Primeira parceria de Larissa Manoela e Netflix, traz clichê e valorização das relações interpessoais
Fonte: Divulgação/Netflix
O filme original da Netflix, Modo Avião chegou à plataforma no dia 23 de janeiro. O longa protagonizado por Larissa Manoela, marca sua estreia no streaming. A direção é de César Rodrigues e a classificação é livre.
Ana (Larissa Manoela) tem 19 anos e é digital influencer. Sua paixão por celular faz com que ela registre todos os momentos da sua vida, incluindo as inúmeras batidas de carro. No entanto, no último acidente, ela vai parar no hospital e seus pais decidem manda-lá para um lugar distante da internet. Aí começa o dilema de lidar com uma vida sem sinal de celular e sem seguidores. O enredo causa reflexão acerca do uso excessivo de aparelhos celulares e do alto consumo, principalmente dos jovens, de redes sociais. Mas isso não faz com o filme fique pesado. Os desdobramentos mostram o crescimento dos personagens em torno do assunto.
Ana, interpretada por Larissa Manoela, é viciada nas redes sociais. Fonte: Netflix
Um dos destaques do filme, é o músico Erasmo Carlos interpreta o avô de Ana, com quem ela vai morar apesar da distância existente entre eles. Assim, a “patricinha maluca” passa a ajudar o avô nas tarefas e descobre sua real vocação e paixão pelo mundo da moda.
Ana começa a valorizar os momentos da vida real. Fonte: Netflix
O elenco ainda conta com Eike Duarte como namorado “fake” da influencer, Katiuscia Canoro em um papel diferente do humor e André Luiz Frambach, que vive o mocinho – sem celular – João.
Embora seja clichê, o filme deixa a mensagem sobre viver mais o real do que o virtual e a valorização de família e amigos, pois na hora do aperto, eles estarão sempre ao seu lado.
The Act é uma série da plataforma de Streaming Hulu, baseada no bizarro caso de Dee Dee Blanchard e sua filha, Gypsy Rose. O Entretetizei assistiu ao programa e viemos contar um pouco para vocês:
(Divulgação: IMDb)
Desde muito pequena, a mãe de Gypsy obriga a menina a usar cadeira de rodas para fingir que a mesma possui uma série de problemas, como convulsões, atraso mental e até mesmo a dependência de um tubo instalado em sua barriga para se alimentar. Gypsy começa a suspeitar da farsa depois de muito tempo e finge não saber de nada, pois poderia ser presa por mentir – ou até mesmo sofrer alguma violência.
(Divulgação: IMDb)
O caso sofre uma grande reviravolta e termina com Dee Dee assassinada. Podemos ver toda a trajetória do plano arquitetado por Gypsy e Nick, seu namorado, que conheceu na internet, pois nem podia sair de casa. Baseada em fatos reais, a série tem um elenco muito semelhante aos personagens que de fato passaram pela história, o que traz ao público uma credibilidade ao roteiro. Toda a história também é narrada no documentário da HBO, chamado Mommy Dead and Dearest (2017), que conta toda a história, com participação de vários membros da família Pitre (família de Dee Dee).
(À esquerda estão as personagens da vida real e à direita, as pesonagens da série | Febre Teen)
The Act é uma série que, com apenas 8 episódios, nos surpreende e não nos deixa desgrudar da tela, contando com perfeição e detalhes (claro que um pouco dramatizados), em cada momento vivido pelas personagens. O caso chocou o mundo em 2015 e realmente vale à pena conhecê-lo.
O elenco é composto de bons atores, como Patricia Arquette (Dee Dee), que recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Série no Golden Globes, AnnaSophia Robb (Lacey, amiga de Gypsy), Calum Worthy (Nick) e Joey King (Gypsy), que dá um show de atuação (vemos uma grande mudança desde o filme “A Barraca do Beijo”).
(Joey King como Gypsy | IMDb)
Já assistiu The Act? Conta para a gente suas impressões sobre lá nas nossas redes sociais: Twitter, Face e Insta!
Olá, pessoal! Tudo bem? A dica de hoje são os lançamentos dessa semana no Telecine e nas telinhas do cinema. Tem filme para todos os gostos, então você não pode perder.
Confira:
Netflix
12/02
Para Todos os Garotos. Ps: Ainda Amo Você
Lara Jean (Lana Condor) não esperava se apaixonar por Peter Kavinsky (Noah Centineo) quando eles fingiam namorar, mas a relação entre os dois rapidamente deixou de ser artificial. Só que, ao se reconectar com uma paixão do passado, John (Jordan Fisher), tudo fica ainda mais complicado para a jovem, que precisa entender o que se passa internamente para tomar uma grande decisão.
Telecine
13/02
Superação: O milagre da fé
John Smith, um menino de 14 anos, passeava com a família em uma manhã de inverno no Lago St Louis, no Missouri, quando, acidentalmente, sofreu uma queda e se afogou. Chegando ao hospital, John foi considerado morto por mais de 60 minutos até que sua mãe, Joyce Smith, juntou todas as suas forças e pediu a Deus para que seu filho sobrevivesse. Sua prece poderosa foi responsável por um milagre inédito.
Simonal
Dono de voz marcante, carisma encantador e charme irresistível, Wilson Simonal nasceu para ser uma das maiores vozes de todos os tempos da música brasileira. No entanto, após anos de sucesso conquistado com muito trabalho, suas finanças descontroladas o levam a, em um rompante de ignorância, tomar decisões que podem mudar para sempre sua carreira
Cinema
13/02
Sonic
Sonic, o porco-espinho azul mais famoso do mundo, se junta com os seus amigos para derrotar o terrível Doutor Eggman, um cientista louco que planeja dominar o mundo, e o Doutor Robotnik, responsável por aprisionar animais inocentes em robôs.
O Grito
Depois que uma jovem mãe mata a família em sua própria casa, uma mãe solteira e um detetive tentam investigar e resolver o caso. Mais tarde, eles descobrem que a casa é amaldiçoada.
O Preço da Verdade
Robert Bilott (Mark Ruffalo) é um advogado de defesa corporativo que ganhou prestígio trabalhando em casos de grandes empresas de químicos. Quando fazendeiros chamam sua atenção para mortes que podem estar ligadas a lixo tóxico de uma grande corporação, ele embarca em uma luta pela verdade, em um processo judicial que dura anos e põe em risco sua carreira, sua família e seu futuro em geral.
20/02
Maria e João: O conto das Bruxas
Desta vez, as migalhas nos guiam por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria e seu irmão mais novo, João, saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora, cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.
Dolittle
O Dr. Dolittle vive com uma variedade de animais exóticos e conversa com eles diariamente. Quando a jovem rainha Victoria fica doente, o excêntrico médico e seus amigos peludos embarcam em uma aventura épica em uma ilha mítica para encontrar a cura
O Chamado da Floresta
Depois de anos vivendo como um cachorro de estimação na casa de uma família na Califórnia, Buck precisa entrar em contato com os seus instintos mais selvagens para conseguir sobreviver em um ambiente hostil como o Alaska. Com o tempo, seu lado feroz se desenvolve e ele se torna o grande líder de sua matilha. Baseado no livro homônimo de Jack London, lançado em 1903.
O jovem Ahmed
Ahmed (Idir Ben Addi) é um menino muçulmano de 13 anos de idade que vive na Bélgica. Seguindo as palavras de um imã local, e inspirado nos passos do primo extremista, ele começa a rejeitar a autoridade da mãe e da professora. Quando se convence de que a professora é uma pecadora por ministrar um curso de árabe sem utilizar o Corão, Ahmed decide matá-la para impressionar os líderes religiosos e agradar a Alá. Depois do ato, o adolescente precisa lidar com as consequências.
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A temporada de premiações já está acontecendo. Os olhos estão voltados para Hollywood e seus artistas. Os canais de entretenimento também ficam mais atentos ao que acontece, principalmente quando o assunto é o Oscar, maior premiação do cinema e, no meio do assunto, vem outro tema: a presença feminina entre os indicados.
(Adoráveis Mulheres foi o único filme dirigido por uma mulher indicado na categoria de Melhor Filme | IMDb)
O tema precisa ser abordado, porque todo mundo sabe que, o que eles menos querem, é que falem sobre isso. Eles sabem que estão errados. Sabem que as mulheres merecem muito mais destaque nas premiações e a dúvida que permanece é: por quê? Por que excluem tantos talentos assim? Será que um dia isso vai mudar?
Para vocês terem uma noção, são 92 anos de Oscar. Não temos dúvida que realmente é uma cerimônia aclamadíssima, mas, já se passaram 92 anos e até hoje, apenas CINCO mulheres foram indicadas ao prêmio de Melhor Direção. Não é absurdo ler um dado como esse? Em tempos em que filmes dirigidos por mulheres têm aumentado em Hollywood, com bom desempenho de críticas e de público, e apesar das premiações, em GERAL, tentarem melhorar essa discriminação, o cenário permanece praticamente o mesmo. Não é possível que tenhamos que aceitar um descaso como esse de uma sociedade MACHISTA – a gente aceita não aceitando. Por isso escrevemos e falamos.
As justificativas não são suficientes. Ao comentar sobre os prêmios recentes, Greta Gerwig (Ladybird e Little Women), diz que ‘’existe um impulso de contratar mais mulheres e colocar seus filmes no centro da conversa. Mas eu também diria que, para os estudos, é como comer verdura”, ou seja, é muito mais uma desculpa para dizer que estão tentando mudar o cenário que outra coisa. Há também a falta de investimentos, já que para produzir qualquer tipo de filme, doc ou curta, é preciso ter dinheiro, nos menores detalhes. No fim, o que importa é gerar dinheiro e Greta também comenta sobre isso: “Hollywood não se importa de onde vem o dinheiro, desde que venha. Eles perceberam que os filmes dirigidos por mulheres como ‘Mulher Maravilha’ ou ‘As Golpistas’ funcionam financeiramente” – entrevista para o jornal El País.
(Greta se tornou um símbolo da mulher nas premiações | Deadline)
Na história do cinema, são inúmeras mulheres diretoras que tiveram sucesso suficiente para levarem um Oscar para casa, mas, muitas vezes, nem sequer foram indicadas. Das que foram, apenas Kathryn Bigelow se tornou a única mulher a ganhar o Oscar de direção até hoje.
Para ser mais específica, ao pesquisar pra escrever esse texto, achei um dado bem interessante no site Mulher no Cinema, em que elas comentam todas as diretoras que já receberam um Oscar: Lina Wertmüller, por Pasqualino Sete Belezas (1975); Jane Campion, por O Piano (1993); Sofia Coppola, por Encontros e Desencontros (2003); Kathryn Bigelow, por Guerra ao Terror (2008) – a primeira e única vencedora; e Greta Gerwig, por Lady Bird (2018). É uma lista muito curta pra tanto tempo de premiação e por tantos anos de luta contra o machismo.
Outro ponto negativo nessa história, foi a baixíssima participação da mulher negra nos indicados desse ano: apenas Cynthia Erivo foi indicada dentre as quatro categorias de atuação. Ela concorre como Melhor Atriz, por seu trabalho em Harriet.
(Cynthia Erivo em Harriet | IMDb)
Em relação aos indicados ao Oscar de 2020, o que podemos “salvar”, é a indicação ao Oscar de Melhor FILME para ‘Adoráveis Mulheres’, de Greta Gerwig, que, por sinal, é o ÚNICO longa dirigido por uma mulher entre os indicados de MELHOR FILME, o único protagonizado por mulheres e o único que tem apenas mulheres na produção e no roteiro. Quer mais Girl Power? – Ainda bem que tem mais.
Petra Costa, diretora brasileira, foi muito bem presenteada com a indicação de Melhor Documentário por seu trabalho em Democracia em Vertigem, que conta a história do impeachment de Dilma Rouseff. Essa indicação é um orgulho nacional e nós esperamos que a academia internacional possa, cada vez mais, voltar seus olhos para as produções brasileiras, tão ricas em roteiro, direção e produção. Ah, um dos concorrentes de Petra também vem de uma mulher: Honeyland, representando a Macedônia do Norte, foi dirigido por Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov, sendo também o único longa com direção feminina na categoria de Filme em Língua Estrangeira. Esse sim é um parágrafo que nos dá muito orgulho.
(Petra Costa durante as filmagens de seu documentário | Twitter @petracostal)
Apesar de todos esses dados, as mulheres tiveram uma presença marcante nas indicações de documentários em 2020. Isso já é um avanço. As indicações para mulheres também aumentaram. Segundo o site Mulher no Cinema, são 66 indicações contra 63, contando repetições para uma mesma artista. O que isso nos mostra? Que apesar das indicações não serem justas como deveriam ser, o quadro geral caminha para um resultado mais positivo, a passos lentos.
Hollywood (e a sociedade) gostam de histórias em que o homem sofre com as mudanças em seu meio. As frustações, erros e decepções masculinas são “importantes”. Um exemplo, é o exagero em filmes que falam sobre guerra. E não é que a maioria é indicado? Para a sociedade, é necessário manter o homem como o líder e, apesar de o ano de 2019 ter sido SIM um ano favorável às produções assinadas por mulheres, mudar esse cenário de líder masculino para feminino, ainda não “rola”.
E como será em 2020? Será que a composição da academia será menos desigual? Será que as talentosas diretoras espalhadas por todo o mundo terão seus trabalhos reconhecidos? É decepcionante ter apenas uma ou duas nos representando, enquanto os homens lideram categorias inteiras.
Creio que tudo isso serve para mostrar que: a batalha SEMPRE será dura para nós mulheres, mas nós não podemos JAMAIS desistir dela, porque, o que será das próximas gerações de mulheres, em que surgirão outras diretoras, roteiristas, figurinistas e tantas outras profissões que MERECEM ser reconhecidas? E não se trata apenas de profissões ligadas ao cinema. TODAS as mulheres merecem ser reconhecidas e TODAS nós sabemos que cada dia de nossas vidas é uma luta diferente. Se a gente não abrir a boca para comentar, se não lutarmos contra toda uma sociedade machista e egoísta, o que sobrará para os próximos anos?
(Cena de Adoráveis Mulheres | IMDb)
Essa matéria foi escrita com base nos dados dos sites Mulher no Cinema, Nexo e El País, os quais temos o prazer de citar como importantes fontes.
Recentemente foi lançado nos cinemas o filme da DC Comics, “Aves de Rapina”. Nós assistimos e viemos contar um pouco pra vocês!
(Divulgação: IMDb)
Quando o vilão Máscara Negra se envolve no roubo de um diamante, Arlequina, Canário Negro, Caçadora, Renee e Cassandra precisam se unir para combatê-lo. Os eventos se passam logo após o término de Arlequina com Coringa, o que desencadeia toda a história, já que Arlequina quer de vez se desvincular da imagem do ex-namorado.
(Divulgação: IMDb)
No filme, conhecemos um pouco mais sobre cada uma das meninas: Dinah Lance (Canário Negro), tem grandes habilidades marciais e membro original das Aves nas HQs; Helena Bertinelli (Caçadora), diferente das outras, tem sua história contada no filme, onde sua família é brutalmente assassinada bem na sua frente; Helena desenvolve habilidades motivadas pela sede de vingança ao terrível crime e também é membro original da equipe; Renee Montoya, detetive da polícia de Gotham e abertamente homossexual, também ajuda as meninas na jornada; Cassandra Cain, uma menina órfã que foi treinada pelos pais para matar, é a mais jovem do grupo e Arlequina é forte e independente, muito além de “a namorada do Coringa”, como muitos pensam. “Aves de Rapina” é muito gostoso de ser assistido. É divertido, mas também com muita ação.
Sem dúvidas duas cenas muito marcantes foram: o “Canary Cry”, o grito da Canário Negro (os fãs estavam esperando muito por isso) e a primeira cena de luta com as meninas juntas (falando nisso, todas as cenas de luta são simplesmente perfeitas). Um show de girl power! Quer coisa mais incrível que um grupo de mulheres, fortes e poderosas, literalmente batendo em homens?
(Girl Power é o que define esse filme | Divulgação IMDb)
Algo que nos chamou a atenção no longa é a “quebra da quarta parede”, ou seja, Arlequina conversa com o público, contando sua história.
Além de ter um elenco principal feminino, o filme é dirigido por uma mulher, Cathy Yan. Com isso, percebemos a diferença gritante do figurino sexualizado da Arlequina em “Esquadrão Suicida”, para os figurinos das meninas em “Aves de Rapina”. Como todo filme protagonizado por mulheres, infelizmente, vem recebendo críticas negativas, principalmente de homens. Mas a gente faz a nossa parte, divulgando e falando: ASSISTAM!
(Divulgação: IMDb)
O longa conta também com uma trilha sonora impecável, com cantoras como Halsey, Normani, Charlote Lawrence e Jurnee Smollett-Bell, a própria Canário Negro.
(Divulgação | IMDb)
Assista ao filme no cinema mais próximo! E bora enaltecer essa produção maravilhosa 🙂
Evento acontece na Cinemateca do MAM entre os dias 21 e 31 de janeiro com sessões gratuitas
O Festival do Rio comemora 20 anos e celebra a data com um evento comemorativo. O Festival do Rio 20 anos – Verão no MAM, acontece entre os dias 21 e 31 de janeiro, na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Cineastas brasileiros e convidados da Alemanha participarão das sessões e conversarão com o público. Todas as sessões têm entrada gratuita
Diversas produções nacionais icônicas e clássicos que já foram exibidos no Festival do Rio serão exibidos, como Central do Brasil, Saneamento Básico, Ônibus 174, O Palhaço, entre outros. Algumas sessões vão contar com presença dos cineastas responsáveis por cada um desses títulos.
Abaixo você confere a programação completa do evento:
Festival do Rio 20 Anos – Verão no MAM
21.01, terça-feira
15h – PINDORAMA, A VERDADEIRA HISTÓRIA DOS 7 ANÕES
(Brasil, 2008, 80 min)
Direção: Roberto Berliner, Lula Queiroga e Leo Crivelare
Documentário: Charles, Zuleide, Gilberto, Cleide, Rogério, Claudio e Lobão, são sete irmãos com nanismo, descendentes do mítico palhaço Pindoba, o menor e mais engraçado palhaço do mundo. Eles formam o circo Pindorama, que circula pelo sertão nordestino, despejando alegria, fraternidade e conquistando os corações do Brasil.
Classificação: 12 anos
*Sessão com a presença do diretor Roberto Berliner.
17h – O SONHO DE ROSE, 10 ANOS DEPOIS
(Brasil, 2000, 92 min)
Direção: Tetê Moraes
Documentário com narração de Lucélia Santos; a diretora revisita as famílias do assentamento de Trabalhadores sem Terra, criado na fazenda Annoni, no Rio Grande do Sul, para dar continuidade ao documentário que havia realizado 10 anos atrás. Aborda o problema agrário brasileiro, com foco na participação feminina durante o processo de ocupação da terra.
Classificação: livre
19h – CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS
(Brasil, 2005, 99 min)
Direção: Marcelo Gomes
Elenco principal: João Miguel, Peter Ketnath, Hermila Guedes
Em 1942, Johann, um alemão que veio para o Brasil fugindo da guerra, dirige pelas estradas do Nordeste, vendendo aspirinas, nos pequenos povoados, e exibindo filmes promocionais para atrair compradores. Em certo momento, dá carona a Ranulpho, que pretende chegar ao Rio de Janeiro. A partir daí, a vida dos dois segue um novo rumo.
Classificação: 14 anos
22.01, quarta-feira
15h – O MENINO QUE FAZIA RIR (Der Junge muss an die frische Luft)
Baseado nas memórias do comediante Hape Kerkeling. A infância é contada de forma divertida, triste e calorosa. Hans-Peter (Hape) notou cedo seu dom de fazer as pessoas rirem: os avós, os clientes da lojinha da avó, os pais dos colegas da escola… Somente com sua mãe depressiva o menino não obtém sucesso.
Uma pequena comunidade no Rio Grande do Sul recorre à realização de um vídeo para tentar resolver problemas de saneamento básico. Enfrentando pela primeira vez os dilemas audiovisuais, pessoas comuns aprendem (e ensinam) sobre os limites entre ficção e realidade, vida e representação. O filme faz, ao mesmo tempo, uma sátira sobre os meandros da burocracia e um ensaio sobre a linguagem cinematográfica.
Classificação: 14 anos
*Sessão com audiodescrição e legendas descritivas.
19h – ÔNIBUS 174
(Brasil, 2002, 150 min)
Direção: José Padilha
Documentário: um assalto a um ônibus na zona sul do Rio de Janeiro acaba em sequestro com cerco policial, sendo transformado em espetáculo transmitido ao vivo para todo o país durante quatro horas. O filme mescla o episódio com fatos da vida do assaltante, um menino de rua sobrevivente da chacina da Candelária.
Classificação: 14 anos
Sessão: quarta – 22/01, 19h.
23.01, quinta-feira
15h – 25 km/h (25 km/h)
(Alemanha, 2018, 116 min)
Direção: Markus Goller
Elenco principal: Lars Eidinger, Bjarne Mädel, Sandra Hüller
Dois irmãos se reencontram no funeral do pai. Georg cuidou do pai, gravemente doente, Christian construiu uma carreira e está de volta após décadas. Em uma noite de bebedeira, decidem tornar realidade um sonho de adolescência: uma viagem pela Alemanha nas suas antigas lambretas. Eles partem a, no máximo, 25 km/h, em busca de sexo, drogas e pingue-pongue.
Legendado em português. Classificação: 14 anos
17h – FALA TU
(Brasil, 2003, 74 min)
Direção: Guilherme Coelho
Documentário: o dia a dia e a arte de três cantores de rap do Rio de Janeiro, que sonham em fazer da música sua profissão. Enquanto isso não acontece, Macarrão faz apontamento do jogo do bicho; Thogum, que é budista, vende produtos exotéricos; e Combatente é operadora de telemarketing.
Classificação: 12 anos
19h – GUNDERMANN (Gundermann)
(Alemanha, 2018, 127 min)
Direção: Andreas Dresen
Elenco principal: Alexander Scheer, Anna Unterberger, Eva Weißenborn
Gerhard Gundermann (1955-1998) trabalhava em uma mina de carvão, era informante da Stasi, mas, acima de tudo, um talentoso compositor com muitos fãs na RDA e na Alemanha reunificada. O filme dedica-se a esta personalidade contraditória em uma narrativa biográfica sensível, um Heimatfilm musical moderno para a Alemanha Oriental e para a Alemanha reunida.
Legendado em português. Classificação: 14 anos
24.01, sexta-feira
15h – O PALHAÇO
(Brasil, 2011, 88 min)
Direção: Selton Mello
Elenco principal: Selton Mello, Paulo José, Teuda Bara
Benjamim é um palhaço sem identidade, CPF e comprovante de residência. Vive pelas estradas com a trupe do Circo Esperança. Cansado da vida que leva, ele parte em busca de seus sonhos: conhecer o mundo, possuir um endereço fixo, comprar um ventilador e, finalmente, tirar sua carteira de identidade.
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Legendado em português. Classificação: 12 anos
ORAY (Oray)
(Alemanha/ Áustria, 2018, 100 min)
Direção: Mehmet Akif Büyükatalay
Elenco principal: Zejhun Demirov, Deniz Orta, Cem Gökta?
Em uma disputa com sua esposa Burcu, Oray pronuncia a fórmula do divórcio islâmico “talaq”. O sacerdote informa que o casal deve se separar por três meses. Oray aproveita para fazer um recomeço e muda-se para Colônia, na Alemanha. Em um estilo quase documental, o filme conta como um indivíduo busca uma saída para o conflito entre sua crença no amor e seu amor pela fé.
Legendado em português. Classificação: 14 anos
* Sessão dupla com a presença de Katja Eichinger, idealizadora da série “… and the winners are…”.
Baseado na história real de Hatun Ayhrun Sürücü, vítima de um “assassinato de honra” por um dos irmãos, em Berlim. O filme conta a luta da jovem por uma vida livre e autodeterminada, enfrentando a resistência da família que, por não aceitar seu estilo de vida, a ameaça e insulta cada vez mais.
Legendado em português. Classificação: 14 anos
* Sessão com a presença da atriz Almila Bagriacik.
25.01, sábado
15h – CAMPO GRANDE
(Brasil, 2015, 108 min)
Direção: Sandra Kogut
Elenco principal: Carla Ribas, Julia Bernat, Ygor Manoel
Duas crianças são deixadas na portaria de um prédio em Ipanema, sem nenhuma explicação, apenas um papel com o nome e endereço de Regina, uma das moradoras. Em nenhum momento as crianças duvidam que sua mãe voltará para buscá-los. Mas será que isso vai acontecer? A chegada das crianças no mundo de Regina – e suas tentativas de lidar com isso – transformarão profundamente as vidas de cada um deles.
Classificação: 10 anos
17h – ESTAMIRA
(Brasil, 2004, 121 min)
Direção: Marcos Prado
Documentário: Estamira e sua família vivem em um aterro sanitário em Jardim Gramacho, Duque de Caxias-RJ. Com distúrbios mentais, ela fala de forma poética e filosófica sobre a dificuldade de viver nessas condições, de problemas sociais mais abrangentes e leva o espectador a refletir sobre a vida.
Rike trabalha como médica de emergência em Colônia, na Alemanha. Ela planeja uma viagem seguindo os passos de Charles Darwin. A partir de Gibraltar, navega sozinha com destino à Ilha de Ascensão, no Atlântico. No entanto, suas férias acabam abruptamente. Depois de uma tempestade, ela descobre um veleiro sobrecarregado e avariado. Mais de 100 pessoas podem afogar-se, caso ela não aja.
Legendado em português. Classificação: 16 anos
* Sessão com a presença do diretor de fotografia do filme, Benedict Neuenfels.
26.01, domingo
15h – DURVAL DISCOS
(Brasil, 2002, 96 min)
Direção: Anna Muylaert
Elenco principal: Ary França, Etty Fraser, Marisa Orth
Durval e sua mãe vivem na casa onde funciona a loja Durval Discos, muito conhecida no passado, mas em fase de decadência na venda de vinil. Eles decidem contratar uma empregada doméstica e a única candidata que aceita as condições, Célia, leva consigo uma pequena garota chamada Kiki. Um dia, Célia some e deixa um bilhete pedindo que eles cuidem de Kiki por três dias.
Classificação: 12 anos
17h – ROCCA MUDA O MUNDO (Rocca verändert die Welt)
(Alemanha, 2019, 101 min)
Direção: Katja Benrath
Elenco principal: Luna Maxeiner, Caspar Fischer-Ortmann, Luise Richter
Rocca, 11 anos, vive com a avó, enquanto seu pai, um astronauta, parte em uma missão espacial. Quando a avó é internada no hospital, ela é forçada a cuidar de si mesma. Com um espírito de Pippi Meialonga, Rocca luta com seus novos amigos contra bullying e por justiça – provando que até mesmo uma criança tem a força de mudar o mundo.
Legendado em português. Classificação: 10 anos
19h – O INVASOR
(Brasil, 2001, 97 min)
Direção: Beto Brant
Elenco principal: Marco Ricca, Mariana Ximenes, Paulo Miklos
Estevão, Gilberto e Ivan se conhecem desde a faculdade e são sócios em uma construtora. Quando Estevão, sócio majoritário, não quer realizar um contrato com o governo, Gilberto e Ivan decidem contratar um assassino profissional para matá-lo.
Classificação: 16 anos
28.01, terça-feira
15h – CENTRAL DO BRASIL
(Brasil, 1998, 110 min)
Direção: Walter Salles
Elenco principal: Fernanda Montenegro, Vinicius de Oliveira, Marília Pêra
Dora escreve cartas na estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, para pessoas analfabetas. Uma de suas clientes é atropelada e Dora acolhe, a contragosto, seu filho Josué (9). Ela acaba se envolvendo com pessoas perigosas, quando tenta se livrar do menino, e resolve fugir junto com ele, à procura de seu pai, viajando de ônibus pelo sertão nordestino.
Classificação: 12 anos
17h – DE PAIS E FILHOS – OS FILHOS DO CALIFADO (Kinder des Kalifats)
Documentário: estudos de Alcorão, treinamento e disciplina militar determinam o cotidiano dos irmãos Ayman (12) e Osama (13), que se tornarão soldados de Alá. O pai deles, um líder rebelde, quer o estabelecimento de um califado. O diretor regressou à Síria, seu país natal, e se disfarçou como simpatizante salafista para acompanhar a rotina dessa família por dois anos.
Legendado em português. Classificação: 16 anos
19h – AS CANÇÕES
(Brasil, 2011, 91 min)
Direção: Eduardo Coutinho
Documentário: pessoas cantam as músicas que marcaram suas vidas, contando histórias relacionadas a essas canções.
Classificação: livre
29.01, quarta-feira
15h – ATLAS (Atlas)
(Alemanha, 2018, 100 min)
Direção: David Nawrath
Elenco principal: Rainer Bock, Albrecht Schuch, Uwe Preuss
O carregador Walter, um velho halterofilista, é contratado para esvaziar um apartamento à força. Quando a porta do velho prédio se abre, ele pensa reconhecer no jovem pai seu próprio filho, a quem abandonou há anos. Começa uma abordagem cautelosa e uma série de tentativas para resgatar a jovem família do perigo.
Legendado em português. Classificação: 16 anos
17h – ESTÔMAGO
(Brasil/ Itália, 2007, 111 min)
Direção: Marcos Jorge
Elenco principal: João Miguel, Fabiula Nascimento, Babu Santana
Raimundo migra do Nordeste para São Paulo, em busca de trabalho, e é contratado como faxineiro em um bar, onde revela-se excelente cozinheiro. Logo é contratado pelo dono de um restaurante italiano que lhe ensina tudo sobre gastronomia. Depois que se apaixona pela prostituta Iria, Raimundo vai parar na cadeia e, aos poucos, o público entende o porquê.
Classificação: 16 anos
19h – XICA DA SILVA
(Brasil, 1976, 107 min)
Direção: Cacá Diegues
Elenco principal: Zezé Motta, Walmor Chagas, Altair Lima
Na segunda metade do século XVIII, o representante da Coroa Portuguesa, João Fernandes, apaixona-se pela escrava negra Xica da Silva e a transforma na Rainha do Diamante, satisfazendo todos os seus desejos extravagantes.
Classificação: 16 anos
30.01, quinta-feira
15h – MOACIR ARTE BRUTA
(Brasil, 2006, 72 min)
Direção: Walter Carvalho
Documentário: Moacir é um homem negro que vive isolado na Chapada dos Veadeiros-GO, em condições de pobreza. Com problemas de audição, fala e formação óssea, ele mora com a mãe e familiares e cultiva uma lavoura de subsistência. Desenha com lápis de cera o que vem de sua imaginação intrigante: a Chapada, seres humanos, fauna e flora, sexo e visões místicas de santos e beatos.
Classificação: livre
17h – CASA DE AREIA
(Brasil, 2005, 115 min)
Direção: Andrucha Waddington
Elenco principal: Fernanda Montenegro, Fernanda Torres, Seu Jorge
Em 1910, Áurea chega a um labirinto de areia no Maranhão, Nordeste do Brasil. Nas terras que o marido crê serem prósperas, ela se vê condenada à vida em um lugar inóspito, tendo como única companhia feminina sua mãe. Grávida e inconformada, faz de tudo para sair dali. Mas o tempo vai transformando essa história embalada por sentimentos que vão do desespero à plenitude. Durante os 59 anos da narrativa, o elenco se alterna na interpretação dos personagens.
Classificação: 16 anos
*Sessão com a presença do diretor Andrucha Waddington.
Silvério, um cabo do Exército, é encarregado de resolver determinadas irregularidades em um garimpo de Goiás. Uma indígena da região, Put’Koi, apaixona-se por ele, mas um trágico destino a aguarda, pois o cabo pretende ficar com várias pedras preciosas só para si.
Classificação: 16 anos
31.01, sexta
15h – BICHO DE 7 CABEÇAS
(Brasil/ Itália, 2001, 84 min)
Direção: Laís Bodansky
Elenco principal: Rodrigo Santoro, Othon Bastos, Cássia Kis
Como todo adolescente, Neto comete pequenas rebeldias, como pichar muros, usar brinco e fumar um baseado. Mas seus pais, sentindo que estão perdendo o controle, resolvem trancafiá-lo em um hospital psiquiátrico, onde Neto conhece uma realidade desumana e vive emoções e horrores que ele nunca imaginou que pudessem existir.
Classificação: 14 anos
17h – O SOM AO REDOR
(Brasil, 2012, 128 min)
Direção: Kleber Mendonça Filho
Elenco principal: Ana Rita Gurgel, Caio Almeida, Maeve Jinkings
A vida dos residentes de uma rua de classe média do Recife-PE toma um rumo inesperado, quando uma empresa de segurança particular é contratada para trazer paz aos moradores. Para alguns deles, a presença dos guardas cria mais tensão do que alívio.
Classificação: 16 anos
19h – PIXOTE, A LEI DO MAIS FRACO
(Brasil, 1981, 128 min)
Direção: Hector Babenco
Elenco principal: Fernando Ramos da Silva, Jorge Julião, Gilberto Moura.
Um grupo de garotos pobres torna-se amigo em um reformatório. Presenciando e sofrendo a violência de companheiros e a incompreensão e despreparo dos guardas, eles fogem e, para sobreviver, são levados a praticar pequenos crimes. Conforme se envolvem em confrontos, vão sendo mortos. O último que resta é Pixote.
Classificação: 18 anos
Cinemateca do MAM
Entrada gratuita
Distribuição de senhas: 30 minutos antes de cada sessão.
Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro-RJ
Nos dias de tbt, a gente adora falar sobre cinema. Faz tão bem relembrar um filme que marcou época, não é mesmo?
(Divulgação: IMDb)
Para comemorar o tbt do cinema, trouxemos para vocês o clássico de 1994 “Forrest Gump: O Contador de Histórias”. Baseado no livro de Winston Groom, o filme conta a trajetória desde a infância, até a vida adulta de Forrest, um menino que tinha um QI abaixo da média e problemas nas pernas, mas sua mãe sempre o protegia e não deixava que isso o abalasse. O longa mostra sua participação em vários momentos importantes da história dos Estados Unidos, como a guerra do Vietnã, onde serviu ao exército – tudo narrado pelo próprio.
(Cena de Forrest Gump | IMDb)
A mensagem mais importante do filme, é que mesmo com suas dificuldades, Forrest Gump vive uma vida normal e incrível, constrói uma família e realiza seus sonhos. O que podemos trazer para os dias atuais, é a inclusão de todos na sociedade. Independentemente de como a pessoa seja, todos merecem ser felizes e ter seus direitos respeitados.
Com certeza você já assistiu, riu e se emocionou com essa tão linda história. É aquele filme que podemos assistir muitas vezes, mas nunca enjoamos. Como esquecer da icônica cena onde Forrest encontra Elvis Presley e dança junto com o cantor? Ou quando conhece Jonh Lenon? Cenas extremamente memoráveis!
(Tom Hanks e John Lenon em cena | IMDb)
O longa é estrelado por Tom Hanks, que recentemente foi homenageado no prêmio Cecil B. DeMille, no GlobodeOuro, por sua contribuição significativa na indústria do cinema.
A gente sabe que vocês curtem séries e filmes, mas dessa vez, viemos falar sobre uma coisa diferente: Documentários! Confira a nossa lista de documentários pra você assistir na Netflix:
The Game Changers – A série tem como objetivo nos mostrar que atletas veganospodem sim se destacar nos esportes, desmentindo assim, aquela ideia de que, para ganhar músculos, é necessário consumir animais. Conta com a presença de vários atletas famosos, incluindo Arnold Schwarzenegger.
(Divulgação: VegNews)
Apenas cães – Esse é pra derreter o nosso coração! Acompanhem seis emocionantes histórias entre cachorros e seus donos (todas verídicas). Eles mostram o quanto os animais são companheiros e também possuem sentimentos.
(Divulgação: YouTube)
Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy – Dividido em 4 episódios, descobrimos toda a história por trás do assassino Ted Bundy, que conta sobre seus próprios crimes, deixando claro seu ponto de vista sobre cada um.
(Divulgação: YouTube)
Democracia em Vertigem – Documentário sobre todo o processo de impeachment daex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff. Conta com imagens reais de dentro do Palácio da Alvorada, enquanto a votação para a queda de Dilma acontecia. Dirigido por Petra Costa, foi recentemente indicado ao Oscar de Melhor Documentário.
(Divulgação: Tribuna de Minas)
Feministas: O Que Elas Estavam Pensando? –Através das palavras de importantes mulheres, como Jane Fonda, os temas aborto, igualdade de gênero e maternidade são abordados. O doc conta como era o feminismo dos anos 70, até os dos dias atuais e como ainda há muito o que ser feito.
(Divulgação: Medium)
Explicando –Dividido em duas temporadas, aborda em cada episódio, diferentes e polêmicos temas, como astrologia, saúde, diferenças salariais, entre outros. O documentário explica de forma clara cada assunto, esclarecendo muitas de nossas dúvidas.
(Divulgação: Netflix)
Fyre Festival: Fiasco no Caribe – Centenas de pessoas compram pacotes caríssimos para um festival em Bahamas. Porém, chegando lá, encontram presos em um ilha deserta, com o espaço ainda em construção.
(Divulgação: Metafictions)
Absorvendo o Tabu –Em uma parte rural da Índia, a palavra “menstruação” ainda é um grande tabu (as meninas até param de estudar após esse evento). Tudo muda quando uma máquina de fazer absorventes é criada e um grupo de mulheres fica encarregado de produzi-los e vendê-los.
(Divulgação: Twitter)
Rotten – Esse documentário nos mostra como os alimentos que consumimos estão nos matando aos poucos e como devemos evitar comidas industrializadas.
(Divulgação: Netflix)
Chef’sTable – Conheça um dos mais renomados chefs do mundo e conheça suas rotinas e filosofias. Cada episódio é nomeado conforme uma figura notável da culinária, que abre seu restaurante para uma conversa aberta.
A maior premiação musical do mundo, o Grammy Awards, aconteceu ontem (26) e deixou todo mundo impactado na maior parte do tempo. Por isso, caso você tenha perdido essa noite maravilhosa, não se preocupe, estamos aqui pra dar uma relembrada nos melhores momentos da noite. Vem com a gente!
(Divulgação: Popline)
O furacão Lizzo chegou para abrir a noite e veio quebrando tudo! Antes de iniciar, ela dedica sua performance à Kobe Bryant, jogador de basquete que faleceu na manhã de ontem devido à um acidente de helicóptero. A cantora cantou os hits “Cuz I Love You” e “Truth Hurts”, além de fazer um show incrível na flauta! Lizzo, que tem uma mensagem fortíssima contra o machismo e gordofobia, mostrou-se invencível durante sua apresentação! E, para melhorar a noite, a artista levou 3 Grammy’s pra casa, sendo a segunda maior vencedora da noite!
(Divulgação: GRAMMY)
Não podemos esquecer dela, a anfitriã da noite, Alicia Keys. Um mulherão que esbanje talento, prêmios, carisma, beleza e amor! Alicia sobe ao palco do Grammy, logo depois de Lizzo, fazendo uma linda homenagem ao Kobe Bryant e sua filha, Gianna Bryant, que também faleceu no acidente. A cantora fez uma breve performance da música “It’s So Hard to Say Goodbye to Yesterday”, acompanhada do grupo Boyz II Men.
(Homenagem ao ex-jogador Kobe Bryant | YouTube)
Os Jonas Brothers chegaram com tudo na premiação. Os irmãos cantaram um trechinho de “Five More Minutes”, música nova do grupo, que ainda não foi lançada! Além desse breve trecho, eles fizeram a primeira live de seu novo hit “What a Man Gotta Do”! Pudemos ver os dançarinos fazendo a mesma coreografia dançada no clipe, foi incrível!
(Jonas Brothers em destaque na cerimônia | POPline)
Prince foi o artista homenageado do ano pelo Grammy, tendo como intérprete o cantor Usher. As performances dos hits “Little Red Corvette”, “When Doves Cry” e “Kiss” foram alvos de críticas pelo fato de que muitos acharam que a essência das músicas havia sido totalmente mudada, além da falta de carisma e sensualidade do cantor, coisa que Prince tinha de sobra!
(Usher em tributo a Prince | EW)
Uma das performances mais emocionantes da noite veio dela, Camila Cabello. A fada cubana chegou com sua nova música “First Man”, em que ela homenageia seu pai, Alejandro Cabello, que não conseguiu segurar suas lágrimas e fez a gente chorar junto com ele! Um momento lindo! A cantora de “Havana” parece mostrar cada vez mais força em suas performances solo, que mulher!
(Divulgação | US Hola)
Falando em fada, não podemos deixar de falar da máquina de hits, Ariana Grande! A cantora fez uma performance IMPECÁVEL de “Imagine”, “7 rings” e “Thank U, Next”, incluindo um trecho de “My Favorite Things”. Ela arrasou e não foi pouco. Ariana foi indicada em 5 categorias, mas infelizmente não levou nenhum prêmio pra casa.
(Ariana Grande no GRAMMY 2020 | Hollywood Reporter)
GENTE DO CÉU! Que momento foi esse do Aerosmith? Além de levarem o prêmio pela categoria de Personalidade do Ano, a banda fez uma performance única de “Livin’ on the Edge” e “Walk this Way”! Eles mandaram muito bem, além de resolverem a briga que eles tinham com o baterista Joey Kramer.
(Aerosmith faz apresentação icônica | Stereogum)
E agora um dos momentos mais aleatórios do Grammy: Lil Nas X, Billy Ray Cyrus, BTS, Mason Ramsey e Diplo se juntaram para fazer uma performance do hit “Old Town Road”! Essa mistura toda acabou comprometendo um pouco a sonoridade da música, já que ela perdeu muito a essência e acabou gerando algumas críticas por parte do público.
(Lil Nas X, Billy Ray Cyrus, BTS, Mason Ramsey e Diplo no palco do Grammy | Rap 24 Horas)
‘La Rosalía’! Não vou poupar palavras para essa mulher incrível que chegou chegando no palco do Grammy! O ícone espanhol não trouxe apenas sua voz maravilhosa, mas todo seu talento em todos os aspectos! Rosalía cantou “Juro Que” e “Malamente”, mas o destaque da noite vai para sua dança! A cantora levou o público a loucura ao dançar flamenco, sendo um dos momentos mais marcantes da premiação! Além disso ela ainda levou pra casa o prêmio de Melhor Álbum Latino de Rock, Urban ou Alternativo por “El Mal Querer”! Essa mulher é maravilhosa!
(Divulgação | Los Replicantes)
John Legend e DJ Khaled fizeram um show ao cantarem Higher! A música, lançada em 2019, se tornou um sucesso principalmente após o trágico assassinato de Nipsey Hussle no dia 31 de março de 2019. Os colegas de música fizeram uma linda homenagem ao cantor, além de homenagearem Kobe.
O momento mais marcante da noite foi, com certeza, o comeback da Demi Lovato. Ela não se apresentava desde 2018, devido à overdose que quase a levou de nós. A cantora fez uma performance emocionante de “Anyone”, música que foi escrita pouco antes do acidente. Demi foi ovacionadíssima pelo público e colegas de trabalho dentro e fora do Grammy. Esperamos de verdade que ela volte com tudo e que consiga se fortalecer cada vez mais diante de tanto sofrimento que passou. Ela é, de fato, uma mulher guerreira e forte! Sua voz? Impecável como sempre. A música já está disponível nas plataformas digitais.
O destaque da noite também vai para Billie Eilish, que levou a maior parte dos prêmios para casa! Nem ela acreditou quando recebeu o prêmio mais importante, o de Álbum do Ano! Billie é uma das cantoras mais superestimadas que já vi em uma premiação. Ela tem talento? Sim! Mas isso não descarta o fato de que o Grammy, bem como a indústria musical inteira estejam paparicando a cantora por ela ser tão nova e já fazer tanto sucesso. Lil Nas X, Lizzo, Ariana Grande, Lana Del Rey, Lady Gaga, Beyoncé e Taylor Swift foram alguns dos nomes que perderam para Billie. Se fôssemos pensar em qualidade, ela não seria o melhor nome para isso, mas vamos ver o que ainda vai rolar!
(Divulgação | La Vanguardia)
As mulheres tiveram grande participação no Grammy 2020 e isso já é um grande passo, pois a indústria musical é bem machista por mais que não pareça. A premiação contou com momentos inesquecíveis, qual destaque vocês mais gostaram?
CONFIRA ABAIXO A LISTA DE VENCEDORES DO GRAMMY AWARDS 2020:
Álbum do ano:
When We All Fall Asleep Where Do We Go — Billie Eilish – VENCEDORA I,I — Bon Iver Norman F***ing Rockwell — Lana Del Rey Thank U, Next — Ariana Grande I Used to Know Her — H.E.R. 7 — Lil Nas X Cuz I Love You — Lizzo Father of the Bride — Vampire Weekend
Gravação do ano:
Bad Guy — Billie Eilish – VENCEDORA Hey, Ma — Bon Iver 7 Rings — Ariana Grande Hard Place — H.E.R. Talk — Khalid Old Town Road — Lil Nas X e Billy Ray Cyrus Truth Hurts — Lizzo Sunflower — Post Malone e Swae Lee
Música do ano:
Bad Guy — Billie Eilish O’Connell e Finneas O’Connell – VENCEDORA Always Remember Us This Way — Natalie Hemby, Lady Gaga, Hillary Lindsey e Lori McKenna Bring My Flowers Now — Brandi Carlile, Phil Hanseroth, Tim Hanseroth e Tanya Tucker Hard Place — Ruby Amanfu, Sam Ashworth, D. Arcelious Harris, H.E.R. e Rodney Jerkins Lover — Taylor Swift Norman F***ing Rockwell — Jack Antonoff e Lana Del Rey Someone You Loved — Tom Barnes, Lewis Capaldi, Pete Kelleher, Benjamin Kohn e Sam Roman Truth Hurts — Steven Cheung, Eric Frederic, Melissa Jefferson e Jesse Saint John
Artista revelação:
Billie Eilish – VENCEDORA Black Pumas Lil Nas X Lizzo Maggie Rogers Rosalía Tank and the Bangas Yola
Melhor performance pop solo:
Truth Hurts — Lizzo – VENCEDORA
Spirit — Beyoncé Bad Guy — Billie Eilish 7 Rings — Ariana Grande You Need To Calm Down — Taylor Swift
Melhor performance de rap/sung:
Higher — DJ Khaled feat Nipsey Hussle & John Legend -VENCEDORA Drip Too Hard — Lil Baby & Gunna Panini — Lil Nas X Ballin — Mustard Featuring Roddy Ricch The London — Young Thug Featuring J. Cole & Travis Scott
Melhor Performance de R&B:
Come Home — Anderson .Paak feat André 3000 – VENCEDOR Love Again — Daniel Caesar & Brandy Could’ve Been — H.E.R. feat Bryson Tiller Exactly How I Feel — Lizzo feat Gucci Mane Roll Some Mo — Lucky Daye
Melhor Performance de Duo/Grupo Country:
Speechless— Dan + Shay – VENCEDORES Brand New Man — Brooks & Dunn e Luke Combs I Don’t Remember Me (Before You) — Brothers Osborne The Daughters — Little Big Town Common — Maren Morris e Brandi Carlile
Melhor Performance de R&B tradicional:
Jerome — Lizzo – VENCEDORA Time Today — BJ The Chicago Kid Steady Love — India.Arie Real Games — Lucky Daye Built For Love — PJ Morton e Jazmine Sullivan
Melhor performance de metal
7empest — Tool – VENCEDOR Astorolus – The Great Octopus — Candlemass Featuring Tony Iommi Humanicide — Death Angel Bow Down — I Prevail Unleashed — Killswitch Engage
Melhor álbum vocal de pop:
When We All Fall Asleep, Where Do We Go — Billie Eilish – VENCEDOR
The Lion King: The Gift — Beyoncé Thank U, Next — Ariana Grande No. 6 Collaborations Project — Ed Sheeran Lover — Taylor Swift
Melhor performance de pop em grupo ou duo:
Old Town Road — Lil Nas X e Billy Ray Cyrus – VENCEDOR
Boyfriend — Ariana Grande e Social House Sucker — Jonas Brothers Señorita — Shawn Mendes e Camila Cabello
Melhor música de rock:
This Land — Gary Clark Jr. – VENCEDOR Fear Inoculum — Tool Give Yourself a Try —The 1975 Harmony Hall — Vampire Weekend History Repeats — Brittany Howard
Melhor Performance de Rock:
This Land — Gary Clark Jr. – VENCEDOR Pretty Waste — Bones UK History Repeats — Brittany Howard Woman — Karen O & Danger Mouse Too Bad — Rival Sons
Melhor álbum de R&B:
Venture — Anderson .Paak – VENCEDOR 1123 — BJ The Chicago Kid Painted — Lucky Daye Ella Mai — Ella Mai Paul — PJ Morton
Melhor Álbum de rap:
Igor — Tyler, The Creator -VENCEDOR Revenge Of The Dreamers III — Dreamville Championships — Meek Mill I Am > I Was — 21 Savage The Lost Boy — YBN Cordae
Melhor álbum vocal de pop tradicional:
Look Now — Elvis Costello & The Imposters – VENCEDOR Sì — Andrea Bocelli Love — Michael Bublé A Legendary Christmas — John Legend Walls — Barbra Streisand
Melhor álbum de country:
While I’m Livin’ — Tanya Tucker – VENCEDOR
Desperate Man — Eric Church Stronger Than The Truth — Reba McEntire Interstate Gospel — Pistol Annies Center PointRoad — Thomas Rhett
Melhor álbum de rock:
Social Cues — Cage The Elephant – VENCEDOR In The End — The Cranberries Trauma — I Prevail Feral Roots — Rival Sons Amo — Bring Me The Horizon
Melhor álbum de rock, música urbana e alternativa latina:
Rosalia — El Mal Querer – VENCEDOR Bad Bunny — X 100PRE
J Balvin & Bad Bunny — Oasis
Flor de Toloache — Indestrutible
iLe — Almadura
Melhor álbum de música alternativa:
Father Of The Bride — Vampire Weekend – VENCEDOR U.F.O.F. — Big Thief Assume Form — James Blake I,I — Bon Iver Anima — Thom Yorke
Melhor álbum contemporâneo urbano:
Cuz I Love You — Lizzo – VENCEDOR Apollo XXI — Steve Lacy Overload — Georgia Anne Muldrow Saturn — NAO Being Human In Public — Jessie Reyez
Que o Telecine não decepciona, a gente já sabe, mas esse nosso novo parceiro resolveu liberar a cinelist com os conteúdos nacionais que amamos para você, leitor do Entretetizei! Se você gosta do cinema brasileiro e quer sugestão de filmes maravilhosos, vêm com a gente nesse texto e aproveite…
Nos filmes em destaque, temos as duas produções de Paulo Gustavo, que interpreta Dona Hermínia em ‘Minha Mãe é uma Peça’. Desde 2013, o filme conquista fãs que se identificam, choram, sorriem com a história, baseada na família do humorista. Vale lembrar que “Minha Mãe é uma Peça 3” já está disponível nos cinemas e com menos de um mês em cartaz nos cinemas de todo Brasil e com circuito ainda amplo de 1092 telas, bateu novo recorde e tornou a comédia nacional de maior público. Se você ainda não assistiu essa sequência, assista, pois com certeza você vai rir muito! No Telecine, você confere os filmes 1 e 2.
(Divulgação: Spinoff)
Em uma trilogia de sucesso, Ingrid Guimarães, agradou ao público brasileiro, quando estrelou em ‘De Pernas Pro Ar”, que conta a história de Alice Segretto, uma mulher empresária, que deu a volta por cima após ser demitida e abandonada por seu marido, se tornando dona de uma das maiores redes de sexy shop. A trama é incrível e mostra a força que nós temos se acreditarmos que podemos. Imperdível!
(Divulgação: Telecine Play)
Quem aqui é apaixonado pela Turma da Mônica? Certamente essa turminha já passou por sua vida e deixou saudade. Então aqui vai uma dica: assista ”Turma da Mônica: Laços”, do universo de Maurício de Sousa. Após tentar roubar o coelho Sansão, Cebolinha se depara com o sumiço de Floquinho. Ele então embarca numa divertida aventura ao lado de Mônica, Magali e Cascão para desvendar esse mistério e encontrar seu fiel escudeiro. Prepare-se para muito nostalgia!
(Divulgação: Elo7)
Outro longa que não pode faltar, é “O Candidato Honesto”, com Leandro Hassum. Ele interpreta João Ernesto, um candidato à presidência da República que tem a certeza de que vencerá com base em mentiras. O político é surpreendido por um “feitiço” que o obriga a dizer somente a verdade. Se prepare pra muito humor e críticas!
(Divulgação: Observatório do Cinema)
Nossa última sugestão é ‘Minha Vida em Marte’, que tem como atores principais, Paulo Gustavo e Monica Martelli. Os dois interpretam os amigos, Aníbal e Fernanda, que passa por crises em seu casamento e se divorcia. Ao pedir a ajuda de seu amigo, os dois partem para Nova York numa viagem cheia de risadas e descobertas. O filme é incrível e ainda tira muitas risadas.
(Divulgação: Observatório do Cinema)
FIQUE LIGADO
Todas As Canções De Amor já está disponível no catálogo do Telecine!
(Divulgação: Telecine)
Chico (Bruno Gagliasso) e Ana (Marina Ruy Barbosa) são um jovem casal que acaba de se mudar para um novo apartamento em São Paulo. Lá, eles descobrem uma fita cassete com canções de amor que Clarisse (Luiza Mariani) gravou para o marido Daniel (Julio Andrade), décadas atrás, em um período de crise. Mesmo completos desconhecidos, os casais se conectam através das músicas que embalam ambos os relacionamentos.
Esperamos que vocês tenham curtido nossas dicas! Lembrando que você pode acessar o Telecine GRATUITAMENTE por 7 dias e degustar diversos títulos de sucesso.Clique aqui e saiba mais!
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O cinema brasileiro têm crescido cada vez mais e fazer com que ele seja apoiado é um dever nosso! Até a próxima! 🙂
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