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Entrevista | Pedro Rhuas fala sobre a importância da representatividade na literatura e o carinho que recebe de seus leitores

O autor nos conta suas maiores inspirações, projetos futuros e a importância de existirem mais histórias inclusivas no meio literário

 

 

Pedro Rhuas, natural de Mossoró no Rio Grande do Norte, é um jornalista e escritor que viu sua vida tomar um novo rumo quando com menos de 30 anos publicou uma de suas primeiras obras, Enquanto eu não te encontro, que virou um best-seller nacional.

O livro foi lançado pela editora Seguinte em 2021 e rapidamente se tornou um sucesso, com 50 mil exemplares vendidos em menos de um ano após a estreia. 

A escrita de Pedro aborda narrativas significativas tanto na literatura quanto na música. Já que ele também é cantor e compositor, todos os seus trabalhos entregam histórias com protagonismo LGBTQIAP+ e amores à primeira vista. 

 

Após o lançamento de seu primeiro best-seller, o escritor entregou ao público mais três obras até o momento: A gente se vê na Parada (2023), O Universo sabe o que faz (2023) e O mar me levou a você (2023), tendo trabalhado também em trilhas sonoras para seus livros.

 

Foto: reprodução/Folha PE

Um universo conectado também está nos planos do autor, que leva a seus leitores o projeto Rhuaverso, uma comunidade literária que também busca interligar suas obras.

 

Em entrevista ao Entretetizei, Pedro fala um pouco sobre seus hobbies, os escritores que o inspiraram a iniciar suas histórias e a relação que construiu com seus leitores, além da representatividade que seus personagens trazem para este público mais jovem.

Entretetizei: Com menos de 30 anos você já é considerado um dos autores nacionais mais conhecidos do momento, quais escritores te inspiraram a começar a escrever suas histórias?

 

Pedro: Nossa, o Pedro do passado jamais pensou que alcançaria tantos lugares especiais com a literatura! Embora eu já tivesse uma linda relação com os livros na infância, minha paixão pela literatura se intensificou na adolescência. Foi aí que a paixão se transformou em um relacionamento seríssimo. Eu tinha um site sobre livros e devo ter lido cerca de 350 obras entre os 14 e os 19 anos, que foi quando iniciei Enquanto eu não te encontro. Entre os autores que mais me inspiraram no período, destaco Antoine de Saint-Exupéry, C. S. Lewis, David Levithan, Rick Riordan, Richelle Mead, Cassandra Clare, Lauren Oliver, Suzane Collins, Jojo Moyes, Jennifer E. Smith, John Green, Philip Pullman, Stephanie Perkins e John Boyne. Eu era devorador de lançamentos! 

 

 

E: Em 2022, na Bienal do Livro de São Paulo, seu nome se tornou um dos mais comentados do evento. Como se sente recebendo tanto carinho dos seus leitores? Podemos esperar sua participação na Bienal paulista deste ano?

 

P: Quando eu li a matéria sobre a pesquisa que me destacou como o autor mais comentado da Bienal de São Paulo 2022 no Twitter junto com Miriam Leitão e Ilze Scamparini eu fiquei decididamente chocado. Era meu segundo grande evento como autor, e eu não esperava tamanho carinho. Me sinto realizado, tocado e, acima de tudo, grato. Tenho uma forte relação com a minha criança interior, e situações marcantes como essa me dão a sensação de que estou abraçando os sonhos dela. Sobre a Bienal 2024, obviamente tenho planos de regressar!

 

E: Grande parte de seu público é formado por jovens, e atualmente os números apontam um aumento expressivo no número de leitores adolescentes e jovens adultos. Na sua opinião essa crescente está envolvida com a maior quantidade de lançamentos de livros com histórias mais inclusivas e plurais?

 

P: Nas últimas décadas, nós experimentamos um grande boom na literatura jovem, com a consolidação do gênero Young Adult, ou Jovem-Adulto. A criação literária focada no segmento juvenil ainda é muito recente, do ponto de vista histórico. Grandes fenômenos como Harry Potter, Crepúsculo e Jogos Vorazes, que impactaram fortemente a cultura pop, revolucionaram o cenário nos anos 2000. O que vimos nos últimos quatro anos, contudo, foi uma nova onda impulsionada pelo TikTok e pelas histórias diversas, especialmente com protagonismo LGBTQIAP+, que viralizaram através dele. Acontece que hoje a literatura oferece muito mais pluralidade que outros formatos, como o próprio audiovisual, e isso atrai quem não consegue se ver representado em outros lugares. Apesar do sucesso de vendas de diversos romances com temática LGBTQIAP+ no Brasil, por exemplo, não tivemos grandes adaptações, o que é uma pena, pois nosso país, com a riqueza de narrativas e o público engajado que possui, poderia se destacar mundialmente nesse segmento.

Foto: reprodução/Jornal Correio

 

E: Seus livros se tornaram best-sellers, “Enquanto eu não te encontro” foi um sucesso, e além de escrever o livro, você também foi responsável por criar trilhas sonoras para as obras, que claro também foram um sucesso. Seus fãs podem esperar mais novidades suas no mundo da música?

 

P: Decididamente! Para este ano, há novidades musicais. Estou trabalhando nas faixas finais que comporão o EP do livro “O mar me levou a você”, que já teve o single homônimo lançado.

 

E: Existe algum talento seu que ainda não conhecemos?

 

P: A fotografia, talvez? Eu amo fazer fotos, e recentemente criei um perfil no Instagram, o @infinitoadiante, onde pretendo postar mais das minhas fotos. É um hobbie adorável! 

 

 

E: Você se declara um viajante, e nas redes sociais acompanhamos as lindas praias por onde você passa, que obviamente te inspiram, e isso fica mais claro em “O mar me levou a você”. Existe alguma outra praia especial que te ajudou no processo de escrita deste livro?

 

P: Decididamente a própria praia onde o livro se passa: Canoa Quebrada, em Aracati, no Ceará. Este lugar mágico transformou a minha vida. Entre suas falésias, dunas e mar acolhedor, eu tive grandes ideias. Mas, fora Canoa, que é uma resposta meio óbvia da minha parte, admito, outra praia que me inspirou foi Imsouane, no Marrocos. Foi lá que eu fiz trabalho voluntário em um acampamento de yoga e de surfe, no Sandycamps. Aprendi a surfar em Imsouane, que é famosa por ter a maior onda de longa duração da África do Norte. Eu ainda não sabia, mas a sementinha de “O mar me levou a você” era plantada ali! 

 

E: A literatura nacional sofre com uma desvalorização, e infelizmente você passou por algo difícil quando divulgou que “O mar me levou a você” estava tendo cópias ilegais comercializadas. Qual o sentimento de passar por algo assim?

 

Choque. Horror. Decepção. Raiva. Indignação. Vulnerabilidade. Todos esses sentimentos me atravessaram quando descobri, por denúncias de leitores, que cópias físicas ilegais do meu livro “O mar me levou a você” estavam sendo vendidas semanas antes do lançamento do livro em 2023. Eu nem sabia que algo do tipo era possível, e não imaginava que aconteceria logo comigo. Eu me senti violado. Havia passado anos planejando essa obra, ansiando por ela e me dedicando para que chegasse à sua melhor versão, para momentos antes do que deveria ser uma celebração pessoal, uma história tão querida se tornar caso de polícia. No entanto, o sentimento de impotência logo se transformou em força pessoal. Eu sabia que não estava sozinho, e a resposta solidária da comunidade literária, da Companhia das Letras, meus leitores, colegas escritores e jornais do Brasil mostrou isso. Espero que eu tenha sido o último a passar por uma grave violação de direitos autorais como essa, mas sei que não é verdade. Todos os dias, escritores publicados por editoras tradicionais ou de forma independente são pirateados, e pouco é feito para minimizar os impactos.

 

E: Como você se sente sendo alguém que leva representatividade e amor para jovens que muitas vezes se sentem sozinhos? Qual a importância de exercer esse trabalho para você?

 

P: Todos os dias eu recebo mensagens de leitores me agradecendo por escrever os livros que eu escrevo. Leitores que se sentem perdidos e buscam conselhos. Leitores que são vítimas de preconceito, do ódio de famílias homofóbicas e lares que, em geral, não os aceitam. Leitores que se sentem tocados pela minha jornada, e pela posição de destaque em que me encontro hoje de poder usar a minha voz, algo ainda tão cerceado para tantas pessoas LGBTQIAP+, infelizmente. Há tempos que a minha jornada pessoal deixou de ser exclusivamente minha e se tornou coletiva. E, por isso, eu me sinto orgulhoso. Sei que meu trabalho impacta vidas. Que aquece corações, que inspira, que planta sementes de um amanhã melhor, fé, esperança para quem não tem. Tirar uma boa gargalhada de alguém – ou fazer um leitor chorar com uma cena fofinha – é fantástico. Mesmo com as dificuldades, esse é um dos trabalhos mais legais do mundo, decididamente. Imagina poder contagiar pessoas através de histórias? Acima de tudo, criar literatura com protagonismo nordestino e LGBTQIAP+ é uma missão, e eu pretendo seguir na estrada, mochila nas costas, sendo o contador de história que sou.

 

E: Por fim, quais são seus próximos projetos?

 

P: Eu estou super ansioso para as novidades de 2024! Meu próximo lançamento é uma história em quadrinho ilustrada por Lila Cruz, que adapta o capítulo bônus de “O mar me levou a você”, um crossover com “Enquanto eu não te encontro”. O resultado ficou maravilhoso e os leitores irão amar! Além disso, o Rhuasverso pode aguardar música e outros projetos literários. Não posso dizer mais do que isso.

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Texto revisado por: Thais Moreira

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Elenco do BL Pit Babe fará evento em São Paulo

Fan meeting que acontecerá em agosto contará com a presença dos doze atores tailandeses

Chamando toda a nação BLzeira! O elenco do BL tailandes Pit Babe fará um fan meeting em São Paulo no dia 17 de agosto. Os doze atores da série trarão para o Brasil a turnê Love’s Journey, que se iniciou na Ásia após a exibição do último episódio da série, que conquistou o público brasileiro. 

A venda de ingressos para o Pit Babe 1st Fan Meeting in Brazil – Love’s Journey começa neste sábado (23), às 12h, exclusivamente pela internet na Shotgun. Há opções de ingressos promocionais para quem fizer a doação de 1kg de ração para cães ou gatos no dia do evento. Haverá pré-venda entre os dias 20 e 21 de março para clientes do Clube Fidelidade Galaxie da Highway Star. 

O elenco de Pit Babe se apresentará em um fan meeting, evento característico da indústria do entretenimento asiático, com apresentações musicais, entrevistas e brincadeiras no palco. Além de assistir o evento, fãs poderão adquirir pacotes VIP para tirar fotos e cumprimentar os artistas.

Pit Babe
Foto: divulgação/Highway Star

A fan meeting de Pit Babe já aconteceu na Tailândia e Hong Kong e o Brasil é a única parada confirmada fora da Ásia. A turnê também passará por Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Vietnã, Filipinas, Macau e Camboja. 

Sobre o BL

Pit Babe foi ao ar entre novembro de 2023 e fevereiro deste ano e é uma série BL, termo usado para classificar histórias asiáticas sobre relacionamentos românticos entre personagens masculinos. A história tem como protagonista o piloto de corridas, Babe, e o aspirante a piloto, Charlie. Com 13 episódios, a série foi dirigida por Peter Nopachai Jayanama e distribuída internacionalmente pela plataforma de streaming iQIYI. 

No Brasil, Pit Babe se popularizou principalmente entre comunidades de fãs na internet, especialmente entre grupos dedicados à divulgação e compartilhamento de conteúdo sobre séries asiáticas do BL. O evento no Brasil contará com a presença dos atores protagonistas da série, Pavel e Pooh, além de Nut, Sailub, Pon, Ping, Garfield, Michael, Topten, Lee, Pop e Benz.

CONFIRA O SERVIÇO COMPLETO – PIT BABE 1ST FAN MEETING IN BRAZIL LOVE’S JOURNEYSÃO PAULO – SP

Data: 17 de agosto de 2024 (sábado)
Horários: 19h (abertura dos portões às 17h)
Local: Terra SP (Av. Salim Antônio Curiati, 160 – Campo Grande)
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais, responsável legal ou parentes, mediante documento comprobatório. Idade mínima para participar do evento: 12 anos.
Pré-venda para clientes do Clube Fidelidade Galaxie: Entre 12h do dia 20 de março e até às 23h59 do dia 21 de março.
Abertura de vendas para o público geral: 23 de março (sábado), às 12h
Onde comprar: https://shotgun.live/events/pit-babe-1st-fan-meeting-in-brazil-love-s-journey
Formas de pagamento: Débito, crédito, PIX. Parcelamento em até 12x no cartão de crédito. Para boleto, entre em contato com o e-mail contato@hwstar.com.br.
Valores dos ingressos (sujeito a taxa de conveniência):
Pista Premium: R$320 (meia-entrada e social*) | R$640 (inteira)
Pista: R$150 (meia-entrada e social*) | R$300 (inteira)
Camarote 1: R$300 (meia-entrada e social*) | R$600 (inteira)
Camarote 2: R$270 (meia-entrada e social*) | R$540 (inteira)
VIP 1 (Inclui ingresso Pista Premium + Foto em Individual** + Entrada Antecipada + Pôster pré-autografado + Hi-touch): R$1.700 (meia-entrada e social*) | R$2.020 (inteira)
VIP 2 (Inclui ingresso Pista Premium + Foto em Grupo** + Pôster pré-autografado + Hi-touch): R$900 (meia-entrada e social*) | R$1.220 (inteira)
VIP 3 (Inclui ingresso Camarote 1 + Foto em Grupo** + Hi-touch): R$590 (meia-entrada e social*) | R$890 (inteira)
Hi-touch***: R$150 (valor único)

Foto: divulgação/Highway Star

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Texto revisado por Luiza Carvalho.

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Cultura asiática Música Notícias

I-LAND 2: N/a anuncia escalação de produtores e diretores de performance

Descubra quem será a equipe responsável pelo próximo programa de sobrevivência de grupo feminino da Mnet

Após o anúncio de que o ator Song Kang estrelará o programa como contador de histórias, a Mnet revelou hoje (18) que Taeyang do BIGBANG, os dançarinos Monika e Lee Jung, bem como os produtores 24 e VVN serão os produtores e diretores de performance de I-LAND 2: N/a.

Ao contrário da primeira temporada do programa de sobrevivência da Mnet I-LAND, que foi produzida em colaboração com a HYBE e deu origem ao grupo masculino ENHYPEN em 2020, a segunda temporada será uma colaboração com o produtor de longa data da YG Entertainment, Teddy, e sua agência THE BLACK LABEL

Taeyang atuará como produtor principal de I-LAND 2: N/a e ajudará a descobrir e desenvolver competidores talentosos junto com Teddy. 24, que produziu canções de sucesso como DDU-DU DDU-DU do BLACKPINK, SOLO de Jennie, On The Ground de Rosé e DUMB DUMB de Jeon Somi, e VVN, que trabalhou em Still Life do BIGBANG, Ready For Love do BLACKPINK e Flower da Jisoo servirão como produtores musicais.

Além disso, os dançarinos Monika e Lee Jung, que iniciaram uma mania de dança na Coreia através de Street Woman Fighter, atuarão como diretores de performance.

I-LAND
Foto: reprodução/Soompi

No vídeo teaser que foi lançado junto com o pôster, Taeyang expressa: Quero transmitir e ensinar bem a identidade, as habilidades e o caráter que alguém pode ter como cantor.” 24 comenta: Entre os 24 concorrentes, não há ninguém que não tenha qualidade de estrela. O que é importante é a rapidez com que eles podem revelar seu potencial. VVN diz: “Acho que um grande grupo nascerá através da nossa produção especial.

Monika e Lee Jung também expressam sua determinação. Monika partilha: “Além das técnicas, quero realçar qualidades como presença de palco e profissionalismo que não são visíveis exteriormente.” Lee Jung diz: “Quero ensiná-los a dançar habilmente. Será divertido assistir até o final, pois acredito que os competidores têm um potencial infinito.

Assista ao teaser completo:

 

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Texto revisado por Kalylle Isse

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Entretenimento Música Notícias

TINN lança seu álbum de estreia, antiSOCIAL

Primeiro single, Apocalipse, já conta com um videoclipe ao lado da artista Bea Duarte

O primeiro álbum do cantor e compositor brasileiro, TINN, já está disponível nas plataformas de música. Com nove faixas e um interlude, antiSOCIAL traz a história do artista nos últimos anos, abordando momentos de solidão, ingenuidade, emancipação e raiva.

O primeiro single do álbum, Apocalipse, já conta com um clipe ao lado da artista Bea Duarte. Dirigido por Bruno Fioravanti, o vídeo já tem mais de 30 mil visualizações no youtube. Confira:

Confira a tracklist abaixo:

  1. antiSOCIAL
  2. O maior otário da cidade
  3. Vilão
  4. Dias Passam
  5. Nunca vou te perdoar
  6. Dublê
  7. Todo Fudido
  8. Despedida
  9. Apocalipse feat. Bea Duarte
  10. Início ao fim

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Texto revisado por Luiza Carvalho.

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Livros Notícias Séries

Resenha | Eddie Munson entre rock, sonhos e problemas nos anos 80

Descubra o passado do líder do Hellfire Club, mergulhe em referências musicais e reviravoltas em Stranger Things: O Voo de Ícaro

Se você gosta de música principalmente de rock , jogos de RPG e referências aos anos 80, Stranger Things: O Voo de Ícaro pode ser a sua próxima leitura favorita. A obra, lançada no Brasil pela editora Intrínseca e escrita pela roteirista oficial da série, Caitlin Schneiderhan, traz aspectos nunca vistos da vida de Eddie Munson

Na série oficial, quem interpreta o personagem é o ator Joseph Quinn. A carreira profissional dele alavancou após ter realizado um excelente trabalho ao viver na pele de um Munson. Por isso, se você gostou das aventuras de Eddie, com certeza o livro será cativante!

Eddie Munson
Foto: reprodução/Marca.com

Não tem certeza se esta história é a sua cara? Para te ajudar, leia agora a resenha:

Tudo indica que o título O Voo de Ícaro foi baseado na mitologia grega. Ícaro e seu pai, Dédalo, moravam na Ilha de Creta. Um dia, Ícaro voou com asas feitas de penas de aves, mas seu pai o havia alertado sobre o perigo de chegar perto do sol porque o calor derreteria a cera que unia as penas. O jovem não ligou para o conselho, voou alto, caiu e morreu ao perder as asas e, consequentemente, se afogar no mar. Essa referência faz muito sentido quando se termina de ler o livro de Schneiderhan.

Na série só conhecemos o personagem na  4ª temporada, então poder ver mais da vida do metaleiro se torna interessante. Narrado por Eddie, a personalidade dele no livro não mudou. Ele continua sendo o líder do Hellfire Club na escola Hawkins High, joga Dungeons & Dragons, ama tocar guitarra na banda Corroded Coffin e não tem pretensões de ingressar em uma universidade. Porém, essas escolhas refletem o passado conturbado com o pai, Al Munson, que nunca foi presente e sempre seguiu o caminho do crime. 

Por essa razão, o tio de Eddie, Wayne Munson, sempre foi o que mais cuidou do estudante. Além desses personagens, a autora também apresenta aos leitores Ronnie, Jeff e Dougie, seus companheiros de banda e alunos da Hawkins High, e a caça-talentos Paige Warner que tem um papel importante para o futuro deles. Destaco a Ronnie, que sempre foi a melhor amiga do metaleiro e esteve ao lado dele em diversos momentos.

O suporte da amiga se torna essencial para  Eddie. No fim das contas, ele se sente muito mal, insuficiente, nunca acha que é o bom o bastante e todo mundo o julga por simplesmente ser um Munson. Visto isso, Ronnie acredita que ele é mais do que as pessoas falam e se torna uma personagem muito importante para ajudá-lo a enfrentar as situações adversas que estão por vir.

De certa forma, cada personagem é apresentado na medida certa. Eles estão ali, aparecem quando são necessários para a trama, e essa decisão da autora faz com que os leitores não se sintam cansados quando eles aparecem, nem mesmo os valentões que tem seus momentos em algumas páginas. Outro ponto surpreendente, são as referências que aparecem ao longo da história, como Whiplash do Metallica, Eletric Eye de Judas Priest, Number Of The Beat do Iron Maiden, entre diversos outros artistas.

Tudo isso realmente transporta para o passado, para a época em que o rock estava super em alta, dominando o mundo a todo o momento. É aquilo, o rock tem o poder de nos tornar corajosos para conquistar o que sonhamos e nos presenteia com a autonomia de ser quem queremos, e Eddie Munson leva isso como lema de vida. 

É nítido que a vida de Eddie é dolorosa e os leitores podem até se identificar com alguns de seus sentimentos mais profundos. Até mesmo em relação às dificuldades familiares e a chatice de ter que ser moldar para ser alguém que as pessoas irão aprovar. Stranger Things: O Voo de Ícaro é aquele livro que fará você pensar em quem realmente quer ser e nas atitudes que tomará ao longo da vida. 

Quem assistiu à série, sabe como é o final do personagem, porém, será que o futuro dele poderia ter sido diferente? No fim da obra, tem uma parte muito legal em que o leitor realiza a conexão da escrita com o audiovisual da Netflix.  Em geral, é uma história que vale a pena ser lida e assistida também!

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Quem é Caitlin Schneiderhan?

Ela é escritora e roteirista da série Stranger Things (2016). Nasceu em Silver Springs, em Maryland, e atualmente mora em Los Angeles. Agora, resolveu mostrar ao mundo mais da história do metaleiro.

Eddie Munson
Foto: reprodução/The Bookseller

“E, por fim, obrigada a todos que já foram Eddie Munson, que já foram salvos por um Eddie Munson ou que já amaram um Eddie Munson. Vocês não estão sozinhos”, finaliza a autora.

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Texto revisado por Thais Moreira

 

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Entretenimento Entrevistas Música Notícias

Entrevista l Kenzie reflete sobre processo criativo, futuro na música e relação com os fãs: “Amo fazer isso”

Após o lançamento de face to face e word vomit, cantora comenta projetos para 2024 e revela desejo de fazer shows no Brasil

Mackenzie Zigler encontrou os holofotes pela primeira vez aos seis anos de idade, ao lado da irmã Maddie Zigler, no reality show Dance Moms. Porém, a notável trajetória como dançarina — que, no programa, se desenrolou entre 2011 e 2016 — representa apenas uma parcela da extensa carreira da estadunidense. 

Hoje com 19 anos, ela também é influenciadora digital, atriz, cantora e compositora. Na verdade, Kenzie começou a explorar o ramo musical profissionalmente em 2014, através da estréia de seu primeiro álbum de estúdio, Mack Z. Na época, o disco atingiu o topo do pop charts no iTunes

Entretanto, desde 2021, a artista natural de Murrysville, na Pensilvânia, tem destinado um foco especial ao universo da música, investindo em letras cada vez mais íntimas e emocionantes. Aliás, esse é o caso de paper, anatomy, face to face, primeiro single lançado por ela este ano, e word vomit, que chegou às plataformas de áudio na última sexta (15).

Kenzie gravando em estúdio.
Foto: reprodução/X/@kenzie

Em entrevista ao Entretetizei, Kenzie revelou qual história queria contar com a canção responsável por inaugurar seus trabalhos em 2024: “Escrevi face to face porque estava passando pelo término de uma amizade na época. Eu definitivamente senti essa desconexão, em que eu não era capaz de comunicar minhas emoções sobre uma certa situação. E eu sinto que muitos de nós se sentem da mesma forma em relação a certas pessoas”. 

Além de detalhes sobre futuros projetos, o bate-papo com a cantora passou por temas como processo criativo, reconhecimento artístico, relacionamento com os fãs, shows no Brasil e até possíveis feats com Justin Bieber e Yeba. Confira a entrevista na íntegra abaixo!

Entretetizei: Além de carregar uma mensagem impactante, face to face foi o primeiro single que você lançou este ano. Por quê?

Kenzie: Acredito que foi a parte da minha vida na qual eu estava naquele momento. A música foi lançada na hora perfeita. E acho que, sabe, minhas próximas canções vão ser um pouco mais profundas. Então, queria manter um clima leve para a primeira.

E: No clipe de face to face, você compartilha um desabafo pessoal ao lado de outras reflexões sobre o cotidiano da juventude atual. Como essas mensagens se conectam com seu propósito enquanto artista?

K: Oh, essa é uma boa pergunta. Eu realmente gostei da parte da entrevista no videoclipe, simplesmente porque todos tinham coisas diferentes a dizer. Acho que isso é tão importante, porque acredito que muita gente não percebe que as pessoas na internet são reais e de fato passam por lutas diárias ou mesmo certos sentimentos. Eu queria que todos sentissem que podem me conhecer melhor e também sentissem que não estão sozinhos.

E: Sua carreira musical começou quando você tinha apenas 11 anos de idade. Agora, aos 19, sente que o processo de fazer música mudou para você? Atualmente, como descreveria seu processo criativo?

K: Absolutamente. Isso mudou tanto para mim, drasticamente. Acho que quando estava começando, eu não entendia meu som de verdade e também não escrevia minhas próprias músicas. Então, é muito incrível compartilhar minhas emoções. E também é uma forma de terapia para mim. Tipo, eu vou para uma sessão e penso “Ok, estou passando por essa situação”, então, falo por horas sobre isso e, depois, escrevo uma canção. Eu me sinto muito melhor depois disso. 

Eu vou para o estúdio com um determinado tema e, geralmente, é uma sala só de mulheres, o que é a melhor coisa de todos os tempos, porque me sinto muito confortável com as meninas que escrevo. E nós meio que conversamos por três horas, então, escrevemos uma música em uma hora. É mais do que passar um tempo juntas para mim. Tipo, eu amo fazer isso.

E: Na sua opinião, quais são as partes mais desafiadoras de trabalhar como uma jovem artista feminina na indústria?

K: Honestamente, acho que encontrar um tempo sozinha. Essa é a parte mais difícil para mim. Eu pessoalmente detesto ficar sozinha, simplesmente não gosto. Amo estar perto das pessoas que amo constantemente. Então, sim, acho que é a primeira vez que estou sozinha em um tempo. É bom ter esses momentos. Sinto que todos merecem isso. 

E: Ao longo dos anos, você teve fãs torcendo por sua felicidade e também se identificando com suas músicas em todo o mundo, inclusive no Brasil. O que essa experiência significa para você?

K: Significa tanto para mim. Também não consigo imaginar que tenho apoiadores, tipo, ouvindo minha música ao redor do mundo inteiro. Esse tem sido meu maior sonho desde criança. E, sim, às vezes tenho que me beliscar porque é uma loucura e eu amo todo mundo. Então, obrigada!

Kenzie cantando em show nos Estados Unidos.
Foto: reprodução/X/@kenzie
E: Com quais artistas você gostaria de colaborar no futuro?

K: São tantos, mas sendo Justin Bieber um deles, eu também adoraria colaborar com essa artista, Yeba. Acho que ela é tão insana e também alguém que eu realmente admiro. Ela tem uma rota própria e as músicas dela provocam cócegas no meu cérebro, o que é bem difícil de acontecer comigo.

E: Você já tem planos para uma turnê? Se sim, podemos esperar te ver performando em solo brasileiro?

K: Eu adoraria entrar em turnê e ainda não há nada definido, mas definitivamente tenho pensando sobre isso e adoraria ir ao Brasil. 

E: Por fim, o que os fãs podem esperar de seus futuros projetos?

K: Acho que um monte de coisas loucas. De verdade, acredito que muitas das minhas músicas são muito honestas e compartilham muita informação. E sinto que muitas pessoas serão levadas de volta para isso. Mas estou super ansiosa para quando esse dia chegar.

O que achou da entrevista com Kenzie? Entre nas redes sociais do Entretetizei Insta, Face e Twitter e conte pra gente! Aproveite e nos siga para ficar por dentro de outras novidades da cultura e do entretenimento.

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Texto revisado por Karollyne Lima.

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Lucas Rocha, da Família Rocha, marcou a noite de São Paulo com a alegria de sua nova turnê

Na tarde do último sábado (15), aconteceu em São Paulo, no teatro Gazeta, o show do Youtuber Lucas Rocha. O garoto é um fenômeno na internet e já soma mais de 4 milhões de inscritos no seu canal oficial de vídeos no YouTube.

Uma tarde para ficar na memória dos fãs!com a casa cheia, o show do Lucas Rocha teve a participação de toda a sua Família, “A Família Rocha”, muito conhecida do público infantil juvenil. Juntos, os criadores de conteúdos já superaram a marca de 1 bilhão de visualizações nos seus vídeos. A apresentação marcou a estreia do artista Lucas Rocha em sua nova turnê.

Ele interpretou os seus grandes sucessos o artista canta seus grandes sucesso, entre eles “Se jogou no batidão” e “Boiadeiro de Allstar”.

Foi um show com muita diversão e muita música pra cima, sem contar as brincadeiras que interagiam com toda a família! Com o seu carisma o Lucas Rocha vem conquistando a cada dia mais a criançada. No final do show, ele juntamente de sua família, recebeu todos os fãs para tirar fotos e dar um abraço!

Foi um momento muito especial
A intenção da Família Rocha é de levar esse show fantástico para todo o Brasil.
É importante seguir o perfil no Instagram e outras redes sociais para ficar ligado nas próximas datas

Acompanhe mais no YouTube e no Instagram.

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Cinema Música Notícias

Soltando a voz: 11 atores que cantam em animações

De Scarlett Johansson a Zendaya, essas celebridades realizaram performances musicais incríveis nessas produções

 

Talento é o que não falta nessa galera! Esses atores brilham nas telas e a gente sabe muito bem, mas há outra área em que eles também brilham, na música. Ao cantar, os artistas deram ainda mais beleza a essas animações.

Preparamos uma lista com alguns atores que também cantam e soltaram a voz em momentos icônicos desses enredos de animação. Confira abaixo!

 

  • Scarlett Johansson – Sing: Quem Canta Seus Males Espanta (2016)

 

Na produção, a atriz Scarlett Johansson, que também canta, dá voz à porco-espinho, Ash, e um dos solos da personagem é na música Set It All Free, em uma performance eletrizante. Na sequência da animação lançada em 2021, ela também protagoniza momentos musicais, como no dueto com Bono, do U2, I Still Haven’t Found What I’m Looking For.

 

  • Stephanie Beatriz – Encanto (2021)

 

A animação que se passa na Colômbia também é outro filme cheio de momentos com música, incluindo esse, onde Stephanie Beatriz, que dá voz à Mirabel Madrigal, canta a faixa Waiting On A Miracle. Ela também interpreta outras canções durante o filme, como We Don’t Talk About Bruno.

 

  • Eddie Murphy – Shrek (2001)

 

Essa animação considerada um dos clássicos tem diversos momentos divertidos, entre eles, esse momento musical, onde Eddie Murphy, que dá voz ao Burro, canta a canção I’m a Believer, na cena de encerramento do primeiro filme.

 

  • Zendaya – Pé Pequeno (2018)

 

No filme de aventura, a atriz Zendaya, que também é cantora, dubla Meeche, interpretando uma das canções emocionantes da trama, cheia de mensagens positivas, Wonderful Life.

 

  • Dwayne Johnson/The Rock – Moana (2016)

 

Dando voz ao companheiro de aventura de Moana (Auli’i Cravalho), Maui, o ator Dwayne Johnson/The Rock interpreta a canção You’re Welcome, em um dos momentos de interação entre os dois durante a viagem.

 

  • Kristen Bell – Frozen (2013)

 

Na trama, Kristen Bell dubla Anna, protagonizando vários momentos musicais, entre eles um dueto com Idina Menzel, na música For The First Time in Forever. Ela também interpreta outras canções, como Do You Wanna Build a Snowman? e mais.

 

  • Jack Black – Super Mario Bros. O Filme (2023)

 

Na animação do jogo de videogame, Jack Black dubla o vilão Bowser, soltando a voz na música Peaches, onde o personagem se declara para a Princesa Peaches (Anya Taylor-Joy).

 

  • Reese Witherspoon – Sing: Quem Canta Seus Males Espanta (2016)

 

Entre os vários momentos musicais protagonizados por Reese Witherspoon, que dubla Rosita nos dois filmes da franquia, há o cover da canção de Taylor Swift, Shake It Off, dueto com Nick Kroll, que dubla Gunter.

 

  • Anna Kendrick – Trolls (2016)

 

Anna Kendrick, que dubla Poppy, canta uma das músicas animadas do primeiro filme, Get Back Up Again. Ela interpreta outras canções durante esse e os demais filmes, incluindo Trolls Just Wanna Have Fun, versão da música de Cyndi Lauper.

 

  • Ariana Debose e Chris Pine – Wish: O Poder dos Desejos (2023)

 

Nesta animação, Ariana Debose dubla a protagonista, Asha, e Chris Pine dubla o vilão, King Magnífico, e é na música At All Costs que eles entregam vocais em um dueto. O filme também tem vários outros números musicais como This Wish, cantado por Debose e This Is The Thanks I Get?!, por Pine.

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Leia também: Resenha | Elementos: nova animação da Pixar deve agradar crianças e adultos

 

Texto revisado por Luiza Carvalho.

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Glauber Rocha: Canal Brasil exibe filmes em homenagem ao cineasta

Programação exibirá seis longas no dia 17

Neste domingo (17), o Canal Brasil vai exibir seis longas assinados por Glauber Rocha, um dos maiores cineastas brasileiros e um dos fundadores do movimento Cinema Novo. Em homenagem a ele, que completaria 85 anos no dia 17, o Canal Brasil vai contar com uma programação com os filmes do cineasta a partir das 11h30, como Barravento, A Idade da Terra, O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, Terra em Transe, Deus e o Diabo na Terra do Sol e o mais novo documentário Antena da Raça, de Luís Abramo Campos e Paloma Rocha, filha de Glauber.

 

Por que a escolha dessas filmografias?

 

São produções que nitidamente marcaram os ideais do Cinema Novo e que, através das críticas sociais e do estilo cinematográfico, buscavam romper com o que o cinema conhecia até então, vindo dos Estados Unidos.

 

Foto: reprodução/Medium

 

O longa inédito vai mostrar imagens do período da Lei da Anistia, em 1970, quando o cineasta apresentava o programa Abertura, muito marcante para a televisão brasileira da época, que estava dando seus primeiros passos para a democracia. Os primeiros longas-metragens de Glauber Rocha, Barravento e Deus e o Diabo na Terra do Sol, também serão exibidos. 

 

Além desses, estão na programação O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, em que Glauber foi consagrado como melhor diretor no Festival de Cannes em 1969, Terra em Transe, que conquistou os prêmios Luis Buñuel e Fipresci (Federação Internacional de Críticos de Cinema), também em Cannes em 1967 e A Idade da Terra, que conquistou uma indicação para o Leão de Ouro no Festival de Veneza. 

 

Foto: reprodução/Midia Ninja

 

Confira a programação completa!

 

Barravento (1985)

Horário: Domingo, 17/3, às 11h30

Classificação: 12 anos

Direção: Glauber Rocha

Sinopse: No Estado da Bahia, Brasil, um homem negro instruído retorna à sua aldeia de pescadores para tentar libertar as pessoas do misticismo, em particular da religião do Candomblé, que ele considera um fator de opressão política e social.

 

A Idade da Terra (1980)

Horário: Domingo, 17/3, às 12h55

Classificação: 12 anos

Direção: Glauber Rocha 

Sinopse: Quatro Cristos do Terceiro Mundo tentam deter o industrial americano John Brahms no filme experimental de Glauber Rocha inspirado no assassinato de Pier Paolo Pasolini.

 

O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969)

Horário: Domingo, 17/3, às 15h30

Classificação: 14 anos

Direção: Glauber Rocha 

Sinopse: Antônio das Mortes deve voltar à ação quando aparece um novo fora-da-lei, que eventualmente se revelará como um idealista e o marcará profundamente.

 

Terra em Transe (1967)

Horário: Domingo, 17/3, às 17h10

Classificação: 14 anos

Direção: Glauber Rocha 

Sinopse: Em um país fictício da América Latina chamado Eldorado, um poeta está tentando provocar mudanças políticas, influenciando homens poderosos.

 

Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964)

Horário: Domingo, 17/3, às 19h

Classificação: 14 anos

Direção: Glauber Rocha 

Sinopse: Manuel se revolta contra a exploração imposta pelo coronel Moraes e acaba matando-o numa briga. Ele passa a ser perseguido o que faz com que fuja com sua esposa, e se junta aos seguidores do beato Sebastião que promete o fim do sofrimento.

 

ESTREIA 

Antena da Raça (2020)

Horário: Domingo, 17/3, às 21h

Classificação: 14 anos

Direção: Paloma Rocha e Luís Abramo Campos 

Sinopse: O filme se apropria e discute a realidade brasileira com base em diálogos, trechos e cenas dos filmes viscerais de Glauber Rocha e seu desejo de remover as máscaras da saga brasileira do terceiro mundo.

 

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Texto revisado por Karollyne Lima

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