Estrelado por Andrew Garfield, Claire Foy e Rebecca Ferguson, longa inspirado na obra de Enid Blyton estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro
A Diamond Films divulgou na última terça (7) o pôster oficial de A Maravilhosa Árvore Encantada (The Magic Faraway Tree), adaptação do clássico infantil da escritora britânica Enid Blyton. A arte apresenta um primeiro olhar sobre o universo mágico que aguarda os protagonistas da história, estrelada por Andrew Garfield, Claire Foy e Rebecca Ferguson.
Na trama, Tim (Andrew Garfield) e Polly (Claire Foy) decidem deixar a vida na cidade para trás após perceberem que a rotina e a hiperconexão têm afastado sua família. Em busca de um novo começo, eles se mudam com os três filhos para o interior da Inglaterra.
Foto: divulgação/Diamond Films
Embora a mudança desagrade as crianças em um primeiro momento, tudo muda quando a caçula, Fran (Billie Gadsdon), encontra uma fada próxima à nova casa. A partir desse encontro, os irmãos descobrem a Maravilhosa Árvore Encantada, um lugar repleto de portais para mundos fantásticos, aventuras inesperadas e experiências capazes de transformar a relação entre eles.
Além de Garfield e Foy, o elenco reúne Nicola Coughlan (Bridgerton, 2020-2026), Nonso Anozie (Sweet Tooth, 2021-2024), Jennifer Saunders (Absolutely Fabulous, 1992) e Rebecca Ferguson, que interpreta a antagonista da história.
Com distribuição da Diamond Films, A Maravilhosa Árvore Encantada estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro.
Confira o trailer oficial do longa aqui:
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Confira uma seleção de títulos para preencher o vazio deixado pela série
O Urso, uma das mais aclamadas séries dos últimos anos, chegou ao fim. A produção, disponível no Disney+, encerrou sua emocionante trajetória com uma quinta temporada, que narra um último serviço do restaurante que dá nome à obra em busca de uma estrela Michelin. Porém, eles precisam correr contra o tempo e fazer isso antes que o estabelecimento seja vendido.
A conclusão de uma história tão querida, que nos acompanhou por anos, deixa um vazio no coração, então é normal se você já estiver com saudades de assistir ao cotidiano de uma cozinha caótica ou os dramas de uma família desconjuntada. Aqui está uma lista de séries e filmes que podem ajudar a superar o fim de O Urso.
Ratatouille (2007)
Foto: divulgação/Disney+
Um ingrediente essencial de O Urso é a forma como a série transmite a paixão de seus personagens pela culinária. Nesse sentido, uma das melhores indicações é Ratatouille (2007). A clássica animação da Disney e da Pixar, vencedora do Oscar, conta a história de Remy, um rato que adora cozinhar e sonha em se tornar chef. Para alcançar seu objetivo, ele forma uma parceria inusitada com Linguini, um funcionário desajeitado de um restaurante.
O Menu (2022)
Foto: divulgação/Disney+
Para quem busca pratos recheados de tensão, O Menué imperdível. Misturando suspense e comédia macabra, a produção acompanha Tyler (Nicholas Hoult) e Margot (Anya Taylor-Joy), um jovem casal que parte para uma experiência gastronômica exclusiva conduzida pelo chef Slowik (Ralph Fiennes) em uma ilha remota. Porém, à medida que a noite avança, reviravoltas inesperadas e sinistras transformam a refeição em um evento inesquecível.
O Faz Nada (2023)
Foto: divulgação/Disney+
O Faz Nada conta a história de Manuel Prats (Luis Brandoni), um crítico gastronômico arrogante que depende de sua empregada, Celsa (María Rosa Fugazot), para tudo. Porém, quando as coisas apertam, ele perde a governanta e precisa treinar a jovem Antonia (Majo Cabrera) para o cargo. Enquanto isso, nosso protagonista corre contra o tempo para entregar um livro que está devendo à editora que o contratou e, para isso, precisa recorrer ao amigo Vincent, interpretado por ninguém menos do que Robert De Niro.
Conexão: Comer, Amar e Matar (2022)
Foto: divulgação/TVN
Conexão: Comer, Amar e Matar é um k-drama que conta a história de Eun Gye-hoon (Yeo Jin-goo), jovem que se torna chef anos após o desaparecimento misterioso da irmã gêmea, com quem tinha uma conexão forte ao ponto de sentir o mesmo que ela. Anos depois, ele decide visitar o local onde a jovem sumiu e conhece Noh Da-hyun (Moon Ga-young), com quem passa a compartilhar emoções. Essa situação inexplicável dá início a um romance e a um mistério a respeito de um incidente do passado.
O Sabor do Destino (2022)
Foto: divulgação/Disney+
O Sabor do Destino(2022) acompanha o Príncipe Zhu Shoukui (Wang Xingyue), que rejeita todos os candidatos ao posto de chef imperial até provar um prato único e inesquecível preparado pela plebeia Ling Xiaoxiao (He Ruixian). Ao entrar no palácio, Ling enfrenta uma série de desafios, desde restrições alimentares impostas por membros da corte até um amor proibido que pode colocar tudo em risco.
A Pequena Miss Sunshine (2006)
Foto: divulgação/Disney+
Além das cozinhas, outro elemento muito forte em O Urso é a família – em especial como pode ser difícil se relacionar com ela. Se você procura outra história sobre um clã disfuncional formado por grandes astros de Hollywood, Pequena Miss Sunshine(2006) é uma ótima escolha. Vencedora do Oscar, essa comédia dramática conta a história dos Hoover, cuja caçula, Olive (Abigail Breslin), é selecionada para participar de um concurso de beleza. Isso faz com que a mãe, Sheryl (Toni Collette), o pai, Richard (Greg Kinnear), o avô, Edwin (Alan Arkin), o tio, Frank (Steve Carell) e o irmão, Dwayne (Paul Dano), a embarcar em uma viagem de carro pelo país para realizar o sonho da pequena, ao mesmo tempo em que lidam com suas próprias feridas pessoais.
This Is Us (2016 – 2022)
Foto: divulgação/Daniela Durbe
Outro grande título para quem está com apetite para acompanhar os altos e baixos de uma família é This Is Us. Múltipla vencedora do Emmy, a produção acompanha a trajetória da família Pearson dos anos 1980 até os dias atuais. Ao longo de seis temporadas, a história aborda o cotidiano deles, marcado por dramas que passam por vícios, saúde mental, e luto, mas também por muito amor e carinho. Uma combinação que certamente te fará lembrar dos Berzatto em algum momento.
Os Excêntricos Tenenbaums (2001)
Foto: divulgação/Disney+
Por falar em famílias, não podemos nos esquecer de Os Excêntricos Tenenbaums. Dirigido e coescrito pelo renomado Wes Anderson, o filme é uma comédia dramática que acompanha Royal Tenenbaum (Gene Hackman) em uma tentativa de voltar para a vida da ex-esposa, Etheline (Anjelica Huston), e dos filhos Chas (Ben Stiller), Richie (Luke Wilson) e Margot (Gwyneth Paltrow). Afirmando ter uma doença terminal, ele tenta se reconectar com o grupo mais de duas décadas após deixá-los.
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Longa marca o retorno de personagens dos quadrinhos de Mauricio de Souza às telonas
Após o grande sucesso de Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa, em 2025, sua sequência ganha nome oficial. Isaac Amendoim e o diretor Fernando Fraiha reformulam a dupla que conquistou não apenas prêmios, mas o coração do público.
Para marcar o início das gravações, as produtoras divulgam as primeiras imagens oficiais de Isaac Amendoim caracterizado como Chico Bento ao lado de Anna Julia Dias de Rosinha e Pedro Dantas, Zé Lelé.
Foto: divulgação/Adriano Vizoni/Pivô Audiovisual
Além do trio de sucesso e simpatia, voltam ao elenco Thaís Garayp (Vó Dita), Débora Falabella (Professora Marocas), Augusto Madeira (Agripino), Luis Lobianco (Nhô Lau), Livia La Gatto (Dona Cotinha), Guga Coelho (Nhô Bento) e Rafael Saraiva (Leocádio).
No novo filme, Rosinha, Chico Bento e Zé Lelé embarcam em uma aventura para encontrar um raro milho roxo para uma receita especial de Vó Dita. O diretor relata que o roteiro da continuação foi desafiador, mas que ele está muito animado para retornar aos cinemas.
Foto: divulgação/Gshow
A continuação chega após o sucesso de Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa, vencedor do Grande Otelo de Melhor Filme Infantil de 2025 e do Prêmio ABRA de Melhor Roteiro Infantil de 2026. Aclamado pela crítica e pelo público, o longa se tornou a segunda maior bilheteria nacional de 2025 com 1 milhão de espectadores nos cinemas.
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Livro de Karoline Fernanda Marques transforma vivências pessoais e pesquisa em uma obra acessível sobre representatividade, equidade e justiça social
Publicado em 2025, Todas as Coisas que Cansei de Explicar: Muito Mais que Um Manual Antirracista, de Karoline Fernanda Marques, amplia o debate sobre raça, representatividade e transformação social ao reunir experiências pessoais, pesquisa e reflexão crítica. Mais do que apresentar conceitos, a obra convida os leitores a compreenderem como o racismo estrutura a sociedade e por que o enfrentamento desse sistema exige conhecimento e responsabilidade coletiva.
A motivação para escrever o livro surgiu de uma experiência compartilhada por muitas pessoas negras: o desgaste de explicar, repetidamente, questões básicas sobre racismo em ambientes onde o tema ainda é pouco discutido. A partir dessa vivência, Karoline transforma o cansaço em ferramenta de diálogo, criando uma obra que une linguagem acessível, embasamento teórico e compromisso social.
Escrito durante a experiência migratória da autora em Portugal, o livro também evidencia as diferenças entre o debate racial brasileiro e o europeu. Enquanto o Brasil avançou, ainda que de forma insuficiente, na construção de discussões públicas sobre racismo, em Portugal o tema permanece, em muitos contextos, pouco nomeado e cercado por silenciamentos. Nesse cenário, Todas as Coisas que Cansei de Explicar propõe abrir caminhos para a conversa e incentivar reflexões sobre questões que atravessam diferentes sociedades.
Ao longo dos capítulos, Karoline apresenta conceitos fundamentais da luta antirracista, como racismo estrutural, branquitude, interseccionalidade, ações afirmativas, apropriação cultural, epistemicídio e democracia racial. A proposta é tornar essas discussões mais acessíveis, aproximando do público geral um conteúdo frequentemente restrito ao meio acadêmico.
A autora também aborda temas como a diferença entre igualdade e equidade, os impactos das microagressões no cotidiano, a importância das ações afirmativas na redução de desigualdades históricas e o papel da representatividade na construção do sentimento de pertencimento.
A própria trajetória de Karoline dialoga diretamente com a proposta da obra. Primeira pessoa negra de sua família, a escritora transformou a experiência de ocupar espaços historicamente negados em combustível para sua produção literária. Sua escrita nasce do desejo de ampliar vozes, questionar estruturas sociais e construir novas possibilidades de representação.
Voltado tanto para quem está iniciando o contato com o debate racial quanto para leitores que desejam aprofundar seus conhecimentos, Todas as Coisas que Cansei de Explicar também se apresenta como uma ferramenta para escolas, universidades, instituições e projetos culturais interessados em promover educação antirracista e ampliar discussões sobre diversidade e inclusão.
Ao defender que não basta apenas não ser racista, mas que é preciso compreender, posicionar-se e agir diante das desigualdades, o livro convida o leitor a refletir sobre seu papel na construção de uma sociedade mais justa. Em vez de oferecer respostas prontas, a obra propõe consciência, diálogo e responsabilidade.
Sobre a autora
Foto: reprodução/Público
Karoline Fernanda Marques é escritora, pesquisadora e ativista brasileira, residente em Portugal. Sua produção literária é marcada pelo compromisso com a representatividade, o pertencimento e a justiça racial. Por meio da escrita, desenvolve obras que ampliam vozes historicamente silenciadas e estimulam reflexões sobre as estruturas que sustentam as desigualdades sociais.
Você acredita que a leitura pode transformar a forma como enxergamos o racismo e a sociedade? Compartilhe sua opinião com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Marcando a nova fase da sua carreira, o cantor carioca fala sobre seu último lançamento
Por Vitória Oliveira
O cenário da música pop nacional ganha mais um capítulo marcante com o trabalho de Chady. O cantor, compositor e multi-instrumentista carioca, que vem conquistando o público com sua identidade única, abriu os caminhos de sua nova era com o single Eu Vim de Lá, faixa que já vem movimentando as plataformas digitais.
A música inaugura um momento de maturidade em sua carreira, trazendo uma mensagem central sobre resiliência, superação e a capacidade de deixar o passado para trás. A produção musical ganha ainda mais peso com a assinatura de Ray Ferrari, profissional renomado por trás de grandes sucessos de artistas como Luísa Sonza e Fernando & Sorocaba. Segundo o próprio artista, a faixa funciona como um hino sobre a busca por um propósito maior, movido pelo amor e por uma fé que vai além dos rótulos.
Em entrevista exclusiva para o Entretetizei, Chady compartilha detalhes sobre seu processo criativo e as reflexões que moldaram a identidade de sua nova era musical. Confira:
Foto: divulgação/Bella Pinheiro
Entretetizei: Eu Vim de Lá marca o início de uma nova fase na sua carreira. O que exatamente muda daqui pra frente no seu som e na sua identidade artística?
Chady: Eu Vim de Lá representa um momento de amadurecimento artístico e pessoal. É uma fase em que me sinto mais seguro sobre quem sou e sobre o que quero comunicar através da música. Sonoramente, existe uma presença maior das guitarras, uma construção mais orgânica e emocional. Acho que encontrei um equilíbrio entre minhas referências e uma identidade própria, mais honesta, intensa e conectada com aquilo que acredito.
E: A música traz uma reflexão forte sobre superação e transformação. Qual momento da sua vida mais te inspirou na criação dessa faixa?
C: A música nasceu de um período de muitos questionamentos e desafios emocionais. Eu Vim de Lá fala justamente sobre atravessar lugares difíceis, internos e externos, e reconhecer que a transformação acontece quando você decide não desistir de si mesmo.
E: A canção fala sobre seguir em frente e encontrar força dentro de si. Em que momento você percebeu que precisava transformar essas experiências em música?
C: A música sempre foi o lugar onde consegui traduzir sentimentos que, muitas vezes, eu nem conseguia explicar. Em determinado momento, percebi que guardar essas experiências não fazia sentido se elas também poderiam gerar identificação em outras pessoas. Transformar isso em canção foi uma forma de ressignificar dores e, ao mesmo tempo, criar conexão.
Foto: divulgação/Henrique Bulgarin
E: A música trata a fé como uma força interna, que não necessariamente está ligada à religião, mas a algo que orienta e sustenta. Como você enxerga esse conceito de fé no seu processo de vida e de criação artística?
C: Para mim, fé tem muito mais a ver com confiança do que com respostas prontas. É uma força interna que te impulsiona a continuar, mesmo diante das incertezas. No processo criativo isso é essencial, porque criar exige acreditar em algo que ainda não existe, insistir numa visão e sustentar emoções antes mesmo delas encontrarem forma.
E: No seu processo criativo, como você constrói a interpretação vocal para traduzir a emoção das suas músicas?
C: Antes da técnica, procuro entender emocionalmente o que aquela música pede. Gosto de interpretações que carregam vulnerabilidade, respiração, intensidade e verdade. Acredito que a voz tem um papel muito importante na construção da conexão com quem escuta. Quando existe sinceridade na interpretação, a música chega de uma forma diferente.
E: O que você quer que as pessoas sintam ou entendam quando ouvirem Eu Vim de Lá?
C: Quero que as pessoas se sintam acolhidas e fortalecidas. Todo mundo carrega suas batalhas, suas quedas e os lugares difíceis de onde precisou sair. Se a música conseguir fazer alguém entender que ainda existe força para seguir em frente, então ela já cumpriu um propósito muito importante.
E: Você vem construindo uma identidade artística muito marcada pela autenticidade e por narrativas pessoais. O que é essencial para você manter verdade na sua música?
Foto: divulgação/The Ultimate Music
C: A honestidade é o principal. Nunca me interessei por seguir fórmulas ou construir algo que não dialogasse com quem eu sou. Para mim, a música precisa partir de um lugar real, de experiências, emoções e inquietações verdadeiras. Acho que as pessoas percebem quando existe autenticidade, e isso cria uma conexão muito mais profunda.
E: O single abre uma sequência de lançamentos previstos para 2026. O que o público pode esperar dessa nova fase que está se desenhando?
C: Podem esperar uma fase muito intensa e consistente artisticamente. São músicas que refletem meu momento atual, com mais profundidade, energia e identidade. Existe uma construção muito forte acontecendo, tanto musicalmente quanto visualmente. Estou muito animado para apresentar tudo isso ao público, especialmente vivendo um momento tão importante da minha carreira como a confirmação do show no dia 4 de setembro, no Palco Supernova do Rock in Rio e a própria Eu Vim de Lá entre as músicas mais tocadas em grandes emissoras de rádio como Mix FM, Positividade, Atlântida, entre outras.
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