Diretor da série confirma reboot em streaming e afirma que o roteiro está finalizado
Onze anos após o fim da série musical Glee, Ryan Murphy, diretor da versão original, confirma rumores sobre um reboot. Segundo a Variety, a atriz Lea Michele, que deu vida a protagonista Rachel Berry, está confirmada! A série é uma produção da 20th Television e será distribuída no Hulu e Disney+.
Em entrevista, Murphy afirmou que está em contato com dez atores do elenco original. O diretor também assina o roteiro da nova série, junto a Brad Falchuk e Ian Brennan. Até o momento, a Disney não divulgou mais informações sobre o elenco ou detalhes da produção.
Imagem:reprodução/Cinebuzz
Recentemente, Lea Michele, hoje, sucesso da Broadway, afirmou que estaria disposta a fazer parte de um reboot da série. A atriz comentou, ainda, que ‘seguiria Ryan aonde ele fosse’, o que aumentou a especulação sobre o seu retorno.
Glee foi ao ar em 2009 e teve seis temporadas. Apesar das polêmicas dentro e fora das telas, a série conquistou e encantou fãs ao redor do mundo com o peculiar e subestimado clube artístico da escola McKinley. Entre o elenco principal, estão Lea Michele, Naya Rivera, Cory Monteith, Matthew Morrison, Jane Lynch, Amber Riley, Jonathan Groff e Darren Criss.
Entre as razões do sucesso da série estão as performances marcantes de grandes sucessos, como Don’t Stop Believing, Bohemian Rhapsody e Toxic. Esses momentos renderam a série uma discografia de sucesso formada por 16 álbuns, incluindo um especial de natal.
Imagem:reprodução/Cinebuzz
O que é um reboot?
Um reboot é a “reinicialização” de uma história. Ou seja, uma nova versão de um filme ou série, aproveitando o mesmo universo, mas com um novo roteiro. Esse tipo de produção é diferente de um remake, em que a história será contada novamente, da mesma forma, mas com um elenco diferente.
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O thriller histórico relembra o cenário de Guerra Fria e explora os dilemas da violência política
Quando abrimos o livro A Assassina de Berlim, o autor – e advogado – Camilo Farias nos transporta diretamente para 1979 e podemos conhecer a Alemanha, ainda dividida pelo Muro de Berlim e diferentes outros cenários centrais da Guerra Fria.
Rachel Rabinovich, protagonista da obra, vive cercada por disputas políticas, violência extrema e diversas operações secretas. Em sua história, a personagem deixa de ser apenas uma jovem comum para se tornar uma agente infiltrada entre terroristas.
Em entrevista para o Entretê, Camilo conta um pouco sobre seu processo de criação, construção de personagens e escolhas morais do livro.
Entretetizei: Como surgiu a ideia de escrever esse romance? Houve algum acontecimento histórico, personagem ou questionamento que serviu como ponto de partida para a narrativa?
Camilo Farias: A sociedade dos anos 1950 a 1970 viveu a noção de que a História poderia ser modificada pela ação direta: pela atuação na cultura e na sociedade, pela arte, política, ou pelo conflito e luta armada. Hoje, o que temos é um derrotismo existencial presente na ideia de que “as coisas vão piorar” não importa o que façamos. E as questões que aquela sociedade enfrentou são similares às nossas: polarização, extremismo, precarização do trabalho, violações de direitos. Pouco tempo passou entre essas épocas: e o que mudou?
E: Como foi o processo de pesquisa para reconstruir Berlim, Paris e o Líbano? Quais foram os maiores desafios?
C: O nerd veio antes do escritor! Eu lia sobre esses temas históricos e movimentos políticos por hobby e curiosidade. O que ocorreu foi um processo mais ou menos “de trás para a frente”: quando comecei a escrever, boa parte da pesquisa já estava pronta, e o maior desafio foi podar o nerd. Resistir e não sair colocando no livro tudo que eu achava fascinante, mas que a Rachel e a narrativa não queriam saber.
E: De que maneira sua formação jurídica influencia a construção das narrativas e dos dilemas morais?
C: Estudar nos ensina a desconfiar de histórias e soluções simples. Grupos, indivíduos e ideologias têm essa tendência de espremer a realidade dentro do seu ponto de vista, e existe essa opinião, comum, aliás, de que advogados atuam assim! Embora eu não consiga imaginar a razão. A profissão ensina, entretanto, que argumentar é um hábito humano e que não existe uma ideia ou solução universal e aplicável a todas as hipóteses. Quanto a mim, gosto de personagens que até podem estar “errados” (aspas são propositais) e, ainda assim, serem interessantes e convincentes na sua visão de mundo.
E: Como foi construir Rachel? Em que momento você encontrou a voz e a personalidade dela?
C: Rachel é uma personagem que não se interessa em ser absolvida. Ela pode ser violenta e é capaz de cometer um crime bem terrível, uma página depois de ser engraçada ou leal. Uma pessoa com essa atitude é muito veloz em dar ordens dentro da mente desse coitado chamado de “o escritor”. E eu sabia que ela não seria uma femme fatale que executa vilões genéricos sem se sujar, literal ou metaforicamente: Rachel, e quem a lê, precisam sentir as consequências dos seus atos.
E: Até que ponto experiências pessoais podem explicar escolhas políticas e atos de violência? Existe limite entre compreender e justificar?
C: Quando sofremos uma agressão, reagimos das mais diversas maneiras, e infelizmente é comum que um trauma seja incorporado ao comportamento de forma inconsciente. Acho essencial tentar compreender nossos próprios atos, e os das pessoas que nos cercam, com a ressalva de que compreender não é absolver. Aposto que Rachel vai conquistar a simpatia de muitos leitores. Ela é charmosa! Apesar de ranzinza, mal-humorada, orgulhosa e atrevida. Mas em momento algum a assassina foi concebida para ser perdoada.
E: Como foi decidir quais figuras históricas e intelectuais fariam parte da narrativa? E o que Marcuse permitiu discutir?
C: Procurei figuras históricas que reproduzissem as contradições do seu período, mas ainda atuais. Wadie Haddad organizou sequestros de aviões civis como “ação direta” em favor da causa palestina. Herbert Marcuse fez parte de uma geração que presenciou a Segunda Guerra Mundial, sua obra investigando mecanismos de dominação e questionando a violência enquanto instrumento de libertação. São perspectivas opostas. E Rachel representa o afã da juventude, a ansiedade de mudar o mundo; um personagem inventado até poderia ser um bom contraponto, mas Marcuse dá às cenas uma densidade histórica especial.
E: Como você trabalha a fronteira entre empatia, compreensão e julgamento crítico? A literatura tem papel particular na discussão sobre radicalização?
C: A arte tem a vantagem de colocar o espectador dentro de uma lógica, permitindo sua compreensão sem exigir o aceite. Não é necessário abandonar as convicções para se ampliar o horizonte de pensamento. Pelo contrário! Conhecer os diferentes e os divergentes se presta, inclusive, para fortalecer nossa visão de mundo, na medida em que testamos as nossas contradições. E é importante reconhecer que possuímos contradições! A outra hipótese é achar que somos perfeitos.
E: Como funciona sua rotina de escrita? Você planeja toda a trama? E como revisa?
C: Eu gosto de ir do abrangente para o específico. Primeiro, monto o esqueleto da história, defino os movimentos e depois deixo os personagens livres para brincarem, bem no estilo “o escritor que se vire”. E uma parte considerável do livro se constrói durante a releitura e na revisão; talvez por ser advogado, eu desenvolvi uma obsessão com a revisão, essa busca pela coerência e pelo ritmo.
E: Que reflexão você gostaria que permanecesse com o leitor? Existe alguma pergunta para a qual você ainda não encontrou resposta?
C: Os meios de hoje são mais acessíveis para expor nossos pontos de vista. Mas nós, enquanto sociedade, atuamos com a intensidade aguardada? Os mecanismos de opressão se tornaram mais sofisticados, ou nós nos tornamos apáticos? E, no outro extremo, existe um preço-limite para mudar o mundo? Até que ponto uma causa segue legítima antes de ser deformada pelos meios? Eu não tenho respostas definitivas para essas perguntas, e, sinceramente, nem pretendo que o livro finja as ter.
Com 342 páginas, A Assassina de Berlim conquista o leitor pela sua história intrigante. O livro já está disponível para compra pelos sites da Amazon e da Livraria da Lura, pelo preço de R$ 49,90.
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Com Austin Abrams e Josh Brolin no elenco, o filme acompanha jovem em luto tentando sobreviver após ser engolido por uma baleia
Com seus mistérios e tesouros, o mar é um terreno fértil para a imaginação. Quem nunca fantasiou nadar com golfinhos, encontrar ostras cheias de pérolas ou até mesmo enfrentar poderosos tubarões? Pois uma dessas ideias está presente em Dentro da Baleia (2026), angustiante épico do 20th Century Fox que acompanha a luta de um rapaz para sobreviver ao ser engolido por uma baleia cachalote.
Confira o trailer:
Sabemos que é perigoso mergulhar sem preparo, então reunimos uma lista com tudo o que você precisa saber sobre a produção. Abaixo, você conhece a história e suas inspirações, o elenco estrelado e a premiada equipe desse filme que promete te deixar sem fôlego.
Qual é a história de Dentro da Baleia?
Imagem: divulgação/20th Century Studios
Dentro da Baleia acompanha Jay Gardiner (Austin Abrams), jovem que realiza um mergulho na costa da Califórnia para recuperar os restos mortais do pai, Mitt (Josh Brolin). Durante a tarefa, ele é engolido por uma cachalote e entra em uma corrida contra o tempo para sair de lá antes da uma hora que lhe resta de oxigênio. Em sua luta para sobreviver, o jovem precisa relembrar as lições que aprendeu com o progenitor, com quem viveu uma relação complicada.
Conheça o elenco
Imagem: divulgação/20th Century Studios
Para viver essa intensa história de sobrevivência, Dentro da Baleia conta com Austin Abrams (Resident Evil) no papel de Jay. A tarefa de interpretar Mitt, o pai do protagonista, ficou com Josh Brolin (Vingadores), ator indicado ao Oscar conhecido por uma carreira cheia de papéis marcantes.
Dentro da Baleia conta também com a indicada ao Oscar Elisabeth Shue (Karatê Kid, 1984) no papel de Zara, mãe de Jay, além de Jane Levy (Zoey e a Sua Fantástica Playlist, 2020) e Emily Rudd (One Piece, 2023) como Eva e Nan, as irmãs do protagonista. Por fim, John Ortiz (Alien vs. Predador 2, 2007) vive Hewey.
Saiba quem está na equipe de Dentro da Baleia
Imagem: reprodução/Deadline
A ousada história de sobrevivência de Dentro da Baleia foi levada para as telonas por um time talentoso comandado por Brian Duffield, conhecido pelo suspense Ninguém Vai Te Salvar (2023). O cineasta foi acompanhado pelo diretor de fotografia Aaron Morton (Black Mirror: Bandersnatch, 2018) e os vencedores do Oscar Pietro Scalia (Gladiador, 2000) e Guillaume Rocheron (1917, 2019) como editor e supervisor de efeitos visuais, respectivamente.
O filme contou também com Ramsey Avery (Guardiões da Galáxia Vol. 2, 2017) como designer de produção, Natalie O’Brien (Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda, 2025) como designer de figurino e Joseph Trapanese (O Rei do Show, 2017) como o compositor. O roteiro ficou a cargo do diretor Brian Duffield em parceria com Daniel Kraus, escritor vencedor do Prêmio Pulitzer.
Conheça o livro que inspirou o filme
Imagem: divulgação/20th Century Studios
Dentro da Baleia é uma adaptação para os cinemas de Whalefall, aclamado romance de Daniel Kraus, que agora coescreve o roteiro do filme. Para criar a obra original, o autor se inspirou tanto em um vídeo viral em que dois caiaquistas quase foram engolidos por uma baleia-jubarte quanto por histórias de sobrevivência das quais é fã, como 127 Horas (2010) e Perdido em Marte (2015).
Lançado em 2023, o título venceu o Alex Award, foi eleito o melhor livro de terror de 2023 da Paste Magazine e entrou na lista de melhores do ano do The New York Times, NPR, Chicago Tribune e muito mais.
Dentro da Baleia já está disponível nos cinemas.
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Foto: reprodução/Seoyun Choi/Unikorn Union Inc./Breno Rodriguez
Os artistas se uniram em uma colaboração apresentada em inglês e português. IVYSON apresenta a faixa Lembra, versão brasileira de We Talk, canção de Dept lançada recentemente com a participação do pernambucano
Com lançamento nesta quinta (22), a faixa Lembra marca o primeiro feat internacional do artista pernambucano IVYSON, que se juntou ao cantor e compositor sul-coreano Dept em seuprojeto com artistas de diferentes países. O encontro também rendeu um videoclipe que será disponibilizado na mesma data no YouTube.
Foto: reprodução/Seoyun Choi/Unikorn Union Inc./Breno Rodriguez
Lembra é uma versão brasileira da canção We Talk de Dept, lançada em 14 de outubro com a participação de IVYSON. A letra de We Talk explora a distância e o silêncio entre duas pessoas que tentam conversar sobre o amor. Imagens de luzes de neon, chuva e conversas hesitantes criam uma atmosfera íntima e reflexiva, enquanto a pergunta central da canção expressa a incerteza de uma conexão frágil. Na releitura em português de IVYSON para a faixa bilíngue, o artista sul-coreano também participa cantando em inglês sua parte como na versão original.
Foto: reprodução/Seoyun Choi/Unikorn Union Inc./Breno Rodriguez
“O convite surgiu como uma grande surpresa. Sou admirador da cultura Coreana e dividir uma música com um cantor sul-coreano foi uma realização. Pude pôr um pouco da minha identidade em Lembra, uma releitura da música We Talk do Dept, e também dei alguns pitacos na produção da faixa. Na gravação do videoclipe não foi diferente, trocamos algumas figurinhas durante o processo e foi muito intrigante superar a barreira linguística e também apresentar algumas coisas da cultura do Brasil”, revela IVYSON.
Foto: reprodução/Seoyun Choi/Unikorn Union Inc./Breno Rodriguez
A colaboração foi além do processo de gravação. Durante sua visita ao Brasil, Dept encontrou IVYSON para filmar o videoclipe do projeto, levando o intercâmbio musical para uma produção audiovisual realizada em locações brasileiras. Durante a mesma visita, o artista sul-coreano também se encontrou com fãs em São Paulo, se conectando diretamente com o público brasileiro.
Dept tem em seu histórico colaborações internacionais com a artista norte-americana Ashley Alisha, o cantor tailandês NONT TANONT e o cantor vietnamita Hoàng Dũng. Neste novo projeto, ele leva esse intercâmbio musical ao Brasil por meio da parceria com IVYSON, unindo o R&B e o indie pop a uma nova colaboração entre idiomas e aproximando Coreia do Sul e Brasil por meio da música e do audiovisual.
O lançamento de We Talk e Lembra é uma parceria entre o selo Babel e a Unikorn Union Inc., e as faixas estarão disponíveis nas principais plataformas de streaming acompanhadas dos videoclipes oficiais de cada versão.
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Editora Alt publica o novo livro de Rachel Reid, que retoma a história do casal que conquistou o mundo
Depois de transformar a rivalidade no gelo em uma paixão mantida em segredo, Shane Hollander e Ilya Rozanov precisam enfrentar um desafio que nenhuma vitória no hóquei pode resolver: construir uma vida juntos.
Jogo a Longo Prazo, de Rachel Reid, dá continuidade à história dos protagonistas de Rivalidade Ardente e é o terceiro livro da série de romances adultos Game Changers publicado no Brasil pela Editora Alt. A coleção inspirou a série de TV Rivalidade Ardente, disponível no país pela HBO Max.
Há dez anos, Shane e Ilya equilibram a imagem pública de adversários com uma relação intensa longe dos holofotes. A mudança de Ilya para o Canadá, onde assume o posto de capitão dos Ottawa Centaurs, representa um passo em direção ao futuro que desejam compartilhar. Mas os dois têm expectativas diferentes sobre esse caminho: enquanto Shane procura manter o relacionamento em segredo para proteger a carreira, Ilya sente cada vez mais o peso de esconder o homem que ama.
Com a química e a sensualidade que marcam a trajetória do casal, a autora amplia o espaço para questões como saúde mental, solidão e as pressões do esporte profissional. Mesmo encontrando acolhimento no novo time, Ilya enfrenta um sofrimento que esconde de todos, inclusive de Shane. Ao mesmo tempo, o desejo crescente de viver o amor abertamente torna mais difícil sustentar o equilíbrio entre a vida pública e a intimidade.
Com uma escrita envolvente e personagens cativantes, Rachel Reid explora em Jogo a Longo Prazo os desafios de um amor que precisa encontrar espaço na vida cotidiana e o que acontece quando proteger uma carreira entra em conflito com a liberdade de ser quem se é.
Game Changers: seis livros publicados no exterior
Jogo a Longo Prazo é o sexto livro de Game Changers, série de Rachel Reid que acompanha diferentes casais ligados ao hóquei profissional. Embora cada volume tenha protagonistas próprios, as histórias compartilham o mesmo universo e exploram os conflitos entre a vida pessoal dos atletas e as exigências da carreira. A obra retoma a história de Shane Hollander e Ilya Rozanov, apresentada em Rivalidade Ardente (Heated Rivalry), segundo livro da coleção.
No Brasil, três títulos já chegaram às livrarias: Virada de Jogo (Game Changer), primeiro volume da série; Rivalidade Ardente; e Jogo a Longo Prazo. Outro lançamento também já está a caminho: O Preço a Pagar (Tough Guy), quarto livro na ordem original, teve sua pré-venda anunciada recentemente, com previsão de lançamento para novembro de 2026.
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Estrelada por Engin Akyürek, de Meu Nome é Farah, produção tem estreia prevista para janeiro de 2027
Mais uma novela turca está chegando à televisão brasileira! Kara Para Aşk, protagonizada por Engin Akyürek, conhecido pelo papel de Tahir Lekesiz em Meu Nome é Farah (Adım Farah), foi escolhida para integrar a programação em 2027.
Foto: reprodução/Daily Sabah
A Record pretende exibir a dizi a partir de janeiro, na faixa das 22h45, atualmente ocupada pelo reality A Fazenda. A escolha faz parte da estratégia da emissora para disputar a audiência com o BBB 27, da Globo. No entanto, ainda não há um dia definido para a estreia.
A produção já esteve disponível no Brasil pela Netflix, sob o título Dinheiro Sujo e Amor, mas deixou o catálogo da plataforma. Na Record, o título oficial em português ainda não foi anunciado.
Conheça a história de Kara Para Aşk
A trama acompanha Ömer Demir (Engin Akyürek), um comissário de polícia que encontra sua noiva morta dentro de um carro. Durante a investigação, ele conhece Elif Denizer (Tuba Büyüküstün), filha do empresário encontrado no veículo junto da mulher.
Foto: reprodução/Star
Surpreendidos pela ligação entre as duas vítimas, Ömer e Elif unem forças para descobrir o que aconteceu. No entanto, a investigação acaba revelando uma rede de segredos e crimes que transforma a vida dos dois.
Exibida originalmente pela ATV, na Turquia, entre 2014 e 2015, Kara Para Aşk teve seu roteiro assinado por Eylem Canpolat e Sema Ergenekon, esta também responsável por Yargı (Segredos de Família, 2021).
Foto: reprodução/Milliyet
Além de protagonizar a dizi, Engin Akyürek recebeu uma indicação ao Emmy Internacional de Melhor Ator em 2015 pelo papel, tornando-se o primeiro e único ator turco indicado à categoria.
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Edward Schmit combina romance LGBTQIAPN+, tênis profissional e os desafios de lidar com a ansiedade sob os holofotes
Os romances esportivos conquistaram espaço entre os leitores ao transformar a competitividade, a rotina de treinos e a busca por grandes conquistas em cenários para histórias de amor. Em muitas dessas narrativas, a rivalidade ganha novos contornos quando os sentimentos entram em jogo, colocando os personagens diante de escolhas que vão além da carreira. Em Abrindo o Jogo (2026), Edward Schmit parte dessa premissa para contar uma história que combina romance, tênis profissional e questões importantes sobre saúde mental e representatividade.
Assumido desde a adolescência, Austin Hardy nunca precisou esconder sua sexualidade. Isso muda quando ele conquista uma vaga no US Open e se torna o primeiro homem abertamente queer a disputar um Grand Slam. De repente, sua vida pessoal passa a receber tanta atenção quanto seu desempenho nas quadras, e os comentários maldosos na internet começam a pesar.
Em meio à pressão da estreia, uma crise de ansiedade provoca uma queda durante um treino, justamente ao lado de Diego Cruz, o segundo melhor tenista do mundo. Apesar da rivalidade que pode colocá-los frente a frente no torneio, os dois se aproximam e iniciam uma amizade que logo desperta sentimentos inesperados. O problema é que ambos têm o mesmo objetivo profissional, e nenhum deles pretende abrir mão do sonho de conquistar o título.
Foto: reprodução/Instagram @conectadonoslivros
Um dos pontos positivos do livro é a maneira como a trama vai além da atração entre os protagonistas. A história não se resume aos flertes e à tensão de um possível relacionamento entre dois atletas que podem se enfrentar em uma partida decisiva. A exposição repentina de Austin, a cobrança por resultados e o peso de representar uma comunidade em um ambiente tão competitivo também fazem parte de sua trajetória, dando mais profundidade aos conflitos do personagem.
A abordagem da saúde mental merece destaque. As crises de ansiedade e de pânico não aparecem apenas como obstáculos passageiros, mas como parte de uma experiência que afeta a confiança e o cotidiano de Austin. A narrativa também ressalta a importância da terapia e de reconhecer os próprios limites. Em uma carreira na qual o desempenho é constantemente avaliado, admitir as próprias dificuldades pode ser tão desafiador quanto enfrentar um adversário em quadra.
O relacionamento entre Austin e Diego também se desenvolve de maneira gradual. A amizade abre espaço para a aproximação, enquanto os flertes e os sinais nem sempre claros alimentam as dúvidas sobre o que cada um realmente deseja. Esse ritmo permite acompanhar a construção dos sentimentos sem que o romance pareça acontecer de uma hora para outra. Aos poucos, a torcida pelo casal se torna parte da experiência de leitura, principalmente porque os dois precisam descobrir como conciliar o que sentem com os objetivos que perseguem no esporte.
Foto: reprodução/Instagram @conectadonoslivros
As partidas de tênis são outro acerto. As descrições ajudam a visualizar os jogos e acompanhar a tensão de cada disputa, sem deixar de lado o que está em jogo para os personagens. A rivalidade ganha ainda mais força porque não envolve apenas a possibilidade de perder um campeonato: Austin e Diego também precisam lidar com a proximidade entre eles e com as consequências que um confronto pode trazer para a relação. O esporte, portanto, tem participação efetiva no desenvolvimento da trama.
Ao final, fica a vontade de acompanhar Austin e Diego por mais algumas páginas. O desfecho deixa aquele gostinho de quero mais, especialmente para quem se envolve com a trajetória do casal e gostaria de saber como os dois seguirão depois dos acontecimentos do livro.
Abrindo o Jogo é uma boa escolha para quem gosta de romances LGBTQIAPN+ ambientados no esporte, com tensão romântica, desenvolvimento gradual do casal e personagens que precisam enfrentar conflitos pessoais e profissionais. Edward Schmit equilibra a disputa pelo título com a descoberta de um amor inesperado e mostra que, para Austin, conquistar espaço no tênis é apenas parte de uma jornada muito maior.
Foto: reprodução/Instagram @conectadonoslivros
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A segunda temporada do reality estreia em 21 de outubro no Globoplay e chega ao GNT no dia 22, acompanhando a rotina de seis mulheres em áreas como música, influência digital, moda e agronegócio
O luxo faz parte da rotina, mas não resume as histórias de Poderosas do Cerrado. Na segunda temporada, o reality documental volta a acompanhar a vida de seis mulheres que conciliam negócios, família, relacionamentos e desafios profissionais, enquanto compartilham suas trajetórias e diferentes perspectivas sobre o que significa ter poder.
Produzida pela BOXFISH, a nova temporada tem direção artística de Rico Perez e direção de Fabio Ock. O elenco reúne Margareth Serrão, Day Camargo e Lara Menezes, da dupla Day & Lara, Karine Carrijo, Lara Prado e Cati Reis. Ao longo dos episódios, a produção acompanha os bastidores da vida das protagonistas e apresenta diferentes facetas do Centro-Oeste brasileiro, com histórias que passam pelo entretenimento, empreendedorismo, moda e agronegócio.
Uma nova perspectiva sobre o Cerrado
Foto: divulgação/Maurício Fidalgo
Acompanhamos a coletiva de imprensa da segunda temporada de Poderosas do Cerrado, em que as protagonistas compartilharam detalhes sobre suas trajetórias e a proposta de ampliar o olhar sobre o Centro-Oeste brasileiro, mostrando que sua força econômica e cultural vai além das imagens tradicionalmente associadas ao agronegócio. Ao longo dos episódios, as histórias das participantes revelam um território diverso, marcado por diferentes atividades, oportunidades e trajetórias pessoais.
Lara Menezes, da dupla Day & Lara, chama atenção para a potência do interior do país e para a necessidade de olhar com mais atenção para o que acontece longe do litoral. “A gente costuma dizer que, às vezes, quem está no litoral está de frente para o mar e de costas para o Brasil e acaba esquecendo a potência que tem o interior do país”, afirma.
A representação do agronegócio também ganha espaço com Cati Reis, que participa ativamente dos negócios familiares. A agropecuarista destaca a importância do trabalho no campo para o abastecimento do país. Já Lara Prado, que atua no mercado de joias e moda, apresenta outra perspectiva da economia goiana. Margareth Serrão, por sua vez, compartilha sua experiência no empreendedorismo e os planos de expansão de seus negócios no estado.
A proposta é mostrar um território que reúne diferentes atividades e trajetórias, sem limitar sua identidade a um único setor.
Os bastidores da música e os desafios das mulheres
A rotina de Day & Lara também ocupa espaço na nova temporada. Além dos compromissos profissionais, o reality acompanha os bastidores da carreira musical e os desafios que nem sempre chegam ao público, acostumado a ver os artistas sob os holofotes.
“É muito pouco o que se mostra sobre esses bastidores. O encantamento sempre é o artista ali, que não mostra suas fragilidades, suas emoções, seus problemas ou que às vezes quer desistir”, diz Day Camargo.
A cantora também aborda as dificuldades enfrentadas pelas mulheres em um mercado historicamente marcado pela presença masculina. Para ela, conquistar espaço exige persistência e, muitas vezes, a necessidade de reafirmar ideias para que sejam ouvidas.
“Às vezes, a gente tem que repetir várias vezes a mesma coisa para poder ter essa validação”, comenta.
Ao expor essas situações, a produção apresenta um lado menos conhecido da carreira artística, destacando as pressões profissionais e a experiência das mulheres que constroem suas trajetórias nesse meio.
Margareth Serrão além da imagem pública
Conhecida também por ser mãe da influenciadora Virginia Fonseca, Margareth Serrão busca apresentar ao público uma história que vai além de sua relação familiar. “Eu vou mostrar o lado da Margareth como pessoa, não só como mãe, como avó”, destaca.
Na temporada, ela compartilha experiências pessoais e profissionais, incluindo o período em que trabalhou como faxineira nos Estados Unidos.
“Eu fui faxineira nos Estados Unidos. Eu tenho o maior orgulho disso”, afirma.
A fala reforça a importância que Margareth atribui à própria trajetória e às experiências que contribuíram para sua formação. Ela também aborda o envelhecimento e a possibilidade de as mulheres continuarem construindo novos capítulos da vida, independentemente da idade.
“Uma mulher de 60 anos não tem que ficar privada e presa na idade de 60 anos. Ela pode amar de novo. Ela pode se cuidar. Ela pode se tornar aquela mulher que ela sempre sonhou”, declara.
A participação da empresária amplia a discussão sobre autonomia feminina, autoestima e reinvenção, mostrando que a trajetória pessoal não precisa ficar restrita aos papéis que outras pessoas atribuem a uma mulher.
O que significa ter poder?
Para as participantes, o conceito de poder vai além da condição financeira ou do reconhecimento público. A nova temporada propõe uma reflexão sobre as diferentes formas de conquistar autonomia, superar obstáculos e assumir o controle da própria história.
“Poder não é sobre dinheiro. Eu acredito que todas falaram isso. O poder é muito mais sobre postura, sobre crença, sobre aquilo em que você acredita e pelo que corre atrás”, comenta Day Camargo.
Margareth também destaca a força das mulheres que trabalham para sustentar suas famílias e enfrentam dificuldades ao longo da vida. Já Lara Prado comenta o aprendizado proporcionado pela convivência com as demais participantes: “Eu aprendi muito com as meninas.”
Ao reunir experiências distintas, o programa mostra que as protagonistas não compartilham necessariamente a mesma definição de sucesso. Suas histórias passam por conquistas profissionais, responsabilidades familiares, vulnerabilidades e decisões que influenciam tanto a vida pessoal quanto os negócios.
Convivência, conflitos e novas conexões
A convivência entre as seis mulheres também é parte importante da narrativa. Ao acompanhar encontros, conversas e situações do cotidiano, a produção mostra como personalidades e experiências diferentes podem gerar tanto aproximações quanto divergências.
Day Camargo comenta a maneira como as mulheres são frequentemente incentivadas a enxergar umas às outras como concorrentes, em vez de reconhecerem suas experiências em comum.
“A gente sempre foi condicionada a enxergar a outra como concorrente”, ressalta.
A temporada explora justamente essas relações, incluindo os momentos de vulnerabilidade e os conflitos que surgem ao longo da convivência. Entre diferenças de opinião e novas conexões, as participantes têm a oportunidade de conhecer outras perspectivas e rever algumas de suas próprias experiências.
Quando assistir a Poderosas do Cerrado
A segunda temporada de Poderosas do Cerrado estreia no Globoplay dia 21 de outubro. Os três primeiros episódios chegam à plataforma nessa data, seguidos por mais quatro em 28 de outubro e pelos três capítulos finais em 4 de novembro. O primeiro episódio ficará disponível também para não assinantes. E no canal GNT, a estreia acontece dia 22 de outubro, às 23h45, com exibição de episódios às quintas e às segundas, no mesmo horário.
Confira o trailer da segunda temporada de Poderosas do Cerradono Instagram.
Qual história das protagonistas você está mais curiosa para acompanhar nesta temporada? Conta pra gente e aproveita pra seguir o Entretetizei noInstagram,Facebook eX para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento!
O rapper se apresenta na sexta, 6 de novembro, e a cantora encerra os shows no domingo, dia 8 de novembro. João Gomes e Os Paralamas do Sucesso também estão confirmados em Interlagos
A Fanzone do GP São Paulo de Fórmula 1 terá shows de IZA e Matuê na edição deste ano. A cantora e o rapper integram a programação de shows do espaço, que funciona entre os dias 6 e 8 de novembro, no Kartódromo Ayrton Senna. A programação inclui apresentações musicais, atrações interativas, encontros com pilotos e conversas sobre automobilismo. A venda de ingressos para a Fanzone é feita exclusivamente pela Eventim, tiqueteira do evento, nosite oficial.
IZA encerra a programação musical no domingo (8). Matuê se apresenta na Fanzone na sexta (6), mesma data do show de João Gomes. A programação também inclui apresentação de Os Paralamas do Sucesso no sábado, dia 7 de novembro, e sets dos DJs EME e ADMIN durante o final de semana.
A cantora volta a Interlagos depois de cantar o Hino Nacional antes da largada do GP em 2022, acompanhada pela Orquestra Sinfônica de Heliópolis. Desta vez, IZA se apresenta com seu repertório musical.
“Sou muito fã de Fórmula 1 e do Grande Prêmio. Estou muito feliz por poder fazer parte desse momento tão importante para a Fórmula 1 e para o nosso país também. Fico muito lisonjeada por termos o GP acontecendo em São Paulo, em uma pista tão conhecida, reconhecida e valorizada pelos pilotos”, afirma a cantora, que soma quatro indicações ao Grammy Latino e mais de 2,1 bilhões de streams.
Matuê, nome do trap nacional e fã de automobilismo, também integra a programação musical. “O Matuê tem uma ligação muito forte com carros. Era um recorte interessante trazer alguém que se comunica tão bem com essa geração e que também tem essa ligação com o esporte”, afirma Max Viana, diretor musical do evento.
A F1 Fanzone apresentada por Heineken 0.0 acontece nos dias 6, 7 e 8 de novembro, no Kartódromo Ayrton Senna, junto ao autódromo de Interlagos. Realizada durante os três dias do Formula 1 MSC Cruises Grande Prêmio de São Paulo 2026, a F1 Fanzone reúne shows musicais, apresentações de DJs e atividades de interação entre o público e profissionais da Fórmula 1, como pilotos, chefes de equipe e ex-pilotos. A programação inclui entrevistas no palco e oportunidades de fotos e autógrafos.
Experiências e acesso à Fanzone
Além dos shows, a F1 Fanzone reúne atrações interativas ligadas à Fórmula 1. O Drivers’ Engagement leva pilotos ao palco entre sexta e sábado para entrevistas e interação com o público, enquanto o Papo de Grid promove conversas com personalidades do automobilismo, incluindo pilotos brasileiros e internacionais, chefes de equipe e outros profissionais da categoria.
A programação também conta com simuladores oficiais da F1, como Pit Stop Challenge, Photo Opportunity, que nada mais são do que um jato de vento que simula a sensação de velocidade de um carro de corrida! E uma loja de produtos licenciados completa a programação. Os horários e a ordem das apresentações serão divulgados na semana do evento. As atividades de pista do GP São Paulo poderão ser acompanhadas por um telão de LED instalado no palco, já que a Fanzone não oferece visão direta da pista.
Os ingressos da Fanzone não permitem acesso às arquibancadas ou às áreas internas do autódromo. Já os portadores de ingressos dos setores G, H, K, N, R e da Arquibancada Porto Bank poderão acessar o espaço durante os três dias, respeitando o limite de capacidade. O local também contará com opções de alimentação, como lanches, pizzas e sanduíches, além de refrigerantes e cerveja Heineken, com pagamentos realizados exclusivamente pelo cartão de consumo Cashless.
A venda de bebidas alcoólicas será restrita a maiores de 18 anos, mediante apresentação de documento oficial com foto. A Heineken 0.0 é um produto sem álcool destinado a adultos. O Formula 1 MSC Cruises Grande Prêmio de São Paulo 2026 acontece entre 6 e 8 de novembro, em Interlagos.
A F1 Fanzone será realizada no Kartódromo Ayrton Senna, com abertura dos portões às 8h nos três dias. Os ingressos custam R$ 310 (meia-entrada) e R$ 620 (inteira), com validade para os três dias, e estão à venda exclusivamente pela Eventim.
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Nova novela das seis da TV Globo tem estreia marcada para novembro
A estreia de Lá da Minha Terra se aproxima e os noveleiros de plantão já estão curiosos sobre o que terão na televisão no horário das seis.
Criada e escrita por Mário Teixeira, autor de Mar do Sertão e Rancho Fundo, a trama conta a história de Rosenda, uma mulher que cria sozinha os filhos no interior da Bahia após o desaparecimento do marido.
O que aconteceu com esse marido? Ele se mudou para São Paulo, trocou seu nome e ficou rico ao lado de sua nova família. Mas o que o fez deixar tudo para trás e construir uma nova vida longe dali?
Foto: Globo/Beatriz Damy
Cada um dos filhos de Rosenda resolve seguir seu próprio caminho inspirados pela independência da mãe, dona de terra e criou eles sozinhos. É assim que ela resolve ir atrás da sua verdade. A protagonista, em busca do paradeiro do marido desaparecido, parte para o Sudeste e assim acontecem diversas reviravoltas e revelações.
Dira Paes coloca sua personagem Rosenda como alguém muito ligada à terra e que não gosta de esperar, então, o amor por seu marido desaparecido é tão forte que fez essa mulher forte e independente esperar 15 anos e sair de sua terra?
Foto: Globo/Beatriz Damy
O elenco conta com Dira Paes, Daniel de Oliveira, Mateus Solano, Camila Morgado, Lilia Cabral, Jesuíta Barbosa, Débora Nascimento, Lucy Alves, Julia Dalavia, Danilo Mesquita, Felipe Simas e diversas outras estrelas.
A estreia da nova novela está marcada para o dia 9 de novembro na TV Globo.
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