Turnê “After Hours Til Dawn” terá produção épica e participações de Anitta e Playboi Carti
O astro global The Weeknd, dono de hits recordistas comoBlinding Lights e Save Your Tears, anunciou a extensão de sua turnê After Hours Til Dawn para 2026 com datas confirmadas no México, Brasil, alguns países da Europa e Reino Unido. No Brasil, o cantor se apresenta no Estádio Nilton Santos (RJ) no dia 26 de abril e no Estádio Morumbis (SP) nos dias 30 de abril e 1º de maio.
A extensão da turnê, lançada originalmente em 2022 e consolidada como a maior turnê de R&B da história, quebrando recordes e esgotando ingressos, dessa vez contará com a brasileira Anitta que participará de todas as apresentações na América Latina, enquanto o rapper Playboi Carti será presença em todos os shows na Europa e no Reino Unido.
Celebrando a aclamada trilogia de álbuns de The Weeknd com After Hours (2020), Dawn FM (2022) e Hurry Up Tomorrow (2025), os shows apresentarão sucessos de seu catálogo no topo das paradas. Ouça Hurry Up Tomorrow aqui:
Produzida pela Live Nation e patrocinada pela Nespresso, a turnê promove também uma parceria solidária com a Global Citizen e o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA). O equivalente a US$1 de cada ingresso vendido será destinado a iniciativas de combate à fome e apoio à educação.
Divulgação: ticketmaster.com.br
A Pré-venda exclusiva do artista terá início a partir de 08 de setembro (segunda-feira), às 10h, no site theweeknd.com/tour e a venda geral para o público no dia 10 de setembro às 12h.
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Longa traz Mel Maia, Sérgio Malheiros, Mateus Solano, Leticia Spiller e Marcelo Serrado no elenco principal
Tiveram início as filmagens de Ataque ao Metrô, novo suspense nacional produzido pela INTRO Pictures, em coprodução e distribuição da The Walt Disney Company. Dirigido por Mauricio Eça (Maníaco do Parque-2024; A Menina que Matou Meus Pais-2021), o longa promete prender a atenção do público com uma trama intensa e atual, e conta com um elenco de peso, incluindo Mel Maia, Sérgio Malheiros, Mateus Solano, Leticia Spiller e Marcelo Serrado.
O filme acompanha a inauguração de uma nova linha de metrô que é abruptamente interrompida quando um trem é sequestrado por Diana (Mel Maia), uma jovem em busca de justiça por uma tragédia esquecida. Ela conta com a ajuda de Santiago (Sérgio Malheiros) em sua missão. Enquanto a cidade entra em colapso, a delegada Helena (Leticia Spiller) conduz as negociações com os sequestradores, ao passo que o jornalista Julio Barreto (Mateus Solano) busca desvendar as verdadeiras motivações por trás do ataque, o que transforma o caso em uma disputa entre verdade e caos.
Divulgação: Pedro Macedo / Yuzú Filmes
O elenco também conta com Rocco Pitanga, Talita Younan, Marina Moschen, Xando Graça e Leo Senna. O roteiro é livremente inspirado no livro Linha 4 Amarela, de Felipe S. Mendes. Tanto o filme quanto a obra literária não são baseados em fatos reais.
Ataque ao Metrô terá lançamento exclusivo nos cinemas, com a data oficial de estreia a ser anunciada em breve.
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Depois de fazer sucesso em Game of Thrones, atriz dará vida para personagem icônica dos videogames
Nesta quarta-feira (03/09), o Prime Video anunciou que Sophie Turner dará vida a Lara Croft na nova série original da Amazon, baseada no enredo do famoso jogo de videogame, Tomb Raider. Jonathan Van Tulleken também foi confirmado como diretor e produtor executivo, enquanto Chad Hodge se junta como co-showrunner e produtor executivo.
A atriz britânica, que ficou mundialmente famosa por sua atuação como Sansa Stark em Game of Thrones, afirmou estar entusiasmada com o novo papel: “Estou extremamente emocionada por interpretar Lara Croft. Ela é uma personagem tão icônica, que significa muito para tantas pessoas e estou dando tudo de mim. É um grande desafio seguir os passos de Angelina e Alicia com suas atuações poderosas.”
A produção, criada pela vencedora do Emmy, Phoebe Waller-Bridge (Fleabag e Killing Eve), é baseada na franquia de videogames mundialmente famosa e será iniciada em janeiro de 2026. Waller-Bridge atuará como criadora, roteirista, produtora executiva e co-showrunner da série que acompanha as aventuras da arqueóloga e aventureira Lara Croft.
Sobre a confirmação de Turner na produção, Phoebe afirmou: “Estou muito animada em anunciar Sophie Turner como nossa Lara, ao lado desta equipe criativa fenomenal. Não é sempre que se tem a oportunidade de fazer uma série dessa magnitude com uma personagem que você cresceu amando. Todos os envolvidos são extremamente apaixonados por Lara e são tão extravagantes, corajosos e hilários quanto ela. Preparem seus artefatos… Croft está chegando…”
Foto: reprodução/Uol Splash
A série é produzida pela Story Kitchen, Crystal Dynamics e Amazon MGM Studios. Os produtores executivos incluemCrystal Dynamics, Phoebe Waller-Bridge e Jenny Robinspela Wells Street Productions,Dmitri M. Johnson, Mike Goldberg e Timothy I. Stevenson pela Story Kitchen, Michael Scheel e Legendary Television.
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Evento na Academia Brasileira de Letras celebra o legado da atriz pioneira
Durante o Quinta é Cultura na Academia Brasileira de Letras, Lázaro Ramos lança seu novo livro A Rainha da rua Paissandu. O ator e escritor inicia sua participação com a leitura dramatizada de poemas de Oratório dos Inconfidentes, do acadêmico Domício Proença, e logo depois recebe o público para autografar seu livro sobre as memórias da atriz Ruth de Souza.
A publicação celebra o legado dessa personalidade inesquecível da cultura brasileira, ressaltando o seu pioneirismo como artista negra. Nesse encontro de peças, lembranças e tributo, Lázaro Ramos compartilha as histórias que a própria Dona Ruth — como era carinhosamente chamada — dividiu com ele em uma série de conversas realizadas pouco antes de sua morte, aos 98 anos.
Foto: divulgação/Editora Intrínseca
Grande dama da dramaturgia nacional e verdadeira inspiração, Ruth de Souza foi uma precursora em muitos sentidos. Foi a primeira atriz negra a se apresentar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a primeira brasileira indicada a um prêmio internacional de cinema. Construiu, ao longo de décadas, uma carreira marcante, tornando-se também símbolo de representatividade negra no teatro, no cinema e na televisão. Esse legado é revisitado no livro de Lázaro Ramos, resultado de encontros com a atriz.
“Para compreendê-la, é fundamental ter em mente que ela foi uma pioneira, o que significa ter ocupado uma posição sem muitas referências prévias. Ruth foi alguém que lutou pelo justo direito de pessoas negras terem seu espaço e de o povo poder ver a diversidade que o constitui representada nas artes”, afirma o ator e escritor.
Lázaro, que em sua trajetória como artista sempre se sentiu inspirado a continuar desbravando o caminho aberto por Ruth de Souza, faz jus a essa grande mulher ao traduzir literariamente e com muita sensibilidade as palavras dela. “Examinar a vida da Pérola Ruth de Souza é uma oportunidade de entender um tanto a respeito desse tempo. Não só de percebermos quais amarras ainda existem em nosso país — ausências, preconceitos, desigualdades —, mas também de enxergarmos vitórias, estratégias, descobertas artísticas, sonhos e, principalmente, pioneirismo”, reflete.
A Rainha da rua Paissandu reúne fotografias, ilustrações inéditas e uma extensa pesquisa para narrar a vida de Ruth de Souza. A escrita, com ritmo de conversa íntima entre grandes amigos, é acompanhada por textos de apoio que contextualizam e aprofundam as lembranças da atriz.
“Decidi, aqui, adotar como caminho uma voz teatral, pois esse foi o alimento da nossa Ruth do começo ao fim. A cadência da voz, o modo como seu corpo se deslocava no espaço, sua maneira de olhar… Tudo nela fluía como uma obra de arte. E essa obra se desdobra no filme de uma vida que testemunhou de tudo”, conta Lázaro.
Mais que uma biografia, o livro é um tributo à luta dos artistas negros de ontem e de hoje por espaço e reconhecimento. Ao resgatar as memórias de Ruth de Souza, o livro também reúne depoimentos de atrizes como Dani Ornellas, Taís Araújo e Tatiana Tiburcio, representantes de gerações que seguem reconhecendo, em Ruth, um farol de inspiração.
A sessão de autógrafos de A Rainha da rua Paissandu acontece hoje, 4 de setembro, a partir das 17h30, na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. A entrada é franca, mediante retirada de ingressos aqui.
Foto: divulgação/Editora Intrínseca
Sobre o autor
Lázaro Ramos é ator, apresentador, diretor e escritor. Iniciou a carreira em 1994, na Bahia, e desde então participou de mais de oitenta produções em teatro, cinema e televisão. Autor de obras como o best-seller Na Minha Pele, estreia agora na editora Intrínseca com A Rainha da rua Paissandu.
Foto: reprodução/Biografias Resumidas
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Com muito charme, Mike Flanagan constrói um épico existencial sobre a vida humana e o direito de se deslumbrar com ela
Quando eu fui assistir A Vida de Chuck, a única informação que eu tinha sobre o filme era que o Tom Hiddleston estava no elenco e que a direção era assinada pelo Mark Flanagan, cujo trabalho eu costumo ver me escondendo da tela. Sem saber o que esperar, encontrei no cinema um filme suntuoso, com um roteiro criativo que celebra a vida em termos épicos, por menor que ela possa parecer.
Baseado em um conto de Stephen King, o longa faz um retrato da vida de um simples contador chamado Charles Krantz (Tom Hiddleston), ou Chuck, partindo de sua morte precoce aos 39 anos para então mergulhar nos principais momentos de sua grandiosa pequena existência. Em três atos contados inversamente, A Vida de Chuck é um filme sobre a vida, mas que parte da morte.
Confira o trailer do filme abaixo:
Um dos maiores triunfos de A Vida de Chuck está no primeiro ato, que é construído como um drama apocalíptico cheio de mistérios que provocam o público sem subestimá-lo, algo raro, mas muito bem-vindo atualmente.
Nesse início, somos apresentados a um universo muito instigante, e as escolhas criativas – como o uso de um narrador (Nick Offerman), a trilha sonora dramática, a composição das cenas e a iminência do fim do mundo – deixam claro que vamos acompanhar uma história de proporções épicas. Por essas características, A Vida de Chuck é um filme que cresce quando assistido na sala de cinema, permitindo que a trilha sonora extraia o máximo do seu potencial e que o público se deslumbre com o design de produção e a fotografia.
Ainda que o roteiro perca essa provocação a partir do segundo ato, com a voz do narrador passando a conduzir mais a história e, consequentemente, reduzindo a abertura para interpretações, o filme tem tanto charme e um coração tão grande que isso não diminui sua força.
Foto: reprodução/Tribuna do Cinema
A despeito do olhar intimista que uma história biográfica poderia sugerir, em A Vida de Chuck existe um distanciamento entre o público e seu protagonista, que não é complexo, e o filme nem parece ter a pretensão de tematizar seus conflitos. Chuck enxerga o mundo sem malícia nenhuma, através do melhor que ele tem a oferecer, e é uma perspectiva trabalhada ao longo de todo o filme com tanta força que, mesmo clichê ou ingênua, consegue ser muito comovente.
Nesse sentido, os atores que interpretam Chuck na pré-adolescência e na vida adulta – Benjamin Pajak e Tom Hiddleston, respectivamente – merecem destaque pelo carisma e pela composição de um personagem muito cativante, ainda que seja mais objeto de admiração ou símbolo do que alguém propriamente delineado. Os números de dança protagonizados por eles são maravilhosos.
Foto: reprodução/Agora RS
Durante o filme, a seguinte estrofe do poema Canção de Mim Mesmo (51), do poeta estadunidense Walt Whitman é repetida várias vezes:
Eu me contradigo? Muito bem, então eu me contradigo. (Eu sou grande, eu contenho multidões.)
É verdade que o filme não propõe muitas contradições, nem em seu personagem título nem em seu enredo, mas o trecho funciona como um motif da narrativa. A Vida de Chuck contempla o mundo que existe dentro de cada um de nós, as multidões compostas por todas as pessoas que conhecemos e pelas nossas experiências.
Com muito charme, A Vida de Chuck, que chega aos cinemas hoje (4), transmite um sentimento de completude muito grande, de uma vida vivida de forma simples, mas que é grandiosa nessa simplicidade. Ainda que perca um pouco de fôlego após o primeiro ato, o filme nos faz perceber o quanto de vida cabe em apenas alguns segundos.
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A nova série original é inspirada na obra de Stephen King
A nova série original da HBO, It: Bem-Vindos a Derry, é inspirada no livro que deu origem aos filmes It: A Coisa e It: Capítulo Dois.
O seriado é ambientado no universo de IT que antecede o primeiro filme. Os episódios seguem os eventos da década de 1960, sobre a pesquisa de Mike Hanlon, ajudando o espectador a entender sobre a origem de Pennywise.
Foto: Divulgação/HBO
O elenco reúne Taylour Paige, Jovan Adepo, Chris Chalk, James Remar, Stephen Rider, Madeleine Stowe, além de Rudy Mancuso e Bill Skarsgård, que retorna como o palhaço Pennywise.
A produção conta com nove episódios, que vão ser lançados semanalmente, no domingo, a partir do dia 26 de outubro na HBO e HBO Max.
Confira o trailer da série:
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Transmissões ao vivo, realities shows e franquias de sucesso: veja os destaques que chegam à plataforma neste mês
Neste mês, o catálogo da plataforma de streaming HBO Max recebe 50 produções. As novidades são para todos os públicos: para aqueles que desejam maratonar, a estreia original da HBO, Task: Unidade Especial(2025) e a série turca The Prince(2025), além do novo filme da franquia de sucesso mundial, Karatê Kid: Lendas (2025).
Para os fãs de realities, chega a segunda temporada de Masterchef Confeitaria(2025) e a primeira temporada de Largados e Pelados Brasil: A Tribo (2025). E, para iniciar a temporada de premiações, a HBO transmitirá ao vivo a cerimônia do EMMYS, no dia 14 de setembro, a partir das 20h30.
Venha conferir a lista completa:
SÉRIES
Foto: reprodução/The Hollywood Reporter
Task: Unidade Especial (2025)| Estreia: 7 de setembro. Young Rock (2021), Temporadas 1 a 3 | Estreia: 10 de setembro.
Psiconautas (2016), Temporadas 1 e 2 | Estreia: 11 de setembro.
The Prince (2025) | Estreia: 12 de setembro.
Mike & Molly (2010), Temporadas 1 a 6 | Estreia: 17 de setembro. Sonhos de Liberdade (2024) | Estreia: 22 de novembro.
The Graft (2021) | Estreia: 26 de setembro.
FILMES
Foto: reprodução/Broadway Cinema
Férias no Trailer (2006) | Estreia: 3 de setembro.
Extermínio (2002) | Estreia: 3 de setembro.
Extermínio : A Evolução (2025) | Estreia: 3 de setembro.
Karatê Kid: Lendas (2025) | Estreia 5 de setembro.
Sequestro 1971 (2024) | Estreia: 10 de setembro.
Infiltrado na Klan (2018) | Estreia: 10 de setembro.
Hypnotic: Ameaça Invisível (2023) | Estreia: 12 de setembro.
A Última Showgirl (2024) | Estreia: 12 de setembro.
Amor de Ano Novo (2011) | Estreia: 12 de setembro.
Inferno (2016) | Estreia: 13 de setembro.
Josey Wales: O Fora da Lei (1976)| Estreia: 17 de setembro.
Os Guerreiros Pilantras (1970) | Estreia: 17 de setembro.
Pistoleiros do Entardecer (1962) | Estreia: 17 de setembro.
Máquinas Mortais(2018) | Estreia: 17 de setembro.
Festa da Salsicha (2016) | Estreia: 17 de setembro.
After: Para Sempre (2023) | Estreia: 19 de setembro.
É Preciso Acreditar (2018) | Estreia: 19 de setembro.
Gatilheiro (2025) | Estreia: 19 de setembro
Fugitivo por Acidente(2023) | Estreia: 24 de setembro.
Resident Evil 6: o Capítulo Final (2016) | Estreia: 24 de setembro.
Com Quem Será? (2018) | Estreia: 26 de setembro.
REALITIES
Foto: reprodução/Band
Amor na Gringa, Temporada 2 | Estreia: 3 de setembro.
Casa das Facas – A Batalha | Estreia: 10 de setembro.
Masterchef Confeitaria, Temporada 2 | Estreia: 12 de setembro.
Largados e Pelados Brasil: A Tribo, Temporada 1 | Estreia: 14 de setembro.
Nesha e Jaz Contra o Peso | Estreia: 17 de setembro. Virgens | Estreia: 17 de setembro.
Grandes Chefes: Torneio dos Campeões, Temporada 5 | Estreia: 24 de setembro.
Os Busbys + 5, Temporada 7 | Estreia: 24 de setembro.
Missão Faxina com Ellen Milgrau | Estreia: 25 de setembro. 90 dias: Tô na Caça | Estreia: 28 de setembro. 90 dias para Casar – Reino Unido, Temporada 4 | Estreia: 28 de setembro.
DOCUMENTÁRIOS
Foto: reprodução/O Curioso do Futebol
190 — O Assassino Ligou? (2025) | Estreia: 2 de setembro.
Kivimaki: O Hacker Mais Procurado (2025) | Estreia: 5 de setembro. O Caso Escola Base (2023) | Estreia: 11 de setembro.
Quem Matou Nossa Filha?(2025) | Estreia: 18 de setembro.
Adriano Imperador (2022) | Estreia: 18 de setembro.
Novas Raízes: Escolhas do Futuro (2025) | Estreia: 23 de setembro.
The Devil is Busy(2024) (HBO Original) | Estreia: 23 de setembro.
Jesse & Joy: O Que Nunca Dissemos (2025) | Estreia: 25 de setembro.
Pílula de Farinha: O Escândalo que Gerou Vidas (2025) | Estreia: 30 de setembro.
ANIMAÇÕES
Foto: reprodução/Shueisha
Peppa Pig (2004), Temporada 11 | Estreia: 1 de setembro.
Jujutsu Kaisen (2020), Temporada 1 | Estreia: 9 de setembro.
Krypto Salva o Dia (2025) | Estreia: 26 de setembro.
E aí? Já sabe qual maratonar? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais —Facebook, Instagram e X— e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
Com Idris Elba e Rebecca Ferguson no elenco, o longa explora uma corrida contra o tempo após ataque com míssil nos EUA
A Netflix revelou, nesta quarta (3), o teaser de Casa de Dinamite, seu novo filme de suspense. A trama, dirigida pela aclamada cineasta Kathryn Bigelow, narra a corrida contra o tempo para descobrir a autoria de um míssil não identificado lançado contra os Estados Unidos. O filme será exibido em cinemas selecionados em 9 de outubro, antes de chegar globalmente à Netflix em 24 de outubro.
O elenco também conta com nomes como Gabriel Basso, Jared Harris, Tracy Letts e Anthony Ramos. O roteiro é assinado por Noah Oppenheim, que também divide a produção com a própria Kathryn Bigelow e Greg Shapiro.
Foto: divulgação/Netflix
Suspense, ação e um elenco de peso. Será que Casa de Dinamite será o próximo sucesso da Netflix? Conta pra gente!
Entre romance e intrigas, a estética vibrante transforma as histórias antigas em uma experiência contemporânea
[Contém spoiler]
A publicação em volume físico de Lore Olympus, criado pela artista neozelandesa Rachel Smythe, marca não apenas a materialização de um fenômeno digital da plataforma Webtoon, mas também a consolidação de um projeto estético que reposiciona a mitologia grega sob as lentes da modernidade. Traduzido por Érico Assis e publicado pela Companhia das Letras, sob o selo Suma, o primeiro volumerevisita o mito de Hades e Perséfone, combinando tradição e ruptura, mito e cotidiano, em uma releitura alinhada às perspectivas do século XXI.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
A narrativa acompanha o início da relação entre Hades, o empresário enigmático que é deus do Submundo, e Perséfone, a jovem deusa da Primavera que ainda está em processo de autodescoberta. O primeiro episódio se passa durante a festa da Panateneia, organizada por Zeus. Hades leva um fora de Minthe, sua amante, que se recusa a acompanhá-lo na festa tanto por conta de sua personalidade afrontosa — que encontra prazer em humilhá-lo — quanto pelo odor de Hades, constantemente associado à morte. Já Perséfone enfrenta o desconforto de seu primeiro evento social, vestindo-se literalmente à moda antiga, como uma verdadeira deusa grega em meio a um Olimpo de trajes modernos — situação que só melhora com a ajuda de sua amiga Ártemis.
O encontro entre os dois acontece de maneira quase catártica para os românticos de plantão: Perséfone tropeça, molha o vestido e, nesse instante de vulnerabilidade, desperta a atenção imediata de Hades. A partir daí, a obra explora os primeiros sinais de atração entre eles e a lenta construção da intimidade em meio a um Olimpo moderno repleto de intrigas, fofocas, rivalidades e dilemas humanos.
O trabalho gráfico é um dos pontos mais fortes da HQ. O papel de alta qualidade da edição impressa valoriza a riqueza das cores da narrativa, e a arte de Smythe impressiona pelo traço expressivo, pelas nuances cromáticas e pelo uso simbólico das cores: elementos que tornam cada quadro mais do que uma ilustração, mas uma extensão emocional e psicológica da história.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Classificada para maiores de 16 anos, a obra contém nudez, linguagem explícita, humor adulto e o tratamento de temas delicados, como abuso físico e psicológico, traumas sexuais e relações tóxicas — pontos que a própria autora sinaliza. Essa maturidade temática reforça o caráter crítico da HQ e exige uma leitura consciente, que permita absorver a profundidade emocional e social dos conflitos apresentados.
Por fim, a edição traz como epígrafe um trecho do Hino Homérico a Deméter, estabelecendo uma ponte direta entre a tradição mítica e a releitura contemporânea de Smythe. Essa escolha sintetiza a proposta da obra: revisitar o mito clássico enquanto o atualiza com questões psicológicas e sociais que ressoam no presente.
As cores e o simbolismo nos personagens
Rachel Smythe não utiliza as cores de forma aleatória. A escolha cromática é um recurso narrativo que permite ao leitor compreender traços de caráter, emoções, relações de poder e atmosferas de locais utilizados na obra, como o Olimpo e o Submundo.
Hades, representado pelo azul profundo, transmite introspecção, melancolia e a sua conexão com a morte. Apesar de sua aparência intimidadora — olhos vermelhos que se destacam em certos quadros, carranca constante e uma aura de morte que afasta outros deuses —, ele se mostra emocionalmente sensível, protetor, dono de sete cachorros fofos, viciado em carros e míope, características que conferem humanidade ao personagem.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
A cor azul também reflete o reino de Hades, frequentemente retratado como um espaço frio e marcado pela ausência de vida. Esse simbolismo ecoa outras tradições literárias que repensaram o Submundo, como em A Divina Comédia, de Dante Alighieri. Ao contrário do inferno em chamas tão presente no imaginário coletivo, Dante descreve o Nono Círculo — situado no centro da Terra — como um lago congelado, onde os maiores traidores recebem sua punição máxima. O gelo, nesse caso, é ainda mais implacável do que o fogo: se este depende de uma faísca para existir, o outro simboliza a paralisação definitiva, o esvaziamento da vida. Esse detalhe é retomado no Episódio 7, na representação de Smythe, que apresenta o Submundo como um reino gélido, reforçando a associação cromática de Hades à introspecção, à morte e ao isolamento de seus domínios.
Além disso, o azul tem raízes mais profundas, pois descobertas arqueológicas recentes sugerem que Hades estava associado a essa cor nos cultos antigos e em sua representação. Como explica a pesquisadora e bruxa ctônica Obsidiyana em sua newsletter:
“[…] Posteriormente ele continuou sendo representado em azul na HQ Lore Olympus, onde é o protagonista ao lado de Perséfone. Tal escolha visual parece emanar de uma liberdade criativa dos autores, que optaram por trazer o azul por ser este um tom comumente associado ao inconsciente e a camada profunda das nossas emoções. No entanto, a descoberta da arqueóloga Serena Raffiotta, nos prova que Hades e o tom de azul em sua imagem têm uma ligação muito mais ancestral do que se poderia imaginar.
[…]
Essa informação curiosamente nos confirma a ligação ancestral de Hades com azul, uma cor rara de influência egípcia […] geralmente utilizada para evidenciar nas divindades atributos sobrenaturais, no caso de Hades, reforçando seu mistério e ligação com o submundo. O azul-claro também é atribuído, no orfismo, à cor de pele das Erínias, as três vinganças consideradas filhas de Hades e Perséfone”.
Foto: reprodução/Museu Arqueológico Nacional de Palermo
Portanto, mesmo que não haja confirmação de que Smythe tenha se inspirado diretamente nessas evidências históricas e tradições literárias, a escolha do azul reforça a conexão da obra com o mito e permite que os leitores façam diversas associações simbólicas.
Perséfone, por sua vez, é representada pela cor rosa, tonalidade que enfatiza sua inocência, delicadeza e vulnerabilidade. Esses atributos não são apenas visuais: o rosa acompanha a personagem em momentos que revelam a proteção excessiva por parte de sua mãe, Deméter, e a imaturidade resultante disso. Nesse sentido, a cor funciona como um marcador de identidade e de sua condição como Koré protegida nesse momento inicial.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Ao longo do volume, o rosa também assume um novo significado: deixa de ser apenas a cor da inocência para tornar-se símbolo de crescimento emocional e enfrentamento de experiências adultas, muitas vezes complexas e traumáticas. Essa tonalidade acompanha Perséfone em momentos decisivos — como no abuso cometido por Apolo ou nas manipulações de outros deuses —, funcionando como lembrete da pureza que ainda resiste dentro dela, mesmo em contextos de violência ou vulnerabilidade. O contraste entre delicadeza e dor amplia a tensão dramática da narrativa, evidenciando a transição da personagem: alguém que, ao mesmo tempo em que guarda vestígios de sua proteção passada, precisa aprender a se afirmar diante dos desafios emocionais e sociais impostos pelo Olimpo moderno.
O rosa, assim, não é apenas estético: é um elemento narrativo, que acompanha a evolução da personagem que tem apenas 19 anos, destacando o seu crescimento, as suas fragilidades e a sua resistência, ao mesmo tempo que dialoga com a simbologia clássica da juventude e da pureza, reinterpretada sob uma perspectiva contemporânea e crítica. Portanto, mesmo neste primeiro volume, o movimento de transição de Koré para Perséfone já é inserido na linha narrativa da protagonista.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
A coloração também carrega significado em outros personagens. Zeus, representado pelo roxo, transmite poder e autoridade, mas também intimidação: o raio do rei do Olimpo, como em uma tempestade, pode calar até a chuva mais revolta.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Hera, por sua vez, aparece em amarelo-dourado, simbolizando vigilância, energia dinâmica e presença marcante, além de refletir sua elegância e sofisticação. É interessante notar que, no círculo cromático, roxo e amarelo são cores opostas — uma escolha que reforça a tensão entre o casal. Apesar de sua boa dinâmica na HQ, Zeus e Hera mantêm um relacionamento tóxico: ele tem casos extraconjugais, enquanto ela permanece hipervigilante e, muitas vezes, excessivamente ciumenta.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Poseidon é representado pelo verde, cor que remete à natureza e aos mares, reforçando o seu papel como rei dos oceanos. Ao mesmo tempo, o tom combina com seu humor trapalhão e despretensioso, funcionando como um alívio cômico na narrativa. Contudo, o verde também carrega uma conotação negativa, associada à náusea e à repulsa, refletindo o sentimento de algumas personagens em relação às atitudes problemáticas do personagem, incluindo comportamentos de assédio que causam desconforto e desgosto, principalmente nas figuras femininas.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Minthe, a ninfa amante de Hades, é representada em vermelho-escuro, cor que simboliza paixão, mas também raiva e agressividade. Sua sensualidade e elegância são marcantes — elementos evidenciados tanto pela paleta de cores quanto por suas roupas —, mas se mistura a um caráter oportunista, sobretudo em seu relacionamento com Hades. Essa aura de sedução agressiva fica ainda mais clara nos quadros em que os dois aparecem em momentos íntimos: ambos são retratados de olhos abertos, como se a desconfiança mútua exigisse também a demonstração de poder. A sombra que paira sobre eles não se limita ao contraste profundo entre azul e vermelho, mas reflete a própria violência e toxicidade da relação que compartilham.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
A reinvenção dos mitos
Um dos pontos mais interessantes de Lore Olympus é a forma como Rachel Smythe se apropria dos mitos e os reinventa para gerar novas tensões narrativas. Esse recurso funciona como uma antecipação simbólica e como um easter egg para leitores que conhecem a tradição.
No Episódio 2, Zeus convida Odisseu para a festa Panateneia no Olimpo, o que deixa Poseidon furioso. A cena pode soar apenas como um detalhe humorístico, porém o incômodo imediato do deus dos mares representa uma breve alusão ao mito clássico, no qual Poseidon nutre ódio contra o herói da Guerra de Troia e protagonista da Odisseia por ter cegado Polifemo, seu filho ciclope.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Já Afrodite, cuja presença ganha força em cenas posteriores, é outro exemplo dessa reinvenção. Na mitologia, a deusa é frequentemente associada a episódios de rivalidade feminina e disputas de beleza, como no célebre Julgamento de Páris. Em Lore Olympus, contudo, a sua vaidade se transforma em motor narrativo: no Episódio 3, ao ouvir um comentário sobre a beleza de Perséfone, Afrodite não hesita em manipular Eros para criar uma situação desconfortável entre a jovem e Hades. Aqui, Smythe resgata a essência competitiva da deusa, mas a traduz em termos de intriga moderna, muito próxima da lógica das relações sociais contemporâneas.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
No episódio 13, a autora também revisita o mito de Eros e Psiquê. Na versão clássica, Afrodite, enciumada pela beleza de Psiquê, ordena que o filho a faça se apaixonar por um monstro. Contudo, Eros acaba se apaixonando por ela, e os dois enfrentam uma série de provações até que a jovem conquiste a imortalidade.
Na HQ, esse núcleo mítico é preservado, mas ganha novas camadas. Após resgatar Psiquê de uma realidade brutal, Eros a acolhe em seu apartamento, onde procura reintegrá-la à vida social — chegando até a ensiná-la a ler e escrever —, sem, no entanto, deixá-la viver fora de casa, temendo o que pode acontecer com ela, já que Psiquê é uma mortal em um mundo de imortais. Essa relação de cuidado excessivo é tensionada pela presença de Afrodite que, ressentida com o filho e movida por sua vaidade, o obriga a executar tarefas em seu nome. Um exemplo disso ocorre quando ela o força a embebedar Perséfone para colocá-la em uma situação constrangedora, apenas porque Hades havia comentado que a jovem era mais bela do que a própria deusa.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Essa reinvenção reforça tanto o papel de Afrodite comoinstigadora de intrigas quanto a vulnerabilidade de Eros, dividido entre as pressões maternas e o amor por Psiquê — um conflito que atualiza o mito e o adapta à lógica relacional que permeia toda a narrativa de Lore Olympus. Vale destacar a reflexão do próprio Eros em relação à mãe: “Quando foi que você esqueceu o amor?”. A frase carrega uma ironia evidente, já que Afrodite, deusa desse sentimento, submete-o à sua vaidade.
Assim, a inserção dessas nuances demonstram como a autora equilibra tradição e invenção: ela preserva o núcleo mítico e narrativo das divindades, mas adapta às suas personalidades e relações para um contexto que mistura drama, humor e crítica social.
A capa como prenúncio: Arion e as passagens de Perséfone
A capa do primeiro volume funciona como um paratexto interpretativo. Perséfone aparece montada em um cavalo estilizado, identificado por muitos leitores como uma possível referência a Arion, o cavalo imortal nascido da união forçada entre Poseidon e Deméter, fruto de um episódio de violência sexual contra a deusa. Arion, marcado pela violência de sua origem, simboliza também transição, força e condução de destino — elementos que ressoam também na trajetória de Perséfone.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Na bruxaria ctônica e no mito, Perséfone é compreendida como aquela que realiza o movimento da descida ao Submundo. Essa jornada, longe de simbolizar queda ou atraso, marca o instante em que a deusa assume a sua realeza: torna-se senhora da morte e de suas próprias escolhas. Há, contudo, também o movimento de subida, associado à primavera, quando seu retorno faz brotar a vida no mundo humano. Perséfone, assim, encarna um equilíbrio raro e poderoso: vida e morte coexistem em sua figura, não em oposição ou hierarquia, mas em diálogo constante.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Na HQ, embora esse processo seja mais lento e gradual, ele já está em curso mesmo no primeiro volume. A capa antecipa essa jornada de passagem e transformação: da inocência à maturidade, do mundo humano ao Olimpo e, posteriormente, ao Submundo. O cavalo Arion, como símbolo, reforça o caráter inevitável e transformador dessa travessia, na qual Perséfone não apenas sofre o destino, mas aprende a reinar sobre ele.
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O tempo do amor de Hades e Perséfone
O romance entre Hades e Perséfone é um slow burn cuidadosamente tecido, mas isso não significa ausência de momentos afetuosos. A autora entrega a construção do amor em gestos simples de carinho e situações fofas que, além de aquecerem o coração, reforçam a intimidade crescente entre os protagonistas e tornam a leitura envolvente. O vínculo floresce aos poucos, sustentado por confiança, respeito e gestos sutis — como a atenção de Hades ao encontrá-la dormindo embriagada no banco de seu carro, no Episódio 5, ou a preocupação com a segurança da deusa durante a sua breve estadia no Submundo, durante os Episódios 6, 7 e 8.
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Nesse processo, enquanto o mundo enxerga apenas a imponência de Hades e o teme, Perséfone o humaniza, criando uma conexão cada vez mais íntima e sem receio. Mesmo sendo imortais e tendo todo o tempo do mundo, ela sente urgência em conhecê-lo a fundo — um desejo que poucos deuses demonstraram em relação a ele. Além disso, sua sensibilidade lhe permite enxergar beleza onde outros veem apenas trevas: quando declara gostar do Submundo, comparando os néons a estrelas no Episódio 10 não apenas surpreende, mas também encanta Hades.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Por sua vez, temos o rei dos mortos, inteiramente rendido à jovem deusa — embora ainda em conflito interno diante dos sentimentos novos. Diferente dos demais personagens, Hades não explora a imaturidade de Perséfone; ao contrário, injeta humor, respeito e uma adoração quase contida em suas interações, para que ela se sinta à vontade e nunca constrangida. Mesmo quando seus desejos começam a vir à tona, ele os contém, mantendo-se respeitoso e cuidadoso. A cada encontro, apaixona-se mais por sua delicadeza, pela forma gentil como ela percebe o mundo e pelo coração compassivo que a define. Curiosamente, qualidades que encantam Hades são vistas pelos demais personagens como fraquezas a explorar e manipular.
Dessa forma, a construção lenta da intimidade entre os dois torna o romance verossímil e emocionalmente profundo, sustentado por escolhas conscientes, consentimento e observação mútua. O slow burn transforma-se, então, em uma chama que aquece gradualmente, mas com intensidade duradoura, fazendo de Hades e Perséfone um dos casais mais cativantes da narrativa.
Desafios e limitações da versão física
A adaptação do formato digital para o impresso apresenta desafios evidentes. No Webtoon, a leitura vertical é fluida, permitindo que o leitor deslize de quadro em quadro sem interrupções. No impresso, no entanto, essa estrutura resulta em páginas com muitos espaços em branco e quebras frequentes, o que pode gerar uma sensação de fragmentação e impacto visual diferente do original. Embora essa escolha preserve a identidade estética da obra e mantenha a intenção narrativa da autora, ela também exige do leitor uma adaptação, já que a experiência de leitura não é tão contínua quanto no digital. Assim, o volume físico funciona melhor como uma extensão do universo original, oferecendo um objeto literário valioso, mas com um ritmo próprio que difere da experiência digital.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Considerações finais
O primeiro volume de Lore Olympus é mais do que uma simples adaptação do mito de Hades e Perséfone: é um mergulho visual e narrativo que dialoga com temas importantes através de uma linguagem acessível e contemporânea. A obra alia estética sofisticada, narrativa madura e reinvenção de personagens clássicos, utilizando cores, interações e simbolismo para aprofundar a compreensão do leitor sobre cada deus e sobre as tensões do Olimpo e do Submundo. Rachel Smythe constrói um romance que se revela tanto na delicadeza dos gestos quanto na intensidade dos conflitos, equilibrando tradição e inovação de forma instigante.
Foto: reprodução/Companhia das Letras
Mais do que revisitar um mito antigo, Lore Olympus propõe reflexões sobre poder feminino, autonomia, trauma e desejo, sem perder a atmosfera envolvente de um slow burn digno dos melhores romances. O resultado é uma experiência literária e visual que conquista tanto os leitores apaixonados por mitologia quanto aqueles em busca de narrativas contemporâneas com densidade emocional e estética marcante.
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O novo seriado de comédia estreia no dia 30 de setembro e poderá ser assistido exclusivamente por streaming
Os fãs de futebol americano já podem ficar animados! A nova série de comédia, Chad Powers: O Quarterback, estrelada por Glen Powell, ganhará vida no Disney+ no dia 30 de setembro, com seus dois primeiros episódios. Em seguida, um novo episódio será lançado semanalmente.
Foto: divulgação/Chad Powers
A história vai se passar oito anos após um erro imperdoável arruinar a carreira promissora do atleta de futebol americano universitário, o quarterback Russ Holliday (Glen Powell). Para tentar ressuscitar seus sonhos, o personagem irá se disfarçar de Chad Powers, um personagem excêntrico e talentoso que se junta ao South Georgia Catfish.
O elenco também contará com Perry Mattfeld como Ricky; Quentin Plair, como o treinador Byrd; Wynn Everett, como Tricia Yeager; Frankie A. Rodriguez, como Danny; e Steve Zahn, como o treinador Jake Hudson.
Powell, além de estrelar a produção, é cocriador, corroteirista e produtor executivo por meio de sua produtora, Barnstorm Productions.
E aí, será que a nova série vai agradar o paladar dos admiradores do esporte? Comente esiga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
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