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Meu Ayrton por Adriane Galisteu estreia em 6 de novembro no streaming

produção documental traz depoimentos exclusivos e revela, pela primeira vez, a perspectiva de Adriane Galisteu sobre sua relação com Ayrton Senna

 

A produção Max OriginalMeu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia em 6 de novembro na HBO Max. Em dois episódios de 45 minutos, lançados simultaneamente na plataforma, a série apresenta pela primeira vez um olhar íntimo, emocionante e profundamente pessoal da apresentadora e empresária sobre sua relação com o piloto Ayrton Senna. Com depoimentos inéditos, bastidores reveladores e memórias guardadas por mais de três décadas, a produção abre espaço para que Adriane conte, com sua própria voz, a sua versão dessa história tão íntima, narrada 31 anos após a morte de um dos maiores ídolos do esporte brasileiro e mundial.

Foto: reprodução/arquivo/Contigo

Com coragem e emoção, Galisteu assume o protagonismo e revisita sua trajetória com Ayrton, dentro e fora dos holofotes, em um dos relacionamentos mais comentados dos anos 1990. Ao relembrar passagens marcantes e retornar a lugares inesquecíveis que viveu ao lado do piloto, ela compartilha de forma inédita e oficial suas lembranças, sentimentos e vivências, trazendo ao público uma perspectiva única do que ela viveu.

A série documental conta com depoimentos de amigos e personalidades que acompanharam de perto a trajetória de Senna, seus relacionamentos e seus últimos anos de vida

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Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

 

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Cinema Notícias

Pai do Ano, filme estrelado por Michael Keaton e Mila Kunis, ganha data de estreia

O longa traz o astro de Batman no papel de um pai ausente que foi forçado a cuidar dos filhos

Foi divulgada nesta segunda-feira (6) a data de estreia de Pai do Ano, filme que chega aos cinemas nacionais no dia 23 de outubro. O longa, estrelado por Michael Keaton (Batman, 1989) e Mila Kunis (Amizade Colorida, 2011), é uma comédia dramática que promete explorar as complexidades de uma conturbada dinâmica entre pai e filha.

Pôster do filme Pai do Ano (2025)
Foto: divulgação/Diamond Films

Na trama, a vida de Andy Goodrich (Michael Keaton) muda completamente quando sua esposa entra em um programa de reabilitação, deixando a responsabilidade de cuidar dos filhos pequenos inteiramente em suas mãos. 

Desesperado, ele busca a ajuda de Grace (Mila Kunis), filha de seu primeiro casamento. O contato forçado, porém, reabre feridas antigas e revela a Andy o quanto ele foi ausente durante a infância de Grace. Agora, na companhia um do outro, os dois terão uma nova chance de reconstruir a relação.

Confira o trailer:

A produção, dirigida e roteirizada por Hallie Meyers-Shyer, foi descrita como um “coming of age para todas as idades“. Esse é o segundo trabalho da diretora, que teve a sua estreia com a comédia romântica De Volta para Casa (2017), estrelada por Reese Witherspoon.

Além de Keaton e Kunis, o elenco do filme ainda conta com nomes como Andie MacDowell (Quatro Casamentos e Um Funeral, 1994), Kevin Pollak (A Maravilhosa Sra. Maisel, 2017), Nico Hiraga (Sweethearts, 2024), Poorna Jagannathan (Eu Nunca…, 2020) e Michael Urie (Falando a Real, 2023).

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Leia também: De Férias com Você: filme baseado no best-seller de Emily Henry ganha trailer

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Música Notícias Resenhas

Crítica | The Life of a Showgirl não é tão glamouroso

Novo álbum de Taylor Swift prometeu muito e entregou pouco

O décimo segundo álbum de estúdio de Taylor Swift, The Life of a Showgirl, lançado nesta sexta-feira, 03 de outubro, é um retrato do showbusiness, mas foge dos estereótipos ao revelar o lado oculto desse trabalho.

O álbum conta com 12 faixas, escritas e produzidas em conjunto com Max Martin e Shellback, que já trabalharam com Swift em outros momentos. Os produtores estão por trás dos álbuns Red (2012) e 1989 (2014), que lançaram Taylor na cena da música pop, e Reputation (2017).

A parceria prometia muito, os fãs e a mídia internacional esperavam por um projeto mais pop, que lembrasse os sucessos anteriores. Contudo, o trabalho conta com menos hits e músicas menos memoráveis.

O tema principal é o que se passa por trás das cortinas e a desromantização da fama; o maior exemplo é Elizabeth Taylor. A faixa leva o nome da famosa atriz americana da década de 50, que foi assediada por paparazzi e teve sua vida pessoal exposta na mídia.

A composição aborda temas como a fugacidade da fama, exemplificada no trecho “You’re only as hot as your last hit, baby” (Você só é famosa quanto o seu último hit, querida). Além disso, também questiona se a fama vale o ódio e a pressão.

Outra música que aborda o tema é Opalite, que trata sobre amizades baseadas em interesse, relacionamentos frustrados e solidão, ofuscados pelas luzes do palco e rotina exuberante dos grandes shows. A música conta com um ritmo que lembra sucessos dos anos 1980 e é uma das mais divertidas do álbum.

Foto: reprodução/Recreio

Faixas como Father Figure e Eldest Daughter retomam temas como a traição de amizades e as dores causadas pela fama, mas decepcionam pela monotonia das melodias. Actually Romantic se destaca pelo riff de guitarra que dita o ritmo do refrão e pela letra irônica ao tratar dos haters. Alguns fãs acreditam que a faixa é uma indireta para a cantora Charli XCX.

Como o tema central do The Life of a Showgirl é o showbusiness, os fãs pouco se identificam com as letras das músicas. Em álbuns anteriores, Taylor tratava sobre seus relacionamentos frustrados e amores não correspondidos, o que gerava mais empatia do que o novo álbum.

Mas é claro que o álbum  também conta com faixas que abordam o romance, já que Taylor o escreveu e produziu o álbum durante o começo de seu relacionamento com Travis Kelce, hoje seu noivo. A faixa Faith of Ophelia trata sobre o início do namoro, que, segundo a cantora, a salvou do destino de Ophelia, ou seja, a morte.

O amor também é o tema central de músicas como Wood, uma faixa animada; Honey, com batida monótona, mas refrão chiclete; e Wish List, uma balada romântica, que apesar de ser a favorita da loirinha dentro do álbum, não é das melhores.

A faixa mais esperada pelos fãs era The Life of a Showgirl, que conta com a colaboração de Sabrina Carpenter e dá nome ao álbum. Porém, a música se mostra  fraca e pouco marcante. Destaca-se apenas a harmonização dos vocais, que soa quase como um canto angelical.

Taylor Swift já provou ser uma grande compositora, capaz de tratar temas diversos usando seu lirismo shakespeariano e talento musical para criar grandes hits memoráveis. Contudo, metáforas sofisticadas não são o suficiente para a construção de um álbum pop marcante. Entre tantas músicas que abordam o mesmo assunto, mudando apenas a fórmula, torna-se difícil a consolidar The Life of a Show como um favorito da cantora.

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Leia também: Taylor Swift transforma The Life of a Showgirl em um espetáculo global – Entretetizei

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Música Notícias

Kali Uchis lança o álbum Sincerely: P.S.

Sincerely P.S. — versão deluxe de seu aclamado quinto álbum de estúdio Sincerely, chegou às plataformas digitais nesta sexta-feira 

Kali Uchis, artista vencedora do GRAMMY, acaba de lançar via Capital Records, a versão deluxe de seu último álbum de estúdio intitulado Sincerely. O novo álbum adiciona cinco novas músicas à lista de faixas do que é considerado o projeto mais pessoal de sua carreira até hoje, incluindo o novo single Pretty Promises, com Mariah The Scientist.

No último fim de semana, a cantora encerrou sua maior turnê até agora com um grand finale no The Intuit Dome, em Los Angeles — um encerramento com chave de ouro após o início da Sincerely, Tour, com shows consecutivos esgotados no Kia Forum. 

Foto: divulgação/Universal Music Brasil

A cada parada (incluindo duas noites no Madison Square Garden), Uchis levou o público a uma jornada por várias fases, começando com Sincerely e viajando no tempo por todos os seus álbuns aclamados pela crítica. Ela também trouxe convidados especiais, incluindo Peso Pluma, Tyler, the Creator, SZA, Steve Lacy, JT, Rauw Alejandro e Rayvyn Lenae.

Escrito e produzido por Kali, e lançado após ela se tornar mãe, Sincerely é até então seu trabalho mais íntimo. Testemunho do poder curativo do amor profundo e representação impressionante da maneira como a cantora romantiza a vida, o álbum — que alcançou a segunda posição na Billboard 200 — inclui os singles All I Can Say, Sunshine & Rain… e ILYSMIH.

Foto: reprodução/Instagram @kaliuchis

De acordo com a Rolling Stone, o álbum é “uma reflexão vulnerável sobre maternidade e memória”, e acrescentou: “Está tudo lá, junto: amor e dor, céu e terra, nascimento e perda”.   

Já conferiu o novo álbum da cantora? Conta pra gente o que achou nas redes sociais do Entretetizei Facebook, Instagram e X e nos siga para não perder as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Entre erros e amores superficiais: o verão que não mudou a vida de ninguém 

    

Texto revisado por Larissa Couto 

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Livros Notícias

Ullisses Campbell fará noite de autógrafos do livro Tremembé – O Presídio dos Famosos no Rio de Janeiro hoje

Evento terá sessão de autógrafos na Livraria Travessa Ipanema

Tremembé – O Presídio dos Famosos é uma obra escrita pelo Ullisses Campbell, jornalista e escritor best-seller de livros true crime. Para celebrar o lançamento do livro, será realizado uma noite de autógrafos e um bate-papo com os leitores hoje (6), a partir das 18h, na Livraria da Travessa Ipanema, no Rio de Janeiro.

Livro Tremembé - O Presídio dos Famosos
Imagem: divulgação/ Matrix Editora

Além disso, o livro deu origem a série Tremembé que estreia no dia 31 de outubro no Prime Video. A trama vai revelar os bastidores da penitenciária mais midiática do Brasil, conhecida por receber detentos de grande notoriedade, como Suzane von Richthofen, Robinho, Alexandre Nardoni, Anna Carolina Jatobá, Lindemberg Alves, entre outros.

Ulisses Campbell assina o roteiro ao lado de Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A produção tem direção-geral de Vera Egito.

Confira o trailer da série:

Sinopse do livro:

Robinho, Thiago Brennand, Suzane von Richthofen e Gil Rugai. Em Tremembé, figuras famosas da crônica policial brasileira cumpriram pena ao lado de anônimos envolvidos em crimes igualmente brutais. Encravado numa paisagem bucólica do Vale do Paraíba, o complexo penitenciário se tornou o presídio mais desejado entre os detentos paulistas.

Longe das facções criminosas que dominam outras unidades, oferece uma rotina menos violenta e um tratamento considerado mais digno. Dividido entre unidades masculinas e femininas, ele funciona sob regras rígidas e vigilância permanente. Muitos presos trabalham nas oficinas, lavanderias, bibliotecas e cozinhas locais. 

O índice de ocupação é controlado e o clima entre os internos depende de códigos não escritos, baseados em discrição, prestígio e autocontrole. A fama molda privilégios, mas não anula as obrigações nem protege da tensão constante. Este livro-reportagem revela o que os condenados fizeram do lado de fora para acabarem atrás dos muros de Tremembé.

Reconstrói crimes marcados por frieza, impulsos descontrolados, vaidade e desespero. Traz à tona relações de poder, rotinas de sobrevivência e regras não ditas que governam cada passo. Esta obra é um convite irresistível para atravessar os portões e encarar de perto o lado mais sombrio da natureza humana.

SERVIÇO

Sessão de autógrafos do livro “Tremembé – o presídio dos famosos”, com Ullisses Campbell

Local: Livraria da Travessa

Endereço: Livraria da Travessa – Rua Visconde de Pirajá, 572, Rio de Janeiro – RJ

Data: 6/10 (segunda-feira), das 18h às 21h30

Entrada gratuita

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Leia também: Outubro na Intrínseca: novos mundos, velhos favoritos e histórias inesquecíveis

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Notícias Resenhas

Crítica | Mauricio de Sousa – O Filme: a jornada de um herói que não cabe nos quadrinhos

Dirigida por Pedro Vasconcelos, cinebiografia do cartunista desperta a criança interior dos brasileiros por meio da nostalgia 

Existe um sentimento específico que envolve, independentemente da idade, qualquer brasileiro que escuta a canção Aquarela, do cantor Toquinho. Talvez devido à nostalgia de algum momento da vida? Ou então, à particularidade que só a música brasileira pode despertar? O motivo misterioso é difícil de explicar — e é exatamente o mesmo tom nostálgico e especial que gira em torno de Mauricio de Sousa – O Filme

A obra tem início na infância do pequeno Mauricio (Diego Laumar), morador de Mogi das Cruzes, fase em que fica evidente as influências diretas que moldaram a sua persona criativa. Seu encantamento pela arte de criar e narrar nasce por meio das histórias fantasiosas e folclóricas de sua avó (Elizabeth Savala), apelidada carinhosamente de Vó Dita (que, futuramente, se tornaria avó de Chico Bento nos quadrinhos). Além disso, outras inspirações vieram de dentro de sua própria casa, através de seu pai (Emilio Orciollo Netto), que além de barbeiro também era, assim como sua mãe (Natália Lage), poeta. 

Foto: divulgação/ Vantoen Pereira Jr

Outro momento importante ocorre quando, por acaso, Mauricio encontra uma revista em quadrinhos abandonada no chão da rua. E foi ali, em meio ao acaso, que o homem que anos mais tarde alfabetizaria gerações inteiras de brasileiros aprendia a ler (e que sorte a nossa, né?).

Ao longo da infância, por influência da mãe, o cartunista cheio de talentos revelou habilidades para o canto. No entanto, apesar de sua inclinação para a música, seu verdadeiro desejo era outro: contar histórias através de seus desenhos. Com o propósito definido, já na fase adulta, Mauricio (Mauro Sousa) parte para São Paulo em busca de seu sonho. 

De repórter policial à ilustrador dentro do jornal Folha, sendo até mesmo acusado de subversivo e entrando na lista de nomes sujos por defender a nacionalização das histórias em quadrinhos, sua trajetória foi tudo, menos fácil.

Foto: divulgação/ Vantoen Pereira Jr

Em meio a inúmeros “nãos”, a obra retrata essa caminhada com sensibilidade, mostrando os desafios, os encontros e a persistência de um jovem sonhador que, com ajuda da própria família, converte a própria criatividade em sucesso. Anos depois, a Turma da Mônica, que possui personagens baseados em figuras da sua vida e imaginação, torna-se não apenas sua maior criação, mas patrimônio cultural do Brasil. 

Em sua grande estreia nos cinemas, Mauro Sousa surpreende ao interpretar o próprio pai com uma atuação cativante, provando o ponto de que não existiria nenhuma outra pessoa melhor para o papel. Com sensibilidade e entrega, o ator incorpora os trejeitos do cartunista, principalmente o sorriso marcante, de orelha a orelha, parte de sua essência. 

Grandes atores como Elizabeth Savala, Thati Lopes — que interpreta a primeira mulher de Mauricio, Marilene —, Natália Lage e Emilio Orciollo Netto também compõem o elenco de peso. Diego Laumar, assim como Mauro, faz a sua estreia nos cinemas, demonstrando muito carisma e o início de uma carreira promissora no audiovisual nacional. 

Com direção de Pedro Vasconcelos, Mauricio de Sousa – O Filme possui a maior parte das cenas gravadas com câmeras estáticas, trazendo ao espectador a sensação de estar assistindo a um gibi em uma tela gigante. Quanto ao cuidado em misturar fantasia e vida real, Pedro soube elaborar de forma emocionante e divertida, com um humor, tão presente nas tirinhas, apresentado na medida certa.

Foto: divulgação/ Vantoen Pereira Jr

Menos de duas horas de duração são suficientes para emocionar cada brasileiro que se vê diante da jornada do herói de infância. A história soa familiar mesmo para quem não a conhece totalmente. É como acompanhar o nascimento dos melhores amigos de infância, e despertar a nossa criança interior. 

Homenageado em vida, Mauricio de Sousa completa 90 anos quatro dias após o lançamento do filme nos cinemas. Sua história é a prova viva de que, para um grande sonhador, desistir do próprio sonho não é uma opção — e quando temos com quem contar, tudo fica mais fácil. 

Mauricio de Sousa – O Filme estreia dia 23 de outubro nos cinemas (e se eu fosse você, não perderia por nada). 

Confira o trailer abaixo: 

E aí, não vai perder a estreia, né? Conte suas expectativas nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura. 

Leia também: Outubro na Intrínseca: novos mundos, velhos favoritos e histórias inesquecíveis

 

Texto revisado por Alexia Friedmann 

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Cultura turca Notícias Séries

Notícias da semana no mundo turco — 29/9 a 4/10

Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana que trouxe o início de outubro

Por Anna Mellado e Ana Matos

Güller ve Günahlar estreia 11 de outubro + Doğaç Yıldız no elenco da dizi

Protagonizada por Murat Yıldırım (Serhat) e Cemre Baysel (Zeynep), Güller ve Günahlar (tradução livre: Rosas e Pecados) estreia 11 de outubro (sábado), no Kanal D. A trama acompanha um empresário bem-sucedido, que tem sua vida modificada após um segredo revelado e o seu destino se cruzar com o de uma jovem simples. Veja o último fragman lançado aqui.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @gullervegunahlar

Além dos nomes já anunciados, o ator Doğaç Yıldız se junta à produção da NGM como Mustafa, irmão mais velho de Zeynep (Cemre Baysel). O personagem será um homem despreocupado, que não concluiu o ensino médio e não conseguiu manter um único emprego.

A dizi Aynadaki Yabancı faz sua estreia dia 4 de outubro 

A série Aynadaki Yabancı (tradução livre: Estranho no Espelho) estreia neste sábado, 4 de outubro, na ATV. Com Onur Tuna, Simay Barlas e Caner Topçu nos papéis principais, o enredo explora uma narrativa forte e emocionante, focando em temas como amor, identidade e verdades ocultas.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @aynadakiyabancitv

A série produzida pela MF Yapım traz a história de Azra (Simay Barlas), uma mulher que, ao se ver presa em um relacionamento obsessivo, tenta fugir. Porém, acontece uma tragédia que a leva a uma transformação dramática. Confira aqui o último fragman lançado.

A série Sahtekarlar estreia dia 12 de outubro

Caso não haja mudanças, a dizi Sahtekârlar (tradução livre: Impostores) estreia no dia 12 de outubro (domingo) no NOW. Estrelada por Hilal Altınbilek (Asya) e Burak Deniz (Ertan), a produção da Ay Yapım tem ainda no elenco os atores veteranos Perihan Savaş, Tamer Levent e Haluk Bilginer. Confira o fragman a seguir:

Com roteiro de Sema Ergenekon (Yargı, 2021) e direção de Ali Bilgin e Beste Sultan Kasapoğulları, a série começa com um poderoso empresário e seu amigo de longa data, tentando encontrar o(a) filho(a) de quem ele queria se livrar anos atrás.

Ben Onun Annesiyim faz sua estreia dia 24 de outubro

A produção da Medyapım para a NOW, Ben Onun Annesiyim (tradução livre: Eu Sou a Mãe Dela), irá ao ar nas noites de sexta e fará sua estreia no dia 24 de outubro. Com uma preparação meticulosa, a série protagonizada por Funda Eryiğit, Caner Cindoruk e Zerrin Tekindor teve algumas cenas refilmadas.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @benonunannesiyim.dizi

Adaptação do K-drama Enganos e Mentiras (Lies Of Lies, 2020), a dizi, escrita por Özge Aras e dirigida por Yunus Ozan Korkut, irá retratar a reviravolta na vida de Ayşe (Funda Eryiğit). Considerada responsável pela morte do marido, ela fará de tudo para se reunir com a filha que deu à luz na prisão.

Taşacak Bu Deniz estreia dia 10 de outubro 

Filmada em Trabzon, a dizi Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar) estreia na sexta, 10 de outubro, no TRT1. A série, que reúne Deniz Baysal (Esme), Ulaş Tuna Astepe (Adil), Burak Yörük (Oruç) e mais atores, tem roteiro de Ayşe Ferda Eryılmaz e Nehir Erdem.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @tasacakbudenizdizi

Dirigida por Çağrı Bayrak, a produção da OGM Pictures apresenta Esme Furtuna (Baysal), uma mulher respeitada e admirada na região do Mar Negro, e Adil Koçari (Astepe), seu grande amor do passado, um homem carismático e forte, típico das montanhas. Confira aqui o último fragman divulgado.

Hadise e Kerem Bürsin na Semana de Moda de Milão

A cantora Hadise e o ator Kerem Bürsin marcaram presença no desfile da Dolce & Gabbana durante a Semana de Moda de Milão. Amigos próximos, os dois já haviam dividido o tapete vermelho no Festival de Veneza em 2024 e, desta vez, prestigiaram juntos o evento italiano. Kerem, que atualmente interpreta Aras na dizi Çarpıntı, aproveitou uma pausa nas gravações para viajar.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @thebursin

O desfile contou ainda com uma surpresa internacional: Meryl Streep e Stanley Tucci surgiram em cena para gravações de O Diabo Veste Prada 2, filme que usará imagens captadas diretamente no evento.

O que mais aconteceu durante a semana:

Bige Önal vence o prêmio Altın Koza de Melhor Atriz: A atriz foi reconhecida por sua atuação no filme Buradayım İyiyim, de Pelin Esmer, grande destaque do festival com oito prêmios. Em seu discurso, muito comentado entre artistas e nas redes sociais, Bige afirmou: “Esse sistema que só enaltece a mulher ao parir, a esquece enquanto vive. Dedico este prêmio a todas as mulheres que perderam a vida nesse sistema e às que se recusam a ser silenciadas. Estamos aqui, não nos calamos e estamos bem.

Filme Yaz Evi: novos nomes confirmados + ensaio de leitura: O elenco do longa da OGM Pictures segue crescendo. Depois de Derya Pınar Ak (Zeynep), Onur Seyit Yaran (Sinan), Mina Demirtaş (Selin) e Selma Ergeç (Zeynep adulta), juntaram-se ao projeto Nehir Erdoğan (Sevinç), Çağdaş Onur Öztürk (Sinan adulto) e Tugay Erdoğan (Kaan). O filme, dirigido por Erdem Tepegöz e escrito por Aslı Ilgın Kopuz e Aylin Alıveren, terá sua leitura de roteiro em breve e começa a ser rodado em 7 de outubro em Bodrum, com lançamento previsto no Prime Video Turquia.

Mais atores turcos na Semana de Moda de Paris: a atriz Hande Erçel marcou presença no desfile da Balmain, reforçando sua ligação com o universo fashion. Já Afra Saraçoğlu é a convidada especial da Balenciaga neste sábado, dia 4 de outubro, tornando-se a única turca no disputado evento da grife. Onur Seyit Yaran também integra a lista de nomes em Paris, após participar da leitura do filme Yaz Evi, e estará presente a convite de uma marca internacional.

Salih Bademci inicia suas gravações na dizi Sakıncalı (tradução livre: Questionável): o ator que interpreta o personagem Çetin, figura proeminente no mundo da máfia, começou a gravar suas cenas essa semana. A produção para o canal NOW, com direção de Arda Sarıgün e escrita por Ayça Üzüm, marca o reencontro do ator com Özge Özpirinçci em um trabalho após quatro anos. A sessão de fotos do pôster da série aconteceu na última sexta-feira (26).

Sitare Akbaş na dizi Çarpıntı (tradução livre: Palpitação): a série de sucesso, que tem no elenco Sibel Taşçıoğlu, Kerem Bürsin, Deniz Çakır e Lizge Cömert, ganha reforços nos próximos episódios. A atriz Sitare Akbaş, que recentemente esteve na série Kızıl Goncalar (Red Roses, 2023), interpretará a noiva de Aras (Bürsin), Merve.

A série Can Borcu (tradução livre: Dívida de Vida) chegará ao fim em dois episódios: após a baixa audiência do episódio exibido em 27 de setembro (sábado), a série se despedirá do público em seu 28º episódio, tendo a segunda temporada apenas seis episódios. Estrelada por Bülent İnal, Ebru Özkan e Mine Tugay, os dois últimos episódios irão ao ar às quartas, devido à estreia da nova dizi Aynadaki Yabancı (tradução livre: Estranho no Espelho) no sábado (4).

A data de transmissão de Ben Leman (tradução livre: Eu, Leman) mudou pela segunda vez: após mais uma alteração, a série estreia este sábado, 4 de outubro, no NOW. Dirigida por Semih Bağcı, a produção da NTC Medya é filmada em Urla e tem no elenco Burçin Terzioğlu, Özgür Çevik, Selin Şekerci, Duygu Sarışın, Gökçe Eyüboğlu, Tansel Öngel e Şebnem Sönmez. Soube-se que a decisão pela nova data ocorreu após o anúncio do fim da dizi Can Borcu (tradução livre: Dívida de Vida), que era exibida aos sábados. Veja o último fragman lançado aqui.

Novo pôster de Bereketli Topraklar (tradução livre: Terras Férteis): filmada em Adana, a série que tem Engin Akyürek e Gülsim Ali nos papéis principais ganhou um novo pôster (confira aqui). Na trama para o canal Show TV, Ömer (Akyürek), que escolheu permanecer sozinho por anos, e Nevin (Ali), que fechou seu coração, têm seus caminhos cruzados. Em meio a conflitos familiares, os dois, que têm o início de sua história marcado pelo ódio, se apaixonam inesperadamente.

Primeiro trailer de Dehşet Bey (tradução livre: Senhor Dehşet): o filme, protagonizado por Barış Arduç (Dehşet) e Tuba Büyüküstün (Dra. Abide), estará disponível em 21 de outubro na Prime Video Turquia. Com grande elenco, a produção, baseada na graphic novel de mesmo nome, conta a história de um assassino implacável que tem sua vida transformada ao encontrar o amor pela primeira vez. Veja o trailer aqui.

Ketche está em negociações para dirigir a série Doktor (tradução livre: Doutor): conhecido por dirigir trabalhos como a dizi Kızılcık Şerbeti (One Love, 2022), Hakan Kırvavaç (Ketche) está em negociações para dirigir a adaptação da série italiana Doc — Nelle Tue Mani (DOC — Uma Nova Vida, 2020). Planejada para ir ao ar em janeiro na NOW, a produção será estrelada por İbrahim Çelikkol (Prof. Dr. İnan Kural) e Alina Boz (Dra. Mevsim). A escolha do elenco está em andamento.

Foto de Deniz Barut e Ozan Akbaba no filme Bak Postacı Geliyor (tradução livre: Olha, o carteiro está chegando): mais uma foto da produção da Poll Film foi divulgada essa semana (veja aqui). No longa, o Carteiro Osman (Akbaba) e Gülizar (Barut)  se amam, mas não conseguem ficar juntos.

Çağatay Tosun dirigirá a dizi Aşk Ve Gözyaşı (tradução livre: Amor e Lágrimas) a partir do quinto episódio: a produção da O3 Medya e Dass Yapım passou por uma reformulação drástica e o diretor Engin Erden será substituído por Tosun do quinto episódio em diante. A série, que é a terceira parceria de Hande Erçel (Meyra) e Barış Arduç (Selim), é uma adaptação da série sul-coreana Rainha das Lágrimas (Queen of Tears, 2024), e tem conquistado a audiência internacional.

Kadife Kelepce (tradução livre: Algemas de Veludo) muda o nome para Rüya Gibi (tradução livre: Como Um Sonho): ainda sem data de estreia, a série que irá ao ar na Show TV teve seu título alterado. Protagonizada por Seda Bakan (Aydan), Uğur Güneş (Emir), Ahsen Eroğlu (Çiğdem), Emre Bey (Efe), a produção da TMC Film contará a história de uma dona de um salão de beleza em um bairro simples, que se torna dona de um salão de luxo de forma inesperada, tendo como sócio um enigmático empresário. Veja aqui o pôster de divulgação.

Série Gelin Takımı: a dizi Gelin Takımı (tradução livre: Equipe das Noivas) estreia na TV turca neste sábado, 4 de outubro de 2025, às 20h, no Kanal D. O elenco principal traz nomes fortes: Seda Bakan (Ayça), Şebnem Bozoklu (Berrin) e Ecem Erkek (Selin), acompanhando as confusões e surpresas de um grupo de amigas prestes a se despedir da vida de solteira. O fragman já foi divulgado e mostra o clima de humor, romance e amizade da série. Veja aqui

Dizi Deha ganha prêmio internacional: A dizi Deha (tradução livre: Gênio), produção da Ay Yapım exibida pela Show TV, foi eleita Melhor Série Estrangeira na 20ª edição do Seoul Drama Awards, na Coreia do Sul. O diretor Umut Aral recebeu o troféu em nome da equipe. O elenco principal traz nomes fortes: Aras Bulut İynemli, Uğur Polat, Taner Ölmez, Onur Saylak, Melis Sezen e Ahsen Eroğlu. Além do prêmio em Seul, a série também foi indicada ao International Emmy Awards, consolidando o prestígio das produções turcas no mercado internacional.

Dizi Tutku Oyunları: produção em andamento + Elenco principal: A dizi Tutku Oyunları (tradução livre: Jogos de Paixão) está em produção para a Netflix Turquia e deve estrear no final de 2025. O elenco principal traz nomes de peso, Melis Sezen (Nazlı), Ozan Dolunay (İlker) e Elçin Sangu (Funda), com a trama girando em torno da chegada de uma jovem babá que transforma a vida de um casal e desencadeia segredos, paixões e conflitos inesperados. As informações são de Birsen Altuntaş.

Novidades em Organize İşler Karun Hazinesi: A dizi Organize İşler Karun Hazinesi (tradução livre: Trabalhos Organizados: O Tesouro de Karun) iniciou suas filmagens e será exibida na Netflix em oito episódios. O elenco reúne nomes de peso como Yılmaz Erdoğan, Demet Akbağ, Kıvanç Tatlıtuğ, Ezgi Mola e Uraz Kaygılaroğlu. Novos integrantes também se juntaram à produção, incluindo Hacı Ahmet Ak (Toraman), Halil Demir, Gözde Kocaoğlu, Timur Ölkebaş e Alperen Sazlı, que darão vida a personagens ligados às guerras de gangues em busca do tesouro.

Dizi Yeraltı: elenco confirmado + Preparativos para a estreia: A dizi Yeraltı (tradução livre: Subterrâneo), produção da Medyapım para a plataforma NOW, segue em preparação para a nova temporada. O elenco principal traz Deniz Can Aktaş no papel de Haydar Ali e Devrim Özkan, atriz conhecida por trabalhos como Mavi Mağara, que será sua parceira na trama.

Estreias da semana:

Ben Leman (4 de outubro)

Aynadaki Yabancı (4 de outubro)

Vem aí…

Taşacak Bu Deniz (10 de outubro)

Güller ve Günahlar (11 de outubro)

Sahtekârlar (12 de outubro)

Atores turcos em capas de revista no mês de outubro:

Serenay Sarıkaya é capa da Marie Claire Arabia 

Engin Akyürek e Aslı Enver na Elle Türkiye

Barış Arduç na capa de Elle Man Arabia

Hande Erçel na capa da Grazia Italia

Seda Bakan, Şebnem Bozoklu, Ecem Erkek e Nilperi Şahinkaya são capa da ALEM

Aytaç Şaşmaz e Serra Arıtürk são capa da Hello Türkiye 

Seda Bakan é capa da Marie Claire Turquia

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Leia também: Notícias da semana no mundo turco — 22/9 a 27/9

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Japan House São Paulo promove oficina de Kamishibai na Viradinha

A oficina Kamishibai – O Coelho na Lua é voltada para crianças entre 4 e 12 anos e possui vagas limitadas

Para quem estava procurando uma programação cultural para esse final de semana especialmente pensada para o público infantil, eis a solução: durante os dias 4 e 5 de outubro, acontece na cidade a Viradinha, projeto da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, que promove atividades gratuitas para o público infantil espalhadas por centros culturais em toda a cidade.

Nesta primeira edição, a Japan House São Paulo, instituição dedicada à cultura nipônica, oferece a oficina Kamishibai – O Coelho na Lua para crianças entre 4 e 12 anos. As vagas são limitadas e a participação é mediante retirada de senha na recepção 30 minutos antes da atividade.

A oficina acontece no domingo (5) e é inspirada pelo Tsukimi, data em que os japoneses se reúnem para observar a lua cheia de outono. Uma lenda associada a esta data conta a história de como o coelho foi morar na lua. 

Foto: divulgação/Japan House São Paulo

Com sessões às 11h e às 14h, a oficina convida as crianças a contarem a lenda por meio de desenhos que ilustram pequenas partes da história, remetendo ao tradicional teatro de papel japonês (kamishibai), integrando os conhecimentos da cultura japonesa com a brincadeira de forma lúdica e artística. Dá até vontade de voltar a ser criança!

Cada sessão da oficina tem duração de 60 minutos. É a oportunidade de levar filho, sobrinho, afilhado, para curtir o início do mês das crianças com uma experiência única.   

Sobre a Viradinha 

A Viradinha conta com a colaboração de mais de 400 instituições culturais municipais e parceiras para oferecer uma extensa diversidade de atrações, como teatro infantil, oficinas, música, contação de histórias e intervenções artísticas, em uma celebração artística que reafirma o papel da Cultura como espaço de formação, encontro e brincadeira.

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Texto revisado por Larissa Couto 

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Filmes clássicos: 12 obras que marcaram o século XX

Produções que inspiraram gerações e ajudaram a construir a identidade do cinema

Quando falamos em filmes clássicos, não nos referimos apenas às produções em preto e branco. O conceito vai muito além: são obras que marcaram épocas, seja pela grandiosidade da narrativa, pelos nomes icônicos no elenco ou pela forma como revolucionaram a indústria cinematográfica, muitas vezes, mesmo sem grandes investimentos de produção.

Esses títulos atravessam gêneros como terror, romance, drama e comédia, e se tornaram referências para inúmeras produções posteriores. Mais do que simples entretenimento, eles representam marcos culturais que ajudaram a moldar o cinema como o conhecemos hoje e continuam encantando gerações, permanecendo atemporais.

O Mágico de Oz 

É um dos maiores clássicos do cinema mundial, lançado em 1939, chamou atenção ao utilizar o Technicolor, tecnologia inovadora que trazia cores vibrantes às telas. O filme foi inspirado no livro de L. Frank Baum e no sucesso recente da Disney com Branca de Neve e os Sete Anões, e conquistou dois Oscars, se consolidando como uma das produções mais influentes da cultura pop.

A história acompanha Dorothy Gale, uma menina órfã de 11 anos que vive no Kansas com seus tios. Após uma discussão familiar, ela sai de casa com seu cachorro Totó, mas um ciclone arrasta sua casa até a terra mágica de Oz. Nesse novo mundo, ela embarca em uma jornada fantástica repleta de personagens icônicos, com o grande desejo de voltar para casa.

Além da narrativa encantadora, o filme se destacou por suas inovações técnicas, principalmente no contraste entre as cenas em tons marrons no Kansas e o colorido intenso em Oz. A canção Somewhere Over the Rainbow, interpretada por Judy Garland, tornou-se um marco na música moderna e ajudou a eternizar ainda mais a obra, que continua sendo amada por gerações de pais e filhos.

Foto: reprodução/Aventuras na História
Carrie, A Estranha (1976)

Filme que marcou o cinema de terror e mudou para sempre a carreira de Stephen King. Em meio a monstros clássicos e tramas sobrenaturais da época, a história de uma jovem pálida e isolada tornou-se um dos maiores ícones do gênero, abrindo caminho para uma nova tendência no terror.

O filme acompanha Carrie White (Sissy Spacek), uma adolescente reprimida pela mãe fanática religiosa e alvo constante de bullying na escola. Ao ser convidada para o baile de formatura, acredita ter a chance de viver como uma garota comum, mas eventos traumáticos despertam nela poderes telecinéticos que transformam a noite em uma tragédia devastadora.

O sucesso da obra gerou diversas tentativas de adaptação ao longo das décadas, dois remakes, uma sequência e até um musical na Broadway em 1988, que durou apenas cinco apresentações e se tornou um fracasso histórico. Apesar das tentativas, nenhuma versão alcançou o impacto do original, mas o legado de Carrie permanece vivo, alimentando até hoje expectativas de uma nova adaptação da icônica narrativa de King.

Foto: reprodução/Ranker

Juventude Transviada (1955)

James Dean tornou-se um dos rostos mais icônicos da história do cinema, símbolo de uma juventude marcada por dúvidas, descontentamento e falta de sentido. O filme foi dirigido por Nicholas Ray, onde Dean interpreta Jim, ao lado de Judy (Natalie Wood) e John, apelidado de Platão (Sal Mineo). A trama, que se desenrola em apenas um dia, apresenta o encontro dos três jovens em uma delegacia durante a madrugada: Jim é detido por embriaguez e desordem, Judy é encontrada vagando sozinha e Platão havia atirado em cachorrinhos. Esses personagens refletem a crise existencial de adolescentes de uma sociedade aparentemente próspera, mas marcada por conflitos familiares.

O filme também dialoga com as transformações sociais mais amplas dos Estados Unidos na década de 1950. Período onde a suburbanização levou famílias de classe média branca a deixarem os centros urbanos em busca de casas mais amplas e confortáveis nos subúrbios, cenário que reforça a sensação de deslocamento e vazio vivida pelos jovens. Assim, Juventude Transviada tornou-se um retrato simbólico de uma geração em busca de identidade, consolidando James Dean como mito cultural.

Foto: reprodução/Cinema em Cena
A Noviça Rebelde (1965)

Decidida e ousada, Maria, protagonista de A Noviça Rebelde (1965), tornou-se um ícone do cinema. Interpretada por Julie Andrews, a noviça questionadora se destaca em um musical que conquistou cinco Oscars, incluindo o de Melhor Filme. Ambientado na Áustria, o longa, dirigido por Robert Wise, retrata não apenas o romance e a música que transformam a vida da família Von Trapp, mas também o pano de fundo das tensões que antecederam a Segunda Guerra Mundial.

Inspirado nas memórias de Maria von Trapp e na peça The Sound of Music (1959), o filme acompanha a chegada da jovem à casa do capitão viúvo Georg von Trapp (Christopher Plummer), pai de sete filhos. Com sua espontaneidade, ela desperta no lar disciplina, alegria e amor pela música, consolidando a obra como um clássico que marcou gerações.

O Poderoso Chefão (1972) 

Vencedor de três Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Marlon Brando. O filme, dirigido por Francis Ford Coppola, é considerado por muitos como o maior clássico da sétima arte. Com elenco afinado, trilha sonora marcante e fotografia impecável, o filme consolidou um novo padrão para o cinema.

Embora baseado no romance de Mario Puzo, lançado três anos antes, foi a adaptação cinematográfica que realmente marcou a cultura popular. Até então, a ideia da Máfia e do estereótipo do mafioso eram apenas esboços no imaginário coletivo. A partir de sua estreia, O Poderoso Chefão redefiniu não só a representação da máfia no cinema, mas também a própria imagem do “sujeito durão” na cultura.

Psicose (1960)

Em 1960, Alfred Hitchcock revolucionou o cinema de terror com Psicose, um filme que permanece atemporal e continua a provocar medo e tensão mesmo décadas após sua estreia. A icônica cena do chuveiro, em que Marion Crane (Janet Leigh) é brutalmente assassinada, tornou-se um marco cultural, amplamente referenciado e parodiado, mas também deixou cicatrizes emocionais na própria atriz. A partir desse momento, a narrativa desloca o foco para Norman Bates (Anthony Perkins), o misterioso dono do Bates Motel.

A trama se intensifica quando o detetive Arbogast (Martin Balsam) começa a investigar o desaparecimento de Marion, contratado por seu chefe para recuperar o dinheiro que ela havia desviado. Ao desconfiar do comportamento de Norman e tentar confrontar sua mãe, o investigador também é morto. Em seguida, Lila (Vera Miles), irmã de Marion, e Sam (John Gavin), namorado dela, decidem investigar por conta própria. Fingindo ser um casal, hospedam-se no Bates Motel, onde Lila descobre o cadáver da mãe de Norman, pouco antes de ser atacada por ele, travestido como a própria.

Apesar de algumas cenas hoje parecerem artificiais, gerando até certo humor, a maioria dos alunos na discussão em sala destacou o filme como uma obra impactante, com um plot twist memorável que consolidou Psicose como um clássico absoluto do cinema de terror.

Foto: reprodução/UOL Splash
Dirty Dancing — Ritmo Quente (1987)

Dirty Dancing — Ritmo Quente tornou-se um dos filmes românticos mais icônicos dos anos 80, mas sua origem foi marcada por desafios. A roteirista Eleanor Bergstein e a produtora Linda Gottlieb enfrentaram resistência de grandes estúdios, que consideravam a trama ousada demais por abordar questões sociais pouco comuns no cinema comercial da época. Foi apenas com a pequena produtora Vestrom e sob a direção do estreante Emile Ardolino que a história de Baby (Jennifer Grey) e Johnny Castle (Patrick Swayze) ganhou vida.

O resultado foi um sucesso estrondoso de crítica e público, que se eternizou tanto pela narrativa envolvente quanto pela trilha sonora inesquecível. As coreografias, a química entre os protagonistas e a atmosfera sensual transformaram Dirty Dancing em um clássico atemporal, lembrado por gerações, seja nas sessões da tarde, seja nas pistas de dança, onde a famosa cena final segue sendo celebrada como um dos momentos mais marcantes da história do cinema.

Um Sonho de Liberdade (1994)

O filme parecia reunir todos os elementos para o sucesso, era baseado em uma obra de Stephen King, um dos autores mais populares do mundo, e vinha na esteira de outra adaptação de destaque, Conta Comigo (1986), também retirada da coletânea Quatro Estações (1982). Apostando no potencial cinematográfico da história, o diretor e roteirista Frank Darabont adquiriu os direitos do conto em 1987 para transformá-lo em filme.

A trama acompanha Andy Dufresne, um banqueiro condenado pelo assassinato da esposa e do amante dela, que encontra em Ellis “Red” Redding uma amizade capaz de ajudá-lo a suportar as condições brutais da Penitenciária de Shawshank. Mais do que um drama carcerário, o filme aborda temas como esperança, resistência e a capacidade humana de superar adversidades, o que o tornou uma obra marcante e atemporal.

Stephen King, por sua vez, consolidou-se como um dos escritores mais adaptados da história. Desde Carrie (1976), dirigido por Brian De Palma, sua estreia literária gerou dezenas de versões para o cinema e televisão. Ao todo, já são cerca de 60 filmes e inúmeras séries inspiradas em sua obra, reforçando a força de seu universo narrativo e a relevância de suas histórias para diferentes gerações.

Foto: reprodução/Experimente SP
Titanic 

Titanic foi dirigido por James Cameron e é considerado uma das obras mais icônicas do cinema, unindo romance, drama e fatos históricos em uma narrativa envolvente. Inspirado no naufrágio real do transatlântico em 1912, o longa conquistou o público mundial com a história fictícia de Rose Dewitt Bukater e Jack Dawson, vividos por Kate Winslet e Leonardo DiCaprio. Embora o casal central seja criação do roteiro, a trama incorpora personagens que realmente existiram, como MargaretMollyBrown, socialite que sobreviveu ao desastre e ajudou outros passageiros durante a tragédia.

O impacto cultural do filme é inegável, tornou-se referência da sétima arte, lembrado não apenas pela narrativa, mas também pela trilha sonora marcante interpretada por Céline Dion, que se consolidou como um clássico da música. Décadas após o lançamento, tanto o enredo quanto seus personagens permanecem vivos no imaginário coletivo, tornando-se quase impossível encontrar alguém que não conheça a obra.

A produção foi um marco tecnológico e artístico. Cameron, fascinado pela história do navio, realizou expedições aos destroços para garantir autenticidade e utilizou uma combinação de cenários grandiosos, miniaturas detalhadas e efeitos visuais inovadores para retratar o naufrágio. O cuidado minucioso com o realismo e a escala de produção ajudaram a transformar Titanic em um fenômeno cinematográfico sem precedentes.

A bilheteria global ultrapassou US$2,2 bilhões, especialmente após relançamentos como o da versão 3D em 2012. Além do desempenho comercial, o longa conquistou 11 Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, e entrou para a história como o primeiro a ultrapassar a marca de um bilhão de dólares em arrecadação. Mais que um sucesso de público, Titanic permanece como um clássico atemporal do cinema mundial.

Casablanca (1942) 

Em plena Segunda Guerra Mundial, no dia 26 de novembro de 1942, Casablanca fazia sua estreia em Nova York. A première foi antecipada em razão a invasão aliada à cidade marroquina de Casablanca em 8 de novembro do mesmo ano, que até então estava sob controle da França de Vichy, alinhada ao regime nazista. O episódio gerou grande repercussão e acabou favorecendo a bilheteria do longa nos Estados Unidos. No Brasil, o filme chegou rapidamente, em 7 de dezembro de 1942.

Produzido por  Hal B. Wallis para a Warner Bros., Casablanca foi rodado em menos de três meses, quase todo em estúdio. As filmagens seguiram a ordem da trama, o que é incomum em produções de Hollywood, e isso se deveu ao fato de que o roteiro não estava totalmente finalizado quando as gravações começaram. Essa produção acelerada resultou em um dos maiores clássicos do cinema mundial.

A trama acompanha Rick Blaine (Humphrey Bogart), americano cínico dono do famoso Rick’s Café, ponto de encontro de nazistas, franceses, refugiados e criminosos. Sua rotina muda quando Ilsa Lund (Ingrid Bergman), antiga paixão, reaparece ao lado do marido, Victor Laszlo, líder da resistência. O reencontro desperta lembranças e dilemas que se desenrolam em meio ao conflito da guerra. O filme conquistou oito indicações ao Oscar e venceu em três categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro.

Os Sete Samurais (1954) 

Um marco entre os filmes de guerra e referência para cenas de batalha, Os Sete Samurais consagrou Akira Kurosawa como diretor e se tornou um ícone da cultura popular, rendendo duas refilmagens. Não é possível assistir ao filme hoje como se fosse uma produção atual, pois ele pertence a um tempo específico e reflete também um período ainda mais distante, o Japão rural do século XVI.

Por isso, compreender Os Sete Samurais exige um olhar atento ao contexto histórico e artístico que o moldou. Ele é um clássico que atravessou gerações, influenciou inúmeros cineastas e permanece como um dos grandes pilares do cinema mundial. 

Foto: reprodução/Plano Crítico
Clube dos Cinco (1985) 

Lançado em 1985, Clube dos Cinco é um clássico absoluto da Sessão da Tarde e marcou gerações nas décadas de 1980 e 1990. Dirigido por John Hughes, o filme completou recentemente mais de trinta anos desde os eventos que retrata. O figurino, assinado por Marilyn Vance, que também trabalhou em outras produções de Hughes, como Mulher Nota Mil (1985) e A Garota de Rosa-Shocking (1996), ajuda a compor a atmosfera atemporal da obra.

A trama acompanha cinco adolescentes que passam um sábado de castigo na escola, obrigados a escrever um ensaio de mil palavras sobre quem acreditam ser. Confinados na biblioteca, eles acabam se aproximando e descobrindo afinidades inesperadas, apesar das diferenças. A vigilância fica a cargo do diretor Richard Vernon (Paul Gleason), a personificação do adulto autoritário e entediante. Sua aparência reforça esse estereótipo: uma camisa preta sem gravata e um paletó antiquado, de cor indefinida entre o cinza e o bege, que transmite a monotonia de sua personalidade.

Foto: reprodução/Veja SP

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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