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Comédia Amigas Sem Filtro ganha pôster e data de estreia

Dos mesmos diretores de Se Beber, Não Case! (2009), o filme narra três amigas que viajam em busca de paz, mas terão um encontro caótico e inesperado

A mais nova comédia da Diamond Films, Amigas Sem Filtro, promete trazer muita risada e diversão aos cinemas brasileiros no dia 20 de agosto. O filme, estrelado por Anna Faris (Todo Mundo em Pânico, 2000), Isla Fisher (Penetras Bons de Bico, 2005), Leslie Mann (Mulheres ao Ataque, 2014) e Michelle Buteau (Sobrevivendo em Grande Estilo, 2023), já ganhou seu primeiro pôster. 

Foto: divulgação/Diamond Films

Com direção e roteiro de Jon Lucas e Scott Moore, dupla por trás dos sucessos Se Beber Não Case (2009) e Perfeita é a Mãe (2016), essa comédia conta a história de um trio de amigas que, em busca de um momento de paz, parte para uma viagem em um spa de luxo. 

Porém, uma quarta e caótica amiga se une inesperadamente ao grupo. Entre massagens, bebidas e decisões duvidosas, o que era para ser uma escapada relaxante se transforma no fim de semana mais caótico e divertido de suas vidas. 

O elenco de peso ainda inclui nomes como Adam Demos (Sex/Life, 2021), Yasmin Kassim (Anaconda, 2025), Peter Thurnwald (Com Carinho, Kitty; 2023) e Stephen Hunter (O Hobbit, 2012).

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Leia também: Filme sobre Marília Mendonça é anunciado e elenco é revelado 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Notícias

Gol com trilha sonora: veja as músicas escolhidas pelas seleções no Mundial 2026

Da inédita Bate no Peito, do Brasil, aos clássicos internacionais, os países apostaram em canções que representam sua identidade dentro e fora de campo

O maior torneio mundial de futebol ganhou um ingrediente extra de identidade cultural dentro dos estádios. Pela primeira vez, a organização do torneio permitiu que cada seleção escolhesse músicas oficiais para serem tocadas em momentos específicos das partidas.

Imagem: reprodução/GE

A proposta foi simples: cada federação poderia indicar canções para quatro categorias diferentes, chamadas “signature tracks” (que funcionam como uma espécie de hino da equipe): músicas de gol, trilhas para o aquecimento dos atletas e músicas pós-jogo, geralmente utilizadas nas comemorações de vitórias.

Enquanto algumas seleções optaram por utilizar uma única faixa para representar sua identidade, outras prepararam playlists completas para diferentes momentos da competição. O resultado é uma mistura que passa pelo pop, rock, eletrônico, rap e até músicas criadas especialmente para o torneio.

Foto: reprodução/JMonline

Entre todas as seleções, o Brasil chamou atenção por seguir um caminho diferente. Em vez de escolher um sucesso já conhecido do público, a Confederação Brasileira de Futebol apostou em uma faixa inédita criada especialmente para a competição. Bate no Peito reúne Ludmilla, Zeca Pagodinho, João Gomes, Veigh e Samuel Rosa, com produção de Papatinho. A música foi pensada para representar a diversidade sonora brasileira e já vem sendo utilizada nos estádios sempre que a amarelinha entra em campo.

Foto: reprodução/CNN

Algumas seleções apostaram em músicas que já são conhecidas pelos torcedores. A França escolheu o clássico eletrônico One More Time, do Daft Punk, para tocar sempre que balançar as redes. A escolha combina perfeitamente com o clima de festa criado pela dupla francesa ao longo de décadas. Já a Alemanha adotou Major Tom (Coming Home), de Peter Schilling, como trilha oficial para os gols.

As escolhas mostram que a trilha sonora do torneio mundial de futebol vai muito além do entretenimento. As canções ajudam a reforçar a identidade cultural de cada país e transformam os momentos de gol e vitória em experiências ainda mais marcantes para jogadores e torcedores. Após as primeiras rodadas do mundial, estas são algumas das músicas que já sabemos que estão sendo utilizadas pelas principais seleções:

Alemanha ー “Major Tom (Coming Home)”

Argentina ー “El Matador”

Austrália ー “Thunderstruck”

Brasil ー “Bate no Peito”

Coreia do Sul ー “Jump”

Espanha ー “Despechá”

Estados Unidos ー “Free Bird (Remix)”

França ー “One More Time”

Inglaterra ー “Chase the Sun”

México ー “La Negra”

Com a competição já em andamento, as músicas se transformaram em parte do espetáculo. E se depender dos torcedores, algumas dessas faixas têm tudo para virar trilha sonora oficial das melhores lembranças da competição.

Quem aí está acompanhando os jogos? Qual música chamou mais sua atenção até agora? Por aqui, seguimos na torcida pelo hexa! Para ficar por dentro das novidades do mundo da música, do cinema e do entretenimento, siga o Entretetizei nas redes sociais: Facebook, Instagram e X.

Leia também: Nando Reis anuncia turnê que reúne clássicos da carreira, releituras e músicas inéditas

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

 

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Cultura turca Entretenimento Notícias

İlhan Şen e Cemre Baysel estrelam série de vídeos gravada na região do Mar Negro

Os atores se reencontram em Kalbimin Rotası Karadeniz, projeto de incentivo ao turismo na Turquia

İlhan Şen e Cemre Baysel estrelam nova campanha de vídeos da Go Türkiye, uma iniciativa da Agência de Promoção e Desenvolvimento do Turismo da Turquia. O projeto faz parte de uma ação voltada à divulgação das belezas naturais do país e incentivo ao aumento do turismo na Turquia.

Desta vez, a região do Mar Negro será o foco da produção. A série de vídeos será produzida pela Han Medya, empresa de Tolgahan Sayışman. A direção fica por conta de Ketche, famoso por seu trabalho no longa Meu Porto Seguro (Sen Yasamaya Bak, 2022). 

İlhan Şen e Cemre Baysel em cena de Ask Filmi
Foto: reprodução/Ask Filmi

Segundo informações da jornalista turca Birsen Altuntaş, o mini projeto Kalbimin Rotası Karadeniz (tradução livre: Rota do Meu Coração: Mar Negro) terá İlhan Şen e Cemre Baysel nos papéis principais.

Escrito por Emre Kavuk, o projeto tem previsão de início das filmagens na segunda semana de julho. İlhan Şen e Cemre Baysel já haviam trabalhado juntos anteriormente em Ramo: Entre o Amor e o Poder (Ramo, 2020) e também no filme Aşk Film (tradução livre: Filme de Amor), dirigido por Deniz Denizciler em 2024.

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Leia também: 4 personagens versáteis de Cemre Baysel 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Crítica Livros

Crítica | Confusões do Amor diverte, mas tropeça na própria proposta

Livro aposta em fake dating, protagonistas maduros e muito humor, mas perde força ao deixar algumas de suas melhores ideias sem conclusão 

[Contém spoiler] 

Comédias românticas vivem de fórmulas conhecidas. O fake dating, por exemplo, já foi explorado inúmeras vezes na literatura contemporânea, mas continua conquistando leitores quando encontra personagens carismáticos e uma dinâmica capaz de fazer o coração acelerar. Em Confusões do Amor (2026), Lynn Painter aposta justamente nessa combinação e entrega uma leitura leve, divertida e extremamente envolvente, ainda que nem todas as promessas da trama sejam cumpridas.

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

A história acompanha Abi Mariano, uma jovem que está desesperada por um lugar para ficar. Após seu apartamento ser interditado por conta de uma infestação, ela precisa encontrar uma solução rápida enquanto tenta equilibrar dois empregos e as dívidas estudantis que continuam se acumulando. Quando surge a oportunidade de passar uma noite no apartamento luxuoso de um cliente que está fora da cidade, a decisão parece inofensiva.

O problema começa na manhã seguinte, quando ela acorda e dá de cara com os pais do proprietário. O dono do apartamento é Declan Powell, um empresário bem-sucedido que inventou uma namorada para escapar das constantes cobranças familiares sobre sua vida amorosa. Ao encontrarem Abi em sua casa, seus pais concluem imediatamente que ela é Abby Green. Sem conseguir desfazer o mal-entendido, Declan propõe um acordo: ela continuará interpretando esse papel em troca de dinheiro e um lugar para ficar. 

A escrita de Lynn flui de forma natural e consegue envolver o leitor. Confusões do Amor é o tipo de livro que pode facilmente ser lido em uma única sentada, especialmente porque os primeiros capítulos apresentam um gancho muito eficiente e o leitor se deixa levar pela releitura moderna da Cinderela. A dinâmica entre Abi e Declan funciona desde o início, e o leitor logo se vê imerso na narrativa para descobrir até onde aquela mentira será capaz de chegar.

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Os diálogos são divertidos, as interações possuem química e a autora sabe equilibrar momentos cômicos com cenas que provocam aquele clássico friozinho na barriga dos romances. Há situações absurdamente engraçadas ao longo da trama – uma delas envolvendo um escorpião, o que levará o leitor a nunca mais enxergá-los da mesma maneira.

Outro ponto positivo está na construção do relacionamento. Diferentemente dos romances escritos pela autora protagonizados por personagens mais jovens, aqui acompanhamos adultos enfrentando dilemas compatíveis com a fase da vida em que se encontram e de acordo com sua classe social. A aproximação entre Abi e Declan acontece de forma gradual e convincente, permitindo que o leitor observe a transformação da parceria conveniente em algo genuinamente afetivo.

Contudo, quando a narrativa começa a se aproximar dos conflitos que ela própria construiu, algumas escolhas acabam enfraquecendo seu impacto.

O principal problema está justamente no uso do fake dating. Uma das grandes forças dessa trope costuma ser o momento em que a mentira deixa de ser sustentável e as consequências finalmente chegam. Em Confusões do Amor, entretanto, essa promessa nunca é cumprida.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

Durante boa parte da história, a família e o círculo social de Declan se encantam por Abby Green – a versão sofisticada, elegante e bem-sucedida que ele cria para sustentar a mentira. Eles não conhecem Abi Mariano, a mulher que trabalha em dois empregos, enfrenta dívidas estudantis, usa roupas de dois dólares que sempre têm erros de impressão por serem mais baratas e carrega responsabilidades familiares que influenciam diretamente sua forma de enxergar a vida. A narrativa constrói um interessante contraste entre essas duas versões da protagonista, mas nunca leva essa ideia às últimas consequências.

Quando a trama finalmente deveria confrontar a realidade de Abi com a imagem idealizada de Abby Green, o conflito simplesmente não recebe a atenção que merece. O resultado é uma sensação de oportunidade desperdiçada, ainda mais porque esse talvez fosse o aspecto mais rico de toda a premissa.

Algo semelhante acontece com uma das reviravoltas envolvendo Declan e Roman. A ideia por trás do mistério funciona bem e ainda cria conexões interessantes com Lauren, uma das personagens secundárias mais carismáticas da obra. O problema é que a revelação perde força porque o leitor descobre boa parte da verdade muito antes da protagonista. Assim, o suspense deixa de existir para quem acompanha a narrativa, permanecendo apenas para Abi.

A classificação para maiores de 18 anos também pode gerar expectativas diferentes entre os leitores. Embora o romance acompanhe protagonistas mais maduros e inclua cenas íntimas, a abordagem escolhida por Lynn Painter pode dividir opiniões. Em vez de apostar em momentos mais diretos ou intensos, a autora constrói sequências bastante poéticas e fragmentadas, distribuídas ao longo de vários capítulos curtos.

Foto: reprodução/PS Amo Leitura

Para leitores que normalmente não buscam romances com forte carga de sensualidade, essa escolha pode funcionar muito bem. Já aqueles que chegaram ao livro esperando que a classificação indicativa e a premissa mais adulta resultassem em cenas mais marcantes talvez encontrem uma experiência menos impactante do que imaginavam. Em alguns momentos, a sensação é de que a narrativa prolonga essas passagens sem que elas entreguem uma recompensa emocional ou narrativa proporcional, o que faz pensar que uma abordagem mais simples – ou até mesmo um discreto “e se amaram a noite toda” – poderia ter produzido um efeito mais eficiente.

Nem mesmo o desfecho consegue dissipar completamente essa impressão. Lynn Painter entrega momentos românticos que certamente arrancarão suspiros de muitos leitores, mas algumas soluções parecem simplificar questões que vinham sendo construídas de maneira muito mais complexa ao longo do livro e as atitudes dos personagens nunca enfrentam as consequências esperadas – como, por exemplo, a proposta de Roman para Abi. Gestos concretos, que foram inventados por Abi no início da narrativa, como o presente do gato hipoalergênico ou o buquê formado por bombinhas e canetas de adrenalina para asma, são fofos e coerentes com o tom da obra, mas não conseguem compensar totalmente a falta de aprofundamento de determinados conflitos.

Ainda assim, seria injusto ignorar o quanto Confusões do Amor funciona como entretenimento. O livro é engraçado, charmoso e extremamente fácil de ler. Abi e Declan formam um casal cativante, a química entre eles é inegável e a jornada de construção do romance mantém o leitor cativado até a última página.

Talvez este não seja o trabalho mais consistente de Lynn Painter, especialmente por deixar algumas de suas melhores ideias pelo caminho. Ainda assim, permanece uma comédia romântica divertida e acolhedora, capaz de proporcionar risadas, suspiros e algumas horas de puro escapismo – mesmo que, ao final, fique a sensação de que a história poderia ter ido um pouco além.

Foto: reprodução/Instagram @sisterbooksdaily

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Filme sobre Marília Mendonça é anunciado e elenco é revelado

Marília, dedicado à estrela do sertanejo, conta com nomes como Hermila Guedes, Klara Castanho, Marcelo Serrado, Sophia Valverde e Marina Versos, como Marília Mendonça

O Prime Video anunciou nesta quinta (25) a produção e o elenco de Marília, longa-metragem original da plataforma dedicado à trajetória da estrela do sertanejo Marília Mendonça. Com início das filmagens previsto para julho, este é o segundo projeto da plataforma em homenagem à artista, ao lado da série documental Marília Mendonça: Sentimento Louco, também em desenvolvimento. A série conta com direção de Susanna Lira e depoimentos de familiares, amigos e profissionais da música. 

Marília é estrelado por Hermila Guedes, Klara Castanho, Sophia Valverde, Daniel Haidar, Alejandro Claveaux, George Sauma, André Torquato, Luccas Oliver, Igor Armucho, Davi Bensá e Marcus Gouveia. No papel de Marília Mendonça, a escolhida é Marina Versos. A direção é de Dainara Toffoli, com roteiro assinado por Carina Schulze e Patrícia Andrade. A produção fica a cargo de Chatrone e da Gullane

Marina Versos é cantora, compositora e atriz goiana de 24 anos, formada em Direção de Arte pela Universidade Federal de Goiás e em Teatro pela Escola Basileu França. Ela desenvolvia sua carreira de forma independente quando foi selecionada para o papel, após disputar a vaga com mais de 1000 candidatas avaliadas pela produção

 

A busca pela protagonista foi uma jornada ponderada e muito cuidadosa, porque temos a preocupação de honrar e preservar o legado de Marília. Encontrar a Marina Versos foi uma grata surpresa, uma cantora de Goiânia que nos impressionou pela potência vocal e por sua profunda identificação com a obra de Marília”, afirmou Javiera Balmaceda, Head de Originais para a América Latina, Canadá, Austrália e Nova Zelândia do Amazon MGM Studios. 

“É uma grande responsabilidade produzir um filme ficcional sobre Marília Mendonça, uma artista que não apenas dominou as paradas musicais, mas também redefiniu a identidade da música sertaneja no Brasil. Para além dos sucessos, Marília deixou crônicas profundas sobre amor e amizade sob o olhar da mulher brasileira comum. Esse filme honra essa autenticidade ao trazer uma narrativa repleta de honestidade emocional, revelando a energia contagiante que a tornou uma figura tão amada e eterna. A Marina Versos é a atriz ideal para contar essa história, pois traz a autenticidade que este projeto merece”, completou a executiva. 

Foto: reprodução/Som Livre/Instagram @mariliamendonca

Nascida em Cristianópolis (GO) e criada em Goiânia em um lar chefiado pela mãe, Marília Mendonça trilhou uma jornada de altos e baixos desde os primeiros passos, cantando na igreja e compondo para outros artistas ainda aos 12 anos, até se tornar uma das maiores artistas brasileiras de todos os tempos. Com um talento inigualável para a composição, a jovem Marília possuía uma maneira única de se expressar e soube se impor em uma indústria majoritariamente dominada por homens enquanto lidava com relacionamentos pessoais, as pressões da fama e os conflitos com o mercado musical. Ao transformar suas histórias em músicas e letras carregadas de emoção, amor e verdade, ela deu voz a milhares de mulheres e conquistou todos os cantos do Brasil.

Pioneira do chamado feminejo, Marília foi a primeira brasileira a atingir 10 bilhões de streams no Spotify e tem 345 obras musicais e 482 gravações cadastradas no banco de dados do Ecad. Ela morreu em 5 de novembro de 2021, aos 26 anos, em um acidente aéreo em Minas Gerais, deixando um legado imenso e eterno na música e no coração de cada brasileiro que foi tocado por suas composições e seu talento. 

E aí, gostou de saber mais sobre essa novidade? Pretende assistir ao filme? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.

Leia também: Para sempre, em todos os cantos! Lançamento póstumo de Marília Mendonça comprova seu legado deixado na música brasileira

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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