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Finalmente veio aí! As gravações da segunda temporada de All of Us Are Dead começam com elenco de peso

 A série zumbi confirma o retorno dos protagonistas e adiciona novos rostos promissores à história

Pode comemorar: All of Us Are Dead está oficialmente voltando! Nesta terça-feira (23), o elenco completo da segunda temporada foi revelado e, sim, as gravações já começaram. Prepare-se para reencontrar rostos conhecidos e conhecer novos personagens que prometem mexer com o apocalipse zumbi mais amado da TV.

Confirmados ao retorno da série da Netflix estão Park Ji Hu, Yoon Chan Young, Cho Yi Hyun e Lomon, o quarteto que sobreviveu (na medida do possível) ao caos da Hyosan High School. Agora, eles encaram uma nova fase da vida, só que a paz não vai durar muito.

All of Us Are Dead
Foto: reprodução/netflix

E para deixar tudo ainda mais empolgante, nomes como Lee Min Jae, Kim Si Eun, Roh Jae Won e Yoon Ga Yi entram em cena com personagens inéditos, expandindo o universo da série que virou fenômeno global desde sua estreia em 2022.

Baseada em um webtoon superpopular, All of Us Are Dead acompanha um grupo de estudantes que precisa lutar pela sobrevivência após um surto zumbi se espalhar pela escola. A primeira temporada foi um sucesso absoluto e a expectativa para essa continuação está lá em cima.

Foto: reprodução/netflix

Na nova trama, os sobreviventes tentam retomar suas vidas em meio às cicatrizes do passado. Mas o perigo retorna, agora com uma mutação do vírus que surge em plena Seul. A dupla por trás do sucesso original, o diretor Lee Jae Gyu e o roteirista Chun Sung Il, volta para comandar a continuação.

Park Ji Hu, que também brilhou em Concrete Utopia (2023) e Little Women (2019), retorna como On Jo, tentando deixar os traumas para trás na faculdade, até que tudo começa a desmoronar de novo.

Yoon Chan Young, conhecido por papéis em Hyper Knife (2025) e Delivery Man (2013), volta como Cheong San, o garoto corajoso que não mede esforços para proteger os outros. Será que ele continua do mesmo jeito?

A poderosa Cho Yi Hyun, atualmente no ar com Head Over Heels, revive a complexa meio-zumbi Nam Ra, enquanto Lomon (Branding in Seongsu, Family Matters) retorna como Soo Hyeok, que ainda tem sentimentos por ela.

Foto: reprodução/netflix
Foto: reprodução/netflix

Entre os novos personagens, temos Lee Min Jae (Weak Hero Class 2, 2022) como Ma Ru, veterano da faculdade de On Jo, e Kim Si Eun, de Round 6 – Temporada 2 (2024), como Ju Ran, uma universitária popular e cheia de segredos.

Roh Jae Won (Dose Diária de Sol, Round 6 – 2 e 3) entra como Han Du Seok, líder da equipe da Inteligência Nacional, enquanto Yoon Ga Yi (Love Scout, Undercover High School) interpreta a animada e sem papas na língua Jong A.

Foto: reprodução/netflix
Foto: reprodução/netflix
Foto: reprodução/netflix
Foto: reprodução/netflix

As gravações já estão rolando e o clima é de total ansiedade entre os fãs. Assista ao vídeo de anúncio da temporada 2 logo abaixo e já separe o balde de pipoca (e talvez um taco de beisebol):

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Leia também: Crítica | Final de Round 6: memorável ou esquecível?

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cinema Musicais Notícias

Wicked: Parte II ganha nova arte

O capítulo final chega aos cinemas em novembro

O filme Wicked: Parte II, que contará a segunda parte da história de Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande), acaba de ganhar uma nova arte, divulgada pela Universal Pictures. 

Na imagem, além das protagonistas, há a presença de outros personagens importantes para a trama: Fiyero (Jonathan Bailey), Madame Morrible (Michelle Yeoh) e o Mágico (Jeff Goldblum).

O desfecho da história não contada das Bruxas de Oz trará a continuação dos acontecimentos narrados em Wicked (2024). Nela, Elphaba vive em exílio após ser denominada Bruxa Má do Oeste, enquanto luta pela liberdade dos animais silenciados. Glinda, por sua vez, lida com sua fama glamourosa como símbolo da bondade em Oz e seu conflito interno em relação à amiga.

Confira a nova arte:

Foto: divulgação/Universal Pictures

O longa tem data de estreia prevista para o dia 20 de novembro nos cinemas.

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Leia também: 1º trailer de Wicked: Parte II é divulgado – Entretetizei 

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura asiática Música Notícias

YOUNITE vem ao Brasil para a K-Turnê 2025 com shows em sete cidades

Grupo de K-pop se apresenta em agosto com datas gratuitas em São Paulo e Brasília e ingressos acessíveis nas demais capitais

O grupo de K-pop YOUNITE desembarca no Brasil em agosto para uma turnê especial organizada pelo Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB). A K-Turnê 2025 inclui apresentações em sete cidades brasileiras, sendo elas São Paulo, Curitiba, Piracicaba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia e Brasília. Os shows em São Paulo e Brasília integram festivais de cultura coreana e terão entrada gratuita, enquanto nas demais localidades os ingressos começam a partir de R$80.

Composto por oito integrantes, entre eles sete sul-coreanos e um coreano-americano, o YOUNITE estreou em abril de 2022 pela gravadora BRANDNEW MUSIC. O grupo se destacou rapidamente nas plataformas digitais e já acumula mais de 8,9 milhões de streams no Spotify até maio deste ano, com faixas populares como Rock Steady, 1 of 9, WATERFALL e Love It, que ajudaram a consolidar seu nome entre os novos talentos do K-pop.

Em 2024, o grupo participou do programa Road to Kingdom: ACE OF ACE, onde apresentou versões impactantes das músicas Bite Me (do ENHYPEN) e Armageddon (do aespa). A performance rendeu ao grupo o primeiro lugar na votação popular e também na avaliação dos jurados, ampliando ainda mais seu reconhecimento na cena musical sul-coreana.

YOUNITE
Foto: reprodução/kcc

A K-Turnê 2025 terá também uma forte presença online, com transmissões e conteúdos ao vivo que devem ampliar ainda mais o alcance do projeto entre os fãs brasileiros. A expectativa é que mais de 100 mil pessoas participem dos eventos, que vão fortalecer o intercâmbio cultural entre Brasil e Coreia do Sul e aproximar o público do universo vibrante do K-pop.

Essa é a segunda edição da turnê promovida pelo CCCB. Em 2024, o grupo NTX passou por seis cidades brasileiras, com destaque para a apresentação em Niterói, que contou com a participação da bateria da escola de samba Viradouro e viralizou nas redes sociais. Ao longo dos anos, o Centro Cultural também trouxe ao país grupos como DKZ, IMFACT, NewKidd, Blanc7 e artistas solo como Kim Woo-jin e Minzy, ex-integrante do 2NE1.

De acordo com Cheul Hong Kim, diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil, a ideia de descentralizar os shows surgiu da grande procura por eventos de K-pop fora do eixo tradicional. O projeto, que começou em 2018 apenas em São Paulo, passou a ganhar escala a partir de 2024, permitindo que fãs de diferentes regiões também tenham acesso a artistas coreanos em apresentações presenciais.

As datas da K-Turnê 2025 com YOUNITE incluem São Paulo nos dias 16 e 17 de agosto, no Festival da Cultura Coreana no Bom Retiro, às 19h. Em Curitiba, o show acontece no dia 19, no Teatro Positivo, às 20h. Em Piracicaba, a apresentação será no dia 21, no Teatro São José, às 20h. O Rio de Janeiro recebe o grupo no dia 24, no Teatro Claro Net, às 20h30. Em Belo Horizonte, o show ocorre no dia 26, na casa A Autêntica, às 20h. Em Goiânia, o grupo se apresenta no dia 28, no Teatro Madre Esperança Garrido, às 20h. A turnê encerra em Brasília, nos dias 30 e 31 de agosto, dentro do K-Festival no Parque da Cidade.

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Texto revisado por Larissa Couto

 

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Cinema Entretenimento Séries

Baseada em um livro, minissérie brasileira Pssica tem data de estreia divulgada

A série foi filmada em Belém e é inspirada no livro de mesmo nome, do escritor Edyr Augusto

 

A plataforma Netflix divulgou nesta semana o trailer oficial da nova minissérie brasileira Pssica. A série conta com a produção de quatro episódios, que trazem pautas intensas e são repletos de drama, ação e adrenalina. 

Filmada na cidade de Belém, no norte do país, a obra conta a história de personagens que se encontram de forma inesperada nos rios da Amazônia atlântica. 

Janalice (Domithila Cattete) é uma jovem raptada pelo tráfico humano, Preá (Lucas Galvino) precisa fazer as pazes com a gangue de criminosos da qual é chefe, enquanto Mariangel (Marleyda Soto) busca vingança pela morte da sua família. 

Os três personagens tentam sobreviver à uma maldição que acreditam ter sido lançada sobre eles.

Pssica é dirigida por Quico Meirelles, e a criação e roteiro são de Braúlio Mantovani, Fernando Garrido e Stephanie Degreas. É uma produção de Andrea Barata Ribeiro e Fernando Meirelles, com coprodução por Cristina Abi, da O2 Filmes.

Confira o trailer:

A minissérie estreia dia 20 de agosto na Netflix.

 

Conta pra gente quais suas expectativas para essa nova minissérie e já aproveita pra seguir o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

 Leia também: O assassinato do ator Rafael: confira o trailer e o pôster

Texto revisado por Simone Tesser @simone_alleotti

 

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Cultura turca Notícias Séries

Gravações de 1001 Gece Masalları são concluídas

Protagonizada por Cansu Dere e Ibrahim Çelikkol, a nova dizi tem estreia prevista para outubro no streaming

 

A diziland não para! Conforme previsto, 1001 Gece Masalları (Mil e Uma Noites), série que tem İbrahim Çelikkol e Cansu Dere nos papéis de Şehriyar e Şehrazat, concluiu suas filmagens no início desta semana, de acordo com a jornalista Birsen Altuntaş. Ontem (22), o pôster da dizi foi fotografado.

Produzida pela Bozdağ Film para a plataforma digital do TRT (tabii), a série será lançada globalmente e deve chegar ao streaming em outubro deste ano, caso não haja mudanças. A notícia surge após a produção — que iniciou suas filmagens em fevereiro — enfrentar alguns problemas. Durante esse período, Cansu teve uma hérnia de disco e İbrahim quebrou o braço enquanto jogava tênis.

Foto atores 1001 Gece Masalları.
Foto: reprodução/Instagram @ibrahimcelikkol41
A série

Escrito por Atilla Engin e dirigido por Metin Günay, o projeto terá 30 episódios divididos em três temporadas, com dez episódios cada. Com cenas gravadas em locações reais — como um palácio —, a produção é inspirada na conhecida coleção de contos árabes As Mil e Uma Noites e contará a história de Şehrazat (Cansu Dere). 

Além dos protagonistas, a dizi traz no elenco Nazan Kesal (Fatma), mãe de Şehriyar (İbrahim Çelikkol); Didem Balçın (Cadı/Bruxa), Özgür Çevik (Yunus), Sevinç Kıranlı (Süheyla), Osman Alkaş (Sahir), Erdem Kaynarca (Hubeyb), Selin Türkmen (Dünyazad), Nazlı Senem Ünal (Azimet), Fatih Ayhan (Şahzaman), Güneş Hayat (Mihriban), Hakan Vanlı (Ferhad) e Şahin Ergüney (Hamid).

 

Quem já vai deixar anotado na listinha para assistir essa série? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais Facebook, Instagram e X para mais informações sobre o mundo do entretenimento turco.

 

Leia mais: Um Homem Abandonado: filme com Mert Ramazan Demir estreia em streaming no Brasil

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura @_itsbrinis

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Notícias Novelas

Três Graças: elenco grava primeiras cenas em São Paulo

Criada por Aguinaldo Silva, próxima novela da Globo terá Sophie Charlotte, Dira Paes e Alana Cabral como protagonistas

A próxima novela das nove está nascendo! Nas últimas semanas, equipe e elenco de Três Graças viajaram por diversas regiões da capital paulista para gravar as primeiras cenas da produção. Grande parte do trabalho acontece na Brasilândia, zona norte da cidade, onde será retratada a comunidade fictícia da obra. 

Imagens divulgadas pela Rede Globo mostram o encontro das atrizes Sophie Charlotte, Dira Paes e Alana Cabral no primeiro dia de filmagens. O trio protagoniza a trama, dando vida a Gerluce, Lígia e Joélly, respectivamente. 

Achei muito emocionante começar as gravações na Brasilândia, olhando o trânsito das pessoas, todas muito carinhosas com a gente. Observei as pessoas circulando pelas ruas, idosos, crianças jogando bola. Começar vendo a vida do lugar inspira muito”, comentou Charlotte sobre a influência da ambientação na construção de sua personagem.

As filmagens permanecem por um mês em São Paulo e, depois, vão seguir para os estúdios da emissora no Rio de Janeiro.

Protagonistas da novela Três Graças.
Foto: divulgação/Globo/Estevam Avellar

Baseada na realidade brasileira, Três Graças pretende explorar temas profundos, com toques de suspense e mistério, mas sem deixar de lado um tom tragicômico. Na trama assinada por Aguinaldo Silva, o público conhecerá a história de uma família de mães solo: Gerluce Maria das Graças (Sophie Charlotte), Lígia Maria das Graças (Dira Paes) e Jóelly Maria das Graças (Alana Cabral). 

Criada pela mãe, Lígia, que engravidou na adolescência e foi abandonada pelo pai, Gerluce enfrentou um destino parecido com a chegada da filha, Jóelly, justamente quando se preparava para entrar na faculdade. Por isso, abdicou de seus sonhos para dar à menina um futuro diferente. 

Mas, quando a gravidez precoce da terceira geração se confirma, Gerluce fará de tudo para impedir que a filha abra mão de seus projetos e ambições, como ela e a mãe foram obrigadas a fazer. 

Escrita com Virgílio Silva e Zé Dassilva, a novela conta com grandes nomes no elenco, como como Romulo Estrela, Marcos Palmeira, Paulo Mendes, Luiza Rosa, Andréia Horta, Pedro Novaes, Gabriela Loran, Miguel Falabella, Enrique Diaz, Juliano Cazarré, Belo, Xamã, Alanis Guillen, Mell Muzzillo, Samuel de Assis, Daphne Bozaski, Barbara Reis, Leandro Lima, Fernanda Vasconcellos, Carla Marins, Túlio Starling, Amaury Lorenzo, Gabriela Medvedovsky, Augusto Madeira, Juliana Alves, Otávio Muller, Rejane Faria, Julio Rocha, Guthierry Sotero, Vinicius Teixeira, Lorrana Mousinho, Lucas Righi, André Mattos, entre outros. 

A estreia da obra está prevista para outubro.

 

E aí, animade para conferir o resultado? Entre nas redes sociais do Entretetizei Insta, Face e X e conte pra gente! Aproveite e nos siga para ficar por dentro de outras novidades da cultura e do entretenimento.

Leia também: últimas sessões: Fernanda Montenegro se despede dos palcos cariocas

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino.

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Especiais Música Notícias

Especial | Chloe Qisha: a voz por trás de um dos hits de Vale Tudo

Quem é a cantora do single I Lied, I’m Sorry, música tema de uma das vilãs da novela das nove

Se você é um noveleiro nato, com certeza vem acompanhando os capítulos do remake de Vale Tudo (1988), a novela da Globo que tem sido um dos assuntos mais comentados em todo o país. Assim como uma boa trama, a nova versão de Vale Tudo inclui uma trilha sonora marcante que consegue, com maestria, comunicar o que os personagens querem passar.

 Do tema de abertura até a música tema dos casais relevantes, muitas faixas chamam atenção. Uma delas é a música I Lied, I’m Sorry, que pode não ser muito reconhecida através do nome, mas é só passar alguma das cenas de Maria de Fátima (Bella Campos), uma das vilãs mais icônicas da novela, que o som aparece de fundo. Apesar do single envolvente, poucos conhecem a estrela pop por trás da voz que se assemelha a de Chappell Roan (que também está na trilha de Vale Tudo) e Olivia Rodrigo. 

Conheça Chloe Qisha

Cantora, compositora e multi-instrumentalista, Chloe Qisha nasceu e cresceu na capital da Malásia, em Kuala Lumpur, se mudando para o Reino Unido em 2014, onde se formou no ensino médio. 

Aos 16 anos, aprendeu sozinha a tocar violão, iniciando suas postagens de covers no SoundCloud e, em seguida, no Youtube, sem nenhuma pretensão de virar cantora. Foi assistindo a um de seus covers que um agente artístico de uma gravadora viu potencial em sua voz, entrando em contato com Chloe, que na época concluía o seu 3° ano na faculdade.

Capa EP – Chloe Qisha

Foto: reprodução/ Teco Apple

Formada em psicologia, Chloe debutou em sua carreira de cantora em julho de 2024, com a música VCR Home Video em parceria com o produtor Rob Milton, conhecido por trabalhos com Holly Humberstone e a banda The 1975.  Foi através dessa colaboração que em novembro de 2024, seu EP de estreia autointitulado veio ao mundo, com as faixas Sexy Goodbye inspirada na música Funkytown de Lipps Inc., muito conhecida por aqui como a música do Shrek –, Evelyn, VCR Home Vídeo, Scary Movie e, a mais famosa entre os brasileiros I Lied, I’m Sorry

Essa última, é citada por Qisha como uma das bases de suas próximas composições, tendo como inspiração a música de abertura da série The Buccaneers, cover de North American Scum, do LCD Soundsystem, como conta em entrevista ao site Bandwagon. 

Meses depois, em maio de 2025, a cantora lançou o seu segundo EP nomeado Modern Romance, contendo as faixas 21st Century Cool Girl  – sendo uma das músicas mais ouvidas da cantora –, Modern Romance, Sex, Drugs & Existential Dread, The Boys e A-Game. Todas elas contém clipes repletos de conceitos únicos e coreografias simbolicamente envolventes, representando ainda mais o estilo da artista.

Capa EP – Modern Romance

Foto: reprodução/ Bandcamp

Somando mais de 500 mil ouvintes mensais no Spotify ainda no início de sua carreira, Chloe descreve seu gênero musical como uma mistura de pop alternativo e uma atmosfera nostálgica dos anos 80. Suas inspirações passeiam entre Talking Heads, LCD Soundsystem, Chappell Roan, a banda francesa Christine And The Queens e Troye Sivan.

Com músicas envolventes e uma identidade visual marcante, a cantora já foi capa da revista Rolling Stone do Reino Unido como Future of Music, já teve suas músicas indicadas pelo vocalista da banda Coldplay, Chris Martin, e já possui datas marcadas para uma turnê europeia. Com certeza, Chloe Qisha é uma das artistas pop mais promissoras do momento – e vale tudo ficar de olho, hein?

 

Confira o clipe de I Lied, I’m Sorry 

 

E você, o que está esperando para acompanhar a carreira da artista pop? Comente o que achou sobre as músicas de Chloe Qisha nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: BossNoeul no Brasil: confira tudo que rolou no fanmeeting do BL The Boy Next World

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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O espetáculo Solidão de Caio F. encerra temporada neste domingo, no Teatro Glauce Rocha

Com direção de Alexandre Mello, a obra homenageia o escritor Caio Fernando Abreu em uma reflexão sobre a solidão, a morte e a busca pelo amor nas metrópoles

A busca pelo amor verdadeiro nas grandes metrópoles e a poesia extraída da dor de se sentir só permeiam os textos do jornalista, dramaturgo e escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996), que deixou uma extensa obra, composta por contos, romances, novelas e peças teatrais. 

Com direção de Alexandre Mello e roteiro de Hilton Vasconcellos, o espetáculo Solidão de Caio F. põe um foco nesse recorte ao unir dois contos do autor sobre o tema (Uma praiazinha de areia bem clara, ali, na beira do sanga e Dama da Noite), além de cartas escritas entre 1987 e 1990. A peça encerra temporada neste domingo (27/07), no Teatro Glauce Rocha, no Centro do Rio de Janeiro. 

Em cena, imagens que evocam uma época de homofobia explícita, por conta da desinformação sobre a Aids e a grande dor existencial desta geração que viveu o golpe militar e a decadência das artes e da cultura no país. O projeto conta com apoio do Programa Funarte Aberta.

Na trama, um único homem, o escritor, desdobra-se em dois personagens, que estão em um mesmo ambiente, mas não se encontram por pertencerem a contos diferentes. Os atores Hilton Vasconcellos e Rick Yates são o cérebro e o coração do autor em um mesmo espaço-tempo, contracenando indiretamente. Quando um é o autor, o outro é o personagem e vice-versa. A encenação optou por explorar uma imagem bastante popular da famosa tela de Van Gogh, que retrata seu quarto, como suporte para a cena de Caio F. Os personagens habitam esse mesmo quarto, onde suas memórias e impressões do mundo e da vida se expressam através das imagens daqueles tempos.

Foto: reprodução/Felipe O’Neill

“Este monólogo-tributo foi escrito durante a pandemia, quando a palavra de Caio parecia ‘gritar pelos cantos’’. Suas crônicas e cartas nos anos 1990 denunciavam a ignorância em torno de um vírus, também desconhecido, e desmascaravam a covardia dos que usavam a epidemia para impor o ódio e o preconceito. O universo de Caio é o mesmo dos que insistem em continuar, dos que tentam não sucumbir às mazelas diárias”, descreve Hilton Vasconcellos que, em 2012, ficou oito meses em cartaz na peça Homens de Caio F., dirigida por Delson Antunes. 

“As palavras de Caio parecem ter sido feitas para as ações que nascem no coração. Tudo ali é à flor da pele e nos emociona. O que é descritivo nos seus textos é cinematográfico, gerando imagens que ativam todos os nossos sentidos. Minha paixão pela obra dele é de longa data”, acrescenta Rick Yates.

Caio Fernando Abreu é um dos mais importantes escritores brasileiros contemporâneos. Se estivesse vivo, completaria 77 anos em 2025. Inovador, Caio F imprimia em seus contos uma narrativa cinematográfica, detalhada, delicada e ácida. Ele integra uma geração que vai dos hippies, passando pelos punks e clubbers, e acaba devorada pela Aids nos anos de 1980/90. Seus contos têm imagens potentes, são histórias cinematográficas da solidão de seus personagens na selva urbana. 

“Caio surge como autor sob a censura moralista da decadente ditadura militar no Brasil. Embarca numa espiral de afã por liberdade e justiça, amor livre e luta contra a homofobia, mas sua obra segue uma ‘via negativa’. Seus personagens são anti-heróis urbanos, loosers. A obra de Caio F. responde com sensibilidade à demanda de liberdade de seu tempo e continua atualíssima”, reforça Alexandre Mello.

É fã do Caio Fernando Abreu? Corre que ainda dá tempo de assistir à peça. Conta pra gente o que achou da matéria e siga o Entretetizei nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

Leia mais: Djavan — O Musical: Vidas para Contar celebra vida e obra do artista alagoano 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Últimas sessões: Fernanda Montenegro se despede dos palcos cariocas

As apresentações na cidade maravilhosa se encerrarão no próximo fim de semana e seguirão pelo Brasil a fora

Fernanda Montenegro encerra, no Rio de Janeiro, a temporada de apresentações do espetáculo em que lê textos de Nelson Rodrigues e Simone de Beauvoir. Com sua interpretação emblemática, a atriz deu vida às palavras desses dois autores tão distintos, explorando a intensidade da dramaturgia brasileira. O formato intimista, centrado na força da palavra e na presença da atriz no palco, foi celebrado pelo público carioca em sessões lotadas e carregadas de emoção.

Com o encerramento no Rio, Fernanda se prepara para levar o espetáculo em turnê pelo Brasil. As datas e cidades ainda não foram anunciadas, mas a atriz já confirmou a intenção de apresentar o projeto em diferentes regiões do país. O público de outras capitais aguarda, com expectativa, a oportunidade de assistir de perto a um dos maiores nomes do teatro brasileiro, em um espetáculo que celebra a literatura, o pensamento e o talento inquestionável da atriz.

Vamos falar de Nelson Rodrigues?

A fala de Nelson Rodrigues sempre chamou a atenção de Fernanda Montenegro, que organizou e costurou as leituras dramáticas baseadas na obra Nelson Rodrigues Por Ele Mesmo, de Sônia Rodrigues, livro que reúne o máximo do que o autor quis dizer sobre sua vida e obra. Respeita-se, inclusive, a sua posição  de que o memorialismo é um tipo de falsificação, e de que a ficção é autobiográfica. Nelson Rodrigues é hoje considerado o grande autor trágico do Brasil. Para muitos, é o único grande autor dramático do Brasil, mas, ele é, sobretudo, o descobridor de uma linguagem cênica, de uma linguagem essencialmente liberta de compromissos literários.

Foto: reprodução/Leila Fugii

Nelson Rodrigues considerava a época em que viveu trágica e épica. Nas crônicas que escreveu nos anos 60, Nelson carregou o século passado para fora do tempo, transformando o cotidiano óbvio em momentos transcendentais. Com sua obra, suas controvérsias e a própria biografia, Nelson Rodrigues inscreveu-se como um dos polemistas mais bem-humorados do país: o hiperbólico cronista do futebol, torcedor do Fluminense e nosso maior dramaturgo.

Nada intimidava Nelson; nenhuma sedução intelectual o fazia recuar da atitude de publicista e de intelectual não orgânico. Provavelmente, deve ter sido um dos últimos intelectuais não orgânicos do país. Ele não era de partido, não era de igrejas, não era de esquerda ou direita, não era da academia (nem a de Letras, nem a universitária). Não pertencia a grupos de opiniões, nem a “panelas” de nenhuma espécie. Achava-se no direito de expressar suas ideias sobre o que lhe pareciam ser os grandes temas de interesse público no país. 

Simone de Beauvoir não fica atrás

A leitura celebra os 80 anos de carreira de Fernanda Montenegro e aborda a visão libertária de Simone de Beauvoir (1908-1986) sobre o feminismo, além de sua ligação de vida com o filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980).

”Minha aproximação com a obra de Simone de Beauvoir vem desde quando eu tinha 20 anos. Essa fundamental feminista é uma personalidade referencial na minha geração. O espetáculo, baseado em uma de suas obras, proposto a mim em 2007 por Sérgio Britto, não se realizou”, conta Fernanda.

“A ideia permaneceu em mim através de outra criação de Simone de Beauvoir – A Cerimônia do Adeus. Organizei rigorosamente essa importante obra durante dois anos. Texto pronto, Bonarcado Produções Artísticas e Carmen Mello levaram à cena essa adaptação com o título de Viver Sem Tempos Mortos, continua.

“Em março de 2023, na Academia Brasileira de Letras, realizei a primeira leitura desse mesmo texto, organizado por mim. Seguiram duas apresentações no Teatro Poeira, já com aceitação total da plateia. Quando dessa leitura, trechos de outras obras dessa importante feminista e escritora já estavam incluídos nessas apresentações”, completa a atriz

“Ao ler, no palco, Simone de Beauvoir, nós nos conscientizamos da liberdade que essa Mulher se impôs e propôs a todas as gerações que a sucederam.” – Fernanda Montenegro

Já foi assistir a Fernandona no teatro? Conta pra gente o que achou da matéria e siga o Entretetizei nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

Leia mais: Djavan – O Musical: Vidas para Contar celebra vida e obra do artista alagoano

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Animação Frankie e os Monstros ganha cartaz e data de estreia no Brasil

Com direção de Steve Hudson, longa chega às salas de cinema em outubro deste ano 

Se tudo o que você queria neste segundo semestre era uma animação para chamar de sua, já pode tranquilizar o coração. A animação Frankie e os Monstros (Stitch Head) chega aos cinemas brasileiros em 23 de outubro. 

Dirigida por Steve Hudson (Verdadeiro Norte, 2006), a produção é inspirada no livro infantil Stitch Head e conta com a direção de animação de David Nasser, mesma mente por trás dos filmes Meu Malvado Favorito (2010), Hotel Transilvânia (2012), Rio 2 (2014) e da série Arcane (2021). 

Em seu laboratório no castelo, um professor dá vida (ou quase isso) a suas monstruosas criações, apenas para logo esquecê-las (já pode pegar um lencinho). Stitch Head, sua primeira criação, obedece a todas as ordens do mestre, mas nunca recebe reconhecimento ou carinho, mas tudo muda quando um Show de Horrores chega à cidade e o dono do espetáculo visita o castelo em busca de Stitch Head, prometendo-lhe tudo o que ele sempre sonhou: fama, fortuna e amor.

Foto: divulgação/ Paris Filmes

A produção é da Gringo Films GmbH, Fabrique d’Images, Senator Film Produktion, Traumhaus Studios, Mia Wallace Productions e Senator Film Köln e a distribuição nacional é da Paris Filmes.

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Leia também: Amizades improváveis dos filmes da Disney que vale a pena relembrar   

Texto revisado por Larissa Couto

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