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Coreia do Sul e China inspiram estratégias para o mercado audiovisual brasileiro

Produção nacional ganha um novo Oriente no RioMarket 2025

O potencial da indústria audiovisual para o desenvolvimento econômico e social da cidade e do país foi o fio condutor da abertura do RioMarket 2025, nesta quinta-feira (2/10). Braço de negócios e debates do Festival do Rio — e o maior encontro de mercado audiovisual da América Latina —, o evento traz como tema central a construção da Nova Indústria do Audiovisual Brasileiro e se estende até o dia 11 de outubro.

Na abertura, a  diretora do RioMarket e do Festival do Rio, Walkiria Barbosa, destacou iniciativas que buscam adaptar ao Brasil experiências semelhantes às das cinematografias de maior expansão nas duas últimas décadas: a da Coreia do Sul e a da China.

Foto: reprodução/Festival do Rio

Em cerca de vinte anos, a China saltou de menos de cinco mil para mais de 90 mil salas de cinema, resultado de programas iniciados na virada do século. Já em 2022, a Coreia do Sul exportou US$13,2 bilhões em séries, reality shows, filmes e games, sendo esse o maior número já registrado até então.

Para atingir esse patamar no Brasil, o setor busca o diálogo constante com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a cadeia produtiva do audiovisual pelos tomadores de decisão e formuladores de políticas públicas.

Como parte desse processo, foi criada a Federação da Indústria Cinematográfica e Audiovisual (FICA), e uma de suas primeiras iniciativas, em parceria com a estadunidense Motion Picture Association, é o lançamento de uma pesquisa pela Oxford Economics. O levantamento busca detalhar o potencial do setor para a criação de empregos e a geração de renda, além dos efeitos indiretos sobre a educação e a formação profissional no Rio de Janeiro e seu entorno.

Foto: reprodução/NewMag

O secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, que esteve presente na abertura do RioMarket, apontou a força do audiovisual carioca para reafirmar a identidade da população local. Além disso, ele destacou a vantagem que o Rio de Janeiro tem por ser uma cidade que tem muito apelo internacional: “O carioca merece o mundo.”

O Festival do Rio, a começar do nome, reforça a vocação da cidade para a produção audiovisual, refletida na frequência com que sua paisagem natural e humana serve de locação para filmes e séries nacionais e internacionais. “Ainda Estou Aqui não pode ser exceção, mas a regra. Temos potencial para disputar o Oscar nas principais categorias, praticamente todos os anos”, continuou Lucas. 

De acordo com o secretário, o setor público e a indústria precisam ser capazes de desenvolver mecanismos inovadores de financiamento para que o Brasil tenha mais perspectivas de concorrer nas maiores premiações do cinema mundial. Padilha acredita que planejamento é o nome do jogo.

A Reforma Tributária retira R$89 milhões anuais de incentivos para o audiovisual no Rio, com o fim do ISS — maior receita própria da Prefeitura. Porém, é possível compensar essa perda sem abrir mão de projetos, como a retomada dos cinemas de rua no subúrbio carioca ou a consolidação de centrais de produção, como o Polo Rio Cine Vídeo, que vai ser inaugurado ano que vem.

Para isso, é indispensável mudar a lógica do investimento em Cultura. “O Estado deve entrar para reduzir o risco, não precisa gerir o conteúdo. Um bom exemplo é o Museu do Amanhã, que a Prefeitura do Rio construiu, e hoje, só paga a conta de luz. O projeto torna-se viável com verbas incentivadas, mas não apenas isso”, explicou. E concluiu: “O Rio é a cara do Brasil para o mundo.”

Foto: reprodução/YouTube/Festival do Rio
Serviço RioMarket 2025

Quando: 2 a 11 de outubro

Onde: Armazém da Utopia – Cais do Porto, Rio de Janeiro

Programação completa e inscrições: www.riomarket.com.br 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Cultura asiática Notícias Séries

5 K-dramas para assistir se você já está com saudades de Bon Appétit, Vossa Majestade

Se o romance delicioso entre a chef vivida por Lim Yoona e o rei tirânico interpretado por Lee Chae Min te deixou órfão de K-dramas, não se preocupe: a gente separou cinco histórias que também misturam fantasia, intrigas palacianas e muito amor para te prender do começo ao fim

Se tem uma coisa que os K-dramas sabem fazer como ninguém é brincar com o tempo e o destino. Em Bon Appétit, Vossa Majestade, vimos de perto como a realeza pode ganhar novos temperos quando personagens modernos caem de paraquedas em palácios, sejam eles do passado ou de realidades alternativas. E, claro, o que não falta são romances que fazem rir, chorar e suspirar.

Por isso, se você terminou a série e está em busca de outra maratona digna de realeza, aqui vai uma lista de cinco produções que entregam intriga, humor e romances intensos; algumas mais longas e emocionantes, outras mais leves e rápidas, mas todas com aquela magia que só os K-dramas conseguem criar.

Sr. Rainha (2020)

Esse aqui é praticamente obrigatório para quem amou o clima de Bon Appétit, Vossa Majestade.Em Sr. Rainha, um chef moderno e arrogante (Choi Jin Hyuk) sofre um acidente bizarro e acorda no corpo da rainha Kim So Yong (Shin Hae Sun), lá na era Joseon. O choque é imediato: além de lidar com o fato de estar em um corpo feminino, ele ainda precisa sobreviver em meio a traições políticas e aos olhares atentos da corte.

O grande destaque é a atuação brilhante de Shin Hae Sun, que consegue trazer o trejeito masculino de forma hilária, mas sem perder a sensibilidade da personagem. A química inesperada com o rei Cheol Jeong (Kim Jung Hyun) garante risadas e suspiros, e o drama ainda entrega críticas afiadas sobre poder e tradição, tudo envolto em uma comédia de época irreverente.

Foto: reprodução/Netflix
A primeira noite com o Duque (2025)

Se a graça de Bon Appétit estava no choque entre mundos, aqui a ideia é quase a mesma, mas com um detalhe extra: a protagonista cai dentro do livro de romance favorito dela. Interpretada por Seohyun (Girls’ Generation), a jovem se vê no papel de uma personagem irrelevante, Lady Cha Sun Chaek, mas logo começa a mudar os rumos da história ao se aproximar do príncipe Yi Beon (Taecyeon, do 2PM).

O que conquista é a forma divertida e inteligente como a trama brinca com o famoso clichê do isekai. A mocinha não fica parada esperando o destino agir; ela decide escrever a sua própria história. O resultado é um romance divertido, cheio de autoconsciência e reviravoltas de encher o coração.

Foto: reprodução/viki
Amantes da Lua (2016)

Prepare os lencinhos, porque esse drama não pega leve. Amantes da Lua é uma das histórias mais intensas e emocionantes que já passaram pelas telinhas coreanas. IU interpreta Hae Soo, uma jovem que viaja no tempo e acaba no meio da corte de Goryeo, rodeada por príncipes ambiciosos, incluindo o enigmático Wang So (Lee Joon Gi) e o sensível Wang Wook (Kang Ha Neul).

A trama começa leve, com pitadas de romance e humor, mas logo se transforma em um épico de traições, batalhas e amores impossíveis. O relacionamento entre Hae Soo e Wang So é devastador, daqueles que fazem o coração apertar até o último episódio. Se você gosta de emoções fortes e não se importa em sofrer junto com os personagens, esse é o drama perfeito.

Foto: reprodução/viki
Faith (2012)

Agora, se você curte a mistura de fantasia com medicina e ação, Faith é o prato certo. A história acompanha o general Choi Young (Lee Min Ho), que viaja ao futuro em busca de um médico capaz de salvar a princesa. Ele acaba trazendo Yoo Eun Soo (Kim Hee Sun), uma cirurgiã plástica, para a era Goryeo.

O contraste entre ciência moderna e crenças antigas rende situações divertidas e tensas, já que a protagonista é vista como uma espécie de enviada divina. O romance entre ela e o guerreiro é recheado de química e sacrifícios, e o pano de fundo político só deixa tudo ainda mais instigante.

Foto: reprodução/viki
Splash Splash Love (2015)

Para quem gosta de histórias rápidas e encantadoras, Splash Splash Love é a escolha perfeita. Com apenas dois episódios, o drama acompanha Dan Bi (Kim Seul Gi), uma estudante que, em meio à pressão dos vestibulares, acaba viajando no tempo para Joseon. Lá, ela conhece o rei Lee Do (Yoon Doojoon), e juntos vivem um romance cheio de leveza, curiosidade e ternura.

Apesar de curtinho, o drama consegue entregar tudo: humor, emoção e uma química fofa entre os protagonistas. É ideal para quem quer algo rápido, mas que ainda assim deixa o coração quentinho. Não é à toa que se tornou um clássico cult entre os fãs.

Foto: reprodução/viki

 

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Leia também: Veja todas as produções que chegam ao streaming em outubro

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Música Notícias

Taylor Swift transforma The Life of a Showgirl em um espetáculo global

O 12º álbum de estúdio aposta no pop grandioso, na teatralidade e já prepara clipe inédito para o domingo

O dia 3 de outubro de 2025 marcou a chegada de The Life of a Showgirl, o 12º álbum de estúdio de Taylor Swift. O lançamento inaugura oficialmente uma nova fase em sua carreira, mais pop, grandiosa e marcada pelo brilho teatral que dá nome ao projeto. Em contraste com a introspecção de The Tortured Poets Department (2024), Taylor agora aposta em um trabalho de energia vibrante, com produção assinada por Max Martin e Shellback, parceiros de longa data que retornam à sua discografia pela primeira vez desde Reputation (2017).

Foto: divulgação/@taylorswift

Lista das faixas de The Life of a Showgirl:

1 – The Fate of Ophelia

2 – Elizabeth Taylor

3 – Opalite

4 – Father Figure

5 – Eldest Daughter

6 – Ruin the Friendship

7 – Actually Romantic

8 – Wi$h Li$t

9 – Wood

10 – CANCELLED!

11 – Honey

12 – The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter) 

O disco traz colaborações de peso e faixas que já se destacam entre os fãs. A canção-título, The Life of a Showgirl, conta com a participação de Sabrina Carpenter, reforçando a conexão entre duas gerações do pop feminino. Em Father Figure, Taylor revisita o clássico de George Michael em uma releitura ousada, enquanto a faixa de abertura, The Fate of Ophelia, mergulha em referências literárias e promete expandir ainda mais sua narrativa com o videoclipe que estreia neste domingo (5).

Foto: divulgação/@taylorswift

A divulgação foi cuidadosamente planejada e começou de forma surpreendente com o anúncio do álbum durante o podcast New Heights, de Travis e Jason Kelce. Desde então, Taylor mobilizou sua base de fãs com teasers, pistas escondidas e uma estética luxuosa inspirada no universo das showgirls.

Um dos pontos altos foi a revelação de múltiplas capas alternativas para as versões físicas, cada uma trazendo poses, cores e composições diferentes, que juntas formam uma narrativa visual do projeto e se transformaram imediatamente em itens de colecionador.

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "THE Cg LIFE OF SHOWGIRL"Foto: divulgação/@taylorswift

Além das plataformas digitais, o lançamento foi acompanhado por uma ação inédita nos cinemas: o The Official Release Party of a Showgirl, exibido entre 3 e 5 de outubro em várias partes do mundo, reuniu bastidores, performances e materiais exclusivos, transformando o álbum em uma experiência imersiva para os fãs.

Foto: divulgação/@taylorswift

O impacto comercial foi imediato. Antes mesmo do lançamento, o disco já havia batido o recorde de mais de 5 milhões de pré-saves no Spotify, o maior da história da plataforma. Em poucas horas após a estreia, The Life of a Showgirl também figura entre os álbuns mais vendidos em pré-venda digital e física, consolidando o status de Taylor como um fenômeno não apenas musical, mas também cultural e de mercado.

Foto: divulgação/@taylorswift

Com um conceito bem definido, parcerias estratégicas e uma estética que une glamour e vulnerabilidade, Taylor Swift reafirma sua habilidade única de transformar cada lançamento em um evento global. Mais do que um álbum, The Life of a Showgirl é um espetáculo pensado em todos os detalhes — das canções às capas, das entrevistas às experiências coletivas — e inaugura uma era que promete ser uma das mais marcantes da carreira da artista.

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Leia também: Tudo que sabemos sobre o novo álbum de Taylor Swift, The Life of a Showgirl, até agora

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz 

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Música Notícias

Ana Vilela lança Reencontro, uma faixa sobre amizade verdadeira

O novo som nasce da história real de Ana Vilela com seu amigo e empresário Diego Vivas, transformando saudade e laços em música

Sabe aquele amigo que você passa anos sem ver e quando reencontra é como se nada tivesse mudado? É dessa sensação que nasce Reencontro, novo single de Ana Vilela, que já está disponível em todas as plataformas digitais. Chegando como uma celebração da saudade, da alegria e da força dos laços que permanecem, mesmo a distância, a faixa nasce da história real da amizade entre a cantora e seu empresário, Diego Vivas, que além de gestor é também seu melhor amigo.

Escrita logo após um reencontro inesperado entre os dois, depois de um período de afastamento, a música fala sobre a força das amizades verdadeiras, aquelas que, mesmo com pausas, voltam a existir com a mesma intensidade de antes. Entre músicas que a faziam lembrar dele e momentos marcantes como o próprio casamento, Ana sentiu a ausência de Diego em diferentes camadas do cotidiano. O reencontro veio de forma inesperada, simples e natural, como se o tempo não tivesse passado.

“Eu tinha muito medo de ser estranho encontrar o Diego de novo, mas quando nos vimos, foi como se a última vez tivesse sido ontem. Entendi que nossa amizade tinha um outro tamanho, e daí nasceu essa canção”, conta. Desde então, além de retomar a relação, consolidaram uma parceria profissional que já soma seis anos.

Com sonoridade leve que mistura influências de R&B e MPB, Reencontro traduz em melodia a alegria de reviver conexões importantes. A artista explica: “É uma música muito feliz pra mim, porque fala desse momento de reatar laços. Acho que essa alegria está muito presente no arranjo e no clima da faixa”.

Foto: reprodução/Simone Kontraluz

O lançamento marca também um novo ciclo na carreira de Ana, que se prepara para celebrar dez anos de trajetória em 2026. “Esse single é o primeiro de alguns que virão até o ano que vem, e eu espero que ajude a conectar cada vez mais as pessoas com a minha história e minhas referências. Dez anos é um numerão e quero preparar o público com carinho para esse momento”, reflete.

Além do single, Ana lança um visualizer que amplia a atmosfera nostálgica da canção. Nele, uma TV de tubo em um cenário minimalista transmite registros pessoais de sua amizade com Diego, trazendo a estética das fitas caseiras dos anos 90. “Escolhi esse formato porque tanto eu quanto o Diego somos muito nostálgicos. A gente vive recontando nossas histórias, repetindo lembranças que se tornam cada vez mais especiais com o tempo”, explica Ana.

Lançar Reencontro no dia 30 de setembro não foi por acaso. A data foi escolhida especialmente por coincidir com o aniversário de Diego. Mais do que uma homenagem pessoal, a faixa celebra a universalidade das amizades que atravessam o tempo e resistem à distância.

Sobre o lançamento, Ana compartilha sua empolgação: “Como alguém que adora presentear, estou muito feliz em poder lançar a música justamente nesse dia. Diego é um cara ímpar e o carinho e gratidão que sinto por ele passam também por esse lugar de mostrar para as pessoas o quão incrível ele é. Além disso, estou ansiosa para saber as histórias de quem vai ouvir e se identificar com a música também”, finaliza.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Livros Notícias

Outubro na Intrínseca: novos mundos, velhos favoritos e histórias inesquecíveis

Do aguardado Alchemised às edições de luxo de Crepúsculo, o mês reúne thrillers, romances e clássicos revisitados

A Editora Intrínseca preparou um outubro memorável para os apaixonados por livros. O mês reúne obras que prometem emocionar, instigar e surpreender: da aguardadíssima estreia de SenLinYu, com Alchemised — fantasia sombria que já desponta como fenômeno internacional — às edições especiais que celebram os 20 anos de Crepúsculo, clássico moderno de Stephenie Meyer que marcou gerações.

Mas não para por aí: thrillers eletrizantes, como O Assassinato no Verão de 1999; romances intensos e cheios de emoção; casos sobrenaturais bizarros, em Casas Estranhas 2, e reflexões transformadoras sobre saúde e espiritualidade também fazem parte da seleção.

Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

Os lançamentos de 1º de outubro transitam entre o entretenimento e o conhecimento, reforçando a diversidade do catálogo da editora e garantindo opções para todos os gostos e momentos de leitura. Confira a lista a seguir. 

Alchemised – SenLinYu 
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

A estreia literária de SenLinYu é considerada a fantasia mais aguardada do ano. A trama acompanha Helena Marino, prisioneira de guerra em um mundo governado por necromantes e guildas corruptas. Sem memórias de sua vida anterior, ela precisa desvendar seu verdadeiro papel na Resistência, enquanto descobre segredos que podem mudar o destino de todos. Com duas edições — especial e brochura —, o livro marca um novo fenômeno do gênero. Adquira já o seu exemplar na Amazon ou no site da Intrínseca.

Crepúsculo: Edição de Luxo & Box comemorativo de 20 anos – Stephenie Meyer

Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

Duas edições especiais celebram as duas décadas da saga que redefiniu a literatura jovem adulta. O box reúne os cinco livros com novas capas e acabamento refinado, enquanto a edição de luxo traz capa dura, pintura trilateral dourada, guardas coloridas e fitilho.

Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

Nessa trama já imortalizada na cultura popular, quando Isabella Swan se muda para a melancólica cidade de Forks e conhece o misterioso e atraente Edward Cullen, sua vida dá uma guinada emocionante e apavorante. Com pele de porcelana, olhos dourados, voz hipnótica e dons sobrenaturais, Edward é, ao mesmo tempo, irresistível e inescrutável. Até então, ele conseguiu ocultar sua verdadeira identidade, mas Bella está decidida a descobrir seu segredo sombrio. O que a jovem não percebe é que quanto mais se aproxima dele, maior é o perigo — inclusive o de se apaixonar.

A edição de luxo pode ser adquirida na Amazon e também no site da Intrínseca. Já o box comemorativo está disponível na Amazon e na loja online da editora.

Casas Estranhas 2: O Mistério das Onze Plantas Baixas – Uketsu
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

O autor japonês Uketsu retorna com a continuação do best-seller Casas Estranhas. Desta vez, o escritor fascinado por ocultismo investiga imóveis perturbadores no Japão, reunindo relatos de construções bizarras: corredores sem saída, quartos que desaparecem e casas projetadas para matar. Uma coletânea de histórias arrepiantes que reforça o talento do autor em transformar arquitetura em terror psicológico.

Garanta o seu nas lojas online da Amazon e da Intrínseca.

O Assassinato no Verão de 1999 – Jeneva Rose
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

Após a morte da mãe, três irmãos retornam à cidade natal e encontram fitas VHS antigas entre os pertences da família. Uma delas revela uma noite de 1999 em que o pai aparece coberto de sangue ao lado de um cadáver desconhecido. Nenhum deles se lembra do ocorrido, mas agora precisam decidir entre esquecer o passado ou encarar um segredo capaz de destruir tudo. Um thriller envolvente da autora best-seller Jeneva Rose.

Encontre este lançamento na Amazon ou no site oficial da Intrínseca.

Perimenoquê? Uma conversa sobre os hormônios a partir dos 40 – Isabela Fortes
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

O período da perimenopausa é cercado de dúvidas e sintomas que afetam corpo, mente e autoestima. Neste livro, Isabela Fortes responde às perguntas mais comuns de forma clara e acessível, oferecendo estratégias para lidar com as transformações hormonais da perimenopausa, menopausa e pós-menopausa. Mais do que um guia de saúde, é um convite para viver essa fase com leveza, consciência e autonomia.

O título pode ser adquirido na Amazon e também no site da Intrínseca.

Espírito Shaolin: Hábitos milenares para a vida moderna – Shi Heng Yi
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

Fundador do Shaolin Temple Europe, Shi Heng Yi apresenta os princípios milenares da prática Shaolin como um caminho de transformação pessoal. A obra une disciplina, coragem e autoconhecimento, mostrando como essa filosofia pode ser aplicada na vida cotidiana para trazer equilíbrio e propósito. Um livro prático e inspirador, que vai além das artes marciais.

Compre agora na Amazon ou diretamente no site da editora Intrínseca.

Quando Menos se Espera – Cara Bastone
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

Eve Hatch adora a rotina previsível de sua vida em Nova York, até que uma gravidez inesperada vira tudo de cabeça para baixo. Nesse momento de mudanças, Shep — irmão de sua melhor amiga — surge como um apoio constante e desperta novos sentimentos. Um romance slow burn sobre amizade, família e a descoberta do amor nos momentos menos planejados.

Adquira já o seu exemplar na Amazon ou no site da Intrínseca.

A Guerra dos Roses – Warren Adler
Foto: divulgação/Editora Intrínseca/Entretetizei

Publicado originalmente em 1981, o clássico de Warren Adler retorna em nova edição. Em 2025, a história também ganhou uma adaptação cinematográfica intitulada Os Roses: Até que a Morte os Separe, estrelada por Olivia Colman e Benedict Cumberbatch. A trama acompanha o divórcio cruel de Jonathan e Barbara Rose, que se tornam inimigos mortais na disputa pela casa da família — uma comédia ácida sobre casamento, ambição e destruição mútua.

Foto: reprodução/IMDb

O livro pode ser adquirido na Amazon e no site oficial da editora Intrínseca.

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Leia também: Leituras que acolhem: 5 livros para cuidar da mente no Setembro Amarelo

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Especiais Notícias Séries

Especial | Entre erros e amores superficiais: o verão que não mudou a vida de ninguém

Amadurecer deveria nos arrancar do lugar, obrigar a encarar a morte, a dor, a fé e o mal. Mas, na série, o que vemos são clichês reciclados e um vazio embrulhado em celofane colorido

[Contém spoiler]

O primeiro livro da trilogia O Verão que Mudou Minha Vida (Jenny Han) foi publicado em 2009. Poucos anos depois, a autora alcançaria o sucesso mundial com Para Todos os Garotos que Já Amei (2014), elevado ao status de fenômeno adolescente. Com a adaptação bem recebida deste último, parecia inevitável que outro título da escritora ganhasse sua versão para as telas — e que os fãs embarcassem na empolgação.

Até aí, tudo bem. Uma adaptação nunca é uma cópia fiel do livro, mas convenhamos: não precisava ser tão distante, a ponto de comprometer até o pouco de densidade que a obra original carregava.

E, antes que os defensores da série corram para acender suas tochas, vamos com calma: a ideia aqui é encarar de frente os problemas que marcaram principalmente a última temporada, recém-finalizada no Prime Video.

Portanto, passe o protetor solar, prepare a sua limonada (ou a marguerita) e vamos mergulhar nesse verão que prometia ser uma jornada de amadurecimento e transformações, mas só conseguiu repetir clichês.

As primeiras temporadas 
Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Nas duas primeiras, acompanhamos Isabel ‘Belly’ Conklin (Lola Tung) lidando com os desafios do primeiro amor, as expectativas não correspondidas desse sentimento e o seu envolvimento em um triângulo amoroso com os irmãos Conrad Fisher (Christopher Briney) e Jeremiah Fisher (Gavin Casalegno). 

Após um breve relacionamento com Conrad — seu primeiro amor —, Belly vê tudo ruir quando ele coloca um ponto final em tudo. Na segunda temporada, ela acaba se envolvendo com Jeremiah, até então seu melhor amigo.

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Esse contexto também é apresentado nos livros, porém neles há uma narrativa delicada de amadurecimento, emoções adolescentes e relações familiares complexas. Belly, por exemplo, amadurece aos poucos, suas inseguranças são centrais e dão profundidade à personagem.

Já na série, ela parece estagnada, repetindo os mesmos erros sem demonstrar um crescimento emocional real. A adaptação prende a protagonista no rótulo de adolescente indecisa. 

Nuances perdidas no triângulo amoroso
Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

A terceira temporada trouxe personagens mais velhos, mas nem por isso mais sábios. Ainda nos primeiros episódios, descobrimos a traição de Jeremiah durante a viagem a Cabo, e a série resgata uma dinâmica muito parecida com a de  Ross e Rachel, personagens da sitcom Friends (1994–2004), com a questão do “nós estávamos dando um tempo”.

Ao mesmo tempo, Belly também esconde que, no último natal, Conrad esteve com ela na casa da praia, enquanto todos acreditavam que ela estava sozinha. Ou seja, o relacionamento em si já apresenta problemas antes dos eventos do verão, mas da forma como são trabalhados, o drama amoroso acaba soando repetitivo e superficial, com pouca evolução entre as temporadas. 

Assim como no terceiro livro, a narração desta temporada alterna entre Belly e Conrad, o que já entrega uma dica do desfecho. Essa escolha narrativa deveria aprofundar as motivações dele — por que terminou tudo da primeira vez, por exemplo —, mas a série faz pouco para que entendamos suas ações. Já no livro, mesmo fracas, as motivações são perceptíveis. 

As famílias desestruturadas 
Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

As relações familiares frágeis, as perdas e as dificuldades são pontos que afetam diretamente os protagonistas. A trilogia mostra o impacto do divórcio dos pais de Belly e a forma como sua mãe encara questões afetivas por conta dessa dinâmica; já os irmãos Fisher enfrentam a infidelidade do pai enquanto a mãe enfrenta um câncer — trazendo ainda o enfrentamento do luto nas duas últimas temporadas. 

O contraste entre luto e adultério é particularmente revelador, pois nos ajuda  a entender a rebeldia de Conrad, a necessidade constante de validação de Jeremiah e como a perda da mãe, que era o elo da família, acaba por romper essa estrutura. 

A série até traz um pouco dessa dinâmica mostrando a falta de estrutura, mas não problematiza. Os pais são tão imaturos quanto os filhos, os acontecimentos são pouco trabalhados e mal nos lembramos desse dilemas como algo que, de fato, causaria algum trauma significativo ou dor nos protagonistas, servindo como um motor narrativo. O que poderia ser uma crítica social se perde em conflitos mal resolvidos.

O problema de romantizar relacionamentos disfuncionais 

O ponto central é que, no livro, Belly tenta dissecar, mesmo que com certo distanciamento e medo, o que sente por cada um dos irmãos. Na terceira temporada da série, temos a sensação de que ela passa o tempo inteiro tentando se convencer de que gosta de Jeremiah.

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Não por acaso, uma das frases mais repetidas em todos os episódios após o pedido de casamento é: “Eu vou me casar com meu melhor amigo”. O tom, no entanto, não é de contemplação ou felicidade, mas funciona como um lembrete de que, apesar de todos os receios que a personagem segue ignorando, essa é uma escolha segura para não ficar sozinha. 

Jeremiah, tanto na série quanto no livro, é mimado e manipulador, mas na adaptação, seu vitimismo e manipulação são ainda mais corrosivos: ele se coloca em uma posição em que os outros — não apenas a namorada, mas também os amigos — precisam ceder às suas vontade, sob a pena de enfrentarem crises e cobranças.

Ele precisa ser constantemente validado, enquanto Belly precisa se sentir escolhida, acreditando que, mesmo sem Conrad, ainda há alguém que a deseje. E aqui surge um dos perigos em relação à estética da série e a essência do livro. 

A adaptação se preocupou em entregar uma estética instagramável: verão ensolarado, casas de praia e trilha sonora pop, mas não se preocupou em mostrar a realidade de se estar em um relacionamento disfuncional e, em muitos aspectos, tóxico. 

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Ambos os personagens têm sua parcela de responsabilidade, mas a série romantiza tudo isso e apresenta como se fosse normal. Em nenhum momento trata esses relacionamentos pelo que realmente são: abusivos. Manipulação, vitimismo e egocentrismo podem destruir alguém, mas a série não identifica isso e trata como se fosse apenas uma característica da personalidade de ambos. 

O público, formado na maioria das vezes por jovens entre 15 e 23 anos, tende a mimetizar essas ações em sua vida e relacionamentos. Os impactos disso podem ser melhor explicados por profissionais de saúde mental, mas muitos conhecem pessoalmente casos que acabam se tornando um ciclo de aprisionamento e traição difíceis de romper. 

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Um exemplo é o pedido de casamento. Na série, ele é mostrado como o impulso de um amor juvenil que, após o acidente de Steven (Sean Kaufman), percebe o quanto a vida é frágil e decide não apenas reatar após a descoberta da traição, mas casar. No livro, percebe-se que Jeremiah, age na tentativa de garantir que Belly nunca o deixe. Ele usa o pedido de casamento como um elemento para que a personagem se sinta culpada, caso não corresponda à profundidade do “amor” dele. 

Os últimos episódios  

Toda a trama em Paris não existe no livro, assim como o acidente de Steven. Após os eventos que findam em Jeremiah cancelando o casamento, a narrativa salta alguns anos: Belly está com 23 anos, é o dia de seu casamento e ela conta superficialmente que terminou com Jeremiah, foi morar com Anika e fez o último ano da faculdade na Espanha.

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Para surpresa de muitos que se arrastaram para concluir a última temporada, o arco dramático que se passa na cidade das luzes — com exceção das cenas iniciais que mostram Belly chegando à cidade — chega a ser até agradável de acompanhar.       

Nesses episódios, temos Belly se desafiando a amadurecer (imaginem só!), a tomar as rédeas da própria vida e a ser responsável por suas escolhas. Aparentemente, ela funciona melhor em um cenário que não envolve nenhum dos irmãos. 

Talvez o que Belly precisava era descobrir que o mundo não se resume a Cousins Beach e que, em uma população com bilhões de pessoas, ela não precisa escolher entre dois irmãos por medo de ficar sozinha ou ter uma dependência emocional.

Em um cenário ideal, a série acabaria com cada um seguindo seu próprio caminho e nenhum deles ficando juntos. Mas Conrad, que também tem sua cota de problemas emocionais e imaturidade, resolve ir atrás de Isabel em Paris e o resto é mais da mesma história. 

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

No fim, não conseguimos ter empatia por nenhum dos protagonistas. A falha em construir algo que realmente nos prendesse às suas histórias é tão grande que até a cena de amor, após o reencontro, que deveria ser o ápice da temporada, nos dá apenas a esperança de que a série esteja finalmente chegando ao fim.   

O que esperar do próximo verão
Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Mal nos despedimos do verão atual e, no evento do final da temporada em Paris, anunciaram um filme, aparentemente com foco em Belly e Conrad e os acontecimentos que levam ao casamento — que, no livro, acontece cerca de quatro anos depois do cancelamento da cerimônia com Jeremiah. 

A escolha por mostrar essa passagem de tempo foi esperta por parte da produção, que obtém mais lucro ao prolongar a trama, mas também foi mais significativa no desenvolvimento do romance entre os personagens, uma vez que sugere um processo maior de recuperação antes de Belly engatar em um “novo” romance com Conrad, já que nas temporadas anteriores a impressão que temos é a de que a personagem troca de irmãos a seu bel prazer. 

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Sabemos que adaptações sempre trazem escolhas e que a série poderia ter apresentado uma narrativa mais concisa de amadurecimento emocional e familiar, em vez de ser mais um drama teen. Então, nos perguntamos: será que o filme amadurecerá junto com seus personagens ou todos ficarão sempre presos no mesmo verão?  

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Notícias Séries

Maxton Hall: trailer da 2ª temporada é divulgado junto com data de estreia

Série original da Amazon mais assistida internacionalmente retorna em novembro com episódios inéditos

O Prime Video divulgou o trailer oficial da segunda temporada de Maxton Hall: Um Mundo Entre Nós e anunciou que a estreia está marcada para sete de novembro. A primeira temporada alcançou o topo das séries originais da Amazon em mais de 120 países.

A nova temporada é baseada no livro Save You, segundo volume da trilogia de Mona Kasten, e traz altos e baixos para o casal Ruby (Harriet Herbig-Matten) e James (Damian Hardung). A trama explorará uma reviravolta que abala a vida de Ruby, deixando-a com saudade de sua antiga rotina. Ela não consegue esquecer James, mesmo tendo sido profundamente magoada — e ele fará de tudo para reconquistá-la.

Foto: reprodução/Prime Video

Assim como na primeira temporada, o elenco conta com Harriet Herbig-Matten e Damian Hardung, além do retorno de Sonja Weißer (Lydia), Ben Felipe (Cyril), Fedja van Huêt (Mortimer), Runa Greiner (Ember), Justus Riesner (Alistair), Andrea Guo (Lin), Frederic Balonier (Kieran) e Eli Riccardi (Elaine).

A nova temporada de Maxton Hall: Um Mundo Entre Nós é dirigida por Martin Schreier. O time de produção conta com Markus Brunnemann e Ceylan Yildirim, que também atua como roteirista principal ao lado de Juliana Lima Dehne e Marlene Melchior. Valentin Debler também retorna como produtor pela UFA Fiction.

Confira o trailer abaixo:

 

E você, está ansioso para a segunda temporada de Maxton Hall? O que você espera que aconteça entre Ruby e James? Conta para a gente nos comentários!

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moutra

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Notícias Teatro

Titanique — O Musical estreia em outubro no Brasil

A produção brasileira é uma comédia do icônico filme de 1997 e estreia no Teatro Sabesp Frei Caneca

Titanique O Musical é um espetáculo cômico do filme Titanic (1997), do diretor James Cameron. A produção foi criada por Tye Blue, Marla Mindelle e Constantine Rousouli, com orquestrações e arranjos de Nicholas James Connell. Após encantar a plateia de cidades como Nova York, Londres, Sydney, Toronto e Paris, a peça estreia em solo brasileiro no dia 11 de outubro, no Teatro Sabesp Frei Caneca, em São Paulo.

Titanique - O Musical - Jack e Rose
Foto: divulgação/Caio Gallucci

A montagem brasileira tem a direção de Gustavo Barchilon, que traz uma versão adaptada para o humor do público brasileiro. O espetáculo celebra a música pop, o cinema e o teatro musical com uma dose ousada de irreverência e excesso teatral. E também promete arrancar gargalhadas e emocionar.

Depois de dirigir algumas comédias, mergulhar em Titanique é como voltar às minhas raízes. Porém, dessa vez, com um navio, uma diva pop e um iceberg a bordo. Nossa produção brasileira preserva a alma do original, mas encontra seu próprio tom ao dialogar com a tradição do teatro besteirol brasileiro — um estilo que sempre soube rir do absurdo com inteligência, música e travessura”, conta o diretor Gustavo Barchilon. 

Titanique- O Musical - elenco
Foto: divulgação/Caio Gallucci

O elenco brasileiro será formado por Alessandra Maestrini (Céline Dion), Marcos Veras (Jack), Giulia Nadruz (Rose), Luis Lobianco (Ruth, mãe da Rose), George Sauma (Carl), Wendell Bendelack (Victor Garber), Valéria Barcellos (Tina Turner), Talita Real (Molly Brown), Matheus Ribeiro (Marinheiro), Luiza Lapa, Marcos Lanza e Luan Carvalho.

Na trama, a história de amor de Jack e Rose é reimaginada sob a ótica exagerada e dramática da diva pop Céline Dion. Ela assume o papel de narradora e conduz o público por uma jornada cheia de emoção, risadas e números musicais eletrizantes. Além disso, o repertório vai incluir alguns dos maiores hits dela, como My Heart Will Go On, It’s All Coming Back to Me Now e All By Myself.

Titanique- O Musical - Céline
Foto: divulgação/Caio Gallucci

Segundo Gustavo Barchilon: “O besteirol brasileiro sempre mostrou que é possível rir com sofisticação, usando o exagero, o nonsense e a quebra de lógica. Titanique faz exatamente isso: transforma a tragédia épica do Titanic numa celebração escancaradamente camp e queer, onde vale tudo — inclusive cantar My Heart Will Go On como se fosse a última coisa que você fará na vida. 

Meu conceito parte dessa licença para o excesso. O palco vira um navio performático, onde a precariedade vira linguagem e o erro é bem-vindo. O público está por dentro da piada — sabe que está vendo teatro e por isso mesmo embarca com ainda mais prazer.

Titanique - O Musical - Jack e Rose
Foto: divulgação/Caio Gallucci
SERVIÇO

Local: Teatro Sabesp Frei Caneca – Shopping Frei Caneca, 7° Piso

Endereço: Rua Frei Caneca, nº 569, Consolação, São Paulo – SP

Temporada: 11 de outubro a 14 de dezembro de 2025

Sessões: sábados, às 17h e 20h, e domingos, às 15h e 18h

Duração: 110 minutos

Capacidade: 600 pessoas

 

INGRESSOS

Vendas pela internet: site Uhuu 

Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca (sem incidência de taxa de serviço): 7º Piso do Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, nº 569, Consolação, São Paulo – SP

Horário de funcionamento: terça-feira a domingo, das 12h às 15h e das 16h às 19h; segunda-feira, bilheteria fechada

Bilheteria do Teatro Bradesco (sem incidência de taxa de serviço): 3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo – Rua Palestra Itália, nº 500, Loja 263, Perdizes, São Paulo – SP

Horário de funcionamento: segunda-feira a domingo, das 12h às 15h e das 16h às 20h; em dias de evento, o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz 

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Cinema Notícias

Inspirada em uma história real, animação Totto-chan: A Menina na Janela ganha trailer

Com distribuição da Sato Company, o longa chega aos cinemas em outubro, próximo ao Dia das Crianças

A Sato Company divulgou o trailer de Totto-chan: A Menina na Janela, animação inspirada no clássico livro de memórias da atriz e apresentadora japonesa Tetsuko Kuroyanagi.

Aos 7 anos, a pequena Totto-chan era vista como problemática por seus professores, sendo até expulsa da escola em que estudava. Sua vida muda quando sua mãe encontra uma instituição de ensino com métodos nada convencionais, onde sua energia passa a contagiar colegas e até o próprio diretor.

Com a Segunda Guerra Mundial como pano de fundo, a história retrata a infância de Kuroyanagi, registrada no livro homônimo, que se tornou um fenômeno editorial no Japão e no mundo. Agora, a obra ganha vida na animação dirigida por Shinnosuke Yakuwa, com estreia marcada para o dia 9 de outubro.

Confira o trailer: 

O elenco de vozes traz a estreante Liliana Ôno, como Totto-chan, e o premiado Kôji Yakusho, como o diretor Kobayashi. O ator japonês venceu o prêmio de melhor ator, em Cannes, por Dias Perfeitos, de Wim Wenders.

A produção já conquistou o público internacional: recebeu o prêmio especial no Festival de Annecy, o mais prestigiado das animações, e foi indicada ao Prêmio da Academia Japonesa de Cinema como melhor animação do ano. No Brasil, também chamou atenção ao ser exibida na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Sinopse
Foto: divulgação/Sato Company

Após ser expulsa da escola por seu comportamento inquieto, Totto-chan é matriculada na Tomoe Gakuen, instituição que aposta em métodos de ensino inovadores e independentes. Em meio ao cenário tenso da entrada do Japão na Segunda Guerra Mundial, a menina cria laços fortes com o diretor da escola e com Yasuaki, um colega com poliomielite. A partir dessas relações, Totto-chan aprende sobre solidariedade, empatia e responsabilidade.

Sobre a autora

Personalidade da TV japonesa, Tetsuko Kuroyanagi decidiu escrever suas memórias no fim dos anos 70, preocupada com o aumento da evasão escolar no Japão. Publicada inicialmente em capítulos, a obra foi reunida em livro em 1981 e logo se tornou um sucesso absoluto, sendo até adotada como material didático em escolas.

Mais de 25 milhões de cópias depois, Totto-chan: A Menina na Janela entrou para o Guinness em 2023 como a autobiografia mais vendida escrita por um único autor. Kuroyanagi, hoje aos 91 anos, também acumula outro recorde: seu programa de entrevistas é o talk show mais longevo do mundo com a mesma apresentadora.

Além da carreira artística, Tetsuko é reconhecida por trabalhos de caridade, atuando como conselheira do WWF e embaixadora da Boa Vontade da UNICEF.

Sobre a Sato Company

Fundada em 1985, a Sato Company é pioneira na distribuição e referência em Animes e Tokusatsu, tendo, em seu portfólio, conteúdos asiáticos de sucesso de público e crítica como Akira, Ghost in the Shell, National Kid, Ultraman, Jaspion, Jiraiya, Godzilla Minus One, O Menino e a Garça, dentre muitos outros. 

Totto-chan: A Menina na Janela chega aos cinemas brasileiros ainda este mês e promete conquistar o público.

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Cinema Destaques Notícias

Já em clima de Halloween, pôster de Terror em Shelby Oaks é divulgado e filme já tem data de estreia

O filme tem distribuição da Diamond Films e chega aos cinemas de todo o Brasil no final deste mês, com uma história que promete arrepiar o público

Terror em Shelby Oaks é o novo filme de terror que estreia neste mês de outubro nos cinemas. A obra já tem o pôster divulgado pela Diamond Films.

shelby oaks
Foto: divulgação/Diamond Films

A trama narra a investigação de Mia (Camille Sullivan), que está determinada a encontrar pistas sobre o desaparecimento de sua irmã Riley (Sarah Durn). Ela era uma youtuber famosa que investigava eventos sobrenaturais.

Mia volta a ter esperanças de encontrar a irmã depois que recebe uma fita misteriosa que mostra que Riley pode estar viva. Depois disso, a personagem mergulha em uma profunda investigação que coloca em risco sua vida. 

Confira o trailer:

 

O filme é produzido por Mike Flanagan (Ouija, 2016; A Maldição da Residência Hill, 2018) e estreia nacionalmente nos cinemas no dia 30 de outubro.

E você, já colocou essa obra na lista dos filmes de Halloween deste ano? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz 

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