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Crítica | O filme Verity correspondeu a todas as expectativas?

A esperada adaptação literária teve algumas diferenças do livro

O filme Verity foi lançado nos cinemas esta semana, no dia 30 de setembro. A adaptação literária do best-seller da Colleen Hoover é estrelada por Anne Hathaway como Verity Crawford; Dakota Johnson como Lowen Ashleigh; e Josh Hartnett como Jeremy Crawford.

A trama conta a história de Lowen, que foi chamada para ser escritora-fantasma da renomada autora Verity Crawford pelo marido dela, Jeremy. Porém, para que ela possa fazer isso, Lowen precisa passar um tempo morando na casa deles e lendo os arquivos que Verity deixou antes de sofrer um acidente de carro que a deixou catatônica.

Quando começa a ler esses textos, a escritora descobre um manuscrito. Nele, há todas as confissões mais assustadoras sobre a vida de Verity. Durante o longa, Lowen descobre a realidade daquela família e precisa navegar por aquilo que pode ser verdadeiro – ou não. 

Verity estreou com muitas expectativas, uma vez que contou com grandes nomes de Hollywood e adaptou um livro muito famoso nas redes sociais. Entretanto, o filme não cumpriu com todas elas.

Diferenças da adaptação com o livro (contém spoilers)
Dakota Johnson no filme Verity
Foto: divulgação/Sony Pictures

O livro é mais macabro do que o filme. A adaptação buscou um ar de leveza, tendo até momentos estratégicos de piada para contar uma história que não deveria ser feita assim. As partes em que Lowen leu o manuscrito passaram tão rápido que nem conseguiram dar a relevância necessária para a autobiografia sombria.

O sadismo de Verity foi comedido na adaptação. Na obra original, a renomada escritora faz atrocidades com os bebês e vai muito além de empurrar a barriga para dentro e quase asfixiar a filha: ela tenta abortá-los sozinha.

A principal diferença foi a inexistência da segunda gêmea. No livro, Crew não era o gêmeo da Harper, na verdade era Chastin. Nos acontecimentos da obra, ela morre por ter ingerido amendoim, ao qual era extremamente alérgica. Por ter sido a preferida de Verity, a mãe decide matar a segunda irmã, pois achava que Harper deveria ter ido no lugar da outra. 

O filme pode funcionar, de certo modo, para o público que assiste sem conhecimento sobre a obra original. Tem vários momentos de susto e cenas interessantes e assustadoras para aqueles que não têm expectativas sobre o filme. Mesmo assim, Verity tem partes sexualizadas e uma narrativa morna que precisava ser mais explorada, o que não dava para fazer em um longa de duas horas.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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Cinema Notícias

Conheça Yellow Cake, novo filme com Tânia Maria

Ficção científica nacional, dirigida por Tiago Melo, ganha trailer oficial

O filme estrelado por Tânia Maria (O Agente Secreto, 2025) e Rejane Faria (Vicentina Pede Desculpas, 2026) passou por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. O longa chega aos cinemas dia 26 de novembro.

A trama se passa em Picuí, no sertão da Paraíba, e acompanha um grupo de cientistas nucleares que desenvolvem um experimento arriscado para tentar erradicar o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Yellow Cake
Imagem: reprodução/Youtube Olhar Filmes

Para isso, eles recorrem a uma tecnologia à base de urânio, mas o experimento sai do controle e será preciso encontrar uma maneira de conter as consequências do problema e impedir uma catástrofe. O título do filme, Yellow Cake, significa bolo amarelo e é um tipo de concentrado de urânio em pó obtido a partir do processamento químico do minério extraído da terra.

Nas cenas divulgadas até agora, há uma equipe estrangeira que comenta o pioneirismo do experimento, também nomeado Yellow Cake. Além disso, Rúbia (Rejane Faria), a cientista nuclear brasileira à frente do projeto, conversa com Rita (Tânia Maria), a qual explica que a região é rica em urânio e que, por isso, muitas pessoas morrem de câncer.

Yellow Cake
Imagem: reprodução/Youtube Olhar Filmes

O trailer oficial revela a atmosfera tensa do filme, as implicações arriscadas e catastróficas do experimento, além do envolvimento da população local com a pesquisa e com a mina de urânio.

O roteiro do longa é assinado por Amanda Guimarães, Anna Carolina Francisco, Gabriel Domingues, Jerônimo Lemos e Tiago Melo. O filme foi produzido por Carol Ferreira e conta com a coprodução da CinemaScópio Produções, de Emilie Lesclaux, Kleber Mendonça Filho e Winston Araújo. 

Confira o trailer do filme:

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Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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7 filmes para conhecer o mundo da moda além das passarelas

Documentários e filmes biográficos revelam os bastidores de grandes marcas, estilistas, revistas e os impactos da indústria fashion

 

A moda é um universo que vai além das roupas apresentadas nas passarelas ou nos tapetes vermelhos. Por trás de cada coleção existem histórias, profissionais que tomam decisões e processos criativos que são contados através dos tecidos e detalhes. Tudo isso ajuda a construir uma indústria bilionária.

Entre documentários e produções ficcionais, diferentes filmes apresentam os bastidores de grandes maisons, estilistas, revistas e personagens marcantes. Para quem deseja conhecer melhor o mundo da moda, reunimos produções que mostram diferentes perspectivas sobre esse universo. Confira:

Dior and I (2014)

Ficha técnica: Documentário | Direção: Frédéric Tcheng | Duração: 89 minutos.

Trazendo os bastidores da Maison Dior, o documentário é dirigido por Fréderic Tcheng. Acompanhando Raf Simons durante a criação da sua primeira coleção de Alta Costura para a Christian Dior, a história mostra o período antes do desfile que apresenta essa produção. 

O filme mostra que, além das roupas prontas, é possível conhecer as costureiras e outros profissionais, o trabalho coletivo da equipe e a pressão envolvida na construção da coleção.

Coco Antes de Chanel (2009)

Ficha técnica: Drama biográfico | Direção: Anne Fontaine | Duração: 110 minutos | Elenco: Audrey Tautou, Alessandro Nivola e Benoît Poelvoorde.

Com uma direção mais biográfica, o filme apresenta os primeiros anos profissionais de Gabrielle “Coco” Chanel. A protagonista é interpretada por Audrey Tautou. 

A história foca na juventude da estilista, mostrando sua passagem pelo orfanato e até seus trabalhos em cabaré. Depois, graças a relacionamentos, ela tem acesso à alta sociedade de Paris e assim constrói seu próprio caminho no universo da moda. 

O figurino também ocupa um papel importante na produção. Catherine Leterrier foi responsável pelos trajes e contou com acesso aos arquivos e coleções da Chanel.

Phantom Thread (2017)

Ficha técnica: Drama e romance | Direção: Paul Thomas Anderson | Duração: 130 minutos | Elenco: Daniel Day-Lewis, Vicky Krieps e Lesley Manville.

O filme é ambientado em Londres nos anos 50, acompanhando Reynolds Woodcock, um renomado costureiro. Ao lado da sua irmã Cyril, eles vestem membros da realeza, estrelas de cinema e a elite britânica. Porém, a rotina muda quando ele conhece Alma, sua nova musa.

O processo de criação se torna a parte fundamental da narrativa nessa produção e o figurino se torna um personagem à parte, com mais de 50 peças desenvolvidas inteiramente para o filme. Criatividade, relacionamento e poder são os principais temas da história, tudo dentro do universo da alta costura.

The September Issue (2009)

Ficha técnica: Documentário | Direção: R. J. Cutler | Duração: aproximadamente 90 minutos.

O documentário leva o público direto para dentro de uma das maiores revistas de moda. Focado na produção da edição de setembro de 2007 da Vogue, a produção revela os principais passos para a construção do mês mais importante da moda.

A publicação foi comandada pela então editora-chefe Anna Wintour e o filme revela reuniões, escolhas editoriais, ensaios fotográficos e decisões que influenciam a construção da revista. Dessa forma, a moda aparece não apenas nas roupas, mas também na fotografia, no jornalismo, na publicidade e na construção de imagens.

Casa Gucci (2021)

Ficha técnica: Drama biográfico | Direção: Ridley Scott | Duração:  157 minutos | Elenco: Lady Gaga, Adam Driver, Jared Leto, Al Pacino e Jeremy Irons.

Protagonizado por Adam Driver como Maurizio Gucci e Lady Gaga como Patrizia Reggiani, o filme dramatiza a história da família responsável por uma das maiores grifes italianas, a Gucci. A história acompanha o relacionamento entre os protagonistas, marcado por dispostas familiares pelo controle do império construído. 

A moda é diretamente relacionada na produção não apenas pela história da grife, mas também pelo figurino que teve acesso aos arquivos da Gucci. A produção mostra as roupas como uma forma de comunicar posição social, personalidade e poder.

Os Irmãos Versace (2013)

Ficha técnica: Drama biográfico para televisão | Direção: Sara Sugarman | Duração:  85 minutos | Elenco: Gina Gershon, Enrico Colantoni, Colm Feore e Raquel Welch.

Também popularmente conhecido como House of Versace, o filme acompanha a família Versace, responsável pela criação da grife, mas a história se concentra principalmente em Donatella Versace, aqui interpretada pela atriz Gina Gershon. 

Assumindo a responsabilidade na Maison após o assassinato de Gianni, é possível ver o periodo de transição que Donatella e a familia vivem. Também são mostrados os desafios que a estilista enfrenta diante do legado deixado pelo irmão. 

É importante destacar que o filme é inspirado em acontecimentos reais. Porém, trata-se de uma dramatização baseada no livro House of Versace, de Deborah Ball.

The True Cost (2015)

Ficha técnica: Documentário | Direção: Andrew Morgan | Duração: 92 minutos.

Com uma perspectiva diferente sobre a indústria da moda, esse documentário deixa o glamour das passarelas em segundo plano. O filme procura investigar as pessoas e os lugares envolvidos na produção das roupas. O longa também discute os impactos sociais e ambientais relacionados ao setor.

O documentário conecta consumidores, trabalhadores, empresas e recursos naturais ao percorrer diferentes países. A produção amplia a discussão sobre o tema de moda e consumo, questionando os custos que podem existir por trás das roupas cada vez mais baratas.

Os bastidores do mundo da moda

Os filmes apresentam perspectivas diferentes sobre como o universo fashion funciona. Juntos, eles passam por criação, alta-costura, jornalismo, negócios, história e sustentabilidade. Áreas importantes para o bom resultado desse mercado.

Para quem gosta de moda e quer entender mais, as produções também ajudam a perceber quantas áreas participam da construção. Afinal, uma coleção não é apenas desenhar e não termina quando o desfile acaba.

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Leia também: Especial | Fashion Weeks: entenda como funcionam as principais semanas de moda do mundo 

 

Texto revisado por Gabriela Matuk 

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Crítica | Estilhaços transforma uma boa ideia em uma grande decepção

Produção de Ryan Murphy parte de uma perspectiva promissora, mas se perde entre escolhas narrativas nada convincentes e um desenvolvimento fraco

A primeira impressão que Estilhaços deixa nos espectadores é de que estamos diante de uma série com todos os ingredientes para funcionar perfeitamente. A premissa chama muito a atenção e a produção carrega o nome de peso de Ryan Murphy. O cenário dos anos 80 e o elenco escolhido cativam e a história parece preparada para entregar a receita infalível de uma série de sucesso: personagens bonitos, complexos, situações desconfortáveis e uma narrativa que une entretenimento com reflexões profundas.

O problema é que uma boa ideia precisa de mais do que atores com rostinhos bonitos e uma atmosfera instigante para funcionar. E é justamente no desenvolvimento que Estilhaços começa a desmoronar.

Ambientada nos anos 1980, a série acompanha Bret (Igby Rigney), um adolescente escritor que está iniciando o último ano na escola de elite Buckley Prep. Com um grupo de amigos inseparáveis composto por Susan Reynolds (Kaia Gerber), Debbie Schaffer (Hayes Warner) e Thom Wright (Graham Campbell), ele divide a rotina luxuosa entre festas, relacionamentos conturbados, a paixão pela escrita e as responsabilidades como estudante.

Com a chegada de Robert Mallory (Homer Gere), um novo aluno, coincide o início de uma série de assassinatos que aterrorizam a cidade. Em meio ao mistério, Bret vê nos crimes uma fonte de inspiração para sua escrita e a possibilidade de construir seu livro.

Com elementos de suspense, erotismo e mistério, Estilhaços se propõe a acompanhar a aproximação entre a vida privilegiada daqueles jovens e a violência que começa a tomar conta da cidade.

No papel, a série tinha potencial para ser um suspense adolescente de sucesso. A questão é que Estilhaços não se concentra na premissa. A ideia escondida dentro do universo da série é envolvente e a pauta da violência e do voyeurismo poderia render reflexões instigantes, mas a produção parece mais interessada em apresentar um número exagerado de acontecimentos sem explorar as consequências deles e sem oferecer ao público um desfecho convincente. Questões que poderiam ganhar profundidade são introduzidas e rapidamente deixadas de lado, enquanto a trama segue para a próxima revelação.

E isso se torna ainda mais evidente conforme os episódios avançam. Estilhaços quer ser tudo ao mesmo tempo, um thriller de suspense, uma história sobre amadurecimento, um drama adolescente, um romance e uma produção carregada de erotismo.

Não há problema em misturar gêneros, o que é típico do estilo de Ryan Murphy. A questão é não conseguir fazer com que todos esses elementos conversem entre si, o que faz parecer que a história não sabe quais são os seus reais objetivos.

Constantemente preocupada em entregar uma nova reviravolta, a sucessão de escolhas malfeitas causa a sensação de que a série está mais preocupada em surpreender o tempo todo e manter uma estética sedutora do que em construir uma atmosfera envolvente. Os figurinos, as festas, os cenários luxuosos e a fotografia são bem feitos, mas não conseguem compensar a fragilidade do roteiro.

Foto: divulgação/Disney+

A dinâmica mal elaborada se repete com os personagens. Bret, que deveria ser a ponte de conexão entre os adolescentes e os crimes da cidade, tem sua trajetória prejudicada por um desenvolvimento totalmente superficial. O fascínio pela violência e a transformação dos acontecimentos em literatura convergem com a fragilidade das consequências reais na vida do protagonista. O mesmo vale para o grupo de amigos: as relações parecem existir apenas para movimentar os episódios.

E esse é um dos maiores desperdícios de Estilhaços. A produção possui personagens complexos e com potencial para serem muito mais interessantes do que de fato são, mas acaba priorizando as reviravoltas mirabolantes em detrimento de suas construções.

Também é difícil ignorar o peso do nome de Ryan Murphy. O produtor é conhecido por histórias provocativas, personagens controversos e produções que transitam entre o exagero, o suspense e o drama. Em Estilhaços, essas características estão presentes, mas nem sempre parecem funcionar a favor da história.

A série peca pelo excesso de sensualidade e situações desconfortáveis, que não necessariamente acrescenta novas camadas à trama. O público espera esses elementos de uma produção do diretor, mas é frustrante como são demonstrados de maneira inconsistente.

Em Estilhaços, muitas das surpresas parecem existir apenas para provocar um novo choque, sem que isso necessariamente fortaleça o que veio antes. E quando a surpresa não está acompanhada de uma construção sólida, o resultado desaponta mais do que impacta.

No fim, o que torna Estilhaços decepcionante é justamente o potencial desperdiçado. Não se trata de uma série sem ideias ou sem qualidades. Existe uma boa premissa, uma identidade visual marcante e elementos suficientes para construir um thriller adolescente envolvente. O problema está na produção, que começa em um ponto e finaliza no mesmo lugar, sempre a um passo de se tornar alguma coisa.

Assista ao trailer completo aqui:

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Shakira terá show da Las Mujeres Ya No Lloran World Tour transmitido ao vivo pelo Amazon Music

Amazon Music e Shakira anunciaram a transmissão global de um dos shows da cantora em Madri, na Espanha

A apresentação, intitulada Amazon Music Presents: Shakira Live from Madrid, acontece no próximo sábado (3) e será exibida ao vivo para o público de diferentes países. O show será o encerramento da residência europeia da Las Mujeres Ya No Lloran World Tour em Madri e marcará a primeira transmissão global ao vivo de um show completo da cantora colombiana.

Shakira no Amazon Music
Foto: divulgação/Sony Music/Amazon Music

No Brasil, a transmissão começa às 15h45 (horário de Brasília) e poderá ser acompanhada pelo aplicativo Amazon Music, Prime Video, aplicativo Amazon Music no Fire TV e pelo canal do Amazon Music na Twitch. Não é necessário ter uma assinatura para assistir.

A apresentação faz parte do The Women Shaping Latin Music, iniciativa do Amazon Music que, em 2026, reúne ações voltadas às mulheres na música e na cultura latina. Além da transmissão, a plataforma também anunciou um novo remix de Dai Dai, uma edição especial em vinil do álbum Laundry Service, que completa 25 anos, e outras experiências relacionadas à cantora.

A residência de Shakira em Madri começou em 2 de outubro e terá seis apresentações na cidade, seguindo até 11 de outubro. A cantora também passou pelo Brasil com a Las Mujeres Ya No Lloran World Tour, incluindo uma apresentação gratuita na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em maio deste ano.

E essa é mais uma oportunidade de matar a saudade da colombiana no palco e acompanhar de perto mais um dos momentos icônicos da carreira de Shakira.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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