Categorias
Cinema Cultura pop Música Notícias Séries

De Closer ao filtro de cachorro do Snapchat: por que 2016 virou o ano mais lembrado da cultura pop, e por que a gente só percebeu isso agora?

As músicas que a gente ouvia no fone do celular, os filtros do Snapchat, os filmes que davam treta no Twitter e as séries que a gente fingia que odiava, mas não perdia um episódio

Se você abriu o TikTok ou o Instagram nos últimos dias, já percebeu: 2016 voltou com força total. Fotos em baixa qualidade, vídeos com moldura rosa e gente confessando que sente saudade até das legendas toscas que colocava nas fotos do Tumblr. Mas não é só um flashback estético: a real é que todo mundo está começando a entender que aquele ano foi especial de um jeito difícil de repetir.

Estamos em 2026. Já passaram dez anos desde que a gente ouvia Work, da Rihanna, no ônibus, fazia coração com a mão para o Justin Bieber em Love Yourself, surtava com o erro do Oscar entre La La Land e Moonlight, e usava filtro de cachorrinho no Snapchat como se fosse o auge do glamour. A cultura pop estava em modo turbo, os fandoms estavam sedentos e o K-pop começava a deixar de ser nicho para virar tópico de grupo da escola.

O mais doido é que 2016 não parecia tão especial na época. A gente só estava vivendo. Mas agora, olhando para trás, fica óbvio: o ano teve hits que grudaram no ouvido, filmes que deram o que falar, séries que organizaram nossa rotina e trends que hoje parecem quase vintage. É como se tudo tivesse acontecido na velocidade certa, o suficiente pra marcar.

As músicas que todo mundo ouviu até cansar (e depois ouviu mais um pouco)

2016 foi o ano em que a gente ainda fazia download para ouvir música no celular, porque o 3G não dava conta. E, mesmo assim, as músicas estavam em todo lugar: nas caixas de som da escola, nas versões acústicas mal gravadas do YouTube, nos edits dramáticos que todo fã de K-pop ou de casal de série adolescente já fez.

Rihanna lançou ANTI e simplesmente redefiniu o que era ser pop. Work virou hino com aquele refrão enrolado que todo mundo fingia que entendia. Needed Me e Love on the Brain mostraram que ela não estava mais ali só para fazer número 1. Enquanto isso, Adele parava o mundo com Hello, música de chorar no banho mesmo quando nada estava acontecendo.

Drake ficou meses no topo com One Dance e Hotline Bling, que ganhava dancinha, paródia e remix. Ele era o dono do som ambiente de 2016. Já o Justin Bieber deixava o cabelo platinado, virava meme por respiração e entregava uma sequência de faixas em Purpose que estavam em todos os rankings, rádios e vídeos de casal no YouTube. Sorry, Love Yourself, What Do You Mean… não tinha pra ninguém.

Ariana Grande entrava na era Dangerous Woman com figurino, atitude e vocais que até quem não curtia pop tinha que respeitar. E, enquanto isso, The Chainsmokers e Halsey colavam na cabeça com Closer, que virou a trilha de fundo oficial do Instagram Stories de todo mundo que tinha um coração partido.

No K-pop, BTS explodia com WINGS, com Blood Sweat & Tears, deixando todo mundo intrigado com teorias e MVs que pareciam filme. TT, do TWICE, começava a viralizar fora da Coreia e BLACKPINK fazia o debut com Boombayah e Whistle, entregando tudo já na estreia.

Outros nomes que dominaram o fone de ouvido: 7 Years, do Lukas Graham, Pillowtalk, do Zayn, Starboy, do The Weeknd, This Is What You Came For, do Calvin Harris com a Rihanna de novo, Cheap Thrills, da Sia, Stressed Out, do Twenty One Pilots… se você viveu esse ano, com certeza ouviu todos, mesmo sem querer.

Os filmes que causaram briga, crush e crise existencial

2016 foi um daqueles anos em que dava para sair do cinema, abrir o Twitter e ver que já tinha gente surtando, explicando, xingando ou defendendo um filme com unhas e dentes. Era a época em que ver um filme era só o começo,  o verdadeiro entretenimento começava nos comentários, nas tretas de opinião e nas threads com emojis de alerta e caps lock.

Começando pelo caos: o Oscar de 2016 virou história antes mesmo de a cerimônia acabar. La La Land foi anunciado como vencedor de Melhor Filme, o elenco subiu no palco, agradeceu, e só depois descobriram que o prêmio era, na verdade, de Moonlight. Foi confuso, constrangedor e virou meme eterno. O mais doido é que os dois filmes representavam lados opostos: um musical nostálgico com Emma Stone e Ryan Gosling todo em tons pastel, e um drama indie, íntimo e potente, que falava de identidade de um jeito que a academia raramente reconhecia.

Mas 2016 não foi só cinema-cabeça. Foi também o ano em que Deadpool chegou com um marketing agressivo e zoeiro que quebrou tudo. O filme era +18, cheio de piadas internas, metalinguagem e cenas que faziam qualquer fã de super-herói rir alto. Enquanto isso, o universo DC tentava se estabelecer com Batman v Superman, que dividiu o mundo entre “genial” e “horrível”, e Esquadrão Suicida, que foi massacrado pela crítica, mas arrasou na bilheteria e virou referência de figurino (a Arlequina, da Margot Robbie, estava em 10 entre 10 fantasias de Halloween naquele ano).

O universo Marvel, claro, entregou um dos filmes mais falados do estúdio: Capitão América: Guerra Civil. O mundo estava dividido entre #TeamCap e #TeamIronMan, e até quem não ligava para herói entrou na discussão. Foi o tipo de filme que rendeu fanfic, camisetas, debates e edits no Tumblr, com I Found, da Amber Run, de trilha sonora.

Entre os mais fofos, Zootopia surpreendeu geral. O filme animado parecia simples, mas fez todo mundo refletir sobre preconceito, sistema e empatia usando coelhinhos e raposas. Já Procurando Dory entregou o combo nostalgia + emoção e fez todo mundo querer reencontrar a própria infância. Moana também estreava e apresentava uma nova princesa da Disney, sem príncipe, com muito carisma e músicas grudentas (Saber Quem Sou tá tocando na sua cabeça agora, né?).

Também teve sci-fi cabeça com A Chegada, com a Amy Adams falando com alienígenas usando linguagem visual e mexendo com a linha do tempo, deixando muita gente saindo do cinema meio confusa e tentando entender se o filme era sobre ET ou sobre maternidade. Rogue One, da saga Star Wars, também causou: era sombrio, triste, bonito, e entregava um final que ninguém esperava. Mesmo quem não era fã da franquia saiu impactado.

E, no meio disso tudo, Como Eu Era Antes de Você fazia adolescentes chorarem com a história de amor entre a Emilia Clarke e o Sam Claflin, com aquela trilha de Photograph, do Ed Sheeran. Muita gente assistiu, se emocionou, passou raiva e foi atrás do livro no dia seguinte.

As séries que organizaram a nossa semana (e o nosso Twitter)

Antes dos algoritmos decidirem tudo, existia um tempo em que as séries eram assistidas por todo mundo ao mesmo tempo. Em 2016, o streaming já existia, mas o episódio da semana ainda mandava no calendário. Tinha série que virava evento, episódio que parava o Twitter e fandom que criava código próprio. E quem perdia um dia, perdia o assunto.

A maior estreia do ano foi sem dúvida Stranger Things. Lançada quase de surpresa pela Netflix, a primeira temporada conquistou geral com crianças nerds, Demogorgon e aquela estética 80s que fez todo mundo querer andar de bicicleta e ouvir synthpop. A Millie Bobby Brown virou ícone com o look careca + camisa florida + waffles, e a gente começou a desconfiar que a Netflix estava vindo com tudo.

Enquanto isso, Game of Thrones ainda era a maior série do mundo. A sexta temporada trouxe a tão esperada “Batalha dos Bastardos” e o momento em que a Cersei (de vestido preto icônico) explodia tudo, virando meme, gif e reação padrão para quem estava com raiva. Cada episódio novo era um campo de guerra no Twitter: ou você assistia junto, ou ficava no vácuo, porque ninguém queria tomar spoiler por pena.

No mundo teen, Pretty Little Liars já tinha perdido o rumo fazia tempo, mas ninguém conseguia largar. A cada semana, uma nova teoria maluca surgia sobre quem era A, e a timeline era tomada por prints, zooms, piadas internas e frases tipo “já cansei dessa série”,  mas todo mundo voltava no episódio seguinte. The Vampire Diaries também tava nos seus últimos suspiros, mas ainda rendia choro, ship e fanfic.

American Horror Story teve uma temporada bem fora da curva, a Roanoke, que dividiu opiniões, mas pelo menos entregou sustos e sangue como prometido. Já How to Get Away with Murder fazia o pessoal surtar com os plot twists da Viola Davis, que tava simplesmente entregando aula de atuação toda semana. E quem curtia algo mais leve, mas com representatividade, ainda acompanhava Jane the Virgin e The Fosters, que estavam sempre nos favoritos do Tumblr.

Séries como Grey’s Anatomy e The Walking Dead estavam longe do auge, mas ainda tinham público fiel. Supernatural seguia existindo como uma entidade imortal, Teen Wolf entregava criaturas bizarras com elenco bonito, e Skam, a série norueguesa que pouca gente conhecia em 2016, começava a ser descoberta por alguns fandoms que juravam que era a nova revolução teen.

Assistir série nessa época significava mais do que ver episódios. Era acompanhar tags no Twitter, discutir no grupo, baixar reaction gifs e seguir perfis com teorias. Era uma experiência coletiva e, se hoje tudo é dropado de uma vez, em 2016 a gente ainda sabia esperar.

A moda e os apps que definiram o feed (e a vida) em 2016

Em 2016, estilo era algo construído na base do improviso. Ninguém falava em “aesthetic” como estratégia. As pessoas só vestiam o que viam no Tumblr, tiravam foto na frente do espelho com flash estourado e postavam com filtro do VSCO. Era a era das camisetas largas, calça jeans de cintura alta, tênis branco da Adidas e jaquetas bomber que todo mundo jurava que era vintage, mas comprava no shopping mesmo.

O Tumblr ainda era o oráculo visual da geração. Lá nasciam as ideias de look do dia, o conceito de “grunge suave”, os fundos com frase em Helvetica branca e a estética de fotos meio lavadas com Starbucks na mão. As meninas postavam fotos de delineado gatinho, chokers de plástico, batom escuro da quem disse berenice? e um moletom do boy (ou fingindo que era). Tudo isso com o título da música Sweater Weather em algum lugar.

@swipetoseemore

#fyp #xyzbca #tumblraesthetic #2016 #tumblrgrunge

♬ Ghost face – ⨂RAIN MISTTT⨂

No Instagram, o feed ainda era cronológico e isso mudava tudo. O que valia era a vibe do momento, não o número de curtidas. Gente usava filtro Valencia, Aden e Lark como se fosse edição profissional. E ainda tinha o hábito de colocar a @ de quem tirou a foto na legenda, porque isso era etiqueta.

@_breandkay_

You and me it’s more that a hundred miles #2016 #vibe #2016filter #sisters #viral

♬ Hundred Miles – YALL

Mas quem realmente dominava era o Snapchat. O filtro de cachorro era praticamente documento de identidade visual. Toda selfie passava por ele, às vezes até com o emoji de coração na bochecha. Vídeos com legenda branca e emojis viravam forma de flertar, mandar indireta ou só mostrar o que estava comendo. A galera usava Bitmoji, trocava “streaks” como se fosse tarefa séria e surtava quando alguém perdia o número de dias de troca.

No meio disso tudo, o VSCO ainda era app de filtro, não de rede social. As edições com o C1, A6 ou HB2 davam aquele ar “arrumado sem querer” nas fotos de Starbucks, coturno, céu nublado e tênis no meio-fio. E o Twitter, claro, seguia sendo o espaço do caos controlado: memes, reclamações da escola, surtos por série e indiretas com letra minúscula e sem pontuação.

2016 foi o ano em que a gente não pensava se o look combinava com o grid. O foco era parecer estilosa de um jeito descomplicado. Se tivesse uma luz boa, um espelho, uma jaqueta jeans e uma pose meio sem graça com o celular na frente do rosto, já era conteúdo de qualidade.

Trends que viralizavam sem filtro nem planejamento

Se hoje tudo parece ter que virar trend forçada, com roteiro, luz e dancinha coreografada, em 2016 era diferente. As trends simplesmente surgiam. Um dia ninguém conhecia; no outro, estava todo mundo fazendo, replicando, remixando, e ninguém sabia quem começou.

Começando pelos desafios aleatórios que dominaram a internet: o Mannequin Challenge parava salas inteiras, corredores da escola, grupos de amigos no shopping e até famosos. Todo mundo congelava e tocava Black Beatles, do Rae Sremmurd, ao fundo. Simples, barato, genial. Outro que estourou foi o Running Man Challenge, com a música My Boo, que fazia geral sair correndo e dançando do nada no meio de qualquer lugar.

Os memes também estavam no auge. Why You Always Lying, Damn Daniel, Cash Me Ousside Howbow Dah, Pepe the Frog e os edits com Vine energy dominaram o Twitter, o Tumblr, o YouTube e qualquer lugar com conexão.

Teve também a era dos vídeos em formato quadrado, com legenda em cima e embaixo, quase sempre com a música Panda, do Desiigner, de fundo ou com remix de Work From Home, do Fifth Harmony. Eram vídeos de “relatable content” que hoje seriam considerados meio cringe, mas, na época, bombavam no Facebook e nos canais de humor.

Falando em humor, o YouTube Brasil vivia o boom de Felipe Neto, Whindersson Nunes, Christian Figueiredo, Jout Jout, Kéfera e os “Desafio Chubby Bunny” com os amigos. Vídeos de “resposta ao ask”, tour pelo quarto, “se arrume comigo” e “minha rotina escolar” estavam no auge. A cultura de vlogger moldava tudo, do jeito de falar ao jeito de se vestir.

Em 2016, as trends vinham com gírias que todo mundo usava até cansar: “mitou”, “crush”, “deu ruim”, “topzeira”, “meta é ser feliz”, “inshalá” e o icônico “meu deus do céu”. No Facebook, páginas como Indiretas para Crush, Razões para Acreditar e os grupos de memes eram tipo clube secreto. No Twitter, quem tweetava com “— eu, com certeza” ou “se for pra desistir, desiste de ser trouxa” já era considerado filósofo contemporâneo.

O mais curioso é que a maioria dessas trends não foi feita para durar. E, mesmo assim, aqui estamos, em 2026, revivendo cada uma com uma saudade que parece mais viva agora do que na época. Porque ninguém sabia que estava fazendo história com um filtro de cachorro no rosto e uma música do Bieber de fundo… mas estava.

Do que mais você sente falta de 2016? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

 

Leia também: 15 séries para quem ama maratonar dramas adolescentes durante as férias – Entretetizei

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

Categorias
Livros Notícias

Haters do Amor chega ao Brasil e promete encantar fãs de comédia romântica

Novo romance da autora best-seller Katherine Center equilibra humor, romance e emoção

Reconhecida por unir humor afiado, emoção genuína e romances que aquecem o coração, Katherine Center chega ao Brasil com Haters do Amor (2026), um dos lançamentos mais aguardados do ano. Aclamado pela crítica internacional, o novo livro da autora entrega o equilíbrio perfeito entre comédia romântica e profundidade emocional, reforçando por que Center é considerada uma das vozes mais queridas do romance contemporâneo.

Foto: reprodução/Aqui Tem Literatura

Best-seller do New York Times, a autora retorna às livrarias brasileiras com uma história espirituosa, romântica e cheia de situações inesperadas, capaz de conquistar o leitor logo nas primeiras páginas. A autora ganhou reconhecimento mundial com obras como The Lost Husband (O Marido Perdido, 2020) e Happiness for Beginners (Felicidade para Principiantes, 2023), que mais tarde foram adaptadas para o audiovisual.

Na trama, conhecemos Katie Vaughn, uma produtora de vídeo talentosa que, depois de ter o coração partido, decide que o amor definitivamente não é para ela. O problema é que sua carreira entra em risco, e a única forma de se manter no emprego é aceitar um trabalho de última hora ao lado de Tom ‘Hutch’ Hutcheson, um salva-vidas da Guarda Costeira em Key West, na Flórida. 

Foto: reprodução/Instagram @colapso_literario

Há apenas um detalhe nada irrelevante: Katie não sabe nadar, mas finge que sabe. Para complicar ainda mais a situação, ela também precisa conviver com Cole, o irmão de Hutch, que faz questão de demonstrar o quanto não a suporta.

O que se desenrola a partir daí é uma sequência deliciosa de caos e romance: aulas de natação desastrosas, voos de helicóptero, desafios etílicos, furacões, beijos roubados e a presença inesperada de um dogue alemão tão fofo quanto travesso. Entre mentiras, risadas e momentos de vulnerabilidade, Katie passa a enxergar que o amor pode surgir onde menos se espera e que, às vezes, a pessoa que mais provoca você pode ser justamente aquela capaz de mudar tudo.

Foto: reprodução/Instagram @colapso_literario

Com sua escrita envolvente e personagens carismáticos, Katherine Center constrói uma narrativa que faz rir, emociona e convida à reflexão sobre recomeços, coragem e disposição para acreditar novamente. Haters do Amor é uma leitura essencial para fãs de comédias românticas contemporâneas e promete conquistar leitores que buscam histórias leves, divertidas e emocionalmente honestas, consolidando-se como um dos romances mais comentados do ano.

No Brasil, Haters do Amor, de Katherine Center, chega às livrarias pela Editora Jangada em 4 de fevereiro de 2026.

Sobre a autora
Foto: divulgação/Aspas e Vírgulas

Katherine Center é autora best-seller do New York Times e assina romances como How to Walk Away (2018), Things You Save in a Fire (2019) e Hello Stranger (2023). Frequentemente comparada a Jane Austen e Nora Ephron, teve suas obras descritas pelo Dallas Morning News como “livros para rir e chorar, que falam sobre os nocautes da vida e como nos levantamos depois deles”.

Katherine Center vive em Houston, no Texas, com o marido, dois filhos e seu cachorro fofo e bravo. É autora de Roteiristas do Amor (2025), publicado no Brasil pela Editora Jangada.

Foto: divulgação/Katherine Center/Editora Jangada/Entretetizei

Pretende adquirir esse lançamento? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Leituras leves para as férias: histórias perfeitas para descansar a mente

 

Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

Categorias
Cultura asiática Música Notícias

2Z volta ao Brasil em 2026 com show gratuito em São Paulo e reforça laço com fãs ao cantar rock nacional em português

Banda sul-coreana se apresenta no dia 12 de abril no Terra SP, com ingressos distribuídos por sorteio, e lança cover de À Sua Maneira, clássico do Capital Inicial

A conexão do 2Z com o Brasil deixou de ser curiosidade faz tempo e, em 2026, ganha mais um capítulo importante. A banda confirmou sua volta ao país com um show gratuito em São Paulo, marcado para o dia 12 de abril, no Terra SP, como parte da turnê 2026 2Z GloryDayz in Brazil.

O anúncio chega acompanhado de mais um gesto que ajuda a explicar por que o grupo construiu uma base tão fiel por aqui: o lançamento de um cover em português de À Sua Maneira, sucesso do Capital Inicial.

 

https://www.youtube.com/watch?v=r8epu6_dI1M&authuser=0

 

O show será gratuito, mas o acesso acontece exclusivamente por sorteio no aplicativo CisumVerse, plataforma que aposta em engajamento direto entre fãs e artistas. Para participar, é preciso baixar o app, acumular 100 pontos e usar esses pontos para tentar um ingresso. 

Os sorteios começam no dia 16 de janeiro, às 12h, e cada pessoa pode tentar quantas vezes quiser, desde que tenha pontos suficientes. Eles podem ser obtidos gratuitamente no próprio aplicativo, seja no cadastro inicial, ao convidar amigos ou ao cumprir tarefas simples dentro da plataforma.

Os ingressos serão distribuídos entre Pista, Mezanino 1 e Mezanino 2, com o setor escolhido antes do sorteio. O evento também conta com ingressos específicos para Pessoas com Deficiência (PcD), disponibilizados gratuitamente pela plataforma Shotgun, respeitando a capacidade das áreas reservadas da casa.

Quem garantir a entrada gratuita poderá, se quiser, ir além do show. Estarão disponíveis para compra eventos de interação com a banda e produtos oficiais da turnê, vendidos separadamente pela Shotgun. Entre as experiências, estão: Meet & Greet, Hi-touch, Soundcheck com entrada antecipada, além de fotos profissionais, selfies individuais e itens exclusivos como o CD GloryDayz, preparado especialmente para o público brasileiro e com faixa em português.

2Z
Foto: divulgação/highway star

Essa aproximação com o Brasil também se reflete no lançamento recente do cover de À Sua Maneira, divulgado em formato de videoclipe. No vídeo, os integrantes cantam a música inteira em português, chamando atenção pela pronúncia e pela escolha do repertório. A canção, lançada originalmente em 2002, é uma versão brasileira do tema De Música Ligera, clássico da banda argentina Soda Stereo, e marcou o rock nacional nos anos 2000.

Esse não é um caso isolado. O 2Z já lançou outros covers de músicas brasileiras, passando por nomes como Gloria Groove, Pitty e NX Zero, e transformou essas releituras em uma espécie de assinatura da relação do grupo com o país. O lançamento de À Sua Maneira também funciona como aquecimento para a nova visita ao Brasil e para a apresentação de uma música inédita com versão em português, prometida para esta turnê.

Formado por Hojin (vocais), NUA (guitarra), Junghyun (baixo), Bumjun (bateria) e Zunon (DJ), o 2Z surgiu em 2020, apostando em um pop rock que funciona como ponte entre o K-pop e públicos menos ligados ao pop dançante e às coreografias. Além da música, os integrantes também atuam em K-dramas e no universo da moda, ampliando a presença do grupo dentro da cultura pop asiática.

Esta será a quarta vez do 2Z no Brasil. A primeira turnê aconteceu em 2022, passando por várias capitais. Em 2023, o grupo integrou o line-up do Asia Star Festival, em São Paulo, ao lado de artistas como MIYAVI e Jeff Satur. No ano seguinte, voltou ao país com uma nova turnê, consolidando a relação com o público brasileiro.

Agora, em 2026, o retorno com show gratuito, sorteio de ingressos e novas experiências com fãs reforça algo que o 2Z vem construindo visita após visita: não se trata apenas de tocar no Brasil, mas de dialogar com o público, incorporar referências locais e transformar cada vinda em uma troca real.

Você já conhecia o grupo? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

 

Leia também: 2Z lança cover de Razões e Emoções do NX0

 

Texto revisado por Kalylle Isse

Categorias
Cultura pop Música Notícias

Together, Together: Harry Styles anuncia turnê mundial

No Brasil, serão dois shows em São Paulo (por enquanto)

 

A superestrela internacional Harry Styles fará seu aguardado retorno aos palcos pelo mundo com uma residência em sete cidades. O anúncio, às vésperas do lançamento do primeiro single da nova era, lançou a Together, Together Tour, que contará com 50 apresentações em Amsterdã, Londres, São Paulo, Cidade do México, Nova York, Melbourne e Sydney, entre maio e dezembro de 2026.

Um dos destaques desta temporada são os 30 shows no Madison Square Garden, em Nova York, seus únicos shows nos Estados Unidos, e uma sequência de seis noites no Wembley Stadium, em Londres. No Brasil, os shows acontecerão no Estádio MorumBIS, nos dias 17 e 18 de julho. Em 2026, Styles se apresentará exclusivamente nessas sete cidades.

Harry Styles
Imagem: divulgação/Live Nation

Os convidados especiais para os shows de abertura incluem Robyn, Shania Twain, Fcukers, Jorja Smith, Jamie xx, Fousheé e Skye Newman. Antes do início da turnê, o astro global e vencedor do Grammy lançará seu quarto álbum de estúdio, Kiss All The Time. Disco, Occasionally., no dia 6 de março de 2026. O aguardado single Aperture estreia globalmente hoje, 22 de janeiro, às 21h do Brasil.

Com 12 faixas, o novo disco do artista britânico tem a produção executiva de Kid Harpoon e já está disponível para pré-venda em vinil de edição limitada e CD, além de produtos exclusivos, box sets e outros itens no site oficial.

Uma turnê que vai além dos shows

A Together, Together Tour tem alguns parceiros pelo mundo que farão ações de caridade por onde passar. Confira:

Harry Styles
Foto: divulgação/Harry Styles/Johnny Dufort

Global: a turnê apoiará a Choose Love, organização humanitária com a qual Harry mantém parceria há uma década. Ela fornece ajuda essencial a quem mais precisa, atuando diretamente com as comunidades. O apoio de Harry viabilizou serviços fundamentais, como alimentação, abrigo e educação, para pessoas em todo o mundo. Neste ano, a Choose Love e a Together, Together darão continuidade a esse trabalho.

Londres: £1 de cada ingresso vendido na turnê será doado por Harry Styles à LIVE Trust, organização dedicada a proteger, ampliar e apoiar a música independente (grassroots) no Reino Unido.

Nova York: Styles continuará sua parceria com a HeadCount ao longo da Together, Together. Em Nova York, fãs elegíveis que comparecerem a qualquer data da residência poderão se registrar para votar no local, em uma ativação pop-up da HeadCount.

Harry Styles também está juntando forças com a Green Nation, da Live Nation, para, junto dos locais de eventos e parceiros da turnê, abordar as oportunidades para reduzir o impacto ambiental da mesma.

E quanto aos ingressos?

No Brasil, a partir do dia 26 de janeiro, clientes Santander Select e Private Banking, portadores dos cartões: Santander Unique Infinite; Santander Unlimited Infinite; Decolar Santander Infinite; GOL Smiles Santander Infinite; American Express® Gold Card Santander; American Express® Platinum Card Santander; American Express® Centurion Card Santander; Santander Unique Black; Santander Unlimited Black; Santander / AAdvantage® Black, poderão comprar os ingressos em pré-venda exclusiva.

Já a pré-venda para os demais clientes do banco acontece no dia 27 de janeiro. Neste caso, todos os cartões são elegíveis, exceto os de viagens e PJs. A venda para o público geral começa no dia 28 de janeiro. Clientes Santander podem parcelar em até 5x sem juros e os demais podem parcelar em até 3x sem juros.

Tanto na pré-venda quanto na venda geral, os ingressos estarão disponíveis a partir das 11h pelo site da Ticketmaster e ao meio-dia na bilheteria oficial (sem taxa de serviço). Será permitido comprar até seis ingressos por CPF, limitados a duas meias-entradas. A turnê no Brasil é apresentada pelo Santander Brasil. O show é promovido pela Live Nation Brasil. Para obter mais informações, visite o site.

Harry Styles
Imagem: divulgação/Ticketmaster

Serviço – Harry Styles: Together, Together

Datas:  17 e 18 de julho de 2026

Local: MorumBIS

Abertura dos portões: 16h

Horário do show: 21h

Endereço: Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 – Morumbi, São Paulo-SP (Estádio MorumBIS)

Classificação: 16 anos. Menores de 5 a 15 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais (sujeito a alteração por Decisão Judicial).

Preços:

ARQUIBANCADA: R$ 265,00 meia-entrada e R$ 530,00 inteira

PISTA: R$ 350,00 meia-entrada e R$ 700,00 inteira

CADEIRA SUPERIOR: R$ 400,00 meia-entrada e R$ 800,00 inteira

CADEIRA INFERIOR: R$ 440,00 meia-entrada e R$ 880,00 inteira

CIRCLE: R$ 705,00 meia-entrada e R$ 1.410,00 inteira

DISCO: R$ 705,00 meia-entrada e R$ 1.410,00 inteira

KISS: R$ 705,00 meia-entrada e R$ 1.410,00 inteira

SQUARE R$ 705,00 meia-entrada e R$ 1.410,00 inteira

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA: Informações sobre bilheteria serão divulgadas em breve.

VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA: O único canal de vendas oficial é o www.ticketmaster.com.br (Obs.: não adquira ingressos em qualquer outra plataforma).

Parcelamento:

Clientes em geral – Parcelamento em até 3x sem juros; de 4 a 8x com juros Clientes Santander – Parcelamento em até 5x sem juros; de 6 a 10x com juros

Clientes em geral podem comprar até 8 ingressos por CPF, sendo 2 meia-entrada.

 

Já estão ansiosos para Kiss All The Time. Disco, Occasionally.? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Tudo o que sabemos sobre o novo álbum de Harry Styles

Texto revisado por Cristiane Amarante

Categorias
Cultura pop Música Notícias

Tudo o que sabemos sobre o novo álbum de Harry Styles

O disco Kiss All The Time. Disco, Occasionally. será lançado no dia 6 de março

 

Novo álbum, novas fotos, novo single, anúncio de turnê… Tudo começou com um clipe do último show da Love On Tour que terminava com a frase “We Are Together”. Logo em seguida, vieram os cartazes espalhados pelo mundo e, por fim, o anúncio oficial no perfil de Harry Styles. O quarto álbum de estúdio do artista britânico chega no dia 6 de março e – depois de quase quatro anos – temos um single a caminho.

E, para conferir tudo o que tem rolado nesse novo lançamento, fizemos um deep dive! Venha conferir tudo o que sabemos sobre a volta de Harry aos holofotes do mundo da música:

Kiss All The Time. Disco, Occasionally.

Isso não é um teste! No último dia 15, o Grammy winner Harry Styles anunciou a estreia de seu quarto projeto solo. Com o nome Kiss All The Time. Disco, Occasionally., o disco traz 12 faixas inéditas e também tem como produtor executivo Kid Harpoon, amigo e colaborador de longa data de Styles.

harry styles
Foto: reprodução/Instagram @harrystyles

De acordo com uma descrição nas playlists oficiais do Apple Music, o novo álbum se divide em duas descrições, uma para cada frase do título. Em primeiro lugar: “De coração partido ou com os olhos brilhando de paixão, desejando intensamente um novo amor ou sofrendo por um antigo, Harry Styles deixou uma coisa clara: ele está pronto e disposto a explorar todas as facetas do romance em suas canções de amor. Kiss All The Time. é onde você encontra músicas que capturam os altos intoxicantes do amor (Adore You), mas que também evocam as dores do arrependimento, da nostalgia e dos “e se” que permanecem depois que um relacionamento dá errado, como Love of My Life, Sweet Creature e outras baladas de partir o coração. Essas músicas talvez sejam as mais carinhosas de Harry – para os amores atuais e também para aqueles que escaparam”.

E, claro, não poderia faltar: “Quem já viu Harry Styles em turnê testemunhou seu desejo – sua necessidade, na verdade – de se perder no ritmo. Embora ele não seja estranho a baladas orquestrais grandiosas ou a momentos acústicos mais despidos, canções pop feitas sob medida para a pista de dança, idealmente banhadas pelos reflexos de uma bola espelhada, estão entre as mais queridas de sua carreira. As músicas que caminham para o Disco, Occasionally. abraçam essa dedicação ao groove, desde sua própria incursão no funk e disco dos anos 70 e 80 (como ouvimos ao longo de Music for a Sushi Restaurant, Late Night Talking e Grapejuice) até hinos efervescentes que fazem você se mexer sem nem perceber (As It Was, Lights Up)”.

A nova era de Harry Styles chega com tudo

Uma nova era combina com um visual novo, certo? Fotografado por Johnny Dufort, Harry Styles anunciou o novo disco apostando em um styling completamente diferente e uma estética descolada com um toque vintage. Nas imagens divulgadas, até o momento, o artista usou peças do acervo da Miu Miu, óculos funky da marca inglesa General Eyewear, um look Ready-To-Wear da coleção de Primavera 2026 da Versace e itens vintage diversos.

Harry Styles
Foto: reprodução/Johnny Dufort

A Vogue Britânica não deixou isso passar batido: em uma matéria sobre o styling de Harry Styles, obra de Harry Lambert, a revista trouxe o título “Harry Styles Is In His Sustainable Fashion Era” (Harry Styles Está Em Sua Era De Moda Sustentável). O texto destacou: “Notavelmente, todas as roupas usadas por Styles até agora tiveram fortes credenciais de sustentabilidade (…) Havia a camiseta de malha personalizada por Patrick Carroll, feita de sobras de fios de lã, e o jeans vintage, proveniente do revendedor londrino The Vintage Showroom. Depois, havia o suéter do arquivo Miu Miu e a camisa de boliche da coleção primavera/verão 2000 da marca, estilizadas com uma gravata Prada, e todas provenientes do eBay”.

E, se durante a era de Harry´s House, os Adidas Gazelle se tornaram uma marca registrada, levando até o apelido de Satellite Stompers, chegou a hora de novos sapatos! Em algumas das fotos reveladas, pudemos ver alguns tênis que lembram os “sapatos de boxeadores”, um toque à la Freddie Mercury, que usava sempre os Adidas Hercules dos anos 1980.

Contagem regressiva para Aperture

A espera realmente acabou! Embora Kiss All The Time. Disco, Occasionally. chegue apenas no dia 6 de março, o primeiro single do álbum será lançado no dia 22 de janeiro. Aperture foi anunciada na terça (20) – com direito a uma foto de Harry no estúdio – e estará disponível para os fãs do mundo todo na quinta, a partir da meia noite do Reino Unido (23) e 21h do horário de Brasília (22).

Harry Styles
Foto: reprodução/Instagram @harrystyles

Entretanto, fãs que estão em algumas cidades pelo mundo puderam ouvir a música antecipadamente, em lojas de discos selecionadas. O anúncio oficial foi feito pelo perfil oficial HSHQ no Instagram, e as localidades exatas têm sido divulgadas algumas horas antes de cada evento.

Por ordem cronológica, temos Tóquio (Japão), Sydney (Austrália), Amsterdam (Holanda), Paris (França), Berlim (Alemanha), Nova York (EUA), Londres (Inglaterra), Austin (EUA), Cidade do México (México), Toronto (Canadá) e, claro, São Paulo (Brasil). Alguns fãs que estiveram na first listen de Aperture compararam a música com Backseat, da banda neozelandesa de pop alternativo Balu Brigada.

Harry Styles
Foto: divulgação/Harry Styles/Johnny Dufort

Aperture também é um termo técnico em inglês que significa abertura, muito utilizado ao se falar de câmeras fotográficas. A abertura das câmeras é o orifício ajustável por onde se controla a quantidade de luz que entra pelo visor. A ideia de fotografia foi trabalhada também na capa de Fine Line – quem lembra? –, que utilizava um fish eye para a foto. E, por falar em capa… a escolha da disposição dos escritos no novo álbum lembra muito os controles de uma câmera digital. O que será que vem por aí?

Chegou a hora dos beijos ou da discoteca?

Tudo começou com um site, no dia 17 de janeiro. Dois dias depois, os fãs descobriram que algumas possíveis letras de música foram enviadas em resposta a emojis específicos enviados para o número oficial do HSHQ, no WhatsApp. De repente, apareceu um relógio com ponteiros e, no lugar das horas, as palavras kiss e disco.

Em 20 de janeiro, a imagem atrás do relógio mudou e o relógio se moveu. Quando os ponteiros do relógio se alinharam com a palavra disco, Harry anunciou oficialmente Aperture em suas contas oficiais. Uma foto, outra foto, o anúncio de um single e… nos resta esperar! Tudo o que sabemos é que ainda temos tempo até dia 6 de março, e muita coisa pode acontecer – mais singles? Por favor! Anúncio de turnê? Estamos prontíssimos!

Harry Styles
Foto: reprodução/webelongtogether.co

 

Temos fãs do Harry Styles por aqui? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Aperture: Harry Styles anuncia novo single

Texto revisado por Kaylanne Faustino

Categorias
Cultura Cultura pop Entretenimento Eventos Música Notícias

Carol Biazin apresenta show com orquestra no Vivo Rio e recebe Leo Foguete em noite de casa lotada

Matéria por Isabella Costa

Com orquestra e participação de Leo Foguete, cantora entregou uma das noites mais marcantes da carreira

Carol Biazin levou ao palco do Vivo Rio um espetáculo especial com orquestra, em apresentação marcada por casa lotada e forte conexão com o público. O formato orquestral ampliou a potência emocional do repertório, evidenciando novas camadas das canções e reforçando a versatilidade artística da cantora.

Foto: divulgação/Iris Alves

Um dos momentos mais celebrados da noite foi a participação de Leo Foguete, que dividiu o palco com Carol para a performance de O Que Sobrou Do Amor?, parceria recente que vem conquistando o público. A faixa já atingiu quase 800 mil plays no Spotify, consolidando-se como um dos destaques da nova fase da artista.
O show no Vivo Rio reafirma a força de Carol Biazin ao unir sofisticação musical, emoção e proximidade com os fãs, em uma noite que celebrou encontros, arranjos grandiosos e a maturidade de sua trajetória.

Você acompanhou esse espetáculo? Conta para a gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e siga o site para não perder nenhum novidade.

Leia também: Crítica | Memórias de um Verão: o luto que floresce com a natureza

Texto revisado por Angela Maziero Santana

Categorias
Cinema Notícias

Brasil em destaque no Oscar 2026: O Agente Secreto soma 4 indicações e o país ainda surge em fotografia

Wagner Moura concorre a Melhor Ator, filme brasileiro entra em Melhor Filme e Internacional, e a fotografia de Sonhos de Trem garante presença técnica brasileira na premiação

Já dá pra sonhar com mais um Oscar? A lista de indicados ao Oscar 2026 saiu e, dessa vez, não deu para passar batido pelo Brasil. O Agente Secreto virou um dos destaques da edição ao conquistar quatro indicações importantes, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator, com Wagner Moura na disputa.

 O Agente Secreto
Foto: reprodução/cnn

E não para por aí! O Brasil também aparece fora do óbvio na categoria de Fotografia, graças a Sonhos de Trem, que colocou um profissional brasileiro entre os indicados em uma das áreas técnicas mais concorridas da premiação. Não é o mesmo filme, mas o efeito é o mesmo: o país está presente em mais de uma frente.

Confira a lista completa de indicados e… vai Brasil!: 

Melhor Filme

Bugonia
F1
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Pecadores
Sonhos de Trem

Melhor Direção

Chloé Zhao – Hamnet
Josh Safdie – Marty Supreme
Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra
Joachim Trier – Valor Sentimental
Ryan Coogler – Pecadores

Melhor Ator

Timothée Chalamet – Marty Supreme
Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke – Blue Moon
Michael B. Jordan – Pecadores
Wagner Moura – O Agente Secreto

Melhor Atriz

Jessie Buckley – Hamnet
Rose Byrne – If I Had Legs I’d Kick You
Kate Hudson – Song Sung Blue
Renate Reinsve – Valor Sentimental
Emma Stone – Bugonia

Melhor Ator Coadjuvante

Benicio Del Toro – Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi – Frankenstein
Delroy Lindo – Pecadores
Sean Penn – Uma Batalha Após a Outra
Stellan Skarsgård – Valor Sentimental

Melhor Atriz Coadjuvante

Elle Fanning – Valor Sentimental
Inga Ibsdotter Lilleaas – Valor Sentimental
Amy Madigan – Weapons
Wunmi Mosaku – Pecadores
Teyana Taylor – Uma Batalha Após a Outra

Melhor Filme Internacional

Brasil – O Agente Secreto
França – Foi Apenas um Acidente
Noruega – Valor Sentimental
Espanha – Sirāt
Tunísia – A Voz de Hind Rajab

Melhor Animação

Arco
Elio
KPop Demon Hunters
Little Amélie ou O Caráter da Chuva
Zootopia 2

Melhor Curta de Animação

Butterfly
Forevergreen
The Girl Who Cried Pearls
Retirement Plan
The Three Sisters

Melhor Documentário

The Alabama Solution
Come See Me in the Good Light
Cutting Through Rocks
Mr. Nobody Contra Putin
The Perfect Neighbor

Melhor Curta Documental

All the Empty Rooms
Armed Only With a Camera: A Vida e a Morte de Brent Renaud
Children No More: Were and Are Gone
The Devil Is Busy
Perfectly a Strangeness

Melhor Roteiro Adaptado

Bugonia
Frankenstein
Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Sonhos de Trem

Melhor Roteiro Original

Blue Moon
Foi Apenas um Acidente
Marty Supreme
Valor Sentimental
Pecadores

Melhor Elenco (Casting)

Hamnet – Nina Gold
Marty Supreme – Jennifer Venditti
Uma Batalha Após a Outra – Cassandra Kulukundis
O Agente Secreto – Gabriel Domingues
Pecadores – Francine Maisler

Melhor Fotografia

Frankenstein
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sonhos de Trem

Melhor Edição

F1
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Valor Sentimental
Pecadores

Melhor Design de Produção

Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores

Melhor Figurino

Avatar: Fogo e Cinzas
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Pecadores

Melhor Maquiagem e Cabelo

Frankenstein
Kokuho
Pecadores
The Smashing Machine
The Ugly Stepsister

Melhor Trilha Sonora Original

Bugonia
Frankenstein
Hamnet

Uma Batalha Após a Outra
Pecadores

Melhor Canção Original

Dear Me – Diane Warren: Relentless
Golden – KPop Demon Hunters
I Lied to You – Pecadores
Sweet Dreams of Joy – Viva Verdi!
Train Dreams – Sonhos de Trem

Melhor Som

F1
Frankenstein
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sirāt

Melhores Efeitos Visuais

Avatar: Fogo e Cinzas
F1
Jurassic World: Renascimento
The Lost Bus
Pecadores

Quais são suas apostas? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

 

Leia também: Crítica | Memórias de um Verão: o luto que floresce com a natureza

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

plugins premium WordPress

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Acesse nossa política de privacidade atualizada e nossos termos de uso e qualquer dúvida fique à vontade para nos perguntar!