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Prêmio Candango de Literatura divulga lista de classificados

Diversidade internacional marca a edição com mais de 2 mil obras selecionadas

O Prêmio Candango de Literatura, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), divulgou a lista de classificados da segunda edição. Ao todo, 2.080 obras seguem na disputa, sendo 168 independentes e 1.853 publicadas por editoras, distribuídas nas categorias: Capa (300), Iniciativa de Incentivo à Leitura (60), Livro de Contos (310), Livro de Poesia (718), Prêmio Brasília (80), Projeto Gráfico (117) e Romance (495). 

Os finalistas — dez em cada categoria — serão anunciados em 1º de outubro, no site oficial do Prêmio. A cerimônia de premiação acontecerá em 31 de outubro, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília (DF).

Alcance internacional

A edição deste ano reafirma o caráter global da premiação. O Brasil concentra a maioria das obras (1.988), seguido por Portugal (41), Angola (19), Moçambique (17) e Cabo Verde (4). Também há inscrições dos Estados Unidos (3) e da Suíça (2), além dos países com uma obra cadastrada, como São Tomé e Príncipe, Colômbia, Países Baixos, Uruguai, França e Itália. Essa representatividade evidencia a circulação da literatura em língua portuguesa e a diversidade cultural entre os concorrentes.

Seleção e curadoria

Com curadoria de João Anzanello Carrascoza — escritor premiado e referência da literatura brasileira contemporânea —, a seleção das obras é conduzida por um corpo técnico de 45 jurados, sob a coordenação do escritor e jornalista Maurício Melo Júnior.

Idealizado pela Secec-DF, em parceria com o Instituto Casa de Autores, o Prêmio Candango nasceu para valorizar a criação literária em língua portuguesa e consolidar-se como ponte entre culturas e territórios.

Premiação

Serão distribuídos R$ 195 mil em sete categorias, organizadas em três eixos:

  • Literário: Melhor Romance, Melhor Livro de Contos, Melhor Livro de Poesia e Prêmio Brasília (R$ 140 mil)
  • Editorial: Melhor Capa e Melhor Projeto Gráfico (R$ 20 mil cada)
  • Iniciativas Pedagógicas: Prêmio de Incentivo à Leitura (R$ 15 mil)

Em contrapartida, os vencedores das categorias literárias e editoriais deverão doar 20 exemplares às bibliotecas públicas do Distrito Federal. Já os premiados em incentivo à leitura oferecerão uma atividade formativa online, com no mínimo quatro horas de duração.

Histórico

Na primeira edição, realizada em 2022, o prêmio distribuiu R$ 174 mil e consagrou autores como Marcílio Godoi (Etelvina, Melhor Romance), Alexei Bueno (O Sono dos Humildes, Poesia) e João Anzanello Carrascoza (Tramas de Meninos, Contos), além de iniciativas como Leitura na Esquina, de Gláucio Ramos Gomes.

Foto: reprodução/Seleções Literárias

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Leia também: A Cor que nos Separa: o rosto do racismo por trás das máscaras

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Cinema Notícias

Trailer de Terror de Shelby Oaks é revelado e estreia está marcada para o Halloween

Produzido com a supervisão executiva de Mike Flanagan, o filme transforma a investigação de um desaparecimento em um perturbador found footage

Os fãs de terror têm um motivo para se animar neste Halloween, a Diamond Films acaba de revelar o trailer do aguardado Terror em Shelby Oaks (Shelby Oaks). O longa, dirigido e roteirizado por Chris Stuckmann, estreia nos cinemas de todo o país em 30 de outubro, véspera do Dia das Bruxas. A distribuidora, conhecida por seu extenso catálogo de filmes de terror, promete mais uma experiência arrepiante para o público.

A história gira em torno de Mia (Camille Sullivan), que embarca em uma busca desesperada por sua irmã Riley (Sarah Durn), uma famosa youtuber desaparecida há anos, sem deixar nenhum vestígio. Tudo muda quando Mia recebe uma fita misteriosa que sugere que Riley ainda pode estar viva. A partir daí, ela se envolve em uma investigação intensa e sufocante, mergulhando em uma espiral de horror repleta de revelações perturbadoras.

Conhecido por seu trabalho como crítico de cinema, Chris Stuckmann faz sua estreia como cineasta em um gênero que é sua grande paixão. Ele combina o suspense crescente da investigação com a estética do found footage, transformando Terror em Shelby Oaks em uma experiência imersiva e impactante, na qual o público sente, junto da protagonista, toda a tensão e o terror da história.

Foto:reprodução/Instagram @chrissstuckmann

Trata-se de um filme feito por e para fãs de terror, especialmente com a produção executiva de  Mike Flanagan, que também produziu Ouija, em 2014, A Maldição da Residência Hill, em 2018, referência no gênero. Distribuído pela Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, Terror em Shelby Oaks estreia nacionalmente em 30 de outubro. 

Somente neste ano, a distribuidora lançou no Brasil Presença e Juntos, e já se prepara para as estreias de Animais Perigosos, em 18 de setembro, e Para Sempre Minha, em novembro.

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Leia também: O clássico Dona Flor e Seus Dois Maridos retorna às telonas em versão remasterizada

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Cultura Cultura Latina Entrevistas Música Musicais Notícias Teatro

Entrevista | Lívia Dabarian fala sobre seu próximo filme e dos desafios do teatro no Brasil

Em uma conversa com o Entetetizei, a atriz e cantora revelou detalhes sobre O Último Canto das Cigarras

De uma criança cercada por música à uma mulher que não se enxerga sem a arte, Lívia Dabarian começou a sua carreira cedo: aos oito anos, já era vocalista do Oxgênios, grupo musical infantil dos anos 1990 apadrinhado por Xuxa.

Hoje, a atriz e cantora é um nome conhecido no teatro musical. Nos palcos brasileiros, já interpretou personagens como Rita Cadillac no espetáculo Chacrinha – O Musical e Mary Matoso em Vamp – O Musical, no qual também foi alternante da protagonista Natasha. Nos Estados Unidos, onde estudou teatro musical, Lívia deu voz a Camila na primeira montagem off-broadway de In The Heights. Foi em Nova York, ao lado de seu atual marido Alírio Netto, que estreou em We Will Rock You, musical inspirado nas canções do Queen e que também passou pelo Brasil e pela Espanha.

Foto: reprodução/Correio do Estado

Lívia teve participações no cinema em filmes como O Vestido, Os Desastres de Sophia e Benjamin. Na televisão, venceu o reality show Dançando na Broadway, do Multishow, em 2012. Fãs de comédia podem conhecê-la por suas participações em episódios do Porta dos Fundos. Os fãs de anime já podem ter ouvido sua voz na dublagem da abertura de Cardcaptor Sakura.

Com toda essa experiência e com a música permeando toda a sua arte, Lívia conversou com o Entretê sobre a sua carreira e o seu próximo projeto: o longa O Último Canto das Cigarras. Na história, acompanhamos Sebastian (Alírio Netto), um cantor em conflito com sua identidade após perder a voz, e Aurora (Lívia), uma mulher perseguida pelo ex-marido e que teve a voz reprimida desde a juventude. O filme explora os lados menos glamourosos da carreira artística enquanto discute temas como saúde mental, traumas e recomeços. Confira!

Foto: reprodução/Correio do Estado

Entretetizei: A personagem de Aurora em Último Canto das Cigarras é uma sobrevivente de violência doméstica. Qual é a importância de contar essa história?

Lívia Dabarian: Eu acredito que toda mulher já se sentiu, em algum momento, em situação de risco ou insegurança, e a única forma de fazer com que isso mude é falando sobre.

Também é importante entender que a violência psicológica e emocional trazem danos irreversíveis às pessoas, e isso tem que acabar. 

E: Como está sendo para você o processo de encontrar a Aurora, de compor essa personagem?

L.D.: A Aurora é um presente! Uma mulher que, apesar de ter apanhado bastante da vida e estar num momento muito frágil, encontra forças para seguir adiante com a ajuda da música e também do Sebastian.

Representar mulheres fortes nos faz encontrar e valorizar ainda mais a nossa própria força e é um momento muito bonito quando atriz e personagem encontram esse ponto em comum.  

E: O filme também aborda o lado menos glamouroso da carreira artística. Como você lida com esses momentos?

L.D.: Nem sempre é fácil, pra ser sincera. Há muitas instabilidades e incertezas. Mas o artista não vive sem sua arte… E, no meu caso, a minha força vem da minha família, que também é a minha grande rede de apoio. 

E: Você e o Alírio já compartilharam muitos palcos, além de estarem juntos na vida pessoal. Como é a dinâmica de trabalho entre vocês?

L.D.: É uma delícia trabalhar com ele. Nós temos a mesma paixão pela música e o orgulho que sentimos um pelo outro só faz o amor crescer mais. Além disso, a gente se protege e se ajuda… então o ambiente não poderia ser mais acolhedor! 

Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

E: Você fez muitos espetáculos marcantes, como Vamp, Chacrinha e We Will Rock You — este último também com o Alírio —, além de já ter se apresentado na Broadway. Quais você acha que são os desafios de fazer teatro no Brasil?

L.D.: Os grandes espetáculos da Broadway, do West End e até em Madrid ficam em cartaz por anos porque o público adora essa forma de arte e os artistas são valorizados como tal.

No Brasil, acredito que o maior desafio seja ter que fazer temporadas tão curtas, porque o brasileiro, na maioria das vezes, valoriza muito mais os artistas que estão na televisão. Nada contra — muito pelo contrário! Acho que é uma forma incrível de arte, e  que eu adoraria fazer mais vezes também. Mas teria espaço para todos se todas as formas de artes fossem valorizadas. 

E: Você já trabalhou nos palcos, na televisão e no cinema. Como você enxerga a diferença entre esses espaços? Você os aborda de forma diferente?

L.D.: Eu acredito que a grande diferença seja o processo de conexão e construção da personagem. No filme e no teatro, essa construção tem ensaios que levam meses, por exemplo. Na televisão, não… porque a novela é escrita aos poucos e você vai recebendo informações novas sobre o seu personagem a cada dia!

Porém, no teatro, você tem que conseguir repetir a mesma performance do mesmo texto e da mesma música exatamente da mesma forma por muitos meses, e isso é extremamente desafiador também.

Então, durante a criação desse personagem, tem que ser levado em conta qual o veículo que vai ser usado para contar essa história, para que a sua conexão permaneça genuína durante todo o processo…. seja ele longo ou curto. 

E: Além de dar voz a personagens na ficção, você já dublou músicas de anime, participou de um reality show, fez uma tour cantando em um navio de cruzeiros, fez programas de auditório… Que projetos você ainda tem vontade de fazer?

L.D.: Eu amaria fazer uma série! Ainda está no meu to do list e, se o universo permitir, logo logo eu realizo mais esse sonho!

Foto: reprodução/ISTOÉ Independente

Acompanhe mais informações sobre O Último Canto das Cigarras no site oficial

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Leia também: O Último Canto das Cigarras: filme musicado com Alirio Netto e Lívia Dabarian inicia gravações no Brasil

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Eventos Música Notícias

Chase Atlantic anuncia turnê com passagem pelo Brasil

A banda se apresentará em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro em novembro

A banda de R&B australiana Chase Atlantic anunciou seu retorno à América do Sul com a turnê Lost In South America. A novidade vem após o lançamento de seu novo single FACEDOWN, uma extensão de seu mais recente álbum de estúdio, LOST IN HEAVEN.

Pôster de divulgação da turnê Lost In South America, do Chase Atlantic
Foto: divulgação/Jordan Kelsey Knight

Com produção da Live Nation, a banda passará por três cidades brasileiras: São Paulo, no Suhai Music Hall, no dia 9 de novembro, Porto Alegre, no KTO Arena, no dia 11 de novembro e, por fim, Rio de Janeiro, no Qualistage, no dia 13 de novembro. A turnê também terá datas em Santiago, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina.

A venda geral dos ingressos começa em 3 de setembro, às 10h pelo site da Ticketmaster e às 11h na bilheteria oficial. Os fãs terão acesso à pré-venda do artista um dia antes, no dia 2 de setembro. A classificação etária do evento é de 16 anos.

Confira mais informações:
São Paulo

Data: 9 de novembro de 2025 (domingo).

Local: Suhai Music Hall Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP

Ingressos:

  • PISTA PREMIUM: R$ 345,00, a meia-entrada e R$ 690,00, a inteira
  • PISTA: R$ 245,00, a meia-entrada e R$ 490,00, a inteira
  • MEZANINO 2° PISO: R$ 390,00, a meia-entrada e R$ 780,00, a inteira
  • CAMAROTE LATERAL ESQUERDO 1° PISO: R$ 395,00, a meia-entrada e R$ 790,00, a inteira
  • CAMAROTE 2° PISO A/B: R$ 410,00, a meia-entrada e R$ 820,00, a inteira
  • CAMAROTE 1° PISO A/B: R$ 420,00 meia-entrada e R$ 840,00 inteira
Porto Alegre

Data: 11 de novembro de 2025 (terça-feira).

Local: KTO Arena Av. Severo Dullius, 1995 – Anchieta, Porto Alegre – RS

Ingressos:

  • PISTA: R$ 270,00, a meia-entrada e R$ 540,00, a inteira
  • MEZANINO: R$ 295,00, a meia-entrada e R$ 590,00, a inteira
  • PISTA PREMIUM: R$ 395,00, a meia-entrada e R$ 790,00, a inteira
Rio de Janeiro

Data: 13 de novembro de 2025 (quinta-feira).

Local: Qualistage Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos:

  • PISTA COMUM: R$ 260,00, a meia-entrada e R$ 520,00, a inteira
  • POLTRONAS: R$ 270,00, a meia-entrada e R$ 540,00, a inteira
  • CAMAROTE C: R$ 345,00, a meia-entrada e R$ 690,00, a inteira
  • CAMAROTE A e B: R$ 375,00, a meia-entrada e R$ 750,00, a inteira
  • PISTA PREMIUM: R$ 410,00, a meia-entrada e R$ 820,00, a inteira
Vendas

Pré-venda (pré-venda do artista): 2 de setembro, às 10h.

Venda geral: 3 de setembro, às 10h pela internet e às 11h nas bilheterias oficiais.

Vendas pela internet: www.ticketmaster.com.br

Bilheterias oficiais: 

  • São Paulo: Shopping Ibirapuera, Piso Jurupis (subsolo) Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo/SP
  • Porto Alegre: mais informações serão divulgadas.
  • Rio de Janeiro: mais informações serão divulgadas.

Parcelamento: em até 3 vezes sem juros; de 4 a 8x com juros.

 

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Leia também: Imagine Dragons anuncia 3 shows no Brasil em outubro

Texto revisado por Larissa Couto

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Cinema Entretenimento

O clássico Dona Flor e Seus Dois Maridos retorna às telonas em versão remasterizada

O longa de 1976, estrelado por Sônia Braga, Mauro Mendonça e o inesquecível José Wilker, será exibido em todo o país entre os dias 11 e 17 de setembro

 

Um dos maiores clássicos do cinema brasileiro, Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), estrelado por Sônia Braga, José Wilker e Mauro Mendonça, retorna às telonas em versão remasterizada. A exibição acontece de 11 a 17 de setembro, em uma parceria entre a Cinecolor e a LC Barreto, produtora responsável por alguns dos mais icônicos sucessos do audiovisual nacional.

Dirigido por Bruno Barreto, o longa narra a história de Dona Flor, professora de culinária em Salvador, que, após a morte do marido Vadinho, casa-se novamente com o respeitável farmacêutico Teodoro. A inesperada aparição do espírito de Vadinho coloca Flor diante de um dilema entre razão e paixão. Marcante para várias gerações e um dos maiores recordes de bilheteria do cinema brasileiro, o filme agora pode ser revisto em toda a sua força e beleza nas salas de cinema brasileiro.

Além de Dona Flor e Seus Dois Maridos, outras produções clássicas da LC Barreto também voltarão às telonas nas próximas semanas em sessões especiais e por tempo limitado, oferecendo ao público a oportunidade de reviver ou conhecer pela primeira vez algumas das histórias mais importantes já produzidas no cinema brasileiro.

Fabíola Cherice Venerando, responsável pelo marketing da Cinecolor Brasil, destaca que trazer de volta obras como Dona Flor e Seus Dois Maridos não é apenas um resgate histórico, mas também uma celebração da memória do cinema nacional, funcionando como um convite para que o público vivencie novamente a experiência coletiva da sala escura com títulos que marcaram a cultura do país.

A lista completa de salas e cidades que receberão a exibição de Dona Flor e Seus Dois Maridos será divulgada em breve à imprensa e nas redes sociais da Cinecolor.

 

Quem aí já tinha ouvido falar dessa obra de arte? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Tarsila do Amaral: a pintora que desenhou a identidade brasileira

 

Texto revisado por Larissa Couto

@ do Instagram: @larscouto

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Cultura Entretenimento Entrevistas Livros

Entrevista | Olivia Rose Darling discute sobre dragões e a escrita de romantasias

Autora reflete sobre o fascínio em torno das criaturas mitológicas e qual a importância delas nos seus livros 

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Cultura turca Especiais Notícias Séries

Especial | Conheça a carreira de Devrim Özkan

A atriz turca completa 27 anos nesta terça (2)

 

Dona de um talento que vem chamando a atenção nos últimos anos, a atriz Devrim Özkan celebra hoje (2) o seu aniversário! Nascida em Muğla, Turquia, em 2 de setembro de 1998, estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade Muğla Sıtkı Koçman, até abandonar o curso no fim do primeiro ano e se mudar para Istambul, onde deu início à sua carreira na atuação.

Estreia na TV

Fez sua estreia na televisão aos 18 anos, na dizi Rüya (tradução livre: Sonho, 2017), interpretando a personagem İpek. Ainda em 2017, atuou por alguns episódios no papel de Havva na série Vatanım Sensin (tradução livre: Você é Minha Pátria, 2016), produção de sucesso ambientada no período de luta pela independência turca.

Papéis de destaque

Após este projeto, ganhou sua primeira protagonista, Feride, em Vuslat (tradução livre: Reunião, 2019), dizi que mistura romance e fantasia. Nos anos seguintes participou da série Ramo (Ramo: Entre o Amor e o Poder, 2020) no papel de Nehir, da dizi de comédia Ex Aşkım (tradução livre: Ex Amor, 2021) como Selin, e foi convidada especial em um episódio do programa de comédia semanal Güldür Güldür Show (tradução livre: Faça-me Rir Show, 2013).

Foto Devrim em Vuslat.
Foto: reprodução/Instagram @devrimozkan

Em 2022, ganhou um novo papel de destaque, a policial rebelde Songül no drama Gelsin Hayat Bildiği Gibi (tradução livre: Deixe a Vida Vir Como Ela Sabe). Interpretou a personagem Efsun Hatun na série histórica Mevlânâ Celâleddîn-i Rûmî (2023), que conta a vida do escritor Rûmî.

Foto Devrim em Mevlânâ Celâleddîn-i Rûmî.
Foto: reprodução/Instagram @devrimozkan
Personagens mais recentes

No drama Ne Gemiler Yaktım (tradução livre: Que Navios Eu Queimei, 2023), ela deu vida à Fidan. Porém, a produção foi cancelada após alguns episódios. Estrelou em 2024 o filme de romance A Caverna Azul (Mavi Mağara) ao lado de Kerem Bürsin, no papel de Alara. O longa, lançado em um streaming, a tornou conhecida internacionalmente. 

Extremamente versátil, seu último trabalho foi na dizi de verão Çift Kisilik Oda (tradução livre: Quarto Duplo, 2025). Na comédia romântica, que é um remake turco da série coreana King the Land (Sorriso Real, 2023), Devrim interpreta Nilüfer. A produção ainda não teve seus últimos episódios exibidos na Turquia.

Conheça um pouco de algumas de suas personagens abaixo:

Songül — Gelsin Hayat Bildiği Gibi (tradução livre: Deixe a Vida Vir Como Ela Sabe)
Foto: reprodução/Show TV

Songül é uma policial rebelde da Divisão de Segurança Pública de Ancara, que acompanha Sadi Payaslı (Ertan Saban), um homem sombrio, até a Escola Secundária de Karabayır, onde ele foi nomeado professor de geografia, deixando seu passado sujo para trás. Porém, o que Sadi não sabe é que Songül é apaixonada por ele.

Fidan — Ne Gemiler Yaktım (tradução livre: Que Navios Eu Queimei, 2023)

Foto de Devrim em Ne Gemiler Yaktım.
Foto: reprodução/Show TV

Fidan está fugindo com a filha de seu marido, um criminoso. Ela tem seu caminho cruzado com o de Yasemin (Deniz Baysal), pois quando a filha desta mulher se perde em um shopping movimentado e é ela quem a encontra. As personagens que acabam entrando uma na vida da outra, um dia se veem envolvidas, sem querer, em um crime e precisam se unir para provar sua inocência.

Alara — Mavi Mağara (A Caverna Azul, 2024)
Foto de Devrim em A Caverna Azul.
Foto: reprodução/Instagram @devrimozkan

Alara, uma arqueóloga que ama seu trabalho, vive um romance com Cem (Kerem Bürsin), um oficial da Marinha. Quando uma tragédia acontece, ele embarca em uma jornada até a Caverna Azul, o lugar favorito de Alara. Buscando honrar a memória da amada e se sentir mais próximo dela, ele se vê em meio às suas lembranças e à dor do amor perdido.

Nilüfer — Çift Kisilik Oda (tradução livre: Quarto Duplo, 2025)
Foto de Devrim em Çift Kisilik Oda.
Foto: reprodução/NOW

Nilüfer é uma jovem que sonha em trabalhar no Hotel Lutesya, construído por seus pais, os quais ela perdeu muito cedo. Quando tem a oportunidade de realizar esse sonho, seu caminho se cruza com o de um dos herdeiros do hotel, Kaan (Ulaş Tuna Astepe), e eles se vêm em meio a um desentendimento. Desse encontro, surgem vários outros e, em meio a alguns conflitos, eles acabam se apaixonando.

Entrevista no Entretê

No ano passado, a atriz foi entrevistada pelo Entretê e cativou ainda mais os fãs da diziland. Muito simpática, reconheceu o carinho dos fãs brasileiros e destacou que gosta das músicas e do futebol do Brasil.

Confira a entrevista completa aqui:

Feliz Aniversário, Devrim!

 

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Leia também: Especial | Relembre os papéis marcantes de Tuba Büyüküstün

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Cultura Entretenimento Eventos Livros Notícias

Obra infantil brasileira exalta ancestralidade negra em uma história que une passado e presente

Livraria Leitura do Pátio Savassi recebe sessão de autógrafos em 2 de setembro às 19h

Primeiro livro ilustrado nacional da Intrínseca une texto e arte para celebrar ancestralidade e memória afetiva. As mineiras Madu Costa, autora de mais de 25 livros infantis que refletem sua experiência como mulher preta, e Ana Paula Sirino, artista plástica em ascensão no cenário nacional, uniram seus talentos para criar o primeiro livro ilustrado brasileiro publicado  Intrínseca.

Com texto sensível e ilustrações inspiradas nas memórias de Ana Paula no quilombo Torra, onde cresceu, Trança a trança — que chega às livrarias esse mês — apresenta uma narrativa poética e poderosa sobre ancestralidade, retratada no gesto afetuoso de uma avó que trança o cabelo da neta.

Narrativa destaca o elo entre gerações

A obra ressalta a importância do diálogo entre gerações e da preservação das práticas religiosas e culturais. Sentada entre as pernas da avó Nica, a menina ouve as histórias de seus antepassados, que se entrelaçam aos desenhos das tranças em seu cabelo, enquanto ela risca figuras no chão de terra do quintal.

São tradições e crenças que resistem no cotidiano da família, apesar das tentativas de apagamento impostas pela sociedade.

Obra busca fortalecer a representatividade infantil e transmitir esperança às novas gerações

Fundamental para que crianças negras se reconheçam nas páginas, o trabalho de Madu Costa e Ana Paula Sirino dá origem a um livro que apresenta histórias representativas desde a infância.

Trança a trança é uma obra delicada e potente que, a partir das memórias, vivências e do afeto, sopra esperança para as próximas gerações.

Sobre elas

Madu Costa é escritora e “arteira”, como gosta de dizer, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Autora de mais de 25 livros, tem o prazer de transformar seu sangue e suas experiências como mulher negra em histórias com temas étnico-raciais. Trança a trança é seu primeiro livro publicado pela Intrínseca.

Foto: divulgação/Matheus Soriedem

Ana Paula Sirino é ilustradora autodidata, natural de Sabinópolis, Minas Gerais. Cresceu no quilombo Torra, lugar que inspira suas produções artísticas. Incentivada pela mãe, a artista desenvolveu seu trabalho através de ilustrações a giz e pinturas com tinta acrílica. Atualmente, dedica-se a produzir quadros com tinta a óleo. Trança a trança é seu primeiro livro infantil.

Foto: divulgação/Matheus Soriedem

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Leia também: Galera Record se junta a plataforma de vídeos para encontrar novo talento da fantasia

 

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

 

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Cultura asiática Notícias

JUJUTSU KAISEN: confira o trailer e a data de lançamento da nova temporada

As informações foram divulgadas no evento especial de cinco anos da série

A nova temporada do anime, intitulada JUJUTSU KAISEN: The Culling Game, teve o primeiro trailer divulgado. A produção é inspirada no mangá best-seller escrito e ilustrado por Gege Akutami, produzida pela TOHO Animation e animada pelo estúdio MAPPA (Chainsaw Man, 2022).

Jujutsu Kaisen - 3ª temporada
Imagem: divulgação/© Gege Akutami/Shueisha, JUJUTSU KAISEN Project

Na trama, Yuji Itadori é um garoto com tremenda força física, que vive uma vida comum como estudante do ensino médio. Porém, ao tentar salvar um colega atacado por maldições, ele come um dedo de Ryomen Sukuna, incorporando a maldição em sua própria alma.

Portanto, o mais poderoso dos feiticeiros, Satoru Gojo, guia-o quando ele ingressa na Escola de Jujutsu de Tóquio, uma organização que luta contra as maldições…E assim começa a história heroica de um garoto que se torna uma maldição para exorcizar outras maldições, vivendo uma aventura sem volta.

Jujutsu Kaisen - Yuji Itadori
Imagem: divulgação/© Gege Akutami/Shueisha, JUJUTSU KAISEN Project
Elenco de dublagem:

A equipe de dublagem em japonês será:

  • Junya Enoki como Yuji Itadori
  • Yuma Uchida como Megumi Fushiguro 
  • Daisuke Namikawa como Choso
  • Megumi Ogata como Yuta Okkotsu

A equipe de dublagem em português brasileiro será:

  • Yuri Tupper como Yuji Itadori
  • Fabrício Vila Verde como Megumi Fushiguro 
  • Nando Sierpe como Choso
  • Pedro Alcântara como Yuta Okkotsu

A terceira temporada está confirmada para janeiro de 2026, com a transmissão mundial da Crunchyroll (exceto na Ásia). A plataforma de streaming lançará os episódios semanal e simultaneamente com a transmissão do Japão.

Confira o trailer:

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Leia também: Confira as estreias de dramas asiáticos no streaming em setembro

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Cinema Destaques Entretenimento

O que esperar dos últimos episódios de O Verão que Mudou a Minha Vida?

Fãs da série estão com expectativas altas e criam teorias sobre o desfecho da trama

 

[Contém spoiler]

Na última quarta-feira (20), foi lançado o mais recente episódio de O Verão que Mudou a Minha Vida, série baseada na trilogia literária de Jenny Han. Mas ainda tem muito pra acontecer, já que, nas próximas semanas, os três últimos capítulos da série chegam ao streaming. 

Os internautas já estão ligadinhos no X e TikTok, criando teorias sobre o desfecho da história de Belly, Conrad e Jeremiah. 

*Alerta de spoiler!!!*

No recente episódio, Conrad (Christopher Briney) vai embora de Cousins após brigar com Jeremiah (Gavin Casalegno), que descobre a declaração do irmão para Belly (Lola Tung), sua noiva. Antes de partir, Conrad vai até o quarto da garota para se despedir, e a tensão entre os dois é visível.

Por fim, Belly e Jeremiah desistem do casamento, principalmente depois que ele menciona Conrad e vê a reação dela.

Após todos os acontecimentos, Belly decide ir para Paris e, quando entra na fila para o embarque, vê Conrad sentado em uma das cadeiras de espera. O episódio acaba aí e fica a dúvida: o que será que acontece depois?

verao que mudou minha vida
Foto: Reprodução/Prime Video

Fãs já criaram algumas teorias e especulações do que pode acontecer. A primeira teoria conversa muito com a trilha musical do seriado. Músicas da Taylor Swift foram muito usadas durante os capítulos. Na cena final do episódio 08, Conrad aparece entre várias cadeiras vermelhas e ao som da música Cardigan da cantora.

O público associa também a canção Red com todo esquema visual e aos figurinos usados pelos personagens, especialmente por Belly.

Em um trecho da música, Taylor diz: “Perdê-lo foi um triste azul, como eu nunca tinha sentido. Sentir saudades dele era cinza-escuro, totalmente sozinha. Esquecê-lo foi como tentar conhecer alguém que você nunca encontrou. Mas amá-lo era vermelho”.

Essa relação faz muito sentido quando, nas cenas com Conrad, a protagonista usa roupas vermelhas, que simbolizam paixão, amor e aquela sensação de frio na barriga.

verao que mudou minha vida
Foto: Reprodução/Prime Video

Já nas cenas com Jeremiah, ela costuma usar roupas azuis que transmitem paz, segurança e tranquilidade. 

A cor cinza, que representa equilíbrio e neutralidade, dita pela cantora como um “totalmente sozinha”, também é representada na série quando Belly precisa ficar no hospital com seu irmão, logo depois de descobrir a traição de Jeremiah. 

Teorias sobre a cena do aeroporto também têm sido comentadas pelos internautas nas redes sociais. Os fãs falam que a cena final, em que Conrad aparece, poderia ser apenas imaginação de Belly.

verao que mudou minha vida
Foto: Reprodução/Prime Video

Uma outra possibilidade seria ela ir para Paris junto com Conrad, e os dois viverem juntos na cidade das luzes.

Mas, no trailer divulgado pela Prime, conseguimos ver que isso ainda está incerto. Belly parece estar em um fase de autodescoberta, fazendo novas amizades em Paris.

Confira o trailer:

Como vai ser o desfecho dessa história? Será que os espectadores vão acertar o final da série ou Jenny Han vai pegar todos de surpresa?

 

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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