No Espaço Entre Nós, primeira audionovela/sáfica da Audible no Brasil,estreia em 29 de agosto, com elenco de peso e trilha original de Jade Baraldo
A Audible, uma das principais plataformas de entretenimento em áudio do mundo, anuncia a chegada de No Espaço Entre Nós, romance de Elayne Baeta que mistura amor sáfico e dilemas sobre os limites da tecnologia. Dirigida por Bianca Comparato, a audionovela estreia no catálogo no dia 29 de agosto, data que celebra o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, trazendo os primeiros sete episódios para assinantes no Brasil.
Na trama, Alice Carvalho dá voz à Lilith, uma Inteligência Artificial isolada em missão espacial, enquanto Alanis Guillen interpreta Maitê Rangel, psicóloga prodígio responsável por desenvolver métodos para cuidar da saúde mental de tripulações. A relação improvável e intensa entre as duas protagonistas conduz a narrativa, que também aborda luto, solidão e a busca por conexão em meio à imensidão do espaço.
O elenco ainda conta com Camila Fremder, Gabriela Medeiros, Yara de Novaes, Pedro Ottoni e Gero Camilo, além da participação especial de Bianca Comparato. A trilha sonora é assinada por Saudade e Jade Baraldo, que interpreta a música-tema No Espaço Entre Nós, composta especialmente para a audionovela e que será lançada em setembro como parte do próximo álbum da cantora.
Foto: divulgação/audible
Uma pré-estreia com estrelas dentro e fora do Planetário do Ibirapuera
Antes da estreia oficial, a Audible realizou um evento gratuito no Planetário do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 26 de agosto, reunindo fãs para uma escuta coletiva e imersiva do primeiro episódio. O encontro transformou o espaço em um verdadeiro cenário cósmico, alinhado à atmosfera da obra que se passa entre a Terra e o espaço sideral.
Foto: divulgação/audible
O público teve acesso exclusivo ao início da jornada de Maitê e Lilith, embalada pela trilha original de Jade Baraldo. Além da exibição, parte do elenco e da equipe criativa compareceu para conversar com os presentes, entre eles as protagonistas Alanis Guillen e Alice Carvalho, a autora Elayne Baeta e a diretora Bianca Comparato. A presença delas reforçou a representatividade do projeto, considerado um marco como o primeiro Audible Original sáfica no Brasil.
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O sucesso das bilheterias de Hollywood dá início a uma nova saga
A produção da Disney marcou uma geração com o primeiro filme Tron: Uma Odisseia Eletrônica,depois estreou em 2010 com Tron: O Legado e depois de 15 anos a trama volta às telas com Tron: Ares.
Sabemos que a inteligência artificial faz parte do nosso dia a dia e está presente em tudo que fazemos. Mas, em 1982, quando Tron: Uma Odisseia Eletrônica chegou aos cinemas, tudo era diferente.
A trama conta a história de Kevin Flynn (Jeff Bridges), programador de jogos que decide invadir os arquivos da empresa para provar que os projetos são dele. Mas ele acaba sendo teletransportado para dentro do sistema, tendo que sobreviver aos jogos mortais e derrotar um inimigo.
Foto: Divulgação/Disney
O filme foi o primeiro a ter uma grande escala da computação gráfica, com cenários e até personagens produzidos, mas grande parte das pessoas sabem que o longa vai além dos conceitos de imaginação e computação.
O animador da produção audiovisual Bill Kroyer relembrou em uma entrevista para o especial de 20 anos a dificuldade para entender as ideias dos programadores: “Eles nunca haviam feito um filme e nós nunca havíamos usado computadores”.
Além disso, os computadores eram muito limitados e não podem ser comparados com a facilidade tecnológica que temos hoje em dia.
Vale lembrar também que para a parte live-action de Tron, os atores tiveram que ser filmados em figurinos e cenários preto e branco, uma técnica chamada backlit animation.
Na obra, que retorna em 2025, veremos Kevin Flynn (Jeff Bridges) acompanhando Ares, um programa enviado para cumprir uma missão no mundo real, e marca o primeiro encontro da humanidade com Inteligência Artificial.
O longa tem data de estreia prevista para o dia 09 de outubro nos cinemas, mas já está disponível na Disney+.
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Evento literário que celebra a escrita feminina brasileira acontecerá em dezembro e fechará o calendário literário de 2025
A segunda edição do festival dedicado ao Prêmio LOBA (Literaturas e Obras de Autoras) traz diversas novidades para as pessoas que são fãs e incentivadoras da literatura produzida por mulheres brasileiras.
Data e local já confirmados em São Paulo
O evento, agora, já tem data e local definidos: durante os dias 12, 13 e 14 de dezembro, a literatura feminina e de representatividade vão ocupar o Centro de Inovação e Cultura do Edifício Oswald de Andrade, espaço emblemático e centenário no cenário cultural paulistano, localizado a 500 metros do metrô Tiradentes, zona norte da cidade.
Programação diversa e espaço para novas vozes
A programação contará com painéis, palestras, rodas de conversa, espaço para networking entre autoras, editoras e produtoras culturais. Além disso, haverá uma área dedicada à venda de livros de autoras independentes e outras ações voltadas à economia criativa e ao incentivo à leitura de obras escritas por mulheres.
Foto: divulgação/Luisa Savala
Número recorde de inscrições
A segunda edição do Prêmio LOBA recebeu 1.283 obras inscritas, distribuídas entre as 17 categorias do edital e vindas de todos os estados brasileiros. O número representa um crescimento de mais de 100% em relação à edição anterior, que contou com 624 participantes. As inscrições já se encerraram e agora estão em fase de avaliação pela Banca Examinadora.
“O aumento das inscritas no prêmio LOBA nos demonstra uma demanda de mercado em relação à exposição das autoras e distribuição de suas obras. Nossa parceria com a Editora Urutau reforça esse movimento, viabilizando a publicação de uma obra inédita.” — Mandi Castro, co-fundadora e Presidente do LOBA Festival.
Parceria confirmada com editora e abertura para novas colaborações
Uma das grandes novidades desta edição é a parceria com a Editora Urutau, que estará presente no festival com diversas atividades que serão divulgadas em breve! Além disso, a Urutau irá selecionar uma obra entre as finalistas das categorias não publicadas para lançamento pelo seu selo editorial.
O LOBA Festival segue aberto a novas parcerias com editoras, coletivos, produtoras, marcas e iniciativas que queiram participar presencialmente do evento ou colaborar com a publicação de obras inscritas. As propostas devem estar alinhadas ao propósito do festival: valorizar e amplificar a literatura feita por mulheres brasileiras.
Imagem: divulgação/Luisa Savala
Apoio institucional fortalece o festival
O LOBA Festival conta com o apoio institucional do Governo Federal por meio da Política Nacional Aldir Blanc e do Governo do Estado de São Paulo, pelas mãos da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, bem como pelo Fomento CULTSP e pelo Programa de Ação Cultural (ProAC).
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Exibido pela primeira vez no Festival de Cannes deste ano, Morra, Amor chega ao Brasil em novembro
Baseado no livro homônimo de Ariana Harwicz, o suspense psicológico Morra, Amor (Die My Love) é ambientado na zona rural dos Estados Unidos. O longa é o retrato de Grace, personagem de Jennifer Lawrence (Que Horas Eu Te Pego?, 2023), uma jovem que luta para manter sua sanidade após se tornar mãe.
A produção, que foi exibida na última edição do Festival de Cannes, será distribuída nas salas de cinema de todo o Brasil pela Paris Filmes, com estreia agendada para 27 de novembro.
“O cerne desta história se concentra na complexidade do amor e em como ele pode mudar e se transformar ao longo do tempo. Procurei torná-lo realista, humano, espontâneo e, às vezes, engraçado, capturando os momentos que parecem pequenos, mas carregam muito peso. O filme é para qualquer pessoa que já tenha estado em um relacionamento — há dor e beleza na vulnerabilidade”, complementa a diretora e roteirista Lynne Ramsay (Precisamos Falar Sobre o Kevin, 2011).
O elenco conta ainda com Robert Pattinson (Mickey 17, 2025), LaKeith Stanfield (O Livro de Clarence, 2023), Nick Nolte (Invasão ao Serviço Secreto, 2019), Sissy Spacek (Uma História Real, 1999) e Sarah Lind (Vingança a Sangue Frio, 2019). Martin Scorsese é um dos produtores do filme.
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Sucesso em turnê pelo Brasil, O Casal Mais Sexy da América combina humor, emoção e crítica social em temporada paulistana. Veja no Teatro Liberdade
Após passar por cidades do Rio Grande do Sul, interior de São Paulo, de Curitiba e Belo Horizonte, o espetáculo O Casal Mais Sexy da América acaba de chegar a São Paulo para uma temporada no Teatro Liberdade — a partir de 22 de agosto.
Apresentada pelo Ministério da Cultura e com patrocínio da Bradesco Seguros, a comédia romântica estrelada por Vera Fischer, Leonardo Franco e Vitor Thiré combina humor inteligente e crítica social ao abordar temas como envelhecimento, igualdade de gênero e ética no trabalho de maneira leve, provocativa e emocionante. A direção e versão brasileira são de Tadeu Aguiar, a partir do texto do premiado roteirista e dramaturgo norte-americano Ken Levine.
A produção é da Estamos Aqui Produções Artísticas — responsável por sucessos como A Cor Púrpura (2023), Querido Evan Hansen (2021), Ou Tudo ou Nada (2015), As 4 Faces do Amor (2011) e Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito (2022) — e com administração e realização da JF Soluções e Serviços.
A trama se passa nos bastidores da indústria do entretenimento e acompanha o reencontro de Susan White e Robert McAllister, dois atores veteranos que, décadas atrás, formaram um dos casais mais icônicos da TV americana em uma série de grande sucesso. Trinta anos depois, eles se encontram durante o velório de uma antiga colega de elenco e, diante da possibilidade de voltarem a trabalhar juntos, são levados a revisitar memórias, confrontar diferenças e encarar as transformações que marcaram suas trajetórias. Esse reencontro, porém, pode mudar os rumos de suas vidas, reacendendo lembranças adormecidas e trazendo de volta a chama de um romance que parecia perdido no tempo.
Foto: divulgação/Carlos Costa/GPress Comunicação
“Tudo começa quando eles se reencontram em um quarto de hotel, durante o funeral de uma antiga colega da produção. Trinta anos depois, voltam a compartilhar lembranças — boas e ruins —, elogios, brigas e confissões”, conta Vera Fischer. “É um texto que trata, com leveza e humor, de assuntos sérios como o etarismo, a desigualdade salarial entre homens e mulheres e os desafios de se manter ativo na profissão com o passar dos anos.”
Para o diretor Tadeu Aguiar, a montagem brasileira exigiu uma adaptação cuidadosa. “Quando li o texto, fui tomado de emoção e alegria. Eu mesmo decidi traduzi-lo, buscando equivalentes no nosso idioma e referências que fizessem sentido ao público brasileiro. A princípio, pensei em trazer a história para o Brasil, mas percebi que ela é tão universal que bastava manter a ambientação original, permitindo que os atores imprimissem nossa maneira de dizer e sentir”, explica.
Com esse equilíbrio entre humor e reflexão, o espetáculo provoca identificação imediata. “É muito interessante, porque há cenas em que o público gargalha, mas também momentos de emoção. Mostramos que pessoas acima dos 60 anos podem viver romances, ser felizes. É uma comédia romântica reflexiva, atual e muito bem recebida em todas as cidades por onde já passamos”, acrescenta Vera.
Leonardo Franco reforça a força da obra: “O mais potente é o poder transformador do texto. Ele vai com o público pra casa, continua reverberando no coração. É uma comédia romântica da mais alta qualidade, que mostra a vida como ela é: com encontros, desencontros, promessas, surpresas e muita emoção.”
Na montagem brasileira, o elenco conta ainda com Vitor Thiré, que interpreta o jovem funcionário do hotel onde os protagonistas se hospedam. “O interessante está justamente na mistura entre o que é dito e o como é falado. Apesar da ingenuidade dos seus 22 anos, o boy do hotel traz à cena o universo contemporâneo das redes sociais e da internet, dialogando com os jovens de hoje com humor e leveza”, observa o ator.
A equipe criativa reúne nomes reconhecidos do teatro musical brasileiro: Natália Lana assina a cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal os figurinos, Sergio Martins a iluminação, Sueli Guerra a direção de movimento e Norma Thiré e Eduardo Bakr a coordenação de produção.
Para Bakr, o espetáculo equilibra leveza e reflexão: “Ele começa como uma comédia divertida, mas logo revela camadas delicadas que tratam do etarismo, do machismo estrutural e da invisibilidade da mulher no mercado de trabalho. É uma produção luxuosa e cuidadosa, que diverte e, ao mesmo tempo, toca em questões que todos nós carregamos no coração”, afirma o produtor.
Ficha Técnica:
Versão brasileira e direção geral – Tadeu Aguiar;
Cenário – Natália Lana;
Figurino – Dani Vidal & Ney Madeira;
Desenho de luz – Sergio Martins;
Direção de movimento – Sueli Guerra;
Visagismo – Anderson Bueno;
Assistente de Direção – Maria Griffith;
Produção – Norma Thiré & Eduardo Bakr;
Coordenação de Produção –Estamos Aqui Produções Artísticas;
Produção geral – JF Soluções e Serviços;
Assessoria de Imprensa – GPress Comunicação.
SERVIÇO:
Data: De 22/08 a 21/09.
*Horário: Sextas e sábados às 20h e domingos às 17h*.
Duração: 90 min.
Gênero: Comédia Teatral.
Classificação: 14 anos.
End: Rua São Joaquim, nº129 – Liberdade – São Paulo.
Local: Teatro Liberdade.
Abertura da casa: 1h antes do início do evento.
Plateia Premium: R$160,00 (Inteira) e R$80,00 (Meia-entrada).
Plateia: R$140,00 (Inteira) e R$70,00 (Meia-entrada).
*Acessibilidade em todas as sessões; acesso físico, interpretação em libras, texto e resumo descritivo em braille*.
*Ingresso 35%: desconto válido mediante o preenchimento do formulário.
*Clientes Glesp têm 25% de desconto nos ingressos inteiros mediante à aplicação do cupom, limitado a 4 ingressos por cupom. Válido para todos os setores.
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