Após recusar várias propostas, o ator escolheu seu próximo projeto
Yeraltı (tradução livre: Subterrâneo), uma das dizis mais aguardadas, ganha nova adição: Uraz Kaygılaroğlu. O artista, que vinha recebendo inúmeras propostas para a nova temporada, assinou contrato com a Medyapım.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
A nova série será dirigida por Murat Öztürk e conta com uma trama centrada em vingança, prometendo drama intenso e atuações marcantes. Sua produção fica a cargo da equipe responsável por Hudutsuz Sevda (2023), sucesso recente da TV turca.
Além de Kaygılaroğlu, Deniz Can Aktaş completa o elenco como Haydar Ali, enquanto Devrim Özkan interpretará Ceylan. O papel de Uraz ainda não foi revelado, despertando grande expectativa de fãs e crítica
Entrevista com o Entretê
Foto: reprodução/Instagram/@devmozkan
Devrim Özkan, atriz de destaque em Vuslat e Mavi Mağara, deu ao Entretê a honra de uma entrevista exclusiva. Confira aqui
As negociações com os outros artistas seguem em andamento e as gravações devem começar assim que o time estiver completo. Em breve, estreará no canal NOW — e promete agitar o mundinho das séries turcas.
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Para a alegria dos amantes de um bom romance, a série retorna já no início de 2026, prometendo segredos e paixões em Mayfair
Para muitos leitores, acabou a ansiedade de saber quando vai sair a nova temporada de Bridgerton! A plataforma de streaming responsável pela produção da obra revelou hoje, 13, as datas de estreia da quarta temporada da série.
Foto: divulgação/Netflix
Dividida em duas partes, com 8 episódios no total, a primeira será lançada em 29 de janeiro de 2026, e a segunda em 26 de fevereiro de 2026. O anúncio veio acompanhado do teaser do trailer oficial da quarta temporada, de novas imagens e um pôster que convidam o público a retornar ao glamouroso universo da alta sociedade.
Nesta nova temporada, o foco é no segundo filho da família Bridgerton, Benedict Bridgerton (Luke Thompson), que, apesar de ver seus irmãos felizes no casamento, resiste à ideia de se comprometer, até conhecer a misteriosa Dama de Prata em um baile de máscaras promovido por sua mãe.
Foto: divulgação/Netflix
Com sua mistura arrebatadora, identidade misteriosa e o dilema entre o amor e a liberdade, Bridgerton promete encantar novamente os fãs que acompanham a série desde sua estreia, em 2020.
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Dono de hits como Someone You Loved, cantor retorna aos palcos após pausas na carreira devido à Síndrome de Tourette e saúde mental
A voz de Lewis Capaldi é muito mais famosa do que o nome pode sugerir. Você pode até não reconhecê-lo de primeira, mas certamente já ouviu alguma de suas músicas. Conhecido por seu humor autodepreciativo e pelos vocais potentes, o cantor, que é o talento por trás de hits que viralizaram nas redes sociais, está com data marcada para vir ao Brasil: fará sua estreia em solo nacional em 2026, quando se apresenta no festival Lollapalooza. Por isso, em contagem regressiva, o Entretetizei preparou um especial para que você conheça (ou revisite) a emocionante trajetória do artista.
Primeiros passos
Foto: reprodução/Twitter @lewiscapaldi
Natural de Glasgow, na Escócia, a paixão de Lewis pela música começou ainda na infância. Aos nove anos, já sabia tocar violão e começou a escrever suas próprias composições. Suas primeiras apresentações foram em bares locais, onde ele entrava escondido com a ajuda de seu irmão mais velho.
Aos dezessete anos, Capaldi começou a postar covers e canções autorais na plataforma SoundCloud, onde a sorte agiu: foi descoberto por seu empresário, Ryan Walter. Pouco tempo depois, lançou o single Bruises. A faixa explodiu nas redes sociais e ele quebrou o primeiro recorde de sua carreira: tornou-se o primeiro artista independente a bater a marca de 25 milhões de streams no Spotify.
Reconhecimento internacional
Foto: reprodução/Rolling Stone
O sucesso de sua primeira música chamou a atenção da gravadora Capitol Records, com quem ele assinou contrato e produziu os EPs Bloom (2017) e Breach (2018). Nesse período, o cantor conquistou a popularidade no Reino Unido e fez shows de abertura nas turnês de grandes nomes da indústria musical, como Sam Smith e Niall Horan, além de se apresentar em festivais locais.
Entretanto, o divisor de águas que catapultou sua carreira internacionalmente foi o lançamento do hit Someone You Loved. A canção, que muitos pensam ser sobre um término melancólico, é, na verdade, uma homenagem emocionante à avó de Capaldi, e foi escrita assim intencionalmente. De acordo com Lewis, o objetivo era criar uma música abrangente, para que todo o público pudesse se identificar. A composição foi fortemente aclamada pela crítica: levou o prêmio de Canção do Ano no Brit Awards e recebeu uma indicação na mesma categoria no Grammy de 2020.
Divinely Uninspired to a Hellish Extent
Antes mesmo de lançar seu primeiro álbum, Lewis Capaldi já havia se consolidado como um artista emergente. Ele foi o primeiro a esgotar uma turnê em arenas antes do lançamento de um álbum de estreia, com shows esgotados um segundo após a disponibilização dos ingressos, de acordo com o Guinness World Records.
Foto: reprodução/Atwood Magazine
Seu disco de estreia, Divinely Uninspired to a Hellish Extent, lançado em maio de 2019, quebrou recordes de vendas no Reino Unido e permaneceu no topo da parada de álbuns britânica por seis semanas. O álbum incluiu alguns de seus lançamentos anteriores, como Bruises e Someone You Loved, além de músicas inéditas.
As faixas do projeto abordam temas como luto e término de um relacionamento de longa data. Gravado ao longo de um período de 18 meses, possui produção de nomes como Jamie Hartman (Calvin Harris) e Malay (Frank Ocean, Lorde).
Uma versão estendida com três novas faixas foi lançada em novembro, incluindo Before You Go, que fala sobre a culpa de não conseguir ajudar uma pessoa que enfrenta a depressão. A letra foi inspirada em uma experiência pessoal de sua família, após perder sua tia para o suicídio.
Broken by Desire to Be Heavenly Sent
No início de 2021, Lewis anunciou que adiaria todas as datas da turnê para trabalhar no seu próximo álbum. No final do ano seguinte, ele retornou com os singles Forget Me, Pointless e Wish You The Best, parte de seu segundo álbum. Todas as músicas alcançaram o primeiro lugar nas paradas britânicas, aumentando as expectativas dos fãs para o lançamento do projeto.
Foto: reprodução/RIFF Magazine
O álbum Broken by Desire to Be Heavenly Sent foi lançado em 19 de maio de 2023. Simultaneamente, foi divulgado pela Netflix o documentário Lewis Capaldi: How I’m Feeling Now, que detalha o processo de produção do trabalho. Nele, o cantor não hesitou em se abrir sobre os bastidores do sucesso: a pressão da indústria musical sobre artistas estreantes, o impacto em sua saúde mental e o diagnóstico recente de Síndrome de Tourette — uma condição neurológica que, agravada pela ansiedade, provoca tiques motores e vocais involuntários.
A honestidade também transparece nas composições, que abordam as próprias inseguranças de Capaldi — como em The Pretender, em que ele confessa se sentir uma fraude e duvidar das próprias capacidades, mesmo após alcançar o estrelato. A faixa final do álbum, How I’m Feeling Now, é vulnerável e fala abertamente sobre sua luta com a saúde mental e a infelicidade mesmo depois de conquistar tudo aquilo que desejava.
Hiatus e retorno aos palcos
Em junho de 2023, um momento emocionante repercutiu nas redes sociais. No festival Glastonbury, diante de milhares de pessoas, Lewis perdeu a voz e teve tiques graves, não conseguindo finalizar seu set. Assim, o público se mobilizou para ajudá-lo a terminar a última música da apresentação, Someone You Loved.
Após o episódio, ele cancelou todas as datas restantes de sua turnê e anunciou uma pausa por tempo indeterminado para focar em sua saúde física e mental. No entanto, para a felicidade dos fãs, Capaldi surpreendeu a todos com seu retorno em uma performance comovente da faixa no mesmo festival, dois anos depois. No palco, ele também cantou pela primeira vez a canção Survive e se emocionou ao falar sobre os dois anos em que ficou afastado, marcando o início de uma nova era para o artista.
Em setembro deste ano, ele lançou a música Something in the Heavens, que fala sobre um amor que persiste mesmo após a morte. Como parte da divulgação, Lewis enviou flores para fãs com pequenos trechos da letra. As canções parecem fazer parte de seu terceiro álbum, que ainda não foi anunciado.
Para o próximo ano, o cantor anunciou sua maior turnê até agora, com shows pelo Reino Unido e Irlanda. Mas o Brasil não vai ficar de fora: ele será uma das principais atrações do festival Lollapalooza. A apresentação acontecerá no Autódromo de Interlagos, no dia 21 de março, sábado, dividindo a noite com Chappell Roan e Skrillex.
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Com entrada gratuita, a mostra Fluxos – o Japão e a água entra em cartaz no final de outubro na Japan House
Sendo um país insular, as águas do Japão são compostas por inúmeros rios e lagos. A água, que não apenas sustenta a vida cotidiana, mas também exerce grande influência sobre a economia, a tradição, a ciência e a tecnologia, bem como o desenvolvimento da espiritualidade das pessoas, é tema na mostra Fluxos – o Japão e a água.
A exposição da Japan House São Paulo (JPHS) apresenta esse elemento a partir de diferentes perspectivas: seu desenvolvimento junto da economia e infraestrutura das cidades e do meio ambiente; seus avanços tecnológicos e aprimoramento de sua qualidade e abastecimento; sua importância para a cultura e tradições japonesas; e sua influência por meio da arte.
Com curadoria de Natasha Barzaghi Geenen, Diretora Cultural, a mostra traz o movimento centrífugo das águas para a expografia, que convida o público a explorar um ambiente de formas arredondadas com texturas e iluminação que parecem deixar o segundo andar da Japan House São Paulo submerso.
Foto: reprodução/O Globo
Pela perspectiva da infraestrutura, a mostra destaca o Canal Subterrâneo de Escoamento da Área Metropolitana de Tóquio, considerado a maior edificação de desvio subterrâneo de inundações do mundo. O canal foi projetado para auxiliar parte da cidade durante as estações chuvosas e em casos de tufões, armazenando temporariamente a água excedente para posterior bombeamento abaixo do nível do solo ao invés de transbordar.
Outra abordagem são os festivais e rituais que têm a água como elemento central: Uchimizu, em que os japoneses espalham água pelos jardins e ruas como forma de higienizar os espaços, mas também cumprindo uma função ritualística e contemplativa; Temizu e Mizugori, rituais de purificação realizados, geralmente, na entrada de templos e santuários no Japão, em que as pessoas lavam mãos e boca em água corrente com a ajuda de uma concha hishaku; Takigyō, treinamento budista milenar que consiste em meditar embaixo de uma cachoeira para purificar e fortalecer corpo e mente; Mikumari Jinja, santuário xintoísta ligado à divindade da água, que simboliza a distribuição e o compartilhamento desse recurso; e o festival Okinami Tairyō, realizado anualmente na cidade de Anamizu, na província de Ishikawa, onde os moradores rezam por segurança no mar e por sorte na temporada de pesca.
Foto: reprodução/Mirando hacia Japón
Como pontos focais, a curadora selecionou três obras de arte que evidenciam essa relação profunda da sociedade japonesa com a água: a primeira e mais antiga delas é uma gravura no estilo ukiyo-e (em japonês, imagem do mundo flutuante) feita pelo artista Hiroshige Utagawa, em 1857, como parte de uma série de 119 gravuras que retratam cenários da capital Edo, atual cidade de Tóquio.
O estilo é conhecido por representar temas cotidianos, paisagens e atores de teatro Kabuki a partir de impressões feitas em blocos de madeira esculpida. A xilogravura apresentada nesta exposição pertence ao acervo do Instituto Moreira Salles (IMS) e mostra o lago Kawaguchi, próximo ao templo Zenkoji, muito utilizado para travessias de barco na época.
Foto: reprodução/MeisterDrucke
Já a artista contemporânea Tomoko Sauvage apresenta a obra Buloklok, instalação que retoma a ideia de uma clepsidra (relógio de água considerado o instrumento de cronometragem mais antigo do mundo), com esculturas submersas em um grande aquário enquanto um motor estimula a formação de bolhas. A obra reflete sobre a fluidez da temporalidade, empírica e íntima, assim como todos os seres vivos possuem diferentes frequências respiratórias, ritmos e ordens de respiração.
A terceira obra em destaque é a instalação Sans room, da artista Shiori Watanabe, que desenvolveu um ecossistema artificial de circulação microbiana por meio da água. O projeto apresenta uma estufa hidropônica de cultivo de arroz, conectada a tanques de água por meio de tubos em uma sala com iluminação de cultivo ultravioleta, trazendo uma reflexão sobre espaços isolados, considerados vazios, mas que concentram vida em seus interiores.
Foto: reprodução/TimeOut
“Concebemos essa exposição justamente pensando que os debates sobre o uso consciente de recursos naturais estariam ainda mais em pauta no momento da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) em novembro. Nossa ideia é estender essas discussões, apresentando hábitos e soluções que o Japão tem encontrado para gerenciar recursos hídricos há anos. Além de muito conteúdo informativo, as obras de arte ocupam o centro da exposição e reforçam com poesia o simbolismo e importância da água. A própria expografia foi pensada a partir do movimento do pingo de água ressoando. Esperamos que esta mostra seja um convite à reflexão e à contemplação”, comenta a curadora Natasha.
Ao longo de todo o período expositivo, a Japan House ainda promoverá palestras, seminários e oficinas ligados às temáticas abordadas na mostra. A exposição integra o programa JHSP Acessível, que oferece recursos táteis, audiodescrição, vídeos em Libras e conteúdo em japonês, inglês e espanhol para proporcionar mais acessibilidade aos visitantes.
Foto: reprodução/ArchDaily Brasil
Serviço
Exposição: Fluxos – o Japão e a água
Período: 21 de outubro de 2025 a 1° de fevereiro de 2026
Local: Japan House São Paulo, térreo – Av. Paulista, 52, São Paulo – SP
Horário de funcionamento: terça à sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada gratuita. Reservas online antecipadas (opcionais) no site.
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Misturando humor ácido, drama conjugal e crítica mordaz às aparências, o livro revive a icônica disputa entre um casal que transforma o divórcio em uma verdadeira batalha pelo poder e pelo lar dos sonhos
Imagem: reprodução/Editora Intrínseca
Depois de anos fora de catálogo, o clássico A Guerra dos Roses (1981), de Warren Adler, está de volta às livrarias brasileiras em nova edição publicada pela Intrínseca. A reedição chega embalada pelo sucesso da nova adaptação cinematográfica, lançada recentemente, que apresenta uma releitura contemporânea da icônica batalha conjugal entre Jonathan e Barbara Rose.
O livro se tornou um marco da comédia ácida dos anos 1980, conquistando o público com sua mistura de humor cruel, crítica aos casamentos perfeitos e retrato impiedoso da convivência doméstica.
Na trama, Jonathan Rose, um advogado bem-sucedido, e Barbara Rose, uma mulher que dedicou a vida à família, vivem uma rotina aparentemente estável em um casarão elegante, cercados por filhos, animais de estimação e uma invejável coleção de antiguidades.
Tudo muda quando Jonathan sofre um ataque cardíaco e Barbara percebe que não sente mais amor nem compaixão pelo marido. Decidida a se separar, ela dá início ao divórcio, mas o que deveria ser um processo civilizado se transforma em uma guerra declarada pela posse da casa, símbolo máximo de status e orgulho do casal. O lar dos sonhos rapidamente se converte em campo de batalha, com ambos determinados a vencer a qualquer custo.
O sucesso do romance inspirou a icônica adaptação cinematográfica de 1989, dirigida por Danny DeVito e estrelada por Kathleen Turner e Michael Douglas, um dos grandes marcos do cinema da época. Agora, Benedict Cumberbatch e Olivia Colman assumem os papéis principais no novo remake, lançado nos cinemas em 28 de agosto, sob direção de Jay Roach, conhecido por produções como Austin Powers, Trumbo e O Escândalo.
Apesar das décadas que se passaram, A Guerra dos Roses se mostra atemporal ao permanecer atual, expondo as fragilidades do amor e a obsessão por poder dentro das relações. Gillian Flynn, autora de Garota Exemplar, define o livro como “perturbador, com um humor ácido, cruel e arrepiante”.
A nova edição brasileira reforça o compromisso da Intrínseca em resgatar grandes histórias que marcaram gerações e continuam provocando o público, seja nas páginas ou nas telas.
Sobre o autor
Foto: reprodução/David Adler
Warren Adler foi um aclamado autor, dramaturgo e poeta norte-americano, conhecido principalmente por A Guerra dos Roses.
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O novo capítulo da franquia explora o medo de maneira surpreendente, aprofunda seus personagens e prova que algumas sequências conseguem ser tão boas quanto o primeiro filme
Baseado no conto de Joe Hill (publicado originalmente em 2004) e dirigido por Scott Derrickson, a adaptação de O Telefone Preto(2022) foi uma surpresa positiva para os entusiastas do gênero, garantindo o seu sucesso imediato.
Sua sequência, anunciada logo no ano seguinte, foi um tanto quanto inesperada, visto que o primeiro filme segue fiel até o encerramento do livro. Mas os fãs podem ficar tranquilos: continuar a história de Finney (Mason Thames) foi um grande acerto.
A ideia para a trama partiu do próprio escritor.
“Assim que o primeiro filme fez sucesso, a Universal me pediu para fazer uma sequência. Eu não me sentia obrigado a fazer isso, mas certamente não faria se fosse apenas por dinheiro fácil. Então, eu estava procurando uma ideia, e Joe Hill me enviou um e-mail com uma proposta para uma sequência. Não me identifiquei com algumas coisas, mas havia uma ideia naquele e-mail que eu achei fantástica e que eu nunca tinha pensado“, contou Derrickson em entrevista ao Collider.
A sequência
Passados quatro anos desde os eventos do filme original, O Telefone Preto 2 acompanha o protagonista, agora no ensino médio, ainda assombrado pelos traumas do passado. Essa passagem de tempo abre espaço para uma abordagem mais profunda, rendendo a Mason Thames uma performance notável e sensível.
Agora, mais maduro e com certa experiência em sobreviver, Finney ganha novas camadas. Dividido entre a coragem e o peso de suas lembranças, o personagem é trabalhado não apenas como um sobrevivente, mas como alguém que, mesmo sendo forte, ainda carrega a vulnerabilidade de quem tenta se entender. Essa carga emocional enriquece a narrativa e aprofunda seus vínculos familiares, principalmente no papel de irmão mais velho.
Gwen (Madeleine McGraw) ganha destaque nesse segundo filme e suas visões antes vistas como um dom misterioso, agora se tornam um ponto central da narrativa, conduzindo os personagens por momentos de tensão e descobertas. É através dela que o filme encontra o equilíbrio entre o real e o psíquico.
Imagem: reprodução/Universal Pictures
Além dos protagonistas, outros nomes conhecidos retornam ao elenco, como é o caso de Miguel Mora, que dessa vez dá vida a Ernesto Arellano, irmão mais novo de Robin, seu personagem no filme anterior. Sua participação aprofunda a conexão entre os irmãos Blake e proporciona momentos que colaboram para que o telespectador crie conexão com os personagens.
Jeremy Davies, por sua vez, reprisa o papel do pai de Finney e Gwen, enquanto Demián Bichir (A Freira – 2018) e Arianna Rivas (Resgate Implacável – 2025) se juntam ao longa como novos personagens. Esse núcleo exerce um papel de apoio narrativo, contribuindo com a ligação entre passado e presente.
Ambientação
O cenário antes claustrofóbico do porão dá lugar a Alpine Lake, um acampamento clássico dos Estados Unidos, cercado por montanhas e neve, permitindo que o filme explore o medo fora do confinamento e do terror imediato.
É nessa ambientação que o roteiro se desenvolve em acontecimentos eletrizantes, revelando a conexão entre a família de Finney e o assassino que ressurge motivado por vingança.
Imagem: reprodução/Universal Pictures
Muito mais interessante do que acompanhar o novo embate entre eles, é entender os caminhos que os levaram até ali. É justamente por conta disso que o cenário atua como um elemento narrativo essencial, revelando os principais segredos da história.
Com uma classificação indicativa mais alta (+18), o roteiro ganha liberdade de representar o terror de forma mais gráfica — uma escolha que vai além do simples desejo de chocar. Essa decisão artística surge como uma extensão visual do trauma, fortalecendo a atmosfera de tensão constante e abordando o medo tanto em sua brutalidade visível quanto no inconsciente.
A direção trabalha essa nuance através de uma estética sombria e intimista, na qual o sobrenatural surge como um elemento que ganha vida pelo subconsciente dos personagens, misturando sonho e realidade. Assim, o filme rompe com o terror tradicional e ganha um teor psicológico tão forte quanto qualquer jumpscare.
O ritmo mais dinâmico, a edição ágil e o uso de elementos visuais que definem muito bem cada tipo de cena representada, tornam a experiência envolvente e imersiva sem nunca perder o foco ou fugir daquilo que foi construído no filme anterior.
O Sequestrador
Se houve algo que preocupou alguns fãs no anúncio da sequência, foi a forma como trariam O Sequestrador (Ethan Hawk) de volta sem que isso trouxesse falhas para o roteiro, já que o personagem é morto no final do primeiro filme.
De forma certeira e cautelosa, o roteiro de Scott Derrickson e C. Robert Cargill dá continuidade à obra original sem causar quaisquer danos ao enredo e garantem ao vilão um retorno digno dos assassinos dos anos 80.
O personagem de Ethan Hawk retorna à franquia com seu sarcasmo característico, um passado a ser descoberto e uma motivação muito mais pessoal, que caminham de modo coeso para encerrar seu ciclo com Finney.
Imagem: reprodução/Universal Pictures
É provável que para muitos fãs essa sequência não supere o primeiro filme que, além de contar com o fator novidade, conquistou pela estética nostálgica e elementos característicos, porém, O Telefone Preto 2 não falha em apresentar uma continuidade bem elaborada e digna do sucesso de seu antecessor.
Nos cinemas brasileiros, o filme tem sua estreia marcada para o dia 16 de outubro.
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O filme resgata Brasília dos anos 80 ao retratar família, identidade e frustrações com delicadeza
Em Pequenas Criaturas, Anne Pinheiro Guimarães dirige uma narrativa genuína e introspectiva ambientada em Brasília, em 1986, ano de efervescência política e de formação de identidades. A protagonista Helena (Carolina Dieckmmann) se vê repentinamente sozinha na nova capital futurista quando o marido parte em viagem de negócios, deixando para trás não só uma casa desconhecida, mas expectativas silenciadas. À medida que ela lida com a solidão, sua jornada se entrelaça com as inquietações de seus dois filhos: um adolescente na busca do primeiro amor, o outro, uma criança que ainda enxerga além do visível, acreditando em magia e em amigos imaginários.
O grande mérito do filme está em sua capacidade de capturar minúcias afetivas, gestos contidos, olhares que dizem mais que diálogos, silêncios que ecoam o que não pode ou não se diz. A ambientação de Brasília, ainda jovem e promissora, funciona quase como coadjuvante simbólico: uma cidade-futura, ultramoderna em seus traços arquitetônicos, mas vazia de aconchego para quem chega sozinho, deslocado. A fotografia de Pablo Baião e o design de produção revelam essa tensão entre o progresso concreto e a atmosfera emocional flutuante dos personagens.
Foto: reprodução/Globo Filmes
Letícia Sabatella, Caco Ciocler e Fernando Eiras desempenham papéis de suporte que ganham vida justamente pelo contraste: mães que ecoam com o silêncio resignado, figuras masculinas ausentes ou autoritárias, vozes antigas que resistem. Théo Medon, que interpreta o filho adolescente, entrega solos emocionantes no retrato da rebeldia típica, não apenas por se opor à nova casa ou ao pai distante, mas por querer encontrar seu lugar no mundo. O personagem do menino de sete anos contribui com o toque mágico da narrativa, desenhando uma Brasília de infância, na qual ver o invisível faz parte do processo de cura.
Porém, o longa nem sempre consegue equilibrar os ritmos. Alguns momentos de sua narrativa parecem se estender demais sem impacto claro, como se o filme hesitasse entre ser memórias íntimas ou drama psicológico. Esse compasso irregular às vezes compromete a urgência emocional. Há cenas belíssimas e outras que se perdem em um limbo de contemplação um pouco repetitiva. Ainda assim, essas falhas não eclipsam o valor do filme, que permanece impressionante pela coragem de escavar dores cotidianas e afetos leves, sem apelar para o melodrama.
Em última análise, Pequenas Criaturas é um filme de sutilezas poderosas: sobre mulheres que se reinventam, crianças que sonham e vidas onde a cidade é tanto refúgio quanto cárcere. É uma obra que convida ao silêncio e à reflexão, tanto sobre o que deixamos para trás quando mudamos, quanto sobre aquilo que, mesmo invisível, insiste em nos acompanhar. Para quem gosta de cinema que respira, que mora na alma, este longa é uma pequena grande descoberta.
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Os novos episódios da série baseada nos livros de James Patterson chegarão ao Prime Video em 11 de fevereiro
Durante a New York Comic Con, o Prime Video anunciou a data de estreia da segunda temporada da aclamada série Detetive Alex Cross, estrelada e produzida por Aldis Hodge (Adão Negro, 2022).
Os novos episódios da série, produzida pelo Amazon MGM Studios e a Paramount Television Studios, chegam ao streaming em 11 de fevereiro. Os três primeiros episódios estarão disponíveis na estreia e, os demais, serão lançados semanalmente até 18 de março.
A nova temporada traz reforços de peso ao elenco, com Matthew Lillard (Scooby-Doo, 2002), Jeanine Mason (The Archer, 2017) e Wes Chatham (Tarsra, 2010) se juntando a Isaiah Mustafa (It – Capítulo Dois, 2019), Alona Tal (Mão de Deus, 2014-2017), Samantha Walkes (Deadly Estate, 2023), Juanita Jennings (Meet the Browns, 2009-2011), Caleb Elijah (A Mais Pura Verdade, 2021), Melody Hurd (Them, 2021) e Johnny Ray Gill (BrainDead, 2016).
Watkins e Hodge atuam como showrunnerse produtores executivos da série ao lado de Sam Ernst, Jim Dunn, J. David Shanks, Aiyana White, Craig Siebels, Owen Shiflett, James Patterson, Bill Robinson e Patrick Santa.
Confira o teaser da 2° temporada:
Sobre a série
Detetive Alex Crossé uma série de investigação policial criada pelo showrunner e produtor-executivo Ben Watkins, que também produziu a série Mão de Deus (2014-2017). A série é baseada nos personagens dos livros best-sellers de James Patterson, Alex Cross.
O protagonista é um detetive e psicólogo forense, capaz de investigar a mente dos assassinos e de suas vítimas, a fim de identificar e capturar os criminosos. Na segunda temporada, ele persegue um justiceiro que está aterrorizando bilionários corruptos.
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Artistas que começaram na infância, hoje cantam sobre terapia e liberdade, refletindo o amadurecimento do próprio público
No fim dos anos 1990 e durante os anos 2000, jovens dominavam a TV. Atuavam como princesas, pop stars e estrelas de programas que misturavam fantasia e realidade. Hoje, essas mesmas vozes cantam sobre solidão, terapia e liberdade. De Selena Gomez a Sandy & Junior, de Maria Chiquinha a Who Says, crescer sob os holofotes virou mais do que uma fase: tornou-se um espelho de amadurecimento coletivo.
Neste Dia das Crianças, revisitar quem começou a carreira ainda pequeno é também lembrar de uma geração inteira que cresceu em frente à TV e que, hoje, se reconhece nas mesmas vozes.
A mídia daquela época era um parque de diversões para crianças. Canais infantis, novelas e discos formaram a era de ouro das estrelas mirins. O público ligava a TV para ver histórias de amizade, amores leves e sonhos, um mundo em que fama e diversão andavam lado a lado.
Antes mesmo de virar a feiticeira da Disney, Selena Gomez já treinava o carisma em Barney & Friends. Miley Cyrus, herdeira musical do cantor country Billy Ray Cyrus, cresceu diante do microfone e logo assumiu a vida dupla de Hannah Montana. No Brasil, Sandy & Junior lançaram o primeiro disco ainda crianças, quando tinham oito e sete anos, e se tornaram o retrato da doçura adolescente.
Revistas teen, programas dominicais e trilhas sonoras de novelas faziam parte do pacote da fama. A infância era também um produto, e o país assistia de camarote a esses rostos crescerem. Eles eram mais do que artistas: eram amigos de infância que moravam na TV.
Mas crescer diante das câmeras nunca foi um conto de fadas. Quando os refletores se voltaram para a adolescência e a vida adulta, o brilho da fama passou a iluminar também as inseguranças, as crises e a busca por identidade. O que antes era roteiro e figurino virou conflito real. Cada um desses artistas precisou descobrir quem era quando a infância deixou de caber na tela.
Selena representa a transição da menina doce para a mulher que fala de cura e imperfeição. Depois da fase Disney Channel, em que a felicidade era roteirizada, ela começou a transformar suas fragilidades em música. Ela se tornou uma espécie de advogada da saúde mental e costuma dizer que, transformar vulnerabilidade em arte, foi o que a manteve firme.
Foto: reprodução/Interscope Records
No álbum Revival (2015), se despediu da imagem ingênua e assumiu o controle da própria voz, cantando sobre solidão, autoestima e recomeço. Anos depois, no documentário My Mind & Me (2022), abriu as cortinas de vez: mostrou a ansiedade, o lúpus, o cansaço e o peso de ser “perfeita” desde tão cedo. Selena deixou de ser um rosto da Disney para se tornar o reflexo de uma geração que tenta se entender entre remédios, terapia e canções honestas.
Miley Cyrus viveu o oposto: fez barulho para se libertar. Em Bangerz (2013), abandonou o brilho de Hannah Montana e provocou o mundo. Foi criticada e ridicularizada, mas manteve o microfone na mão. O disco vendeu mais de dois milhões de cópias e colocou a cantora pela primeira vez entre as artistas femininas mais ouvidas do mundo, um salto que também trouxe polêmicas.
Dez anos depois, com Endless Summer Vacation (2023), mostrou que liberdade e serenidade podem andar juntas. Miley cresceu, caiu, levantou e aprendeu que o preço da autenticidade é ser julgada, mas nunca invisível.
Foto: reprodução/Columbia Records
Sandy & Junior seguiram outro caminho. A separação da dupla, em 2007, marcou o fim de uma era e o começo de uma maturidade silenciosa. Sandy encontrou, nas próprias composições, o espaço da mulher adulta, da artista que escreve sobre o cotidiano, a calma e o amor real. Já Junior mergulhou na produção musical e descobriu novas formas de estar no palco, sem precisar ser o mesmo menino da infância.
Eles cresceram sem precisar gritar. Enquanto Selena e Miley enfrentavam o turbilhão das redes e da imprensa internacional, Sandy & Junior faziam isso em um Brasil sem redes sociais, onde o amadurecimento artístico ainda cabia dentro de um CD.
Amadurecer diante das câmeras tem um preço. Cada erro é público, cada reinvenção vira manchete e cada pausa é tratada como fim. Esses artistas tiveram que descobrir quem eram com milhões de pessoas assistindo. Sandy costuma comentar em entrevistas que a fama chegou antes dela entender o que era ser famosa e que amadurecer no palco exigiu cuidado e paciência.
Imagem: reprodução/Entretetizei
Talvez por isso o público nunca tenha se afastado: porque cresceu com eles, sentindo e aprendendo junto. Na era digital, a distância entre artista e público desapareceu. Tudo é comentado, gravado e compartilhado em segundos. O erro, que antes virava manchete, agora vira trend.
A geração que dançava ao som de A Lenda, hoje entende as letras de Flowers e Lose You To Love Me. A inocência virou identificação. Os ídolos da infância viraram espelhos da vida adulta.
Atualmente, uma nova leva de artistas vive esse mesmo ciclo, só que sob o olhar das redes sociais: Olivia Rodrigo, Billie Eilish e Millie Bobby Brown. E não dá para esquecer do K-pop, que transformou adolescentes em ídolos globais. Jungkook, por exemplo, entrou no BTS aos 15 anos e passou sua juventude diante das câmeras. Hoje, aos 27, ele já carrega a trajetória de quem amadureceu diante de um público mundial, transformando a pressão em música, em autenticidade e uma identidade artística própria.
Esses nomes crescem rápido, amadurecem ao vivo e sabem que a exposição é parte do pacote. Mas têm algo que as gerações anteriores não tiveram: o discurso do autocuidado, da pausa e da vulnerabilidade como força. Essas novas vozes aprenderam que mostrar fragilidade pode ser tão poderoso quanto vender perfeição.
Foto: reprodução/Entretetizei
Crescer sob os holofotes é como cantar com o eco do próprio passado. Selena, Miley, Sandy & Junior, Jungkook e tantos outros descobriram que o verdadeiro sucesso não está no brilho da juventude, mas na coragem de continuar sendo vistos enquanto mudam.
Eles nos ensinaram, sem querer, que amadurecer pode ser bonito, mesmo quando o palco está aceso. Neste 12 de outubro, enquanto lembramos os ídolos que marcaram nossa infância, fica a sensação de que o tempo passa, mas o encanto por quem sonha desde cedo nunca envelhece.
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Fã de musical ou aspirante ao reggaeton? Por que você deveria ir ao show de Rauw Alejandro. Astro porto-riquenho se apresenta na Vibra São Paulo no dia 22 de outubro
Musicais, cultura pop, Bad Bunny e reggaeton: se por acaso você curte ao menos dois itens dessa sequência, precisa dar uma chance para o show de Rauw Alejandro. Um dos principais nomes da nova geração da música urbana em espanhol se apresenta pela primeira vez no Brasil no dia 22 de outubro, na Vibra São Paulo.
Talvez você já tenha ouvido falar dele pelos hits Todo de Ti e Santa, por suas parcerias com Bad Bunny e Anitta, por sua amizade com Vini Jr., seu relacionamento com a espanhola Rosalía ou até por ter estrelado uma capa da Elle ao lado de Bruna Marquezine.
Após passar pelos Estados Unidos e Europa, Raúl Alejandro Ocasio Ruiz, de 32 anos, chega ao país na etapa latino-americana da turnê Cosa Nuestra World Tour — um espetáculo ao vivo que vem sendo aclamado pela crítica por sua ambientação teatral, coreografia e atuação dignas de uma peça da Broadway.
Foto: divulgação/Sony/Marco Perretta
Um carro, uma réplica de bar, uma cama e projeções realistas são alguns dos elementos que compõem a cenografia do show. Para complementar o espetáculo, o astro do reggaeton é acompanhado de uma banda ao vivo e de um grupo de bailarinos sincronizados que se revezam entre os atos.
Multiartista, Rauw é cantor, compositor, produtor, dançarino e ator — um combo que garante uma performance de alto nível. Com todos esses atributos, já ganhou dois Grammys Latinos e foi indicado diversas vezes ao Grammy Internacional.
Cosa Nuestra: O músical
A atual turnê do cantor é dedicada ao álbum Cosa Nuestra, que, inclusive, recebeu duas nomeações na principal premiação da música latina: Álbum do Ano e Melhor Interpretação de Reggaeton, por Baja Pa’ Acá, com o duo Alexis y Fido. O disco, que leva o mesmo nome do clássico de Héctor Lavoe e Willie Colón, é ambientado na década de 1970 e inspirado na migração em massa de porto-riquenhos para Nova York e para a máfia italiana.
Ao longo de 18 faixas, Rauw Alejandro passeia por diversos gêneros, como salsa, R&B, reggaeton e pop. Além disso, o álbum conta com participações de Bad Bunny, Feid, Alexis y Fido, Latin Mafia, Laura Pausini, Pharrell Williams e Romeo Santos.
“É meio inspirado nos anos 70, quando o Fania All-Star Game estava em alta. Tudo o que é cinematográfico, os videoclipes, as fotos, a forma como você se apresenta”, disse ele em entrevista à Billboard Latin.
O disco foi lançado em novembro e, mesmo chegando aos 45 do segundo tempo, Cosa Nuestra foi considerado um dos melhores álbuns de 2024.
Para criar a atmosfera da Cosa Nuestra World Tour, o cantor se inspirou em suas próprias vivências, já que chegou a morar em Nova York com o pai e é apaixonado por musicais da Broadway.
Homenagem ao folclore caribeño
A nova etapa da turnê de Rauw Alejandro traz novidades com o lançamento de seu último disco, Cosa Nuestra: Capítulo 0. O projeto funciona como um prelúdio do primeiro Cosa Nuestra, com foco maior no folclore porto-riquenho e nas riquezas culturais do Caribe.
“Há tanta inspiração na música de Cuba, República Dominicana, Jamaica e Haiti. Acredito que somos todos uma nação. O Caribe compartilha o mesmo sangue: somos indígenas, africanos e espanhóis — essa é a nossa raça”, disse o artista à Billboard.
Desta vez, o foco do álbum é a bomba, gênero típico da terra natal de Alejandro, cujo elemento central é a dança. Os dançarinos de bomba atuam como maestros, guiando as batidas dos tambores. No novo disco, Rauw volta a se aventurar pela salsa e, pela primeira vez, investe na bachata — sem deixar de lado o reggaeton e o R&B.
Com isso novas músicas devem ser adicionadas a etapa latinoamericana da Cosa Nuestra World Tour, que além do Brasil, vai passar por Chile, Argentina, Colômbia e México.
O show de Rauw Alejandro no Brasil acontece no dia 22 de outubro, na Vibra São Paulo. Os ingressos podem ser comprados no site da Ticketmaster.
Serviço
Rauw Alejandro apresenta “Cosa Nuestra World Tour”
Apresentação: 22/10/2025 (Quarta-feira)
Abertura dos portões: 18h – Horário do show: 20h30
Vibra São Paulo – Endereço: Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – SP, 04795-100
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