reels em seu perfil do Instagram anunciando que ela tinha oficialmente iniciado a escrita do quarto livro. O vídeo não ofereceu nenhuma pista óbvia sobre o enredo da continuação, mas havia uma placa acima do quadro que dizia: “Em minhas fantasias, eu me elevo. E lá em cima, eu descobri que amo isso”, um trecho da música I Hate it Here, de Taylor Swift. 

A autora também incluiu a música Look What You Made Me Do, também de Swift, na publicação. Ela pode simplesmente ter achado a citação inspiradora para sua escrita – mas nós a conhecemos bem o suficiente para saber que ela não faz nada por acaso. Yarros frequentemente inclui Taylor em suas playlists, dada sua afinidade por conectar a cantora e sua obra, então é altamente possível que ela estivesse dando uma dica sobre o tom ou o enredo de seu próximo volume.

O que aconteceu ao fim de Tempestade de Ônix?
Carta Xaden
(Não me procure. Pertence a você agora.)
Foto: reprodução/StoryBookDreamArt

Tempestade de Ônix terminou com Xaden oficialmente um Venin e uma conversa entre nossa protagonista, Violet Sorrengail, e Imogen Cardulo. O sinete – poder que cada cavaleiro canaliza de seu dragão – de Imogen nunca foi um segredo, sabíamos que ela podia apagar a memória de curto prazo das pessoas. E no capítulo sessenta e seis, último capítulo do livro, Violet reaparece com um anel em seu dedo após estar 12h desaparecida e sem nenhuma memória de onde estava ou do que aconteceu nessas horas.

“— O que você fez? — Viro a cabeça para Imogen e uma sensação apavorante de mau agouro se enraíza no meu peito.

Devagar, Imogen me olha.

— O que você pediu que eu fizesse.”

Apesar do enorme suspense, o que se é possível interpretar é que: Xaden e Violet se casaram em algum momento dessas 12h, e que agora Violet se tornou oficialmente a Duquesa de Tyrrendor

Xaden e Violet
Foto: reprodução/Cassmira

Rebecca Yarros, após ser questionada se Xaden havia planejado um pedido de casamento para Violet, sua resposta foi melhor do que o esperado: “Acho que Tempestade de Ônix todo é um pedido de casamento. Um grande pedido de casamento e uma grande declaração de amor, porque ele (Xaden) sabe que vai se entregar em algum momento e está se esforçando muito para se manter firme e provar o seu valor… Mas acho que o fato de ele já ter mandado fazer um anel demonstra um planejamento prévio.”

O irmão de Violet, Brennan, também revelou que seis ovos de dragão e quatro cavaleiros, incluindo Xaden e seu melhor amigo, Garrick Tavis, estão desaparecidos. Teorias do site Empyrean Riders dizem que os ovos possivelmente estão sendo levados para Unnbriel, já que a Rainha disse que quer esses ovos, dois de cada espécie, em troca de seu exército. Mas também acreditam que esses ou alguns desses ovos pertençam a Sgaeyl e Tairn e foram salvos do vale, dada toda a confusão que acontecia.

Durante seu estado completamente confuso, Violet tenta alcançar Tairn através da ligação, mas, apesar da conexão ainda estar lá, ela está nebulosa. Andarna explica que Tairn precisa de um ciclo de descanso para se recuperar. Mas a pergunta que fica é: se recuperar de quê? Uma das teorias diz que ele precisou romper seu vínculo com Sgaeyl para que Violet não estivesse mais ligada a Xaden, o que justificaria um período de descanso. 

Sobre o que será o quarto livro?
Mapa Navarre
Foto: reprodução/nerdizmo

Em um evento da Disney com fãs, Rebecca revelou detalhes importantes sobre o quarto livro, incluindo a questão do casamento de Xaden e Violet já mencionada. Entre as dicas, ela disse que um dragão está mentindo sobre seu nome, que Dain e Sloane ficarão juntos no final – algo que ela planejou desde o início – e que Ridoc terá mais destaque em sua história.

Outras informações incluíram a possibilidade de múltiplos pontos de vistas, como visto no final de Tempestade de Ônix, continuarem nas sequências para um maior desenvolvimento dos personagens.

Talvez o detalhe mais empolgante seja a revelação de que Xaden entrará em sua era de vilão. E Yarros concluiu dizendo que Violet descobrirá o verdadeiro motivo pelo qual Xaden se casou com ela.

O que podemos descobrir nos próximos livros?
trilogia quarta asa
Foto: reprodução/Lena

Segredos ocultos e a possível aparição da Vovó Niara: a avó de Violet é uma personagem muito nova, mencionada apenas no terceiro livro. Acredita-se que os irmãos Sorrengail passaram um verão com Niara quando Mira tinha oito anos. Curiosamente, esses meses não constam no diário dos pais, e eles também cortaram relações com ela quando Violet ainda era criança.

O que aconteceu nessas 12h perdidas em Tempestade de Ônix: Rebecca confirmou que saberemos, sim, o que aconteceu. “Sim, mas vocês não necessariamente verão. Mas saberão o que aconteceu.” 

O segundo sinete de Violet: Violet tem seu segundo sinete devido ao seu vínculo com Andarna, e é levemente revelado em Tempestade de Ônix que seu sinete tem algo a ver com sonhos lúcidos e imaginação. Sabe-se que apenas uma pequena parte de seu poder foi revelado até o momento, então é possível vermos mais sobre o que esse poder implica e o quão poderoso e influente ele pode ser na guerra. Yarros disse que os leitores viram apenas “cerca de 10% das habilidades de Violet de caminhar nos sonhos, em parte porque outros que desenvolveram esse poder foram mortos, o que dificulta o aprendizado”.

Vínculo de parceiros entre Xaden e Violet e possíveis sonhos picantes: Violet e Xaden têm um vínculo de parceiros por conta de seus dragões, Tairn e Sgaeyl, que são consortes. O livro 3 apresentou um novo par de dragões, Greim e Maise. Segundo Rebecca, “no livro 4, veremos mais sobre a relação entre os consortes, os laços de parceria, porque já sabemos que existe outro par de dragões que usam esse laço para se comunicar a longas distâncias. Então, aprenderemos mais sobre como essa conexão funciona”.

Xaden Venin
Foto: reprodução/Sloan

Xaden e sua era vilão: como se sabe, Xaden canalizou da terra durante a enorme cena de batalha ao final de Tempestade de Ônix para salvar Sgaeyl e se tornou oficialmente um vilão. Rebecca deu seu aviso, “vocês devem se preparar para ver Xaden entrar em sua era de vilão no próximo livro. E, se você não estiver pronto, é melhor guardar esse livro quando ele chegar”.

A cena em que Rebecca se animou para escrever: “Estou muito animada para escrever o momento em que Violet percebe o motivo de Xaden ter se casado com ela… Há vários propósitos.” Aqui, a autora insinua que Xaden não se casou com Violet apenas porque a ama – apesar de, sim, amá-la –, aparentemente há vários fatores que o levaram a tomar essa decisão. Durante o terceiro livro, Xaden diz uma frase muito importante que mostra como sua mente já estava trabalhando na proteção de sua amada: “Quero usar Tyrrendor para proteger você, e não usar você para proteger Tyrrendor.”

O que Bodhi sente por Violet: quando questionada sobre o que o primo de Xaden sentia em relação a Sorrengail, Rebecca Yarros respondeu que “Bodhi tem uma queda pelo que Xaden tem”, o que reforça a questão de uma possível inveja, já que ele é sempre tratado como o parceiro e o segundo melhor em relação a Xaden.

Considerando que Bodhi é um dos potenciais candidatos a ter se tornado um Venin ao final de Tempestade de Ônix, a resposta de Yarros traz reflexões interessantes.

Dain e Sloane
Foto: reprodução/orne

Por que Dain e Sloane foram um bom par: para Rebecca, “ele é tão rígido e ela simplesmente não se importa”. Dain é um típico seguidor de regras, enquanto Sloane quebra essas regras, então essa dinâmica de opostos que se atraem fará com que Dain abandone sua postura arrogante, já que ele se juntou à revolução em vez de ficar do lado do pai. A autora também mencionou que adoraria escrever o ponto de vista de Sloane

O sinete de Imogen já foi usado antes: após o fim de Tempestade de Ônix, muitos fãs se perguntaram se Imogen já havia apagado as memórias de Violet em outro momento. Claro que, em vez de dar uma resposta direta, a autora disse que acha “que depende da sua visão sobre a personagem Imogen. O que Imogen mostrou sobre si mesma? O que ela contou a Violet sobre o seu sinete?”

Ao longo da saga, só é possível ver Imogen apagar memórias quando Violet ou Xaden pedem especificamente que ela o faça. No entanto, grande parte da série é contada apenas da perspectiva limitada de Violet, então pode ter havido ocasiões em que Imogen apagou as memórias de outras pessoas sem o conhecimento dela. Ou da própria Violet sem que ela se lembre ao menos de ter pedido, como mostrado ao final do terceiro livro.

Tairn e Violet
Foto: reprodução/hesam

O vínculo entre dragões e cavaleiros – eles estão mentindo: após os cavaleiros se juntarem a um dragão durante a Ceifa em Basgiath, o cavaleiro anuncia o nome do dragão aos escribas para que seja registrado. No entanto, Yarros apontou aos fãs que os dragões nunca dizem seus nomes diretamente aos escribas. Ou seja, é possível que alguns cavaleiros não compartilhem seus nomes verdadeiros ou que os dragões mintam para seus cavaleiros, o que poderia ajudar os filhos de rebeldes a conseguirem se conectar com dragões que seus parentes já haviam se conectado antes.

Yarros também pediu aos leitores que prestassem atenção aos dragões pretos, incentivando-nos a nos perguntarmos por que existem tão poucos dragões pretos no mundo, acrescentando que é muito relevante que dois novos filhotes de dragão preto tenham nascido ao no segundo livro da saga, Chama de Ferro.

A playlist do quarto livro

Apesar de ainda não ter criado uma playlist oficial para o quarto livro da saga, Rebecca Yarros chegou a nos tentar com algumas escolhas musicais ao fazer publicações ou stories relacionados à sequência. E o Entretê juntou pra vocês todas as canções que Dona Yarros compartilhou para nos deixar completamente ansiosos.

Playlist quarta asa
Foto: divulgação/Entretetizei
Quando o quarto volume será lançado?

Ainda vai demorar um certo tempo até que o próximo livro seja publicado, mas as pistas de Yarros durante as entrevistas, as teorias criadas pelos fãs e a playlist mais ou menos divulgada nos ajudam a aguardar com um pouco mais de paciência. Enquanto isso, podem ler outras romantasias e compartilhar com a gente suas críticas ou reler todos os três livros já publicados para matar a saudade desses personagens incríveis.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Anyma e LISA unem K-pop e techno no lançamento Bad Angel

O produtor italiano e a artista tailandesa colaboram em single que antecede estreia no Coachella

 

Foto: divulgação/Universal Music Brasil

O produtor italiano Anyma e a artista tailandesa LISA, integrante do BLACKPINK, lançaram nesta quarta (8) o single Bad Angel (2026). A faixa marca a colaboração entre os artistas e antecede a estreia do novo show de Anyma no Coachella.

A música reúne a proposta da música eletrônica conceitual de Anyma com a presença global de LISA, conhecida por sua atuação no K-pop e por sua carreira solo. A parceria representa a aproximação entre diferentes estilos musicais em um lançamento voltado tanto para plataformas digitais quanto para grandes festivais.

O videoclipe que acompanha a faixa aposta em uma estética futurista e digital, alinhada ao universo visual do produtor. O material audiovisual destaca a performance de LISA como cantora e dançarina, reforçando sua versatilidade artística.

 

O lançamento acontece em um momento importante para quem está lendo e para os dois artistas. Anyma se prepara para uma nova fase de apresentações ao redor do mundo, enquanto LISA segue consolidando sua carreira solo.

 

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Leia também: 15 letras do BTS que provam que as músicas do grupo são pura poesia

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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Cinema Notícias Séries

Histórias reais em destaque: produções do streaming trazem narrativas necessárias

Aproveite a estreia de Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos para conhecer filmes e séries que contam histórias reais

O catálogo do Disney+ está repleto de títulos baseados na vida real. São muitos os filmes e séries que imortalizam nas telas as histórias de pessoas comuns que tiveram que passar por eventos extraordinários ou ícones que tocaram o mundo com sua obra, seja nas artes, esportes, ciência ou mais.

 Um exemplo atual é o lançamento de Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos. A série conta a vida real de Juan Pablo (Miguel Ángel García), um garoto que cresceu em meio a uma vida luxuosa, mas solitária, graças ao próprio pai, a quem acreditava ser um empresário de tanto sucesso que era obrigado a viver cercado de guarda-costas. Porém, conforme crescia, o jovem começou a entender a verdade sobre as atividades de seu progenitor, que é ninguém menos do que Pablo Escobar (John Leguizamo), um dos maiores narcotraficantes do mundo.

 A vida de Juampi é apenas uma das várias histórias reais que inspiraram filmes e séries no streaming. Para você conhecer outras delas, reunimos abaixo cinco obras baseadas em fatos para você assistir agora mesmo no Disney+. Confira a nossa seleção:

 

Tina: A Verdadeira História de Tina Turner (1993)
Foto: divulgação/Disney+

O mundo do cinema ama contar a vida e a obra de grandes ícones da música, e um dos filmes mais importantes desse gênero é Tina: A Verdadeira História de Tina Turner (1993). A produção narra a trajetória de Tina Turner, cobrindo tanto a vida profissional, marcada pela ascensão de uma das maiores artistas da história dos Estados Unidos, quanto a pessoal, em que precisou lutar para se livrar do marido abusivo, Ike Turner.

 Emocionante, a produção contou com os talentos de Angela Bassett (Pantera Negra, 2018) e Laurence Fishburne (Matrix, 1999) para dar vida a Tina Turner e Ike, em performances tão marcantes que lhes renderam indicações ao Oscar.

 

O Estrangulador de Boston (2023)
Foto: divulgação/Disney+

É impossível falar de histórias reais sem citar true crime, um dos subgêneros mais populares dos últimos anos. O Estrangulador de Boston (2023) conta a história de Loretta McLaughlin (Keira Knightley), jornalista que foi a primeira a conectar os assassinatos cometidos por um homem que ficou famoso como Estrangulador de Boston na década de 1960. Conforme os crimes acontecem, Loretta e a colega, Jean Cole (Carrie Coon), aprofundam uma investigação que as obriga a confrontar o sexismo latente de sua época e colocar as próprias vidas em risco para descobrir a identidade do criminoso.

 

Somos os Que Tiveram Sorte (2024)
Foto: divulgação/Disney+

A minissérie Somos os Que Tiveram Sorte (2024) conta a história dos Kurc, uma família de judeus que precisa fugir de seu lar, a Polônia, para escapar dos horrores do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial. Quando a perseguição ao seu povo se intensifica, os irmãos Halina (Joey King), Addy (Logan Lerman), Genek (Henry Lloyd-Hughes), Jakob (Amit Rahav) e Mila (Hadas Yaron) se espalham pelo mundo, com parte deles chegando ao Brasil, para sobreviver e tentar se reunir quando a guerra acabar.

 

Mauricio de Sousa – O Filme (2025)
Foto: divulgação/Disney+

O Brasil também tem histórias reais dignas de cinema, e uma delas é Mauricio de Sousa – O Filme (2025). A produção conta a vida de Mauricio de Sousa desde a infância, passando pela descoberta do amor pelas histórias em quadrinhos e, principalmente, pelos bastidores da criação de personagens que viriam a se tornar a Turma da Mônica, um dos patrimônios culturais do nosso país. A tarefa de interpretar o protagonista ficou com Mauro Sousa, filho do Mauricio.

 

A História Distorcida de Amanda Knox (2025)
Foto: divulgação/Disney+

A minissérie A História Distorcida de Amanda Knox (2025) volta ao início dos anos 2000 para contar um caso inacreditável. A história acompanha Amanda Knox (Grace Van Patten), uma jovem norte-americana que vê o sonho de estudar na Itália virar um pesadelo ao ser acusada de assassinar a colega de quarto, Meredith Kercher (Rhianne Barreto). Grave, o caso foi marcado por reviravoltas e levou anos para chegar ao fim, período em que Knox foi exposta ao mundo enquanto tentava provar a própria inocência.

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Coletiva | Rock In Rio 2026: line-up do palco New Dance Order e novidades no festival são divulgados

Nova atração ECCO, conceito e shows do DJ Alok e Fatboy Slim estão entre as inovações do palco de eletrônica

O Rock In Rio 2026, que acontece entre os dias 4 e 13 de setembro deste ano, divulgou nesta terça-feira (7) mais informações sobre sua nova edição em uma coletiva de imprensa que o Entretetizei participou. 

Com artistas, conceitos e atrações inéditas, o festival de rock mais famoso do país contará com shows exclusivos e uma variedade de gêneros musicais, com destaque para a presença do k-pop pela primeira vez no festival e um forte line-up de eletrônica, que você pode conferir ao fim da matéria. 

Se apresentarão na Cidade do Rock este ano artistas como Gilberto Gil e Elton John no dia 7. O grupo de k-pop Stray Kids no dia 11 faz sua estreia no festival e, junto com o Nexz, compõem os primeiros números de k-pop a integrar o line-up na história do Rock In Rio. Além disso, Alok, Fatboy Slim, Foo Fighters, Demi Lovato, Maroon 5 e outros participam do evento na Cidade do Rock. 

Palco New Dance Order 

O palco New Dance Order, ou NDO, é onde se apresentam as performances de música eletrônica do festival, um gênero musical visto no Rock In Rio como símbolo de manifestação do desejo pela paz através do convívio, da empatia e da diversão. 

De cara nova, o palco contará com nova estrutura, novos equipamentos e até um novo horário nesta edição do festival. O horário de funcionamento do NDO será das 21h às 3h da manhã, terminando os shows uma hora antes do antigo encerramento, às 4h. 

Foto: reprodução/Instagram @rockinrio

Uma das maiores novidades para esta edição do palco de eletrônica é os chamados Special Openings, shows de abertura com artistas já consagrados. A ideia é ampliar a experiência do público desde o início da programação.

Movimento Dancing For A Better World

O conceito do palco também é novo. New Dance Order: Dancing For A Better World é o movimento que abraça diversidade e defende a união e a paz mundial, alicerçando a próxima edição do festival como um todo.  

Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock World, afirmou durante a coletiva que o movimento por um mundo melhor vem de uma luta presente desde a origem do festival: “Era sobre convocar as empresas brasileiras para assumir parte da responsabilidade e ajudar a solucionar os grandes desafios de nosso país”

Estreia do Espetáculo ECCO

Criado pelo Rock In Rio em parceria com a LightWire, o espetáculo ECCO é a atração inédita do festival, que celebra a arte, a dança e a música de maneira inovadora e imersiva. 

A performance acontece em uma arena na Cidade do Rock durante todos os dias de festival. E marca a estreia do grupo brasileiro LightWire na programação, conhecidos por se apresentarem no America’s Got Talent em 2025. 

Foto: reprodução/Instagram @rockinrio

O projeto utiliza a imersão em 360° graus para fundir o sensorial e a tecnologia. Além disso, a proposta busca refletir sobre as vibrações da natureza e a criação da música.

A venda geral de ingressos começa no dia 26 de maio, ao meio-dia, pelo site da Ticketmaster Brasil.

Alok: Rave the World

Pela primeira vez na história de suas participações no festival, o DJ Alok participa em dois dias, com três apresentações no total, no Rock In Rio 2026. 

Ocupando dois palcos em diferentes datas, o veterano do festival, que é também um dos maiores nomes da música eletrônica mundial, estará no Palco Mundo, no dia 11 de setembro, com um show que traz como conceito a necessidade de manter e valorizar a arte humana. 

No dia seguinte, o DJ sobe ao palco New Dance Order com um set completamente diferente. Trazendo a ideia de transformar o mundo a partir da filosofia da raves, é seu projeto chamado Rave the World

Foto: reprodução/djsound

“Os valores da cultura Rave de paz, amor, união e respeito à diversidade, eu acho que tem total sinergia com o New Dance Order”, diz Alok em mensagem de vídeo para a coletiva de imprensa. 

Além disso, ele sobe ao palco NDO também acompanhado por seus pais e irmão na apresentação como Alok & Family – Ekanta e Swarup. 

Line-up completo do New Dance Order, por ordem de apresentação 
4 de setembro (sexta)

Cat Dealers – Special Opening

Atkö

Gil x Carola

Steve Angello – Headliner

5 de setembro (sábado)

Victor Lou – Special Opening

Camila Jun x Eli Iwasa 

Volkoder 

James Hype – Headliner 

6 de setembro (domingo)

Sofi Tukker – Special Opening

Liu

Casa Bonita: Brisotti & Viot 

Meduza – Headliner 

7 de setembro (segunda)

Max Styler- Special Opening

Leo Janeiro & Simo Not Simon 

Aline Rocha 

Fatboy Slim – Headliner 

11 de setembro (sexta) 

Anna – Special Opening

Departamento

Omiki

Neelix & Vegas – Headliner

12 de setembro (sábado)

Bhaskar 

Adam Sellouk

Gabe

Alok & Family: Ekanta, Swarup 

Alok: Rave the World – Headliner

13 de setembro (domingo) 

Dawn Patrol: Maz, Antdot, Riascode, Bakka – Special Opening

Illusionize 

Roddy Lima 

John Summit – Headliner

A venda geral do Rock In Rio 2026 acontece em 26 de maio, a partir do meio-dia. E a pré-venda club e para clientes itaú começa em 19 de maio e vai até o dia 25 do mesmo mês, pela Ticketmaster Brasil

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Texto revisado por Luana Chicol

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