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Show Bar – Jukebox Musical: o encontro entre teatro musical e grandes sucessos da música

Criado por Luis Fernando Rodrigues, idealizador do projeto Teatro Musical Canta, o espetáculo celebra histórias, emoções e encontros embalados por canções nacionais e internacionais

A Lumus Produções, capitaneada por Luis Fernando Rodrigues, apresenta em 2026 uma nova proposta que reafirma sua vocação para criar pontes entre o universo do teatro musical e a música em seus mais diversos estilos. Com elenco e equipe criativa a divulgar, Show Bar – Jukebox Musical chega ao palco do Marte Hall SP no primeiro semestre como uma experiência cênico-musical que convida o público a viver uma noite onde histórias se cruzam ao som de vozes potentes e canções inesquecíveis, em um ambiente de consumação liberada. As vendas de ingressos abrem no dia 15 de janeiro, mas o público já pode se cadastrar na lista de espera disponível no site da Fever para garantir acesso antecipado ao espetáculo.

Conhecido por trazer ao Brasil o modelo de sucesso Teatro Musical Canta (TMC), inspirado no Broadway Sings, Luis Fernando Rodrigues construiu, ao lado de Grazy Pisacane, um olhar curatorial reconhecido pela capacidade de reunir intérpretes do teatro musical em formatos inovadores, ampliando o diálogo entre cena, repertório e diferentes universos musicais. Juntos, estiveram à frente de dez edições online realizadas durante a pandemia, além de duas edições presenciais de destaque – Rainhas do Sertanejo, em 2024, e Jovem Guarda, em 2025.

Ao longo de sua trajetória, Rodrigues também esteve envolvido em diferentes produções próprias e em associação, ampliando sua atuação no teatro musical e em formatos híbridos de espetáculo. Entre os trabalhos que marcaram este percurso estão os musicais Godspell – Em Busca do Amor, Cruella, Bare – Uma Ópera Pop, Elas Brilham, 80 Doc. Musical e O Mágico de Oz, além de projetos desenvolvidos em parceria com o circo Abracadabra, reforçando sua vocação para transitar entre linguagens, públicos e escalas distintas de produção.

É a partir dessa trajetória que Luis agora aposta no Show Bar – Jukebox Musical, levando para o novo projeto sua experiência na concepção de elencos e na curadoria de repertórios. Ambientado em um bar vibrante, o espetáculo transforma cada gole em lembrança e cada nota em emoção. O público pode esperar um repertório eclético e um elenco variado, reunindo intérpretes do teatro musical em diferentes formações e estilos. Entre risadas, copos erguidos e música boa, histórias ganham vida ao som de sucessos nacionais e internacionais que atravessam gerações. O palco se torna um refúgio sonoro, onde o público não apenas assiste, mas é convidado a brindar junto com os artistas e a sentir que, por uma noite, todos fazem parte da mesma canção.

Mais do que um espetáculo, Show Bar – Jukebox Musical propõe uma experiência cultural imersiva, que combina música ao vivo com o clima descontraído de um bar, cardápio informal e sabores que dialogam com a cultura brasileira. Em um ambiente de convivência, onde comida, bebida e música se encontram, o espetáculo celebra cores, ritmos e a diversidade, criando uma atmosfera vibrante e acolhedora para o público de todas as idades.

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Leia também: 8ª edição do Prêmio DID celebra o teatro musical brasileiro em noite marcada por homenagens e números inéditos

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cultura Música Notícias

Barão Vermelho Encontro abre venda de ingressos para os shows de São Paulo e do Rio de Janeiro

A venda geral da turnê que rodará o país com Roberto Frejat, Guto Goffi, Maurício Barros e Dé Palmeira já começou pelo site da Eventim

Quem viveu o rock brasileiro dos anos 80 ou sonhou em viver nessa época, vai poder voltar, por uma noite, a essa era tão especial com a turnê Barão Vermelho Encontro – Pro Mundo Inteiro Acordar.

O grupo, que revolucionou o cenário musical da época com canções cheias de poesia e irreverência, se tornou a trilha sonora de um país complexo como o Brasil e ultrapassou gerações pela atemporalidade das letras, agora reúne a formação original e convidados especiais para esse encontro nos palcos tão aguardado pelos fãs.

Realizada pela 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e apresentada pelo Itaú, a turnê tem as seguintes datas confirmadas: 30 de abril, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro; e 23 de maio, no Allianz Parque, em São Paulo. Nas duas cidades, o Barão Vermelho Encontro recebe a participação de Ney Matogrosso.

O Barão Vermelho é o resultado da fusão das referências de seus integrantes. Dé Palmeira trouxe a música brasileira (com menção importante aos Novos Baianos), Frejat flertava com o blues, enquanto Maurício e Guto vinham com o rock. “Era uma banda disfuncional que funcionava”, definiu Maurício no documentário Barão Vermelho: Por que a gente é assim?.

Cazuza, que integrou a banda de 1981 a 1985, era uma mistura de todas essas inspirações e, na contramão dos movimentos anteriores – como a Jovem Guarda e os próprios Mutantes, que tinham o inglês latente em seus gritos de yeah –, ele definiu o que seria a atitude de um rock and roll brasileiro, cantado em português. Não à toa, o Barão se estabeleceu como um dos nomes que abriram caminho para o BRock.

A turnê Barão Vermelho Encontro faz parte da label Encontro, criada pela promotora 30e, que teve como primeira iniciativa o Titãs Encontro, responsável por reunir Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto.

Quem pôde ir a alguma das apresentações dos Titãs sabe o que esperar do projeto da vez: uma superprodução capaz de transportar o público para a atmosfera da banda, com telões de ponta, além de cenografia e sistema de luz que dão a sensação de imersão no espetáculo. “Estamos certos de que o Barão Vermelho Encontro vai repetir o sucesso da turnê histórica do Titãs Encontro. É a oportunidade de ver novamente o que essa banda é ao vivo, e muitas pessoas poderão vivenciar essa experiência pela primeira vez”, afirma Alexandre Wesley, VP de Global Touring da 30e.

O Barão Vermelho é uma banda que atravessa gerações e simboliza nosso compromisso em transformar momentos culturais em plataformas estratégicas de relacionamento, unindo emoção, relevância e impacto de marca. Dessa forma, conectamos cultura, produto e experiência de maneira integrada, reforçando o papel do Itaú como parceiro em todas as jornadas e como um banco que gera valor real para as pessoas”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú.

Maurício Barros e Guto Goffi, que atualmente rodam o país com o Barão na turnê Do Tamanho da Vida (tendo Fernando Magalhães e Rodrigo Suricato na formação), farão uma pausa para se dedicar ao Barão Vermelho Encontro. Logo após o tour Encontro, eles retornam à estrada com a formação atual da banda e com a previsão de lançar material inédito.

Ambos estão entusiasmados com a oportunidade de realizar uma turnê com o quarteto original do grupo. “É especial fazer essa série de shows com nossos amigos Dé e Frejat. Será como no início, nos primeiros ensaios, ainda na sala da minha casa, mesmo antes da chegada do Cazuza. Apesar de não o termos no palco, ele estará bem representado por suas letras e músicas“, comenta Maurício Barros.

Esse encontro da formação original me traz muitas boas lembranças daquela época de 1982, quando estreamos nacionalmente. Os bons filhos à casa tornam e confesso que o Cazuza não estar entre nós hoje em dia ainda mexe bastante conosco. Vamos viver isso para o nosso bem e para o de todos”, complementa Guto Goffi, há 44 anos no Barão Vermelho.

Estou completando 44 anos de carreira e tenho planejado projetos para celebrar esse marco. Não tenho como comemorar essa data sem passar pelo Barão Vermelho, que foi o início de tudo. Essa turnê de encontro tem um sabor especial e é o ponto de partida para outros voos”, comenta Frejat, que celebrará sua trajetória com o projeto Quatro Décadas e Um Pouco Mais.

O repertório do Barão Vermelho Encontro vai abranger todas as fases do grupo. De Todo Amor Que Houver Nessa Vida, parceria de Cazuza e Frejat, que, após ser cantada por Caetano Veloso em um show no Canecão, projetou o nome da banda, a outros hinos, entre eles Por Você, Bete Balanço, Pro Dia Nascer Feliz, Maior Abandonado, Puro Êxtase e Codinome Beija-Flor. O espetáculo se torna ainda mais emocionante por contar com a participação especial de Ney Matogrosso.

Considero esse projeto um presente da vida. Poder subir ao palco junto com Frejat, Maurício Barros e Guto Goffi para celebrarmos aquele encontro que aconteceu há mais de quarenta anos e que transformou as nossas vidas é uma alegria imensa. Acho que o público que acompanha as nossas trajetórias pode esperar um show como o Barão sempre entregou. Só que dessa vez, de um jeito especial”, afirma Dé Palmeira.

Barão Vermelho Encontro é a materialização do texto de Ezequiel Neves: “[Eles] querem apenas tocar rock e seguir em frente, mas é justamente por quererem apenas isso que transcendem as teorias caducas e instalam sua verdade através de vozes e guitarras incendiárias”. Uma experiência para amplificar o que, agora, é legado!

A venda geral de ingressos já começou hoje pelo site da Eventim (acesse aqui).

Show no Rio de Janeiro 

Data: 30 de abril de 2026 (quinta-feira)

Local: Farmasi Arena – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra Olímpica, Rio de Janeiro/RJ

Ingressos:

Cadeira N3: R$ 197,50 (meia-entrada legal) | R$ 256,75 (entrada social) | R$ 395,00 (inteira)

Cadeira N1: R$ 262,50 (meia-entrada legal) | R$ 341,25 (entrada social) | R$ 525,00 (inteira)

Pista Premium: R$ 282,50 (meia-entrada legal) | R$ 367,25 (entrada social) | R$ 565,00 (inteira)

Pacote VIP Puro Êxtase: R$ 782,50 (meia-entrada legal) | R$ 867,25 (entrada social) | R$ 1.065 (inteira)

Pacote VIP Puro Êxtase

Incluso:

Ingresso Pista Premium

Passagem de som

Kit exclusivo: Credencial VIP + Ecobag + Itens exclusivos

Acesso antecipado à loja oficial, com itens exclusivos à venda (quantidades limitadas)

*Os horários do VIP são anunciados 48h antes do evento, nas redes sociais e no e-mail cadastrado da compra.

**Caso perca o horário do pacote VIP, você perde o direito aos itens do pacote.

Show em São Paulo 

Data: 23 de maio de 2026 (sábado)

Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo

Ingressos:

Cadeira superior: R$ 97,50 (meia-entrada legal) | R$ 126,75 (entrada social) | R$ 195,00 (inteira)

Pista: R$ 162,50 (meia-entrada legal) | R$ 211,25 (entrada social) | R$ 325,00 (inteira)

Cadeira Inferior: R$ 222,50 (meia-entrada legal) | R$ 289,25 (entrada social) | R$ 445,00 (inteira)

Pista Premium: R$ 322,50 (meia-entrada legal) | R$ 419,25 (entrada social) | R$ 645,00 (inteira)

Pacote VIP Puro Êxtase: R$ 822,50 (meia-entrada legal) | R$ 919,25 (entrada social) | R$ 1.145,00 (inteira)

Pacote VIP Pro Mundo Inteiro Acordar: R$ 1.322,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.419,25 (entrada social) | R$ 1.645,00 (inteira)

Pacote VIP Puro Êxtase

Incluso:

Ingresso Pista Premium

Passagem de som

Kit exclusivo: Credencial VIP + Ecobag + Itens exclusivos

Acesso antecipado à loja oficial, com itens exclusivos à venda (quantidades limitadas)

*Os horários do VIP são anunciados 48h antes do evento, nas redes sociais e no e-mail cadastrado da compra.

**Caso perca o horário do pacote VIP, você perde o direito aos itens do pacote.

Pacote VIP Pro Mundo Inteiro Acordar

Incluso:

Ingresso Pista Premium

Pit na frente do palco durante o show

Passagem de som

Kit exclusivo: Credencial VIP + Ecobag + Itens exclusivos

Acesso antecipado à loja oficial, com itens exclusivos à venda (quantidades limitadas)

**Os horários do VIP são anunciados 48h antes do evento, nas redes sociais e no e-mail cadastrado da compra.

***Caso perca o horário do pacote VIP, você perde o direito aos itens do pacote.

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Leia também: Coração Acelerado: dois dias de conversas, energia e revelações nos bastidores da nova novela  

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cultura turca Notícias

Cemre Arda é confirmada em Ömür Usta, nova série da Ay Yapım

Cemre Arda entra para o elenco de Ömür Usta, nova série da Ay Yapım, e interpretará Nazlı, filha da protagonista vivida por Nurgül Yeşilçay

A atriz turca Cemre Arda foi confirmada no elenco de Ömür Usta (tradução livre: Mestre da Vida), nova produção da Ay Yapım que terá Nurgül Yeşilçay no papel principal. Aos 23 anos, a atriz interpretará Nazlı, filha da protagonista, personagem que deve ocupar posição central no desenvolvimento emocional da trama.

Imagem: divulgação/Birsen Altuntas
Produção avança e gravações começam em janeiro

Dirigida pela premiada Hilal Saral e escrita por Çağla Kızılırmak, Ömür Usta segue em fase de preparação e tem início das gravações previsto para a primeira semana de janeiro. A entrada de Cemre Arda acontece após a confirmação de Gonca Vuslateri no elenco, ampliando a expectativa em torno da produção.

Imagem: divulgação/Birsen Altuntas
Personagem Nazlı terá papel-chave na narrativa

A série acompanha a trajetória de Ömür Usta, uma mulher forçada a se casar ainda criança e que, anos depois, precisa reconstruir a própria vida após o desaparecimento misterioso do marido. A relação entre mãe e filha será um dos eixos centrais da trama, colocando Nazlı, personagem de Cemre Arda, como peça fundamental para revelar conflitos, segredos e feridas do passado.

Com uma proposta emocionalmente intensa e socialmente relevante, Ömür Usta já figura entre as produções turcas mais aguardadas para o próximo ano. 

Imagem: divulgação/Instagram

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Leia também: Notícias da Semana no Mundo Turco – 8/12 a 13/12

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cultura turca Notícias

Sema Ergenekon deixa Sahtekarlar para focar em novo projeto

Roteirista irá se dedicar à série Boş Ev, nova produção da Ay Yapım

A roteirista Sema Ergenekon deixará a dizi Sahtekarlar nas próximas semanas. Criadora da história e responsável pelo roteiro da produção, Ergenekon irá transferir suas funções para uma nova equipe de roteiristas a fim de se dedicar integralmente ao desenvolvimento de Boş Ev (tradução livre: Casa Vazia), seu novo projeto assinado pela Ay Yapım.

Leitura do roteiro escrito por Sema Ergenekon.
Imagem: reprodução/Onedio
Mudança nos bastidores de Sahtekarlar

A saída de Sema ocorre em meio à exibição regular da série, que segue no ar normalmente. Produzida pela Ay Yapım, Sahtekarlar é estrelada por Hilal Altınbilek e Burak Deniz e teve seu décimo episódio exibido recentemente no canal NOW, mantendo a atenção do público e da imprensa especializada.

Protagonistas de Sahtekarlar.
Imagem: divulgação/IMDb
Novo foco criativo

Nos bastidores, a decisão de Ergenekon está ligada à necessidade de concentração total no roteiro de Boş Ev, projeto que vem sendo tratado como uma das próximas apostas da produtora. Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre a trama ou o elenco da nova série.

Sema Ergenekon ganhou destaque internacional em 2023 com Yargı, vencedora do Emmy Internacional de Melhor Novela. Em Sahtekarlar, a roteirista retoma referências visuais conhecidas do público, como o mesmo prédio judicial utilizado na dizi premiada.

Elenco de Yargi no Emmy.
Imagem: reprodução/Onedio

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Leia também: Roteiristas turcas que estão revolucionando o mercado do entretenimento turco

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura asiática Notícias Séries

Doc-reality Meu Namorado Coreano ganha trailer e data de estreia: será que o amor sobrevive fora do K-drama?

Produção original da Netflix Brasil acompanha brasileiras em relacionamentos à distância com coreanos e coloca o romance idealizado da cultura pop frente a frente com a vida real, direto de Seul

Em meio a denúncias de sites que vendem encontros com homens sul coreanos, a Netflix divulgou o trailer e a data de estreia de Meu Namorado Coreano, novo doc-reality original brasileiro que promete dialogar diretamente com o imaginário criado pelos K-dramas e, ao mesmo tempo, desmontá-lo. Gravada em Seul, a produção estreia em 1º de janeiro, com a segunda parte chegando ao catálogo em 8 de janeiro.

Misturando documentário e reality show, o programa acompanha a jornada de cinco brasileiras que vivem diferentes fases de relacionamentos à distância com homens coreanos. Ao desembarcarem na capital da Coreia do Sul, elas se veem diante da rotina, das expectativas frustradas, das diferenças culturais e das decisões que não cabem em trilhas sonhadoras nem em cenas perfeitamente ensaiadas.

Ao longo dos episódios, Meu Namorado Coreano propõe uma pergunta que atravessa toda a narrativa: depois de assistir à vida real sem filtros, o público ainda vai querer viver um romance de K-drama? O que acontece quando o guarda-chuva romântico dá lugar ao cotidiano, às conversas difíceis e ao choque entre culturas, valores e planos de vida?

Sem confinamento, mas com convivência intensa, as participantes dividem experiências, inseguranças e expectativas enquanto colocam seus relacionamentos à prova, tendo como pano de fundo alguns dos cartões-postais mais conhecidos de Seul. 

Gravado ao longo de 22 dias, o doc-reality contou com uma equipe multicultural de mais de 100 profissionais do Brasil e da Coreia do Sul, além de consultoria cultural coreana desde o início do projeto. A produção teve ainda apoio do Consulado-Geral da Coreia do Sul em São Paulo e da Seoul Film Commission, reforçando o cuidado em retratar o país para além dos estereótipos.

Produzido pela Floresta, produtora da Sony Pictures Television no Brasil, o programa segue a linha de narrativas humanas e afetivas já vistas em outros sucessos da empresa na Netflix, como Ilhados com a Sogra (2023). Aqui, porém, o foco está no encontro entre o Brasil e a Coreia do Sul, duas culturas que se aproximaram como nunca nos últimos anos, impulsionadas pela hallyu.

Meu Namorado Coreano reflete o crescente interesse do Brasil pela cultura coreana, mas também o desejo por novos formatos de reality. Trouxemos a estética que o público ama nos K-dramas, sem abrir mão da verdade de histórias reais”, afirma Adriana “Dida” Silva, VP e diretora-geral da Floresta.

Elisa Chalfon, diretora de conteúdo de não ficção da Netflix no Brasil, destaca o momento da indústria: “É um projeto totalmente criado no Brasil, que mostra o quanto estamos evoluindo ao desenvolver narrativas que dialogam diretamente com o público e com fenômenos culturais globais.

Conheça as participantes

Camila Kim, 31 anos – São Paulo (SP)
Nascida em Seul e criada no Brasil, Camila retorna pela primeira vez à cidade onde nasceu. Entre memórias, identidade e pertencimento, ela busca se reconectar com suas raízes, e talvez com o amor.

Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix

Katy Dias, 33 anos – São Paulo (SP)
Katy conheceu Jack por acaso durante uma viagem a Busan, em um encontro inesperado no trem. Após um ano de contato à distância e sem definição clara de relacionamento, ela retorna à Coreia em busca de respostas.

Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix

Luanny Vital, 26 anos – Recife (PE)
Em um relacionamento intenso com Si Won, conhecido por aplicativo, Luanny viveu altos e baixos desde o início. Mãe solo, ela retorna a Seul para entender se há espaço para sua realidade dentro da dinâmica do casal.

Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix

Mariana Tollendal, 28 anos – Brasília (DF)
Após uma decepção amorosa, Mariana construiu uma conexão profunda com Danny, com quem conversa diariamente há quatro meses, sem nunca tê-lo visto pessoalmente. A viagem marca o primeiro encontro face a face.

Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix

Morena Monaco, 31 anos – Belo Horizonte (MG)
Morena e Suwoong já se encontraram tanto no Brasil quanto na Coreia. De volta a Seul, ela quer discutir o futuro do relacionamento, guiada pelo desejo de formar uma família e alinhar expectativas.

Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix

Ao trocar a fantasia pelo cotidiano, Meu Namorado Coreano se posiciona como mais do que um reality: é um espelho para fãs da cultura coreana que sempre sonharam com um romance à moda dos dramas, e agora terão a chance de descobrir o que permanece quando o roteiro acaba.

 

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Leia também: Filmes, K-drama, séries, documentários e animes: confira os principais lançamentos do streaming em janeiro

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura asiática Música Notícias

Opinião | Quando crianças determinam hits: APT e Golden no topo!

O caminho de APT e Golden até o Grammy expõe a força subestimada das crianças, que transformam repetições em números e números em hegemonia cultural

Os dois indicados coreanos ao Grammy, Golden, da animação coreana Guerreiras do K-pop, e APT, parceria entre Rosé e Bruno Mars, representam um fenômeno curioso e absolutamente revelador sobre o consumo musical global em 2025. Ambas se tornaram onipresentes, tocando em todos os lugares, acumulando milhões de streams por dia e alcançando um nível de “chiclete” que não víamos desde o estouro mundial de Baby Shark. E, por mais que muitos tentem explicar esse sucesso apenas pela qualidade de produção, pelo marketing ou pelo poderio do K-pop, existe um elemento que sempre é ignorado, mas que merece todo o crédito: o público mirim.

Crianças são o motor silencioso de muitos fenômenos musicais. Elas escutam repetidamente a mesma música dezenas, às vezes centenas de vezes, sem enjoar, e isso tem impacto direto e brutal nos algoritmos de streaming. Em festas infantis, playlists escolares, canais infantis e até mesmo no celular dos pais, esses hits rodaram em looping por meses. APT tem uma estrutura melódica simples e absolutamente memorável; Golden, apesar de tecnicamente mais complexa e com vocalizações bem mais difíceis, ainda entrega um refrão direto o suficiente para ser absorvido por ouvintes de três , cinco e sete anos. Isso explica por que nem a maturidade lírica de Golden, nem o status de colaboração global de APT, foram barreiras para o consumo repetitivo dos pequenos, na verdade, foram catalisadores.

Graças a eles, essas duas músicas não apenas dominaram as plataformas, mas hoje chegam ao Grammy em categorias grandes, de forma legítima e merecida. E é impossível ignorar como esse resultado também fala sobre a consolidação definitiva da cultura pop asiática no Ocidente. APT, especialmente, carrega um simbolismo que Bruno Mars parece ainda não ter digerido por completo: ele divide um espaço histórico com uma artista coreana porque o K-pop abriu esse caminho. Houve um momento entre Gangnam Style e APT em que o pop coreano furou a bolha repetidas vezes; grupos, solistas e fenômenos digitais que pavimentaram o terreno para que artistas coreanos fossem levados a sério em premiações que antes sequer cogitavam essa presença. Essa história não pertence apenas aos artistas atuais, ela é fruto de uma década de resistência cultural, investimento em indústria e dedicação de fandoms globais.

@ourlovelypak

Moms, how many times have we watched kpop demon hunters?😅 I swear my girls saw this like 20 times now….and weirdly enough, I’m not sick of it!!! 🙌😬🇰🇷 @Netflix @Netflix K-Content #kpopdemonhunters #kpopdemonshunters #kpop #goldenkpopdemonhunters #representationmatters #koreanamerican #korean #girlmom #momsoftiktok #momsover30 #momlife #fypシ #trending #netflixmovies

♬ original sound – Liz Pak 🇰🇷🇺🇸

É por isso que soa tão desconectado quando Bruno Mars tenta se posicionar acima dessa narrativa, como se o espaço dividido fosse uma concessão e não uma construção histórica. APT não é apenas um hit, é um marco de coexistência artística entre o pop ocidental e o asiático. E, ironicamente, parte desse marco se deve ao público mais imprevisível e menos reconhecido da indústria, as crianças que repetem uma música até o infinito e transformam tendências em estatísticas.

@imjustunicornn

all the kids love APT#apt #viral #meme #kids

♬ original sound – imjustunicornn – imjustunicornn

 

O Grammy reconhece hoje o que o mundo já percebeu há muito tempo: a música pop coreana não é visitante, é residente. E se Golden e APT chegaram até aqui, é porque carregam nas melodias, nas narrativas e, sim, nos pequenos fãs que cantam sem parar, a prova viva de que o impacto cultural asiático é definitivo e muito maior do que qualquer artista individual.

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Leia também: 8 maknaes do K-pop que provam que talento não tem idade

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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