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O Agente Secreto é escolhido para representar o Brasil no Oscar

A produção foi escolhida para representar o país na categoria de Melhor Filme Internacional

O Comitê de Seleção da Academia Brasileira de Cinema anunciou, nesta segunda-feira (15), que o filme O Agente Secreto foi escolhido para representar o Brasil na tentativa de obter uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no 98º Oscar.

Esta é uma oportunidade para o cinema brasileiro emplacar um longa-metragem pelo segundo ano consecutivo na categoria. No ano anterior, o filme Ainda Estou Aqui foi indicado no mesmo segmento, algo que só aconteceu uma vez, em 1998 e 1999.

O longa-metragem, que chamou atenção no Festival de Cannes, conta a história de Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia, fugindo de um passado misterioso, que volta ao Recife em busca de um pouco de paz. Contudo, logo percebe que a cidade está longe de ser um refúgio.

O diretor, Kleber Mendonça Filho, fala sobre os esforços que envolveram a conquista: “Nossa campanha começou em maio, no Festival de Cannes, e agora segue mais forte ainda. Grande abraço por todo o apoio popular e para o comitê de seleção pela confiança a esse filme que acaba de começar a ser visto no Brasil.”

Emilie Lesclaux, produtora do filme, complementa: “Que honra o reconhecimento da Academia Brasileira de Cinema e a indicação para representar o Brasil no Oscar. Estou orgulhosa do filme que fizemos e da nossa trajetória. Trabalharemos muito para levarmos O Agente Secreto o mais longe possível, representando a força do cinema brasileiro no mundo”.

Foto: divulgação/ CinemaScópio

A shortlist, com os países pré-selecionados para competirem, será anunciada no dia 16 de dezembro, e os cinco finalistas, no dia 22 de janeiro de 2026. A cerimônia de premiação acontece no dia 15 de março.

O filme trilha agora uma extensa trajetória por festivais nacionais e internacionais, com a presença do diretor Kleber Mendonça Filho, da produtora Emilie Lesclaux e elenco.

A próxima parada acontece no AFI Latin American Film Festival, entre os dias 18 de setembro e 6 de outubro, nos EUA. O filme também será exibido no dia 21 de setembro no 73º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, na Espanha; seguindo para o Beyond Fest, que acontece entre 25 de setembro e 9 de outubro, em Los Angeles.

Além disso, a produção será exibida no 63º Festival de Cinema de Nova York, que acontece entre os dias 26 de setembro e 13 de outubro. O longa também abre, no dia 21 de setembro, o 34º Festival de Cinema Latino-Americano de Biarritz, na França, que também homenageará Kleber Mendonça Filho. Em outubro, o filme tem sessões confirmadas no prestigioso BFI London Film Festival, no 23º Festival de Morelia, no México. A agenda traz ainda Wagner Moura como homenageado no Festival de Zurique, na Suíça, entre outros.

Trajetória nacional
Foto: divulgação/ Soraya Ursine

As primeiras sessões públicas no Brasil aconteceram em São Luiz e Teatro Parque, no Recife, no dia 10 de setembro (quarta-feira). Agora, o longa trilha um longo caminho, passando por diversos eventos nacionais, inclusive abriu o Festival de Brasília, na última sexta-feira, e agora parte para o Olhar do Norte, em Manaus e outros festivais espalhados pelo país.

A produção chega aos cinemas oficialmente no dia 6 de novembro, com distribuição da Vitrine Filmes. O lançamento tem patrocínio master da Petrobras, que em 2025 comemora 30 anos de apoio ao cinema brasileiro.

O primeiro trailer oficial foi lançado na última quarta-feira, nele destaca-se a atuação de Wagner Moura, Melhor Ator em Cannes, o grandioso elenco e ressalta a riqueza das locações pernambucanas e ainda revela o clima de tensão que promete tomar conta dos cinemas brasileiros nos próximos meses.

Além do lançamento no Brasil, O Agente Secreto tem estreia confirmada em mais de 90 países entre América do Norte, América Latina, Europa, Ásia e Oceania, de acordo com a MK2, responsável pela comercialização dos direitos de exibição do filme internacionalmente.

O Agente Secreto é uma coprodução internacional, com produção da CinemaScópio, e tem como coprodutora a francesa MK2 Films, a alemã One Two Films e a holandesa Lemming, com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes e patrocínio da Petrobras. 

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Revisado por Larissa Couto

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Cinema Notícias

Eddington: Ari Aster reúne Joaquin Phoenix, Pedro Pascal e Emma Stone em nova comédia de faroeste

Após exibição no Festival de Cannes, o longa estreia nos cinemas brasileiros em 13 de novembro

O primeiro trailer e o cartaz do longa Eddington, dirigido por Ari Aster, foram divulgados. A produção reúne um elenco de peso, contando com Joaquin Phoenix, vencedor do Oscar por Coringa (2019), como protagonista, Pedro Pascal, astro de The Last of Us (2023) e Emma Stone, duas vezes vencedora do Oscar na categoria Melhor Atriz em La La Land (2016) e Pobres Criaturas (2023).

Assista ao trailer oficial aqui:

 

Exibido no Festival de Cannes, o longa marca a primeira parceria entre os atores e o cineasta, conhecido por sucessos como Hereditário (2018) e Midsommar (2019). Com estreia marcada nos cinemas brasileiros, a trama se passa em uma pequena cidade do Novo México, onde um conflito entre o xerife local (Phoenix) e o prefeito (Pascal) toma grandes proporções, dividindo vizinhos e criando uma disputa nociva para a população de Eddington.

Eddington
Foto: divulgação/Universal Pictures

A produção, que aposta em uma comédia de faroeste, conta ainda com a atuação de Luke Grimes, Deirdre O’Connell, Micheal Ward, Amélie Hoeferle, Clifton Collins Jr. e William Belleau. Austin Butler, indicado ao Oscar por Elvis (2022), completa o elenco em participação especial.

Eddington
Foto: divulgação/Universal Pictures

Na direção, ao lado de Aster está Lars Knudsen, e o filme possui coprodução com a 828 Productions. A distribuição é da Universal Pictures e o longa estará disponível nos cinemas brasileiros em 13 de novembro.

 

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Leia também: Diogo Hayashi fala sobre a construção dos espaços sobre o olhar do imigrante no filme Dormir de Olhos Abertos 

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

 

 

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Entretenimento Música Notícias

Ed Sheeran lança álbum Play e clipe de Camera, estrelado por Phoebe Dynevor

Cantor apresenta álbum que explora sons e temas atemporais, e presta homenagem à sua esposa

Ed Sheeran lançou, nesta sexta-feira (12), uma nova fase de sua carreira com o álbum Play. O trabalho já está disponível nas principais plataformas de streaming musical. O clipe da música Camera foi lançado no YouTube e traz Phoebe Dynevor, de Bridgerton, como protagonista.

Gravado inteiramente com um iPhone, o vídeo retrata os primeiros passos de um romance. As cenas se passam na Croácia e acompanham desde passeios e encontros até a participação da personagem em um show de Sheeran.

A faixa, inspirada em Cherry Seaborn, esposa do artista, mantém o tom íntimo das baladas que marcaram a trajetória do cantor de Photograph. Coproduzida por ILYA, Andrew Watt e Louis Bell, Camera dá início a um projeto mais ambicioso: um disco que explora influências da música indiana, persa e do folk irlandês.

Com Play, Sheeran se propõe a expandir horizontes sonoros sem abrir mão da identidade que o consagrou. O álbum reúne tanto experimentações quanto faixas de formato mais familiar, equilibrando novidade e tradição.

O cantor ainda apresentou ao vivo algumas das novas músicas em uma edição especial do Tiny Desk Concerts, da NPR. Os fãs podem assistir aqui.

 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura Livros Notícias

Seleção de livros destaca reflexões sobre democracia e autoritarismo no Dia Internacional da Democracia

Num cenário de ameaças à democracia, indicamos leituras que iluminam os caminhos e dilemas desse sistema em transformação

No dia de hoje, é comemorado o Dia Internacional da Democracia, data que busca chamar a atenção mundial para a necessidade de defender os princípios fundamentais da inclusão, liberdade, igualdade, paz e desenvolvimento. 

Em tempos de crescentes desafios aos regimes democráticos ao redor do mundo, é essencial compreender os mecanismos que os fortalecem ou os enfraquecem. Pensando nisso, a editora Tinta-da-China Brasil selecionou obras fundamentais, que abordam a trajetória da democracia, os perigos do autoritarismo e as lições históricas que não podemos esquecer. 

Veja a seleção completa:

Salazar e o poder: A arte de saber durar (2025)
Imagem: reprodução/Tinta-da-China Brasil

Por que durou tanto o regime de Salazar, a mais longa ditadura europeia do século XX? É isso que o professor, pesquisador e político português Fernando Rosas, especialista na história dos fascismos, procura explicar neste livro, que marca o apogeu da sua obra historiográfica. O livro, vencedor do prêmio PEN de ensaios, em Portugal, supre uma lacuna na bibliografia publicada sobre o ditador no Brasil. 

Com prosa fluida e pesquisa rigorosa, buscando ir além do senso comum, Rosas identifica cinco fatores estruturais da durabilidade do salazarismo: a violência contra as oposições; o controle político das Forças Armadas; a cumplicidade da Igreja; o corporativismo; e a investida cultural no “homem novo”. 

Em tempos de retorno dos fascismos, urge compreender como triunfaram seus experimentos, para que possamos combater suas novas mutações.

A lei da bala, do boi e da Bíblia: Cultura democrática em crise na disputa por direitos (2024)
Imagem: reprodução/Tinta-da-China Brasil

Em meio a um cenário internacional de erosão democrática, quatro pesquisadoras do Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (Laut) se propõem a investigar como se construiu, nas últimas décadas, o discurso jurídico de grupos conservadores e reacionários no Brasil. 

Entre a bala, o boi e a Bíblia, os temas em debate podem variar, do Estatuto do Desarmamento à descriminalização do aborto, passando pela tese do marco temporal. O que se mantém, entretanto, é a estratégia BBB de usar a linguagem política e jurídica, especialmente noções associadas a pautas progressistas — como garantia de direitos, laicidade, separação de poderes e vontade popular —, em sentidos antipluralistas e fragmentados, que favorecem sua própria agenda política. 

Este é o segundo livro da coleção Laut, na Tinta-da-China Brasil, e conta com prefácio de uma das principais vozes no combate ao autoritarismo na Europa, Renáta Uitz.

Despotismo tropical: a ditadura e a redemocratização nas crônicas de Julia Juruna (2024)
Imagem: reprodução/Tinta-da-China Brasil

No calor do momento e na distância do exílio, uma correspondente desconhecida deu notícias sobre a ditadura brasileira, na França. Em 1976, o Le Monde Diplomatique começou a publicar sólidos artigos de uma tal Julia Juruna, que tratavam de assuntos como as raízes violentas e o aparato repressivo do nosso país, a participação dos Estados Unidos no Golpe de 1964 e a dependência econômica em relação ao mercado internacional. 

Quem estava por trás do pseudônimo indígena era o jovem Luiz Felipe de Alencastro, que, em temporada de estudos e pesquisa na França, se tornaria um dos mais importantes historiadores brasileiros.

Reunidos pela primeira vez em livro, com organização do também historiador Rodrigo Bonciani, os artigos retomam os acontecimentos-chave da abertura política e do processo de redemocratização. Com os olhos no passado colonial e vivendo no presente da ditadura (1964-1985), Alencastro projeta o leitor para os tempos atuais. Em sua apresentação, Bonciani indaga se, diante da violência de Estado que persiste até hoje, a nossa jovem democracia não passaria de um “enxerto” no antigo conhecido “despotismo tropical”.

O caminho da autocracia: Estratégias atuais de erosão democrática (2023)
Imagem: reprodução/Tinta-da-China Brasil

Como democracias consolidadas permitiram a instalação do caos social, cultural e político através da eleição de governantes extremistas? Os pesquisadores do Laut expõem as táticas de regimes autocráticos em diferentes países do mundo, inclusive no Brasil. 

Os atos de 8 de janeiro de 2023 deram prova de que o extremismo não se dobra a derrotas eleitorais: é preciso responsabilizar os autores dos ataques à democracia para interromper o caminho da autocracia na política brasileira.

Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI (2024)
Imagem: reprodução/Tinta-da-China Brasil

Pontos cardeais da política, eixos da modernidade, a esquerda e a direita têm quase dois séculos e meio de história — e um futuro. Este livro segue essa história e defende, na contracorrente, que não só a esquerda e a direita ainda fazem sentido hoje, como são mais relevantes do que nunca.

Os novos desafios da democracia perante as escalas europeia e global ditam a necessidade de reinventar a política e recuperar os seus conceitos de base. Inspirado em dois diálogos com estudantes e escrito em tom coloquial, este Guia histórico para o século XXI explica por que é possível outra soberania, e como construir o movimento para consegui-la.

Salazar e os fascismos: ensaio breve de história comparada (2023)
Imagem: reprodução/Tinta-da-China Brasil

Nas discussões sobre o fascismo, costuma-se deixar de fora dessa classificação o Estado Novo português, que teve António Salazar à sua frente, a partir de 1933. Será que esse governo ditatorial, que só caiu na Revolução dos Cravos, de 1974, está mesmo distante das outras experiências europeias? 

Em Salazar e os fascismos: ensaio breve de história comparada, premiado pela Academia Portuguesa da História, Fernando Rosas investiga a tradição autoritária que elegeu líderes como Adolf Hitler e Benito Mussolini, detendo-se sobre o salazarismo, numa análise à luz de tais fascismos europeus. A reflexão sobre esse momento histórico o lança para a atualidade, num esforço de apreender as semelhanças com a onda conservadora que toma o mundo nos anos recentes.

Lira Neto, autor da celebrada trilogia sobre Getúlio Vargas e de biografias de outras importantes figuras da cultura nacional, assina a orelha da edição.

Diante do fascismo: crônicas de um país à beira do abismo (2022)
Imagem: reprodução/Tinta-da-China Brasil

O jornalista e editor Paulo Roberto Pires observa, nestas 34 crônicas publicadas em sua coluna nas revistas Época e Quatro Cinco Um, a ascensão de Bolsonaro à Presidência da República e a implantação de sua política de perseguição às artes, à universidade, ao jornalismo e aos direitos humanos. 

A partir de episódios do dia a dia do governo, como a nomeação de Regina Duarte — a noivinha do Brasil fascista — para a Secretaria Especial de Cultura, Pires mostra como a autoproclamada isenção de intelectuais, jornalistas, políticos e outras figuras do debate público ajudou na instauração de um fascismo à brasileira.

Sobre a Tinta-da-China Brasil

É uma editora de livros independente, sediada em São Paulo, gerida, desde 2022, pela Associação Quatro Cinco Um, organização sem fins lucrativos. Sua missão é a difusão da cultura do livro.

 

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Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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Cultura asiática Notícias Séries

7 K-dramas sobre amadurecimento que retratam o crescimento e a autodescoberta

Entre sonhos distantes, amores improváveis e amizades que marcam para sempre, os K-dramas sabem como transformar o caos da juventude em histórias inesquecíveis sobre amadurecimento e identidade

Crescer nunca é simples, e os K-dramas entendem bem essa mistura de humor, dor e esperança que acompanha a juventude. Entre tropeços, conquistas, romances e frustrações, eles conseguem traduzir com sinceridade a fase em que tudo parece possível e, ao mesmo tempo, tão fora de alcance. Mais do que histórias de sucesso, essas produções mostram que amadurecer é também aprender a se descobrir.

De Lutando pelo Meu Caminho e sua visão crua sobre a vida adulta, passando pela nostalgia emocionante de Melancia Cintilante e pela força inspiradora de Vinte e Cinco, Vinte e Um, esses dramas conquistam porque refletem os altos e baixos que todo jovem enfrenta. Confira a seleção de produções que melhor representam esse processo de amadurecimento, com narrativas que tocam fundo por serem tão humanas:

Lutando pelo Meu Caminho (2017)

A série acompanha quatro amigos de longa data que tentam seguir em frente sem os títulos certos para o sucesso. Ko Dong Man (Park Seo Joon) já sonhou em ser campeão de taekwondo, mas agora leva uma vida comum, enquanto Choi Ae Ra (Kim Ji Won) enfrenta inúmeras rejeições ao tentar se tornar apresentadora. Junto deles, Kim Joo Man (Ahn Jae Hong) e Baek Seol Hee (Song Ha Yoon) lutam para manter o relacionamento em meio às dificuldades.

O grande charme de Lutando pelo Meu Caminho está na honestidade com que retrata a crise dos vinte e poucos anos. Nada de glamour: aqui os sonhos são distantes, a rotina é cansativa e a persistência é o que mantém os personagens de pé.

K-drama
Foto: reprodução/soompi
Vinte e Cinco, Vinte e Um (2022)

Ambientado durante a crise financeira da Coreia do Sul, o drama segue a trajetória de Na Hee Do (Kim Tae Ri), uma jovem esgrimista que luta contra inúmeros obstáculos para entrar no time nacional, e Baek Yi Jin (Nam Joo Hyuk), que tenta reconstruir sua vida após a falência da família.

A mistura de amizade, romance e resiliência faz de Vinte e Cinco, Vinte e Um uma das produções mais intensas sobre amadurecimento. Hee Do brilha pela determinação apaixonada, seja em busca de suas metas ou no apoio a quem ama, provando ser possível florescer mesmo em meio ao caos.

K-drama
Foto: reprodução/Netflix
Melancia Cintilante (2023)

Com música, fantasia e muito coração, esse K-drama narra a história de Eun Gyeol (Ryeoun), um estudante CODA (filho de pais surdos) que esconde sua paixão pelo rock. Ao entrar em uma loja misteriosa, ele é transportado para 1995, onde conhece seu pai adolescente, Lee Chan (Choi Hyun Wook), e acaba se juntando à sua banda.

Entre riffs de guitarra e descobertas emocionais, Melancia Cintilante retrata a difícil balança entre seguir a própria paixão e atender às expectativas da família. Com atmosfera nostálgica e atuações marcantes, é uma lembrança calorosa de que crescer é, acima de tudo, encontrar a própria voz.

Foto: reprodução/ Viki
Fada do Levantamento de Peso, Kim Bok Joo (2016)

Kim Bok Joo (Lee Sung Kyung) é uma jovem levantadora de peso que sonha com o ouro, mas também vive suas primeiras experiências amorosas e os dilemas típicos da vida universitária. Entre treinos, amizades e paixões, ela precisa descobrir quem realmente deseja ser.

Com leveza, humor e doçura, Fada do Levantamento de Peso, Kim Bok Joo se tornou um dos dramas mais queridos sobre amadurecimento, mostrando como amor, amizade e sonhos se entrelaçam na fase mais confusa e excitante da vida.

Foto: reprodução/ IMDB
Uma Seul Desconhecida (2025)

A produção traz a clássica troca de identidade, mas com profundidade emocional. As irmãs gêmeas Yoo Mi Ji e Yoo Mi Rae (Park Bo Young) vivem vidas opostas: uma desistiu do esporte e leva tudo de forma leve, enquanto a outra vive sob pressão em um ambiente corporativo. Ao decidirem trocar de lugar, acabam confrontando não só os desafios uma da outra, mas também os próprios medos e arrependimentos.

Mais que um trope conhecido, Uma Seul Desconhecida é sobre aprender a viver de forma autêntica, equilibrando amor, família e expectativas sociais.

Foto: reprodução/ Cine Vibes
À distância, a primavera é verde (2021)

O drama apresenta Yeo Joon (Park Ji Hoon), um calouro carismático que esconde cicatrizes emocionais, e Nam Soo Hyun (Bae In Hyuk), um veterano sobrecarregado por responsabilidades financeiras e familiares. Quando passam a trabalhar juntos, uma amizade improvável começa a transformar suas vidas, junto da colega So Bin (Kang Min Ah).

A produção traz à tona questões universais para universitários: solidão, cobrança familiar, insegurança e o desejo de pertencimento. Sensível e acolhedor, mostra que até nos períodos mais escuros é possível encontrar luz através das conexões humanas.

Foto: reprodução/ Viki
Passarela de Sonhos (2020)

Sa Hye Joon (Park Bo Gum) sonha em deixar para trás a carreira de modelo e se tornar ator, enquanto Ahn Jung Ha (Park So Dam) busca espaço como maquiadora. Unidos pela vontade de conquistar seus objetivos, eles compartilham sonhos, obstáculos e transformações pessoais.

Com romance, amizade e autodescoberta, Passarela de Sonhos é uma narrativa inspiradora sobre resiliência, família e a coragem de trilhar o próprio caminho. Mais do que fama ou reconhecimento, mostra que amadurecer é aprender a se tornar inteiro.

Foto: reprodução/ Olhar Digital

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Diogo Hayashi fala sobre a construção dos espaços sob o olhar do imigrante no filme Dormir de Olhos Abertos

Em debate na pré-estreia, o diretor de arte compartilhou as dificuldades e alguns bastidores do longa co-produzido pelo Brasil

Dormir de Olhos Abertos é um longa-metragem que enxerga o Brasil através da perspectiva de imigrantes taiwaneses e chineses no Recife. O filme foi inteiramente gravado no país, em 2022, sob direção da cineasta alemã Nele Wohlatz, e passou os últimos meses percorrendo festivais de cinema nacionais e internacionais, levando consigo o prêmio de Melhor Filme FIPRESCI e o prêmio da crítica da seção Encontros do 74º Festival de Cinema de Berlim, em 2024.

Uma co-produção entre Brasil, Taiwan, Argentina e Alemanha, a história gira em torno de três personagens: Kai (Liao Kai Ro), uma turista taiwanesa que chega sozinha nas praias brasileiras após seu namorado terminar com ela, Fu Ang (Wang Shin-Hong), um chinês dono de uma loja de guarda-chuvas, e Xiaoxin (Xiao Xing Cheng), uma imigrante chinesa que vem ao Brasil morar com sua tia, chefe de uma comunidade de trabalhadores chineses em Recife.

Kleber Mendonça Filho, que assina a produção no lado brasileiro junto de Emilie Lesclaux, descreveu Dormir de Olhos Abertos como “um ponto de vista sobre o Recife e sobre o Brasil, a partir do estrangeiro, nunca antes visto. Poliglota, contém graça, estranheza e Gal Costa”.

Confira o trailer abaixo:

No começo da última semana, o Entretê foi convidado para assistir à pré-estreia e a participar de um debate com Diogo Hayashi, diretor de arte do filme, e Cecília Mello, professora de audiovisual da USP e especialista no cinema do leste asiático.

Durante o debate, Diogo compartilhou o seu processo para construir a atmosfera visual do longa, incluindo como todos os cenários de Dormir de Olhos Abertos foram desenhados por ele antes de ganharem vida nas telas. O trabalho da direção de arte, segundo ele, costuma ser invisível ao telespectador, que não suspeita que cada ambiente, cor e objetos colocados em cena são pensados e pesquisados por uma equipe.

Nesse sentido, Diogo contou como um dos cenários do filme exigiu a construção de uma parede falsa que cobrisse uma cama articulada durante as cenas. Além disso, ele revelou que a produção era para ter sido filmada nas Torres Gêmeas, um dos cartões postais de Recife, mas, quando isso não foi possível, a equipe teve que reproduzir o interior dos apartamentos do condomínio em outra locação.

Foto: reprodução/On Pop Life

Diogo também falou sobre o desafio de compor cenários que refletissem a identidade de imigrantes chineses de forma respeitosa e sincera, tendo em vista que são uma parte pouco estudada da população brasileira e que se mantém bastante reservada.

Ainda no debate, o Entretê teve a oportunidade de fazer uma pergunta a Diogo: considerando a defasagem de perspectivas de imigrantes chineses no Brasil e as tensões que existem contra a imigração, pedimos que comentasse como ele acha que Dormir de Olhos Abertos pode contribuir com esse diálogo.

“Essa experiência de imigração, que é tão diferente e peculiar, também se comunica comigo, que fui um imigrante, então acho que não se restringe ao pessoal de Taiwan ou da China. Eu não sei te dizer de que maneira concreta isso contribui, mas eu acho que o cinema tem essa coisa mágica de observar sem julgar, de criar em cima disso e fabular em cima dessas experiências, mesmo sem que você as tenha vivido de fato,” respondeu ao Entretetizei.

Ainda sobre a pergunta, Diogo disse que, para Nele Wohlatz, Dormir de Olhos Abertos também tem camadas de discussão sobre classe, mesmo entre os brasileiros em Recife.

Reflexo disso foi a escolha inicial de filmar nas Torres Gêmeas, após uma conversa que a diretora teve com Kleber Mendonça Filho, em que ele contou que o condomínio teria sido construído para pessoas ricas de Recife morarem, mas foram imigrantes sino-brasileiros que compraram a maioria dos apartamentos, gerando desconforto entre a classe alta recifense.

Foto: reprodução/cineserie

Dormir de Olhos Abertos entrou em cartaz quinta-feira (11). Confira aqui os cinemas em que o longa está em cartaz e reserve seu ingresso.

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Leia também: Crítica | Dormir de Olhos Abertos expõe a ambivalência da experiência do imigrante

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Notícias Séries

Emmy 2025: veja os vencedores e surpresas que marcaram a premiação

Edição surpreende favoritos e muda o roteiro da noite: Owen Cooper se torna o ator mais jovem a levar o prêmio para casa, enquanto Tramell Tillman faz história como o primeiro ator negro a vencer na categoria

Na noite deste domingo, 14, em Los Angeles, nos Estados Unidos, aconteceu a 77ª cerimônia do Emmy Awards, premiação considerada o “Oscar” dos principais títulos e profissionais da televisão norte-americana.

Diferente de outras edições, houve surpresas que fugiram um pouco do padrão entre os vencedores. O Estúdio, seriado de comédia, quebrou recordes ao conquistar o maior número de vitórias para uma série do gênero, levando 13 troféus.

Um momento marcante foi a vitória de Tramell Tillman, ator de Seth Milchick em Ruptura, que se tornou o primeiro homem negro a conquistar o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática.

Outro destaque foi Owen Cooper, ator de apenas 15 anos, que fez história ao vencer na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV. Além disso, a minissérie da Netflix Adolescência, protagonizada por ele, levou seis prêmios no total, superando produções com o maior número de indicações, como Ruptura, com 27 nomeações, e Pinguim, com 24.

Foto: reprodução/Getty Images via Amy Sussman

Veja a lista de vencedores do Emmy 2025

Melhor série de drama

  •         Andor
  •         A Diplomata
  •         The Last Of Us
  •         Paradise
  •         The Pitt – Vencedora
  •         Ruptura
  •         Slow Horses
  •         The White Lotus
Foto: reprodução/AFP/Valerie Macon

Melhor série de comédia

  •         Abbott Elementary
  •         Ninguém Quer
  •         O Urso
  •         Hacks
  •         Only Murders in the Building
  •         Falando a Real
  •         O Estúdio – Vencedora
  •         What We Do in the Shadows
Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

Melhor série limitada ou antologia

  •         Adolescência – Vencedora
  •         Black Mirror
  •         Morrendo por Sexo
  •         Monstros: A História de Lyle e Erik Menendez
  •         Pinguim
    Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

    Melhor ator em série de drama

  •         Sterling K. Brown, Paradise
  •         Gary Oldman, Slow Horses
  •         Pedro Pascal, The Last of Us
  •        Adam Scott, Ruptura
  •        Noah Wyle, the Pitt – Vencedor

    Melhor atriz em série de drama

  •         Kathy Bates, Matlock
  •         Sharon Horgan, Mal de Família
  •         Britt Lower, Ruptura – Vencedora
  •         Bella Ramsey, The Last of Us
  •         Keri Russell, A Diplomata

    Melhor ator coadjuvante em série de drama

  •       Zach Cherry, Ruptura
  •       Walton Goggins, Tthe White Lotus
  •        Jason Isaacs, The White Lotus
  •        James Marsden, Paradise
  •        Sam Rockwell, The White Lotus
  •       Tramell Tillman, Ruptura – Vencedor
  •       John Turturro, Ruptura
Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

Melhor atriz coadjuvante em série de drama

  •         Patricia Arquette , Ruptura
  •         Carrie Coon, The White Lotus
  •         Katherine LaNasa, The Pitt – Vencedora
  •         Julianne Nicholson, Paradise
  •         Parker Posey, The White Lotus
  •         Natasha Rothwell, The White Lotus
  •        Aimee Lou Wood, The White Lotus

Melhor ator em série de comédia

  •         Adam Brody, Ninguém Quer
  •         Seth Rogen, O Estúdio – Vencedor
  •         Jason Segel, Falando a Real
  •         Martin Short, Only Murders in the Building
  •         Jeremy Allen White, O Urso
Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

Melhor atriz em série de comédia

  •         Uzo Aduba, The Residence
  •         Kristen Bell, Ninguém Quer
  •         Ayo Edebri, O Urso
  •         Jean Smart, Hacks – Vencedora
  •         Quinta Brunson, Abbott Elementary

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

  •         Ike Barinholtz, O Estúdio
  •         Colman Domingo, As Quatro Estações do Ano
  •         Harrison Ford, Falando a Real
  •         Jeff Hiller, Alguém em Algum Lugar – Vencedor
  •         Ebon Moss-Bachrach, O Urso
  •         Michael Urie, Falando a Real
  •         Bowen Yang, Saturday Night Live

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

  •         Liza Colón-Zayas, O Urso
  •         Hannah Einbinder, Hacks – Vencedora
  •         Kathryn Hahn, O Estúdio
  •         Janelle James, Abbott Elementary
  •         Catherine O’Hara, O Estúdio
  •         Sheryl Lee Ralph, Abbott Elementary
  •         Jessica Williams, Falando a Real
Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

Melhor ator em série limitada, antologia ou telefilme

  •         Colin Farrell, Pinguim
  •         Stephen Graham, Adolescência – Vencedor
  •         Jake Gyllenhaal, Acima de Qualquer Suspeita
  •         Brian Tyree Henry, Ladrões de Drogas
  •         Cooper Koch, Monstros: A História de Lyle e Erik Menendez

Melhor atriz em série limitada, antologia ou telefilme

  •         Cate Blanchett, Disclaimer
  •         Meghann Fahy, Sirens
  •         Rashida Jones, Black Mirror
  •         Cristin Milioti, Pinguim – Vencedora
  •        Michelle Williams, Morrendo por Sexo
Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

Melhor ator coadjuvante em série limitada, antologia ou telefilme

  •         Javier Bardem, Monstros: A História de Lyle e Erik Menendez
  •         Bill Camp, Acima de Qualquer Suspeita
  •         Owen Cooper, Adolescência – Vencedor
  •         Rob Delaney, Morrendo por Sexo
  •         Peter Sarsgaard, Acima de Qualquer Suspeita
  •        Ashley Walters, Adolescência
Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

Melhor atriz coadjuvante em série limitada, antologia ou telefilme

  •         Erin Doherty, Adolescência – Vencedora
  •         Ruth Negga, Acima de Qualquer Suspeita
  •         Deirdre O’Connell, Pinguim
  •         Chloë Sevigny, Monstros: A História de Lyle e Erik Menendez
  •         Jenny Slate, Morrendo por Sexo
  •         Christine Tremarco, Adolescência
Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

Melhor direção em série de drama

  •         Andor, episódio Who Are You?, dirigido por Janus Metz
  •         The Pitt, episódio 6:00 P.M, dirigido por Amanda Marsalis
  •         The Pitt, episódio 7:00 A.M., dirigido por John Wells
  •         Ruptura, episódio Chikhai Bardo, dirigido por Jessica Lee Gagné
  •         Ruptura, episódio Cold Harbor, dirigido por Ben Stiller
  •         Slow Horses, episódio Hello Goodbye, dirigido por Adam Randall – Vencedor
  •        The White Lotus, episódio Amor Fati, dirigido por Mike White

Melhor direção em série de comédia

  •         The Bear, episódio Napkins, dirigido por Ayo Edebiri
  •         Hacks, episódio A Slippery Slope, dirigido por Lucia Aniello
  •         Mid-Century Modern, episódio Here’s To You, Mrs. Schneiderman, dirigido por James Burrows
  •         O Ensaio, episódio Pilot’s Code, dirigido por Nathan Fielder
  •         O Estúdio,  episódio The Oner, dirigido por Seth Rogen – Vencedor

Melhor direção em série limitada, antologia ou telefilme

  •         Adolescência, dirigido por Philip Barantini – Vencedor
  •         Morrendo por Sexo, episódio It’s Not That Serious, dirigido por Shannon Murphy
  •         Pinguim, episódio Cent’anni, dirigido por Helen Shaver
  •         Pinguim, episódio A Great Or Little Thing, dirigido por Jennifer Getzinger
  •         Sirens, episódio Exile, dirigido por Nicole Kassell
  •         Dia Zero, dirigido por Lesli Linka Glatter

Melhor roteiro em série de drama

  •         Andor, episódio Welcome To The Rebellion, escrito por Dan Gilroy – Vencedor
  •         The Pitt, episódio 2:00 P.M., escrito por Joe Sachs
  •         The Pitt, episódio 7:00 A.M., escrito por R. Scott Gemmill
  •         Ruptura, episódio Cold Harbor, escrito por Dan Erickson
  •         Slow Horses, episódio Hello Goodbye, escrito por Will Smith
  •         The White Lotus, episódio Full-Moon Party, escrito por Mike White

Melhor roteiro em série de comédia

  •         Abbott Elementary, episódio Back To School, escrito por Quinta Brunson
  •         Hacks, episódio A Slippery Slope, escrito por Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky
  •         O Ensaio, episódio Pilot’s Code, escrito por Nathan Fielder, Carrie Kemper, Adam Locke-Norton e Eric Notarnicola
  •         Alguém em Algum Lugar, episódio AGG, escrito por Hannah Bos, Paul Thureen e Bridget Everett
  •         O Estúdio, episódio The Promotion, escrito por Seth Rogen, Evan Goldberg, Peter Huyck, Alex Gregory e Frida Perez – Vencedor
  •         What We Do In The Shadow, episódio The Finale, escrito por Sam Johnson, Sarah Naftalis e Paul Simms

Melhor roteiro em série limitada, antologia ou telefilme

  •         Adolescência, escrito por Jack Thorne e Stephen Graham – Vencedor
  •         Black Mirror, episódio Common People, escrito por Charlie Brooker e Bisha K. Ali
  •         Morrendo por Sexo, episódio Good Value Diet Soda, escrito por Kim Rosenstock e Elizabeth Meriwether
  •         Pinguim, episódio A Great Or Little Thing, escrito por Lauren LeFranc
  •         Não Diga Nada, episódio The People In The Dirt, escrito por Joshua Zetumer

Melhor reality

  •         The Amazing Race
  •         RuPaul’s Drag Race
  •         Survivor
  •         Top Chef
  •         The Traitors – Vencedor

Melhor talk-show

  •         Jimmy Kimmel Live!
  •         The Daily Show
  •         The Late Show with Stephen Colbert – Vencedor
    Foto: reprodução/Getty Images via AFP/Kevin Winter

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    Leia também: VMA 2025: confira todos os vencedores da noite 

    Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin

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Cinema Cultura Cultura asiática Notícias

Animação Totto-Chan: A Menina na Janela tem estreia nos cinemas brasileiros

Inspirado em uma história real, o filme é baseado no livro de memórias da atriz Tetsuko Kuroyanagi e vendeu mais de 25 milhões de cópias ao redor do mundo

A história de Totto-Chan: A Menina na Janela, que se passa durante a Segunda Guerra Mundial, é a da infância da atriz e apresentadora de TV, Tetsuko Kuroyanagi, cujo livro de memórias virou um clássico instantâneo da literatura japonesa. 

O longa levou o Prêmio Especial no Festival de Annecy, o mais importante do mundo no gênero, além de ter sido indicado ao Prêmio da Academia Japonesa de Cinema, na categoria de Melhor Animação do Ano, e acumular elogios pelos festivais que passou, incluindo a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

O filme acompanha Totto-chan (Liliana Ôno), uma menina hiperativa, de sete anos, depois de ser expulsa de uma escola tradicional, por ser considerada problemática, e ser admitida na Tomoe Gakuen, cujo método de ensino permite que as crianças sejam mais independentes.

Em meio à atmosfera de insegurança provocada pela entrada no Japão na Segunda Guerra Mundial, o ambiente de liberdade e os fortes laços que ela desenvolve com o diretor da escola, interpretado por Kôji Yakusho, e com um colega com poliomielite, Totto-chan aprende valiosas lições sobre solidariedade, empatia e responsabilidade.

Foto: divulgação/Sato Company

O longa é inspirado na vida de Tetsuko Kuroyanagi, uma personalidade da TV japonesa que, no fim dos anos 70, ficou preocupada com a notícia de que a evasão escolar aumentava muito no país. Assim, decidiu escrever as memórias de sua infância para tentar incentivar a volta dos alunos às instituições de ensino.

A história foi publicada em capítulos numa revista feminina e, em 1981, reunidas num livro que virou um fenômeno de vendas e passou a ser adotado em escolas de educação fundamental como material didático.

Foto: divulgação/Sato Company

Adaptada para as telas sob direção de Shinnosuke Yakuwa, Totto-Chan: A Menina na Janela vai chegar aos cinemas brasileiros próximo ao dia das crianças, em nove de outubro.

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Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

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Entretenimento Música Notícias

Demi Lovato traz hit dançante e sensual com Here All Night

Música é o segundo single da nova era da artista, seguido de Fast

A cantora Demi Lovato lançou nesta sexta (12) seu mais novo single, Here All Night. Acompanhando o lançamento com um clipe cheio de sensualidade, a artista volta com um pop dançante no segundo hit da sua nova era.

Com uma letra que retrata os passos de como superar um relacionamento, a música fará parte do nono álbum de estúdio da cantora, que ainda não tem data de lançamento. “É uma música de separação que escrevi incorporando uma personagem. Foi libertador entrar na história de outra pessoa.”, diz a artista.

A aposta é que o álbum será mais voltado para uma sonoridade electro-pop. O primeiro single dessa nova era, Fast, foi lançado no início de agosto. 

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Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin

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Cinema Notícias

“Song Sung Blue: Um Sonho a Dois”, estrelado por Hugh Jackman e Kate Hudson, chega em janeiro de 2026 nos cinemas

Drama musical que homenageia Neil Diamond tem primeiro trailer e imagem lançados

Foi divulgado pela Universal Pictures o primeiro trailer e a imagem oficial de Song Sung Blue: Um Sonho a Dois (Song Sung Blue), mais novo longa dirigido por Craig Brewer (Meu Nome é Dolemite – 2019, Um Príncipe em Nova York 2 – 2021).  Estrelado por Hugh Jackman (Os Miseráveis – 2012) e Kate Hudson (Como Perder um Homem em 10 Dias – 2003), o filme estreia nos cinemas brasileiros em 15 de janeiro de 2026.

Assista ao teaser oficial aqui:

Inspirado em uma história real, a trama acompanha dois músicos azarados, Milwaukee Mike (Jackman) e Claire Sardina (Hudson), que decidem formar uma banda em homenagem ao cantor e compositor Neil Diamond. Em meio aos holofotes, eles descobrem que nunca é tarde para recomeçar, correr atrás de seus sonhos e encontrar o amor.

Song sung blue
Foto: reprodução/Cinema10.com.br

Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir e Hudson Hilbert Hensley completam o elenco. O filme, baseado no documentário homônimo de 2008, conta com roteiro do próprio Craig Brewer, que também assina a produção em parceria com John Davis e John Fox.

A cinebiografia musical tem distribuição da Universal Pictures e estará disponível nos cinemas a partir de janeiro de 2026 também em versões acessíveis.

 

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Texto revisado por Simone Tesser 

 

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