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FLO anuncia segundo álbum da carreira, Therapy at the Club

Com lançamento marcado para julho Trio britânico aposta em R&B intenso no novo projeto

FLO vem com tudo para iniciar uma nova era! O trio britânico de R&B anunciou o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, Therapy at the Club, que chega às plataformas em 24 de julho de 2026, via Island Records. Junto do anúncio, o grupo também divulgou a faixa-título do projeto e um trailer inédito que antecipa a estética do disco.

Descrito pelas integrantes como um trabalho “superpessoal”, o álbum transforma o ambiente das baladas em um espaço de vulnerabilidade, liberdade e autoconhecimento. Misturando R&B contemporâneo, pop sombrio e letras confessionais, Therapy at the Club acompanha a intensidade emocional de uma noite inteira, dos preparativos até a manhã seguinte.

Segundo o FLO, o conceito nasceu justamente da ideia de que as pistas e, principalmente, os banheiros femininos dos clubes funcionam como verdadeiros espaços de terapia coletiva. “Este álbum representa onde estamos agora: honestas, em evolução e sem medo de sentir tudo”, disseram as integrantes em comunicado oficial.

O novo projeto conta com colaborações de nomes importantes da música pop e R&B, incluindo Amy Allen, Steph Jones, Julian Bunetta e Boy Matthews, além de parcerias do trio, como Skippz, Oak Felder e Sevyn Streeter. As próprias integrantes também participaram ativamente da composição e produção do disco.

A faixa Therapy at the Club já tinha dado o que falar antes mesmo de seu lançamento oficial, após ser apresentada pela primeira vez durante a elogiada participação do grupo no Tiny Desk, da NPR. O single chega na sequência de Leak It, música que se tornou um dos maiores sucessos recentes do trio e ganhou força especialmente no Brasil.

Ouça Therapy At The Club aqui:

 

Nos últimos meses, o FLO viveu uma sequência de marcos importantes na carreira. O álbum de estreia, Access All Areas, garantiu ao grupo uma indicação ao GRAMMY® 2026 na categoria de Melhor Álbum de R&B Progressivo, sendo a primeira vez de um grupo feminino britânico em duas décadas.

Além do reconhecimento da crítica, o trio também conquistou grandes números. O debut alcançou o topo das paradas de R&B no Reino Unido, entrou na Billboard Top 200 e acumulou mais de 605 milhões de streams globais. Publicações como Pitchfork, NME e The New York Times destacaram o FLO como um dos grupos femininos mais promissores da nova geração.

Formado por Renée Downer, Stella Quaresma e Jorja Douglas, o FLO se firmou como um dos principais nomes do R&B britânico atual ao unir harmonias clássicas do gênero com produção contemporânea e forte identidade visual. Agora, com Therapy at the Club, o trio apostou todas as suas fichas em um trabalho mais intimista e ambicioso para continuar expandindo seu espaço na música pop global.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cultura asiática Música Notícias

iKON anuncia primeiro show no Brasil com apresentação em São Paulo

Grupo de K-pop fará apresentação inédita no país em agosto

O sonho dos fãs brasileiros finalmente vai se tornar realidade: o grupo sul-coreano iKON anunciou oficialmente sua primeira passagem pelo Brasil. O show acontece no dia 30 de agosto, na Audio, em São Paulo.

A apresentação faz parte da nova turnê mundial do grupo, intitulada FOUREVER WORLD TOUR, que celebra a trajetória de uma década do iKON na indústria do K-pop. Até o momento, informações sobre preços e início das vendas de ingressos ainda não foram divulgadas.

Formado pela YG Entertainment, o iKON debutou em 2015 e conquistou uma base sólida de fãs ao redor do mundo com hits marcantes e performances intensas. Atualmente, o grupo é composto por JAY, BOBBY, SONG, JU-NE, DK e CHAN.

Ao longo da carreira, o sexteto emplacou sucessos como LOVE SCENARIO, KILLING ME e RHYTHM TA, músicas que ajudaram a consolidar o nome do grupo entre os principais atos da terceira geração do K-pop.

O lançamento mais recente do iKON foi o álbum TAKE OFF, divulgado em 2023, marcando uma nova fase na carreira do grupo. A expectativa para o encontro com os fãs brasileiros já movimenta as redes sociais e promete fazer do show um dos eventos mais aguardados do ano para o público de K-pop no país.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cultura turca Notícias

Final de temporada de Sevdiğim Sensin traz despedida de personagem e reviravoltas

Série se despede do público com mudanças no elenco e novos desdobramentos na trama

 

A dizi Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você É Quem Eu Amo), exibida nas noites de quinta-feira pela Star TV, já tem data definida para seu final de temporada. A produção da Ay Yapım, estrelada por Helin Kandemir e Aytaç Şaşmaz, entrará em pausa no dia 4 de junho. As informações foram divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş, conhecida por antecipar bastidores da televisão turca.

Foto: reprodução/StarTv

Exibida desde 12 de fevereiro de 2026, a trama se passa entre Ağrı e Istambul e acompanha a história de Erkan e Dicle em um casamento forçado, marcado por conflitos familiares, tradições e dramas emocionais. A produção, dirigida por Gökçen Usta, rapidamente se destacou na audiência, alcançando bons índices de repercussão desde sua estreia.

Foto: reprodução/StarTv

Além do encerramento da temporada, a série também passará por mudanças no elenco. A atriz Elçin Zehra İrem, intérprete de Burçin, deixará a produção, marcando uma despedida importante na narrativa.

Foto: reprodução/Referans Online

No episódio mais recente, Dicle inicia uma nova fase ao decidir se tornar independente e retomar o controle da  própria vida. Com o apoio de Feride, ela dá início oficialmente ao processo de divórcio contra Erkan, abrindo espaço para novos desdobramentos na história.

Foto: reprodução/StarTv

O encerramento da temporada promete uma virada importante na trama, que seguirá explorando os conflitos entre tradição, liberdade e escolhas pessoais dos personagens.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Música Resenhas Teatro

Resenha | Flashdance – O Musical está em curta temporada em São Paulo e aposta em uma noite vibrante e repleta de nostalgia

O espetáculo ganha humor e profundidade em adaptação da trajetória de uma jovem operária nos palcos brasileiros

Matéria por: Luana Chicol

Até o dia 31 de maio, o Teatro Claro MAIS SP receberá um musical já conhecido por muitos fãs de filmes dos anos 80 especialmente os mais dançantes. Flashdance – O Musical, em curta temporada na cidade de São Paulo, investe na adaptação das músicas, coreografias e jornada dos personagens originais para o português. E o Entretetizei foi assistir e traz uma resenha exclusiva da nova obra inspirada no longa-metragem sedutor e eletrizante.

O sonho de Alex e a sua dura realidade

Uma atmosfera sóbria toma conta dos palcos, antes que a música comece. Mas, logo os muitos bailarinos que compõem o elenco talentoso do musical, roubam a cena com energia. Eles relatam o trabalho difícil nas fábricas de Pittsburgh, a remuneração escassa e as mudanças no ambiente de trabalho: o novo patrão, o misterioso herdeiro de todo o lugar, se prepara para assumir o cargo na empresa e se apresentar aos subordinados.

Em meio a isso, Alex Owens se destaca: uma das únicas mulheres trabalhando na siderúrgica, ela brilha no palco com a interpretação de Marisol Marcondes, que dá vida a uma jovem igualmente batalhadora e sonhadora. A protagonista é pura dualidade: ela trabalha em meio a homens, mas cuida com carinho de sua sábia mentora, Hannah (Adriana Fonseca). Além disso, ela trabalha duramente com o aço durante o dia, mas passa suas noites apresentando sua dança em uma boate famosa na cidade. Entretanto, seu sonho é outro: entrar em um prestigiado conservatório de balé e iniciar sua carreira tão sonhada nos palcos. Depois de reunir muita coragem (e um empurrãozinho de sua mentora), ela se inscreve para uma audição e começa seus treinos para a oportunidade da sua vida.

A atuação de Marisol Marcondes traz ares contemporâneos para uma personagem já amada pelo público. Em entrevista para o Entretê, ela compartilha que foi ideia sua Alex ter como marca-registrada a camiseta do Michael Jackson no figurino, e que participou de forma ativa na construção da protagonista em sua adaptação brasileira. Deste modo, fica claro que o espetáculo brasileiro também busca certo sentimento de autenticidade, tanto na produção pré-espetáculo quanto nas atuações em palco.

O amor chega, mas ele se sustenta?

Nick Hurley (Rhener Freitas) quebra a rotina das fábricas: o herdeiro se mostra um pouco mimado, mas aberto para conhecer as condições de trabalho e entender aquela realidade distinta. O que ele não esperava era ser surpreendido por alguém que não cede à hierarquia do lugar: Alex o julga por sua distração e o zomba por sua postura de playboy. Ele se encanta e, na mesma noite, se reencontra com ela no bar em que Alex se apresenta, ficando ainda mais encantado. Assim, eles iniciam uma relação apaixonada.

O casal tem muita química, mas ela continua questionando seu lugar no mundo e, portanto, o lugar de seu relacionamento no mundo. Sua natureza crítica não a permite estar com Nick sem pensar nas consequências em seu trabalho e, de certo modo, ele não compreende a totalidade das suas dificuldades como mulher, operária e aspirante a bailarina.

A paixão encontra resistência nas mudanças da indústria de aço em Pittsburgh. A empresa de Nick sofre cortes, e parte dos colegas de Alex são demitidos subitamente, o que estremece o relacionamento e a faz compreender que os dois possuem duas vivências muito diferentes. Eles se afastam, e ela continua treinando para a sua audição, com o foco redirecionado.

Marisol Marcondes e Rhener Freitas demonstram muita versatilidade em seus papéis, alternando entre os momentos de vulnerabilidade apaixonada e autorreflexão acerca das jornadas únicas que os dois trilham individualmente. A autenticidade e o brilho de Alex são o destaque da peça, sustentados por uma presença de palco magnética e uma entrega física que traduz, com precisão, o conflito interno da personagem. Sua jornada é marcada pela tensão entre o desejo e a independência, entre o amor e a ambição e é justamente nesse embate que a narrativa encontra sua força.

Quando analisada com afinco, a narrativa inteira é repleta de amores imperfeitos. O núcleo de amigas dançarinas de Alex apresenta, em cada personagem, uma relação complexa entre sonho, desejo e realidade. Gloria (Giovana Brandão) idealiza a fama, mas é constantemente puxada para baixo por inseguranças e pelos sacrifícios exigidos dentro do contexto dos clubes noturnos de Pittsburgh. Seu número com a música de Laura Branigan é sensível e impactante. 

Enquanto isso, Tess (Marião) inverte a dinâmica usual dos relacionamentos da época com a performance elétrica do hit Manhunt, reforçando o tom girl power da peça e a independência feminina dos anos 80 ao destacar mulheres assumindo o controle sobre a própria vida amorosa e sobre a performance da própria sensualidade. Por fim, I Love Rock & Roll, interpretada por Carla Leilane no papel de Kiki, é uma ode ao gênero com atitude e emoção e, em todos os números musicais, a potência vocal é alinhada com um ótimo trabalho dos bailarinos em se adaptar tanto às coreografias clássicas de balé quanto ao mix de gêneros de dança que acompanham as canções do musical.

Em suma, o musical não se restringe à representação de um romance improvável, mas de um retrato sensível sobre escolhas, identidade e pertencimento. Enquanto Nick começa a questionar os privilégios que sempre moldaram sua visão de mundo, Alex reafirma a necessidade de não abrir mão de si mesma, mesmo diante de um sentimento avassalador. A peça, assim, convida o público a refletir sobre até que ponto é possível conciliar realidades tão distintas sem que alguém precise se perder no processo.

O teste final

No clímax da narrativa, o aguardado teste de Alex funciona como síntese de tudo o que veio antes: entrega, frustração, desejo e disciplina. Ao entrar na sala de audição, ela não leva apenas uma coreografia ensaiada, mas uma história marcada por renúncias e resistência. Cada movimento carrega o peso de sua rotina na fábrica e, ao mesmo tempo, a leveza do sonho que nunca abandonou.

A performance em si rompe com a expectativa tradicional do balé clássico. Alex mistura técnica e impulso, precisão e instinto, criando algo que não se encaixa perfeitamente nas normas, mas que pulsa com originalidade. Esse momento reafirma um dos temas centrais da obra: a legitimidade de trajetórias não convencionais. Ela não tenta apagar suas origens para se adequar; ao contrário, transforma sua vivência em linguagem artística, provando que sua identidade é justamente o que a torna única.

Já a icônica cena da água com a cadeira carrega um significado que vai além do impacto visual. Quando a água despenca sobre seu corpo, há ali um gesto de controle e libertação simultâneos. É como se ela determinasse o momento de ser atravessada por tudo aquilo que a define o suor, o cansaço, a pressão e, ao mesmo tempo, emergisse renovada.

Essa imagem se tornou emblemática justamente por condensar o espírito de Alex: força, sensualidade e autonomia. Não é um olhar externo que a molda ou a expõe, mas uma escolha consciente de se expressar nos próprios termos. Assim como no teste final, ela não pede permissão para ocupar aquele espaço — ela o transforma. Juntas, essas cenas reafirmam que sua conquista não está apenas na aprovação de uma banca, mas na afirmação plena de quem ela é e de quem escolhe se tornar.

A produção brasileira do musical de Flashdance cria novas camadas de significado sobre a obra, tanto na adição de humor genuíno dentro da construção dos personagens coadjuvantes, quanto nas adaptações das músicas originais típicas dos anos 80. Vale a pena assistir seja você um grande fã dos dramas musicais ou não!

 

Te convencemos a assistir? Compartilhe com a gente a sua experiência no espetáculo de Flashdance e nos marque nas nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Notícias

“Meu porto seguro”: diz atriz Mariana Lewis sobre o papel da mãe Márcia Romão em sua trajetória internacional

“Ela acreditou em mim antes mesmo de eu ter certeza”, declara Mariana Lewis sobre Márcia Romão

Além de um talento que impressiona, o sucesso internacional da atriz brasileira Mariana Lewis, hoje consolidada em palcos britânicos e produções premiadas, também tem o toque do amor, da proteção e da presença constante de sua mãe, a jornalista e produtora Márcia Romão – que sempre demonstrou apoio também ao primogênito talentoso Max Lewis. Neste Dia das Mães, Mariana – que se formou pela renomada Guildhall School of Music & Drama em 2025 e brilha em Londres na peça The Hunger Games On Stage – revela que sua maior força vem do vínculo inquebrável que mantém com Márcia.

A carreira, que hoje colhe frutos em solo europeu, começou com o olhar atento de uma mãe que sempre acreditou no potencial da filha. Desde os primeiros passos em Encanto da Sereia, série protagonizada por Mariana na infância, Márcia foi o pilar necessário para os desafios da profissão. “Minha mãe sempre foi minha base. Ela esteve ali segurando minha mão, me orientando e, principalmente, me protegendo. Ela acreditou em mim antes mesmo de eu ter certeza. Foi essencial pra eu não me perder no começo“, recorda Mariana. Para a atriz, a presença da mãe funciona como um escudo emocional: “Ter ela comigo é como ter um porto seguro em qualquer lugar do mundo. Sinto-me mais forte porque sei que não estou sozinha“.

Após a série infanto-juvenil, elas iniciaram em família o Canal Demais, uma produtora independente com mais de 20 prêmios internacionais e 15 séries produzidas. Márcia não apenas incentivou, ela, juntamente com Quentin Lewis, pai de Mariana, estruturaram o caminho. “Mariana mostrou interesse em teatro desde criança, incentivei levando para ensaios e assistindo a todas as peças milhares de vezes. Resolvemos criar o Canal Demais para explorar a criatividade dela e do Max, e aprendemos, em família, a produzir séries que até hoje fazemos com muita paixão pela arte“, recorda Márcia.

A cumplicidade entre as duas é tão profunda que transborda para o trabalho, facilitando a entrega em personagens densos. Mariana relembra que a intimidade traz uma confiança única, como nas gravações de Os 3 Venenos de Shaolin, onde precisou viver a dor da perda de uma mãe. “Tivemos uma cena bem difícil. Foram muitos takes e muitas lágrimas, mas o processo uniu bastante a gente. Teve um dia, depois de uma cena intensa, que nos abraçamos em silêncio no meu quarto. Foi um momento de conexão muito forte e orgulho mútuo que guardo com carinho. É difícil explicar, mas foi especial demais“, conta a atriz.

Mesmo diante da pressão de uma carreira internacional e da rotina intensa de premiações, Mariana mantém os pés no chão através de um conselho simples que Márcia sempre repete: “Lembra de quem você é e de onde você veio. Parece básico, mas no meio de tanta pressão, isso me traz de volta pro meu centro, me acalma e me dá força pra continuar”.

Para Márcia, o papel de mãe e incentivadora sempre foi exercido com total dedicação, acompanhando Mariana em cada ensaio e peça desde a infância. Ao ver a filha atuar para uma plateia de 1.200 pessoas em uma arena em Londres, a emoção transborda o lado profissional. “Fiquei muito emocionada quando fui assistir Hunger Games on Stage. Ver que ela começou criança e hoje continua brilhando nos palcos me deixa muito feliz“, afirma Márcia, que define como seu “maior prêmio” ver a garra com que Mariana conquista seu espaço no mundo.

Neste Dia das Mães, a relação de Mariana Lewis e Márcia Romão mostra que o sucesso internacional é, na verdade, um projeto construído em união, onde o talento da filha encontra o eco perfeito na proteção e no incentivo incansável da mãe.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

 

 



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Cultura pop Notícias Séries

Conheça Elle Woods: série prelúdio ganha primeiro teaser e data de estreia

Ambientada em 1995, a nova produção, que expande o universo de Legalmente Loira, chega em julho e já tem sua segunda temporada garantida

Fãs da icônica advogada cor-de-rosa já podem marcar no calendário. Elle, a série que antecede os eventos do filme Legalmente Loira (2001), estreia no dia 1º de julho e acaba de ganhar seu primeiro teaser oficial, além de imagens inéditas e pôster. A expectativa em torno do título é alta, tanto que a produção foi renovada para uma segunda temporada antes mesmo de seu lançamento. 

A primeira temporada transporta o público para 1995 e acompanha Elle Woods durante o ensino médio, muito antes dela se tornar um peixe fora d’água na faculdade de Direito de Harvard. Nessa fase, a personagem lida com a turbulência típica da adolescência, enfrentando amizades complicadas, romances proibidos e escolhas de moda ainda em desenvolvimento. 

O enredo promete focar no amadurecimento da protagonista, mostrando a família como seu grande alicerce e explorando o forte vínculo construído com sua mãe para superar obstáculos.  

A responsabilidade de dar vida à protagonista ficou a cargo da atriz Lexi Minetree. A dinâmica familiar ganha forma com June Diane Raphael e Tom Everett Scott interpretando seus pais, Eva e Wyatt.

O elenco principal conta ainda com nomes como Jacob Moskovitz, Gabrielle Policano, Chandler Kinney, Zac Looker e Amy Pietz. A trama terá também participações de já rostos conhecidos do público em papéis recorrentes, incluindo James Van Der Beek, David Burtka e Jessica Belkin

Nos bastidores, o projeto mantém a essência da franquia original. Reese Witherspoon retorna ao universo de Legalmente Loira, dessa vez atuando como produtora executiva. A série foi criada por Laura Kittrell (Insecure, 2016), que divide a função de showrunner com Caroline Dries. A direção dos dois primeiros episódios é assinada por Jason Moore (A Escolha Perfeita, 2012).

A série é realizada pelo Amazon MGM Studios em parceria com a Hello Sunshine (produtora da própria Witherspoon), sendo uma adição exclusiva ao catálogo da Prime Video.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura turca Entretenimento Notícias

Delikanlı, estrelada por Mert Ramazan Demir, é cancelada

A dizi chega ao fim em seu sétimo episódio

A dizi Delikanlı (tradução livre: O Jovem, 2026), exibida nas noites de segunda-feira na Show TV, foi oficialmente cancelada. A novela, amplamente aguardada por conta do seu elenco de peso e história com alta carga emocional, não conseguiu captar a atenção do público e obteve baixos índices de audiência.

Segundo a imprensa turca, o canal tomou a decisão de encerrar a história estrelada por Mert Ramazan Demir, famoso por seu papel em O Canto do Pássaro (Yalı Çapkını, 2022). Ele contracenava ao lado de Melis Sezen, Salih Bademci e Mina Demirtaş.

Mert Demir e Mina Demirtaş.
Foto: reprodução/Dizilah

Nas últimas semanas, movimentações já haviam sido feitas para tentar melhorar o índice de audiência, que não ultrapassou os três pontos e estava em constante declínio. 

Zeynep Günay, diretora dos cinco primeiros episódios junto com Recai Karagöz, saiu do cargo e deixou a direção para Karagöz tocar ao lado de Enes Kartal

Vale ressaltar que a produção, escrita por Aybike Ertürk, estava entre as mais caras dos últimos tempos, com um orçamento de 32 milhões de liras turcas.

O elenco, agora, se prepara para o final da novela. Delikanlı se despedirá da tela no sétimo episódio, programado para ir ao ar no dia 28 de maio.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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Cultura Cultura turca Entretenimento Notícias Novelas

Uzak Şehir anuncia final da segunda temporada e saída de personagens

A dizi encerrará sua segunda temporada no episódio 63 e se despedirá de Alper Çankaya

 

Um dos maiores sucessos recentes da televisão turca, Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante, 2024) já definiu quando entrará em hiato. Segundo informações divulgadas pela imprensa da Turquia, a dizi terminará a sua segunda temporada no episódio 63.

Cena de Uzak Şehir
Foto: reprodução/Dizilah

Na última segunda-feira (4), a produção exibiu o 60º episódio e, caso não ocorram mudanças no calendário devido ao feriado no país, o final da segunda temporada irá ao ar no dia 25 de maio.

Além da pausa temporária antes da terceira temporada, os fãs também terão de lidar com a despedida do ator Alper Çankaya, responsável por interpretar Şahin Albora, que deixará a produção.

Alper Çankaya e Sahra  Şaş, atores de Uzak Şehir
Foto: reprodução/Afyon Türkeli

De acordo com as informações divulgadas, o próprio ator teria decidido deixar a dizi, mas nenhuma motivação para sua saída foi revelada. Além disso, ainda não se sabe qual será o destino do personagem.

No entanto, Alper não deve ser o único a dar adeus à Uzak. Também existem rumores de outras saídas, que poderão ser anunciadas ou confirmadas nos próximos dias, como a de Burç Kümbetlioğlu, intérprete de Boran Albora.

Cena de Uzak Şehir
Foto: reprodução/Dizilah

Exibida pelo Kanal D, Uzak Şehir se tornou uma das produções mais comentadas da TV turca, conquistando altos índices de audiência e forte repercussão nas redes sociais.

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Texto revisado por Luana Chicol

Fonte para esta notícia: Birsen Altuntaş

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Entretenimento Séries

O Urso: Data de estreia da 5° e última temporada é anunciada

Os episódios finais chegam ao streaming em junho deste ano.

Matéria por: Mayara Pereira

É hora de finalizar o serviço! Na última quarta (6), o Disney+ divulgou por meio de suas redes sociais o pôster da 5°e última temporada do sucesso da FX, O Urso. A comédia com altas doses de drama protagonizada por Jeremy Allen White contará com oito episódios em seu volume final, que estreia no dia 25 de junho.

O anúncio chega logo após a estreia da prequela Gary, no qual Richie (Ebon Moss-Bachrach) e Mikey (Jon Bernthal) embarcam em uma viagem de trabalho rumo à Gary, Indiana. A dupla não só divide as telas, mas também os créditos de escrita do episódio. Gary já está disponível na plataforma do streaming como uma “série” derivada.

Foto: Divulgação/Disney+
Foto: Divulgação/Disney+

A quinta e última temporada de O Urso tem como ponto de partida a manhã seguinte à chocante revelação de que Carmy abandonou seu avental e se aposentou da gastronomia.  Sidney (Ayo Edebiri), Richie (Ebon Moss-Bachrach) e Natalie “Sugar” (Abby Elliot) ficam com o restaurante e vários problemas, como: a falta de dinheiro, a ameaça de venda e a derrocada do sonho de conquistar uma estrela Michelin, sendo esse o último fio de esperança para a sobrevivência do Urso.

A aclamada série da FX, criada por Christopher Storer, caminha para seu desfecho e suas resoluções devem ir além das dificuldades do lado gerencial da gastronomia. 

Ao longo de quatro temporadas, a série também estrelada por Lionel Boyce, Liza Colón-Zayas e Matty Matheson, com participações especiais de Ricky Staffieri, Oliver Platt, Will Poulter e Jamie Lee Curtis, abordou questões ligadas à saúde mental, lares disfuncionais e burnout.

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