Novo filme de Nuri Bilge Ceylan amplia o elenco enquanto segue com as gravações entre Istambul e Assos
As filmagens de Yorgun Güneş (tradução livre: Sol Cansado), novo longa do premiado diretor Nuri Bilge Ceylan, seguem em ritmo intenso entre Istambul e Assos. Estrelado por Pınar Deniz e Altan Erkekli, o filme acaba de confirmar a entrada de mais três atores no elenco: Mahir İpek, Serkan Ercan e Şebnem Hassanisoughi.
Na trama, Pınar Deniz interpreta Defne, enquanto Altan Erkekli dá vida a Sabri, um homem que vive sozinho em Ancara e aceita o convite da filha para passar uma temporada em sua casa de veraneio. O reencontro dos dois desencadeia uma intensa história de conflitos familiares e acertos de contas emocionais.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Segundo informações divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş, o filme confirmou a entrada de Mahir İpek, Serkan Ercan e Şebnem Hassanisoughi no elenco. A jornalista também informou que Kerem Bürsin, que interpretará o ex-namorado de Defne, deve iniciar as gravações de suas cenas nos próximos dias.
Com roteiro e direção de Nuri Bilge Ceylan, um dos cineastas turcos mais premiados internacionalmente, Yorgun Güneş ainda não teve sua data de estreia anunciada.
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Entre animações e emoções, confira cinco filmes para aproveitar com todo mundo em casa
Nesse clima frio de julho, nada melhor do que ficar no sofá embaixo dos cobertores, fazer uma pipoca e transformar tudo em um verdadeiro cinema caseiro assistindo filmes nos streamings. Pensando assim, fizemos uma seleção dos melhores longas para aproveitar com todos. Vem conferir!
De Repente Uma Família (2018)
Foto: divulgação/Paramount
Nesse filme divertido e bem humorado, Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne) decidem adotar um filho. Em um evento, se encantam por uma adolescente, porém ela tem outros dois irmãos. Assim, da noite para o dia, o casal tem três filhos indisciplinados para cuidar.
O longa aborda com muita alegria os desafios da adoção, mas também tem aquela pitada deliciosa de emoção.
A Caminho da Lua (2020)
Foto: divulgação/Netflix
A pequena Fei Fei, protagonista deste longa, tenta incessantemente provar a existência de uma deusa lendária que sempre ouviu nas histórias contadas por sua falecida mãe. Cheia de invenções, ela constrói uma nave e segue em uma missão para a lua, descobrindo diversas coisas novas.
Mais do que apenas uma jornada, o filme ensina sobre seguir em frente mesmo com o inesperado de forma leve e bonita.
Próxima Parada: Lar Doce Lar (2021)
Foto: divulgação/Netflix
O filme conta a história de um grupo de animais extremamente perigosos e feios que vivem em exibição no zoológico. Como nunca são valorizados ou admirados pelas pessoas, eles decidem fugir em busca de um lar verdadeiro.
Esse peculiar grupo passa por diversas aventuras divertidas e perigosas na sua fuga, mas os personagens conseguem ensinar sobre a beleza que vai além do que foi imposto para eles.
As Ovelhas Detetives (2026)
Foto: divulgação/Prime Video
Ninguém poderia imaginar ovelhas apaixonadas por mistérios, mas nesse longa elas existem. Após a morte misteriosa de seu dono, um grupo de ovelhas resolve investigar o que causou aquilo, o que leva a diversas aventuras inesperadas.
Além do mistério, esse filme consegue deixar o coração de todos quentinho e nos faz segurar uma lágrima no olho.
Os Irmãos Willoughby (2020)
Foto: divulgação/Netflix
Inspirado no livro homônimo, Os Irmãos Willoughby conta a história de quatro irmãos negligenciados pelos pais, que planejam uma fuga para construir sua família dos sonhos. Curiosamente, a narração do filme é feita por um gato sarcástico que consegue alterar diversos acontecimentos da narrativa.
O filme tem uma maneira peculiar de ser contado e com certeza merece um pouco do tempo das suas férias.
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Foto: reprodução/Centro Cultural Coreano no Brasil
Cursos de língua coreana, K-Dance e taekwondo serão oferecidos pelo CCCB
Os fãs de cultura coreana já podem comemorar os dias de glória. Na próxima segunda-feira, 13, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) abre inscrições para os cursos gratuitose presenciais do segundo semestre de 2026. As vagas são para cursos de língua coreana, k-dance e taekwondo.
As inscrições serão realizadas a partir das 10h por meio de formulários online pelo site do CCCB. Os critérios de seleção variam de acordo com cada curso, podendo incluir ordem de inscrição, envio de vídeos ou audições presenciais. Confira!
Língua coreana
O curso de língua coreana é realizado em parceria com o Instituto Rei Sejong na sede do CCCB. Ele contempla diferentes níveis de proficiência, do iniciante ao avançado, com turmas organizadas de acordo com o conhecimento prévio dos alunos.
As aulas são presenciais e têm como objetivo promover o aprendizado estruturado do idioma e ampliar o acesso à cultura coreana por meio da língua. Apesar de gratuito, o curso exige a aquisição de material didático por parte dos alunos selecionados. O início das aulas é em 1 de agosto e se encerra em 21 de novembro.
K-dance
Em parceria com o Centro Cultural São Paulo (CCSP), o CCCB oferece o curso de K-Dance entre 1 de agosto e 7 de novembro. A seleção acontecerá por ordem de inscrição e apenas 25 vagas estão disponíveis. Podem se inscrever jovens a partir de 15 anos de idade.
Prontos para mostrar tudo que aprenderem com todas aquelas views em dance practice?
Taekwondo
Também em parceria com o CCSP, o curso de Taekwondo recebe interessados de todos os níveis e ocorre de 5 de agosto a 11 de novembro. Os 40 alunos serão selecionados por ordem de inscrição. Para participar, é necessário ter 15 anos e utilizar o uniforme de Taekwondo (dobok) durante as aulas. A prioridade nas inscrições será para os alunos que concluíram o primeiro semestre.
Além dos cursos regulares, que estão com inscrições abertas, o CCCB também oferece aulas de Taekwondo para estudantes da Universidade de São Paulo (USP), ajudando a promover um estilo de vida saudável entre os jovens e o enriquecimento da vida universitária.
Desde 2024, o Centro mantém ainda uma turma extracurricular de Taekwondo na Escola Municipal Heliana Mafra Machado de Castro, localizada em Mogi das Cruzes. Por meio dessa iniciativa, crianças do ensino fundamental recebem treinamento em Taekwondo, sendo incentivadas a desenvolver hábitos saudáveis, disciplina e a buscar objetivos cada vez mais elevados.
Resultados
Os resultados das inscrições em todos os cursos serão comunicados individualmente por e-mail, conforme os prazos de cada modalidade. Candidatos não selecionados integrarão automaticamente a lista de espera. Inscreva-se aqui.
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O principal prêmio que celebra produções da TV e do streaming acontece em 14 de setembro; veja a lista de indicados
A maior e mais famosa premiação da televisão, o Emmy Awards, tem data marcada para acontecer em 14 de setembro de 2026, em Los Angeles, nos Estados Unidos. E o anúncio oficial de seus indicados foi feito nesta quarta (8) pela Academia de Televisão.
Neste ano, a apresentação desta 78ª edição do prêmio estará nas mãos da estrela da série Law & Order: SVU (1999), Mariska Hargitay, primeira mulher a apresentar a premiação em 15 anos. A cerimônia de entrega das estatuetas terá início às 21h (horário de Brasília).
As séries The Pitt (2025) e Hacks (2021) ganham destaque na disputa, liderando com mais de 20 indicações cada, e os seriados O Segredo de Widow’s Bay (2026) e Pluribus (2025), estreantes na premiação, também chamam atenção com 19 e 18 indicações, respectivamente.
Confira a lista de indicados ao Emmy Awards 2026:
Melhor série de drama
A Diplomata
A Idade Dourada
O Cavaleiro dos Sete Reinos
Paradise
The Pitt
Pluribus
Slow Horses
Seus Amigos e Vizinhos
Foto: reprodução/Apple TV
Melhor série de comédia
Abbott Elementary
O Urso
Hacks
Margô Está em Apuros
Ninguém Quer
Only Murders in the Building
Falando a Real
O Segredo de Widow’s Bay
Foto: reprodução/Disney+
Melhor série limitada ou antologia
O Monstro em Mim
Treta
DTF St. Louis
All Her Fault
História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessettee
Melhor ator em série de drama
Sterling K. Brown, Paradise
Gary Oldman, Slow Horses
Mark Ruffalo, Task: Unidade Especial – Caminhos Cruzados
Noah Wyle, The Pitt
Rufus Sewell, A Diplomata
Melhor atriz em série de drama
Carrie Coon, A Idade Dourada
Chase Infiniti, Os Testamentos: Das Filhas de Gilead
Keri Russell, A Diplomata
Rhea Seehorn, Pluribus
Zendaya, Euphoria
Foto: reprodução/HBO
Melhor ator coadjuvante em série de drama
Patrick Ball, The Pitt
Billy Crudup, The Morning Show
Shawn Hatosy, The Pitt
Gerran Howell, The Pitt
Jack Lowden, Slow Horses
Tom Pelphrey, Task: Unidade Especial – Caminhos Cruzados
Carlos-Manuel Vesga, Pluribus
Melhor atriz coadjuvante em série de drama
Taylor Dearden, The Pitt
Fiona Dourif, The Pitt
Allison Janney, A Diplomata
Katherine LaNasa, The Pitt
Sepideh Moafi, The Pitt
Julianne Nicholson, Paradise
Karolina Wydra, Pluribus
Melhor ator em série de comédia
Steve Carell, Rooster
Matthew Rhys, O Segredo de Widow’s Bay
Jason Segel, Falando a Real
Martin Short, Only Murders in the Building
Yahya Abdul-Mateen II, Wonder Man
Foto: reprodução/Apple TV
Melhor atriz em série de comédia
Quinta Brunson, Abbott Elementary
Ayo Edebiri, O Urso
Lisa Kudrow, The Comeback: O Retorno
Elle Fanning, Margô Está em Apuros
Jean Smart, Hacks
Foto: reprodução/HBO Max
Melhor ator coadjuvante em série de comédia
Colman Domingo, As 4 Estações
Paul W. Downs, Hacks
Harrison Ford, Falando a Real
Nick Offerman, Margô Está em Apuros
Stephen Root, O Segredo de Widow’s Bay
Michael Urie, Falando a Real
Tyler James Williams, Abbott Elementary
Melhor atriz coadjuvante em série de comédia
Dale Dickey, O Segredo de Widow’s Bay
Hannah Einbinder, Hacks
Janelle James, Abbott Elementary
Kate O’Flynn, O Segredo de Widow’s Bay
Michelle Pfeiffer, Margô Está em Apuros
Megan Stalter, Hacks
Jessica Williams, Falando a Real
Melhor ator em série limitada, antologia ou telefilme
Riz Ahmed, A Isca
Charlie Hunnam, Monstro: A História de Ed Gein
Oscar Isaac, Treta
Matthew Rhys, O Monstro em Mim
Jason Bateman, Black Rabbit
Melhor atriz em série limitada, antologia ou telefilme
Sarah Pidgeon, História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette
Sarah Snook, All Her Fault
Melhor ator coadjuvante em série limitada, antologia ou telefilme
Jason Bateman, DTF St. Louis
Richard Gadd, Half Man
David Harbour, DTF St. Louis
Richard Jenkins, DTF St. Louis
Charles Melton, Treta
Nick Offerman, Morte Fulminante
Foto: reprodução/HBO Max
Melhor atriz coadjuvante em série limitada, antologia ou telefilme
Linda Cardellini, DTF St. Louis
Dakota Fanning, All Her Fault
Laurie Metcalf, Monstro: A História de Ed Gein
Joy Sunday, DTF St. Louis
Youn Yuh-jung, Treta
Constance Zimmer, História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette
Melhor direção em série de drama
Salli Richardson Whitfield, A Idade Dourada – My Mind Is Made Up
Hanelle M. Culpeppe, Paradise – Exodus
Noah Wyle, The Pitt – 12:00 P.M.
Vince Gilligan, Pluribus – We Is Us
Saul Metzstein, Slow Horses – Scars
Salli Richardson Whitfield, Task: Unidade Especial – Caminhos Cruzados – Out Beyond Ideas of Wrongdoing and Rightdoing, There Is a River.
Melhor direção em série de comédia
Randall Einhorn, Abbott Elementary – Ballgame
Christopher Store, The Bear – Bears
Andrew DeYoung, The Chair Company – Life Goes By Too F**king Fast, It Really Does.
Lucia Aniello, Hacks – Hacks (Final)
Mary Lou Belli, The Ms. Pat Show – Give It Arrest
Hiro Murai, O Segredo de Widow’s Bay – Welcome to Widow’s Bay!
Melhor direção em série limitada, antologia ou telefilme
Jake Schreier, Treta – It Will Stay This Way and You Will Obey
Lee Sung Jin, Treta – Oh, The Comfort, The Inexpressible Comfort
Jason Bateman, Black Rabbit – The Black Rabbits
Steven Conrad, DTF St. Louis
Melhor ator convidado em série de drama
Colman Domingo, Euphoria
Ernest Harden Jr, The Pitt
Jeff Hiller, Pluribus
Jeff Kober, The Pitt
Jonathan Pryce, Slow Horses
Bradley Whitford, A Diplomata
Melhor atriz convidada em série de drama
Brittany Allen, The Pitt
Tal Anderson, The Pitt
Tina Ivlev, The Pitt
Miriam Shor, Pluribus
Merritt Wever, A Idade Dourada
Shailene Woodley, Paradise
Melhor ator convidado em série de comédia
Michael J. Fox, Falando a Real
Brett Goldstein, Falando a Real
Hamish Linklater, O Segredo de Widow’s Bay
Christopher McDonald, Hacks
Rob Reiner, O Urso
Connor Storrie, Saturday Night Live
Melhor atriz convidada em série de comédia
Leslie Bibb, Hacks
Jamie Lee Curtis, O Urso
Betty Gilpin, O Segredo de Widow’s Bay
Cherry Jones, Hacks
Laurie Metcalf, Hacks
Kaitlin Olson, Hacks
Lauren Weedman, Hacks
Melhor reality de competição
Dancing With the Stars
RuPaul’s Drag Race
Survivor
Top Chef
The Traitors
Melhor série de variedades
The Daily Show
Jimmy Kimmel Live!
Last Week Tonight with John Oliver
The Late Show with Stephen Colbert
Saturday Night Live
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Protagonizado por Hugh Jackman, o longa de Michael Sarnoski subverte o mito do personagem
A Morte de Robin Hood, novo filme da A24, reimagina os últimos anos de vida de Robin Hood de forma bem diferente do herói das fábulas que conhecemos. Interpretado por Hugh Jackman, o personagem é visto como um homem moldado por ciclos de violência e sobrevivência selvagem.
“Temos essa ideia de Robin Hood dançando pela floresta com seus Homens Alegres, mas a vida naquela época não era assim”, explica o diretor Michael Sarnoski. “Pensei comigo mesmo: qual seria a versão de Robin Hood mais verdadeira e honesta em relação à aspereza da vida no século XIII?”
Ambientado por volta de 1247, no interior da fronteira celta, o longa acompanha um Robin Hood já velho e escondido nas montanhas, vivendo como um fora da lei solitário.
Sua rotina de recluso muda quando Pequeno João (Bill Skarsgård), seu antigo parceiro de crimes, reaparece e o convence a encarar mais uma batalha. Gravemente ferido no combate, Robin acaba parando num priorado isolado, onde a Irmã Brigid (Jodie Comer) cuida dele e o apresenta a uma pequena comunidade, incluindo um homem doente e enigmático (Murray Bartlett) e uma menina traumatizada (Faith Delaney) que não faz ideia de quem ele realmente foi.
Foto: divulgação/A24
A partir daí, vamos da brutalidade das batalhas para o silêncio da reflexão. Enquanto se recupera, Robin começa a enxergar os erros do próprio passado e a possibilidade de uma vida guiada pela bondade, não mais pela violência. A proposta de Sarnoski é inverter a lógica das lendas tradicionais, que sempre tratam a Prioresa como vilã e Robin como herói puro, e propõe uma leitura mais humana e ambígua dos dois.
“Em A Morte de Robin Hood, acho que vemos um retrato belo e muito humano da plenitude da vida de Robin”, elabora Hugh Jackman. “A escuridão, o arrependimento, a dor, a perda. Há um custo para a violência, não importa de que lado você esteja. Qual é esse custo? E existe graça e redenção para alguém assombrado por tudo isso?”
Foto: divulgação/A24
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Com oito episódios, o anime aprofunda o universo apresentado em Star Wars: Visions
Em uma mesa redonda dedicada a Star Wars: Visions – A Nona Jedi na programação da Anime Expo 2026, foi apresentado o trailer e o pôster da primeira série do projeto Star Wars: Visions Apresenta, que contará histórias em formato mais longo de Star Wars: Visions (2021 – presente).
Com oito episódios, o anime retoma a trama pouco após os acontecimentos dos curtas Visions: A Nona Jedi (2021) e A Nona Jedi: Filha da Esperança (2025), com Lah Kara ainda em seu treinamento nos caminhos Jedi sob a orientação de Margrave Juro. Na nova série, Kara embarca em uma jornada épica de autodescoberta enquanto ela e a pequena comunidade de aprendizes de Jedi de Juro partem em uma missão para salvar seu pai.
Confira o novo pôster:
Foto: divulgação/Disney+
Star Wars: Visions – A Nona Jedi conta com a direção de Shunsuke Tada e o roteiro de Mitsuyasu Sakai. Kenji Kamiyama é o diretor supervisor.
A série tem estreia prevista para 5 de agosto deste ano, exclusivamente no Disney+.
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A nova adaptação transforma um clássico da animação em uma experiência emocionante, visualmente deslumbrante e com identidade própria
Quando a Disney anunciou um live-action de Moana (2016), muita gente reagiu com desconfiança. Afinal, adaptar uma animação tão recente parecia um risco desnecessário. Mas bastam poucos minutos para perceber que essa nova versão não existe apenas para reproduzir o que a gente já conhece, também é um longa que encontra sua própria identidade e lembra por que os live-actions da Disney conquistaram tantas pessoas no passado.
Mesmo mantendo toda a essência da animação original, o filme aposta em novas interpretações, pequenas mudanças no ritmo das cenas e um elenco extremamente carismático para fazer a história parecer viva outra vez. O resultado é uma aventura que emociona tanto quem cresceu acompanhando Moana quanto quem conhecerá essa jornada pela primeira vez.
Uma dupla que faz toda a diferença
Foto: divulgação/Disney
Grande parte do sucesso do longa está na química entre Catherine Laga’aia e Dwayne Johnson.
Trazer Maui para uma versão em carne e osso era um dos maiores desafios da produção, mas Dwayne prova, mais uma vez, que nasceu para interpretar o semideus polinésio. Seu carisma continua intacto, as piadas funcionam exatamente no momento certo e o personagem segue roubando a cena sem nunca ofuscar a protagonista.
Na coletiva de imprensa realizada no Rio de Janeiro, da qual o Entretetizei participou, o ator contou que entende o receio do público em relação aos live-actions. “Toda vez que há algo amado como a animação de Moana, os fãs ficam nervosos (…). Eu entendo totalmente essa preocupação”. Depois de assistir ao filme, fica difícil não concordar quando ele afirma que a equipe conseguiu fazer um bom trabalho.
Já Catherine Laga’aia entrega uma Moana extremamente humana. Em vez de tentar reproduzir todos os trejeitos da animação, a atriz constrói uma personagem com mais vulnerabilidade, sensível e próxima da realidade, tornando sua jornada de amadurecimento ainda mais emocionante. Sua coragem continua presente do início ao fim, mas agora é acompanhada por inseguranças, dúvidas e emoções que aproximam ainda mais o público da protagonista.
O próprio Dwayne Johnson fez questão de destacar a atuação da colega durante a coletiva. “Ela foi incrível”. E essa impressão fica evidente em praticamente todas as cenas divididas entre os dois.
Uma viagem que continua encantadora
Foto: divulgação/Disney
Visualmente, Moana impressiona do início ao fim.
O oceano continua sendo praticamente um personagem da história, e as paisagens inspiradas na Polinésia ganham uma riqueza de detalhes capaz de transportar quem está assistindo para Motunui. Toda parte de direção de arte recria com muito primor a cultura, as ambientações, os figurinos e toda a atmosfera que fizeram da animação um dos maiores sucessos da Disney.
Os efeitos visuais também merecem destaque. Seja na presença de Te Fiti, nas sequências em alto-mar ou nas cenas de aventura, tudo contribui para ampliar a sensação de magia sem perder a beleza que marcou a obra original.
Até mesmo personagens queridos voltam a emocionar. Mais uma vez, a vovó Tala prova por que continua sendo um dos grandes corações da história.
A trilha sonora continua emocionante
Se existe um elemento que permanece indispensável em Moana, é sua música.
Além das canções que marcaram a animação, o live-action apresenta Along the Way, composição inédita do incrível Lin-Manuel Miranda, que se encaixa naturalmente na narrativa e reforça o sentimento de crescimento da protagonista, se tornando um dos momentos mais bonitos da adaptação.
Vale a pena assistir Moana?
Mais do que reproduzir uma animação de sucesso, Moana consegue justificar sua existência como live-action.
A produção respeita profundamente o material original, mas entende que uma nova linguagem pede novas interpretações. A direção encontra equilíbrio entre fidelidade e novidade, enquanto Catherine Laga’aia e Dwayne Johnson conduzem a aventura com uma química surpreendente.
Em tempos em que muitos live-actions parecem existir apenas pela nostalgia, Moana lembra que essas adaptações também podem emocionar, divertir e apresentar novas camadas para histórias que já fazem parte da memória do público. É, sem dúvida, um dos melhores live-actions da Disney dos últimos anos e um sinal de que o estúdio pode, finalmente, ter reencontrado o caminho que fez esse formato funcionar tão bem.
Moana estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (9), levando às telonas uma aventura que honra o clássico animado de 2016 enquanto encontra sua própria identidade.
E você, está na expectativa para assistir essa grande produção? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
C.S. Lewis, Peglo, Cat Sebastian, L.J. Shen e Renato Noguera estão entre os autores que chegam às livrarias com romances, fantasia, HQs e obras de não ficção
Em entrevista exclusiva, Budah explica a estética do novo disco, fala sobre gostos pessoais e conta que sonhou em fazer feat com a Pabllo Vittar
Desde jovem, Brendha Rangel já se sentia conectada com a música. Foi durante os encontros de família, embalados por karaokê, que, ainda criança, ela começou a se conectar com sua própria voz. Com a chegada da adolescência, essa relação se fortaleceu e a capixaba começou a se envolver com a cena do hip hop da Grande Vitória.
Após viralizar com covers na internet, a jovem aderiu ao seu nome artístico, Budah, e, saindo do Espírito Santo para conquistar o Brasil, tornou-se uma das grandes vozes da música e do rap nacional. Explorando R&B, rap, trap e outros ritmos, Budah construiu uma identidade própria e conquistou uma legião de fãs.
Em maio, a cantora lançou seu segundo álbum de estúdio, FREQUÊNCIA LUNAR. Uma verdadeira imersão na estética noturna e nos sentimentos da artista, a obra reúne feats como Pabllo Vittar, Iza e Duquesa. Budah conversou com o Entretê sobre seu novo disco, próximos passos da carreira e vida pessoal. Vem ver!
ENTRETETIZEI: Você diz no manifesto do disco que “não é instabilidade, é frequência, é lunar“. Em que momento você entendeu que as frequências, os ciclos da lua e essa energia da noite seriam o conceito central do disco? O que a noite representa para você?
BUDAH: Conforme eu e a minha equipe fomos ouvindo as músicas, percebemos que existia uma narrativa ali, como se o álbum acompanhasse uma noite inteira, do pôr do sol ao amanhecer.
Eu também comecei a me interessar mais pelas frequências e achei bonito como isso se conecta com os sentimentos humanos. Existem frequências que trazem mais tensão, outras mais acolhimento, e percebi que as músicas do disco também carregavam essas oscilações, assim como as fases da lua e as emoções que a gente vive.
Sempre gostei da atmosfera noturna, tem muito isso de ser livre, de sair e se divertir. Acho que FREQUÊNCIA LUNAR nasceu desse lugar de liberdade e da ideia de que mudar não é instabilidade.
Foto: reprodução/ Instagram @budah
E: Qual foi a primeira música que você fez para o álbum? E quando você entendeu que o projeto estava completo?
B: A primeira música que eu fiz para o álbum foi INTUIÇÃO, acho que uns oito meses antes de FREQUÊNCIA LUNAR nascer de verdade. Eu sou muito apegada a ela justamente por isso, por ter sido a primeira… E, curiosamente, foi também a música que eu mais ouvi depois do lançamento e até hoje não me cansei dela (risos).
Sobre o projeto, nós fizemos um camp com um time muito especial de compositores e produtores e dali saíram muitas ideias. A verdade é que foi até difícil fechar a seleção final, porque teve muita música boa que acabou ficando de fora.
Acho que entendi que o álbum estava pronto quando percebi que as faixas conversavam entre si e faziam parte da mesma história. Foi aquela sensação gostosa de que tudo finalmente estava fazendo sentido.
E: Muitas pessoas se identificam com suas letras, mas você também comentou que várias fãs compartilharam histórias que acabaram inspirando o disco. Como acontece essa troca com elas? De que forma ouvir essas vivências te ajuda a entender que você também não está passando pelas coisas sozinha?
B: Ah, essa troca nossa é muito bonita. Recebo muitas mensagens de mulheres contando suas histórias, desabafando, falando sobre amor, autoestima, relacionamentos, carreira. E muitas vezes eu percebo que estou vivendo experiências parecidas. Isso me faz entender que ninguém está sozinho.
Acho que a música tem esse poder de transformar sentimentos individuais em algo coletivo. E eu levo também com muito carinho o fato de tantas meninas negras me enxergarem como referência. Se eu consigo inspirar alguém a acreditar mais em si mesma ou a se sentir representada, já vale tudo!
Foto: reprodução/ Instagram @budah
E: Quais faixas foram mais difíceis de escrever, seja por estrutura estética ou por um peso emocional que carregam? E quais foram as mais divertidas?
B:SUA FAVORITA foi uma delícia de fazer, ela carrega uma energia mais leve, divertida, mais ousada. SKIN AFROPATY também, eu a imagino como aquela música para ouvir com as amigas antes de sair para a pista, se arrumando, se sentindo linda.
E MEU CRIME É EXISTIR é uma faixa muito importante para mim. Ela fala sobre como eu me sinto na minha pele, sobre o preconceito que ainda enfrentamos no dia a dia e sobre essa luta constante de existir e ocupar espaços. Mas, acima de tudo, é uma música sobre resistência, de que hoje eu aprendi a amar quem eu sou, e espero que muitas pessoas se identifiquem também.
E: Como foi o processo de escolha dos feats de FREQUÊNCIA LUNAR? O que você aprendeu fazendo música em conjunto com esses artistas?
B: Tive a sorte de reunir pessoas que admiro muito nesse trabalho. Algumas eram sonhos antigos, como a IZA e a Pabllo. Eu literalmente sonhei com ela e o feat aconteceu (risos).
Outras já eram amigas que eu queria trazer há tempos, como Duquesa, Ajulliacosta e Tasha & Tracie. O Franco e a Vita são artistas que eu já acompanhava e queria muito ter por perto nesse projeto. Acho que o maior aprendizado foi entender que, quando cada artista traz a sua verdade, a música cresce ainda mais e tudo flui.
E: O que você descobriu sobre si mesma durante a produção do FREQUÊNCIA LUNAR?
B: Acho que descobri que eu sou muito mais corajosa do que imaginava. Esse disco nasceu de uma Budah mais madura e mais segura. Eu me permiti me expressar mais e me experimentar mais sonoramente também. Trouxe o R&B, que que faz me sentir em casa, mas trouxe mais rap, boombap e músicas para dançar e refletir.
Foto: reprodução/ Instagram @budah
E: Sua construção artística se apoia bastante no uso de cores frias. Desde Púrpura no último álbum, até os tons de azul de FREQUÊNCIA LUNAR. Como você acha que essas cores conversam com sua identidade? O que elas te transmitem?
B: Tenho a sorte de trabalhar com um time muito talentoso, tanto do meu escritório, a GTS, quanto da minha gravadora, a Universal Music, que pensam os projetos comigo em cada detalhe: conceito, foto, figurino, maquiagem, cabelo, cores…
Essa transição de Púrpura para FREQUÊNCIA LUNAR foi muito pensada. Se você juntar o roxo da Antiga Era com o bordô de VIP, que foi o primeiro single do novo álbum com a Duquesa, dá azul. A Nova Era é inspirada pelo céu noturno e pela lua; a gente mergulhou em tons azulados e prateados, que acabaram guiando os visuais, o styling, a maquiagem e até o meu cabelo.
E: Púrpura foi uma era que durou bastante tempo e trouxe projetos muito especiais. Já perto do fim desse ciclo, você lançou o Púrpura Session, que rendeu a regravação do disco. O que podemos esperar para essa nova fase que se inicia com FREQUÊNCIA LUNAR?
B: Estou muito animada! A turnê de FREQUÊNCIA LUNAR começa em agosto em São Paulo, no Cine Joia, e a ideia é levar esse universo do álbum para o palco do início ao fim.
Logo depois vem o Rock in Rio, que é um sonho para mim. Estamos ensaiando bastante para transformar esse disco em uma experiência real no palco, vai ser tudo muito especial!
E: Indo para os seus gostos pessoais, quero saber quais artistas e gêneros você escuta. Que músicas não podem faltar na sua playlist?
B: O R&B continua sendo uma das minhas maiores referências, assim como o afrobeat. Tenho ouvido bastante artistas como Kehlani e Kwn, além de muita black music no geral.
Mas eu também escuto muito samba. Meu pai tinha um grupo de samba e eu cresci cercada por isso, então é um gênero que me conecta muito com a minha infância, com a minha família e com as minhas raízes.
E: Além da música, que tipo de conteúdo você mais consome, seja livros, filmes ou séries? Tem alguma coisa que você esteja viciada atualmente?
B: Vejo muitos filmes, séries, documentários, mas sou daquelas que pesquisa tudo antes de assistir. Vejo indicações, gosto até de assistir vídeos e análises de pessoas que entendem de cinema para escolher bem e não perder tempo.
Gosto muito de ficção científica também e amo videogame. Adoro esses jogos que deixam a gente personalizar personagens, comprar skin e criar uma versão que tenha a ver comigo e com a cultura do rap. Acho muito divertido me enxergar ali dentro daquele universo também.
E: Por fim, pode deixar um recado para o público do Entretê que acompanha seu trabalho?
B: Quero agradecer de coração a todo mundo que já abraçou FREQUÊNCIA LUNAR e convidar quem ainda não ouviu pra tirar um tempinho e viver esse disco comigo. Quero ver todo mundo também no Rock in Rio comigo, no dia 6 de setembro, que inclusive vai ter um line-up incrível. E, antes disso, a gente já se encontra na minha turnê, que começa dia 22 de agosto, em São Paulo.
Os próximos shows eu vou anunciar em breve. Espero muito encontrar vocês por aí e viver muitas noites inesquecíveis juntos!
Qual sua música favorita de FREQUÊNCIA LUNAR? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Estrelado por Andrew Garfield, Claire Foy e Rebecca Ferguson, longa inspirado na obra de Enid Blyton estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro
A Diamond Films divulgou na última terça (7) o pôster oficial de A Maravilhosa Árvore Encantada (The Magic Faraway Tree), adaptação do clássico infantil da escritora britânica Enid Blyton. A arte apresenta um primeiro olhar sobre o universo mágico que aguarda os protagonistas da história, estrelada por Andrew Garfield, Claire Foy e Rebecca Ferguson.
Na trama, Tim (Andrew Garfield) e Polly (Claire Foy) decidem deixar a vida na cidade para trás após perceberem que a rotina e a hiperconexão têm afastado sua família. Em busca de um novo começo, eles se mudam com os três filhos para o interior da Inglaterra.
Foto: divulgação/Diamond Films
Embora a mudança desagrade as crianças em um primeiro momento, tudo muda quando a caçula, Fran (Billie Gadsdon), encontra uma fada próxima à nova casa. A partir desse encontro, os irmãos descobrem a Maravilhosa Árvore Encantada, um lugar repleto de portais para mundos fantásticos, aventuras inesperadas e experiências capazes de transformar a relação entre eles.
Além de Garfield e Foy, o elenco reúne Nicola Coughlan (Bridgerton, 2020-2026), Nonso Anozie (Sweet Tooth, 2021-2024), Jennifer Saunders (Absolutely Fabulous, 1992) e Rebecca Ferguson, que interpreta a antagonista da história.
Com distribuição da Diamond Films, A Maravilhosa Árvore Encantada estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro.
Confira o trailer oficial do longa aqui:
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