Aniversariante de abril, o galã mostra que não é só um rosto bonito e coleciona grandes produções
O ator turco Kubilay Aka completa mais um ano de vida neste domingo (12), e o Entretê te conta algumas curiosidades sobre o artista, além de dicas de produções para você acompanhar.
Foto: reprodução/Instagram @kubilayakaa
No ar recentemente com a dizi İnci Taneleri (tradução livre: Pérolas, 2026), Kubilay já é um rosto conhecido da dizilândia. O ator já participou de uma vasta lista de produções promissoras, mesmo tendo uma carreira considerada recente.
Descendente de bósnios e afro-turcos, ele nasceu em 12 de abril de 1995, em Istambul, na Turquia. Antes de seguir carreira artística, ele se formou em Gestão de Aeroportos pela Universidade Anadolu, em Eskişehir, e chegou a trabalhar na área; foi justamente nesse período que acabou sendo descoberto.
Sua estreia aconteceu em 2016, na dizi Vatanım Sensin (tradução livre: Minha Pátria é Você, 2016), em que atuou ao lado de grandes nomes como Bergüzar Korel e Halit Ergenç – conhecidos no Brasil pela novela Mil e Uma Noites (Binbir Gece, 2006).
Mas foi pouco tempo depois que ganhou maior visibilidade ao interpretar Celasun em Çukur (tradução livre: O Poço, 2017), papel que marcou sua carreira e o apresentou ao grande público. Ao longo dos anos, também se destacou em produções como Aşk 101 (Amor 101, 2020), da Netflix, consolidando seu nome entre os jovens atores da nova geração.
Foto: reprodução/Instagram @kubilayakaa
Curiosidades
Apesar da fama, Kubilay Aka mantém uma personalidade mais tranquila e direta. Em entrevistas, já afirmou não se considerar uma pessoa teimosa, defendendo a ideia de que opiniões não devem ser impostas. Criado em um ambiente familiar disciplinado, influenciado pelo pai, militar aposentado, o ator carrega valores que refletem essa formação.
O artista também é torcedor declarado do Fenerbahçe, tradicional clube de futebol de Istambul. Ele já praticou futebol de forma amadora durante a juventude, mantendo o esporte como hobby. Além disso, aprecia atividades ao ar livre, como acampar, e é mergulhador autônomo desde a adolescência.
Foto: reprodução/Instagram @kubilayakaa
Outra curiosidade que chama atenção é sua relação com a arte para além da atuação. Kubilay também se dedica à música: canta, compõe e toca instrumentos desde jovem. Em 2018, lançou a canção Gamzendeki Çukur, em parceria com Hayko Cepkin, que integrou a trilha sonora da dizi Çukur, na qual também atuou, como mencionado anteriormente.
Além disso, o ator já teve experiências no teatro, o que considerou fundamental para sua formação. Entre seus planos futuros, está o desejo de desenvolver suas próprias produções, ampliando sua atuação também nos bastidores.
Na vida pessoal, Kubilay costuma compartilhar momentos de forma leve e descontraída. Já revelou, por exemplo, o interesse em aprender espanhol e o gosto por cozinhar, especialmente pratos típicos de Adana, região de origem de sua família.
Foto: reprodução/Instagram @kubilayakaa
Para conhecer um pouco mais de sua atuação, o Entretê listou cinco produções marcantes da carreira do ator como indicação. Confira:
1. Vatanım Sensin (tradução livre: Minha Pátria é Você, 2016) – Ali Kemal
Foto: reprodução/Kanal D
2. Çukurdakiler (tradução livre: O Poço, 2017) – Celasun
Foto: reprodução/Show TV
3. Arif V 216 (tradução livre: Arif e 216, 2018) – Yakışıklı
Foto: reprodução/Ece Ulusum
4. Aşk 101 (tradução livre: Amor 101, 2020) – Kerem
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Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana
Por Ana Matos, Anna Mellado, Débora Lima, Gisélia Oliveira e Mariana Chagas
Audiência de estreia da dizi Delikanlı
Foi ao ar, na última segunda (6), o primeiro episódio de Delikanlı (tradução livre: Jovem, 2026). A dizi, que agora divide a noite de segunda-feira com o fenômeno Uzak Sehir (tradução livre: Cidade Distante, 2024), chegou às televisões turcas com bons índices de audiência.
A nova aposta da Show TV, estrelada por Mert Ramazan Demir (O Canto do Pássaro, 2022), estreou com 2,90 de rating no total (9º lugar), além de 3,42 no público AB (4º) e 3,66 no ABC1 (7º).
Foto: reprodução/Show TV
O primeiro episódio mostrou o encontro de Yusuf (Mert Ramazan Demir) com Dila (Mina Demirtaş). Além disso, cenas do passado revelaram o antigo romance entre Yusuf e Hazan (Melis Sezen), abalado por dificuldades financeiras, pressões familiares e envolvimento com atividades ilegais.
Agora, Hazan está casada com Sarp (Salih Bademci) e leva uma vida luxuosa, enquanto Yusuf retorna e usa Dila para se infiltrar na família e dar início à sua vingança.
Escrita Aybike Ertürk, a dizi já teve o fragman do segundo episódio divulgado e promete cenas de tensão e drama. Com direção de Zeynep Günay e Recai Karagöz, a produção é da OMG Pictures.
Atrizes de A Agência voltam a contracenar após seis anos
Depois da parceria em A Agência (Menajerimi Ara, 2020), Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder se reencontram em um novo projeto. A dupla ficou conhecida por dar vida a Dicle e Feris na comédia da Star TV sobre os bastidores do mundo audiovisual em Istambul.
“Com certeza sentimos muita falta de atuar juntas. Eu já admirava a Canan tanto como atriz quanto pela pessoa que ela é, e poder compartilhar essa experiência novamente, agora com uma personagem diferente, foi algo extraordinário para mim”, declarou Ahsen em entrevista para a HELLO! Türkiye.
Foto: reprodução/Dizilah
Agora, as atrizes serão mãe e filha no filme Sükût (tradução livre: Silêncio), do diretor de apenas 23 anos, Serhan Erbaş. O longa promete entregar uma história dramática e impactante, com Enes Aydın, Orhan Öztokat, Zeynep Deniz Kayışdağ, Derya Kandil e Defne Saatçi no elenco.
A premiada Merve Dizdar, intérprete de Fadime Çetin em Kral Kaybederse (tradução livre: Se o Rei Perder, 2025), participa da produção como atriz convidada.
Novo personagem chega à trama de Uzak Şehir
Mais um personagem se une à história de Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante, 2024). Dominando as noites de segunda há dois anos, a produção da AyNa Yapım contratou Mehmet Aykaç para participar do elenco.
Foto: reprodução/Show TV
O ator, famoso por sua participação em Kırgın Çiçekler (tradução livre: Flores Magoadas, 2015), será intérprete do chef Engin. Por ser vizinho de Alya (Sinem Ünsal), fãs acreditam que o novo personagem irá impactar o casal principal, se aproximando de Ayla e causando ciúmes no protagonista Cihan Albora (Ozan Akbaba).
Além de Engin, a personagem Meryem, vivida por Ceren Moray, e Feyyaz, interpretado pelo renomado ator Ahmet Varlı, chegaram à dizi nas últimas semanas.
Nova série com Boran Kuzum no elenco já está disponível no streaming
Estreou, na última quinta (9), a série Erros Épicos, (Big Mistakes, 2026) com Boran Kuzum. No papel de Yusuf, Boran se tornou o primeiro ator turco a fazer parte do elenco principal de uma série americana produzida pela Netflix.
Foto: reprodução/Instagram @borankuzum
Com oito episódios, a série de comédia é protagonizada por Dan Levy, vencedor do Emmy, e Taylor Ortega. Os atores dão vida a dois irmãos que entram no mundo do crime sem querer após se encrencarem com um criminoso, personagem de Boran.
“Eu trabalhei para conseguir isso por anos, desde que comecei a atuar na Turquia, 11 anos atrás. Era um sonho que eu acreditava que um dia iria acontecer”, relatou Boran em uma entrevista para o Brut America.
O que mais aconteceu durante esta semana
Aslıhan Güner entra para o elenco da dizi Operasyon Alesta: a produção da Üs Yapım, que iniciará suas filmagens em meados de abril, continua formando seu elenco. Aslıhan Güner se junta a Cem Bender (Comandante Levent Yıldırım), Onur Seyit Yaran (Arda Boran), Meltem Akçöl (Nehir Bozdoğan), Fırat Çelik (Julian) e Ersin Arıcı (Capitão Murat). Güner dará vida à Beren, filha do coronel aposentado Hayrettin Varnalı. A dizi para o streaming tabii tem o apoio do Ministério da Defesa Nacional e das Forças Navais. Com dez episódios, Operasyon Alesta (tradução livre: Operação Alesta) terá direção de Yunus Ozan Korkut e roteiro de Onur Böber.
O novo projeto de Eylül Lize Kandemir foi anunciado: a atriz, que recentemente protagonizou a minissérie da Netflix O Museu da Inocência (Masumiyet Müzesi, 2026), ao lado de Selahattin Paşalı, fará parte da dizi Başkalarının Hayatı (tradução livre: A Vida dos Outros), uma nova produção da Ay Yapım prevista para a próxima temporada. Kandemir será a protagonista Hülya, uma jovem que vive em uma favela com sua mãe e irmã e, ao ingressar na universidade com uma bolsa parcial, se mostrará uma jovem que inveja a vida dos outros. A dizi é escrita por Banu Kiremitçi Bozkurt e terá direção de Burak Müjdeci.
Novos atores no elenco da dizi Doktor: Başka Hayatta: produzida pela Dass Yapım, a dizi Doktor: Başka Hayatta(tradução livre: Doutor: Em Outra Vida, 2026) ganha um reforço de peso no elenco. Keremcem, ator e cantor, entra no sexto episódio como o Prof. Dr. Murat, que chega ao Hospital Umut Park para realizar uma cirurgia e acaba ajudando Melek com seus problemas envolvendo İnan. Além dele, Ahmet Kaynak e Süleyman Yaşar Sucuoğlu serão convidados na dizi. Enquanto o premiado Ahmet dará vida a Orhan Uygun, Yaşar será intérprete de Aziz, ex-noivo de Rüveyda (Aysun Demir).
Yiğit Uçan deixa a dizi Kuruluş Orhan: o ator Yiğit Uçan, que interpreta o personagem Boran Alp desde a estreia da dizi Kuruluş Osman (tradução livre: A Criação de Osman) em 2019, anteriormente intitulada e que continuou na versão intitulada Kuruluş Orhan (tradução livre: A Criação de Orhan, 2025), se despede da produção protagonizada por Mert Yazıcıoğlu (Orhan Bey). Exibida no canal ATV às quartas, ainda não há decisão tomada se a dizi ganhará uma nova temporada.
İpek Tuzcuoğlu se despede da dizi Kıskanmak: na última terça (7), a atriz İpek Tuzcuoğlu, intérprete de Şaziye, deixou o elenco da dizi Kıskanmak (tradução livre: Inveja, 2025) com o fim da trajetória de sua personagem. Além da despedida da personagem, o episódio da produção da Ay Yapım para o canal NOW, dirigida por Nadim Güç e escrita por Çağla Kızılelma, mostrou um encontro marcante.
Murat Göçmez como ator convidado da dizi Yeraltı: a produção da Medyapım para o canal NOW, Yeraltı (tradução livre: Submundo, 2026), com elenco formado por Deniz Can Aktaş, Uraz Kaygılaroğlu, Devrim Özkan e Sümeyye Aydoğan, tem conquistado cada vez mais a audiência. O último episódio exibido na quinta (9) contou com um ator convidado. Murat Göçmez interpretou Cengiz, surgindo em uma nova história de vingança.
İlayda Çevik deixará o elenco da dizi Halef: Köklerin Çağrısı: foi noticiado que a atriz İlayda Çevik (Hicran) deixará o elenco da dizi Halef: Köklerin Çağrısı (Sucessor: O Chamado das Raízes, 2025), após sua trama chegar ao fim. Sobre uma nova temporada da produção da Most Yapım para o canal NOW, dirigida por Deniz Çelebi Dikilitaş e escrita por Ercan Uğur, que tem no elenco İlhan Şen, Aybüke Pusat e Biran Damla Yılmaz, ainda estão sendo feitos planos.
Nova dizi original da HBO Max: informações apontam que o streaming HBO Max está preparando uma nova produção original. Composta por oito episódios e escrita por Levent Cantek, a dizi será produzida pela ARC Film e terá a atriz Hazal Subaşı como protagonista. Na trama, Zeyno sofre um acidente, o que a leva a perder a memória. Um escândalo, que ocorre após o acidente, e o fato de ser esposa de Pamir, um ator famoso, a colocam no centro das atenções do público e da mídia. Ao buscar a verdade, o passado toma forma lentamente, levando Zeyno a um caminho cada vez mais sombrio. O enredo envolvente, irá explorar relações, jogos de poder e laços invisíveis.
Atriz Zeynep Eronat se junta ao elenco de Eşref Rüya: a dizi Eşref Rüya (2025), sucesso do Kanal D, segue reforçando seu elenco. A atriz Zeynep Eronat é o novo nome confirmado. A veterana é Gülümser Aygün, uma personagem que se destaca por sua postura firme e autoridade inabalável. No entanto, por trás dessa imagem, existe uma mãe que carrega a dor profunda pela perda do filho anos atrás. Com essa dualidade, a personagem promete entregar momentos intensos e fortes emoções ao público. A atriz já apareceu no episódio desta semana e o público segue atento à nova personagem.
Fim da temporada e novo personagem na dizi Kızılcık Şerbeti: caso não haja mudanças, a quarta temporada da dizi de sucesso do canal Show TV, Kızılcık Şerbeti (tradução livre: Sorvete de Cranberry), deve terminar no episódio 138, que irá ao ar em 22 de maio. Escrita por Melis Civelek e Zeynep Gür e dirigida por Özgür Sevimli, a especulação sobre os personagens que deixarão a produção da Gold Film já começou. Porém, antes do fim da temporada, um novo personagem, Asaf, chegará à trama no episódio 136. Já mencionado anteriormente na dizi, ele é o irmão de Başak (Seray Kaya). Asaf deve continuar na história na próxima temporada. As negociações para o ator que dará vida ao papel estão em andamento.
Birkan Sokullu e Kaan Miraç Sezen estrelam nova série Palas Pandıras para a Netflix: Birkan Sokullu e Kaan Miraç Sezen vão dividir cena na nova série Palas Pandıras (tradução livre: De Improviso), novo projeto do premiado diretor Selman Nacar para a Netflix, que tem previsão de iniciar suas filmagens em maio. A produção acompanha a história de Levent, um ex-jogador de basquete que se torna treinador de uma equipe escolar, e dos jovens ao seu redor, trazendo uma narrativa centrada em desafios, amadurecimento e conflitos. Birkan Sokullu está em fase final de negociação para viver o protagonista, enquanto Kaan Miraç Sezen dará vida a Mete, um jovem rebelde que constantemente coloca o time em situações complicadas, prometendo adicionar dinamismo à trama que contará com oito episódios e terá o esporte como pano de fundo.
Eda Ece recusa retorno a Yasak Elma e acerta nova série com Binnur Kaya: Eda Ece surpreendeu ao recusar o convite para retornar à dizi Yasak Elma (tradução livre: Maçã Proibida, 2018) e optar por um novo projeto na TV. A atriz será protagonista de Düğünümüz Var (tradução livre: Temos um Casamento), nova série da Poll Films, ao lado de Binnur Kaya. A produção, que será dirigida por Mustafa Kotan, promete ser uma comédia familiar e já chama atenção pelo elenco estrelado. Segundo informações dos bastidores, Eda Ece decidiu investir em um trabalho inédito neste momento da carreira, mesmo após conversas para participar do possível retorno de Yasak Elma. Com um time considerado um dos mais interessantes da nova temporada, Düğünümüz Var deve se destacar como uma das apostas da televisão turca nos próximos meses.
Selin Çuhadaroğlu entra para o elenco de Chicago P.D. na 13ª temporada: Selin Çuhadaroğlu segue expandindo sua carreira internacional e agora integra o elenco da série Chicago P.D. (2014), exibida pela NBC. A atriz dará vida à irmã desaparecida da personagem Eva Imani (Arienne Mandi), que reaparece anos depois, marcando um novo arco na 13ª temporada da produção. As gravações acontecem atualmente nos Estados Unidos, e a participação da atriz deve ir ao ar em maio. Conhecida por trabalhos recentes em produções como Var Bunlar (tradução livre: Isso acontece, 2022) e Adsız Aşıklar (tradução livre: Amantes Anônimos, 2025), Selin também esteve no filme Gran Turismo (2023), ao lado de Orlando Bloom. Sua entrada em Chicago P.D. reforça sua crescente presença em projetos internacionais e promete chamar atenção do público.
O ator Turgut Tunçalp se junta ao elenco da dizi A.B.I., reforçando a nova fase da produção: conhecido por sua presença marcante em projetos de grande repercussão na televisão turca,o ator Turgut Tunçalp chega para agregar ainda mais força ao time de intérpretes da trama. A participação de Tunçalp promete trazer novos desdobramentos à história, ampliando os conflitos e a intensidade dramática da narrativa de A.B.I. – Aile Bir İmtihandır (tradução livre: A Família é um Teste, 2026). Sua entrada no elenco reforça a proposta da dizi de reunir nomes de destaque para construir uma trama envolvente e cheia de reviravoltas.
Tansu Biçer e Serkan Keskin entram para o elenco de İstanbul Hatırası: a aguardada adaptação de İstanbul Hatırası (tradução livre: Memória de Istambul), baseada no romance de Ahmet Ümit, inicia suas gravações nesta terça para a Netflix. Dirigida por Abdullah Oğuz, a série contará com oito episódios e teve sua leitura de roteiro marcada para segunda, dando início oficial aos trabalhos da produção. Entre as novidades do elenco, Tansu Biçer e Serkan Keskin foram confirmados na trama, na qual irão interpretar, respectivamente, Yekta e Demir, dois amigos de infância. O projeto reúne um elenco de peso, com nomes como Nejat İşler, Bilal Yiğit Koçak, Simay Barlas e Özge Borak, reforçando a expectativa em torno da adaptação de um dos romances mais populares da literatura turca.
Emin Günenç fala sobre sucesso de Arafta para o Entretetizei: em entrevista exclusiva ao Entretetizei, Emin Günenç abriu o coração sobre o sucesso internacional da dizi Arafta (tradução livre: No Limbo), destacando a complexidade de seu personagem Ateş, marcado por sentimentos intensos como amor, vingança e dor. O ator também falou sobre sua trajetória até a atuação e a forte conexão com İlsu Demirci, revelando que a sintonia entre os dois começou ainda antes das gravações e foi essencial para construir a relação marcante de seus personagens. Durante a conversa, Emin ainda comentou sobre sua relação com o Brasil, seus interesses pessoais e divertiu ao se arriscar no português, aproximando ainda mais os fãs brasileiros. Veja aqui.
Çılgın Mucit El Cezeri ganha adaptação em dizi: a Bozdağ Film prepara uma nova dizi de época para a plataforma tabii: Çılgın Mucit El Cezeri (tradução livre: O Inventor Louco El Cezeri), inspirada na vida do cientista considerado um dos pioneiros da robótica e da cibernética. Com roteiro de İhsan Yıldırım e direção de Kamil Aydın, a produção terá 10 episódios e deve iniciar suas filmagens no fim de maio, enquanto a equipe ainda busca um ator mirim para integrar o elenco.
Rapidinhas
– Yabani: Coração Selvagem (Yabani, 2023) já está disponível no Brasil na HBO Max.
– A atriz Devrim Özkan, no ar em Yeraltı (tradução livre: Submundo, 2026), estampa a capa do mês de abril da revista InStyle Türkiye.
– Büşra Develi, atriz da dizi Eşref Rüya (2025), é capa da Elle Türkiye do mês de abril.
– Primeiras imagens do filme İmroz’da Bahar (tradução livre: Primavera em Imroz), protagonizado por Halit Ergenç e Meryem Uzerli foram divulgadas.
– O pôster do filme Portekiz Aşkı (tradução livre: Amor Português), com Cansu Dere e Diogo Morgado, foi divulgado (confira aqui).
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Espetáculo inspirado no filme dos anos 80 segue no Teatro Claro Mais SP até maio
Flashdance – O Musical já está em cartaz em São Paulo com uma versão brasileira inédita do clássico dos anos 1980. Dirigido por Ricardo Marques, com direção associada de Igor Pushinov, direção musical de Paulo Nogueira e coreografias de Tutu Morasi, o espetáculo segue em temporada no Teatro Claro Mais SP até 31 de maio.
Vencedor do Oscar de Melhor Canção Original com Flashdance… What a Feeling, o filme de 1983 dirigido pelo estadunidense Adrian Lyne e estrelado por Jennifer Beals, conta a história da bela jovem operária Alex Owens, que trabalha durante o dia como soldadora em uma usina de aço e, à noite, como dançarina em um bar.
Quando seu chefe Nick Hurley se mostra interessado em apoiar a carreira dela, Alex decide direcionar totalmente seu foco para passar em um teste para um prestigiado conservatório de balé. Com medo de fracassar nas audições, ela também recebe ajuda da ex-bailarina Hanna Long, que torna-se sua mentora.
Foto: reprodução/Caio Gallucci
Segundo o diretor Ricardo Marques, a versão brasileira não é uma réplica, mas está bastante calcada no filme e com referência a outras montagens da história. “Toda a parte de criação é nossa. Estamos pensando em toda a parte de cenografia, figurino, visagismo, direção e coreografia. Mas, claro que preservamos as músicas mais icônicas em inglês e traduzimos aquelas que nos ajudam a contar a história para o português, com versões de Silvano Vieira. E, obviamente, você pode esperar a cena memorável quando Alex faz a coreografia com a cadeira e toma um banho de água”, revela.
A montagem brasileira é estrelada por Marisol Marcondes, no papel da protagonista, e Rhener Freitas, como Nick. Eles encabeçam um elenco formado por 24 artistas, selecionados em um longo processo de audições que contou com mais de 600 candidaturas e 200 convocações. A banda conta com seis músicos.
No elenco, ainda estão Yelon Daniel, Nalin Junior, Raphael Mota, Marião, Giovana Brandão, Carla Leilane, Brenda Nadler, Adriana Fonseca, Danilo Santana, Júlio Oliveira, Vicky Maila, Mary Nascimento, Thaissa Santos, Raquel Gattermeier, Akim, Criss Willam, Gabriella Medeiros, Pedro Cantelli, Ferd Souza, Nayara Teixeira, Julia Pronio e Diego Feccini.
Nos palcos, Flashdance – O Musical já foi encenado com sucesso em países como Reino Unido e Estados Unidos, reafirmando a força da obra também no teatro musical. A produção brasileira é realizada pela 4ACT Entretenimento e patrocinada pela EMS.
Este projeto é realizado com recursos do Fomento Cult SP com apoio do ProAC ICMS, programa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. Considerando o recebimento do recurso público mencionado e o interesse na ampliação do acesso aos produtos culturais, foram adotadas medidas de democratização.
Ficha Técnica
Direção Geral: Ricardo Marques
Direção Associada: Igor Pushinov
Direção Musical: Paulo Nogueira
Coreografias: Tutu Morasi
Versão Brasileira: Silvano Vieira
Cenário: Rogério Falcão
Figurinos: Uga Agu
Design de Luz: Tulio Pezzoni
Design de Som: Marcelo Claret
Visagismo: Antonio Vanfil
Assistente de direção e Direção Residente: Victor Barreto
Assistente de direção musical: Di Angelo Mathias
Assistente de coreografias e Dance Captain: Danilo Santana
Produção Executiva: Clayton Epfani
Assistente de produção: Karina Crossi
Production Stage Manager: Pedro Rivera
Stage Manager: Viviane Rodrigues
Elenco
Marisol Marcondes é Alex
Rhener Freitas é Nick
Yelon Daniel é Jimmy
Nalin Junior é Harry
Adriana Fonseca é Hannah
Raphael Mota é A.J.
Marião é Tess
Giovana Brandão é Glória
Carla Leilane é Kiki
Brenda Nadler é Sra. Wilde / Ensemble
Danilo Santana é Joe / Ensemble
Júlio Oliveira é Andy / Ensemble
Vicky Maila é Louise / Ensemble
Mary Nascimento é Ensemble
Thaissa Santos é Ensemble
Raquel Gattermeier é Ensemble
Akim é Ensemble
Criss Willam é Ensemble
Gabriella Medeiros é Ensemble
Pedro Cantelli é Ensemble
Ferd Souza é Ensemble
Nayara Teixeira é Swing
Julia Pronio é Swing
Diego Feccini é Swing
Sinopse
Clássico absoluto do cinema dos anos 1980, Flashdance ganhou o mundo a partir do filme lançado em 1983, que se tornou um fenômeno da cultura pop. O sucesso nas telas deu origem à adaptação para os palcos, que desde então vem conquistando plateias em diferentes países e agora chega ao Brasil em uma nova montagem. A história acompanha a jovem operária Alex Owens, que sonha em se tornar bailarina profissional. O musical preserva a energia, o romantismo e as músicas que marcaram gerações.
Serviço
Flashdance – O Musical
Temporada: 9 de abril a 31 de maio de 2026
Às quintas e sextas-feiras, às 20h; aos sábados, às 16h30 e às 20h30; e aos domingos, às 15h30 e às 19h30.
Teatro Claro Mais SP – Shopping Vila Olímpia, Olimpíadas, n° 360, 5º Piso – Vila Olímpia, São Paulo – SP, Cep: 04551-000
Bilheteria: De segunda à sábado, das 10h às 22h; e aos domingos e feriados, das 12h às 20h
*Clientes Claro Clube têm 50% de desconto em até quatro ingressos
Classificação: 18 anos
Duração: 120 minutos
Capacidade: 801 lugares
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
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Romances proibidos, casamentos arranjados, segredos de palácio e muita tensão emocional…e você gostou de Bridgerton, esses doramas têm tudo isso (e mais um pouco)
O universo de Bridgerton conquistou a todos com seus romances intensos, escândalos sociais e aquela estética de época cheia de luxo. Mas se a ideia é continuar nessa vibe, os K-dramas históricos entregam exatamente isso: intrigas políticas, identidades secretas, amores complicados e cenários lindos da era Joseon.
Aqui vão seis opções perfeitas para maratonar:
Goong (Princess Hours) (2006)
Um clássico absoluto dos doramas. A história acompanha Shin Chae Kyung, uma estudante comum que acaba entrando em um casamento arranjado com o príncipe herdeiro Lee Shin por causa de uma promessa antiga entre as famílias.
A Coreia aqui é moderna, mas ainda tem monarquia, o que deixa tudo com uma vibe meio conto de fadas. Só que a realidade não é tão simples: ela precisa lidar com as regras do palácio, um marido frio e distante e toda a pressão da realeza.
Com o tempo, o relacionamento evolui e o príncipe começa a se apaixonar pela esposa desajeitada, enquanto os dois enfrentam intrigas e pessoas tentando derrubar o casal. Tem muito romance leve, humor e aquele clima de “de inimigos a apaixonados”.
Foto: reprodução/soompi
100 Days My Prince (2018)
Aqui a gente tem um príncipe que simplesmente odeia a própria vida. Lee Yul vive preso em um casamento sem amor, tem problemas com o pai e ainda carrega um trauma do passado.
Depois de uma tentativa de assassinato, ele perde a memória e vai parar em um vilarejo. Lá, passa a viver como uma pessoa comum e acaba sendo cuidado por Hong Shim, sem saber que ela é justamente o seu amor de infância, que ele acreditava estar morta.
Os dois acabam entrando em um casamento cheio de confusão, já que nenhum dos dois sabe quem o outro realmente é. Esse dorama mistura romance, comédia, identidade secreta e aquela clássica tensão de destino.
Foto: reprodução/soompi
Love in the Moonlight (2016)
Se você gosta de histórias com identidade trocada, esse aqui é perfeito. Hong Ra On se disfarça de homem e entra no palácio como eunuco para pagar dívidas.
Lá, ela vive esbarrando no príncipe Lee Young, que tem um jeito brincalhão, mas também carrega conflitos internos pesados.O problema começa quando ele passa a se sentir atraído por ela… achando que ela é um homem. A partir daí, vem toda a confusão emocional.
O drama equilibra bem o romance, humor e crescimento dos personagens, com uma energia bem envolvente.
Foto: reprodução/soompi
As Mangas Vermelhas (2021)
Esse aqui é mais intenso e emocional. O príncipe Yi San está prestes a assumir o trono e quer ser um rei diferente, mais justo e humano.
Tudo muda quando ele conhece Sung Deok Im, uma dama da corte inteligente e independente. Ele se apaixona rápido e quer que ela vire sua concubina. Mas ela recusa, com medo da vida dentro do palácio e das consequências disso.
Com o tempo, ela começa a enxergar quem ele realmente é, além do título que possui. Só que a história deles não é simples e segue um caminho mais dramático e agridoce. Ideal para quem gosta de romances profundos e cheios de conflito.
Foto: reprodução/soompi
Sungkyunkwan Scandal (2010)
Aqui temos mais uma protagonista que precisa esconder sua identidade. Kim Yoon Hee se disfarça de homem para conseguir trabalhar e acaba entrando em uma universidade que é proibida para mulheres.
Lá, ela convive com três jovens completamente diferentes, e acaba se envolvendo em uma mistura de amizades, rivalidades e até de romance.
Enquanto tenta manter seu segredo, ela também enfrenta questões maiores, como desigualdade de gênero e acesso à educação. É leve, divertido e, ao mesmo tempo, traz um tema importante.
Foto: reprodução/soompi
O Rei de Porcelana (2021)
A história começa com um nascimento de gêmeos na família real, algo visto como mau presságio. A menina deveria morrer, mas é salva em segredo. Anos depois, quando o irmão gêmeo, o príncipe herdeiro, morre, ela é obrigada a assumir o lugar dele.
A partir daí, passa a viver escondendo sua verdadeira identidade, mantendo distância de todos, até reencontrar seu primeiro amor, que agora volta ao palácio como seu professor.
O dorama mistura política, segredos, identidade dupla e um romance que vai se desenvolvendo aos poucos.Tem muito daquela vibe de amor proibido que lembra Bridgerton.
Foto: reprodução/soompi
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Livro de Lynn Painter aposta em referências a comédias românticas e discute amadurecimento emocional, luto e idealização do amor
Entre referências a comédias românticas clássicas e canções, e uma protagonista que acredita viver dentro de um roteiro digno de cinema, Melhor do que nos Filmes (2023), de Lynn Painter, equilibra leveza e emoção e se tornou um dos romances do gênero young adult mais populares dos últimos anos.
A obra, que à primeira vista parece apenas mais uma história repleta de clichês, encontra sua força justamente na maneira que utiliza essas fórmulas para discutir temas mais profundos, como o luto, o crescimento emocional e o amor.
Sobre Melhor do que nos Filmes
Foto: reprodução/Roendo Livros
A trama acompanha Elizabeth Buxbaum, conhecida como Liz, uma adolescente que acredita que sua vida amorosa deveria seguir os moldes perfeitos das romcomsque assistia com sua mãe, já falecida. Quando seu antigo crush retorna à cidade, ela encontra uma oportunidade de viver o seu tão esperado final feliz – mesmo que, para isso, precise contar com a ajuda improvável de seu vizinho e rival, Wesley Bennet.
A narrativa se apoia em um dos tropes de maior interesse do público leitor: enemies to lovers. Mas, longe de tentar subverter completamente essas estruturas clichês, Painter aposta justamente na familiaridade como ponto de conexão com o leitor. O resultado, então, é uma história previsível em sua essência, mas eficiente em sua execução. O livro não busca surpreender, pois seu objetivo é oferecer conforto, identificação e envolvimento emocional.
As constantes referências a comédias românticas dos anos 2000 – cada capítulo se inicia com uma fala de algum filme do gênero –, reforçam esse aspecto, funcionando como linguagem afetiva da protagonista. Em contrapartida, é possível que esse recurso seja repetitivo para outros leitores que buscam maior profundidade ou inovação narrativa.
Uma protagonista imperfeita e muito real
Foto: divulgação/Intrínseca
Liz está longe de ser uma heroína ideal. Romântica incurável, ela frequentemente toma decisões impulsivas e demonstra certa imaturidade emocional, o que pode causar estranhamento em parte do público.
No entanto, além do fato de Liz ser uma adolescente e agir como tal – parte de um arco de desenvolvimento coerente com sua idade e vivências –, essas características estão diretamente ligadas ao núcleo mais sensível da obra: o luto. A idealização do amor, para a protagonista, não é somente uma fantasia, é uma forma de manter a memória de sua mãe viva e o vínculo afetivo que compartilhavam intocado.
Foto: divulgação/Entretetizei
E é essa camada que confere densidade à obra e transforma o romance central em um processo de amadurecimento. Ao tentar viver uma história digna dos filmes, uma trama que teria sido escrita por sua mãe ou vista em algum longa que compartilhou com ela, Liz busca muito mais recriar essa conexão do que realmente se atentar aos seus sentimentos reais.
O plano parece simples: Liz quer conquistar Michael, seu crush de infância, e ela aceita a ajuda de Wesley Bennet. Mas rapidamente a dinâmica muda. Michael representa o amor idealizado, o amor distante, perfeito, praticamente inalcançável. Wesley surge como o completo oposto, imperfeito, presente e construído na convivência.
E é nesse contraste que a narrativa ganha densidade. Isso porque, aos poucos, Liz é forçada a confrontar só a diferença entre o amor que imaginou que teria e o amor que realmente experimenta, mas também a dificuldade em aceitar mudanças e seguir em frente.
A representação do amor real
Se Liz é a idealização em pessoa, Wesley Bennet surge como seu contraponto. Inicialmente apresentado como o típico vizinho irritante, o personagem rapidamente se revela mais complexo do que isso, assumindo o papel central no desenvolvimento emocional da protagonista.
Wes é o tipo de personagem que cresce na história. Ele é implicante, mas atento; irônico, mas sensível; caótico, mas extremamente presente. Enquanto outros personagens poderiam facilmente cair no arquétipo do bad boy genérico, Wes se destaca justamente por fugir dessa linha de raciocínio, por ser construído nos detalhes. Nos diálogos. Nas pequenas atitudes. Na forma como ele enxerga Liz – mesmo quando ela não enxerga a si mesma com clareza.
Foto: divulgação/Entretetizei
Diferente de Michael – alguém que Liz já não conhece para além de suas idealizações e memórias infantis –, Wesley se revela para ela aos poucos, na convivência, nos conflitos e nas pequenas – mas profundas – interações cotidianas. Aqui, Lynn Painter mostra que o amor real não se encaixa em roteiros perfeitos, e ele pode ser melhor justamente por isso.
Foto: divulgação/Entretetizei
Wesley não é o amor idealizado, é o amor possível. E é exatamente por isso que ele é tão mais interessante do que Michael.
Borboletas no estômago, impossível de não amar
A escrita de Lynn Painter é direta, fluida e centrada nos diálogos, o que torna a leitura dinâmica e rápida. O humor, muitas vezes baseado em constrangimentos e interações entre os personagens, ajuda a equilibrar os momentos mais sensíveis.
O livro não é revolucionário; quer apenas fazer o leitor sentir. A história é previsível, e o desfecho se revela desde cedo. Ainda assim, é impossível não se envolver, porque, aqui, mais do que surpreender, importa encantar.
Foto: divulgação/Entretetizei
A obra é uma carta de amor às comédias românticas, especialmente aqueles clássicos dos anos 90 e 2000 que moldaram toda uma geração de espectadores – e leitores. Por isso, as citações não estão ali por acaso. Elas constroem a identidade de Liz, ajudam a traduzir sentimentos e criam uma conexão imediata com quem lê.
Foto: divulgação/Entretetizei
É quase como participar de um código secreto. Cada referência funciona como um aceno cúmplice – um “eu sei do que você está falando, garota”ou“você também sente isso, não é?”. E isso funciona muito. A cada página virada você se vê dando pulinhos de alegria quando encontra uma citação que reconhece.
Um outro ponto que merece destaque é o cuidado com a trilha sonora da história. Lynn Painter constrói uma atmosfera que vai além das páginas. A playlist do livro não é apenas um extra, ela funciona como extensão emocional da narrativa tal qual as citações às comédias românticas.
Cada música mencionada – ao fim do livro é possível encontrar todas – ajuda a reforçar o clima das cenas, a aprofundar sentimentos e a criar uma experiência mais imersiva. Para quem gosta de ler ouvindo música, isso eleva tudo. Para quem não costuma fazer isso, é um convite.
Foto: divulgação/Entretetizei
Melhor do que nos Filmes é o tipo de livro que faz você sorrir sozinho, se apegar aos personagens rápido demais e terminar com aquela sensação de querer um pouco mais disso aqui.
E depois do fim?
Foto: divulgação/Intrínseca
A continuação traz um olhar interessante: o que acontece depois que o romance deixa de ser fantasia e vira realidade? Menos sobre se apaixonar e mais sobre continuar escolhendo alguém. Mas essa é uma história para outra crítica.
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O livro de poemas de Le Savoldi propõe um encontro com sentimentos guardados
Em Coisas que eu tinha para dizer e não disse, lançado em dezembro de 2025, a poeta, professora e pesquisadora Le Savoldi explora os sentimentos que ficam reprimidos por anos e que, na correria do dia a dia, não têm a atenção necessária.
A escrita íntima da poeta nasce do silêncio das emoções negligenciadas, com relatos pessoais entrelaçados à experiência humana. Entre eles há assuntos como luto, cansaço, solidão ligada às relações no mundo contemporâneo e fraturas emocionais.
Os textos são feitos de maneira a ajudar o leitor a compreender os próprios conflitos internos, como espelhos emocionais. Neles, a poesia é usada como forma de expressão e, ao mesmo tempo, cura, além de demonstrar o poder e a importância de cultivar a fé e o amor.
Foto: divulgação/Le Savoldi
Coisas que eu tinha pra dizer e não disse é um projeto contemplado em concurso cultural de Engenheiro Coelho, em São Paulo (2024/2025), por meio da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura.
Nova fase da série aposta em conflitos ainda mais intensos e na complexidade dos personagens
A coletiva de imprensa da terceira temporada de Os Outros reuniu elenco e criadores para apresentar os novos rumos da trama, que retorna ainda mais densa e provocadora. Conhecida por explorar conflitos cotidianos e tensões sociais, a série promete ampliar as camadas emocionais e morais de seus personagens.
Nesta nova fase, a narrativa se aprofunda nas consequências das escolhas feitas nas temporadas anteriores, trazendo à tona questões como convivência, intolerância e os limites das relações humanas. A proposta é intensificar o olhar sobre o comportamento coletivo e individual em contextos de pressão.
Durante o encontro, o criador Lucas Paraizo destacou que o público pode esperar uma temporada mais madura, com conflitos que se expandem para além do núcleo central, impactando diretamente a dinâmica entre os personagens. A construção dramática segue apostando em situações reconhecíveis, capazes de gerar identificação e reflexão.
“Eu gosto de trabalhar muito com o audiovisual que seja o reflexo da sociedade e a sociedade é extremamente complexa, nós somos extremamente complexos, não somos apenas uma coisa ou outra coisa. Então, o meu desejo e o da equipe de roteiro é sempre fazer com que os personagens tenham camadas, que você possa olhar pra ele no seu melhor e no seu pior momento, mudar de opinião sobre ele e, de alguma maneira, refletir sobre você também”, afirmou Lucas.
Com uma abordagem ainda mais incisiva, Os Outros reafirma sua força como uma das produções mais relevantes do audiovisual brasileiro recente, ao propor discussões necessárias sobre a sociedade contemporânea e suas contradições.
Foto: divulgação/Globoplay
Entre os destaques desta temporada está o personagem vivido por Lázaro Ramos, que ganha novas camadas ao longo da trama, aprofundando conflitos internos e suas relações com os demais personagens. Sua trajetória evidencia dilemas morais e emocionais que dialogam diretamente com os temas centrais da série.
Já a personagem interpretada por Mariana Lima surge quase apagada durante o primeiro episódio, mas com a promessa de se tornar ainda mais complexa, revelando nuances que ampliam sua presença na narrativa. Ao longo da temporada, sua atuação “se torna peça-chave para o desenvolvimento dos conflitos, trazendo à tona questões sobre poder, convivência e escolhas individuais”, afirma a atriz.
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A colaboração antecipa a aguardada sequência do cinema, O Diabo veste Prada 2, e marca a primeira parceria entre as artistas
As estrelas da música Lady Gaga, detentora de 16 prêmios Grammy e um Emmy, e Doechii, vencedora de dois Grammys, lançaram nesta sexta (10) a música Runway. A faixa, feita especialmente para as pistas de dança, é a primeira música oficialmente revelada da trilha sonora de O Diabo Veste Prada 2, da 20th Century Studios.
O lançamento chega para aquecer o público antes da estreia da aguardadíssima sequência, que chega aos cinemas em 1º de maio. A música já está disponível para os fãs nas plataformas de streaming.
A colaboração já vinha gerando expectativas desde o início da semana, quando foi anunciada e teve um trecho incluído no trailer final do filme. A faixa contou com grandes nomes nos bastidores: foi composta por Bruno Mars, Jaylah Hickmon, Gaga, Andrew Watt, Henry Walter, Dernst “D’Mile” Emile II e Jayda Love, e produzida por Bruno Mars, Andrew Watt, Cirkut e D’Mile.
O dueto marca a primeira parceria de estúdio entre Gaga e Doechii, mas a relação das duas já é construída sobre respeito e admiração mútuos. No ano passado, Doechii foi a responsável por entregar a Gaga o Prêmio Innovator no iHeartRadio Music Awards.
Na ocasião, a rapper chamou a estrela de “uma salva-vidas”, ressaltando o profundo impacto de Gaga em jovens fãs queerao redor do mundo. Em uma entrevista recente à edição britânica da revista Vogue, Gaga retribuiu o carinho enaltecendo o talento da colega: “Não é sempre que se vê alguém surgir com uma caneta que parece imediatamente lendária. Para mim, essa pessoa é a Doechii.”
A nova faixa também celebra o legado da revista fictícia Runway, de O Diabo Veste Prada. Vinte anos após marcar uma geração em 2006, o filme retorna com suas icônicas personagens. Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci reprisam seus papéis como Miranda, Andy, Emily e Nigel, voltando às ruas elegantes de Nova Iorque.
A aguardada sequência conta com a direção de David Frankel e roteiro de Aline Brosh McKenna. A produção é assinada por Wendy Finerman, com produção executiva de Michael Bederman, Karen Rosenfelt e da própria Aline Brosh McKenna.
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Romance une ficção científica, aventura e romance histórico em uma trama que revela disputa entre governos
Com uma ambientação que se estende desde poucos meses antes do início da Segunda Guerra Mundial até a Guerra Fria, Hayley Gelfuso se debruça sobre as consequências do controle da memória coletiva, tocando em temas importantes como a ascensão do nazismo e a importância da preservação das memórias e do passado.
Publicado em mais de 20 países, O Livro das Horas Perdidas chegou às livrarias pela Intrínseca em dois de abril.
Sobre a narrativa
Lizavet é filha de Ezekiel Levy, um dos únicos homens vivos que fabricam relógios que acessam o lugar do tempo – uma dimensão que abriga as memórias de todos que já viveram. As poucas pessoas que possuem esses artefatos têm uma grande missão: proteger e manusear as lembranças de cada pessoa e estocá-las dentro dos milhares de livros do local.
O ano é 1938, pai e filha estão sendo perseguidos pelo governo nazista na Alemanha, e em uma tentativa desesperada, Ezekiel deixa Lizavet no lugar do tempo logo antes de ter sua casa invadida e ser levado. A partir daí, Lisavet cresce presa nesse espaço e passa a conhecer o mundo somente a partir das páginas da biblioteca.
Quando se depara com membros de diversos governos diferentes queimando livros para descartar tópicos que possam ser considerados subversivos, a jovem decide salvar e preservar todos os volumes que conseguir, se colocando na mira de regimes do mundo inteiro.
Quase 20 anos depois, em 1965, Amelia acabou de perder seu tio Ernest, um dos mais talentosos guardiões do tempo dos Estados Unidos. No enterro, ela é confrontada por Moira, uma agente da CIA que pede ajuda para encontrar um livro no lugar do tempo.
Sem saber o que está acontecendo, Amelia é inserida em uma trama confidencial do governo americano e se aproveita disso para buscar respostas sobre a morte bastante misteriosa de seu tio. Aos poucos, ela acaba descobrindo uma ligação de Ernest com Lisavet e segredos de sua própria família.
Unindo duas linhas do tempo distintas, Hayley Gelfuso aborda as consequências dos nossos atos e a importância de se preservar o passado. O Livro das Horas Perdidas chega às livrarias com uma trama surpreendente e repleta de reviravoltas.
Sobre a autora
Foto: divulgação/Angelo Gelfuso e Gelfocus Photography
Hayley Gelfuso é escritora e poeta, além de atuar em organizações sem fins lucrativos voltadas à preservação ambiental. Sua produção literária se destaca pela construção de narrativas que transitam entre o fantástico e o real, explorando elementos mágicos e incomuns sem abrir mão de uma base sólida em referências históricas e científicas.
Em sua escrita, Gelfuso investiga as relações entre natureza, memória e imaginação, criando universos que dialogam com questões contemporâneas enquanto resgatam aspectos do passado. Seu trabalho reflete não apenas um interesse pela ficção especulativa, mas também um compromisso com temas ambientais e sociais, que atravessam tanto sua atuação profissional quanto sua obra literária.
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O ator fala sobre o impacto da dizi e sua conexão com İlsu Demirci – além de se arriscar no português!
Emin Günenç nasceu em 23 de julho de 1994, em Istambul, Turquia, e desde cedo foi encantado pelo mundo dos esportes – queria ser jogador de futebol profissional, mas, após uma lesão, quando tinha aproximadamente 17 anos, se viu em um novo rumo: iniciou os estudos em desenho técnico mecânico na Universidade de Marmara e se descobriu na atuação.
Como artista, estudou no Sadri Alışık Cultural Center, uma importante instituição de artes e educação na Turquia, somando aulas de atuação, dicção e canto. Ele ainda recebeu treinamento de atuação em câmera com a renomada diretora turca Hilal Saral.
Ao longo dos anos, Günenç foi se encontrando no meio artístico e estreou na TV, na dizi Kırmızı Oda (2021), como o personagem Sinan. Em seu currículo, constam também projetos como Kusursuz Kiracı (2022), Üvey Anne (2023) e Aldatmak (2024), mas foi uma dizi específica que trouxe o sucesso internacional: Arafta (tradução livre: No Limbo), de 2025.
Emin em Arafta | Créditos: Instagram/@emingunenc
Em Arafta, Emin Günenç vive o protagonista Ateş Karahan, um personagem intenso e atormentado, preso entre dois mundos e marcado por cicatrizes do passado, enquanto luta para não perder quem ainda pode se tornar. Ao se envolver com Mercan Yıldırım (İlsu Demirci), os dois passam a viver uma história de amor dolorosa, dramática e profundamente marcante.
Em entrevista exclusiva– a primeira para o Brasil –, Emin Günenç comenta sobre o sucesso da dizi: “[Arafta] é um projeto muito especial para mim, porque teve grande repercussão internacional e provou seu sucesso em muitos países. […] O personagem Ateş carrega muitas emoções – vingança, ódio, amor… vários sentimentos intensos ao mesmo tempo.”
Ao longo da conversa, Emin também falou sobre sua brilhante parceria com İlsu Demirci (a Mercan), ambos muito amados pelos brasileiros. Ele comentou que os dois se deram bem muito rápido: antes mesmo de começarem as gravações, já tinham se encontrado para falar sobre os personagens e também sobre o projeto. “Tivemos uma ótima sintonia, e o público também gostou muito disso.”
Créditos: Instagram/@emingunenc e @ilsudemircii
Emin complementa, falando sobre a sintonia em cena com a colega: “Como a minha entrada na série foi baseada na vingança, sendo esse o meu objetivo principal, eu tinha cenas com a İlsu ali, mas o sentimento principal naquele momento era a vingança. Depois disso, quando passamos para as cenas de atração mútua e amor, já estávamos 100% acostumados um com o outro.”
Ainda assim, a entrevista percorreu temas como: o que o ator conhece do Brasil, seus hobbies e um momento icônico de Emin Günenç se arriscando no português. O que será que ele falou?
Você confere tudo isso na entrevista completa:
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