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MEC Livros amplia acesso à leitura e reforça políticas públicas no Brasil

Plataforma gratuita reúne obras clássicas e contemporâneas em biblioteca digital aberta

O consumo de livros avançou no Brasil em 2025 e os dados ajudam a entender por que iniciativas públicas de leitura se tornam cada vez mais estratégicas. De acordo com a pesquisa da Câmara Brasileira do Livro, 18% da população com 18 anos ou mais adquiriu ao menos um livro nos últimos 12 meses, um crescimento de dois pontos percentuais em relação a 2024. Na prática, isso representa cerca de três milhões de novos leitores no período. 

Embora o avanço seja significativo, ele também evidencia um desafio estrutural: o acesso ao livro ainda é desigual no país. Nesse cenário, políticas públicas voltadas à democratização da leitura não apenas acompanham esse crescimento, como podem ser determinantes para ampliá-lo.

É nesse contexto que iniciativas como o MEC Livros ganham relevância, e foi a partir dessa perspectiva que o Clube do Livro do Entretê apurou o funcionamento da plataforma, explorou seu catálogo e analisou seu papel no incentivo à leitura. Mais do que uma biblioteca digital, a iniciativa se revela como uma ferramenta concreta de acesso, formação e incentivo em escala nacional.

O que é o MEC Livros?
Foto: reprodução/Instagram @lulaoficial

A biblioteca digital do Brasil é uma iniciativa do Governo Federal que amplia o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital. A plataforma reúne tanto títulos em domínio público quanto obras contemporâneas licenciadas, formando um acervo que dialoga com diferentes perfis de leitores.

Coordenado pelo Ministério da Educação, o projeto conta com a participação de instituições parceiras do campo do livro, da leitura e da literatura. Seu catálogo é estruturado a partir de critérios que priorizam diversidade literária, cultural e linguística – um ponto central para ampliar não apenas o acesso, mas também a representatividade dentro das leituras disponíveis. 

Segundo o próprio MEC, as obras contemporâneas que ainda não estão em domínio público, passam por um processo de curadoria técnica e contam com autorização dos detentores de direitos autorais. A seleção segue critérios que valorizam a diversidade literária, cultural e linguística, ampliando o alcance e a representatividade do acervo.

Mais do que uma coleção digital, o MEC Livros se posiciona como ferramenta educacional. O acervo inclui obras voltadas ao apoio pedagógico, atendendo estudantes, professores e pesquisadores, especialmente no contexto da educação básica.

O que é possível encontrar na plataforma
Foto: reprodução/Diário do Nordeste

Com mais de 7 mil títulos disponíveis, o catálogo do MEC Livros é pensado para equilibrar formação e fruição. Entre os destaques, estão clássicos da literatura brasileira e internacional, além de uma ampla seleção de obras contemporâneas. Essa variedade se reflete na diversidade de gêneros e autores: o leitor pode transitar entre romances, ensaios e diferentes vertentes literárias – incluindo nomes como Han Kang, laureada com o Prêmio Nobel de Literatura em 2024. A presença de autores contemporâneos amplia o alcance da plataforma e aproxima o acervo de debates atuais.

A experiência de leitura também segue a lógica de bibliotecas tradicionais. Cada obra pode ser acessada por um período de 14 dias, com possibilidade de renovação caso a leitura não seja concluída nesse prazo, sendo que só é possível emprestar um livro por vez. Durante esse tempo, o usuário pode fazer anotações e grifar trechos, o que reforça o uso da plataforma tanto para estudo quanto para leitura por interesse pessoal. Há também um limite de exemplares disponíveis por título e, caso todos estejam emprestados, o usuário pode entrar em uma fila de espera para acessar a obra após a devolução.

Foto: divulgação/Entretetizei
Foto: reprodução/MSN

A leitura acontece diretamente no site, que oferece recursos de personalização, como ajuste de fonte, tamanho do texto e cor de fundo, tornando a experiência mais acessível e adaptável a diferentes perfis de leitores.

Além disso, a organização do conteúdo facilita a navegação e o uso em contextos educacionais. Professores podem utilizar o acervo como suporte em sala de aula, integrando a leitura a práticas pedagógicas mais amplas.

Como acessar o MEC Livros
Foto: reprodução/Clic Camaquã

O acesso ao MEC Livros é público e gratuito. A leitura das obras ocorre diretamente na plataforma digital mediante login com conta gov.br – o que garante integração com outros serviços públicos e maior segurança no uso.

Na prática, isso significa que qualquer pessoa com acesso à internet pode utilizar a biblioteca, sem custos. Em um país onde o preço do livro ainda é um fator limitante para grande parte da população, essa característica é central para o alcance da iniciativa.

Por dentro da plataforma do MEC Livros
Foto: divulgação/Entretetizei

O Clube do Livro do Entretê também navegou pela plataforma para entender, na prática, como funciona a experiência do usuário, e o resultado é consistente com a proposta de democratização.

Um dos pontos mais evidentes é a variedade do acervo. Há uma preocupação clara em contemplar diferentes públicos, incluindo literatura infantil – como Amoras (2018), do Emicida – e obras voltadas à comunidade LGBTQIAP+ – como Enquanto Eu Não Te Encontro (2021), do brasileiro Pedro Rhuas –, o que reforça o compromisso com diversidade e representatividade.

A navegação é intuitiva e de fácil compreensão, o que torna o uso acessível para diferentes faixas etárias, inclusive para quem não tem familiaridade com plataformas digitais. O acervo é organizado em seções como Em Alta, Best-sellers e Autores Clássicos Brasileiros, além de permitir a exploração por categorias – com indicação da quantidade de títulos disponíveis em cada uma.

Foto: divulgação/Entretetizei
Foto: divulgação/Entretetizei

Outro destaque é a personalização da experiência. A aba Minha Estante reúne os livros em leitura, já lidos, favoritos e títulos salvos, enquanto o espaço Meu Progresso apresenta métricas como livros concluídos, tempo de leitura, páginas lidas e dias seguidos de acesso. Esses recursos aproximam a plataforma de aplicativos de leitura já consolidados, incentivando a continuidade do hábito.

Apesar dos pontos positivos, a experiência não é isenta de falhas. Durante a navegação, o Clube do Livro do Entretê identificou algumas limitações na plataforma, especialmente na versão via navegador. O botão de grifar, por exemplo, não está disponível nesse formato, o que restringe parte das funcionalidades de leitura ativa. Também há certa dificuldade no processo de devolução dos livros, que não é tão intuitivo quanto o restante da navegação. Além disso, a barra de pesquisa não exibe todos os títulos do acervo, o que pode dificultar a localização de obras específicas. Ainda que não comprometam o uso geral, esses pontos indicam ajustes necessários para aprimorar a experiência do usuário.

Por que iniciativas como essa importam?
Foto: reprodução/Instagram @lulaoficial

O crescimento no consumo de livros no Brasil não acontece de forma isolada. Ele está diretamente ligado a fatores como renda, escolaridade e acesso – e é justamente nesse ponto que políticas públicas fazem diferença.

Historicamente, o acesso à literatura em sua totalidade esteve concentrado em uma parcela mais privilegiada da população. O custo dos livros, a distribuição desigual e a ausência de equipamentos culturais em diversas regiões contribuíram para transformar a leitura em um hábito, muitas vezes, associado a uma elite.

Projetos como o MEC Livros atuam diretamente na tentativa de reverter esse cenário. Ao oferecer um acervo gratuito, digital e diverso, a iniciativa reduz barreiras e amplia o contato com a leitura em contextos onde ele antes era limitado ou inexistente.

Além disso, o impacto vai além do hábito de leitura. O acesso ao livro está associado ao desenvolvimento do pensamento crítico, à ampliação de repertório cultural e ao fortalecimento da educação como um todo.

Ao conectar tecnologia, educação e cultura, o MEC Livros se insere em uma estratégia mais ampla de formação de leitores. Em um país que ainda enfrenta desafios para consolidar esse hábito, iniciativas como essa não são apenas complementares, são fundamentais para transformar o acesso à leitura em um direito efetivo.

Você já fez alguma leitura pelo MEC Livros? Conta pra gente a sua experiência através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

 

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Cinema Notícias

Marisa Monte grava faixa exclusiva para Velhos Bandidos

Interpretação da faixa What a Wonderful World integra trilha sonora do filme dirigido por Claudio Torres

A cantora e compositora Marisa Monte é responsável por um dos momentos mais marcantes de Velhos Bandidos, filme que já está em cartaz nos cinemas de todo o país, ao gravar uma versão de What a Wonderful World, clássico eternizado por Louis Armstrong especialmente para a produção.

A faixa, que ganhou novos arranjos assinados pelo maestro Carlos Trilha responsável pelos arranjos e supervisão musical da comédia , harpeja em uma das cenas mais emblemáticas do longa, logo no momento em que o quarteto de protagonistas visualiza a execução de um ousado assalto a banco.

Velhos Bandidos
Foto: divulgação/Paris Filmes

Dirigido por Claudio Torres, Velhos Bandidos apresenta a história do casal Marta (Fernanda Montenegro) e Rodolfo (Ary Fontoura), que decide colocar em prática um ambicioso plano de assalto. Para isso, eles se unem aos personagens Nancy (Bruna Marquezine) e Sid (Vladimir Brichta).

Com um elenco de peso, o filme ainda conta com participações especiais, como Lázaro Ramos, Reginaldo Faria, Vera Fischer, Tony Tornado e Nathalia Timberg, entre outros. 

Velhos Bandidos
Foto: reprodução/Paris Filmes

Já em exibição nos cinemas, Velhos Bandidos combina humor, ação e um toque de nostalgia reforçado pela participação especial da musicista Marisa Monte na trilha sonora. Confira abaixo o trailer do longa!

O que achou da participação especial nessa trilha sonora? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: House Tour: Sabrina Carpenter lança novo videoclipe

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cinema Cultura turca Notícias Sem categoria

Atrizes de A Agência se reencontram em novo projeto

Famosas por atuarem juntas em A Agência, Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder voltam a contracenar em novo filme

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder, dupla que conquistou o carinho do público de A Agência (Menajerimi Ara, 2020) pela química na contracenação, se reencontram seis anos depois em um novo projeto.

Desta vez, as atrizes conhecidas pelos papéis de Dicle e Feris na comédia da Star TV mergulham em uma história de drama, com uma narrativa sobre as verdades ocultas por trás do silêncio. 

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder em A Agência
Foto: reprodução/Dizilah

Sükût (tradução livre: Silêncio), inicialmente criado para ser um projeto de conclusão de curso de um diretor de apenas 23 anos, conquistou uma equipe engajada e uma crença coletiva. O time decidiu transformar o TCC de Serhan Erbaş em um filme, com atuações marcantes e uma história que promete impressionar os telespectadores.

O elenco ainda conta com nomes como Enes Aydın, Orhan Öztokat, Zeynep Deniz Kayışdağ, Derya Kandil e Defne Saatçi. Já a premiada Merve Dizdar, que atuou em Kral Kaybederse (2025), participa da produção como atriz convidada.

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder celebram reencontro 

Na nova edição da revista HELLO! Türkiye, as duas protagonistas compartilham a emoção de trabalharem juntas novamente após tanto tempo. Canan relembrou a parceria com a colega, dizendo que desde A Agência, em 2020, as duas cultivam uma relação de mãe e filha. 

Ahsen Eroğlu e Canan Ergüder na leitura do roteiro do novo projeto
Foto: reprodução/Instagram @thesilenceshortfilm

“Anos depois, mostramos uma relação de mãe e filha mais melancólica. Eu sempre atuaria com Ahsen. O espírito transparente dela é o melhor presente que posso encontrar em uma parceira de cena”, afirmou a atriz.

Ahsen Eroğlu também destacou a conexão entre as duas. “Com certeza sentimos muita falta de atuar juntas. Eu já admirava a Canan tanto como atriz quanto pela pessoa que ela é, e poder compartilhar essa experiência novamente, agora com uma personagem diferente, foi algo extraordinário para mim”, declarou.

O que você acha que podemos esperar desse reencontro? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Novelas turcas: Yargı e A Agência chegam com exclusividade na TV brasileira

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Livros Notícias

O livro Sozinha, de Keka Reis, será adaptado para o cinema

Romance será levado às telas em produção nacional que aposta na força emocional da narrativa sobre luto, culpa e amadurecimento

O diálogo com a literatura contemporânea no cinema brasileiro segue crescendo e, desta vez, o romance juvenil Sozinha (2022), da escritora Keka Reis, será adaptado para as telas. O projeto promete transformar uma história íntima em uma experiência coletiva e sensível no audiovisual.

Um dos pontos chaves nessa adaptação será a participação da autora, que trabalhará diretamente com o roteiro ao lado de Mirtes Santana, o que reforça a intenção de preservar a essência da obra original. 

Keka Reis
Foto: reprodução/Tribuna de Minas
Uma história sobre culpa, perda e crescimento

Publicado originalmente para o público jovem em 2022, Sozinha acompanha a história de Rosa, uma adolescente de 15 anos marcada por uma relação intensa e conflituosa com sua mãe, Julieta

Quando Julieta morre repentinamente após um aneurisma, a narrativa ganha contornos dramáticos e muda completamente o rumo da vida da protagonista. O peso emocional ainda é intensificado quando percebemos que, pouco antes da morte de sua mãe, durante uma discussão, Rosa havia desejado que ela morresse.

A partir desse ponto, a obra mergulha no luto, na culpa e no amadurecimento precoce da personagem, construindo uma jornada emocional que dialoga diretamente com experiências reais de muitos jovens leitores.

livro Sozinha
Foto: divulgação/Gutenberg

Sozinha chega aos cinemas como uma oportunidade de transformar uma dor individual em uma experiência coletiva. Ao levar para as telas uma história com o peso emocional da trama de Keka Reis, o filme tem potencial para, além de emocionar, provocar reflexões profundas sobre relações familiares e crescimento pessoal.

O projeto está em fase de desenvolvimento e a produção ficará por conta das empresas +Galeria e Chatrone, nomes já atuantes no mercado audiovisual.

Você já leu a obra de Keka Reis? Compartilhe com a gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Resenha | Patinando no Amor aposta em romance e reencontros

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cinema Notícias

5 filmes de casamento para assistir em preparação para O Drama

O novo filme estrelado por Zendaya e Robert Pattinson chega aos cinemas do Brasil em 9 de abril

O Drama é o novo longa-metragem da A24 que estreia nos cinemas brasileiros dia 9 de abril. Com Zendaya e Robert Pattinson como protagonistas, o filme chama bastante atenção online mesmo antes de sua estreia oficial, e não é só por essa combinação de atores principais.

A história que, à primeira vista, pode parecer uma comédia romântica contém reviravoltas que estão deixando os fãs ansiosos, muitos fugindo dos possíveis spoilers desde que começaram as sessões especiais, uma semana antes do lançamento oficial do filme no Brasil. 

Escrito e dirigido por Kristoffer Borgli, O Drama conta a história do casal Emma (Zendaya) e Charlie (Robert Pattinson) que tem seu relacionamento feliz abalado por um segredo chocante às vésperas de se casarem. 

O que você faria se descobrisse, logo antes do seu casamento, a pior coisa que a pessoa com quem você vai se casar já fez? 

Assista ao trailer de O Drama

Por isso, nesse clima de romance (talvez) e muito drama (garantido!), o Entretê trouxe uma lista de 5 filmes sobre casamento para você assistir, ou reassistir, enquanto espera a estreia de O Drama. Confira: 

Noivas em Guerra
Foto: reprodução/Netflix

Emma (Anne Hathaway) e Liv (Kate Hudson) são melhores amigas que compartilham o sonho de casar no Plaza Hotel. Mas a amizade inseparável é colocada à prova quando, sem querer, elas marcam seus casamentos na mesma data e no mesmo local. Quando nenhuma quer ceder, elas passam a fazer de tudo para sabotar a cerimônia uma da outra. 

Apesar da comédia romântica acompanhar essa grande briga entre amigas enquanto duas cerimônias de casamento são planejadas ao mesmo tempo, o filme é uma verdadeira lição sobre a importância da amizade e do amor platônico, porque uma alma gêmea não precisa estar sempre em um par romântico. 

O filme está disponível no Disney+.

Mamma Mia!
Foto: reprodução/Prime Video

A noiva Sophie (Amanda Seyfried) não sabe quem é seu pai. E, na esperança de finalmente conhecê-lo, ela convida três ex-namorados de sua mãe Donna (Meryl Streep) para sua cerimônia de casamento em uma ilha grega paradisíaca. 

Em uma comédia musical com músicas da banda ABBA, esse clássico do cinema conta com outros grandes nomes como Pierce Brosnan, Colin Firth, Stellan Skarsgård, Christine Baranski e Julie Walter em seu elenco. 

O musical pode ser encontrado na Netflix.

O Casamento do Meu Melhor Amigo
Foto: reprodução/Sony Pictures

Julianne (Julia Roberts) e Michael (Dermot Mulroney), ex-namorados e melhores amigos, têm um combinado de se casarem se ambos continuarem solteiros até os 28 anos. Às vésperas da fatídica data, Michael anuncia que está prestes a se casar com outra. Julianne se descobre apaixonada por Michael e aceita o convite para ser madrinha, mas com a intenção de reconquistar o noivo antes do casamento acontecer. 

Esse é um clássico das comédias românticas queridinho de muitos. A obra de 1997 recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Trilha Sonora e teve sua sequência confirmada no ano passado, com o roteiro em desenvolvimento nas mãos de Celine Song, indicada ao Oscar por Vidas Passadas (2023) e escritora/diretora de Amores Materialistas (2025). 

O filme está disponível para aluguel no Youtube e Prime Video.

O Diário da Princesa 2: Casamento Real 
Foto: reprodução/Disney Plus

Nessa sequência do famoso O Diário da Princesa, Mia (Anne Hathaway) volta para Genovia após formar-se em Princeton. Quando chega, a avó de Mia informa à neta que, para se tornar rainha, ela precisa estar casada no prazo de 30 dias. 

Dividida entre amor e dever, Mia passa a ter sentimentos conflituosos sobre o homem que poderia estar tentando roubar sua coroa enquanto também reflete sobre suas obrigações reais e o quão justas elas realmente são. 

A história pode ser assistida no Disney+.

Quatro Casamentos e um Funeral
Foto: reprodução/Netflix

No casamento de um amigo, Charles (Hugh Grant), conhecido por sua dificuldade em assumir relacionamentos, conhece Carrie (Andie MacDowell) e se apaixona. Porém, logo em seguida ela retorna aos Estados Unidos acabando com as esperanças de Charles e deixando uma situação entre eles que só será esclarecida outros três casamentos e um funeral depois. 

A comédia romântica de 1994 é mais um clássico do gênero e levou quatro Prêmios BAFTA de Cinema em 1995, sendo eles Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção e Melhor Filme. 

O título está disponível para aluguel no Prime Video.

Ansioso(a) para O Drama? É fã de algum dos filmes da lista? Conta para a gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade no mundo do entretenimento e da cultura! 

 

Leia também: O Diabo Veste Prada 2: tudo sobre o filme do ano 

 

Texto revisado por Luana Chicol

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Livros Notícias

Rising Thunder é o primeiro livro da nova trilogia First Blades, prequel de O Ceifador

Novo livro expande universo de Arc of a Scythe e revela origem do mundo sem morte

O universo distópico de Neal Shusterman está prestes a ganhar uma nova expansão. Rising Thunder inaugura a trilogia prelúdio First Blades e promete responder uma das maiores perguntas da saga: como a humanidade chegou ao ponto de vencer a morte… e a que custo?

A origem do Thunderhead e dos primeiros ceifadores
Rising Thunder
Foto: reprodução/OlivatoBooks

Diferente da trilogia original, Rising Thunder voltará no tempo para mostrar o nascimento do Thunderhead, a inteligência artificial que governa o mundo, e a formação dos primeiros Scythes. Segundo informações já divulgadas, a narrativa acompanha um momento instável da humanidade, quando a morte começa a se tornar opcional e os sistemas entram em colapso diante dessa nova realidade.

A trama também apresenta um grupo de adolescentes que se conectam por meio de um chat online, sem saber que suas decisões terão impacto direto no futuro da civilização. Em contraste marcante com a autoridade quase mítica que os ceifadores possuem na trilogia original, esses jovens estão ligados à criação do próprio Scythedom, sugerindo que os primeiros ceifadores surgiram de interações digitais.

Um universo em expansão
Editora Seguinte
Foto: divulgação/Editora Seguinte

Além de aprofundar o passado, o livro também deve ampliar a mitologia da saga, incluindo detalhes inéditos sobre personagens históricos que inspiraram os primeiros ceifadores e revelações aguardadas pelos fãs. 

Outro ponto importante é o conflito entre IAs rivais, em que cada uma possui sua própria visão de como salvar a humanidade. 

A obra é a primeira de três que foram planejadas e surge em um momento de renovado interesse pela franquia, que também tem uma adaptação audiovisual em desenvolvimento.

O lançamento da edição em inglês está previsto para 1º de dezembro deste ano. No Brasil, os livros de Neal Shusterman são publicados pela Editora Seguinte, mas ainda não há uma data de publicação confirmada para a versão traduzida.

O que vocês acharam da novidade? Compartilhe com a gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Para Todos os Garotos que Já Amei ganhará uma nova edição

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Crítica Entretenimento Novelas

Crítica | Novelinha vertical Loquinha entrega mais profundidade ao casal

Protagonizada pelo casal sáfico de Três Graças, Loquinha entrega temáticas muito pedidas pelos fãs, mas outras que ninguém imaginava

[Contém spoiler]

O sucesso do casal Loquinha foi tão grande que seu universo extrapolou a telona da televisão e acabou ganhando sua novelinha vertical nas redes sociais da TV Globo no dia seis de abril. A produção conta com 25 episódios de aproximadamente três minutos, mas conseguiu entregar tudo o que os fãs sempre pediram nas redes sociais.

A trama da produção vertical não é inteiramente atrelada aos acontecimentos da novela, ainda que as personagens sejam as mesmas e algumas linhas acabam se cruzando – como o desenvolvimento do drama que envolveu o aluguel do apartamento do casal Loquinha até brigas do casal, sendo que na novela assistimos apenas o final feliz.

Foto: divulgação/TV Globo

O casal sáfico da novela das nove da TV Globo tem uma linda história de amor para ser mostrada em alguns capítulos verticais dedicados apenas a essa alegria, mas como toda boa história, precisamos de uma boa vilã e Lucélia cumpriu muito bem esse papel. A personagem tenta com todos os seus recursos acabar com o relacionamento de Lorena e Juquinha, aparentemente em troca de dinheiro, mas a grande reviravolta da trama é a descoberta de diários que confessam o amor secreto e obsessivo dela pela herdeira de Santiago Ferette.

Outro ponto que não é muito visto na novela da Globo é a amizade de Lorena e Juquinha com Maggye. A personagem está presente nas conquistas e tristezas do casal de uma forma natural, já que, pelo que sabemos da produção longa, a filha de Kasper e João Rubens conhece o casal desde muito antes de todos os acontecimentos. Além disso, Maggye é muito bem desenvolvida dentro de toda a história. Ela não é deixada de lado apenas como uma mera figurante, mas faz parte da vida do casal e também tem influência nas descobertas que mudaram a trajetória de toda a narrativa.

Foto: divulgação/TV Globo

A novelinha conta com todos os clichês que possamos imaginar – desde uma viagem que parece separar o casal até um carro de som com uma declaração de amor –, mas também mostra que até a relação mais linda pode ter seus problemas. Diante das tentativas de Lucélia e Macedo de acabar com o relacionamento das protagonistas, o relacionamento de Lorena e Juquinha é estremecido e conhecemos uma nova face das duas: o ciúmes e a desconfiança.

O grande pivô desses sentimentos é Teca, uma ex de Juquinha determinada a conseguir reconquistar sua amada. Para isso, ela se junta a Lucélia, inventando mentiras e até sequestrando Bóris, o amado gato de Juquinha. Isso é feito de uma maneira muito natural, apesar de serem armações. A motivação de Teca é compreensível: ela quer sua ex de volta.

A linguagem da novelinha é própria para redes sociais, tudo ocorre de forma muito rápida e dinâmica, o que acaba trazendo seu lado negativo: a falta de profundidade de alguns temas. A resolução de alguns conflitos acaba parecendo apenas uma decisão fácil e não um verdadeiro entendimento. Entretanto, quando tudo é esclarecido fica mais fácil entender o ponto de vista das personagens e o grande carisma das atrizes que protagonizam a trama, Alanis Guillen e Gabriela Medvedovsky.

Foto: divulgação/TV Globo

Loquinha é um passo importante na comunidade LGBTQIAP+, pois trata com naturalidade o drama de um casal de duas mulheres, assim como vimos acontecer por anos com casais heteronormativos. Além disso, é um importante passo para a emissora na popularização das suas novelinhas verticais, espalhando esse tipo de conteúdo para o público que costuma consumir apenas conteúdos de longa duração.

Infelizmente, um casal importado de uma novela regular da TV Globo não pode mudar o consumo rápido que é pedido em um produto para redes sociais, mas definitivamente pode trazer uma luz ao gênero. A produção e o roteiro conseguiram se manter no mesmo nível que é visto no novelão, mesmo com o corte de tempo e formato. Com certeza a novelinha vale tudo que foi esperado pelos fãs ao redor do mundo nas redes sociais.

Quer descobrir o que vai acontecer com o casal na novela agora? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Exclusiva | Novela Vertical Loquinha estreia nas redes sociais com participação de Daphne Bozaski

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura asiática Música Notícias

15 letras do BTS que provam que as músicas do grupo são pura poesia

Do hip-hop poderoso às baladas que mexem com o coração, o BTS sempre equilibrou intensidade sonora com letras que ficam na alma

Com o lançamento do novo álbum Arirang, o BTS mostra mais uma vez sua versatilidade: de um lado, músicas de hip-hop com instrumentais poderosos e cheios de atitude; do outro, uma segunda parte com faixas mais sensíveis, guiadas por letras que tocam a alma. E isso não é novidade para quem acompanha o grupo.

Ao longo da carreira, o grupo construiu uma reputação por misturar narrativas introspectivas com imagens poéticas marcantes, transformando músicas sobre juventude, amor e incertezas em trechos que ficam na cabeça muito depois que a música acaba.

Da ambição inquieta de Tomorrow até a saudade dolorida de Spring Day, a discografia do BTS está cheia de momentos que parecem poesia musicada.

Agora que esse novo capítulo já começou, reunimos 15 letras poéticas dos comebacks do grupo que valem a pena revisitar (e sentir tudo de novo):

Skool Luv Affair – Tomorrow

“해 뜨기 전 새벽이 가장 어두우니까 / 먼 훗날에 넌 지금의 널 절대 잊지 마 / 지금 네가 어디 서 있든 잠시 쉬어가는 것일 뿐 / 포기하지 마, 알잖아 / 너무 멀어지지 마, tomorrow”

“Porque a madrugada, pouco antes do sol nascer, é a mais escura / Mesmo num futuro distante, não se esqueça de quem você é agora / Onde quer que você esteja neste momento, isso é apenas uma pausa / Não desista, você sabe / Não se afaste demais do amanhã.”

Em Tomorrow, o BTS entrega uma mensagem de esperança que acolhe quem está perdido no presente, lembrando que as dificuldades não são o fim, apenas uma pausa no caminho até dias melhores.

Dark&Wild – Let Me Know

“사랑은 벚꽃처럼 피었다 지고 / 결국엔 재처럼 흩어져”

“O amor floresce como as cerejeiras, mas acaba caindo / No fim, se espalha como cinzas.”

Let Me Know utiliza a beleza efêmera das flores de cerejeira para ilustrar como o amor pode ser vibrante e cheio de vida, mas inevitavelmente termina em destruição, deixando apenas vazio onde antes havia paixão.

The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1 – Whalien 52

“넓은 바다 한가운데 한 마리 고래가 / 아무리 소리쳐도 닿지 않는 목소리”

“No meio desse vasto oceano, uma baleia / Não importa o quanto grite, sua voz não alcança ninguém.”

Whalien 52 se inspira na história real da baleia mais solitária do mundo para capturar a profunda sensação de isolamento de não ser ouvido, transformando solidão em uma metáfora tão dolorosa quanto poética.

The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 2 – RUN

“넌 나의 태양, 하나뿐인 태양 / 나는 너를 위해 피었지만 너로 인해 타들어가”

“Você é meu Sol, o único no meu mundo / Eu floresço por você, mas acabo queimando por sua causa.”

RUN retrata um amor onde o narrador reconhece a outra pessoa como sua única razão de existir, mas também como a fonte de sua própria destruição lenta, permanecendo preso a esse sentimento mesmo enquanto se consome.

The Most Beautiful Moment in Life: Young Forever – EPILOGUE : Young Forever

“텅 빈 무대 위에 남아 / 오래 가지 못할 이 여운을 붙잡고 / 이 공허함이 두려워”

“Eu permaneço em um palco vazio / Tentando segurar esse eco que não vai durar / Com medo desse vazio.”

Young Forever confronta o terror do sucesso passageiro e o silêncio que vem depois dos aplausos, capturando a ansiedade sufocante de saber que até os momentos mais grandiosos inevitavelmente chegam ao fim.

WINGS – Awake

“Maybe I, I can never fly / 저 꽃잎들처럼 날아가지 못해 / 그래도 손을 뻗고 싶어”

“Talvez eu nunca consiga voar / Não posso voar como aquelas pétalas / Mas ainda quero estender a mão.”

Awake é uma aceitação agridoce das próprias limitações, em que o narrador reconhece que talvez nunca alcance o mesmo voo que os outros, mas ainda assim se recusa a desistir, escolhendo continuar tentando.

YOU NEVER WALK ALONE – Spring Day

“이 겨울이 끝나면 / 다시 봄날이 올 때까지 / 꽃 피울 때까지 / 그곳에 좀 더 머물러줘”

“Quando este inverno passar / Até que a primavera volte / Até que as flores floresçam / Por favor, fique aí só mais um pouco.”

Spring Day é uma obra-prima poética sobre saudade e luto, entrelaçando imagens de um inverno interminável e da espera pela primavera para expressar o desejo desesperado de reencontro, enquanto implora para que a memória de quem partiu permaneça mais um pouco.

LOVE YOURSELF 承 ‘Her’ – Outro: Her

“난 헷갈려, 대체 내가 누구인지 / 널 만난 후 내가 책이 된 건지 / 넌 내 페이지를 넘긴 건지”

“Estou confuso, quem eu realmente sou? / Depois de te conhecer, será que me tornei um livro? / Ou foi você que virou minhas páginas?”

Outro: Her captura a confusão de identidade dentro do amor, questionando se a outra pessoa realmente enxerga quem você é ou apenas reescreve sua história ao virar suas páginas.

LOVE YOURSELF 承 ‘Her’ – Sea

“바다는 다시 사막이 되고 / 사막은 다시 바다가 돼 / 희망이란 건 원래 없던 건지도 몰라” 

“O oceano se torna deserto novamente / E o deserto volta a ser oceano / Talvez a esperança nunca tenha existido.”

Sea revela a dualidade entre sonho e realidade ao tratar abundância e vazio como paisagens intercambiáveis, sugerindo que sucesso e fracasso são apenas diferentes faces de uma mesma jornada exaustiva chamada vida.

LOVE YOURSELF 轉 ‘Tear’ – 134340

“이젠 이름도 없어진 별의 남은 의미는 뭘까 / 난 아직도 널 맴돌고 변한 건 없는데”

“O que resta de significado para uma estrela que até perdeu o nome? / Eu ainda orbito você, e nada mudou.”

134340 reimagina uma relação partindo da metáfora da reclassificação de Plutão, capturando a devoção dolorosa de continuar orbitando alguém que já deixou de te reconhecer.

LOVE YOURSELF 轉 ‘Tear’ – FAKE LOVE

“이뤄질 수 없는 꿈속에서 / 피울 수 없는 꽃을 키웠어”

“Em um sonho que não pode se tornar realidade / Eu cultivei uma flor que nunca poderia florescer.”

FAKE LOVE explora o colapso de um relacionamento construído sobre ilusões, quando o narrador percebe que seu amor nasceu em uma fantasia impossível, restando apenas o luto por algo que nunca teve chance de existir.

LOVE YOURSELF 結 ‘Answer’ – Trivia 承: Love

“넌 내 모든 모서릴 지우고 / 나를 사랑, 사랑, 사랑으로 만들어”

“Você apaga todos os meus cantos / E me transforma em amor, amor, amor.”

Trivia 承: Love retrata o amor como uma força transformadora capaz de suavizar imperfeições e reconstruir a identidade, enquanto brinca com o jogo de palavras entre saram (pessoa) e sarang (amor), sugerindo que é o amor que nos torna plenamente humanos.

MAP OF THE SOUL: 7 – Moon

“너는 나의 지구 / 나는 너의 달 / 넌 내게 전부야”

“Você é a minha Terra / Eu sou a sua Lua / Você é tudo para mim.”

Moon funciona como uma carta de amor dedicada aos fãs, na qual o narrador se coloca como a Lua que existe apenas para refletir a luz de sua Terra, encontrando propósito ao girar em torno de quem dá sentido à sua existência.

BE – Blue & Grey

“내겐 확신이란 건 없나 봐 / 색이란 말은 부끄러워 / 회색빛 세상이 더 편해”

“Acho que não existe algo como convicção para mim / Palavras como ‘cor’ me constrangem / O mundo cinza é mais confortável.”

Blue & Grey captura a anestesia emocional da depressão, em que a ausência de cor se torna um refúgio seguro, diluindo a identidade em tons neutros para evitar a dor de sentir intensamente.

BE – Life Goes On

“어느 날 세상이 멈췄어 / 아무런 예고도 하나 없이 / 봄은 기다림을 몰라서 / 제때에 와버렸어”

“Um dia, o mundo parou / Sem qualquer aviso / A primavera não sabe esperar / E chegou no seu tempo.”

Life Goes On traduz a desorientação surreal de um mundo interrompido abruptamente, contrastando a continuidade indiferente da natureza com a vulnerabilidade humana diante de mudanças que não podem ser controladas.

Quais dessas músicas é a sua favorita? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Zendaya leva tradição de casamento em divulgação de The Drama

A atriz aposta em sequência de figurinos conectados e usa a moda para acompanhar a narrativa do filme fora das telas

Na campanha de divulgação de The Drama, Zendaya adotou uma estratégia estética que acompanhou diretamente o tema do filme. Ao lado de Robert Pattinson, a atriz apareceu em diferentes premieres com looks organizados a partir de uma tradição ligada ao universo do casamento. A escolha funcionou como uma narrativa visual paralela à história do longa.

A referência vem do ditado “something old, something new, something borrowed, something blue”, associado à ideia de sorte para noivas. A tradição, de origem britânica, propõe a presença desses quatro elementos no dia do casamento e atravessa o tempo como um código simbólico. No contexto do filme, que acompanha um casal prestes a se casar em meio a tensões, esse repertório visual reforça o conflito central da história.

Foto: reprodução/People Magazine

O “algo antigo” apareceu na première de Los Angeles, quando a atriz reutilizou um vestido branco da Vivienne Westwood usado originalmente no Oscar de 2015, retomando uma peça já associada à sua trajetória. 

Foto: Cyril Pecquenard/Getty Images

O “algo novo” surgiu em Paris com um vestido sob medida da Louis Vuitton, desenvolvido especialmente para a ocasião, mantendo a referência ao universo nupcial. 

Foto: Daniele Venturelli/WireImage; Pascal Le Segretain/Getty

O “algo emprestado” foi apresentado em Roma e é um dos pontos mais literais da proposta, já que Zendaya usou um vestido da Armani Privé que pertenceu a Cate Blanchett, peça já utilizada pela atriz em outras ocasiões. A escolha reforça a ideia de continuidade e também dialoga com uma prática recente da moda, que valoriza o reuso e a circulação de peças entre diferentes momentos e pessoas. 

Foto: Dia Dipasupil/Getty Images

O ciclo se encerra com o “algo azul”, apresentado em Nova York com um vestido de alta-costura da Schiaparelli, combinado a joias de safira da Tiffany & Co. O look finaliza a sequência e sintetiza a proposta construída ao longo da divulgação, mantendo a coerência entre os elementos da tradição e a estética adotada.

A estratégia faz parte do chamado method dressing, prática em que atores incorporam elementos do universo do filme em suas escolhas de estilo durante a divulgação. Zendaya é uma das principais referências atuais desse movimento, frequentemente ao lado do stylist Law Roach

 A atriz já vem usando esse recurso de forma recorrente, como na campanha de Duna, quando apostou em referências futuristas alinhadas ao cenário do filme, e Challengers, que incorporou elementos do universo do tênis nos figurinos da divulgação. 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cinema Notícias

Prequel de A Hora Mal com a Tia Gladys entra em produção

A Hora do Mal deve ganhar prequel focado em sua vilã mais perturbadora

O terror contemporâneo continua apostando em universos expandidos. Franquias, como Invocação do Mal, mostraram ao longo dos últimos anos como histórias derivadas podem não apenas inserir mais informações a respeito daquele universo, mas também fortalecer o interesse do público. 

A Hora do Mal (Weapons), filme aclamado de 2025, seguirá o mesmo caminho, transformando um sucesso em uma possível franquia. O novo filme, intitulado Gladys, promete mergulhar ainda mais fundo no lado mais sombrio da história e ser centrado na enigmática Tia Gladys, a personagem que rapidamente se tornou o grande destaque da narrativa e não volta às telas por acaso.

A atriz Amy Madigan, intérprete de Gladys, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e levou o primeiro prêmio da noite. Ao receber a estatueta, a atriz deu uma risada icônica e celebrou seu primeiro Oscar com um discurso sincero e bem-humorado.

Do sucesso ao universo expandido: quem é Gladys?
A Hora do Mal
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

A Hora do Mal conquistou público e crítica ao apresentar uma trama inquietante sobre o desaparecimento misterioso de crianças em uma pequena cidade – um fenômeno que rapidamente se transforma em um pesadelo coletivo. Arrecadando cerca de US$270 milhões mundialmente, logo se consolidou como um dos grandes sucessos do gênero.

Em entrevista à CNN, a atriz Amy Madigan falou sobre sua personagem: “Esta é uma mulher que sabe o que tem que fazer e o faz. Agora, é verdade, alguns de seus métodos podem ser um pouco incomuns. Mas ela tem isso, e acho que todas as mulheres em nosso negócio deveriam ter mais essa confiança, inclusive eu. Então, se eu puder levar isso dessa experiência, direi que é uma vitória para a tia Gladys e para mim.”

No longa original, Tia Gladys aparece como uma presença cercada de mistério e associada a eventos terríveis envolvendo o desaparecimento das crianças. Mas para quem teve a oportunidade de assistir ao filme, muitas perguntas ficaram sem respostas. 

Apesar da construção narrativa magnífica e de um final surpreendentemente perturbador, o espectador ainda sai com aquela pequena sensação de não ter compreendido a origem do mal. Então, a proposta do novo filme é justamente explorar aquilo que ficou fora da tela: sua origem, suas motivações e a raiz do mal que envolve sua personagem.

Segundo informações do alô alô Bahia, parte dessa história já existia durante a produção do filme original, mas acabou cortada da versão final por questões de duração, o que indica que esse universo sempre teve potencial para expansão.

Tia Gladys
Foto: reprodução/Maquiagem no Cinema

A prequel deve contar novamente com Zach Cregger, diretor do longa original, que assina o roteiro ao lado de Zach Shields. Ainda não há confirmação oficial sobre o elenco ou início das filmagens, mas o envolvimento da equipe criativa original sugere uma continuidade estética e narrativa, mantendo a identidade do projeto.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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