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Marina Sena Participa do confessionário de Rosalía e vive marco inédito com Coisas Naturais

Artista foi a primeira brasileira a participar do confessionário da LUX Tour no Brasil e compartilhou uma história pessoal que levou o público carioca ao delírio

Marina Sena protagonizou um dos momentos mais comentados do primeiro show de Rosalía no Rio de Janeiro. Na noite de segunda (10), a cantora mineira foi convidada para participar do famoso “confessionário” da LUX Tour, tornando-se a primeira brasileira a viver a experiência durante a passagem da turnê pelo país. 

Antes de receber Marina no palco, Rosalía fez questão de demonstrar sua admiração pela artista. A mulher que veio aqui hoje é alguém que eu admiro muito, porque ela é puro fogo e puro talento. Senhoras e senhores, eu estou nervosa, sou fã dela e ela sabe”, declarou, aumentando ainda mais a expectativa do público.

E o confessionário virou assunto de relacionamento 

Na dinâmica, o convidado é chamado ao palco para compartilhar com o público uma história pessoal. Marina decidiu relembrar um relacionamento vivido anos atrás e contou que, quando os dois começaram a namorar, o parceiro propôs que eles tivessem uma relação aberta. 

Teve um problema, uma questão. Quando a gente começou a namorar, ele queria uma relação aberta. Eu falei: ‘Não faz isso, não faz isso com você mesmo, porque eu vou aproveitar, vou dar tudo de mim’”, revelou. 

Marina Sena no confessionário de Rosalía.
Foto: divulgação/Luiz da Paz

E Marina realmente aproveitou. Ao contar que viveu intensamente a experiência, a cantora arrancou uma reação imediata de Rosalía, que resumiu a situação com uma frase que levou a plateia à loucura: “Eles pedem fogo e depois não aguentam o calor.” 

O encontro entre as duas artistas rendeu um dos momentos mais descontraídos da noite e, claro, já virou assunto entre os fãs. Quer saber como foi? Confira o vídeo de Marina Sena no confessionário de Rosalía!

Marina Sena segue conquistando o mundo 

A participação acontece em um momento importante da carreira internacional de Marina Sena. Após o sucesso de Coisas Naturais, a cantora se prepara para levar sua música para a Europa com a Europe Tour, que passará por sete cidades, em seis países. 

Frente e verso da capa do album "Coisas Naturais" da Marina Sena.
Foto: reprodução/Substack

Lançado em 2025, Coisas Naturais continua acumulando números expressivos nas plataformas digitais e se aproxima da marca de 400 milhões de streams no Spotify, reforçando o alcance do projeto e a crescente projeção internacional da artista. 

Entre um confessionário e outro, Marina segue fazendo o que sabe melhor: transformando sua personalidade em música, performance e, claro, em momentos que rapidamente viram assunto nas redes sociais. 

E aí, o que você achou do confessionário da Marina Sena com a Rosalía? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Crítica | Com LUX, Rosalía nos aproxima do divino 

 

Texto revisado por Marina Barrelli de Carvalho

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Livros Notícias Séries

A série À Espera de Perséfone foi renovada para a 2ª e 3ª temporadas

Lançado em 2026, o seriado vai contar histórias de outros personagens

A autora Sarah M. Eden, responsável pelos livros que essa série adapta, divulgou nas suas redes sociais que À Espera de Perséfone foi renovada para a segunda e terceira temporada. A segunda temporada vai focar no casal Athena Lancaster, irmã da Perséfone, e Harry Windover.

À Espera de Perséfone
Foto: reprodução/John Lyde/KSL

Baseada em um conjunto de livros que não foram lançados no Brasil, o seriado seguirá a ordem cronológica das obras publicadas pela escritora. Por isso, a segunda e terceira temporada vão adaptar os livros Courting Miss Lancaster, com tradução livre para Cortejando Miss Lancaster, e Romancing Daphne, com tradução livre para Desejando Daphne, e vão focar seus respectivos casais principais.

O anúncio da renovação foi feito por meio de um vídeo com a escritora Sarah M. Eder e o ator principal da primeira temporada, Jake Stormoen, que interpreta o Adam Boyce (Duke de Kielder). Eles afirmam que os Lancasters vão ter novas aventuras, mas o mocinho da primeira temporada ainda continuará aparecendo.

Relembre a primeira temporada 

Ambientada na Inglaterra do período regencial, a primeira temporada conta a história de Perséfone, que se casa com o Duque de Kielder para conseguir salvar sua família da pobreza. Porém, ao começar a conviver com Adam, percebe que ele é alguém que não se abre facilmente por conta de seu passado trágico. Durante os quatro episódios, Perséfone tenta se aproximar do Duque e um forte romance se desenvolve. 

Com reviravoltas, a série é ótima para quem gosta de Orgulho e Preconceito. Entretanto, como nos livros, a série não foi lançada oficialmente no país. Enquanto espera para chegar aqui, que tal assistir o primeiro trailer oficial? 

E aí, gostou de saber mais sobre essa renovação? Pretende assistir? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.

 

Leia também: Lançamentos literários de agosto: romances, mistérios e não ficção marcam as novidades do mês

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Cultura Notícias

Trailer de Atraídos Pelo Destino é divulgado

Filme estrelado por Ester Expósito e Hugo Diego García será lançado no dia 9 de setembro

O longa, baseado na duologia Enfrentados (Marfil e Ébano) e escrito por Mercedes Ron, tem novas imagens divulgadas pelo Prime Video.

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Na trama, a filha do magnata de negócios espanhol Marfil Cortés, vê sua vida perfeita despedaçada quando é subitamente sequestrada e depois liberta sem razões aparentes. Assim, seu pai contrata o enigmático Sebastian Moore como seu guarda-costas. Rapidamente os dois se veem apaixonados e rompem as barreiras do protetor. Conforme eles retomam sua rotina, as dificuldades começam a aparecer e todos se mostram diferentes.

Confira o trailer:

Atraídos pelo Destino é produzido pela Pokeepsie Film, com Álex de la Iglesia e Carolina Bang como produtores, Óscar Pedraza como diretor e Sofía Cuenca como roteirista.

O elenco ainda conta com Eric Masip como Iván, Pablo Molinero como Alejandro, Zoe Bonafonte como Gabriela, Lluís Homar como Logan e Joaquín Ferreira como Ray.

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Atraídos Pelo Destino estreia exclusivamente no Prime Video no dia 9 de setembro e será mais uma adição à assinatura Amazon Prime.

Ficou curioso pra ver esse casal? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Saga literária O Povo do Ar, de Holly Black, vai ganhar adaptação

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Notícias

Corrida dos Bichos: produção brasileira transforma o jogo do bicho em uma corrida mortal

Longa dirigido por Fernando Meirelles apresenta um Rio de Janeiro distópico onde o tradicional jogo do bicho ganha novas e perigosas regras

E se o jogo do bicho deixasse de ser apenas uma aposta e se transformasse em uma disputa de vida ou morte? Corrida dos Bichos chegou ao Prime Video na última sexta (7) e apresenta uma versão distópica do Rio de Janeiro, onde o tradicional jogo do bicho ganha uma nova dimensão. Misturando ação, ficção científica e elementos da cultura brasileira, o longa transforma as apostas em uma competição de vida ou morte.

Oito corredores em uma área deserta usando máscaras de bichos.
Foto: reprodução/Prime Video

Na trama, o Rio de Janeiro do futuro está muito diferente da cidade conhecida atualmente. Com o mar seco e um cenário marcado pela degradação ambiental, a população encontra na chamada Corrida dos Bichos uma das principais formas de entretenimento. A competição coloca pessoas em disputas perigosas enquanto grandes apostadores acompanham e lucram com o espetáculo. 

Uma corrida pela sobrevivência

A história acompanha Mano (Matheus Abreu), um jovem que sempre se posicionou contra o sistema por trás da Corrida dos Bichos. No entanto, sua vida muda quando sua irmã, Dalva (Thainá Duarte), se torna uma espécie de garantia em uma aposta. Para salvá-la, Mano precisa entrar na competição que tanto rejeita e enfrentar uma disputa em que cada etapa pode significar a própria sobrevivência. 

Thainá Duarte e Matheus Abreu encarando a câmera.
Foto: reprodução/Prime Video

A produção aposta em cenas de ação, parkour e suspense para construir esse universo. Ao mesmo tempo, utiliza diferentes espaços do Rio de Janeiro para criar uma cidade futurista, mas que ainda preserva elementos reconhecíveis da realidade brasileira. A desigualdade social e a transformação da violência em entretenimento também aparecem como pontos importantes da narrativa. 

Um elenco de peso
Elenco do filme Corrida dos Bichos posando na estreia do longa.
Foto: Thiago Mattos/AgNews

Além da premissa inusitada, Corrida dos Bichos reúne um elenco formado por nomes conhecidos do cinema, da televisão e da música brasileira. Rodrigo Santoro, Isis Valverde, Bruno Gagliasso, Grazi Massafera, Seu Jorge, João Guilherme, Silvero Pereira, Leandro Firmino, Thainá Duarte, Anitta e Azzy estão entre os integrantes do elenco. 

Anitta interpreta Divinna e também participa da trilha sonora do longa com uma nova versão de Bichos Escrotos, clássico dos Titãs. A presença da cantora reforça a mistura entre diferentes elementos da cultura brasileira que fazem parte da identidade do filme. 

Uma produção brasileira em um futuro distópico

A direção é assinada por Ernesto Solis, Rodrigo Pesavento e Fernando Meirelles, cineasta conhecido por trabalhos como Cidade de Deus (2002) e Dois Papas (2019). Produzido pela O2 Filmes para o Prime Video, o longa teve sua estreia mundial no festival SXSW, em março de 2026. 

Ao transformar o jogo do bicho em uma corrida mortal, o filme parte de um elemento conhecido do imaginário brasileiro para construir uma realidade completamente diferente. O resultado é uma história que combina ação e ficção científica com questões como desigualdade, violência e sobrevivência. 

Corrida dos Bichos já está disponível no Prime Video. Assista ao trailer oficial: 

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Leia também: Com Andrea Beltrão, Leandra Leal e Marina Ruy Barbosa, Antártida tem trailer e cartaz oficiais divulgados

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Cultura pop Música Notícias

Priscilla anuncia capa e tracklist de ECO

Cantora apresenta detalhes do novo álbum, que chega às plataformas digitais na quinta (13) às 21h

A cantora Priscilla revelou nesta terça (11) a capa e a tracklist de ECO, seu novo álbum de estúdio e primeiro projeto lançado de forma 100% independente. O disco chega às plataformas digitais na quinta (13) às 21h.

Foto: divulgação/Mateus Aguiar/Priscilla

Com dez faixas, o álbum reúne músicas inéditas e apresenta uma nova etapa da carreira da artista. Entre as faixas estão Nosso Lugar, Não Testa, Obsessão, Destino e Respirar. 

Para realizar o pré save, clique aqui : https://distro.ffm.to/eco

O álbum sucede Priscilla, produção homônima lançada em maio de 2024 pela Sony Music. O trabalho marcou a consolidação da cantora no pop e reuniu participações de Pabllo Vittar, Péricles e Bonde do Tigrão. A nova etapa independente já vinha sendo apresentada por ela nas últimas semanas. Em julho, ela iniciou o projeto ECOS Independentes, no qual divide apresentação com diversos nomes da cena independente brasileira.

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Leia também: Priscilla traz em seu novo álbum uma nova visão do pop brasileiro: “Sou uma artista de obra, não de single”

Priscilla e Luan Santana lançam o feat Amor Blindado

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Notícias

Verity ganha primeiro trailer oficial com Anne Hathaway e Dakota Johnson

Adaptação do livro de Colleen Hoover chega aos cinemas em outubro

O mistério finalmente ganhou imagens. Verity, adaptação cinematográfica do livro de Colleen Hoover, teve seu primeiro trailer oficial divulgado na última terça (11). Estrelado por Anne Hathaway, Dakota Johnson e Josh Hartnett, o longa promete levar para as telas a atmosfera sombria e cheia de segredos da obra.

Assista ao trailer aqui:

Na trama, Lowen Ashleigh (Dakota Johnson) é uma escritora que recebe uma oportunidade inesperada: assumir a continuação da série de livros de uma autora famosa que não pode mais escrever. Ao chegar à casa de Verity Crawford (Anne Hathaway), porém, ela encontra muito mais do que esperava.

Entre manuscritos e segredos

Enquanto trabalha na residência da família Crawford, Lowen começa a explorar os materiais deixados por Verity. Entre eles, está um manuscrito que revela acontecimentos perturbadores e segredos capazes de mudar completamente a forma como a escritora enxerga aquela família.

O trailer apresenta a relação entre Lowen, Verity e Jeremy Crawford (Josh Hartnett), marido da autora. Conforme a nova escritora se aproxima da família, a linha entre o que é verdade e o que foi escrito começa a ficar cada vez mais difícil de distinguir.

A prévia também aposta em uma atmosfera de suspense psicológico, com momentos de tensão, violência e situações que prometem transportar para as telas o lado mais perturbador da história de Colleen Hoover.

Dakota Johnson como Lowen Ashleigh
Foto: Reprodução/Youtube Sony Pictures Brasil

Do livro para os cinemas

Publicado originalmente em 2018, Verity se tornou um dos títulos mais conhecidos de Colleen Hoover e chega agora à sua primeira adaptação cinematográfica.

A direção do longa é de Michael Showalter, enquanto a produção reúne Amazon MGM Studios e outras empresas envolvidas no lançamento internacional.

O filme está previsto para chegar aos cinemas em 2 de outubro de 2026.

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Leia também: Saga literária O Povo do Ar, de Holly Black, vai ganhar adaptação

Texto revisado por Gabriela Matuk

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Cinema Notícias

Paper Tiger, novo filme de Adam Driver, Scarlett Johansson e Miles Teller, ganha teaser trailer inédito

O longa-metragem de James Gray estreou no Festival de Cannes e chegará aos cinemas brasileiros em janeiro de 2027

A Neon e a Diamond Films divulgaram o primeiro trailer do novo longa do diretor e roteirista de Ad Astra (2019) e Fuga para Odessa (1994). Paper Tiger, que conta com um nome brasileiro na produção (Rodrigo Teixeira), está percorrendo grandes festivais de cinema ao redor do mundo. 

O filme chegará ao Brasil, antecipadamente, como título de abertura da 51º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro.

A trama acompanha uma dupla de irmãos, Gary (Adam Driver), ex-policial, e Irwin (Miles Teller), engenheiro, na busca pelo sonho americano na década de 1980, um período marcado pelo fim da Guerra Fria e expansão da máfia russa nos Estados Unidos.

Paper Tiger
Foto: reprodução/IndieWire

Assim, a dupla se envolve em um grande esquema financeiro conectado à organização criminosa. No entanto, o que se torna uma ameaça ao longo do filme, surge, inicialmente, como uma oportunidade de ascensão e crescimento em meio à pressão financeira enfrentada, especialmente pela família do Irwin.

As primeiras imagens revelam um intenso drama familiar e urbano, característicos do diretor, e reforçam os perfis dos protagonistas: Irwin, como um pai e esposo que acidentalmente colocará a família em risco; Gary como o policial respeitado, com histórico impecável, líder da operação e do núcleo familiar. 

Paper Tiger
Foto: reprodução/NEON

O elenco de Paper Tiger também conta com Scarlett Johansson, que interpreta Heaster Pearl, esposa de Irwin, e que aparece como um reflexo das tensões e rupturas familiares que se desenrolam em função da insegurança e medo que cercam os personagens.

Antes de sua primeira chegada ao Brasil, Paper Tiger será o filme de abertura do 64º Festival de Cinema de Nova Iorque.

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Leia também: Curta-metragem Shibal divulga trailer oficial e estreia no Festival de Gramado 

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Eventos Notícias

Após cancelamento, governadora do DF garante realização do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Cancelamento da 59ª edição do evento foi noticiado na segunda (10) devido a falta de verba

Após repercussão, na última segunda (10), sobre o cancelamento da 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, foi à rede social X confirmar que o evento será realizado.

“Está confirmada a realização da 59ª edição do Festival de Cinema de Brasília, evento marcado para 11 a 19 de setembro. Já determinei que a Secretaria de Economia providencie os recursos necessários para o evento”.

Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Foto: Reprodução/Agência Brasília

O cancelamento do festival veio à tona inicialmente reportado pela Rádio CBN e depois confirmado por outros veículos da mídia. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa relatou falta de verba como justificativa. O repasse esperado era de R$ 3 milhões.

O evento estava previsto para ocorrer entre os dias 11 e 19 de setembro no Cine Brasília, porém, de acordo com o Correio Braziliense, uma nova rodada de discussões ocorre na quarta (12) para determinar os próximos passos e se a data será de fato mantida.

Considerado o festival de cinema mais antigo do país, com seis décadas de atuação, o evento só não ocorreu entre 1972 e 1974 devido à ditadura militar. Desde 2007, é considerado patrimônio cultural imaterial do Distrito Federal e já premiou filmes como A Hora da Estrela (1985) e É Proibido Fumar (2009).

Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Foto: Reprodução/Nina Quintana/Metrópoles

Em depoimento ao Jornal de Brasília, o diretor-geral de produção do festival, Henrique Rocha, que foi informado pessoalmente sobre a situação pela Secretaria, expressou seu descontentamento: “É inacreditável”.

O cancelamento vinha sendo especulado desde a última sexta (7), após fala da própria governadora, em uma coletiva de imprensa, afirmando que a realização do festival não seria prioridade. A declaração se refere à crise financeira do Banco de Brasília (BRB), maior patrocinador do festival, que enfrenta problemas decorrentes de sua associação ao escândalo do banco Master.

A edição faz parte de um acordo de três anos que previa a realização dos festivais de 2024, 2025 e 2026, com orçamento aprovado para o período. As inscrições para o festival estavam abertas desde março e 80 projetos já haviam sido selecionados para exibição.

Qual a importância do Festival de Brasília de Cinema Brasileiro para você? Conta pra gente nas redes sociais do EntretetizeiFacebook, Instagram e X – e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cinema Crítica Entretenimento geek Notícias

Crítica | Homem-Aranha: Um Novo Dia encontra a humanidade por trás da máscara

Sozinho como nunca, o personagem aprende que ser Peter Parker e Homem-Aranha é o que o torna inteiro

[Contém spoiler]

No último mês, o Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) lançou o quarto filme da franquia de um dos super-heróis mais amados da cultura pop. Dirigido por Destin Daniel Cretton, mesmo diretor de Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Homem-Aranha: Um Novo Dia veio como uma brisa de ar fresco para aqueles que são fãs do cabeça de teia desde as páginas dos quadrinhos.

O filme é a sequência de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021) e acompanha a nova realidade de Peter Parker (Tom Holland) após o feitiço lançado por Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) para proteger o multiverso. Em sua nova versão, Parker vive uma vida solitária, em completo anonimato por trás da máscara do “amigão da vizinhança”, uma vez que nem seus amigos mais próximos, MJ (Zendaya) e Ned Leeds (Jacob Batalon), se lembram dele.

MJ e NED
Imagem: reprodução/Sony Pictures
Homem ou aranha?

Homem-Aranha: Um Novo Dia mergulha na melancolia do personagem, se aproximando da essência do Parker das HQ’s. Ao viver uma vida anônima e solitária, e após sofrer uma série de acontecimentos, Peter começa a sentir os efeitos físicos de uma mutação entre seus hormônios humanos e aracnídeos.

A escolha de abordar esse processo de mudança interna funciona ao transmitir a ideia de que o protagonista já não é mais o mesmo adolescente de antes, ainda mais quando as mudanças são representadas visualmente para os espectadores – através de elementos como a transformação dos olhos negros. Agora, ele parece sentir verdadeiramente os efeitos das responsabilidades que acompanham o fato de ser um super-herói.

Peter Parker
Imagem: reprodução/Sony Pictures
Novo rosto

Durante seus afazeres de vigilante mascarado, Peter encontra a ameaça da trama: Jean Grey (Sadie Sink), telepata conhecida das histórias dos X-Men. É empolgante ver uma personagem tão querida pelos fãs ganhar as telas, mas colocá-la sob o título de vilã, como o início do filme sugere, é questionável. Isso porque, carregada de mágoa, assim como o próprio Peter, tudo o que Jean busca é a irmã, também telepata, raptada pelo Departamento de Controle de Danos em uma tentativa de replicar os poderes das duas.

O problema é que essa introdução parece pouco costurada ao restante do universo Marvel. Diferente do usual modus operandi do estúdio de plantar sementes claras para personagens de peso, através de cenas pós-créditos, por exemplo, Um Novo Dia faz com que Jean simplesmente desapareça da trama sem qualquer sinal de seu paradeiro ou de seu papel no que vem a seguir. Sua chegada soa mais como uma aparição pontual do que uma peça que vem para se encaixar em algo maior.

Jean Grey
Imagem: reprodução/Sony Pictures
O que a máscara esconde

Poeticamente, os primeiros três filmes do cabeça de teia, estrelados por Holland e dirigidos por Jon Watts, traziam um lado mais ingênuo e adolescente do personagem. Já nessa versão de Destin Daniel Cretton, podemos enxergar uma aproximação maior da persona de Parker dos quadrinhos: alguém maduro, cuja personalidade reflete todas as perdas e lutos já vivenciados – mas ainda assim muito jovial e cômico.

Desde a ironia clássica do Homem-Aranha, até as turbulências emocionais do dia a dia de Peter Parker, é revigorante ver como Tom Holland consegue trazer um grande equilíbrio entre as duas personalidades do herói. Não é à toa que o britânico foi escolhido para interpretar o personagem. E isso se confirma na tensa cena de batalha em que, ao ser questionado por Jean Grey se escolheria ser Peter Parker ou Homem-Aranha, Holland consegue emocionar o público ao afirmar: 

“Eu sou os dois”.

Peter Parker
Imagem: reprodução/Sony Pictures
Amigão da vizinhança

O longa é perfeitamente equilibrado, do jeito que um personagem emblemático e especial como o Homem-Aranha merece. Ao se encaminhar para o desfecho, com Parker anonimamente caminhando para fora do hospital após ser baleado como Homem-Aranha e se deparando com uma horda de pessoas aguardando notícias da recuperação do herói, o filme mostra a força e o impacto que o personagem carrega.

A trama parece reunir distintamente os momentos de um clássico filme de super-herói, com cenas de ação cativantes e capazes de deixar o público com a respiração presa, mas também trazendo uma mensagem de humanidade, bondade e altruísmo por trás de um personagem tão amado pelos fãs quanto o cabeça de teia.

Talvez pela primeira vez em toda a saga de Tom Holland como Homem-Aranha, o foco está inteiramente em Peter Parker e seus dilemas. Não nas ameaças ao multiverso, nem nos vilões de peso, mas no próprio personagem. É essa escolha que permite a Um Novo Dia alcançar um nível de dramaticidade que nenhum capítulo anterior havia atingido, construindo uma jornada crível e que se relaciona genuinamente com o público.

E é curioso perceber que essa seja, talvez, a versão mais humana já vista do Homem-Aranha, muito embora também seja a versão em que ele passa mais tempo escondido atrás de sua máscara. Como definiu Stan Lee, criador do personagem:

A razão pela qual o Homem-Aranha é tão popular é que todos nós nos identificamos com ele”.

E você? O que achou do novo filme do cabeça de teia? Conta pra gente nas redes sociais do EntretetizeiFacebook, Instagram e X – e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Adaptação de Melhor do que nos Filmes anuncia protagonistas

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Clássico do cinema mudo brasileiro é exibido gratuitamente no Areninha, em Bangu

Filme Amazonas, o Maior Rio do Mundo faz parte da programação do cineclube Cinema de Cima, que também traz o documentário Alexandrina – um relâmpago

Filmado há mais de 100 anos e considerado o “santo graal do cinema mudo brasileiro” pelo jornal inglês The Guardian, o filme Amazonas, o Maior Rio do Mundo, de 1920, faz parte da programação da primeira edição do cineclube Cinema de Cima, no dia 20 de agosto (quinta-feira), às 18h30.

Em sua primeira edição, o evento bimestral acontece no Areninha, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ), e apresenta também o documentário Alexandrina – Um Relâmpago, de 2022. Após as exibições dos filmes, que contarão com legendas descritivas, o público poderá participar da sessão de debate com a professora de história Keila Gomes, que será acompanhada por um intérprete de LIBRAS. A entrada é gratuita, com classificação etária livre.

O média-metragem Amazonas, o Maior Rio do Mundo (1920), dirigido por Silvino Santos, é um dos primeiros registros da Amazônia. Feito por encomenda do Estado do Amazonas e de comerciantes locais desejosos em mostrar o potencial exploratório e comercial da região. Filmado em 1918 e finalizado em 1920, ficou perdido durante a década de 30 para ser encontrado somente em 2023, em Praga (CZE). Nas filmagens, são destacadas o trabalho realizado pelos indígenas na extração do látex, na caça de peixes-boi e, ainda, a exploração dos costumes e modos dos povos Uitotos.

Em seguida, será exibido o documentário Alexandrina – Um Relâmpago (2022), com direção e produção de Keila Sankofa. O curta-metragem conta a história desta mulher negra amazônica, sem sobrenome, filha de negros escravizados mas que nasceu livre. Trabalhou como empregada do casal Agassiz, adepto de teorias racistas, em Tefé (AM), no século XIX. A partir da vídeo-performance, o filme busca trazer Alexandrina de volta à vida, recontando a história da aprendiz de naturalista, como era chamada pelo casal de naturalistas estadunidenses.

Foto: reprodução/Sopa Cultural

O filme Alexandrina traz em seu currículo honrarias como o Prêmio de Aquisição do 13º Diária Contemporâneo de Fotografia (2024); vencedora do prêmio de Melhor Direção no 5º Festival de Cinema da Amazônia – Olhar do Norte (2023); e reconhecida pelos prêmios Leda Maria Martins – Ancestralidade (2023) e Pretas Potências – Produção Coletiva (2023).

Como debatedora desta primeira edição, o cineclube recebe Keila Gomes, professora de história da rede pública e mestranda em Ensino de História. Atua também como escritora, pesquisadora e percussionista. É gestora do evento Aquilombarzo, onde desenvolve pesquisas que buscam novas narrativas sobre a zona oeste carioca, com foco no protagonismo africano e indígena.

Um dos produtores do evento, Marcos Gabriel Faria, trabalha com cinema há mais de dez anos no Rio de Janeiro. Entre suas experiências nos bastidores do audiovisual estão a direção dos clipes da sua banda, Ventilador de Teto; organizou a exibição de curtas-metragens no espaço Nosso Quintal Cultural, em Campo Grande, na zona oeste do Rio; curadoria de sessões do Prainha Play, programa atrelado ao curso de Cinema e Audiovisual da UFF; curador do Clube Offline, da Escola do Absurdo; e ainda, é parte da redação dos sites Cine Set e Olhos de Mabuse. Para ele, a primeira edição do cineclube marca o início de um projeto de difusão de obras que não tiveram destaque nos cinemas do sudeste.

O grande diferencial é o enfoque em filmes do Norte e Nordeste. Dentro disso, há o fato de que esses filmes, quando exibidos no Rio, se restringiram a sessões em festivais. O circuito de salas que participa da programação do Festival do Rio, por exemplo, está todo concentrado na Zona Sul. Ma mesma toada, queremos lançar luz sobre a produção cinematográfica produzida fora do eixo Sul-Sudeste; contribuir, ao lado de outras iniciativas que promovem a exibição cinematográfica no subúrbio carioca, para a formação de plateia para além do Centro e Zona Sul; repercurtir os filmes exibidos, dialogando com temáticas como identidade (“Obeso Mórbido”), colonialismo (A Selva, Alexandrina), saúde mental (Um Minuto É uma Eternidade para Quem Está Sofrendo) redes sociais (Politiktok), além do próprio fazer-cinema dentro da realidade brasileira”, avalia Marcos.

O cineclube Cinema de Cima é fruto de uma iniciativa do site Cine Set, com base em Manaus (AM), que privilegia a cobertura do cinema amazônico e durante a iniciativa do cineclube exibirão somente filmes do Norte e Nordeste do país. O cineclube é apoiado pela RioFilme, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), de Fomento à Cultura.

O cineclube Cinema de Cima traz em sua ficha técnica: Marcos Gabriel Faria (produtor e mediador); Caio Pimenta (programador e editor-chefe do Cine Set); Micaella Martins (produtora assistente, responsável pelo Coletivo Espiral); Anna Brandão (designer e ilustradora) e Rosita Schaefer (social media).

Serviço

Cineclube Cinema de Cima – 1ª edição

Data: 20/08/2026 (quinta-feira)

Horário: 18h30

Entrada: Gratuita

Local: Sala de oficinas – Areninha Carioca Hermeto Pascoal

Endereço: Praça Primeiro de Maio, s/nº – Bangu – Rio de Janeiro/RJ

Vagas: 20 participantes

Classificação: Livre

Telefone: (21) 2437-2651

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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