Projeto será roteirizado por Lena Dunham e Jessica Huang, e terá músicas originais de Carly Rae Jepsen
A adaptação musical de 10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999) está com estreia marcada para dia 17 de agosto de 2027 na Broadway, em Nova York.Baseado na comédia romântica estrelada por Heath Ledger e Julia Stiles, o espetáculo terá roteiro de Lena Dunham(Girls) e Jessica Huang, além de músicas originais da cantora canadense Carly Rae Jepsen e Ethan Gruska.
Também juntam-se à produção o vencedor do Tony Christopher Wheeldon, como diretor e coreógrafo, e Tom Kitt, que será responsável pela supervisão musical, arranjos e orquestra. Informações sobre o elenco ainda não foram divulgadas.
Imagem: reprodução/People
A história uma é releitura da peça A Megera Domada de Shakespeare, e segue duas irmãs, com personalidades extremamente diferentes, enquanto navegam a experiência do ensino médio norte-americano nos anos 90 ao meio de paixões, panelinhas e da angústia adolescente.
Protagonizado por Heath Ledger, Julia Stiles, Joseph Gordon-Levitt e Larisa Oleynik, 10 Coisas que Eu Odeio em Você se tornou um cult classic e é uma das comédias românticas mais amadas pelo público.
Imagem: reprodução/Disney+
A premissa do longa dirigido por Gil Junger gira em torno das irmãs Kat (Stiles) e Bianca (Oleynik). Seu pai superprotetor não permite que Bianca namore, a não ser que a irmã também tenha um namorado. O problema? Kat não têm o mínimo interesse em romance. Quando o novo estudante do colégio, Cameron (Gordon-Levitt), se apaixona por Bianca, ele cria um plano para que o misterioso Patrick (Ledger) a conquiste.
Foto: reprodução/The Guardian
O filme conta com a cena icônica de Heath Ledger cantando a música Can’t Take my Eyes off You, originalmente de Frankie Valli, para a personagem de Julia Stiles enquanto desce as arquibancadas do campo de futebol da escola.
A nova produção de Dunham está sendo descrita como “um musical rebelde sobre crescer, descobrir a si mesmo e se recusar a viver perante as expectativas dos outros”. Para acesso antecipado aos ingressos, é possível se inscrever no site oficial do musical: https://10thingsbroadway.com/.
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Retorno do trio britânico acompanha estreia de videoclipe para música de mesmo nome
O trio londrino, Jungle, vencedor do BRIT Award, lançou nesta sexta (14) o álbum Sunshine, novo trabalho de estúdio que chega acompanhado do videoclipe da faixa-título e inaugura uma nova etapa na trajetória do grupo.
Ao longo de onze faixas, J Lloyd, Tom McFarland e Lydia Kitto aprofundam a mistura de soul, disco, hip-hop e música eletrônica que se tornou marca registrada do grupo britânico. Desta vez, o som ganha contornos mais quentes e luminosos, apostando em harmonias vocais e em letras que exploram temas como conexão, esperança e aceitação.
Sunshine também marca a estreia de Lydia Kitto como integrante oficial da formação. Presente nos trabalhos anteriores do grupo, a artista assume grande parte dos vocais principais do álbum e passa a dividir o protagonismo criativo com os fundadores J Lloyd e Tom McFarland.
Foto: divulgação/Jungle
Sobre o conceito do projeto, o trio explicou que o título vai além de uma referência ao clima. “Sunshine é um sentimento. É um lugar que você carrega na sua mente quando está olhando para dias melhores. Representa luz, vibração e energia”, afirmaram os músicos.
As faixas já lançadas Carry On, The Wave e Someday, Somewhere anteciparam a recepção positiva do álbum, conquistando espaço em importantes emissoras britânicas como BBC Radio 1, BBC Radio 2 e Virgin Radio.
Confira o vídeo oficial de Sunshine:
Além do lançamento do disco, Jungle também confirmou uma extensa turnê mundial. A série de shows começa em setembro e passará pela América do Norte, Europa, Reino Unido, Austrália e América Latina. No Brasil, o grupo fará uma única apresentação em São Paulo, no dia 30 de março de 2027, no Espaço Unimed.
O retorno acontece após a passagem da banda pelo país com a era Volcano e marca a única oportunidade para os fãs brasileiros conferirem ao vivo as novas músicas de Sunshine.
O que achou do lançamento de Sunshine? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Conheça a história, os personagens e as origens da animação que reúne Star Wars e o universo dos animes
Star Wars: Visions – A Nona Jedi, já disponível no Disney +, é o novo anime da franquia espacial mais amada da cultura pop, e acompanha uma missão de resgate que pode mudar o destino da galáxia.
Para você se preparar para a nova aventura épica dessa galáxia tão, tão distante, reunimos abaixo tudo o que você precisa saber para curtir A Nona Jedi. Confira:
Quem é a Nona Jedi de Star Wars?
Foto: reprodução/IMDb
Star Wars: Visions – A Nona Jedi é uma série inédita que dá sequência a uma história iniciada em Star Wars: Visions (2021 – presente), antologia que reúne estúdios de animação japoneses para contar histórias dentro da franquia.
A jornada começou em A Nona Jedi, quinto episódio da primeira temporada, que apresentou Lah Kara, uma jovem que parte em missão para resgatar o pai, um forjador de Sabres de Luz sequestrado por um inimigo dos Jedi.
Após o grande sucesso do capítulo, a jovem reapareceu em A Nona Jedi: Filha da Esperança, o terceiro episódio da terceira temporada. Na trama, ela é separada de seus aliados durante um ataque e acaba em uma nave espacial avariada que é lar do dróide Teto e seu mestre. Nesse local estranho, ela enfrenta os bandidos que a atacaram e descobre que o sequestrador de seu pai é Nawaam, uma figura sombria e perigosa.
Qual é a história do novo anime?
Situado após as aparições anteriores de Lah Kara, o anime acompanha a protagonista correndo contra o tempo para encontrar seu pai.
Junto a outros Jedi, ela precisa desenvolver suas habilidades e conexão com a Força para resgatar a única família que lhe resta, ao mesmo tempo em que ajuda seu mestre, Margrave Juro, a restabelecer a Ordem Jedi para enfrentar as forças do mal.
Confira o trailer abaixo:
É preciso assistir ao primeiro anime para entender o novo?
Você pode assistir A Nona Jedi sem ter visto os episódios de Kara em Star Wars: Visions. Sem dar spoilers, é possível dizer que o novo anime fornece toda a contextualização necessária para que novos telespectadores se aventurem sem perder informações importantes.
No entanto, os capítulos anteriores apresentam a heroína e seu universo com profundidade em um espetáculo animado. Dessa forma , a experiência do novo título certamente será mais completa para quem já estiver familiarizado com esse enredo.
Quem são os personagens de Star Wars: Visions – A Nona Jedi?
Foto: reprodução/Space
Lah Kara, a aprendiz de Jedi, não é a única heroína de A Nona Jedi. O grupo que a acompanha é composto por Margrave Juro, um Cavaleiro Jedi que busca restabelecer a Ordem para restaurar a paz na galáxia, Ethan, um jovem usuário da Força, e Homen, que voltou a usar seus dons Jedi para o bem após ser brevemente infectado pelo Lado Sombrio. O quarteto ainda conta com o auxílio dos dróides 99-99 e Gramps.
O Lado Sombrio do anime é representado pelo General Nawaam, uma figura poderosa e ameaçadora que decidiu trazer ordem para a galáxia através do extermínio dos Jedi. Seu principal servo é Gennoh, um Sith mascarado e arrogante que está na caça pelos heróis.
Qual é a equipe de Star Wars: Visions – A Nona Jedi?
Foto: reprodução/Polygon.com
Star Wars: Visions – A Nona Jedi foi produzido pelo renomado estúdio Production I.G, conhecido por títulos como Attack on Titan e Tengoku-Daimakyo: Ilusão Celestial.
O diretor-supervisor é Kenji Kamiyama (Ghost in the Shell: Stand Alone Complex), enquanto a direção e o roteiro ficaram a cargo de Shunsuke Tada (Kuroko no Basket; Kimi ni Todoke) e Mitsuyasu Sakai (Love Hina), respectivamente.
Quando estreia o novo anime de Star Wars?
Os oito episódios de Star Wars: Visions – A Nona Jedi já estão disponíveis no Disney+.
Foto: reprodução/Plugged In
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Dirigido por Nadia Hallgren, o documentário traz bastidores de um dos grupos mais comentados do pop atual
Na última quarta (12), o documentário KATSEYE: WILD HEARTS, finalmente chegou às telonas. Dirigido por Nadia Hallgren, o filme mostra as artistas de volta às câmeras para contar sua história sob uma ótica mais pessoal depois do reality Pop Star Academy: KATSEYE (2024), que acompanhou a formação do grupo.
Hoje, com o lançamento do terceiro EP do grupo denominado WILD, confira quatro motivos para assistir a produção no cinema:
Uma volta ao território que forjou o grupo
Foto: reprodução/People.com
O documentário revisita o período em que as integrantes eram apenas finalistas competindo por uma vaga na formação final da KATSEYE, revivendo a pressão e a disputa do reality show que selecionou as seis vencedoras entre milhares de candidatas.
Um retrato sincero do preço da fama
Mais do que uma celebração do sucesso, a produção expõe o desgaste físico e emocional que a rotina intensa e a exposição constante às redes sociais impõem a mulheres jovens em ascensão.
Material inédito e a voz dos fãs
Foto: reprodução/Wikipedia
A produção mistura cenas de bastidores nunca exibidas com vídeos enviados pela própria base de fãs, construindo a narrativa em parceria com quem acompanhou o grupo desde o início.
Detalhes sobre a nova fase do grupo
O documentário antecede o terceiro EP do grupo e da turnê, funcionando quase como um prólogo emocional para esse novo capítulo.
Foto: reprodução/Tracklist
KATSEYE: Wild Hearts estreou nos cinemas na última quarta (12) e está em exibição limitada nos cinemas ao redor do mundo.
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Confira o teaser da nova aposta adolescente de Tim Federle, que traz mistério, intriga e romance
Se prepare que o Halloween vai chegar mais cedo este ano! Foi divulgado o teaser oficial de Coven Academy, nova série original da Disney+, que estreia em 2 de outubro. A nova aposta do streaming, direcionada ao público adolescente, será contada em um formato inédito. A história se desenvolve por meio de capítulos rápidos, criados para envolver o espectador na magia de cada momento.
Ambientada no coração assombrado de Nova Orleans, Coven Academy acompanha três bruxas adolescentes e seus companheiros bruxos perigosamente encantadores em um exclusivo internato mágico, onde o poder é a moeda de troca, os segredos são letais e a atração é uma desvantagem. Presos entre antigas guerras sobrenaturais e interesses amorosos proibidos, o clã precisa decidir até onde está disposto a ir para proteger a cidade e a si mesmos.
Imagem: reprodução/The TV Crave
O elenco principal inclui nomes como Malina Pauli Weissman (Lemony Snicket: Desventuras em Série), Malachi Barton (Camp Rock 3, Zombies 4: A Era dos Vampiros), Jordan Leftwich (Trocados), Ora Duplass (Their Town), Louis Thresher (Boarders), Tiffani Thiessen (White Collar, 90210) e participação especial de Devon Sawa(Chucky, Premonição).
E se você prestou atenção, o teaser conta com Brutal na trilha sonora, sucesso de Olivia Rodrigo, e revela tensões dentro do recém-formado Coven, alimentadas pelos mistérios que envolvem o passado de Briar (Malina Pauli Weissman) e os desejos influentes e perigosos de Jake (Malachi Barton).
Tim Federle(High School Musical: A Série: O Musical) é criador e produtor executivo de Coven Academy. Em entrevista para a Teen Vogue, Federle comentou sobre suas expectativas:
“O que eu mais queria era que [Coven Academy] tivesse a garra, o humor, a música e alguns dos temas e elementos visuais sofisticados que vemos em alguns dos streamings concorrentes, sem ficar pedante. E sem deixar de ter o coração da Disney. Por isso a série é otimista, mesmo em meio ao sangue e violência. É sobre família e irmandade; é sobre como a maior magia de todas é escolher ser uma boa pessoa e se cercar de amigos que te colocam pra cima”.
Foto: reprodução/Just Jared Jr.
Coven Academy é produzida pela Chorus Boy Productions, de Federle, em associação com a Disney Kids & Family.
Ansiosos para a estreia de Coven Academy? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
A série que conquistou oito indicações ao Emmy questiona os limites entre autonomia e sobrevivência
Até onde uma mulher está disposta a ir quando precisa de dinheiro? Em Margo’s Got Money Troubles, essa pergunta é respondida de maneira complexa diante das dificuldades financeiras que acompanham a maternidade. Baseada no livro homônimo de Rufi Thorpe, a série acompanha a trajetória de Margo (Elle Fanning), que, aos 20 anos e recém-chegada à faculdade, se vê sem saída para criar seu filho recém-nascido. A gravidez, não planejada e fruto de um relacionamento questionável com seu professor universitário, entra em conflito com a expectativa de Margo de construir uma vida independente e com seu sonho de trabalhar com a escrita.
É nesse cenário que o OnlyFans, plataforma por assinatura onde criadores de conteúdo adulto compartilham fotos, vídeos e transmissões ao vivo de forma exclusiva, surge como uma possibilidade de renda rápida, mas também como uma escolha que coloca em xeque as noções de trabalho, sexualidade e autonomia feminina.
À primeira vista, a série pode parecer apenas uma história sobre uma jovem que busca dinheiro fácil, mas para bons entendedores há uma discussão muito maior em pauta: a responsabilidade de sustentar uma família sendo mãe solo. A protagonista pode ser entendida como uma representação da precarização do trabalho, mostrando que a escolha deixa de ser realmente arbitrária quando as alternativas são limitadas e o indivíduo está fadado a, diante do desespero, recorrer à primeira opção.
Seguindo a lógica de uma sociedade regida pelo sistema econômico capitalista e ainda extremamente machista, julgar as atitudes de Margo sem olhar para o contexto em que ela está inserida é ignorar as estruturas que limitam suas escolhas e reduzi-la a decisões pura e unicamente individuais. Ao fazer do próprio corpo e da intimidade sua fonte de renda, a personagem não apenas desafia o julgamento moral destinado às mulheres, especialmente às mães, como também revela que no mercado de trabalho tudo pode ser monetizado, até a própria imagem.
A promessa de autonomia do trabalho no OnlyFans se choca com a transferência de todos os riscos para o indivíduo que se expõe ali. Apesar de não possuir lideranças determinando horários e o que deve ser produzido, Margo precisa administrar o próprio conteúdo, conquistar uma base de assinantes que garanta sua estabilidade financeira e audiência e fazer de sua própria intimidade um produto vendável. Mesmo sem um empregador nos moldes tradicionais, há muito trabalho a ser feito.
O discurso empreendedor que ganhou força nos últimos anos, que promete que qualquer pessoa é capaz de transformar suas habilidades em renda, ignora as condições precárias que podem fazer alguém precisar empreender para sobreviver. Para Margo, o OnlyFans é mais do que um projeto profissional, é uma alternativa diante da urgência de pagar as contas e cuidar do filho em uma realidade em que algumas portas já estão fechadas.
Foto: divulgação/Apple TV
Essa dualidade é o que torna a trajetória da personagem fascinante. Ela não é apenas uma vítima de um sistema que a obriga a vender o próprio corpo ou uma mulher empoderada em busca de independência financeira. Margo possui liberdade para decidir o caminho que quer trilhar, mas essa autonomia é fruto de circunstâncias que ela não escolheu.
A trama se adensa porque Margo não é só mais uma jovem tentando ganhar a vida. Ela é uma mãe. E ao redor dela há a representação feminina ungida pela expectativa de que, após a maternidade, as mulheres devem esquecer sua própria identidade e dedicar-se inteiramente aos filhos. Socialmente, espera-se que as mães sejam responsáveis e exemplos de moralidade.
Quando essa mesma mulher trabalha com conteúdo sexual, entretanto, o julgamento se torna ainda mais severo, como se a maternidade anulasse sua sexualidade e seu direito de tomar decisões sobre si mesma.
Margo gera incômodo no espectador porque segue sendo uma pessoa para além do papel de mãe. Ela tem ambições, dificuldades financeiras e o sonho de construir uma carreira. A personagem desafia o ideal romantizado de trabalhotradicional e ameaça a imagem de mãe submissa por continuar sendo dona da própria vida.
Com oito episódios em sua primeira temporada, a série está disponível no Apple TV+. A produção recebeu oito indicações ao Emmy Awards 2026, incluindo Melhor Série de Comédia, além de indicações para Elle Fanning, Michelle Pfeiffer e Nick Offerman.
No fim, a série Margo’s Got Money Troubles parece menos interessada em responder se é certo ou errado vender conteúdo adulto na internet e bem mais disposta a questionar por que tantas escolhas individuais precisam acontecer dentro de condições tão desiguais. E talvez o verdadeiro drama da série não esteja nas escolhas de sua protagonista, mas em uma sociedade que faz com que a sobrevivência se reduza a uma responsabilidade exclusivamente individual.
Você já assistiu a série? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
De pop a rock, artistas de diferentes gerações, desembarcam Brasil com grandes turnês internacionais
Se você é fã de música internacional, se prepare para movimentar a sua agenda: o segundo semestre de 2026 vai transformar o Brasil em uma das principais rotas das grandes turnês internacionais. Nos próximos meses, o público brasileiro poderá acompanhar performances de grandes artistas, de diferentes gêneros musicais, que marcaram gerações e continuam presentes nos fones de ouvido de muita gente.
Entre os nomes de destaque que estarão nos palcos brasileiros estão: o BTS, que retorna ao país após sete anos, com três apresentações da BTS World Tour Arirang, marcadas para outubro em São Paulo, ZAYN, que fará seu primeiro show solo em território brasileiro desde o fim do One Direction, chega ao país no dia 10 de outubro com uma apresentação única.
Imagem: reprodução/Instagram @zayn
Maroon 5, vencedor de três Grammys, fará quatro apresentações no Brasil em setembro, incluindo uma passagem pelo Rock in Rio. Robbie Williams também marca um aguardado retorno ao país, o cantor volta ao Brasil após 20 anos para uma única apresentação em São Paulo, com a turnê BRITPOP.
No rock, o Iron Maiden chega com a Run For Your Lives World Tour, que celebra os 50 anos da banda, enquanto Seal retorna ao país para uma turnê que comemora três décadas de seus dois primeiros álbuns.
Para fechar a temporada, Ed Sheeran apresenta a LOOP TOUR em São Paulo, nos dias 5 e 6 de dezembro, com músicas do álbum Play e sucessos de sua carreira.
A quantidade de atrações internacionais chama atenção pelo número e pela diversidade de públicos que serão alcançados. A presença cada vez maior de grandes turnês internacionais no Brasil também reforça a força do público brasileiro.
O país é conhecido pela recepção calorosa aos artistas. Os fãs movimentam as redes sociais antes, durante e depois dos shows, criando expectativas e transformando cada passagem pelo país em um grande acontecimento. A repercussão e o carinho dos fãs tornam o Brasil cada vez mais um ponto de parada obrigatório para turnês de grandes nomes.
Imagem: reprodução/Gshow
Para quem estava esperando uma oportunidade de ver seu ídolo de perto, o segundo semestre chega com uma programação que promete deixar boas lembranças e muitos shows para aproveitar.
E você? Dentre todos esses nomes, para qual show está mais animado? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Em sua estreia, Mika Serur combina romance LGBTQIA+, humor e autodescoberta em uma história ambientada em Roma
Alguns romances são feitos para serem lidos com pressa. Não porque a história seja acelerada, mas porque existe sempre a vontade de saber o que acontece na página seguinte. Muito Mais que Trinta Dias (2026), de Mika Serur, é um desses casos. A narrativa é fluida, confortável e bem-humorada, mas encontra sua principal força na maneira como constrói personagens pelos quais é fácil torcer. Quando a história começa a se aproximar do fim, fica aquela sensação de que ainda caberiam mais algumas páginas ao lado de Julian e Luca.
A trama acompanha Julian, um jovem que chega a Roma depois de abandonar o curso de Audiovisual, tentando entender o que pretende fazer da própria vida. Enquanto trabalha como fotógrafo em uma escola de música durante o intercâmbio, ele espera aproveitar o período na Itália para se afastar dos problemas e esquecer o ex-namorado. O plano, entretanto, começa a mudar quando conhece Luca, um músico italiano e professor da escola. Enquanto Julian tenta descobrir o próprio caminho, Luca tem objetivos mais definidos, mas também precisa lidar com inseguranças, traumas e questões pessoais que tornam a aproximação entre os dois mais complicada do que parecia a princípio.
É nesse encontro que Muito Mais que Trinta Dias realmente se destaca. O romance entre Julian e Luca é bonito justamente porque não parece existir apenas para chegar ao felizes para sempre. O sentimento floresce aos poucos, através de situações inesperadas, desventuras e diferenças de personalidade que fazem a relação ser tão divertida quanto sincera. Quando estão juntos, os dois arrancam suspiros e risadas; quando estão separados, deixam aquela angústia que faz torcer para que o reencontro aconteça logo.
Imagem: divulgação/Intrínseca
Parte desse efeito vem da construção dos protagonistas. Julian é extremamente sincero e quase não consegue esconder o que pensa, enquanto Luca possui um charme mais misterioso. A diferença entre os dois funciona muito bem e rende algumas situações engraçadas no livro, principalmente quando narradas por Julian.
A escolha dos pontos de vista também contribui para a dinâmica. Embora a narrativa seja majoritariamente conduzida por Julian, alguns capítulos apresentam a perspectiva de Luca. A mudança é indicada por uma alteração na fonte, recurso simples, mas bastante criativo, que permite reconhecer imediatamente quando a narração passa para o outro protagonista. É mais um dos pequenos cuidados que ajudam a dar personalidade à edição.
Imagem: reprodução/Instagram @omelhorqueli
Julian, por sinal, é um personagem cuja sensibilidade ultrapassa a fotografia. Seu olhar para pessoas, espaços e momentos acompanha a própria dificuldade de entender o que deseja para o futuro. O protagonista se vê pressionado a escolher um caminho, definir quem quer ser e ter respostas que ainda não possui. A frustração diante dessas expectativas é tratada de maneira bastante natural pela narrativa, afinal, não ter certeza sobre o futuro também é uma experiência bastante comum.
Luca parte de um lugar diferente. Ele sabe que quer ser cantor e está disposto a construir uma carreira na música, mas ter um objetivo definido não significa estar seguro sobre todo o resto. O personagem carrega experiências difíceis e inseguranças, além de viver um processo de descoberta da própria sexualidade. A temática LGBTQIAPN+ está, portanto, integrada à trajetória de Luca sem resumir sua personalidade a ela. O romance também ganha força justamente porque os dois personagens chegam a essa relação carregando questões que ainda precisam compreender.
A ambientação ajuda a tornar essa experiência ainda mais envolvente. Roma é descrita com atenção e aparece em diferentes momentos da história de maneira bastante orgânica. As ruas, os espaços e os lugares frequentados pelos personagens são construídos com detalhes suficientes para criar uma imagem clara da cidade, sem transformar as descrições em pausas na narrativa. O resultado é uma ambientação que contribui para o clima da história e faz a passagem de Julian pela Itália parecer ainda mais especial.
O uso do italiano, contudo, merece uma ressalva. Alguns diálogos aparecem no idioma sem tradução, o que pode dificultar a leitura para quem não o domina. A escolha também pode ser compreendida como um recurso interessante, já que Julian não fala italiano e frequentemente fica perdido diante da língua. Dessa maneira, a dificuldade do leitor pode acabar se assimilando à experiência do próprio protagonista. Ainda assim, a inclusão de traduções seria bem-vinda, especialmente por tornar esses trechos mais acessíveis sem necessariamente eliminar o efeito narrativo.
Imagem: reprodução/Instagram @omelhorqueli
Se a história consegue criar um universo tão particular, o projeto gráfico acompanha essa proposta. A capa, produzida pela própria Mika, é um dos destaques da edição, e conhecer o processo de criação torna o resultado ainda mais interessante. O cuidado aparece também no interior do livro, especialmente nos desenhos que antecedem os títulos dos capítulos. Criativos e cheios de personalidade, eles são pequenos detalhes que demonstram o quanto a identidade visual foi pensada em conjunto com a história.
Essa expansão do universo também aparece na música. Mika compôs e gravou Wonderful Mistake, relacionada ao livro e disponível nas plataformas digitais. A canção faz parte de um projeto que vai além da narrativa principal e reforça a presença da música na história, especialmente pela relação de Luca com a carreira artística. A edição publicada pela Intrínseca ainda acrescenta conteúdos inéditos, incluindo passagens do diário de Luca e cifras de músicas.
E, embora Julian e Luca sejam o centro da trama, o entorno deles está longe de ser mero coadjuvante. Os personagens secundários são bem construídos e integrados à narrativa, contribuindo para que a relação entre os protagonistas pareça ainda mais natural. O grupo de amigos e a irmã de Julian garantem algumas das melhores cenas coletivas, enquanto Greg se destaca por dar os melhores/piores conselhos. São presenças que acrescentam humor e afeto à história sem disputar espaço com o casal.
Imagem: reprodução/Instagram @omelhorqueli
No fim, o grande acerto de Muito Mais que Trinta Dias está justamente em fazer com que todos esses elementos trabalhem a favor da história de Julian e Luca. O romance é o ponto central, mas a jornada individual dos protagonistas, as amizades, a ambientação e o cuidado visual fazem com que a leitura tenha mais a oferecer do que apenas um casal apaixonante.
É o tipo de leitura que conquista pelo romance, mas também pelo cuidado dedicado a cada parte da obra. Da construção dos personagens aos detalhes gráficos, passando pela ambientação em Roma e pela relação entre Julian e Luca, Mika Serur entrega uma história cheia de personalidade e carinho. Mais do que acompanhar o início de um relacionamento, a narrativa encontra beleza justamente no processo de duas pessoas que, sem procurar pelo momento perfeito, descobrem aos poucos o encanto de se apaixonar.
Para quem procura um romance LGBTQIA+ leve, divertido e capaz de provocar suspiros e boas risadas, a estreia de Mika é uma ótima pedida. É uma daquelas histórias que fazem companhia durante a leitura e deixam aquela sensação gostosa quando chegam ao fim – além da vontade de passar mais alguns dias ao lado de Julian e Luca.
Imagem: divulgação/Mathilde Missioneiro
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Atriz turca ganhou destaque internacional como Defne em Kiralık Aşk e também acumula trabalhos em produções como Immortals e Kurt Seyit ve Şura
Uma das atrizes mais conhecidas das dizis turcas, Elçin Sangu, completa 41 anos nesta quinta (13). Nascida em Izmir, na Turquia, em 13 de agosto de 1985, a artista construiu uma carreira que vai além da televisão e também reúne trabalhos como modelo e cantora.
Antes de conquistar o público com seus grandes papéis, Sangu estudou ópera na Universidade de Mersin e fez sua estreia na televisão em 2011. Ao longo dos anos seguintes, participou de diferentes produções até alcançar reconhecimento internacional com um de seus personagens mais populares.
Amor de Aluguel: o grande sucesso
Foi como Defne em Amor de Aluguel (Kiralık Aşk) que Elçin Sangu ganhou projeção ainda maior. Exibida entre 2015 e 2017, a comédia romântica acompanha uma jovem garçonete que aceita uma proposta para fazer o empresário Ömer, interpretado por Barış Arduç, se apaixonar por ela.
Imagem: reprodução/Flickr
O que começa como um acordo acaba se transformando em uma história de amor, enquanto os dois precisam lidar com as consequências da mentira. A química entre Sangu e Arduç também conquistou o público e rendeu aos dois o prêmio de Melhor Casal no Pantene Golden Butterfly Awards de 2015.
Pelo trabalho na produção, Sangu também recebeu o prêmio de Melhor Atriz de Série de Comédia no Pantene Golden Butterfly Awards de 2016.
Outros trabalhos de Elçin Sangu
Antes de Amor de Aluguel, a atriz já havia passado por produções como Kurt Seyit ve Şura, na qual interpretou Güzide. A novela acompanha a história de amor entre Kurt Seyit (Kıvanç Tatlıtuğ), um tenente da Crimeia, e Şura (Farah Zeynep Abdullah), uma jovem de família nobre russa, durante o período da Revolução Russa.
Em 2017, Sangu também integrou o elenco de Immortals (Yaşamayanlar), produção da Netflix com oito episódios. Na trama, ela interpretou Mia, uma mulher transformada em vampira que busca vingança contra aquele que a condenou à imortalidade. A série também contou com Kerem Bürsin e Birkan Sokullu.
Outro trabalho da atriz foi A Força do Amor (Sevdam Alabora), dizi de 2015 em que viveu Zeynep, uma jovem de família rica e tradicional que se apaixona por um homem rejeitado pelos parentes. Para viver o relacionamento, os dois decidem fugir, mas segredos familiares começam a vir à tona.
Foto: reprodução/Ranini.tv
Uma carreira além da atuação
Além da televisão, Elçin Sangu também desenvolveu trabalhos como modelo e cantora. Seu sucesso ainda se reflete nas redes sociais, onde reúne milhões de seguidores.
Ao longo da carreira, a atriz acumulou diferentes personagens e premiações, mas Defne, de Amor de Aluguel, continua sendo um dos papéis mais marcantes de sua trajetória e um dos principais responsáveis por aproximá-la do público internacional, inclusive dos fãs brasileiros de produções turcas.
Foto: reprodução/FestPara
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