Leyla, personagem de Serenay Sarikaya, aparece mais séria e madura em fotos promocionais
A terceira temporada de Próximo! (Kimler Geldi Kimler Geçti, 2024) já tem data para estrear na Netflix. Após um final emocionante na segunda temporada, a série retoma sua exibição em em 8 de maio.
Nos próximos episódios, voltamos a acompanhar a história de Leyla (Serenay Sarıkaya), que mais uma vez precisa se recuperar de um coração partido. Agora, a advogada tem que seguir em frente após descobrir o lado sombrio e violento de Cem Murathan (Hakan Kurtas).
Nas fotos promocionais divulgadas no Instagram da Netflix, Leyla aparece com um semblante triste e sério, indicando o processo doloroso que está passando após sair de um relacionamento abusivo.
A cada temporada, a série escrita por Ece Yörenç vem ganhando mais camadas de complexidade — mostrando ser uma história madura, que vai além da comédia e do romance.
Foto: reprodução/Netflix
As primeiras imagens da próxima temporada já foram divulgadas, confirmando a presença de rostos conhecidos na trama: Ömer (Metin Akdülger) e Feyyaz (Boran Kuzum), amores antigos da protagonista, continuam na série.
Além deles, os amigos mais próximos de Leyla, Sarp (Ahmet Rifat Sungar), Funda (Meric Aral) e Esra (Esra Rusan), também retornam para o desenvolver da narrativa.
Foto: reprodução/Netflix
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Nova fase da série estrelada por Hero Fiennes Tiffin e dirigida por Guy Ritchie promete expandir a origem do icônico detetive
O streaming anunciou a renovação de Jovem Sherlock, a série que apresenta uma versão jovem do lendário Sherlock Holmes, para sua segunda temporada.
A série é estrelada por Hero Fiennes Tiffin (After, A Mulher Rei, Harry Potter) no papel do célebre detetive e mistura mistério, ação e uma abordagem contemporânea da origem de Holmes. Todos os oito episódios da primeira temporada seguem disponíveis na plataforma em mais de 240 países e territórios.
O desempenho da primeira temporada vem reforçando o fenômeno que é o personagem de Arthur Conan Doyle. Isso porque, nos primeiros 28 dias após a estreia, a série da Prime Vídeo alcançou cerca de 45 milhões de espectadores, entrando para o ranking das produções originais mais assistidas da plataforma.
Além disso, Jovem Sherlock liderou o Top 10 em mais de 95 países e teve forte adesão internacional. O trailer da temporada de estreia quebrou recordes ao acumular 223 milhões de visualizações em sua semana de lançamento.
Foto: divulgação/Prime Video
Segundo Peter Friedlander, chefe de televisão global do Amazon MGM Studios, o sucesso da produção está ligado à forma como a série conecta o público à construção do icônico detetive. Ele ainda destacou o trabalho de Guy Ritchie e Matthew Parkhill, showrunner e produtor executivo da série, ao trazer uma narrativa atual, intensa e envolvente.
Aclamada pela crítica, a produção conquistou o selo Certified Fresh no Rotten Tomatoes e recebeu elogios de veículos como Variety, Screen Rant e The Wrap.
A primeira temporada do seriado possui um elenco com nomes como Dónal Finn (A Outra Irmã Bennet, 2026), Zine Tseng (O Problema dos 3 Corpos, 2024), Joseph Fiennes (Shakespeare Apaixonado,1996), Natascha McElhone (O Show de Truman: O Show da Vida, 1998), Max Irons (The Riot Club, 2014) e Colin Firth (O Diário de Bridget Jones, 2001).
Já confirmada para a nova temporada, a série terá novamente Guy Ritchie na direção do episódio de estreia, além de atuar como produtor executivo. Confira aqui o trailer da primeira temporada!
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Após o sucesso de O Clube do Crime das Quintas-Feiras, ícone mundial do cozy mystery retorna com nova série
Em abril, chega às livrarias, pela Intrínseca, o novo livro de Richard Osman, autor do best-seller O Clube do Crime das Quintas-Feiras(2021), considerado um dos maiores fenômenos literários do Reino Unido desde Harry Potter, com mais de 17 milhões de exemplares vendidos ao redor do mundo.
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Com uma narrativa ágil e repleta de reviravoltas, O Nosso Negócio é Crime(2026) inaugura sua nova série de mistério e já vem recebendo elogios da crítica britânica. Para o The Guardian, o grande destaque da escrita do autor está na forma como ele constrói personagens: com humor e afeto, explorando suas falhas e esquisitices, o que resulta em uma leitura envolvente. Já a Publishers Weekly ressalta a habilidade de Osman em criar protagonistas ao mesmo tempo excêntricos e humanos, conduzindo um mistério instigante que promete conquistar um público fiel.
Na história, Osman apresenta uma dupla improvável de detetives encarregada de solucionar uma série de crimes interligados ao redor do mundo: Steve Wheeler, ex-policial que se dedicou 25 anos à corporação e hoje vive aposentado, e sua nora, Amy Wheeler, uma segurança particular movida pela adrenalina.
Foto: reprodução/Instagram @intrinseca
Steve leva uma vida tranquila no pacato vilarejo de Axley. Embora ainda aceite pequenos casos – como investigações de extorsão ou o desaparecimento de um cachorro –, o que realmente valoriza são seus hábitos: o quiz semanal no pub, seu banco preferido à beira do lago e a companhia do gato em casa. Para ele, os dias de ação ficaram no passado. Amy, por outro lado, vive em constante movimento. Sem se fixar em um só lugar, ela encara missões arriscadas ao redor do mundo. Seu trabalho atual parece simples: proteger Rosie D’Antonio, uma famosa autora de suspense, em uma ilha particular.
A tranquilidade, no entanto, não dura muito. Quando Amy se depara com um cadáver, uma bolsa cheia de dinheiro e um assassino determinado, não resta alternativa a não ser pedir ajuda a Steve – tirando-o, à força, da aposentadoria. Juntos, eles formam uma dupla tão improvável quanto eficiente e embarcam em uma investigação internacional cheia de perigos.
Entre perseguições, mistérios e reviravoltas, resta saber se conseguirão superar um inimigo mortal. Amy está pronta para o desafio. Steve, nem tanto.
Sobre o autor
Foto: divulgação/Conor O’Leary
Richard Osman é autor, produtor e apresentador de televisão. Seus livros anteriores – O Clube do Crime das Quintas-Feiras (2021), O Homem que Morreu Duas Vezes (2021), A Bala que Errou o Alvo (2022) e O Último Demônio a Morrer (2024) – figuraram nas listas de mais vendidos em diversos países. O Nosso Negócio é Crime marca o início de uma nova série, enquanto os personagens do Clube do Crime ganham uma pausa.
Ele vive em Londres com a esposa, Ingrid, e sua gata, Liesl.
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
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Jogos Vorazes, Percy Jackson e Nárnia retornam (quase) simultaneamente
Durante mais de uma década, as grandes sagas juvenis de fantasia e distopia ajudaram a moldar não apenas o mercado editorial, mas também o próprio comportamento do público jovem no audiovisual.
Série de livros, protagonistas em jornadas de amadurecimento e universos expansivos deixaram de ser nicho para se tornarem o centro da cultura pop global, dominando bilheterias, impulsionando plataformas de streaming e criando comunidades de fãs altamente engajadas.
Agora, em um cenário marcado pela disputa por atenção, a indústria volta seus olhos para aquilo que já provou funcionar: narrativas com base emocional consolidada e reconhecimento imediato. Mais do que uma aposta segura, o retorno dessas franquias revela uma estratégia clara de reativação de marcas culturais que atravessam gerações.
E é nesse contexto que três universos emblemáticos ressurgem quase ao mesmo tempo em 2026. De um lado, Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita retorna às origens de Panem com uma narrativa sombria e política. De outro, Percy Jackson se consolida como um projeto de longo prazo no streaming, estreitando os laços com o público. Já a nova adaptação de As Crônicas de Nárnia ganha uma nova vida sob uma proposta autoral e contemporânea.
Jogos Vorazes retorna ao passado de Panem
Foto: divulgação/Paris Filmes
Desde seu lançamento literário em 2008, Jogos Vorazes conquistou espaço e se consagrou como uma das principais distopias contemporâneas, combinando crítica social, espetáculo midiático e narrativa de sobrevivência. A obra de Suzanne Collins não apenas dialoga com tradições como Battle Royale e 1984, mas também constrói uma reflexão própria sobre autoritarismo, desigualdade e manipulação da opinião pública.
Em 2020, o livro A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes foi publicado. O primeiro prelúdio da trilogia Jogos Vorazes e, dessa vez, focado na juventude do tirano Coriolanus Snow. A obra narra a décima edição dos jogos, 64 anos antes dos eventos com a protagonista da série principal, Katniss Everdeen.
Foto: divulgação/Paris Filmes
Sua adaptação chegou aos cinemas logo em 2023, quase dez anos depois da estreia do último filme da saga, Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2. Dirigido por Francis Lawrence, o longa foi amplamente elogiado por seguir a mesma linha dos principais e se manter fiel à obra de Suzanne Collins.
A produção levou mais de 250 mil pessoas (somente no Brasil) ao cinema em seu dia de estreia, sendo a maior abertura em uma quarta-feira, em 2023. A partir do sucesso incontestável e do quanto os fãs se animaram com as histórias passadas de personagens bem conhecidos, dessa vez Suzanne Collins escolheu narrar a trama de Haymitch Abernathy, em Amanhecer na Colheita.
Foto: reprodução/cinebuzz
O livro aprofunda ainda mais esse universo ao revistar um dos momentos mais traumáticos da história de Panem:o Massacre Quartenário. Acompanhando Haymitch em sua jornada, a obra explora não apenas a brutalidade da arena, mas também os bastidores políticos que sustentam os jogos – além de apresentar um Haymitch praticamente inteiro.
Publicado em 2025, sua estreia foi marcada pela confirmação de uma nova adaptação, que estreia nos cinemas em novembro deste ano. Com Francis Lawrence comandando a direção novamente, esse retorno chega com a proposta de mostrar a construção do sistema, focando na sobrevivência, no trauma da perda e na crueldade da Capital, mostrando que nem todos que vencem saem inteiros.
Assista ao trailer oficial de Amanhecer na Colheita
Percy Jackson fortalece laços com a nova geração
Foto: reprodução/Netflix
Publicada originalmente em 2005, a saga de livro Percy Jackson e os Olimpianos se destacou por sua proposta acessível: inserir a mitologia grega no cotidiano contemporâneo, aproximando jovens leitores de narrativas clássicas por meio de humor, aventura e identificação.
A primeira adaptação feita, composta pelos filmes O Ladrão de Raios, de 2010, e Mar de Monstros, de 2013, foi mal recebida pelos fãs e pelo próprio autor da série, Rick Riordan, devido a mudanças significativas na trama, como o envelhecimento dos protagonistas para os 16 anos e a omissão de elementos-chave.
E foi essa insatisfação com os filmes que levou à criação de uma série fiel na plataforma de streaming Disney+, que estreou em 2023. A atual adaptação representa uma espécie de correção de rota para a franquia, buscando fidelidade estrutural e contando com a participação ativa de Rick Riordan no desenvolvimento.
Foto: reprodução/Vulture
Mais do que uma simples adaptação, o projeto funciona como expansão de universo. A estratégia é clara: transformar Percy Jackson em uma franquia contínua, com potencial para múltiplas temporadas e possíveis spin-offsbaseados em outras mitologias exploradas nos livros do autor.
Em 2025, os atores da série – Walker Scobell, Leah Sava Jeffries, Aryan Simhadri e Charlie Bushnell – estiveram na Comic Con Experience (CCXP), no Brasil, e tiveram uma recepção triunfal para anunciar a segunda temporada da série no streaming. Os fãs foram à loucura durante o painel especial exibido no Palco Thunder by Claro TV+ e os atores ficaram emocionados com essa recepção dos fãs brasileiros.
Foto: divulgação/Arquivo pessoal Maria Clara
Os produtores executivos, Dan Shotz e Jonathan E. Steinberg, também subiram ao palco. Com participação à distância de Rick Riordan, o painel revelou cenas inéditas de OMar de Monstros e causou grande euforia. E, no Brasil, a série atingiu números recordes de audiência.
A terceira temporada está confirmada para estreia no Disney+ ainda este ano, com filmagens realizadas em Vancouver. A nova temporada irá adaptar o terceiro livro da série, A Maldição do Titã, focando no resgate de Annabeth e Ártemis.
Nárnia renasce sob o olhar de Greta Gerwig
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
Clássico da literatura fantástica publicado a partir de 1950, As Crônicas de Nárnia ocupa um lugar singular no imaginário coletivo. A obra de C.S. Lewis combina elementos de fantasia épica com alegorias religiosas e reflexões filosóficas, o que sempre representou um desafio para adaptações audiovisuais.
A primeira adaptação cinematográfica consiste em três filmes principais lançados entre 2005 e 2010: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, Príncipe Caspian e A Viagem do Peregrino da Alvorada. Os longas são geralmente considerados bons, com produção visual grandiosa e cenários imersivos. No entanto, críticos e fãs dividem opiniões sobre a fidelidade ao material original, com alguns achando que eles são fantásticos enquanto outros os consideram inferiores aos livros.
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
A nova versão dirigida por Greta Gerwig surge com a promessa de reinterpretar esse universo para o público contemporâneo. Escolhendo adaptar O Sobrinho do Mago, história que antecede os eventos mais conhecidos da saga, o projeto indica uma intenção de reconstrução narrativa desde a origem.
A trama acompanha o menino Gregório, interpretado por David McKenna, e sua vizinha Polly, interpretada por Beatrice Campbell, adentrando um bosque mágico que dá acesso a outros mundos.
Durante um evento da Netflix que aconteceu em Hollywood, Gerwig comentou sobre os livros por meio de um vídeo: “Está tudo muito bem guardado por enquanto, mas é algo que me deixa muito entusiasmada, porque foi o livro da minha infância. Foi a série de livros que eu amei, que eu vivi intensamente e na qual passei muito tempo me imaginando dentro de Nárnia. Tem sido uma alegria e uma honra ser a pessoa que tem a oportunidade de imaginar esse universo.”
Foto: reprodução/What’s on Netflix
Foi revelado recentemente que, a partir de 26 de novembro, o filme ficará apenas duas semanas em salas IMAX, contabilizando mil salas em 90 países. A ideia da Netflix é lançar Nárnia nos cinemas durante o Dia de Açãode Graças e esperar até o Natal para incluir o filme no catálogo.
Um novo capítulo para velhas histórias
Se antes essas sagas definiram uma geração, agora elas retornam com uma carga ainda maior: a de reencontrar um público que cresceu, mudou, mas que ainda reconhece nesses universos parte da própria formação.
Voltar a Panem, ao Acampamento Meio-Sangue ou aos portais de Nárnia não é apenas revisitar histórias conhecidas, mas também revisitar versões mais jovens de si mesmo, aquelas que aprenderam sobre coragem, amizade e pertencimento através dessas narrativas. Três das sagas que marcaram época retornam quase juntas, atravessando diferentes formatos e plataformas, mas compartilhando o mesmo efeito: reacender memórias que pareciam adormecidas.
No fim, pouco importa qual delas vai se destacar, porque, para uma geração inteira, o verdadeiro acontecimento é poder voltar, ainda que por algumas horas, para os mundos que nunca foram apenas ficção.
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A Coordenadora de Marketing de Publicações da editora presenteou os espectadores de um podcast com o spoiler de que a editora tem os direitos de publicação da obra de Hisaya Nakajo
Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato se reencontram em datas pelo Brasil
Sem lágrimas e chuva por aqui! A banda Kid Abelha anunciou a turnê Eu Tive Um Sonho que iniciará no dia 12 de junho, no Rio de Janeiro. A venda de ingressos para o público estará disponível a partir do dia 13 de abril, começando às 10h online e às 11h nas bilheterias oficiais. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 6x sem juros, estarão disponíveis online (www.ticketmaster.com.br) e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço).
O show reúne a formação do Kid Abelha com Paula Toller nos vocais, Bruno Fortunato na guitarra e George Israel no sax, vocais, violão e bandolim. A direção musical é de Liminha, direção de arte de Gringo Cardia, iluminação de Samuel Betts e codireção artística de Paula Toller. A banda de apoio é formada por Gustavo Camardella na guitarra, violão e vocais, Adal Fonseca na bateria, Pedro Dias no baixo e vocais e Gê Fonseca nos teclados e vocais, além de músicos de sopro. A realização é da Live Nation Brasil e da Posto 9 Entretenimento.
Foto: divulgação/Pedro Loreto
Para eles, não foi fácil resumir uma carreira como a da banda num setlist e fechar as músicas da turnê talvez tenha sido o maior desafio. O projeto é grandioso e o resultado é uma espécie de presente para os fãs do Kid Abelha de várias gerações.
A turnê, que vai de junho a outubro, passará pelas maiores cidades do país, como Rio de Janeiro (12 de junho), São Paulo (27 de junho), Belo Horizonte (4 de julho), Salvador (11 de julho), Brasília (25 de julho), Recife (8 de agosto), Fortaleza (22 de agosto), Porto Alegre (26 de setembro), Curitiba (10 de outubro) e Florianópolis (17 de outubro).
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Novo filme da franquia chega aos cinemas em novembro com foco no Segundo Massacre Quaternário
A distopia que marcou uma geração está prestes a retornar às telonas. Nesta última segunda (13), a Paris Filmes divulgou o trailer e um pôster inédito de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, que promete expandir o universo de Panem. O filme estreia nos cinemas brasileiros em novembro de 2026.
Foto: divulgação/Paris Filmes
Baseado no livro homônimo de Suzanne Collins, a trama se ambienta 24 anos antes dos eventos da trilogia inicial, iniciando-se justamente na manhã da colheita da 50ª Edição dos Jogos Vorazes. Este evento é conhecido no universo da série como o Segundo Massacre Quaternário, uma edição comemorativa com regras ainda mais cruéis, em que Haymitch Abernathy, o mentor de Katniss Everdeen e Peeta Mellark, foi o vencedor.
Confira o trailer:
Alguns personagens conhecidos e amados pelos fãs retornam, agora mais jovens. O protagonista, interpretado nos primeiros filmes por Woody Harrelson, será vivido pelo ator australiano Joseph Zada (Mentirosos, 2025). O elenco ainda conta com Elle Fanning (Valor Sentimental, 2025) como Effie Trinket, Jesse Plemons (Bugonia, 2025) como Plutarch Heavensbee, Ralph Fiennes (Conclave, 2024) como o Presidente Snow, Maya Hawke (Stranger Things, 2016-2025) como Wiress, Kelvin Harrison Jr. (Elvis, 2022) como Beetee, Lili Taylor (Invocação do Mal, 2013) como Mags e Kieran Culkin (Succession, 2018-2023) como Caesar Flickerman.
Ainda temos novos nomes: McKenna Grace (Se Não Fosse Você, 2025) como Maysilee Donner, Ben Wang (Karatê Kid: Lendas, 2025) como Wyatt Callow, Whitney Peak (Gossip Girl, 2021-2023) como Lenore Dove Baird, Billy Porter (Pose, 2018-2021) como Magno Stift e Glenn Close (101 Dálmatas, 1996) como Drusilla Sickle. A direção fica por conta do veterano Francis Lawrence, que dirigiu todos os outros filmes da saga, com exceção de Jogos Vorazes.
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Com performances excêntricas e mistura de gêneros, o artista se apresenta na capital paulista em 6 de junho
O cantor e produtor norte-americano Oliver Tree trará a aguardada World’s First World Tour para uma apresentação única no Brasil. O show acontece em São Paulo no dia 6 de junho (sábado), com início às 20h, no Studio Stage, localizado na região da Lapa de Baixo. A realização é da NUMB BRASIL PRODUÇÕES em parceria com a Cultmix Live.
Foto: divulgação/Catto Comunicação
Conhecido por suas performances enérgicas e visuais extravagantes, o artista multifacetado promete entregar um espetáculo inovador. A apresentação reunirá os sucessos virais de Tree, marcados por uma mistura de gêneros que transita entre o pop, o rockalternativo e a músicaeletrônica.
Os ingressos para o evento já estão disponíveis e podem ser adquiridos digitalmente através da plataforma Articket. Os valores da pista (1º lote) variam entre R$180 (meia-entrada) e R$360 (inteira). O público também conta com a opção do ingresso solidário por R$280, que é válido mediante a doação de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.
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Um romance marcado por tensão emocional, protagonistas imperfeitos e relações que orbitam o limiar entre o desejo e o conflito ético
Ter sentimentos pelo melhor amigo do irmão já não é algo fácil, mas quando este amigo é 15 anos mais velho do que você, as coisas ficam ainda mais complicadas. Maya Killgore, uma jovem de 23 anos que ainda está na faculdade e em busca de direção, e Conor Harkness, empresário de 38 anos, carregam um histórico emocional mal resolvido que ressurge durante uma semana na Itália em Um Amor Problemático de Verão (2025), da autora Ali Hazelwood.
Foto: reprodução/Editora Arqueiro
“Eu nunca quis nada de maneira tão desesperada, tão incontrolável e tão persistente quanto quero você.”
É com essa intensidade que o romance se apresenta: uma experiência que tensiona o desejo, a moralidade e a vulnerabilidade emocional.
A princípio, o romance parece que vai seguir o caminho mais previsível, mas Hazelwood tenta tensionar essa previsibilidade ao tornar o próprio relacionamento um objeto de questionamento interno – ou seja, eles conversam sobre isso. A narrativa não ignora o desconforto: ela o explicita. A diferença de idade e a desigualdade de poder são constantemente verbalizados por Conor, quase como um mecanismo de autocrítica dentro da ficção.
Por um lado, o fato disso ser sempre lembrado pelos personagens confere uma densidade. Por outro, torna-se repetitivo e, como leitor, você se vê um pouco cansado de observar a mesma discussão mais de uma vez. Você compreende, mas a discussão perde a força depois da terceira conversa entre os protagonistas pelo mesmo motivo.
Conor insiste em uma narrativa sem ao menos considerar como Maya se sente com relação a tudo isso. Então, por mais que o fato do debate estar presente seja importante, chega um momento em que até os leitores começam a se questionar se realmente essa diferença de idade é um problema tão grande assim.
Entre impulsos e contenções
Foto: reprodução/Editora Arqueiro
Maya é uma protagonista coerente com sua trajetória, marcada pela perda precoce dos pais e faixa etária. Ela carrega uma raiva quase palpável do mundo, e esse sentimento se manifesta em suas ações. Ela vai ser impulsiva e emocionalmente transparente, pois ainda está em processo de formação. É exatamente essa característica que torna sua voz narrativa um dos pontos mais fortes da trama. Ela sustenta boa parte da fluidez da leitura, com um humor leve que se equilibra nos momentos de tensão.
Conor já é um personagem definido pela culpa – mas também mais controverso dentro da obra. Sua consciência sobre a natureza do envolvimento com Maya não o impede de sentir, mas o coloca em constante estado de contenção. Ele reconhece o desequilíbrio entre eles, a relação de poder entre um homem mais velho com uma mulher mais nova, e insiste nisso ao longo da narrativa. Essa dinâmica cria um jogo interessante: enquanto Maya está constantemente avançando, Conor recua.
Por outro lado, por mais que Conor seja apresentado como alguém que entende as implicações morais de seu possível envolvimento com Maya,sua postura frequentemente oscila entre o cuidado e o controle. Há momentos, inclusive, em que Conor tenta controlar as emoções dela e determinar como ela deveria se sentir em relação a ele.
A construção de um amor problemático
Foto: reprodução/Editora Arqueiro
Um dos aspectos mais interessantes, é que – diferentemente de narrativas que naturalizam relações desde a infância ou adolescência – aqui não existe a ideia de que Conor acompanhou o crescimento de Maya. O vínculo entre eles se constrói já na vida adulta, ao longo de encontros espaçados, conversas e uma aproximação gradual que escapa do estereótipo mais problemático do trope. É claro que essa escolha não elimina as eventuais tensões que relações do tipo abordam, mas ela redefine seus contornos.
E para contar essa história, o passado não aparece como simples exposição: ele é dramatizado. Ao iniciar a leitura você não tem um grande contexto da história desses personagens, tomando conhecimento através dos pequenos detalhes e nos capítulos que retornam a momentos anteriores. Tudo é entrelaçado com o presente e isso permite que o leitor reconstrua, pouco a pouco, a evolução da relação e se apaixone por ela.
Isso cria uma dinâmica de descoberta. Em vez de apresentar um sentimento já estabelecido, o livro convida o leitor a acompanhar seu desenvolvimento – o que torna a conexão entre Maya e Conor mais orgânica, ainda que envolta em conflitos.
A Sicília como personagem
Foto: reprodução/A Gazeta
Maya e Conor se reencontram no casamento do irmão de Maya, Eli, que acontece na Sicília. A ambientação é um dos grandes trunfos do livro, pois, aqui, a Sicília não funciona apenas como um pano de fundo, mas sim como um elemento ativo da narrativa.
Há uma construção sensorial marcante: é possível visualizar as paisagens, sentir a brisa do mar, imaginar os sabores e a textura daquele ambiente. A escrita de Hazelwood transforma o espaço em experiência, a ponto de provocar um desejo quase imediato de comprar uma passagem e decolar no próximo avião em direção à Itália. O leitor se sente lá mesmo sem esse deslocamento real; ele vive aquela semana junto com os personagens.
Foto: reprodução/TripAdvisor
A Sicília é como um catalisador emocional, permitindo que os personagens – e, talvez, até os leitores – se afastem de suas rotinas e confrontem sentimentos que, em outro contexto, permanecessem reprimidos.
Vale a pena?
Foto: reprodução/PS Amo Leitura
A leitura de Um Amor Problemático de Verão é fluída e altamente envolvente. É um livro que se deixa devorar, daqueles que um dia ou dois são suficientes para finalizar, mas há fragilidades.
O desfecho parece surgir de maneira um pouco abrupta, especialmente quando a narrativa finalmente parece ganhar maior intensidade dramática. A sensação que fica para o leitor é de interrupção, não de conclusão. Falta tempo para que o clímax se desenvolva plenamente.
No entanto, a obra é, acima de tudo, uma experiência de leitura profundamente envolvente. Um romance que se apoia em tropes já bem consolidados, mas que, ao mesmo tempo, busca reconfigurá-los por meio de escolhas narrativas mais cuidadosas. Um romance que reconhece suas próprias contradições sem necessariamente resolvê-las, mas que encontra força justamente nessa ambiguidade.
Ao finalizar a leitura, o que permanece não é apenas a discussão sobre o que é ou não problemático, mas a memória sensorial da jornada: a atmosfera, os sentimentos e a intensidade. E a vontade de voltar, um desejo de esquecer para poder ler tudo de novo como se fosse a primeira vez.
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Tuba Büyüküstün retoma para a temporada final da série
Foi anunciada a data de estreia da terceira e última temporada de Zeytin Ağacı (Uma Nova Mulher). Segundo a roteirista Nuran Evren Şit, os novos episódios chegam à Netflix no dia 24 de junho.
A história de Ada, interpretada por Tuba Büyüküstün, e suas amigas Leyla (Seda Bakan) e Sevgi (Boncuk Yılmaz) teve uma boa recepção do público dentro e fora da Turquia desde seu lançamento em 2022.
Foto: reprodução/Instagram/@storyuniverse_nl
A trama de drama/romance, que ficou no top 10 da Netflix em mais de 50 países, retorna com novos desdobramentos, acompanhando as personagens no desfecho de sua jornada espiritual e enfrentamento de traumas familiares do passado.
As filmagens aconteceram em Ayvalık, uma cidade localizada na costa do Mar Egeu, na Turquia. Produzida pela OGM Pictures, a temporada final da série conta com o mesmo diretor da segunda, Erdem Tepegöz.
Fonte: informações coletadas nos perfis oficiais da roteirista Nuran Evren Şit
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