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A Hipótese do Amor: adaptação ganha data de estreia no streaming

Filme inspirado no sucesso literário de Ali Hazelwood teve sua data de estreia e primeiras fotos divulgadas e já desperta expectativas entre os fãs da obra

 

O streaming Prime Video da Amazon divulgou nesta quinta (11) as primeiras imagens oficiais de A Hipótese do Amor, adaptação cinematográfica baseada no livro da escritora italiana Ali Hazelwood

A obra, que se tornou um best-seller do The New York Times, conquistou leitores ao redor do mundo com sua mistura de romance ambientado no universo acadêmico.

O filme, estrelado por Lili Reinhart e Tom Bateman, chega ao catálogo do Prime Video no dia 23 de setembro.

Foto: divulgação/ Cosmopolitan e Philippe Bossé
Foto: divulgação/ Cosmopolitan e Philippe Bossé

Na trama, acompanhamos Olive Smith (interpretada por Lili Reinhart), uma estudante de doutorado em Biologia na Universidade de Stanford, totalmente dedicada à sua carreira acadêmica. 

 

No entanto, quando sua amiga revela estar interessada no rapaz por quem Olive tinha uma queda, a estudante decide inventar uma pequena mentira para convencê-la a não seguir em frente: a de que está namorando com ele. Para tornar a história mais convincente, em um momento de desespero, ela beija o primeiro homem que encontra pela frente.

 

O que ela não esperava era que esse homem fosse Adam Carlsen (interpretado por Tom Bateman), um jovem e renomado professor da universidade, conhecido tanto por seu prestígio acadêmico quanto pela fama de ser extremamente exigente com seus alunos.

 

Para manter as aparências, Olive e Adam fazem um acordo e assumem um namoro – falso – diante dos colegas e estudantes do laboratório. Porém, conforme a convivência entre os dois aumenta, a linha entre a encenação e os sentimentos reais começa a ficar cada vez mais fina, colocando em risco não apenas a farsa que criaram, mas também seus próprios corações.

Foto: divulgação/ Cosmopolitan e Philippe Bossé

 

Com direção de Claire Scanlon e roteiro de Sarah Rothschild, a adaptação promete levar às telas todo o romance acadêmico que conquistou leitores ao redor do mundo. Enquanto o lançamento não acontece, é possível acompanhar a história de Olive e Adam através do livro A Hipótese do Amor, publicado no Brasil pela Editora Arqueiro.

Vocês estão animados para a estreia do filme ? Ou já leram A Hipótese do Amor? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e, se quiser saber mais sobre as novidades do mundo literário, venha participar do Clube de Leitura do Entretê

 

Leia também: Live-action de Blue Lock estreia em agosto 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Streaming divulga primeiras imagens e data de estreia de A Hipótese do Amor

Estrelado por Lili Reinhart e Tom Bateman, adaptação do best-seller de Ali Hazelwood chega às telas em 23 de setembro

A aguardada adaptação de A Hipótese do Amor, novo filme baseado no romance homônimo de Ali Hazelwood, divulgou nesta quinta (11) a data de estreia e as primeiras imagens do longa. A obra, que conquistou leitores do mundo todo e se consolidou como um dos best-sellers do New York Times, estreia globalmente em 23 de setembro.

Estrelado por Lili Reinhart e Tom Bateman, o filme acompanha a trajetória de Olive, uma estudante de doutorado que está determinada a construir sua carreira acadêmica. A rotina da jovem vira de cabeça para baixo quando ela descobre que sua melhor amiga Ahn se apaixonou por Jeremy, um rapaz por quem Olive já teve interesse.

Na tentativa falha de provar que superou a antiga paixão, Olive acaba beijando o temido professor Adam Carlsen, interpretado por Bateman. O que teve início apenas como uma situação inusitada e impulsiva acaba se transformando em um relacionamento falso, com combinados, regras e acordos entre os dois.

Foto: divulgação/Prime Video

Enquanto tentam manter o fake dating, os dois percebem que a convivência começa a ultrapassar os limites determinados e despertar sentimentos reais. O que era pra ser apenas um acordo conveniente para ambas as partes logo gera uma questão difícil para Olive: será que o amor realmente vale o risco?

Além de Lili Reinhart e Tom Bateman, o elenco conta com outros nomes de peso: Rachel Marsh como Ahn e Nicholas Duvernay como Jeremy.

Foto: divulgação/Prime Video

A Hipótese do Amor tem produção da MRC e da Cantillon Company, com Elizabeth Cantillon como produtora, Claire Scanlon na direção e Sarah Rothschild responsável pelo roteiro. O filme estará disponível exclusivamente para assinantes do Prime Video a partir de 23 de setembro. 

 

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Texto revisado por Kalylle Isse

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Live-action de Blue Lock estreia em agosto

Fenômeno dos animes de futebol, a adaptação chega aos cinemas brasileiros na mesma semana do lançamento japonês 

A Sato Company confirmou a estreia do aguardado live-action de Blue Lock nos cinemas brasileiros para agosto deste ano. Adaptando um dos mangás e animes esportivos de maior sucesso dos últimos anos, o filme chega ao Brasil na mesma semana de seu lançamento oficial no Japão, reforçando a popularidade da franquia entre os fãs brasileiros.

Imagem: divulgação/Sato Company

Baseado na obra criada por Muneyuki Kaneshiro e ilustrada por Yusuke Nomura, Blue Lock acompanha a tentativa da seleção japonesa de futebol de reconstruir sua imagem após uma campanha decepcionante na Copa do Mundo de 2018. Em busca do atacante perfeito para liderar a equipe rumo aos títulos, a Confederação Japonesa de Futebol cria o projeto Blue Lock, reunindo os 300 jovens jogadores mais promissores do país em uma competição intensa e eliminatória. Apenas um deles conquistará o direito de vestir a camisa da seleção como principal artilheiro do Japão.

A adaptação live-action traz para as telas a rivalidade, a pressão psicológica e o espírito competitivo que transformaram Blue Lock em um fenômeno mundial. No centro da história está um jovem atacante que entra no projeto disposto a provar seu valor e conquistar seu espaço entre os melhores jogadores do país.

Imagem: divulgação/Sato Company

O elenco conta com nomes populares do entretenimento japonês. Fumiya Takahashi (Our Secret Diary, 2023) interpreta o protagonista Yoichi Isagi. Já Masataka Kubota (Tokyo Ghoul, 2017), vive o excêntrico e exigente mentor Jinpachi Ego. Completam o elenco Kaito Sakurai (Oshi No Ko, 2024) no papel de Meguru Bachira e Kyohei Takahashi (And Yet, You Are So Sweet, 2023) como Hyoma Chigiri.

A direção é assinada por Yûsuke Taki (Amor em Águas Turvas, 2023), enquanto o roteiro fica a cargo de Tetsuo Kamata (Em uma Terra Muito Distante… Havia um Crime, 2023). A produção é do estúdio CREDEUS, responsável por projetos como Kokuho.

Lançado originalmente em 2018, o mangá Blue Lock rapidamente se tornou um dos títulos esportivos mais populares da atualidade. A obra se destaca por sua abordagem diferente dos tradicionais animes de futebol, priorizando a competitividade individual e o desenvolvimento psicológico dos atletas. O sucesso levou à adaptação para anime, que conquistou milhões de espectadores ao redor do mundo e ampliou ainda mais a base de fãs da franquia. 

Imagem: divulgação/Sato Company

O live-action estreia nos cinemas em 13 de agosto e promete atrair tanto os fãs da obra original quanto os apaixonados por histórias de superação dentro dos gramados.

E você, já acompanha Blue Lock no mangá ou no anime? Vai conferir a versão live-action nos cinemas? Conte para a gente em nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e nos siga para mais novidades do universo geek e da cultura pop! 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Cinema Crítica Música

Crítica | Chopin, Uma Sonata em Paris revela um gênio muito além das partituras 

Longe da imagem do artista atormentado, cinebiografia dirigida pelo polonês Michał Kwieciński apresenta um Chopin espirituoso, sociável e profundamente humano 

Muitas cinebiografias parecem determinadas a transformar seus personagens em monumentos. Chopin, Uma Sonata em Paris (Chopin, Chopin, 2025) segue pelo caminho oposto. Dirigido por Michał Kwieciński, o filme não tenta ampliar a figura de Frédéric François Chopin até que ela se torne inalcançável. Pelo contrário, aproxima o compositor do público ao revelar um homem muito mais complexo, contraditório e humano do que a imagem cristalizada ao longo dos anos.

Antes mesmo da estreia, Kwieciński pediu que o público não procurasse no filme o Chopin que já carregava consigo. O aviso faz sentido. Para muitos, o compositor existe quase exclusivamente como um artista melancólico, consumido pela doença e pelas questões políticas de sua terra natal. O longa não ignora nenhuma dessas dimensões, mas apresenta algo mais interessante: um homem espirituoso, sociável e dono de um senso de humor afiado.

Foto: reprodução/Admiradores da Sétima Arte

É nesse aspecto que o filme encontra sua maior força. Entre apresentações, encontros com amigos e noites nos salões da aristocracia parisiense, vemos que Chopin (Eryk Kulm) gosta da companhia dos outros, faz brincadeiras, diverte seus amigos e aproveita os prazeres que a vida lhe oferece. O talento extraordinário ao piano está presente, evidentemente, mas não domina toda a construção do personagem. A genialidade deixa de ser sua única característica.

Ao mesmo tempo, existe uma sombra constante pairando sobre a narrativa. A tuberculose não aparece apenas como uma condição médica, mas como uma espécie de relógio silencioso que acompanha cada cena. Desde os primeiros momentos sabemos que o tempo de Chopin é limitado, e o filme trabalha essa sensação com uma delicadeza quase melancólica. Mesmo nos momentos mais leves, a doença permanece presente, quase como um segredo compartilhado entre o protagonista, alguns amigos próximos – como o compositor Franz Liszt, interpretado por Victor Meutelet – e o espectador.

Foto: reprodução/Omelete

Essa dualidade entre vitalidade e fragilidade dá profundidade ao filme. Chopin tenta preservar uma aparência de normalidade enquanto o próprio corpo começa a impor limites cada vez mais severos. A morte nunca ocupa o centro da narrativa, mas sua presença é constante, transformando gestos simples e encontros cotidianos em momentos carregados de significado.

A música, naturalmente, ocupa um papel central, mas o filme acerta ao não tratá-la como mero acompanhamento biográfico. Cada vez que Chopin se senta ao piano, temos a sensação de estar diante do único lugar onde ele não precisa esconder nada. As composições funcionam como uma janela para aquilo que o personagem raramente verbaliza: seus medos, suas inquietações e até a consciência crescente de que seu tempo está se esgotando. Nesse sentido, momentos marcados por obras como o Estudo Op. 25 n° 11 (também chamado de Vento de Inverno), a Valsa do Minuto e o célebre Estudo Revolucionário acabam se tornando alguns dos mais poderosos do longa. 

Foto: reprodução/Admiradores da Sétima Arte

Grande parte desse equilíbrio funciona graças à atuação de Eryk Kulm. O ator evita qualquer caricatura do artista sofredor e constrói um personagem cheio de nuances. Seu Chopin é carismático, divertido e, ao mesmo tempo, profundamente consciente da própria condição. Kulm consegue transmitir o peso desse conhecimento sem abandonar a leveza que torna o compositor tão fascinante ao longo do filme.

Visualmente elegante e historicamente cuidadoso, Chopin, Uma Sonata em Paris também acerta ao não se transformar em um documentário ilustrado nem em um musical convencional. A música está presente, mas o foco permanece sobre o homem que a criou. O resultado é uma cinebiografia que não pretende desmistificar Chopin por completo, mas enriquecer nossa percepção sobre ele.

Mais do que retratar um dos maiores compositores da história, o filme apresenta alguém que ria, amava, fazia escolhas questionáveis, escondia seus medos e tentava continuar vivendo apesar da consciência crescente de sua própria finitude. E talvez seja justamente por isso que a obra seja tão envolvente: porque nos lembra que, antes de se tornar um gênio eterno, Chopin foi apenas um homem.

O filme chegou aos cinemas brasileiros em 28 de maio de 2026. 

Pretende assistir essa cinebiografia no cinema? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do cinema.

 

Leia também: A Voz de Hind Rajab e o cinema como memória

 

Texto revisado por Thaís Figueiredo @tinapalooza

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