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Entrevista | Relvas abre o coração sobre single em homenagem aos avós 

Tua Voz é uma canção emocionante que faz um tributo à sua família e aborda o medo da perda

Relvas lançou recentemente Tua Voz e celebra a positiva recepção da faixa, que chegou acompanhada de um videoclipe e é uma homenagem aos avós do artista. O som tem gerado uma onda de feedbacks que superaram as expectativas. A canção fala sobre o medo que o artista tem em relação às despedidas difíceis que tornam a saudade evidente e que, mais cedo ou mais tarde, todos são obrigados a vivenciar.

A inspiração para a canção surgiu a partir da ligação que Relvas tem com sua família e, em especial, com seus avós. O cantor é muito ligado aos avós e, consequentemente, pensa de forma apreensiva em relação a um futuro no qual eles não vão estar mais aqui. 

Atualmente, Relvas tem contato com sua avó materna (Ilma) e seu avô paterno (Armando), pois infelizmente os outros avós já faleceram (Francelino, Hilda e Elísia). Ele teve duas avós paternas porque seu avô casou pela segunda vez depois do falecimento da primeira esposa Hilda, em 1964. Após a passagem dela, Armando se casou com Elísia. Portanto, o artista não chegou a conhecer a avó paterna biológica, tendo tido contato apenas com a “vódrasta” Elísia. Da mesma forma, também não conheceu seu avô materno, que faleceu um ano antes de Relvas nascer. Portanto, hoje o artista possui um contato de muito afeto e proximidade com sua avó Ilma e seu avô Armando. 

A composição virou uma homenagem em forma de arte e melodia, para demonstrar todo o amor, carinho e afeto que o neto sente pelos seus avós. Ao mesmo tempo, Relvas revela que, para ele, a canção pode abrir portas para outras interpretações além dessa narrativa do medo da partida de algum familiar, podendo ser compreendida também em contextos de relacionamentos, sejam eles quais forem. 

O som traz uma sonoridade que passeia entre o pop, o rock e elementos da MPB, que ganham força a partir da presença marcante do piano, que direciona toda a canção. A produção musical da faixa ficou a cargo de Raphael Dieguez, que acompanha Relvas desde 2022 e assina não apenas a produção como também os arranjos de guitarra, baixo e sintetizadores, além da mixagem e masterização. A bateria é assinada por Matheus Coelho e o piano por João Carstens, gravados no renomado Estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro. Os violões ficaram por conta do próprio Relvas, que também assina os  vocais principais e os backing vocals. 

Em entrevista exclusiva, ele revela mais detalhes sobre este novo trabalho. Confira: 

Entretetizei: A canção Tua Voz é uma homenagem aos seus avós, e você menciona que precisava externar o medo de perdê-los. Como foi o processo de transformar um sentimento tão complexo e apreensivo em uma melodia leve e afetuosa?

Relvas: Não foi fácil escrever a música justamente por conta desse lado emocional que ela carrega. Entre lágrimas e melodias, a letra foi surgindo. O processo de composição foi bonito, mas bastante intenso. Foi extremamente emocionante porque eu externalizei sentimentos que há muito tempo estavam guardados. Então, por mais que tenha sido desafiador, foi um processo lindo e necessário para mim. Foi uma via de mão dupla porque, ao mesmo tempo em que consegui externar esse medo, também consegui encontrar um conforto dentro da composição justamente por conseguir demonstrar esse amor por eles ainda em vida, homenageando também os meus avós que já não estão mais aqui. Tenho muito orgulho dessa composição justamente porque ela mostra um lado meu que eu ainda não tinha mostrado. A despedida é um tema muito difícil de lidar, então foi especial conseguir traduzir isso em uma composição minha. 

E: O videoclipe retrata o hábito de tomar café com seus avós. Além de ser um ato de amor, o que mais esse ritual representa para você? Alguma memória específica da infância vem à sua mente quando você pensa nesses momentos?

R: Esse hábito de tomar café com os meus avós representa o mais puro significado de amor, carinho e cuidado. Minha relação com eles é muito bonita e de um contato de muito carinho, afeto e reciprocidade. Sou completamente apaixonado e muito grato por tudo que já fizeram por mim e por todo carinho que continuam dividindo comigo. Esse simples costume de tomar café junto é algo que acontece há muitos anos e sempre me traz boas lembranças. Meus avós sempre tiveram esse hábito de fazer a mesa de café para todos se reunirem e conversarem, então esse costume sempre me traz boas lembranças da família reunida e de muitos momentos felizes. Acho que uma memória muito específica que eu guardo com muito carinho eram os momentos nos quais eu levava o meu violão pra essas reuniões e, entre um café e outro, cantávamos diversas músicas juntos.

E: Você se descreve como um artista que participa de todas as etapas da produção, desde a composição até a edição dos clipes. Como essa autonomia criativa influencia o resultado final de uma música tão pessoal como Tua Voz?

R: Acho que essa autonomia criativa e essa minha participação ativa em todas as etapas do processo de produção, tanto da faixa quanto do clipe, me permitem imprimir cada vez a minha essência nos meus trabalhos. Foi justamente essa minha participação nas fases da produção que me possibilitou apresentar esse lado mais intimista. Pelo fato dessa composição ser tão pessoal, eu precisava transmitir exatamente essa força e mensagem através da produção, então participar do processo junto do Raphael Dieguez – que é o produtor da faixa – foi extremamente importante.

E: Essa composição carrega um lado intimista e emocional que você não havia mostrado antes. O que o inspirou a abrir essa nova faceta para o público agora? Existe algo diferente em ser vulnerável através da sua arte?

R: Eu sempre fui muito ligado aos meus avós e sempre pensei de forma muito apreensiva em relação ao momento da passagem de cada um deles. Eu confesso que não sou muito bom em lidar com esse tipo de despedida, então sempre olhei com medo para esse futuro. O que me inspirou a escrever essa música foi justamente esse sentimento! Foi uma forma que encontrei de tentar externar esse meu sentimento, que de certa forma é algo ruim. Eu sempre encontro conforto na arte e na música, e sempre uso minhas composições como refúgio. Então, basicamente, essa composição surgiu porque eu precisava transformar esse sentimento em música. Para tentar colocar em palavras esse medo e essa saudade que eu sei que vai ficar e, sendo sincero, tenho medo de sentir. Ao mesmo tempo que tentei traduzir essa minha reflexão, também tive o objetivo de deixar muito claro o amor e o carinho que tenho por eles. Então, para além de tudo, a música é uma homenagem em vida para eles ouvirem e saberem o quanto eu os amo. Além disso, acho que o principal motivo que me fez querer lançar essa música e dividir com o público foi justamente para fazer com que as pessoas se identificassem com a história por trás da composição e refletissem sobre a importância de valorizar o “aqui e agora”! O tema da música é extremamente delicado e toca as pessoas em um lugar muito especial. Então achei que seria bonito compartilhar com o público esse meu lado mais vulnerável, para despertar essa reflexão, bons sentimentos e boas lembranças. Acredito que a partir do momento que o artista se mostra vulnerável, ele consegue chegar nas pessoas de uma maneira muito mais sincera e bonita.

Créditos: Beatriz Raeder
Foto: divulgação/Beatriz Raeder

E: Você está iniciando uma nova fase de lançamentos que representam um amadurecimento artístico e emocional. Que tipo de amadurecimento é esse e como o público pode esperar vê-lo em suas próximas músicas?

R: Para mim, os processos por trás de cada produção são especiais demais e poder perceber esse amadurecimento e evolução nas minhas composições tem sido muito bonito! As minhas próximas músicas estão cada vez mais com a minha essência impressa! Conforme o tempo vai passando, a gente vai se descobrindo mais como artista e como pessoa, amadurecendo e mudando, então inevitavelmente esse processo de crescimento reflete diretamente nas criações. É um amadurecimento artístico! Estruturando melhor as ideias, aperfeiçoando técnicas, articulando novas referências e entendendo melhor qual tipo de som que eu quero entregar para o público, conversando cada vez mais com o artista que eu venho me tornando. Estou ansioso demais pelos próximos passos e para mostrar essas novas músicas!

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Texto revisado por Gabriela Fachin

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Cultura asiática Notícias

Veja o trailer da terceira temporada de SPY x FAMILY

A nova temporada chega em outubro no streaming

O anime SPY x FAMILY é uma adaptação do mangá homônimo de Tatsuya Endo, publicado na plataforma Shonen Jump Plus, da Shueisha, desde março de 2019. A série retorna com novos episódios da terceira temporada no dia 4 de outubro, na Crunchyroll.

 O trailer também apresenta a faixa Actor, tema de encerramento inédito interpretado pela cantora e compositora japonesa Lilas Ikuta. Conhecida apenas como Lilas, a artista também integra a dupla YOASOBI, responsável por canções de sucesso em outros animes.

A nova temporada é produzida pelo WIT STUDIO, em parceria com o CloverWorks. A equipe de produção conta com Yukiko Imai na direção, Rino Yamasaki na composição da série e Kazuaki Shimada como designer de personagens e diretor-chefe de animação. 

Pôster SPY x FAMILY - terceira temporada
Imagem: divulgação/© Tatsuya Endo/Shueisha, SPY x FAMILY Project

Na trama, as nações de Ostania e Westalis vivem há anos em uma guerra fria sem fim. Para investigar os movimentos do presidente de um importante partido político, Westalis convoca Twilight, seu melhor agente, e o instrui a montar uma família falsa para se infiltrar nos eventos sociais da escola frequentada pelo filho do político. 

No entanto, por um acaso do destino, ele acaba adotando Anya, uma jovem com poderes telepáticos, e se casa com Yor, uma assassina profissional. Sem conhecer as verdadeiras identidades uns dos outros, eles se envolvem em aventuras cheias de reviravoltas.

Confira as imagens individuais dos personagens:

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Leia também: JUJUTSU KAISEN: confira o trailer e a data de lançamento da nova temporada

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura @_itsbrinis

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Cinema Cultura pop Notícias

The Smashing Machine: The Rock vive uma lenda do MMA em novo trailer

O longa premiado no Festival de Veneza chega aos cinemas brasileiros em outubro

 

Com Dwayne ‘The Rock’ Johnson e Emily Blunt, The Smashing Machine chega no Brasil com o título Coração de Lutador, e narra a história de Mark Kerr, a lenda do MMA em que carreira promissora foi atravessada por dilemas pessoais intensos. As estrelas de Adão Negro (2022) e Oppenheimer (2023) atuam sob a direção de Benny Safdie, conhecido por Joias Brutas (2019), cujo trabalho levou o Leão de Prata na última edição do Festival de Veneza.

Ícone do esporte nos anos 1990 e 2000, quando ganhou o apelido The Smashing Machine, Kerr participa ativamente da produção, assinando o roteiro ao lado de Safdie. Juntos, eles mergulham na dualidade do atleta, que publicamente colecionava vitórias e prêmios, mas, no íntimo, lidava com dilemas profundos.

Coração de Lutador é um mergulho na jornada física e emocional de um homem complexo — e tem conquistado o público e os críticos entre os festivais pelos quais passa. A performance de The Rock, inclusive, já é apontada como uma das fortes candidatas para o Oscar 2026. Além do astro, o elenco do filme conta com lutadores profissionais, como o brasileiro Roberto Cyborg Abreu, Ryan Bader e Igor Vovchanchyn, que interpretam adversários enfrentados por Kerr no auge de sua carreira.

Com distribuição da Diamond Films, Coração de Lutador: The Smashing Machine estreia nacionalmente em 2 de outubro. Confira o pôster:

Coração de Lutador
Imagem: Divulgação/Diamond Films

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Leia também: Nova adaptação de Street Fighter chega aos cinemas em 2026

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura Cultura pop Entretenimento Eventos Musicais Notícias Sem categoria Teatro

Tiago Barbosa encara novo desafio em Rent, na Espanha

Reconhecido por papéis marcantes no Brasil e na Europa, o ator brasileiro estreia como Collins na nova produção de Rent em Madrid

Radicado em Madrid há dez anos, o cantor e ator carioca Tiago Barbosa inicia em dezembro um novo capítulo de sua trajetória internacional. No dia 10, ele estreia como Collins na temporada comemorativa de 30 anos do musical Rent, que ficará em cartaz até 25 de janeiro de 2026 no Teatro Fernán Gómez, na Plaza de Colón.

O convite surgiu justamente quando Tiago planejava se afastar dos palcos para se dedicar à universidade e à homologação de seus diplomas na Europa. A sugestão de um diretor para integrá-lo à obra de Jonathan Larson mudou seus planos e o levou a um rigoroso processo seletivo internacional, que incluiu candidatos de Londres, Nova York e Cuba, e testes de improvisação que avaliaram sua versatilidade. O resultado foi a escolha para interpretar Collins, papel que desejava desde o início.

Depois de marcar a cena espanhola com personagens icônicos como Simba, em O Rei Leão, e Lola, em Kinky Boots, que lhe rendeu reconhecimento nacional e uma indicação a Melhor Ator ao lado de Antonio Banderas, Tiago agora se prepara para Collins. “Rent é um ressurgir, me trouxe de volta coisas que havia esquecido na corrida da vida. Aqui todos esperam por esse momento e eu tenho sede de colocar voz e corpo nisso”, afirma.

Foto: reprodução/Carolina Schievenin

A montagem terá um caráter inédito: será a primeira vez que um musical ocupará um teatro público na Espanha, o que envolve novas regras, cotas e formatos de acesso. O fato de acontecer no espaço que recebe a cerimônia dos Prêmios Talía, da Academia de Artes Cênicas da Espanha, aumenta ainda mais o simbolismo da produção.

No Brasil, Tiago consolidou sua carreira em grandes espetáculos: estreou como Simba em O Rei Leão, papel que lhe rendeu o título de melhor intérprete mundial do personagem pela diretora americana Julie Taymor e o prêmio Bibi Ferreira de Revelação; interpretou TJ em Mudança de Hábito; Fiyero em Wicked; Milton Nascimento em Clube da Esquina – Os sonhos não envelhecem, papel que fez sucesso pelo país e lhe rendeu indicações de Melhor Ator nos principais prêmios do gênero; protagonizou Cinderella, tornando-se o primeiro príncipe negro entre todas as montagens do mundo; e atuou no original IRON – O Homem da Máscara de Ferro. Na Espanha, foi com Kinky Boots que consolidou seu espaço no cenário cultural local. “As pessoas me chamam na rua de Lola. Isso me ajudou a perder o medo da língua e hoje me sinto acolhido e respeitado”, conta.

O futuro reserva ainda mais novidades: 2026 deve marcar o lançamento de projetos autorais no Brasil, um retorno aguardado por seus fãs. Mais maduro e sereno, Tiago conclui: “Aprendi a confiar no tempo e no silêncio como aliados da minha jornada. Agora me sinto pronto para devolver isso em forma de arte”, finaliza.

E você, já acompanha o trabalho de Tiago? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê — Instagram, X e Facebook — e nos siga para mais novidades sobre o mundo da cultura e do entretenimento!

Leia também: Prêmio Bibi Ferreira anuncia indicados de sua 12ª edição

Texto revisado por Alexia Friedmann @alexiafriedmann

 

 

 

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Cultura asiática Música Notícias

ZEROBASEONE apresenta performance inédita de Lovesick Game

O boy group, em parceria com a Vevo, entrega apresentação marcante da canção do primeiro full-álbum NEVER SAY NEVER

 

Para celebrar o lançamento de seu primeiro full-álbum, o ZEROBASEONE apresentou nesta terça-feira (09) uma performance especial de Lovesick Game, terceira faixa do disco, em colaboração com a Vevo Studios. Sob uma iluminação cinematográfica, os integrantes transformaram a melodia de R&B em uma experiência intensa e imersiva.

A nova performance vem após a de ICONIK, lançada anteriormente no Live from Vevo Studios. Misturando influências do hip-hop e do R&B, Lovesick Game se apoia em bases de Future Bass, trazendo ritmos vibrantes e sintetizadores pulsantes que evocam a sensação de ser atraído para as profundezas sonoras.

Com 11 faixas inéditas, NEVER SAY NEVER marca também a preparação para a turnê mundial HERE&NOW. O grupo já confirmou 11 apresentações em sete regiões diferentes, com estreia prevista para o início de outubro, na Coreia do Sul.

 

Assista à performance completa de Lovesick Game:

 

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Leia também: ZEROBASEONE: The First Tour [Timeless World] In Cinema estreia nesta quinta

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Eventos Notícias

Clássicos dos anos 2000 serão exibidos nos cinemas

High School Musical 3: Ano da Formatura e Hannah Montana – O Filme serão reexibidos em festival

A rede Cinemark anunciou nesta terça (09) o Festival Cinemark Replay, que reexibirá, de forma exclusiva, dois grandes clássicos dos anos 2000, High School Musical 3: Ano da Formatura, a partir do dia 18 de setembro, e Hannah Montana – O Filme, a partir do dia 25 de setembro. A pré-venda inicia nesta quinta (11), com ingressos a R$15 reais.

Além disso, unidades selecionadas da grande São Paulo que fazem parte do Descontão Cinemark irão oferecer ingressos a R$12 em sessões de segunda a quarta.

O Festival Cinemark Replay é a oportunidade perfeita para revisitar os filmes que marcaram a geração Z e que se tornaram clássicos para quem viveu a época.

High School Musical 3: Ano da Formatura (2008)
Gif: reprodução/Tumblr

Em meio a preparativos para um campeonato de basquete, baile e formatura, os namorados Troy Bolton (Zac Efron) e Gabriella Montez (Vanessa Hudgens) curtem cada momento, sabendo que a faculdade coloca o futuro de seu relacionamento em jogo. Um elaborado musical de primavera é uma oportunidade para os dois Wildcats e seus colegas expressarem os medos e as esperanças para o futuro.

Hannah Montana – O Filme (2009)
Foto: reprodução/ Hotstar

Como muitos adolescentes, Miley Stewart (Miley Cyrus) tem sua família e amigos. Mas ela também é a estrela do pop Hannah Montana. À medida que a popularidade de Hannah cresce e passa a ameaçar a vida da garota, Miley, encorajada pelo pai, vai à sua cidade natal, no Tennessee, para ter contato com a realidade. Lá, a jovem embarca em uma aventura emocionante.

Animades para reassistir estes clássicos no cinema?? Conta pra gente nas nossas redes sociais Facebook, Instagram e X – nos siga e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Quase 20 anos de estreia de Hannah Montana, a série que moldou uma nova geração da música pop

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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O que é o amor? Novo livro explora as várias faces do sentimento a partir de Platão

Obra reflete sobre a dupla natureza de eros ao longo da história

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Cultura Entretenimento Livros

8 nomes da literatura russa que transformaram a arte de narrar

De Púchkin a Nabokov, descubra os escritores que moldaram a ficção e a poesia universais

Poucas tradições literárias conquistaram tanta admiração quanto a russa. Reconhecida por sua profundidade psicológica e pela força de suas imagens, ela acompanhou os rumos do país: das transformações sociais e políticas às crises espirituais que moldaram a identidade nacional. Mais do que uma manifestação artística, a literatura russa é um retrato da própria história da Rússia.

No século XIX, essa tradição atingiu seu auge, com a chamada Era de Ouro. Foi nesse período que o Realismo Russo se consolidou como um movimento literário capaz de capturar a complexidade da sociedade em transição, marcada por mudanças — como a Libertação dos Servos, de 1861. E foram escritores como Púchkin, Gogol, Dostoiévski, Tolstói, Tchékhov, Turguêniev e Gontcharov que marcaram esse período com obras que iam além da ficção: por meio de narrativas densas, personagens profundamente delineados, descrições minuciosas e reflexões filosóficas, eles exploraram os dilemas existenciais da alma humana e pensaram além dos temas caros à burguesia, dando voz àqueles que estavam à margem da sociedade russa da época.

Foto: divulgação/Entretetizei

Esse legado continuou a se renovar no início do século XX, quando autores como Vladimir Nabokov expandiram os limites da linguagem e levaram a tradição russa para o cenário internacional. Suas vozes ecoaram muito além das fronteiras, influenciando nomes como Kafka, Proust, Faulkner e Hemingway, reafirmando a universalidade da experiência literária.

Ler os clássicos russos é, portanto, mais do que apreciar uma escola literária: é mergulhar em histórias que refletem as contradições de uma nação e, ao mesmo tempo, iluminam questões universais da condição humana. A seguir, reunimos os autores essenciais para compreender e se encantar com a riqueza dessa tradição literária.

Aleksandr Serguêievitch Púchkin (1799–1837) 
Foto: reprodução/Escamandro

É amplamente reconhecido como o fundador da literatura russa moderna. Poeta, dramaturgo e romancista, Púchkin combinou o lirismo clássico com o realismo social, criando uma língua literária acessível, elegante e expressiva. Sua obra não apenas consolidou a língua russa como veículo literário sofisticado, mas também serviu de inspiração para todos os grandes autores do século XIX. Em poemas, contos e romances, explorou temas universais como o amor, o destino e a justiça, sempre com um humor sutil e uma crítica social refinada. 

Entre as suas obras mais importantes, estão Eugênio Oneguin, A Dama de Espadas e O Prisioneiro do Cáucaso.

Foto: reprodução/Editora 34
Nikolai Vasilievich Gogol (1809–1852) 
Foto: reprodução/Livrista

É lembrado como um autor que transitou entre a sátira, o grotesco e o fantástico. Ucraniano de origem, escreveu obras em russo que escancararam a corrupção da burguesia e o ridículo da vida social de sua época. Em Almas Mortas e O Inspetor Geral, retratou a falência moral de um império em crise, enquanto, em contos como O Capote, inaugurou uma tradição que inspiraria diretamente Dostoiévski e, mais tarde, Kafka. A sua capacidade de unir humor e inquietação existencial fez dele um dos precursores do Realismo Russo, ainda que nunca tenha abandonado o tom surreal e perturbador.

Foto: reprodução/Editora 34
Ivan Alexandrovitch Gontcharov (1812–1891) 
Foto: reprodução/Andrey Denier

Talvez não tenha alcançado a mesma fama internacional de seus contemporâneos, mas a sua contribuição foi decisiva para a literatura russa. Em Oblómov, criou um dos personagens mais emblemáticos do século XIX: um homem paralisado pela apatia e pelo tédio, incapaz de agir diante da vida. Essa figura deu origem ao termo oblomovismo, símbolo de uma inércia social e cultural que se tornou tema recorrente na crítica literária russa. Sua obra é, ao mesmo tempo, um retrato da classe média em ascensão e uma reflexão sobre a passividade diante da modernidade.

Foto: reprodução/Companhia das Letras
Ivan Serguéievitch Turguêniev (1818–1883) 
Foto: reprodução/Martin Hirsch

Foi um dos primeiros escritores russos a alcançar grande prestígio fora de seu país, especialmente na França, onde estabeleceu contato com nomes do Realismo Europeu. A sua literatura uniu delicadeza lírica e olhar crítico, explorando os conflitos entre gerações e o embate constante entre tradição e progresso. 

Em Pais e Filhos, criou Bazárov, personagem que se tornaria símbolo do niilismo juvenil e do chamado homem supérfluo da segunda metade do século XIX. Combinando sutileza psicológica e atenção às mudanças sociais, Turguêniev consolidou-se como uma ponte entre a Rússia e a Europa, ajudando a projetar a literatura de seu país no cenário internacional.

Foto: reprodução/Penguin Companhia
Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski (1821–1881) 
Foto: reprodução/Vasily Perov

Foi o grande explorador dos abismos da consciência. Sua trajetória pessoal foi atravessada por provações — da prisão e dos trabalhos forçados na Sibéria às crises financeiras e à luta contra a epilepsia. Essas experiências, em vez de sufocarem sua voz, alimentaram uma escrita de intensidade única, na qual seus personagens enfrentam dilemas de fé, culpa e redenção.

Em romances como Crime e Castigo, O Idiota e Os Irmãos Karamázov, Dostoiévski revelou os conflitos entre razão e irracionalidade, liberdade e destino, fé e niilismo. Sua influência ultrapassou fronteiras, alcançando filósofos, como Nietzsche, e psicanalistas, como Freud, que viram, em sua obra, um mergulho inédito na psicologia humana.

Foto: reprodução/Editora 34
Liev Nikoláievitch Tolstói (1828–1910) 
Foto: reprodução/Jornal A Pista

Ocupa um lugar central no cânone literário universal. Seus romances monumentais não apenas reconstruíram épocas inteiras, mas também investigaram a espiritualidade, a moralidade e o destino humano. 

Em Guerra e Paz e Anna Kariênina, Tolstói demonstrou a capacidade única de fundir dramas pessoais com grandes panoramas históricos, revelando a profundidade da experiência humana em todas as suas contradições. 

No final da vida, buscou uma espiritualidade própria, afastando-se da Igreja Ortodoxa Russa e tornando-se referência moral e filosófica. Sua influência ultrapassa os limites da literatura, alcançando a política, a religião, a educação e a filosofia do século XX.

Foto: reprodução/Companhia das Letras
Anton Pavlovitch Tchékhov (1860–1904) 
Foto: reprodução/SP Escola de Teatro

Foi médico de formação, mas tornou-se um dos maiores dramaturgos e contistas de todos os tempos. Sua obra transformou a literatura russa ao abandonar o excesso de enredos dramáticos para se concentrar nas sutilezas da vida cotidiana e nas ambiguidades da alma humana. A brevidade de seus contos e a delicadeza de suas peças marcaram um novo modo de narrar, em que os silêncios e as pausas falam tanto quanto as palavras. 

A influência de Tchékhov se estende para além da Rússia, chegando ao teatro moderno, de autores como Tennessee Williams e Samuel Beckett. Entre suas obras mais conhecidas estão A Dama do Cachorrinho, O Jardim das Cerejeiras, Tio Vânia e A Gaivota.

Foto: reprodução/Editora 34
Vladimir Vladimirovich Nabokov (1899–1977)
Foto: reprodução/No Sweat Shakespeare

Representou a literatura russa no exílio. Deixou o país após a Revolução de 1917, viveu na Europa e, mais tarde, nos Estados Unidos, onde escreveu tanto em russo quanto em inglês. Sua prosa é sofisticada, marcada pela ironia, pelo virtuosismo linguístico e por um jogo constante entre realidade e ilusão. Embora Lolita seja a sua obra mais célebre e polêmica, títulos como Fogo Pálido e Ada ou Ardor consolidaram a sua reputação como um dos grandes estilistas do século XX.

Entretanto, Nabokov não se destacou apenas como romancista: também foi um crítico rigoroso, cuja erudição se revela em livros como Lições de Literatura e Lições de Literatura Russa. Neles, apresentou análises detalhadas de autores como Tchékhov, Tolstói e Dostoiévski, sempre com opiniões incisivas e um olhar singular sobre a tradição literária. Ao unir a criação literária à crítica, mostrou que a literatura russa não estava confinada às fronteiras nacionais, mas podia reinventar-se em novos idiomas, contextos culturais e até mesmo no campo da reflexão acadêmica.

Foto: reprodução/Editora Alfaguara

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Cinema Cultura pop Notícias Séries

Dê uma espiada nas prévias de Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out

O terceiro capítulo da franquia chega ao streaming em dezembro

 

Benoit Blanc está de volta com novos personagens e mistérios ainda mais sombrios! As imagens oficiais de Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out já estão disponíveis. A terceira produção da franquia criada pelo cineasta indicado ao Oscar, Rian Johnson, chega ao streaming ainda em dezembro.

No longa, Benoit Blanc (Daniel Craig) retorna para seu caso mais sombrio. Após um assassinato súbito e aparentemente impossível abalar uma pequena cidade, a chefe de polícia local (Mila Kunis) une forças com o renomado detetive para desvendar um mistério que desafia toda a lógica.

Escrito e dirigido por Rian Johnson, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out reúne um elenco espetacular, pois além de Craig e Kunia temos Josh O’Connor, Glenn Close, Josh Brolin, Jeremy Renner, Kerry Washington, Andrew Scott, Cailee Spaeny, Daryl McCormack e Thomas Haden Church como parte do novo mistério Knives Out. A produção, assinada por Johnson e Ram Bergman, dá sequência ao sucesso de Entre Facas e Segredos (2019) e Glass Onion: Um Mistério Knives Out (2022).

O terceiro filme sucede àqueles que conquistaram o público e a crítica ao redor do mundo e transformaram a franquia em um dos maiores fenômenos do gênero. A produção está confirmada no catálogo global da Netflix a partir de 12 de dezembro de 2025.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cultura turca Notícias Séries

Sultana: o novo projeto de Rojbin Erden

A atriz turca se junta ao elenco do filme que conta com grandes nomes

 

Após o sucesso de sua personagem Asi na dizi Yabani (tradução livre: Selvagem, 2023), o próximo projeto da atriz Rojbin Erden foi anunciado. Ela interpretará Fahriye no filme Sultana, produção ambientada em um clube noturno de Istambul, que contará a história comovente de sete dançarinas de pole dance.

Foto Rojbin Erden.
Foto: reprodução/Instagram @rojbinerdn
O filme

A produção será protagonizada por Tuba Büyüküstün (Uma Nova Mulher, 2022), dando vida à Meral, que tem sua vida transformada após a chegada de Anna, uma jovem bailarina da Bielorrússia, à boate. Anna será interpretada por Derya Pınar Ak, conhecida por atuar na dizi Prens (tradução livre: Príncipe, 2023). Seray Kaya (Bir Küçük Gün Işığı, 2022) completa o elenco, até o momento, no papel de Tülay.

Foto Tuba Büyüküstün e Derya Pınar Ak.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Foto Seray Kaya.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

Escrito por Erdi Işık, roteirista do premiado filme Mukadderat (tradução livre: O Destino, 2024), terá direção de Ali Kemal Güven (Çilingir Sofrası, 2022). Produzido pela Rodi Medya em parceria com a Saros Film, as gravações estão previstas para começar em novembro. O longa, sem previsão de lançamento, deve estrear em festivais antes de ir para os cinemas.

Entrevista no Entretê

Uma das atrizes mais populares da geração mais jovem na Turquia, Rojbin Erden chamou a atenção por seu talento na atuação, música e dança. A atriz, que está no início de sua carreira, foi entrevistada pelo Entretê em 2024 e contou um pouco sobre o seu trabalho em Yabani e que tem vontade de conhecer o Brasil. Confira aqui.

 

Já conhece o trabalho da atriz? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais Facebook, Instagram e X para mais informações sobre o mundo do entretenimento turco.

 

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Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

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