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KIIRAS anuncia 1º fan concert para celebrar aniversário de debut

Girl group da quinta geração sobe ao palco em Seul no fim de maio, impulsionado pelo comeback com o single álbum TA TA

O KIIRAS realizará seu primeiro fan concert para comemorar o primeiro aniversário de debut. O evento, intitulado 2026 KIIRAS 1ST FAN CONCERT <WE GO TA-TA>, acontece no dia 30 de maio, no H-STAGE, em Hongdae, Seul, prometendo proporcionar aos fãs uma experiência especial e repleta de momentos inéditos.

Realizado apenas um ano após a estreia do grupo, o fan concert marca o primeiro evento solo voltado exclusivamente para os fãs e simboliza uma nova etapa na trajetória do KIIRAS. O show deve destacar o crescimento musical e performático das integrantes ao longo do último ano, além de reforçar a conexão construída com o público desde o debut.

O título do evento, WE GO TA-TA, foi inspirado na nova faixa do grupo, TA TA, lançada em 6 de maio. A escolha faz referência à energia positiva característica do KIIRAS e à ambição das integrantes de alcançar palcos ainda maiores. O concerto acontece logo após o lançamento do segundo single álbum do grupo, tornando o evento uma extensão da atmosfera de comeback compartilhada entre artistas e fãs.

KIIRAS
Foto: reprodução/ on pop life

Durante o fan concert, o KIIRAS apresentará músicas lançadas desde o debut, além de faixas favoritas dos fãs, performances especiais e conteúdos preparados exclusivamente para a ocasião. As integrantes também participaram ativamente do planejamento do evento, colaborando na construção da experiência que será apresentada no palco.

Com vocais ao vivo, apresentações refinadas e momentos interativos pensados para aproximar ainda mais o grupo do público, o KIIRAS pretende transformar a noite em uma celebração memorável do primeiro ano de carreira.

Os ingressos para o 2026 KIIRAS 1ST FAN CONCERT <WE GO TA-TA> já estão disponíveis pela Ticketlink.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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A coelhinha Mei Mei, primeiro livro de Laufey, já está disponível no Brasil

Obra infantil da cantora vencedora do Grammy acompanha uma pequena coelha em sua jornada para vencer o medo dos palcos

A Companhia das Letrinhas acaba de lançar no Brasil A coelhinha Mei Mei, primeiro livro infantil de Laufey. A obra marca a estreia da cantora, compositora, produtora e multi-instrumentista na literatura infantil. A obra acompanha a trajetória de Mei Mei, uma jovem coelhinha apaixonada por música que precisa enfrentar a insegurança para realizar o sonho de tocar diante do público. A edição brasileira tem tradução de Larissa Stocco.

Inspirada na própria história da artista, a narrativa aborda temas como autoconfiança, amadurecimento e a importância de aceitar as imperfeições como parte do processo criativo. “Eu era uma pequena garotinha aprendendo a tocar violoncelo e piano, sonhando em um dia tocar, sem medo, em um grande palco”, escreve Laufey no texto de encerramento do livro. “Enquanto crescia, a educação musical clássica me ajudou a encontrar minha voz, desenvolver confiança e a perceber meu lugar no mundo.”

As ilustrações são assinadas por Lauren O’Hara, artista conhecida pelos traços delicados e pelas atmosferas acolhedoras construídas com técnicas tradicionais, como aquarela e guache. O livro também apresenta um glossário de termos musicais, aproximando os leitores do universo artístico que atravessa a narrativa.

A coelhinha Mei Mei
Foto: reprodução/amazon

Na história, Mei Mei vive com os pais e uma abelha de estimação em uma charmosa casa na floresta. Talentosa violinista, ela se prepara para seu primeiro recital no Teatro Pulópera, enquanto enfrenta o medo de cometer erros diante da plateia. Voltada para leitores a partir de quatro anos, a obra propõe uma reflexão delicada sobre coragem, sensibilidade e expressão artística.

Nascida na Islândia e de ascendência chinesa, Laufey construiu uma carreira marcada pelo diálogo entre música clássica, jazz e bossa nova, conquistando especialmente o público da Geração Z. Seu álbum Bewitched lhe rendeu reconhecimento internacional e o primeiro Grammy da carreira. Agora, com A coelhinha Mei Mei, a artista amplia seu universo criativo e leva sua sensibilidade artística para as páginas dos livros.

A coelhinha Mei Mei
Foto: reprodução/amazon

Já Lauren O’Hara, atualmente radicada em Dublin, trabalhou em projetos para autoras como Sophie Dahl e Vivian French, além de colaborar com instituições culturais como a Royal Opera House. Seu trabalho é reconhecido pela riqueza narrativa e pelo cuidado visual em cenas cheias de imaginação e afeto.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Entretenimento Especiais Notícias Séries

Especial | Dia das Mães: a beleza da relação entre mães e filhos nas produções audiovisuais

Muitos filmes e séries possuem mães como personagens, e a força e o carisma delas reflete diretamente no relacionamento com seus filhos na tela

No domingo (10), celebramos o Dia das Mães no Brasil. Uma data especial para comemorar, relembrar e valorizar todas as mulheres que criam e amam aqueles que chamam de filhos. Mais que isso, aquelas que, entre todos, consideramos os maiores exemplos de força e amor genuíno.

É fato que, seja na vida, no cinema ou na televisão, as mães estão presentes. Em séries e filmes elas aparecem como personagens sempre cativantes à sua maneira, conquistando o telespectador com seus comportamentos, personalidades e sensos de humor únicos.

Muitas vezes, é na relação com seus filhos que toda essa autenticidade se manifesta ainda mais. Por isso, existem algumas produções audiovisuais que merecem destaque por retratar fielmente esse relacionamento, com todas as suas nuances, sua importância e sua beleza. Confira abaixo uma seleção com algumas delas:

Gilmore Girls (Tal Mãe, Tal Filha)
Foto: reprodução/Uol

Essa série clássica dos anos 2000 trata da relação superpróxima entre Lorelai Gilmore e Rory Gilmore. Mais que mãe e filha, as duas são melhores amigas que vivem juntas em Stars Hollow, Connecticut, onde lidam com dramas familiares, romances e os estudos de Rory.

Os diálogos rápidos, cômicos e irônicos característicos da série dão origem a diversas cenas e falas icônicas, que destacam o amor e a sintonia absoluta entre essas duas personagens a cada episódio.

The Middle: Uma Família Perdida no Meio do Nada
Foto: reprodução/Prime Video

Uma sitcom autêntica e bem-humorada que acompanha a família Heck, composta pela mãe Frankie Heck, seu marido Mike, e os filhos Axl, Sue e Brick. Em meio ao caos familiar e às particularidades de cada personagem, Frankie tenta sempre manter a família unida com humor.

Mas o destaque vai para seu relacionamento com a filha adolescente Sue. As duas mantêm uma relação cômica, marcada por suas personalidades opostas, enquanto tentam sempre apoiar uma à outra, ajudando em questões da vida, como conselhos sobre como paquerar.

Modern Family
Foto: reprodução/Fox

Seguindo a linha das sitcoms, Modern Family é outra série que conquistou os corações de um grande público com seus personagens divertidos, humor atemporal e estilo reality show, que possibilita o relato direto das personagens para a câmera durante os episódios.

Apesar de contar a história de uma grande família dividida em três núcleos, nosso foco principal são as mães do grupo. Uma delas é Claire Dunphy, que mora com o marido Phil e seus três filhos: Haley, a filha mais velha e rebelde; Alex, a inteligente da família; e Luke, o atrapalhado filho mais novo.

Foto: reprodução/CNN Brasil

Em meio aos acontecimentos inesperados e engraçados que se passam na vida dessa família, a relação de Claire com seus filhos é marcada por atos de amor, reciprocidade e também brigas, mas que sempre terminam em perdão.

Do outro lado temos Glória Delgado-Pritchett, mulher colombiana e mãe de Manny Delgado, um menino muito maduro para sua idade. O laço entre os dois é admirável por sua parceira constante, em que Glória representa perfeitamente a mãe latina, superprotetora e ciumenta, mas também amorosa e capaz de cuidados incondicionais.

One Day at a Time (Um Dia de Cada Vez)
Foto: reprodução/Netflix

One Day at a Time, baseada na série de mesmo nome exibida entre 1975 e 1984, conta a história da família Alvarez, uma família cubano-americana que vive em Los Angeles, Califórnia.

O foco da trama está em Penélope Alvarez, uma mãe recém-divorciada, enfermeira e ex-militar, que cria seus dois filhos adolescentes, Elena e o irmão mais novo Alex, com a ajuda da avó Lydia Riera e seu amigo Schneider.

Com humor, leveza e drama, a sitcom acompanha o cotidiano realista da família, cuja protagonista se relaciona com os filhos de maneira protetora, mas também amorosa, lidando com questões importantes como adolescência, sexualidade e a identidade cultural latina.

The Good Bad Mother (A Boa Mãe Má)
Foto: reprodução/Netflix

Nos afastando um pouco das comédias, The Good Bad Mother é um drama sul-coreano que conta a história do promotor Choi Kang Ho e sua mãe Jin Yeung Sun. Ao crescer pressionado pela criação rígida da mãe, Kang Ho vive sua fase adulta distanciado da figura materna.

Porém, um acidente provoca nele uma forte amnésia, fazendo-o voltar a ser mentalmente uma criança de sete anos. Ao ser obrigado a retornar aos cuidados da mãe, os personagens vivem uma verdadeira jornada rumo à reaproximação.

Muito elogiada ao redor do mundo, essa série dramática mostra um relacionamento complexo entre duas pessoas imperfeitas. Uma mãe e um filho que passaram por muitos sofrimentos até se tornarem quem são, com arrependimentos e uma relação familiar abalada pela dor encontrada no mundo externo.

Ginny e Georgia
Foto: reprodução/Netflix

Cheio de drama e suspense, Ginny e Georgia acompanha Georgia Miller, uma mãe jovem e carismática, que se muda com seus filhos para uma pequena cidade de Massachusetts em busca de uma vida normal após a morte do padrasto.

Enquanto sua filha Ginny tenta se ajustar a uma nova escola, palco de desafios típicos da adolescência, a mãe esconde segredos do seu passado.

Aqui, muitas vezes a filha se sente mais madura que a mãe, sendo esse um dos motivos que justifica a relação complexa estabelecida entre elas na série, marcada por desconfiança e humor ácido.

Black-Ish
Foto: reprodução/Prime Video

Essa sitcom acompanha o pai, Andre Johnson, e a mãe, Rainbow, que buscam criar seus quatro filhos em um bairro nobre e predominantemente branco. Dre então questiona se sua família não está perdendo a identidade cultural enquanto Rainbow é mais liberal e moderna. 

Com uma mistura de humor e crítica social, Black-Ish aborda temas como raça, política e identidade familiar. A figura da mãe é representada tanto pela personagem de Rainbow quanto por Ruby Johnson, personagens centrais, complexas e que se diferenciam na maneira como criam seus filhos.

Enquanto Bow é amorosa e protetora, Ruby trata a maternidade de maneira mais tradicional e cômica, mas ambas contribuem para um retrato rico e diverso da figura da mãe na comunidade negra estadunidense. 

Outlander
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

A enfermeira britânica Claire Randall, que vive com seu marido na Escócia em 1945, é misteriosamente transportada para o século 18, onde sua vida e sua liberdade são, então, ameaçadas.

Claire e sua filha, Brianna, partilham uma relação que se inicia tensa na série, mas evolui para um vínculo profundo de amizade e apoio entre duas mulheres fortes e determinadas. Essa relação se estreita especialmente após Brianna se tornar também mãe, criando um entendimento mútuo entre personagens tão marcantes. 

This is Us
Foto: reprodução/Netflix

Essa série de drama de 2016 conta a história da família Pearson, que começa em 1979 e segue ao longo de várias décadas. Em uma narrativa que alterna entre passado e presente, esse aclamado drama familiar explora temas como luto, adoção, amor, saúde mental, racismo, gordofobia, vícios e como traumas do passado se refletem nas relações do presente.

Entre as personagens, Rebecca Pearson é a matriarca e o coração da família, mãe adotiva de Randall e mãe biológica de Kate e Kevin. Sua força e resiliência são vistas também em Beth Pearson, uma mãe equilibrada e também um alicerce de sua família, que combina inteligência, humor e dedicação profunda na criação das três filhas: Tess, Annie e Deja.

Anne With an E
Foto: reprodução/Netflix

Uma releitura da série de livros Anne de Green Gables, de Lucy Maud Montgomery, Anne With an E é uma série que se passa na década de 1890 e retrata uma menina órfã de 13 anos que é enviada por engano para viver com Marilla Cuthbert e seu irmão, Matthew.

Como Anne foi adotada por engano, sua relação com a mãe adotiva Marilla é inicialmente rígida e complicada, com Marilla querendo devolver Anne por não saber lidar com a personalidade forte da garota, sempre muito falante.

No entanto, da convivência entre as duas nasce uma relação de amor e cura mútua, em que a vivacidade de Anne transforma Marilla, antes uma mulher séria e infeliz, criando entre elas um forte e lindo vínculo de mãe e filha.

Todo Mundo Odeia o Chris
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

Não poderia ficar de fora desta lista Rochelle Rock, a mãe de Chris em Todo Mundo Odeia o Chris, sitcom clássica que acompanha o dia a dia de um adolescente crescendo no Brooklyn, em Nova York, junto de sua excêntrica família: o pai, Julius, a mãe, Rochelle, a irmã mimada, Tonya, e o irmão popular, Drew.

A icônica figura materna da série é conhecida por seus bordões, seu humor ácido e sua postura rigorosa, que mantém o filho Chris e também todos da família nos eixos. Ela é uma das personagens mais marcantes dessa comédia atemporal e, com certeza, a protagonista preferida de muitos.

Mamma Mia!
Foto: reprodução/Universal

Um clássico do cinema, a história de Donna, proprietária de um hotel nas ilhas gregas, e sua filha Sophie, que está prestes a se casar e sonha em conhecer seu pai, mostra uma relação de amor genuíno entre mãe e filha em um musical baseado nas faixas da querida banda ABBA.

Uma relação marcada por cumplicidade e amizade, o filme retrata a conexão das personagens, expressando a força de Donna em criar Sophie sozinha. Uma cena em especial reflete sobre a passagem do tempo e o desafio de aceitar que sua filha cresceu e é hora de deixá-la seguir o próprio caminho. Simbolizada pela música Slipping Through My Fingers, é um momento bastante emocionante do filme.

Lady Bird: A Hora de Voar
Foto: reprodução/A24

Filme de Greta Gerwig (Barbie, 2023), Lady Bird conta a história de Christine McPherson, estudante do último ano do colégio, que deseja fazer faculdade longe de casa, ideia rejeitada por sua mãe, Marion.

Por ser uma garota de personalidade forte, Christine, que exige ser chamada de Lady Bird, decide tentar sair da cidade mesmo sem a aprovação da mãe, vivendo típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com Marion ao longo da trama.

O relacionamento entre as personagens é intensamente conflituoso. Ao mesmo tempo que ambas se amam, elas brigam constantemente e vivem uma dificuldade de comunicação. Além disso, Marion critica sua filha, tenta controlá-la e corrigi-la, acreditando que o faz porque a ama, enquanto Lady Bird sofre com as palavras da mãe e busca sua independência.

Malévola
Foto: reprodução/Disney

Malévola vive em um pacífico reino na floresta até um exército invasor e uma terrível traição a transformarem em uma mulher amarga e vingativa. Como consequência, ela amaldiçoa a princesa Aurora sem saber que, com o tempo, criará um verdadeiro vínculo com a criança e passará a amá-la como filha.

Neste live-action de 2014, a clássica vilã se arrepende de sua maldição e se torna a verdadeira figura materna da princesa. Diferente da animação original, a trama retrata o florescimento de uma relação genuína entre as personagens, em que Malévola assume o papel de protetora, mentora e, eventualmente, mãe adotiva de Aurora. E é esse amor materno que quebra a maldição do sono da princesa. 

A Grande Família 
Foto: reprodução/Memória Globo

E, para terminar essa seleção, não poderia faltar o tempero brasileiro. O seriado sobre a família Silva, que mora na Zona Norte do Rio de Janeiro, traz uma das narrativas mais famosas do nosso país, tratando das diferenças e da reciprocidade dos membros dessa família enquanto passam por diversas situações inusitadas e bem-humoradas.

A figura materna de Irene Souza Silva, a Dona Nenê, chegou a ser considerada “mãe da televisão brasileira”, e não é à toa. Nenê é o coração da família e personifica a mãe brasileira dedicada, paciente e que está sempre pronta para resolver conflitos familiares com acolhimento e conversas na cozinha.

Qual dessas é sua relação preferida entre mãe e filho(a)? Conta para a gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento!

 

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Música Notícias

FLO anuncia segundo álbum da carreira, Therapy at the Club

Com lançamento marcado para julho Trio britânico aposta em R&B intenso no novo projeto

FLO vem com tudo para iniciar uma nova era! O trio britânico de R&B anunciou o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, Therapy at the Club, que chega às plataformas em 24 de julho de 2026, via Island Records. Junto do anúncio, o grupo também divulgou a faixa-título do projeto e um trailer inédito que antecipa a estética do disco.

Descrito pelas integrantes como um trabalho “superpessoal”, o álbum transforma o ambiente das baladas em um espaço de vulnerabilidade, liberdade e autoconhecimento. Misturando R&B contemporâneo, pop sombrio e letras confessionais, Therapy at the Club acompanha a intensidade emocional de uma noite inteira, dos preparativos até a manhã seguinte.

Segundo o FLO, o conceito nasceu justamente da ideia de que as pistas e, principalmente, os banheiros femininos dos clubes funcionam como verdadeiros espaços de terapia coletiva. “Este álbum representa onde estamos agora: honestas, em evolução e sem medo de sentir tudo”, disseram as integrantes em comunicado oficial.

O novo projeto conta com colaborações de nomes importantes da música pop e R&B, incluindo Amy Allen, Steph Jones, Julian Bunetta e Boy Matthews, além de parcerias do trio, como Skippz, Oak Felder e Sevyn Streeter. As próprias integrantes também participaram ativamente da composição e produção do disco.

A faixa Therapy at the Club já tinha dado o que falar antes mesmo de seu lançamento oficial, após ser apresentada pela primeira vez durante a elogiada participação do grupo no Tiny Desk, da NPR. O single chega na sequência de Leak It, música que se tornou um dos maiores sucessos recentes do trio e ganhou força especialmente no Brasil.

Ouça Therapy At The Club aqui:

 

Nos últimos meses, o FLO viveu uma sequência de marcos importantes na carreira. O álbum de estreia, Access All Areas, garantiu ao grupo uma indicação ao GRAMMY® 2026 na categoria de Melhor Álbum de R&B Progressivo, sendo a primeira vez de um grupo feminino britânico em duas décadas.

Além do reconhecimento da crítica, o trio também conquistou grandes números. O debut alcançou o topo das paradas de R&B no Reino Unido, entrou na Billboard Top 200 e acumulou mais de 605 milhões de streams globais. Publicações como Pitchfork, NME e The New York Times destacaram o FLO como um dos grupos femininos mais promissores da nova geração.

Formado por Renée Downer, Stella Quaresma e Jorja Douglas, o FLO se firmou como um dos principais nomes do R&B britânico atual ao unir harmonias clássicas do gênero com produção contemporânea e forte identidade visual. Agora, com Therapy at the Club, o trio apostou todas as suas fichas em um trabalho mais intimista e ambicioso para continuar expandindo seu espaço na música pop global.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cultura asiática Música Notícias

iKON anuncia primeiro show no Brasil com apresentação em São Paulo

Grupo de K-pop fará apresentação inédita no país em agosto

O sonho dos fãs brasileiros finalmente vai se tornar realidade: o grupo sul-coreano iKON anunciou oficialmente sua primeira passagem pelo Brasil. O show acontece no dia 30 de agosto, na Audio, em São Paulo.

A apresentação faz parte da nova turnê mundial do grupo, intitulada FOUREVER WORLD TOUR, que celebra a trajetória de uma década do iKON na indústria do K-pop. Até o momento, informações sobre preços e início das vendas de ingressos ainda não foram divulgadas.

Formado pela YG Entertainment, o iKON debutou em 2015 e conquistou uma base sólida de fãs ao redor do mundo com hits marcantes e performances intensas. Atualmente, o grupo é composto por JAY, BOBBY, SONG, JU-NE, DK e CHAN.

Ao longo da carreira, o sexteto emplacou sucessos como LOVE SCENARIO, KILLING ME e RHYTHM TA, músicas que ajudaram a consolidar o nome do grupo entre os principais atos da terceira geração do K-pop.

O lançamento mais recente do iKON foi o álbum TAKE OFF, divulgado em 2023, marcando uma nova fase na carreira do grupo. A expectativa para o encontro com os fãs brasileiros já movimenta as redes sociais e promete fazer do show um dos eventos mais aguardados do ano para o público de K-pop no país.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cultura turca Notícias

Final de temporada de Sevdiğim Sensin traz despedida de personagem e reviravoltas

Série se despede do público com mudanças no elenco e novos desdobramentos na trama

 

A dizi Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você É Quem Eu Amo), exibida nas noites de quinta-feira pela Star TV, já tem data definida para seu final de temporada. A produção da Ay Yapım, estrelada por Helin Kandemir e Aytaç Şaşmaz, entrará em pausa no dia 4 de junho. As informações foram divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş, conhecida por antecipar bastidores da televisão turca.

Foto: reprodução/StarTv

Exibida desde 12 de fevereiro de 2026, a trama se passa entre Ağrı e Istambul e acompanha a história de Erkan e Dicle em um casamento forçado, marcado por conflitos familiares, tradições e dramas emocionais. A produção, dirigida por Gökçen Usta, rapidamente se destacou na audiência, alcançando bons índices de repercussão desde sua estreia.

Foto: reprodução/StarTv

Além do encerramento da temporada, a série também passará por mudanças no elenco. A atriz Elçin Zehra İrem, intérprete de Burçin, deixará a produção, marcando uma despedida importante na narrativa.

Foto: reprodução/Referans Online

No episódio mais recente, Dicle inicia uma nova fase ao decidir se tornar independente e retomar o controle da  própria vida. Com o apoio de Feride, ela dá início oficialmente ao processo de divórcio contra Erkan, abrindo espaço para novos desdobramentos na história.

Foto: reprodução/StarTv

O encerramento da temporada promete uma virada importante na trama, que seguirá explorando os conflitos entre tradição, liberdade e escolhas pessoais dos personagens.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Música Resenhas Teatro

Resenha | Flashdance – O Musical está em curta temporada em São Paulo e aposta em uma noite vibrante e repleta de nostalgia

O espetáculo ganha humor e profundidade em adaptação da trajetória de uma jovem operária nos palcos brasileiros

Matéria por: Luana Chicol

Até o dia 31 de maio, o Teatro Claro MAIS SP receberá um musical já conhecido por muitos fãs de filmes dos anos 80 especialmente os mais dançantes. Flashdance – O Musical, em curta temporada na cidade de São Paulo, investe na adaptação das músicas, coreografias e jornada dos personagens originais para o português. E o Entretetizei foi assistir e traz uma resenha exclusiva da nova obra inspirada no longa-metragem sedutor e eletrizante.

O sonho de Alex e a sua dura realidade

Uma atmosfera sóbria toma conta dos palcos, antes que a música comece. Mas, logo os muitos bailarinos que compõem o elenco talentoso do musical, roubam a cena com energia. Eles relatam o trabalho difícil nas fábricas de Pittsburgh, a remuneração escassa e as mudanças no ambiente de trabalho: o novo patrão, o misterioso herdeiro de todo o lugar, se prepara para assumir o cargo na empresa e se apresentar aos subordinados.

Em meio a isso, Alex Owens se destaca: uma das únicas mulheres trabalhando na siderúrgica, ela brilha no palco com a interpretação de Marisol Marcondes, que dá vida a uma jovem igualmente batalhadora e sonhadora. A protagonista é pura dualidade: ela trabalha em meio a homens, mas cuida com carinho de sua sábia mentora, Hannah (Adriana Fonseca). Além disso, ela trabalha duramente com o aço durante o dia, mas passa suas noites apresentando sua dança em uma boate famosa na cidade. Entretanto, seu sonho é outro: entrar em um prestigiado conservatório de balé e iniciar sua carreira tão sonhada nos palcos. Depois de reunir muita coragem (e um empurrãozinho de sua mentora), ela se inscreve para uma audição e começa seus treinos para a oportunidade da sua vida.

A atuação de Marisol Marcondes traz ares contemporâneos para uma personagem já amada pelo público. Em entrevista para o Entretê, ela compartilha que foi ideia sua Alex ter como marca-registrada a camiseta do Michael Jackson no figurino, e que participou de forma ativa na construção da protagonista em sua adaptação brasileira. Deste modo, fica claro que o espetáculo brasileiro também busca certo sentimento de autenticidade, tanto na produção pré-espetáculo quanto nas atuações em palco.

O amor chega, mas ele se sustenta?

Nick Hurley (Rhener Freitas) quebra a rotina das fábricas: o herdeiro se mostra um pouco mimado, mas aberto para conhecer as condições de trabalho e entender aquela realidade distinta. O que ele não esperava era ser surpreendido por alguém que não cede à hierarquia do lugar: Alex o julga por sua distração e o zomba por sua postura de playboy. Ele se encanta e, na mesma noite, se reencontra com ela no bar em que Alex se apresenta, ficando ainda mais encantado. Assim, eles iniciam uma relação apaixonada.

O casal tem muita química, mas ela continua questionando seu lugar no mundo e, portanto, o lugar de seu relacionamento no mundo. Sua natureza crítica não a permite estar com Nick sem pensar nas consequências em seu trabalho e, de certo modo, ele não compreende a totalidade das suas dificuldades como mulher, operária e aspirante a bailarina.

A paixão encontra resistência nas mudanças da indústria de aço em Pittsburgh. A empresa de Nick sofre cortes, e parte dos colegas de Alex são demitidos subitamente, o que estremece o relacionamento e a faz compreender que os dois possuem duas vivências muito diferentes. Eles se afastam, e ela continua treinando para a sua audição, com o foco redirecionado.

Marisol Marcondes e Rhener Freitas demonstram muita versatilidade em seus papéis, alternando entre os momentos de vulnerabilidade apaixonada e autorreflexão acerca das jornadas únicas que os dois trilham individualmente. A autenticidade e o brilho de Alex são o destaque da peça, sustentados por uma presença de palco magnética e uma entrega física que traduz, com precisão, o conflito interno da personagem. Sua jornada é marcada pela tensão entre o desejo e a independência, entre o amor e a ambição e é justamente nesse embate que a narrativa encontra sua força.

Quando analisada com afinco, a narrativa inteira é repleta de amores imperfeitos. O núcleo de amigas dançarinas de Alex apresenta, em cada personagem, uma relação complexa entre sonho, desejo e realidade. Gloria (Giovana Brandão) idealiza a fama, mas é constantemente puxada para baixo por inseguranças e pelos sacrifícios exigidos dentro do contexto dos clubes noturnos de Pittsburgh. Seu número com a música de Laura Branigan é sensível e impactante. 

Enquanto isso, Tess (Marião) inverte a dinâmica usual dos relacionamentos da época com a performance elétrica do hit Manhunt, reforçando o tom girl power da peça e a independência feminina dos anos 80 ao destacar mulheres assumindo o controle sobre a própria vida amorosa e sobre a performance da própria sensualidade. Por fim, I Love Rock & Roll, interpretada por Carla Leilane no papel de Kiki, é uma ode ao gênero com atitude e emoção e, em todos os números musicais, a potência vocal é alinhada com um ótimo trabalho dos bailarinos em se adaptar tanto às coreografias clássicas de balé quanto ao mix de gêneros de dança que acompanham as canções do musical.

Em suma, o musical não se restringe à representação de um romance improvável, mas de um retrato sensível sobre escolhas, identidade e pertencimento. Enquanto Nick começa a questionar os privilégios que sempre moldaram sua visão de mundo, Alex reafirma a necessidade de não abrir mão de si mesma, mesmo diante de um sentimento avassalador. A peça, assim, convida o público a refletir sobre até que ponto é possível conciliar realidades tão distintas sem que alguém precise se perder no processo.

O teste final

No clímax da narrativa, o aguardado teste de Alex funciona como síntese de tudo o que veio antes: entrega, frustração, desejo e disciplina. Ao entrar na sala de audição, ela não leva apenas uma coreografia ensaiada, mas uma história marcada por renúncias e resistência. Cada movimento carrega o peso de sua rotina na fábrica e, ao mesmo tempo, a leveza do sonho que nunca abandonou.

A performance em si rompe com a expectativa tradicional do balé clássico. Alex mistura técnica e impulso, precisão e instinto, criando algo que não se encaixa perfeitamente nas normas, mas que pulsa com originalidade. Esse momento reafirma um dos temas centrais da obra: a legitimidade de trajetórias não convencionais. Ela não tenta apagar suas origens para se adequar; ao contrário, transforma sua vivência em linguagem artística, provando que sua identidade é justamente o que a torna única.

Já a icônica cena da água com a cadeira carrega um significado que vai além do impacto visual. Quando a água despenca sobre seu corpo, há ali um gesto de controle e libertação simultâneos. É como se ela determinasse o momento de ser atravessada por tudo aquilo que a define o suor, o cansaço, a pressão e, ao mesmo tempo, emergisse renovada.

Essa imagem se tornou emblemática justamente por condensar o espírito de Alex: força, sensualidade e autonomia. Não é um olhar externo que a molda ou a expõe, mas uma escolha consciente de se expressar nos próprios termos. Assim como no teste final, ela não pede permissão para ocupar aquele espaço — ela o transforma. Juntas, essas cenas reafirmam que sua conquista não está apenas na aprovação de uma banca, mas na afirmação plena de quem ela é e de quem escolhe se tornar.

A produção brasileira do musical de Flashdance cria novas camadas de significado sobre a obra, tanto na adição de humor genuíno dentro da construção dos personagens coadjuvantes, quanto nas adaptações das músicas originais típicas dos anos 80. Vale a pena assistir seja você um grande fã dos dramas musicais ou não!

 

Te convencemos a assistir? Compartilhe com a gente a sua experiência no espetáculo de Flashdance e nos marque nas nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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“Meu porto seguro”: diz atriz Mariana Lewis sobre o papel da mãe Márcia Romão em sua trajetória internacional

“Ela acreditou em mim antes mesmo de eu ter certeza”, declara Mariana Lewis sobre Márcia Romão

Além de um talento que impressiona, o sucesso internacional da atriz brasileira Mariana Lewis, hoje consolidada em palcos britânicos e produções premiadas, também tem o toque do amor, da proteção e da presença constante de sua mãe, a jornalista e produtora Márcia Romão – que sempre demonstrou apoio também ao primogênito talentoso Max Lewis. Neste Dia das Mães, Mariana – que se formou pela renomada Guildhall School of Music & Drama em 2025 e brilha em Londres na peça The Hunger Games On Stage – revela que sua maior força vem do vínculo inquebrável que mantém com Márcia.

A carreira, que hoje colhe frutos em solo europeu, começou com o olhar atento de uma mãe que sempre acreditou no potencial da filha. Desde os primeiros passos em Encanto da Sereia, série protagonizada por Mariana na infância, Márcia foi o pilar necessário para os desafios da profissão. “Minha mãe sempre foi minha base. Ela esteve ali segurando minha mão, me orientando e, principalmente, me protegendo. Ela acreditou em mim antes mesmo de eu ter certeza. Foi essencial pra eu não me perder no começo“, recorda Mariana. Para a atriz, a presença da mãe funciona como um escudo emocional: “Ter ela comigo é como ter um porto seguro em qualquer lugar do mundo. Sinto-me mais forte porque sei que não estou sozinha“.

Após a série infanto-juvenil, elas iniciaram em família o Canal Demais, uma produtora independente com mais de 20 prêmios internacionais e 15 séries produzidas. Márcia não apenas incentivou, ela, juntamente com Quentin Lewis, pai de Mariana, estruturaram o caminho. “Mariana mostrou interesse em teatro desde criança, incentivei levando para ensaios e assistindo a todas as peças milhares de vezes. Resolvemos criar o Canal Demais para explorar a criatividade dela e do Max, e aprendemos, em família, a produzir séries que até hoje fazemos com muita paixão pela arte“, recorda Márcia.

A cumplicidade entre as duas é tão profunda que transborda para o trabalho, facilitando a entrega em personagens densos. Mariana relembra que a intimidade traz uma confiança única, como nas gravações de Os 3 Venenos de Shaolin, onde precisou viver a dor da perda de uma mãe. “Tivemos uma cena bem difícil. Foram muitos takes e muitas lágrimas, mas o processo uniu bastante a gente. Teve um dia, depois de uma cena intensa, que nos abraçamos em silêncio no meu quarto. Foi um momento de conexão muito forte e orgulho mútuo que guardo com carinho. É difícil explicar, mas foi especial demais“, conta a atriz.

Mesmo diante da pressão de uma carreira internacional e da rotina intensa de premiações, Mariana mantém os pés no chão através de um conselho simples que Márcia sempre repete: “Lembra de quem você é e de onde você veio. Parece básico, mas no meio de tanta pressão, isso me traz de volta pro meu centro, me acalma e me dá força pra continuar”.

Para Márcia, o papel de mãe e incentivadora sempre foi exercido com total dedicação, acompanhando Mariana em cada ensaio e peça desde a infância. Ao ver a filha atuar para uma plateia de 1.200 pessoas em uma arena em Londres, a emoção transborda o lado profissional. “Fiquei muito emocionada quando fui assistir Hunger Games on Stage. Ver que ela começou criança e hoje continua brilhando nos palcos me deixa muito feliz“, afirma Márcia, que define como seu “maior prêmio” ver a garra com que Mariana conquista seu espaço no mundo.

Neste Dia das Mães, a relação de Mariana Lewis e Márcia Romão mostra que o sucesso internacional é, na verdade, um projeto construído em união, onde o talento da filha encontra o eco perfeito na proteção e no incentivo incansável da mãe.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

 

 



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Cultura pop Notícias Séries

Conheça Elle Woods: série prelúdio ganha primeiro teaser e data de estreia

Ambientada em 1995, a nova produção, que expande o universo de Legalmente Loira, chega em julho e já tem sua segunda temporada garantida

Fãs da icônica advogada cor-de-rosa já podem marcar no calendário. Elle, a série que antecede os eventos do filme Legalmente Loira (2001), estreia no dia 1º de julho e acaba de ganhar seu primeiro teaser oficial, além de imagens inéditas e pôster. A expectativa em torno do título é alta, tanto que a produção foi renovada para uma segunda temporada antes mesmo de seu lançamento. 

A primeira temporada transporta o público para 1995 e acompanha Elle Woods durante o ensino médio, muito antes dela se tornar um peixe fora d’água na faculdade de Direito de Harvard. Nessa fase, a personagem lida com a turbulência típica da adolescência, enfrentando amizades complicadas, romances proibidos e escolhas de moda ainda em desenvolvimento. 

O enredo promete focar no amadurecimento da protagonista, mostrando a família como seu grande alicerce e explorando o forte vínculo construído com sua mãe para superar obstáculos.  

A responsabilidade de dar vida à protagonista ficou a cargo da atriz Lexi Minetree. A dinâmica familiar ganha forma com June Diane Raphael e Tom Everett Scott interpretando seus pais, Eva e Wyatt.

O elenco principal conta ainda com nomes como Jacob Moskovitz, Gabrielle Policano, Chandler Kinney, Zac Looker e Amy Pietz. A trama terá também participações de já rostos conhecidos do público em papéis recorrentes, incluindo James Van Der Beek, David Burtka e Jessica Belkin

Nos bastidores, o projeto mantém a essência da franquia original. Reese Witherspoon retorna ao universo de Legalmente Loira, dessa vez atuando como produtora executiva. A série foi criada por Laura Kittrell (Insecure, 2016), que divide a função de showrunner com Caroline Dries. A direção dos dois primeiros episódios é assinada por Jason Moore (A Escolha Perfeita, 2012).

A série é realizada pelo Amazon MGM Studios em parceria com a Hello Sunshine (produtora da própria Witherspoon), sendo uma adição exclusiva ao catálogo da Prime Video.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Delikanlı, estrelada por Mert Ramazan Demir, é cancelada

A dizi chega ao fim em seu sétimo episódio

A dizi Delikanlı (tradução livre: O Jovem, 2026), exibida nas noites de segunda-feira na Show TV, foi oficialmente cancelada. A novela, amplamente aguardada por conta do seu elenco de peso e história com alta carga emocional, não conseguiu captar a atenção do público e obteve baixos índices de audiência.

Segundo a imprensa turca, o canal tomou a decisão de encerrar a história estrelada por Mert Ramazan Demir, famoso por seu papel em O Canto do Pássaro (Yalı Çapkını, 2022). Ele contracenava ao lado de Melis Sezen, Salih Bademci e Mina Demirtaş.

Mert Demir e Mina Demirtaş.
Foto: reprodução/Dizilah

Nas últimas semanas, movimentações já haviam sido feitas para tentar melhorar o índice de audiência, que não ultrapassou os três pontos e estava em constante declínio. 

Zeynep Günay, diretora dos cinco primeiros episódios junto com Recai Karagöz, saiu do cargo e deixou a direção para Karagöz tocar ao lado de Enes Kartal

Vale ressaltar que a produção, escrita por Aybike Ertürk, estava entre as mais caras dos últimos tempos, com um orçamento de 32 milhões de liras turcas.

O elenco, agora, se prepara para o final da novela. Delikanlı se despedirá da tela no sétimo episódio, programado para ir ao ar no dia 28 de maio.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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