Imagens da 2ª temporada promete grandes emoções com a chegada de nova personagem
A manhã desta quarta-feira, 10 de dezembro, foi animada para os amantes de Avatar: O Último Mestre do Ar! A Netflix divulgou hoje o teaser oficial e as primeiras imagens da 2ª temporada da série, além disso, o streaming também confirmou que os novos episódios serão lançados em 2026.
No teaser podemos ver a personagem favorita dos fãs, a mais nova integrante da equipe e mestre da dobra de terra, Toph, que será interpretada por Miya Cech. A revelação promete agradar quem gosta da história de Aang (Gordon Cormier) e seus amigos, Katara (Kiawentiio) e Sokka (Ian Ousley).
Assista ao teaser:
Na 2ª temporada, após uma vitória agridoce ao salvar a Tribo da Água do Norte da invasão da Nação do Fogo, o Avatar Aang, Katara e Sokka se reúnem e partem em uma missão para convencer o elusivo Rei da Terra a ajudar na batalha contra o temível Senhor do Fogo, Ozai.
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Com roteiro e direção amadores, a produção ítalo-brasileira ameaça ter algo a dizer por longos 94 minutos
Diante de uma crise pessoal e após perder o emprego, um homem decide retornar à sua cidade natal para se reconectar com um sonho juvenil. Todos nós já ouvimos histórias como essa, em que a busca por si mesmo esbarra em uma paixão que a vida adulta nos obrigou a abandonar e, como tudo que é clichê, enredos como esse precisam de um frescor de originalidade para não serem esquecidos logo que acabe a sessão. Infelizmente, Diminuta, de Bruno Saglia, tem de inesquecível somente o amadorismo técnico.
No longa, acompanhamos Cristiano (Reynaldo Gianecchini), um corretor de seguros que volta à Itália, país onde nasceu, em uma tentativa de reconstruir sua vida através do seu amor pela música e pelo jazz. Confira o trailer abaixo:
Ainda que seja um dos principais temas do filme, a música em Diminuta é tratada de forma vulgar: não há um segundo que passe sem uma trilha sonora invasiva, que, por vezes, até dificulta o entendimento dos diálogos em cena e é tão insistente que banaliza os momentos de música diegética.
Talvez para compensar o barulho da trilha sonora, o roteiro do filme tem pouco a dizer. O desenrolar do enredo se dá de forma desconexa e sem nenhuma profundidade, recorrendo a diálogos robóticos que explicitam os sentimentos e os conflitos que a direção e o elenco parecem não conseguir expressar visualmente.
Diminuta também sofre com uma montagem e uma fotografia tão amadoras que tornam impossível qualquer imersão real do público. Cenas escuras demais ou hiperexpostas se intercalam com cortes de tela preta, uma combinação que faz o filme parecer que foi gravado há, no mínimo, trinta anos, não durante a pandemia.
Foto: reprodução/Papo de cinema
Aliás, a impressão de uma produção do século passado se reforça com os estereótipos que saturam o filme. Diminuta tem somente três personagens femininas de destaque, sendo elas: uma mulher instável afundada em depressão e paranóica por ciúmes, uma prostituta e uma cantora que é dependente química (esta última sendo a única personagem negra em um filme de jazz).
O que não quer dizer que os personagens masculinos sejam desenvolvidos – não são. O protagonista sequer tem profundidade, ainda que isso seja responsabilidade da atuação de Gianecchini, que não consegue convencer em momento algum que é um homem traumatizado pela morte de cinco pessoas em sua vida.
Diminuta tem boas intenções, mas é vítima da própria produção, e o resultado é um filme que não emociona e não tem nada novo a dizer. No fim, se você quer assistir a um longa sobre buscar os próprios sonhos e sobre o poder transformador do jazz na vida de pessoas brancas, vale mais a pena assistir a La La Land (2016).
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Entre números cada vez mais alarmantes, histórias que se repetem e rostos que poderiam ser os nossos, mulheres na cultura pop, no jornalismo, na música, no cinema e na vida comum vêm transformando o silêncio em instrumento de sobrevivência
[Este texto contém gatilhos!]
É difícil falar sobre violência contra a mulher sem pensar imediatamente nas estatísticas, mas nenhuma estatística traduz o impacto emocional que carregamos todos os dias. O Brasil registrou 1.450 feminicídios em 2024, com uma mulher morta a cada 17 horas nos estados monitorados, e uma média de 196 violências sexuais por dia. Esses números formam um retrato muito mais amplo do que a violência física em si: revelam o peso psicológico que acompanha cada mulher que lê notícias recentes e sente aquele frio no estômago, porque sabe que poderia ter sido ela, sua amiga, sua irmã, sua vizinha. Não é exagero, não é dramatização, não é “agenda”: é sobrevivência, é vida real. E já podemos esperar que os números deste ano estejam, infelizmente, muito maiores.
O problema é que estamos cansadas, cansadas de viver com medo, cansadas de avisos ignorados, cansadas de sermos responsabilizadas por não denunciar e também por denunciar, cansadas de ver mulheres famosas sendo atacadas quando expõem abusos, cansadas de termos nossas histórias relativizadas, cansadas de existir em alerta constante.
É por isso que este texto existe: para falar diretamente com mulheres que precisam de clareza, acolhimento e informação, para conectar a violência cotidiana com os debates da cultura pop, para transformar entretenimento em ferramenta de reconhecimento, e para reforçar que falar sobre isso não é pessimismo, é cuidado, é uma forma de sinalizar para outras mulheres que estamos aqui e que não podemos mais aceitar que a violência seja tratada como parte da vida feminina.
Quando a violência começa onde ninguém vê e por que reconhecer o início é tão importante diante do que continuamos perdendo
A maior parte das mulheres que morreram, desapareceram ou sofreram abuso em 2024 e 2025 não vivia, no começo, situações que pareciam perigosas, e isso é fundamental para dizer, porque a violência raramente surge no primeiro empurrão, ela começa em comportamentos que parecem apenas desrespeitosos, desconfortáveis ou “brigas comuns”, começa naquele olhar que julga, naquela ironia que diminui, naquele ciúme que chega disfarçado de preocupação, naquela irritação súbita que você tenta justificar porque “ele teve um dia difícil”. A violência começa quando você percebe que hesita antes de falar, antes de sair, antes de vestir algo, porque sabe que aquilo pode gerar um comentário que você já aprendeu a evitar.
E, por mais que pareça óbvio para quem vê de fora, por dentro nada é claro. A violência que começa no psicológico enfraquece a percepção da vítima, modifica convicções, distorce realidades. Você começa a achar que está exagerando, que está sensível demais, que talvez esteja exigindo muito. A confusão é parte da estratégia de controle, é assim que muitas mulheres passam meses ou anos sem entender que estão sendo manipuladas, monitoradas, esvaziadas. E, quando percebem, o medo já tomou espaço demais, o isolamento já aconteceu, a autoestima já foi corroída.
Foto: reprodução/lilas2
Essa etapa invisível é também o que mais alimenta a culpa das vítimas, culpa que, muitas vezes, faz com que elas hesitem em pedir ajuda. E é por isso que precisamos reforçar que a violência não precisa de hematomas para ser violência: ela pode estar no tom de voz, no controle financeiro, nas perguntas invasivas, na infantilização da parceira, na desconfiança crônica, nos acessos de raiva seguidos de pedidos de desculpa que parecem sinceros. Tudo isso, junto, forma o caldo que antecede o que muitas vezes termina em tragédia.
É dentro desse contexto de invisibilidade que notícias recentes nos atingem com tanta força. Cada mulher vítima de feminicídio não estava apenas em um relacionamento que “deu errado”, estava presa num ciclo que começou com detalhes que pareciam pequenos demais para levantar suspeitas. É por isso que aprender a reconhecer esses sinais é uma das tarefas mais importantes da nossa geração. Não deveríamos carregar essa responsabilidade, mas carregamos, e, entre nós precisamos nomear o que está acontecendo antes que mais uma de nós vire estatística.
Como a violência psicológica e emocional se instala sem que percebamos e por que esse tipo de agressão é um dos motores da escalada para casos graves
A violência psicológica raramente é levada a sério pela sociedade, mas é ela que estabelece as bases para as agressões físicas, sexuais, patrimoniais e institucionais que tantas mulheres sofrem. Ela não grita, não sangra, não deixa marcas imediatas, ela desgasta, desorienta e faz com que uma mulher adulta comece a duvidar da própria percepção, da própria memória, da própria capacidade de entender o que vive. Muitas descrevem esse processo como “perder o chão”, “viver pisando em ovos”, “sentir que vão enlouquecer”, e tudo isso é induzido pelo comportamento manipulador do agressor, que alterna humilhação com afeto, críticas com promessas, violência com momentos de calma.
Esse ciclo de confusão emocional prende a vítima de maneiras mais profundas do que amarras físicas, porque, quando a mulher começa a acreditar que a culpa é dela, que é ela quem provoca, que exige demais, que tem defeitos que justificam aquele tratamento, o agressor não precisa nem levantar a mão para mantê-la sob controle. Basta que ele saiba exatamente onde atingir: na autoestima, no medo, na dependência emocional, nas inseguranças acumuladas ao longo da vida.
Foto: reprodução/capricho
E é importante dizer: muitas mulheres que sofrem violência emocional são independentes, têm carreira, têm renda, têm apoio familiar. O problema não é falta de inteligência, de autonomia ou de força; é a manipulação, que funciona mesmo com mulheres fortes, mesmo com mulheres informadas, mesmo com mulheres experientes. Não existe imunidade. A diferença está em conseguir reconhecer o processo e buscar ajuda antes que se torne irreversível.
O mais cruel é que a violência psicológica também prepara terreno para que, quando a agressão física acontecer, se acontecer, a vítima já esteja fragilizada demais para reagir com rapidez. E é exatamente por isso que tantos casos de feminicídio parecem repentinos: o que estava sendo preparado por meses ou anos não era visível para ninguém, nem para a própria vítima. Quando a sociedade não leva a violência psicológica a sério, não está apenas ignorando o sofrimento, está contribuindo para que a escalada aconteça.
Estamos cansadas de ver casos em que vizinhos, familiares e até amigas dizem “parecia um casal normal” até o dia em que a notícia aparece. Casos não chegam ao extremo do nada, eles são construídos, e reconhecer essa construção é parte do nosso processo coletivo de proteção.
Como a cultura pop, o entretenimento e os relatos de mulheres famosas têm ajudado outras mulheres a entender o que vivem, mesmo quando não parece violência
Nos últimos anos, relatos de mulheres famosas tiveram um impacto que vai muito além das manchetes. Quando Duda Reis denuncia agressões e controle, quando Rihanna expõe publicamente a violência sofrida, quando Halle Berry revela ter perdido parte da audição por causa de um parceiro violento, quando FKA Twigs denuncia Shia LaBeouf por abuso psicológico, quando Megan Thee Stallion enfrenta um processo enorme ao relatar ter sido baleada por um ex, algo profundo se movimenta entre mulheres comuns.
O que mexe com o público não é apenas o drama, mas o reconhecimento. É perceber que mulheres com carreira, recursos, seguidores, fama e apoio profissional ainda assim sofrem violência – e, se elas sofrem, o que dizer das que não têm nada disso? Esses relatos expõem padrões, comportamentos, ciclos que muitas mulheres sempre normalizaram. De repente, aquela atitude que você achava ciúme vira controle, aquela crítica que você achava sinceridade vira humilhação, aquela mudança de humor que você interpretava como “ele está estressado” começa a fazer sentido como manipulação.
Foto: reprodução/folha
O entretenimento também vem cumprindo um papel importante. Séries como Big Little Lies e Maid ajudam a mostrar que violência não se resume ao tapa; filmes como A Vida Invisível escancaram a violência estrutural que molda a vida de mulheres há gerações, documentários como Surviving R. Kelly revelam como fama e poder são usados como armas contra mulheres. Essas obras não são simples dramatizações, são ferramentas de identificação.
Para as vítimas elas oferecem vocabulário; para a sociedade, elas oferecem perspectiva; para mulheres de todas as idades, elas mostram que aquilo que sempre pareceu “coisa de casal” pode ser sinal de algo muito maior. Esse processo é fundamental porque a informação salva vidas, e o entretenimento alcança mais mulheres do que cartilhas, leis ou campanhas governamentais.
Estamos cansadas de ver nossa dor reduzida a fofoca, mas, quando a cultura pop é tratada com responsabilidade, ela se transforma em educação não formal. E a educação é um dos instrumentos mais poderosos que temos para romper ciclos de violência.
Por que denunciar continua sendo um desafio enorme para tantas mulheres e o que realmente impede a maioria de pedir ajuda, mesmo quando está em risco
Denunciar é difícil, e dizer isso não enfraquece ninguém; é apenas reconhecer a realidade, muitas mulheres hesitam não por falta de coragem, mas porque entendem perfeitamente os riscos e as consequências. Denunciar pode aumentar a violência, pode desencadear retaliações, pode gerar julgamentos sociais, pode partir amizades e famílias, pode criar problemas financeiros, pode expor intimidades, pode colocar crianças em risco, pode exigir uma reorganização total da vida, nada disso é simples, e fingir que é só “denunciar” é desonesto com a experiência de quem vive violência.
Além disso, nas próprias estruturas de atendimento ainda falham muito, há delegacias despreparadas, atendentes que desacreditam as vítimas, processos lentos, falta de abrigos, ausência de rede de apoio. Uma mulher que denuncia enfrenta um processo que pode ser longo, desgastante e, às vezes, perigoso. Por isso muitas só denunciam quando quase não têm escolha, e isso não significa fracasso, significa sobrevivência.
Foto: reprodução/EDIT
Mulheres não deixam de denunciar porque são fracas; deixam de denunciar porque, muitas vezes, estão vivas justamente porque ainda não denunciaram. Mas isso não significa que não exista saída, significa apenas que a saída precisa ser planejada, orientada e feita com apoio. O medo é legítimo e precisa ser respeitado, mas isso não impede que a informação exista – e, muitas vezes, é essa informação que vai permitir que a mulher encontre um caminho seguro para sair.
Estamos cansadas de ouvir que “se ela não denunciou, é porque gostava”, estamos cansadas de explicações simplistas para problemas complexos. A verdade é que a violência é construída para manter a mulher presa, e sair é possível, mas requer caminhos seguros – e é exatamente por isso que precisamos falar deles.
Como reconhecer quando o risco é iminente e por que a atenção a sinais de escalada pode impedir tragédias
Embora a violência comece de forma sutil, alguns sinais indicam que a situação está se tornando perigosa e pode evoluir para agressões graves ou feminicídio. Esses sinais incluem mudanças bruscas de comportamento do agressor, intensificação do controle, aumento da agressividade, ameaças explícitas, tentativas de isolamento total, destruição de objetos, vigilância constante, perseguição física ou digital.
Quando a mulher percebe que o parceiro ficou mais imprevisível, mais explosivo, mais controlador, essa percepção deve ser levada a sério, não é paranoia, é instinto, e instinto é uma das primeiras ferramentas de proteção que aprendemos ao longo da vida. É importante reconhecer também que, quando o agressor perde a sensação de controle sobre a vítima – quando ela demonstra independência, quando tenta se afastar, quando pensa em ir embora – o risco tende a aumentar, isso faz parte da dinâmica da violência. A agressão não é só sobre impor poder, é sobre não aceitar perder esse poder.
Foto: reprodução/chile today
Mulheres que relatam sentir que “algo ruim vai acontecer” normalmente estão certas. Esse pressentimento é resultado de anos de leitura emocional, de adaptações, de vigilância constante, e, muitas vezes, quando esse sentimento aparece com força, é porque o ambiente já está próximo de ruptura. A melhor orientação nesses casos é agir rápido, com apoio,e buscar ajuda antes que a situação se torne irreversível.
Estamos cansadas de ouvir que “ninguém imaginava”. Muitas mulheres imaginam, sim, elas sentem, elas sabem, mas não sabem o que fazer com esse sentimento, e é por isso que precisamos falar de caminhos concretos.
Como denunciar e onde buscar ajuda de forma prática, segura e com orientação adequada para mulheres que estejam em risco ou em dúvida
Se você está em risco imediato, ligue 190, é a forma mais rápida de acionar a polícia em situações de urgência. Não hesite, não tente resolver sozinha, o que coloca sua vida em perigo, a polícia existe também para esses momentos.
Se você precisa de orientação, apoio emocional ou informações sobre como proceder, ligue 180, esse é o canal nacional de atendimento à mulher, funciona 24 horas, é gratuito e pode ser anônimo. Você pode pedir orientação sobre medidas protetivas, abrigos, delegacias especializadas, processos legais, pode simplesmente explicar sua situação e receber instruções passo a passo.
Delegacias da Mulher (DEAMs) são os locais mais adequados para registrar violência, mas qualquer delegacia é obrigada por lei a atender e receber denúncias. Não aceite ser dispensada, se isso acontecer registre a recusa.
Aplicativos também podem ser usados: oDireitos Humanos Brasilpermite denúncias discretas, oSOS Mulher, disponível em alguns estados, permite acionamento rápido da polícia.
Ao denunciar, é importante coletar provas, mensagens, prints, áudios, fotos, datas, relatos por escrito. Não apague nada: o que parece pequeno pode ser crucial em processos judiciais.
Se houver risco, você pode solicitar medida protetiva. Isso pode ser feito na delegacia, no Ministério Público ou diretamente na Justiça, e não exige advogado. A medida pode afastar o agressor, proibir contato e garantir proteção.
Se você precisar sair de casa, planeje uma rota, identifique lugares seguros, leve documentos, celular e remédios, mas se não for possível levar nada, saia assim mesmo. A vida é a prioridade.
Estamos cansadas de perder mulheres porque não sabiam para onde ir. Informação é parte fundamental da nossa autodefesa coletiva. Estamos cansadas, estamos alertas, estamos vivas – e falar entre nós é uma das formas mais poderosas de proteção que já tivemos.
Nenhuma mulher deveria viver com medo, nenhuma mulher deveria ter sua vida interrompida por quem diz amá-la, nenhuma mulher deveria receber a responsabilidade de prever ou evitar a própria morte, mas é isso que a realidade nos impõe, e é por isso que precisamos falar com clareza, sem floreios e sem minimizar nada.
Estamos cansadas de estatísticas, estamos cansadas de explicações, estamos cansadas de ser cuidadosas demais, silenciosas demais, vigilantes demais, mas, enquanto a violência existir, enquanto mulheres continuarem morrendo, enquanto ciclos seguirem sendo ignorados, vamos continuar falando: entre nós, para nós, por nós.
Porque nomear salva, informar salva, denunciar salva, e, sobretudo, reconhecer que não estamos sozinhas salva.
Parem de nos matar. Nós estamos aqui… vivas, atentas, indignadas e dispostas a transformar esse cansaço em proteção!
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O seriado acompanha as primeiras histórias e aventuras de Sherlock Holmes, interpretado por Hero Fiennes Tiffin
Foram divulgadas as primeiras imagens da nova série inspirada no icônico Sherlock Holmes. Young Sherlock é uma produção da Prime Video, estrelada por Hero Fiennes Tiffin.
A trama, ambientada em Oxford, acompanha as aventuras do detetive em 1870. Aos 19 anos, Sherlock passa por situações difíceis quando se envolve em um mistério de assassinato na Universidade de Oxford, que ameaça sua liberdade.
Foto: divulgação/Prime Video/Dan Smith
Ao longo do seriado, o público acompanha o detetive no seu primeiro caso. Apesar das dificuldades, o público consegue ver o esforço de Sherlock na investigação. Ele consegue desvendar uma conspiração que muda sua vida para sempre.
Young Sherlock é uma produção de Guy Ritchie. O elenco é composto por Dónal Finn (Moriarty, vilão da série), Zine Tseng, que vai interpretar uma das protagonistas, Max Irons (Mycroft Holmes, irmão de Sherlock) e Colin Firth (Sir Bucephalus Hodge). Além desses personagens, também estão confirmados no elenco Joseph Fiennes e Natascha McElhone.
A trama ainda não tem data de estreia, mas promete atender todas as expectativas dos fãs.
Foto: divulgação/Prime Video/Dan SmithFoto: divulgação/Prime Video/Dan Smith
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No aniversário de 20 anos, o rapper do XG revela ser uma pessoa AFAB transmasculina não binária, fala sobre sua mastectomia e destaca o apoio da família, do grupo e da XGALX, um gesto histórico para a música pop asiática
Em um momento de grande impacto cultural, Cocona, rapper e dançarino do grupo global XG, celebrou seu aniversário de 20 anos com uma revelação íntima e profundamente significativa. Em uma carta aberta publicada em 6 de dezembro, ele contou que é uma pessoa AFAB transmasculina não binária e compartilhou que realizou uma cirurgia de mastectomia no início deste ano.
O artista descreve o processo de entender e aceitar sua identidade como o maior desafio de sua vida, explicando que esse movimento abriu portas emocionais, trouxe clareza e transformou sua relação consigo mesmo e com o mundo ao redor.
Cocona reafirma que não se enxerga como mulher, apesar de ter sido designado assim ao nascer, e que sempre sentiu forte desconforto ao ser visto como “feminino”. Segundo ele, sua identidade é mais alinhada ao masculino, e falar isso publicamente representa um passo essencial em sua trajetória pessoal.
O rapper também agradeceu publicamente aos companheiros de grupo, ao produtor executivo JAKOPS (SIMON) e aos pais pelo suporte em sua jornada.
Foto: divulgação/koreain
Apoio público da XGALX e impacto cultural
Pouco depois do anúncio, JAKOPS (SIMON), CEO da XGALX, publicou uma mensagem emocionada acompanhada de uma foto do grupo durante o seijin-shiki, a cerimônia japonesa de maioridade. Ele expressou respeito profundo pela coragem de Cocona e reforçou seu compromisso em garantir que cada artista seja tratado com humanidade, autenticidade e acolhimento.
O posicionamento da empresa – raro dentro da indústria idol japonesa – ajuda a fortalecer discussões sobre identidades trans e não binárias no mainstream asiático, áreas onde a visibilidade ainda é limitada.
XG: uma potência do pop asiático contemporâneo
Formado por Jurin, Chisa, Hinata, Harvey, Juria, Maya e Cocona, o XG combina estética futurista e forte influência de HipHop e R&B. Desde o debut em 2022, o grupo acumula marcos importantes:
primeiro ato japonês no topo do Billboard Hot Trending Songs Powered by X;
capa da Billboard dos EUA;
estreia na Billboard 200 com AWE;
turnê mundial de 47 shows para 400 mil pessoas;
encerramento do palco Sahara no Coachella 2025.
Em janeiro de 2026, o grupo lança seu primeiro full álbum, THE CORE, seguido por uma nova turnê global.
Mensagem completa de Cocona
“Oi, aqui é o Cocona. 🐉 Hoje, eu completo 20 anos. ☺
Ao chegar a esse marco, quis tirar um momento para compartilhar algo que carrego no coração há muito tempo.
Eu sou uma pessoa transmasculina não binária AFAB. No início deste ano, fiz a cirurgia de mastectomia (retirada das mamas). Fui designado mulher ao nascer, mas não me vejo como uma mulher.
Sinto um forte desconforto em ser visto como “feminino” e vivo minha vida me sentindo mais alinhado a uma identidade masculina.
A coisa mais difícil que já enfrentei na vida foi aceitar e abraçar quem eu sou. Mas agora, tendo dado mesmo que um passinho à frente – apenas 0,1 passo – sinto que abri uma nova porta.
Abrir essa porta ampliou minha perspectiva e mudou a forma como vejo e interpreto o mundo. Isso me trouxe crescimento emocional e coragem. Agora, finalmente sinto que o que existe dentro de mim não é algo de que eu deva sentir vergonha.
Eu devo isso às pessoas que me ouviram, que estiveram ao meu lado – aos meus colegas de grupo, ao Simon-san e aos meus pais. 🫶 Sou profundamente grato por isso e por todas as conexões milagrosas com as quais fui presenteado.
Isso ficou um pouco longo, mas eu realmente quero expressar minha gratidão a todos que me apoiaram ao longo do caminho.
Estou animado com o futuro que vou continuar construindo com o XG e a XGALX. 🌏🌍🌎👽♾️
Espero que esta mensagem possa acender gentilmente uma faísca no coração de alguém. 😌
E que meu amor alcance todo mundo que precisar.”
Foto: divulgação/koreain
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Foto: divulgação/Sinny Assessoria e Comunicação/Entretetizei
Obra será publicada pela Companhia das Letras e já tem filme em desenvolvimento pela Netflix, dirigido por Esmir Filho
Aos 35 anos, Raphael Montes segue ampliando sua presença no cenário literário e audiovisual. Considerado um dos nomes centrais do suspense, do horror e da literatura policial no Brasil na última década, o autor prepara o lançamento de seu nono livro, A Estranha na Cama, que chega em breve pela Companhia das Letras. Paralelamente à publicação, a história já está em processo de adaptação para filme, atualmente em desenvolvimento pela Netflix Brasil.
Foto: reprodução/Bienal do Livro 2025
No novo romance, Montes parte da intimidade de um casal em crise que decide abrir a relação e convidar outra mulher para uma experiência a três. A tentativa de reconexão rapidamente se desvia do esperado e dá lugar a uma trama marcada por erotismo, tensão psicológica e viradas narrativas. O autor aprofunda discussões sobre desejo, confiança e vulnerabilidades das relações contemporâneas, conduzindo o enredo até um desfecho que promete dialogar com seus thrillers mais marcantes.
Foto: reprodução/SESI
A versão audiovisual de A Estranha na Cama é produzida pela Casa Montes, em parceria com A Fábrica, com roteiro assinado pelo próprio Raphael Montes e direção de Esmir Filho. O projeto está em fase inicial e terá lançamento exclusivo pela Netflix.
Trajetória
Nascido no Rio de Janeiro, em 1990, Raphael Montes formou-se em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mas desde cedo direcionou a carreira para a literatura e o audiovisual. Seu romance de estreia, Suicidas (2012), tornou-se finalista de prêmios literários antes mesmo de ser publicado, evidenciando sua habilidade com o thriller psicológico.
Foto: reprodução/Forbes Brasil
Em seguida, vieram Dias Perfeitos (2014) – adaptado para série no Globoplay –, Jantar Secreto (2016), O Vilarejo (2015) e Bom Dia, Verônica (2016), escrito em parceria com Ilana Casoy sob o pseudônimo Andrea Killmore. A adaptação da obra para a série homônima lançada pela Netflix alcançou três temporadas de sucesso e marcou a primeira transposição direta de um texto seu para o audiovisual.
Foto: reprodução/Instagram @jornalistabaiano_
Montes também integrou núcleos de roteiro na TV Globo, contribuindo com a novela A Regra do Jogo (2015) e a série Supermax (2016). No cinema, coescreveu Praça Paris (2018) e assinou os roteiros dos três filmes do Prime Video sobre o Caso Von Richthofen. Em 2025, estreou como autor criador da elogiada novela Beleza Fatal, na qual atua como roteirista-chefe e produtor-executivo.
Prêmio Jabuti
Em 2020, a carreira do autor ganhou novo destaque com o Prêmio Jabuti, na categoria Romance de Entretenimento, pela obra Uma Mulher no Escuro (2019). Montes fundou posteriormente a Casa Montes, produtora dedicada ao desenvolvimento de projetos de crime, terror e suspense. Em 2023, publicou seu primeiro livro voltado ao público juvenil, A Mágica Mortal: Uma Aventura do Esquadrão Zero.
Foto: reprodução/PublishNews
Seu catálogo já foi lançado em mais de 25 países, com diversas obras vendidas para o cinema. Uma Família Feliz (2024) foi a primeira adaptação cinematográfica, dirigida por José Eduardo Belmonte e escrita pelo próprio autor, que também atuou como diretor-assistente.
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Devido à alta demanda, a cantora adicionou uma nova data à turnê mundial LUX em 2026
Ela é o momento! Após esgotar ingressos em apenas 30 minutos, a cantora espanhola Rosalía decidiu expandir sua passagem pelo Brasil com um show extra no Rio de Janeiro.
Foto: divulgação/Live Nation Brasil
Agora, além de se apresentar no dia 10 de agosto, ela também fará um show no dia seguinte, em 11 de agosto de 2026. As duas apresentações acontecerão na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro. Vale lembrar que as vendas já estão disponíveis pela Ticketmaster.
Rosalía se consolidou como uma das artistas mais influentes e inovadoras da música atual. A espanhola é conhecida por suas ousadas fusões musicais. Seu álbum de estreia, El Mal Querer (2018), trouxe o flamenco para uma nova era, e seu projeto seguinte, MOTOMAMI (2022), quebrou recordes ao se tornar o primeiro álbum de uma artista espanhola a estrear em primeiro lugar nas paradas globais do Spotify.
No entanto, seu trabalho não está restrito à música: ela já marcou presença em campanhas de moda e fará uma participação na terceira temporada de Euphoria, que estreia no próximo ano.
Esta é a turnê mais extensa da artista até hoje, com uma sequência de 43 shows em arenas que passarão por 17 países. A LUX TOUR 2026 começa em março, na França, e inclui várias noites esgotadas na Espanha e na Cidade do México.
O show é a celebração do seu quarto álbum de estúdio, LUX, lançado em novembro. O projeto foi aclamado pela crítica por sua visão ambiciosa que combina composição clássica, inovação do pop global e intimidade espiritual.
Confira mais informações:
Data: 10 de agosto de 2026 (segunda-feira) e 11 de agosto de 2026 (terça-feira)
Local: Farmasi Arena – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Classificação: 16 anos
Ingressos
CADEIRA N3: R$ 270,00 a meia-entrada e R$ 540,00 a inteira
PISTA: R$ 390,00 a meia-entrada e R$ 780,00 a inteira
CAMAROTE: R$ 410,00 a meia-entrada e R$ 820,00 a inteira
CADEIRA N1: R$ 425,00 a meia-entrada e R$ 850,00 a inteira
GOLD CIRCLE ESQUERDA: R$ 430,00 a meia-entrada e R$ 860,00 a inteira
GOLD CIRCLE DIREITA: R$ 430,00 a meia-entrada e R$ 860,00 a inteira
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O grupo conversou com o Entretê sobre a criação de Lost and Found e RED (Beggin’), a vivência no Boys II Planet e o desejo de conhecer as VERRER brasileiras
Texto escrito por Luise Krüger
O VERIVERY, grupo masculino de K-pop que debutou em 2019 com Ring Ring Ring (title track do mini-álbum VERI-US), vem construindo uma trajetória marcada por altos e baixos –, mas sempre guiada pela saudação “Let’s face who we are!” (Vamos encarar quem somos!).
Formado por Dongheon, Hoyoung, Minchan, Gyehyeon, Yongseung, Yeonho e Kangmin, o grupo alia as personalidades, talento e simpatia dos seus integrantes com o contato direto com os fãs para manter uma base ainda mais apaixonada. Além de música e coreografias, eles cultivam uma conexão viva com o VERRER: por meio de lives regulares, compartilham bastidores, respondem perguntas e celebram cada conquista junto aos fãs, tornando cada lançamento e performance uma experiência coletiva e especial.
Após um período sem lançamentos e com a participação marcante no survival show de K-pop da Mnet, BoysII Planet, o grupo retorna neste fim de ano com o esperado comeback, LostandFound.
A faixa-título, RED (Beggin’) – uma interpolação do clássico do The Four Seasons – foi lançada junto ao MV em 1º de dezembro e já ultrapassa 9 milhões de visualizações no YouTube. O single marca oficialmente essa nova fase: um retorno que reafirma a identidade do VERIVERY e celebra a evolução constante do grupo.
Em entrevista ao Entretê, os cinco membros – Dongheon, Gyehyeon, Kangmin, Yongseung e Yeonho – refletem sobre o processo criativo do 4º single album, compartilham impressões sobre o programa e comentam as expectativas de conhecerem o Brasil.
Confira a entrevista completa:
Entretetizei: Desde o começo, a saudação do grupo “Let’s face who we are” acompanhou o VERIVERY. Olhando para tudo o que vocês viveram até agora, o que essa frase significa para vocês hoje?
Dongheon: Tivemos muitos altos e baixos enquanto grupo ativo, mas, assim como nossa saudação, enfrentamos tudo e mostramos quem somos. Kangmin: Ela carrega um grande significado, especialmente porque, recentemente, tenho me esforçado muito para encarar e olhar para mim mesmo de novo.
Foto: DONGHEON, divulgação/Jellyfish Entertainment
E: Ao longo dos anos, os fãs testemunharam todas as transformações do VERIVERY. Há algo que vocês acham que sempre permanecerá essencial ao grupo, independentemente de quanto evoluam?
Yeonho: Espero que o VERRER, nosso fandom, permaneça com o VERIVERY, inalterado para sempre. Eles são a razão pela qual existimos. Yongseung: São nossos fãs. Não importa qual mudança busquemos ou qual conceito tentemos, sempre precisamos dos VERRERs com a gente, porque eles são a nossa motivação.
E: Lost and Found marca um novo passo na jornada do VERIVERY. O que vocês quiseram explorar musicalmente nesse projeto?
Y.S.: Musicalmente, queríamos transmitir a mensagem de que o VERIVERY ainda está crescendo. Na faixa-título, “RED (Beggin’)”, tentamos interpolação pela primeira vez. Além disso, mostramos um novo estilo através da B-side “empty”. Com essas tentativas, queríamos mostrar que estamos em constante evolução e sempre abertos a novos desafios.
Foto: YONGSEUNG, divulgação/Jellyfish Entertainment
E: RED (Beggin’) foi escolhida como a faixa-título do novo single album. Ao ouvi-la, sentimos a energia logo no início. Como essa música ganhou vida durante o processo criativo e que emoção vocês desejam transmitir?
Y.H.: Pensamos em maneiras de apresentar nossos novos lados enquanto trabalhávamos nesse álbum e chegamos à ideia de reinterpretar Beggin’, um clássico do The Four Seasons, com a vibe do VERIVERY e a energia única do K-pop. A original também carrega uma sensação de desespero, então quisemos transformar isso em paixão – a paixão de recuperar coisas que perdemos ou deixamos para trás durante o hiato. Acho que conseguimos incorporar nossa própria energia ao completar a música com a nossa história.
Foto: YEONHO, divulgação/Jellyfish Entertainment
E: Que mensagem vocês gostariam de enviar para quem ouvir Lost and Found pela primeira vez e está começando agora a descobrir o universo do VERIVERY?
D.H.: Espero que entendam que nos preparamos muito para este álbum e que continuaremos avançando para crescer e permanecer ativos como artistas. Lost and Found marca nosso primeiro passo para retomar as promoções. Agora planejamos crescer ainda mais, então aguardem pelas músicas e performances que criaremos e apresentaremos no futuro!
Gyehyeon: Acho que existem muitas músicas ótimas na discografia do VERIVERY. Se você nos conheceu por Lost and Found, recomendo ouvir nossos lançamentos anteriores. Nós temos lados diferentes mostrados em cada álbum e uma variedade de gêneros que tentamos, mas todos mantêm a essência do VERIVERY. Assim, eu acho que você poderá sentir o que verdadeiramente são as músicas do VERIVERY se ouvir as músicas até agora!
Foto: GYEHYEON, divulgação/Jellyfish Entertainment
Nota:Sugestão de música para conhecer o VERIVERY para além de Lost and Found
E:Dongheon, Gyehyeon e Kangmin participaram do Boys II Planet, e muitos fãs acompanharam essa jornada de perto. O que essa experiência trouxe para o grupo hoje?
G.H.: Em Lost and Found, um dos temas é o “desespero”. Sentimos isso tanto nós mesmos quanto pelos outros participantes, o que nos ajudou a mergulhar mais profundamente neste álbum. K.M.: Durante o programa, pude aprender muito com os outros participantes e melhorei bastante em pouco tempo. Todos eram muito talentosos e legais. Eu aprendi com seus pontos fortes e olhei para minhas próprias falhas, o que me permitiu crescer ainda mais como artista e me destacar em diversas áreas.
E: Com Boys II Planet e o novo lançamento, muitos fãs brasileiros estão ainda mais apaixonados por vocês. Como é receber esse carinho de tão longe? E vocês já imaginaram encontrar seus fãs no Brasil?
Y.S.: Sou sempre grato aos nossos fãs internacionais por ouvirem nossa música e votarem em nós em programas como BOYS II PLANET e em outros programas musicais. Sou muito grato pelo carinho deles, então acho que seria ótimo se tivéssemos a oportunidade de expressar essa gratidão pessoalmente.
K.M.: Ainda não fomos ao Brasil, mas sabemos que existem fãs muito apaixonados no país, então espero ter a oportunidade de visitar o país, curtir o palco com eles e sentir essa paixão de perto. Estamos prontos para ir assim que tivermos a chance!
Foto: KANGMIN, divulgação/Jellyfish Entertainment
Lost and Found revela um VERIVERY intenso, maduro e disposto a se reinventar. Para as VERRER brasileiras – e fãs de K-pop que acompanharam cada etapa desse retorno – fica o convite para mergulhar no álbum e no MV de RED (Beggin’), descobrir suas faixas favoritas e imaginar o dia em que poderão vê-los ao vivo no Brasil.
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Hit Me Hard and Soft: The Tour in 3D chega aos cinemas brasileiros em 2026
Com shows responsáveis por lotar arenas na América do Norte, Europa e Oceania, a turnê Hit Me Hard and Soft, entre setembro de 2024 até novembro de 2025, promete alavancar a carreira da cantora Billie Eilish para além dos palcos. Dirigido pelo cineasta James Cameron, diretor de sucessos como Titanic (1997) e Avatar (2009), e Billie, Hit Me Hard and Soft: The Tour In 3D traz para as telas de cinema uma experiência inovadora de show, apresentado em 3D imersivo.
O álbum Hit Me Hard and Soft (2024) trouxe marcos importantes na carreira da compositora, principalmente as faixas Birds of a Feather e Wildflower, presentes na playlist TOP 50 Global do Spotify desde 2024.
Confira o trailer
O filme-concerto, distribuído pela Paramount Brasil, tem data de estreia nos cinemas brasileiros em 19 de março de 2026.
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