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Especial | Conheça a carreira de Mc Luanna

De 44 a IRREFREÁVEL: relembre os trabalhos da artista

 

Se você acompanha a cena do hip hop nacional, provavelmente já ouviu esse nome. Ou, melhor ainda, seu bordão clássico: “é 44, vida”. MC Luanna é um dos principais nomes da atual geração do rap e conquistou uma legião de fãs com suas rimas complexas: frases fortes, mas sensíveis. Delicadas e, ao mesmo tempo, certeiras. 

Ela tem uma vastidão que não cabe em um só projeto. É por isso que cada trabalho novo de Luanna nos apresenta um pouco mais das diversas facetas, emoções e pensamentos da rapper – e da mulher por trás dela.

Em março, a artista lançou seu segundo e mais novo álbum, Irrefreável. Depois de Sexto Sentido, um vulnerável e profundo disco que chegou aos streamings em 2024, a nova mixtape surge para deixar uma coisa clara: MC Luanna é sentimental, mas não é fraca. 

Nascida em Ubaitaba, na Bahia, se mudou com a família para São Paulo e começou a construir sua carreira em Osasco. Desde o lançamento de sua primeira música, Kit Rosa, em 2020, muita coisa aconteceu: ela subiu em palcos de grandes festivais, como o Lollapalooza, e trabalhou ao lado de outros artistas renomados – Combate, com Tasha e Tracie, e Meio Pá, com Veigh, são alguns exemplos. 

Vem conhecer mais da artista e de alguns de seus trabalhos mais marcantes!

Maldita (2022)
Foto: reprodução/Spotify

Em junho de 2022, MC Luanna lançou seu primeiro EP. Em pleno mês dos namorados, a rapper não hesitou em cantar sobre relacionamentos reais e as dificuldades que envolvem o amor romântico.

Com um flow envolvente e uma rima direta, ela se coloca como o eu lírico que, mesmo sendo fiel e se entregando aos relacionamentos, sabe enxergar a hora de ir embora e a importância de impor limites.

De onde eu vim, a expressão ‘maldita’ sempre foi usada como forma de ofender qualquer mulher que peitasse um homem. E, enquanto mulher preta, dentro dos relacionamentos, muitas vezes nós precisamos bater no peito e colocar as nossas dores em primeiro lugar, e isso deixa muito homem com raiva, afirmou MC Luanna sobre o projeto, em entrevista ao portal Trace.

44 (2022)
Foto: reprodução/Spotify

O álbum de estreia da Luanna não poderia ter outro nome. Intitulado 44, seu número da sorte, e na capa uma foto de sua versão pequena, o disco que nos apresenta a MC: quem ela é, quem ela quer ser e quem ela será.

Foi aqui que tivemos o primeiro gostinho do que a artista viria a conquistar, graças à sua essência honesta e postura firme. Em 44, Lu apresenta suas diversas formas: romântica, desiludida, brava, triste. 

Me ensinaram engolir o choro

Nessas eu quase me afoguei

Cresci na mentira e achando bonito

Querer ser alguém que eu nem sei 

Se eu seria fã

No fim, Luanna estava começando a se tornar a artista que não apenas ela, mas milhares de brasileiros, também seriam fãs.

Fração ¾ (2023)
Foto: reprodução/Spotify

Lançado em 2023, o EP colaborativo Fração ¾ foi produzido com Mello Santana e Greezy. Ambos foram produtores das quatro faixas, cuidando da captação e mixagem das músicas cantadas por Luanna.

Quem é fã da MC sabe que, se tem algo que ela faz muito bem, é funk. Lu mostra seu lado mais +18 em canções agitadas, ousadas e altamente viciantes – impossível não ficar com “roça na peça” na cabeça depois de ouvir o EP.

A estética escolar da arte de divulgação faz sentido: Luanna vem para dar uma aula de como ser uma artista completa. Com apenas quatro títulos, o projeto explora desde o lado mais ousado da cantora até momentos de reflexões, como é o caso de Entre Fã e Luanna.

Existe uma identidade

Eu nunca vou perder

Nunca perder por ser verdade

Vai confiar no processo

Cê sabe não se apavora

Trabalha tranquilo amigo

Que vai chegar a sua hora

Sexto Sentido (2024)
Foto: reprodução/Spotify

Para quem quer entender bem a Luanna por trás das músicas que falam mal de homem e motivam a gente a ser mais poderosa, Sexto Sentido é uma verdadeira carta aberta que escancara os lados vulneráveis e sensíveis da artista.

Seguindo sua intuição, Lu chegou até aqui. E é sobre essa conexão com a própria voz – a voz que une seu medo e sua coragem para guiar os caminhos e as decisões da sua vida – que a MC escreveu Sexto Sentido. “Era mil escolhas e a intuição gritava”, canta Luanna na primeira faixa. E que bom que sua intuição cantou tão alto para que ela pudesse, enfim, viver de música.  

Um dos principais questionamentos trazidos no álbum é “o que você devolve para cultura?”. Lu acredita que o papel do artista é conseguir, com sua música, devolver um impacto positivo para a cena e para o público.

Irrefreável (2026)
Foto: reprodução/Spotify

Irrefreável é, por definição, “aquilo que não pode ser refreado, contido ou impedido; incontrolável”, e é assim que MC Luanna aparece em seu mais recente trabalho. Um novo lado, mais determinado e sem medo de dizer o que pensa, chega no disco que foi lançado em março de 2026.

Eu fiz sexto sentido mais tranquila e voltei no ócio”, canta Luanna na faixa MPG. É que, nessa obra, MC Luanna entende que mulher adulta faz assim: foca na carreira, cuida de si mesma e não deita para um homem que te apaga.

Suas rimas, cada vez mais maduras, mostram o avanço técnico da cantora. O talento sempre existiu, mas Luanna reforça suas habilidades e potencial a cada projeto que entrega. São frases que, quando você escuta, dá vontade de parar, respirar fundo e continuar com uma nova visão de mundo. Ela fala o que precisa ser dito, sem enrolação ou bajulação. 

Eu sou irrefreável memo

Sabe o que significa?

Que ninguém mais me controla

Nessa nem em outra vida

Desde a capa, assinada por Emerson Rosa, com fotografia de Fernanda Opitacio, até os clipes e as dez faixas, MC Luanna está mais forte e segura de si do que nunca. 

Qual sua música favorita da MC Luanna? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Sabotage 50 — homenagem aos 50 anos do maestro do hip-hop nacional

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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Crítica Entretenimento Novelas

Crítica | O final controverso de Três Graças

A novela das nove chegou ao fim e os acontecimentos renderam muitas reações dos fãs

 

[Contém spoiler]

O final da novela das nove da TV Globo trouxe o fechamento de ciclos importantes, mas também a abertura de espaços para novas histórias da trama. Entre finais felizes, redenções mal feitas e conquistas a história chegou ao fim com gostinho agridoce.

A trama desde o início prometeu contar a história de mulheres empoderadas e que enfrentam sozinhas diversos desafios, como a maternidade solo. No final, tivemos homens com redenções mal explicadas e nada merecidas.

Foto: divulgação/Gshow

O personagem Joaquim (Marcos Palmeira) foi ausente na sua vida familiar durante toda a novela, mas acabou com uma chance de entrar na igreja no casamento de sua filha, que ele nunca reconheceu ou chamou dessa maneira.

Ainda falando de redenções, as duas piores de toda a novela foram Raul (Paulo Mendes) e Leonardo (Pedro Novaes). Um deles vendeu a própria filha, mas quando resolveu entrar na vida da família de Joelly (Alana Cabral) foi como se ele nunca tivesse cometido tal crime, fez discursos sobre paternidade e foi eleito pai do ano por não ter abandonado a filha, o mínimo que poderia fazer. Enquanto isso, Leonardo não pagou pelos seus crimes, ajudou o pai nos esquemas de remédios falsos e mudou de ideia apenas para ter sua amada de volta, mas acabou saindo como um revolucionário contra Santiago Ferette (Murilo Benício).

No lado amoroso da novela, tivemos casais sendo feitos e desfeitos em um piscar de olhos. Consuelo (Viviane Araújo) e Misael (Belo), tiveram diversas cenas tentando fazer com que o público aceitasse o casal e muitos minutos de tela foram gastos para isso. No final, houve um discurso sobre deixar o passado para trás e a musa fugiu, deixando seu amado confuso e também o público, que tinha começado a aceitar esse amor.

Foto: divulgação/TV Globo

O amor também esteve no ar para Leonardo e Viviane (Gabriela Loran), ignorando todos os crimes do galã que prejudicaram o trabalho de sua amada e também todos os seus comentários transfóbicos, eles se casaram em uma linda cerimônia de casamento que claramente não era para ser sobre eles.

Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovsky) também aproveitaram seu amor na reta final da novela. Após diversos capítulos construindo o sentimento da forma mais natural e amorosa, o final delas foi atrelado ao casal Viviane e Leonardo, Vileo. Compartilharam o casamento, decorado nas cores lésbicas, com o casal hétero que aconteceu sem muitas explicações ou superação dos preconceitos e crimes.

O amado casal Loquinha, Lorena e Juquinha, acabou a novela esperando dois bebês ao mesmo tempo, o delas e o de Vileo. Assim, descobrimos que boas histórias lésbicas dependem de pessoas da comunidade para serem escritas. O corpo de uma personagem sáfica foi usado sem necessidade para gerar um filho que não é delas, mesmo havendo a possibilidade de uma adoção responsável, mais do que necessária considerando as tramas sobre compras de bebês mostradas.

Foto: divulgação/Gshow

Para redimir os casais corridos, tivemos um casamento bonito para Paluce, Paulinho (Rômulo Estrela) e Gerluce (Sophie Charlotte). Devido aos acontecimentos, a cerimônia foi corrida, mas foi um momento deles. Pela primeira vez a personagem teve um homem que pegou na sua mão e abraçou todas as suas peculiaridades.

Os vilões da novela colheram as consequências de seus atos. Samira (Fernanda Vasconcellos) acabou sozinha e sem visitas na prisão, mesmo tendo uma família. Ferette continuou doente e também solitário, apenas delirando com seus inimigos, sem nenhuma chance de redenção após seus crimes e o estrago que suas ações fizeram com sua família.

Com um lindo encerramento, tivemos a quebra de uma quarta parede: Arminda (Grazi Massafera) deu ao público o que ele queria e fez a história voltar ao começo de tudo, a obsessão da personagem pelas Três Graças e o sumiço delas.

O que você achou desse final? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Entrevista | Entre palcos e câmeras: a força e os caminhos de Lorrana Mousinho

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura Entretenimento Entrevista Musicais Teatro

Entrevista | “O público percebe quando existe verdade no palco”: Daniel Salve sobre teatro musical

Entre montagens autorais, adaptações aguardadas e um musical inspirado em Paulo Gustavo, o criador reflete sobre pertencimento, redes sociais e o desafio de transformar universos já amados em experiências vivas no teatro

O teatro musical brasileiro vive um momento de expansão criativa — e poucos artistas transitam por universos tão diferentes quanto Daniel Salve. Enquanto acompanha a chegada de Nautopia a Londres, mergulha na construção brasileira de Percy Jackson e participa do desenvolvimento de Meu Filho é um Musical, inspirado na trajetória de Paulo Gustavo, o artista atravessa linguagens, fandoms e públicos distintos sem perder de vista aquilo que considera essencial: a conexão emocional.

Em conversa exclusiva ao Entretetizei, Daniel refletiu sobre o impacto das redes sociais na relação entre plateia e espetáculos, o desafio de adaptar universos que já vivem no imaginário coletivo e a potência única que o teatro ainda possui em tempos dominados por telas e consumo instantâneo.

Daniel fala sobre musical Nautopia

Sobre Nautopia, projeto autoral que começou de forma independente no Brasil e agora alcança novos territórios, o criador revelou que a percepção de que a obra poderia atravessar fronteiras surgiu quando viu a peça finalmente viva diante do público. 

“Uma coisa é imaginar a obra durante anos; outra muito diferente é vê-la respirando, gerando identificação, emoção, conversa”, explica. Segundo ele, o processo de internacionalização também trouxe um reencontro com a própria criação. “Uma obra muda quando atravessa novas culturas, novas línguas, novos olhares”, afirma.

Foto: reprodução/Instagram @danielsalve
O desafio de dirigir uma saga de sucesso

Ao mesmo tempo, Daniel também encara o desafio oposto: dirigir um fenômeno já consolidado no imaginário pop. A montagem brasileira de Percy Jackson chega ao Brasil em outubro, no Teatro Liberdade, em São Paulo, cercada por uma base de fãs extremamente conectada ao universo criado por Rick Riordan — algo que, para o diretor, exige equilíbrio entre respeito e personalidade própria. 

“Não faz sentido cair no óbvio por medo de ousar. O teatro pede uma experiência viva, presente, com identidade própria”, comenta.

A relação intensa entre fandoms e teatro musical, aliás, aparece como um dos temas centrais dessa nova geração de espetáculos. Para Daniel, as redes sociais mudaram completamente a forma como o público acompanha as produções. 

Hoje, segundo ele, a audiência não observa apenas o resultado final, mas acompanha bastidores, processos criativos, escalações e adaptações em tempo real. “Existe um envolvimento muito mais contínuo e afetivo”, analisa.

Foto: reprodução/Instagram @danielsalve

Longe de enxergar isso como um problema, o artista acredita que essa participação ativa fortalece o próprio mercado. “O teatro musical sempre dependeu de paixão coletiva para crescer. Uma arte só mobiliza fandom quando ela consegue criar pertencimento, identificação e afeto real nas pessoas.”

Uma delicada obra sobre Paulo Gustavo

Essa busca por afeto também atravessa Meu Filho é um Musical, espetáculo inspirado na vida e no legado de Paulo Gustavo. Segundo Daniel, um dos maiores cuidados da equipe foi justamente fugir de uma visão superficial do humorista. 

“A peça procura olhar para o ser humano por trás da figura pública”, conta. Para ele, que assina a autoria das letras e composições originais, o vínculo entre Paulo Gustavo e Dona Déa se tornou um dos elementos mais emocionantes do processo criativo. “No fundo, a peça fala muito sobre pertencimento, afeto e sobre alguém que encontrou na própria arte uma forma de entender quem era.”

Teatro: um local de conexão e encontro

Mesmo lidando com projetos tão distintos — de uma fantasia pop cercada por fandoms globais até uma obra autoral mais poética e intimista — Daniel acredita que sua forma de criar muda menos do que parece. “Independentemente do perfil do público, existe uma necessidade de conexão emocional que atravessa tudo. O mais importante talvez seja criar um espaço honesto de encontro”, explica. 

Ao falar sobre a força específica do teatro diante do cinema, da literatura e da internet, ele relembra um dos elementos visuais de Nautopia: uma grande vela manipulada pelo elenco que se transformava em mar, memória e ausência ao longo da narrativa. 

Para ele, esse recurso simboliza exatamente aquilo que torna o palco único. “O teatro não compete tentando reproduzir o que outras linguagens fazem melhor. A potência dele está justamente no encontro ao vivo, no símbolo, na presença e na capacidade de transformar algo simples em uma experiência profundamente emocional”, reflete.

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Leia também: Especial | Dia do teatro: expressão humana através dos séculos 

 

Texto revisado por Thaís Figueiredo

 

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Destaques Eventos

Tudo que você precisa saber sobre a Copa do Mundo 2026

Com novo formato, 48 seleções e três países-sede, a Copa do Mundo 2026 promete ser a maior edição da história do torneio

Pela primeira vez, a Copa do Mundo será disputada em três países diferentes (Estados Unidos, México e Canadá), e também terá um novo formato, com 48 seleções participantes e 104 partidas ao longo de pouco mais de um mês. 

A abertura oficial acontece no tradicional Estádio Azteca, no México, palco histórico que já recebeu finais de Copa e partidas marcantes de Pelé e Diego Maradona. O primeiro jogo será entre a seleção mexicana e África do Sul, no dia 11 de junho. Já a decisão do torneio acontece no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho. 

O Mundial de 2026 também marca uma mudança importante no formato da competição: serão 12 grupos com quatro seleções cada. Os dois melhores de cada grupo avançam para o mata-mata, além dos oito melhores terceiros colocados. Com isso, a Fifa amplia o número de jogos e torna o calendário ainda mais intenso, com partidas praticamente todos os dias durante o torneio. 

Foto: reprodução/TVT News

A Seleção Brasileira e os nomes convocados

Entre as seleções mais aguardadas está o Brasil, que chega novamente como um dos favoritos ao título. A Seleção Brasileira estreia no dia 13 de junho contra o Marrocos, em Nova York. Depois, enfrenta Haiti e Escócia na fase de grupos. O caminho brasileiro já desperta expectativa principalmente pelo elenco ofensivo e pela possibilidade de conquistar o hexacampeonato.

Foto: reprodução/Rafael Ribeiro/CBF

O técnico Carlo Ancelotti confirmou a lista da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo e alguns nomes chamaram atenção. Entre os destaques, aparecem Alisson no gol, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Léo Pereira, além da experiência de Casemiro e Lucas Paquetá no meio-campo. No ataque, a convocação reúne expectativa com Gabriel Martinelli, Neymar Jr. e Vini Jr. liderando o setor ofensivo. 

Endrick aparece como uma das grandes apostas da nova geração e simboliza a renovação da Seleção Brasileira para o Mundial. Junto de Neymar, que foi um dos nomes mais aguardados da convocação após meses de debates sobre sua condição física e a expectativa em torno de um possível retorno, os dois representam o equilíbrio buscado por Ancelotti.

Entre as surpresas da convocação, Everton apareceu entre os goleiros escolhidos, e João Pedro acabou ficando fora da lista final. 

Expectativas para o torneio

Os Estados Unidos receberão a maior parte das partidas, incluindo toda a reta final do campeonato. Já México e Canadá sediam jogos até as oitavas de final. Ao todo, 16 cidades vão receber partidas da Copa, incluindo Los Angeles, Miami, Toronto, Vancouver, Dallas, Atlanta e Cidade do México. 

A Fifa também confirmou que a edição de 2026 terá uma cerimônia de abertura ainda maior que as anteriores, apostando em apresentações musicais e culturais para representar os três países-sede. Embora a programação completa ainda não tenha sido divulgada, a entidade já confirmou eventos especiais antes da partida inaugural no Estádio Azteca, com foco na integração entre música, esporte e cultura latino-americana e norte-americana

Foto: divulgação/Fifa

Nos bastidores, a Copa de 2026 já movimenta o mercado esportivo e turístico. A expectativa da Fifa é bater recordes de público, audiência e faturamento, especialmente por conta da expansão do torneio e da quantidade de cidades envolvidas. Além disso, a venda de ingressos já entrou em novas fases ao longo deste ano, aumentando ainda mais a procura de torcedores do mundo inteiro.

Com mais seleções, novos formatos, grandes estádios e expectativa de recordes, a Copa do Mundo Fifa 2026 já se desenha como uma das edições mais ambiciosas da história do futebol. O torneio deve dominar o cenário esportivo mundial entre junho e julho de 2026. 

Quais as suas expectativas para a Copa do Mundo 2026? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Brasil recebe a Copa do Mundo Feminina de 2027: conheça a nossa seleção

 

Texto revisado por Thaís Figueiredo

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Cultura turca Notícias

Afra Saraçoğlu deixa A.B.İ. e trama entra em fase de grandes reviravoltas

Saída da atriz marca mudança importante na história da série estrelada por Kenan İmirzalıoğlu

 

A série turca A.B.İ. (Aile Bir İmtihandır, tradução livre: A Família é Um Teste), lançada no início de 2026, terá uma mudança significativa no elenco. A atriz Afra Saraçoğlu se despede da produção no papel da advogada Çağla, com sua última participação prevista para o episódio 17, segundo informações divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş. 

Foto: reprodução/aTV

A trama acompanha a família Hancıoğlu e gira em torno de segredos antigos que vêm à tona após o retorno a Istambul de Doğan, vivido por Kenan İmirzalıoğlu. O que deveria ser apenas um reencontro familiar se transforma em uma intensa busca por justiça e revelações do passado, envolvendo também a personagem Tala, interpretada por Afra Saraçoğlu.

Foto: reprodução/aTV

Com direção de Cem Karcı, a produção da ATV explora drama familiar e mistério, enquanto Doğan enfrenta perdas importantes, como a morte do pai e a saída de personagens-chave, o que deve intensificar ainda mais o tom sombrio da narrativa.

Foto: reprodução/aTV

A série, que também conta com nomes como Diren Polatoğulları, Sinan Tuzcu e Asude Kalebek no elenco, segue no ar com promessa de uma nova fase repleta de reviravoltas após as mudanças recentes. Seguimos atentas às novidades da dizi.

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Leia também: Amor de Aluguel é a nova dizi perfeita para quem ama romance, caos e casal com química absurda

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura asiática Entretenimento Música Notícias

WOODZ retorna ao Brasil para show em julho

Cantor de trilha sonora do K-drama A Coroa Perfeita, conhecido pelos brasileiros como Luizinho, volta ao país para apresentar seus lançamentos recentes e sucessos amados pelos fãs

 

MOODZ, estão prontas? O cantor sul-coreano WOODZ retorna a São Paulo para um show único no dia 19 de julho, no Komplexo Tempo, como parte da 2026 WOODZ WORLD TOUR Archive 1. A venda de ingressos e pacotes VIP acontece através do site Sympla

Foto: divulgação/KIN PR

Recentemente, WOODZ voltou a chamar a atenção do público ao participar da OST do aguardado K-drama A Coroa Perfeita (2026), estrelado por IU e Byeon Woo-seok. O astro coreano vive um momento de popularidade crescente na Coreia do Sul e ao redor do mundo. 

Com mais de 1 bilhão de streams nas plataformas digitais, WOODZ se consolidou como uma das vozes mais marcantes do rock alternativo coreano contemporâneo. Após uma turnê mundial bem-sucedida em 2023, a sua música Drowning chegou ao topo das paradas musicais. 

O show no Brasil, produzido pela W+ Entertainment, promete uma atmosfera intensa e emocional, combinando performances energéticas, forte presença de palco e uma conexão direta com o público. Os valores variam entre R$ 215 e R$ 1.320 e podem incluir interações com o ídolo, como foto em grupo e hi bye session.

 

Vão prestigiar o Luizinho em São Paulo? Contem pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos sigam para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Louis Tomlinson anuncia show no Brasil

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Cultura asiática Moda Notícias

K-Beauty toma a Paulista com pop-up gratuita durante a Virada Cultural

Evento reúne 30 marcas coreanas de cosméticos no Centro Cultural Coreano, com experiências interativas, distribuição de amostras e atrações voltadas aos fãs de skincare e cultura asiática

Entre os dias 22 e 24 de maio, o Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB), na Avenida Paulista, recebe a K-Beauty Premium Pop-up Store, evento gratuito que reúne 30 marcas sul-coreanas de cosméticos em uma programação especial integrada à Virada Cultural 2026.

A iniciativa promete aproximar o público brasileiro das tendências de skincare e beleza que transformaram a Coreia do Sul em referência mundial no setor. Entre as empresas participantes estão gigantes da indústria como Amorepacific – responsável por marcas como Sulwhasoo e Laneige – e a APR, conhecida pela linha Medicube. Também participam nomes como Coreana Cosmetics, Leaders Cosmetics, Enprani, Skinmiso e Endoderma.

Organizada em parceria com a KITA (Korea International Trade Association) e a KOTRA (Korea Trade-Investment Promotion Agency), a ação transforma a sede do CCCB em um espaço de experiências interativas voltadas aos fãs de K-beauty e curiosos pelo universo dos cosméticos coreanos.

K-Beauty
Foto: divulgação/KCCB

Além da exposição de produtos, o evento aposta em ativações para engajar o público. Os visitantes poderão participar de uma Lucky Wheel, roleta temática que distribui brindes e amostras de itens como séruns, máscaras faciais e protetores solares. Haverá ainda espaços instagramáveis inspirados na estética coreana e áreas de feedback para que consumidores brasileiros compartilhem suas impressões sobre os produtos testados.

As redes sociais também fazem parte da experiência: quem publicar conteúdos do evento utilizando as hashtags oficiais poderá receber amostras extras, sujeitas à disponibilidade.

Segundo o diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil, Cheul Hong Kim, a expansão da K-beauty acompanha o crescimento do interesse dos brasileiros pela cultura sul-coreana. “Ao lado do K-pop, dos K-dramas e da gastronomia, os cuidados com a pele fazem parte de uma identidade cultural que desperta cada vez mais interesse no Brasil”, afirma.

Para Alex Lee, representante-chefe da KITA em São Paulo, o Brasil já ocupa posição estratégica no mercado latino-americano de cosméticos coreanos. Segundo ele, a força das redes sociais acelera a popularização dos produtos entre os consumidores mais jovens. “A geração jovem no Brasil descobre produtos pelo TikTok e Instagram e converte esse contato em compra quase imediatamente”, destaca.

A K-Beauty Premium Pop-up Store integra a programação oficial da Virada Cultural 2026, que contará com mais de mil atrações gratuitas espalhadas pela capital paulista. O Centro Cultural Coreano no Brasil participa ao lado de instituições como MASP, Pinacoteca de São Paulo e Museu da Língua Portuguesa.

Serviço

K-Beauty Premium Pop-up Store
Centro Cultural Coreano no Brasil
De 22 a 24 de maio de 2026
Sexta, das 14h às 22h | Sábado, das 10h às 22h | Domingo, das 10h às 17h
Entrada gratuita

 

Quem nós vemos lá? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento!

Leia também: O futuro da skincare brasileira é… a coreana

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Especiais Livros

Especial | Dia Internacional de Combate à LGBTfobia: livros queer para ler e se emocionar

Do universo da moda internacional às repúblicas universitárias, passando por romances sáficos, narrativas travestis e histórias de autodescoberta, os livros da lista celebram diferentes formas de amar, existir e ocupar espaços

O dia 17 de maio marca o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, data que relembra uma conquista histórica para a comunidade LGBTQIAPN+: em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID). Mais de três décadas depois, a data continua sendo um símbolo de resistência, memória e luta, especialmente diante de violências e preconceitos que ainda atravessam tantas vivências queer ao redor do mundo. Contudo, também é um momento de celebrar existências, afetos e a liberdade de ser quem se é.

Foto: reprodução/Marina Uezima/Brasil Photo Press via AFP

Na literatura, ocupar espaços também significa contar histórias plurais. Por muito tempo, personagens LGBTQIAPN+ foram retratados apenas por meio da dor, do silêncio ou da tragédia. E, embora essas narrativas sejam importantes para compreender feridas históricas e sociais, pessoas queer também merecem histórias sobre amor, descobertas, desejo, amizade e felicidade. Ver personagens LGBTQIAPN+ vivendo romances intensos, encontrando conexões genuínas ou simplesmente existindo em toda a sua complexidade é uma forma de acolhimento, identificação e permanência.

Pensando nisso, a redação do Clube do Livro do Entretê reuniu livros LGBTQIAPN+ que exploram diferentes experiências, emoções e formas de amar. A seleção reúne romances delicados, fantasias, dramas e histórias de amadurecimento protagonizadas por personagens queer que resistem, se descobrem e ocupam o centro das próprias narrativas. 

A Gramática do Corpo (2025), por Jules Ohman
Foto: reprodução/Buzz Editora

Ambientado no intenso universo da moda internacional, a narrativa acompanha Lou, uma jovem de 18 anos descoberta por agentes de modelos graças à sua aparência andrógina marcante. Apesar da oportunidade inesperada, ela nunca sonhou com as passarelas ou os holofotes. A sua verdadeira paixão sempre foi a fotografia, principalmente quando está atrás das lentes registrando Ivy, sua melhor amiga e amor secreto.

Após um acontecimento trágico mudar completamente sua vida, Lou se muda para Nova York e mergulha no ritmo frenético da alta-costura, dos desfiles e de viagens ao redor do mundo. Enquanto tenta encontrar um novo propósito, ela também precisa lidar com a culpa, o luto e a sensação crescente de estar se afastando de si mesma.

Sensível e melancólico, o romance de estreia de Jules Ohman aborda o amor queer, o amadurecimento e a autoaceitação em uma narrativa intimista e emocional. O livro está disponível para assinantes do Kindle Unlimited e pela Buzz Editora.

Em Todas as Gotas de Chuva (2023), por L.S. Englantine
Foto: divulgação/Editora Qualis/Entretetizei

Em Vila das Íris, duas famílias carregam há anos uma rivalidade tão exagerada quanto cansativa. Para Atena Lisboa e Cordélia Salgueiro, no entanto, essa disputa nunca passou de um drama familiar sem sentido. Mantendo certa distância uma da outra por conveniência, as duas acabam sendo obrigadas a dividir o mesmo assento durante uma longa viagem de trem – justamente em um trajeto carregado de memórias da infância.

Através de conversas, provocações e lembranças, as jovens começam a perceber que, talvez, exista algo além da antiga rivalidade herdada por suas famílias. Misturando romance sáfico, tensão leve e atmosfera acolhedora, o livro aposta em uma narrativa delicada sobre conexões inesperadas e sentimentos que surgem aos poucos. A obra pode ser lida no Kindle Unlimited e possui versão física pela Editora Qualis.

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho – Vol. 1 (2026), por Daniel Ribeiro e Bruno Freire
Foto: divulgação/Instagram @editoraseguinteoficial/Entretetizei

Inspirado no premiado filme de Daniel Ribeiro, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho revisita a história de Leonardo, um adolescente cego que tenta equilibrar os dilemas típicos da juventude com o desejo de conquistar mais independência. Entre a superproteção da mãe, as inseguranças da escola e a ansiedade pelo primeiro amor, sua rotina muda completamente com a chegada de Gabriel, o novo aluno da turma.

Conforme a amizade entre os dois cresce, Leo começa a descobrir sentimentos inéditos e questionamentos sobre sua própria identidade. Sensível e delicada, a obra aborda descoberta, pertencimento e afeto ao retratar a adolescência de forma humana e acolhedora, mostrando que ser amado também significa ser enxergado de verdade. A história ganhou uma versão em HQ pela Editora Seguinte

Boulder (2024), por Eva Baltasar
Foto: divulgação/Editora Dublinense/Entretetizei

A protagonista, Boulder, leva uma vida solitária trabalhando na cozinha de um navio mercante, viajando de porto em porto sem criar raízes. Tudo muda quando conhece Samsa e se vê envolvida por uma paixão capaz de fazê-la abandonar o mar e experimentar uma vida a dois em terra firme.

Entretanto, o relacionamento ganha novos contornos quando Samsa decide que quer ser mãe. Diante dessa transformação, Boulder passa a enfrentar sentimentos contraditórios entre o conforto da intimidade e a vontade constante de fugir. 

Com uma escrita sensível e direta, o romance explora as complexidades do amor, da maternidade e das relações queer contemporâneas. No Brasil, o livro da escritora catalã e finalista do International Booker Prize, foi publicado pela Editora Dublinense.

Neca: Romance em Bajubá (2024), por Amara Moira
Foto: divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei

Escrito inteiramente em bajubá – dialeto historicamente associado à comunidade LGBTQIAPN+, criado a partir de influências de línguas africanas e utilizado como linguagem de resistência e identificação –, Neca mistura erotismo, humor e memória em uma narrativa marcada pela oralidade e pela inventividade. A trama acompanha uma travesti que reencontra um antigo amor, agora começando a trabalhar nas ruas, enquanto relembra suas experiências como profissional do sexo no Brasil e na Europa.

Ao compartilhar histórias, conselhos e reflexões, a protagonista também estabelece um diálogo intenso com a literatura, reinterpretando autores clássicos a partir de vivências marginalizadas e da cultura travesti. Expandido após sua primeira publicação em antologia, o romance de estreia de Amara Moira se destaca pela linguagem ousada, pelo tom provocador e pela forma como transforma o bajubá em potência literária. O livro foi publicado pela Companhia das Letras.

Outono de Carne Estranha (2023), por Airton Souza
Foto: divulgação/Editora Record/Entretetizei

Vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2023, a história mistura ficção e memória histórica ao transportar o leitor para Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo, marcado pela violência, pela ambição e pela precariedade nos anos 1980. É nesse cenário brutal que Airton Souza acompanha a trajetória dos garimpeiros Zuza e Manel, cuja relação amorosa floresce em meio à lama, ao suor e à repressão, enquanto o padre Zacarias enfrenta conflitos de fé, desejo e culpa.

Com uma escrita lírica e profundamente sensorial, o autor paraense recria o universo do garimpo ao explorar as tensões entre erotismo e morte, sagrado e profano, ternura e brutalidade. Ao mesmo tempo em que retrata a violência estrutural daquele ambiente, o romance também encontra espaço para falar de afeto, resistência e humanidade em um território marcado pela solidão e pelo fanatismo. O livro foi publicado pela Editora Record.

Minha Versão de Você (2020), por Christina Lauren
Foto: divulgação/Editora Hoo/Entretetizei

Tanner Scott está contando os dias para terminar o Ensino Médio e deixar Utah para trás. Depois que sua família se mudou da Califórnia, sua bissexualidade voltou a ser escondida dentro do armário, e tudo o que ele deseja é recomeçar em outro lugar. Mas os planos mudam quando sua melhor amiga o convence a participar de uma aula de escrita criativa.

É lá que Tanner conhece Sebastian Brother, um jovem mórmon admirado na escola após publicar um livro ainda adolescente. A aproximação entre os dois acontece rapidamente, transformando uma paixão inesperada em um relacionamento atravessado por conflitos envolvendo religião, sexualidade e identidade. 

Assinado pela dupla Christina Lauren, o romance combina drama, romance e descobertas pessoais em uma narrativa delicada sobre amor e pertencimento. O livro está disponível para assinantes do Kindle Unlimited e pela Editora Universo dos Livros, sob o selo Hoo.

Café com Lichia (2023), por Emery Lee
Foto: divulgação/Editora Astral Cultural/Entretetizei

Theo Mori sonha em deixar Vermont para trás e usar a faculdade como porta de entrada para uma nova vida longe da cafeteria da família. Já Gabi Moreno tenta esconder sua paixão pela dança enquanto continua preso no armário e jogando futebol para atender às expectativas dos outros. Apesar das diferenças – e de alguns desentendimentos –, os dois acabam se unindo quando os negócios de suas famílias começam a ser ameaçados pela chegada de um café moderno e badalado na cidade.

Para salvar as lojas da família, Theo e Gabi criam um esquema clandestino de vendas de comidas instagramáveis dentro da escola. Porém, entre receitas, segredos e convivência forçada, a relação entre eles começa a mudar. 

Misturando romance LGBTQIAPN+, culinária e conflitos familiares, Café com Lichia aposta em uma narrativa leve e acolhedora sobre identidade, sonhos e primeiras paixões. A obra pode ser lida no Kindle Unlimited ou em versão física, publicada pela Editora Astral Cultural.

Eu Nasci Pra Isso (2023), por Alice Oseman
Foto: reprodução/Gramatura Alta

Conhecida por Heartstopper (2016), Alice Oseman explora fama, fandom e saúde mental em Eu Nasci Pra Isso. A história acompanha Angel Rahimi, uma jovem que viaja para Londres ao lado da melhor amiga para assistir ao show do Ark, sua boyband favorita. Há anos envolvida no fandom do grupo, Angel encontrou na comunidade de fãs um espaço de acolhimento, amizade e pertencimento.

Do outro lado dos palcos está Jimmy Kaga-Ricci, vocalista trans da banda, que vive cercado por sucesso, pressão e crises de ansiedade cada vez mais intensas. Quando os caminhos de Jimmy e Angel se cruzam, ambos começam a questionar o peso que depositam na música, na fama e nas expectativas criadas ao redor de si mesmos. Sensível e atual, o romance fala sobre identidade, solidão e o desejo de encontrar um lugar seguro no mundo. No Brasil, o livro foi publicado pela Editora Seguinte.

Vampeerz – Vol. 1 (2025), por Akili
Foto: reprodução/Nerdizmo

Misturando romance sáfico, sobrenatural e humor excêntrico, Vampeerz acompanha Ichika, uma jovem que conhece a misteriosa Aria durante o funeral da própria avó e imediatamente se encanta por ela. O que parecia apenas uma paixão à primeira vista logo se transforma em algo muito mais estranho quando Ichika descobre que Aria é uma vampira em busca de um objeto perdido ligado à sua família.

Enquanto ajuda Aria nessa procura, Ichika se vê envolvida em uma trama marcada por segredos, perigo e sentimentos conflitantes. A situação se torna ainda mais inesperada quando a vampira revela estar procurando uma espada capaz de matá-la – e pede que Ichika seja responsável por cravá-la em seu coração.

Combinando romance, fantasia e drama, o mangá aposta em uma narrativa intensa e peculiar sobre amor e obsessão. No Brasil, a obra foi publicada pela Editora JBC

REPÚBLICA 7 (volume único) (2026), por K. Aomine
Foto: divulgação/Editora Euphoria/Entretetizei

Em REPÚBLICA 7, diferentes jovens universitários dividem não apenas uma casa, mas também conflitos pessoais, romances e segredos. Entre eles estão Thiago, que não se identifica com os interesses políticos da família rica da qual faz parte, e João Gustavo, um bolsista de origem humilde tentando encontrar seu espaço naquele novo ambiente.

Ao chegarem à República 7, os dois passam a conviver com outros moradores que carregam suas próprias inseguranças, afetos e dilemas. Mais do que um espaço compartilhado, a república se transforma em uma espécie de família improvisada, marcada por laços intensos e descobertas emocionais. Com foco nas relações interpessoais e nos romances LGBTQIAPN+, o livro constrói uma narrativa sobre amizade, amadurecimento e pertencimento. A obra, publicada pela Editora Euphoria, também está disponível no Kindle Unlimited.

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Leia também: Histórias LGBTQIAPN+ com a cara do verão: 4 obras para mergulhar em amor, descobertas e liberdade

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cultura turca Notícias Séries

Notícias da semana no mundo turco – 11/5 a 16/5

Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana

 

Por Ana Matos, Anna Mellado, Débora Lima, Gisélia Oliveira e Mariana Chagas

Atores turcos marcam presença no Festival de Cannes 

A recepção Türkiye Invites You (tradução livre: A Turquia Convida Você), organizada em parceria entre a Direção Geral de Cinema do Ministério da Cultura e Turismo da Turquia e a Agência de Promoção e Desenvolvimento do Turismo da Turquia (TGA), está reunindo grandes nomes da indústria cinematográfica internacional durante o Festival de Cannes.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @gorbun.photos

As recepções e eventos do festival, que acontecerão em diferentes espaços da cidade francesa durante os dias 12 a 23 de maio, contam com a presença de nomes conhecidos como Hande Erçel, Caner Cindoruk, Sümeyye Aydoğan, Dilan Çiçek Deniz, Engin Akyürek, Engin Altan Düzyatan, Görkem Sevindik, Ozan Akbaba, Özge Gürel e Sinem Ünsal.

Çirkin chega ao fim da temporada no episódio oito

Alcançando uma boa audiência, a dizi Çirkin (tradução livre: Feio, 2026) surpreendeu ao ter seu final da temporada adiantado. Com previsão de encerrar somente em junho, a produção exibida aos domingos na Star TV chega ao fim da primeira temporada no dia 17 de maio, no seu oitavo episódio.

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Foto: reprodução/Star TV

A produção da 25 Film, protagonizada por Derya Pınar Ak e Çağlar Ertuğrul, deve retornar com a segunda temporada a partir de setembro, quando as dizis retornam do hiato. A decisão de encerrar a temporada com poucos episódios chamou a atenção por não ser algo comum no mundo turco, mas outras dizis já passaram por algo parecido, como Fazilet Hanım ve Kızları (tradução livre: Senhora Fazilet e suas Filhas, 2017) que encerrou sua primeira temporada no episódio 13.

Final da temporada Halef e Yeraltı são confirmados

Um dos sucessos de audiência da temporada, Halef: Köklerin Çağrısı (tradução literal: Halef: O Chamado das Raízes, 2025), protagonizada por İlhan Şen, Aybüke Pusat e Biran Damla Yılmaz, encerrará sua primeira temporada no 35º episódio. Caso não haja mudanças, a transmissão deve acontecer na primeira semana de junho.

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Foto: reprodução/Dizilah

Além disso, Yeraltı (tradução livre: Submundo, 2026) também finaliza sua primeira parte da história. Já na próxima semana, em 20 de maio, a novela exibirá o episódio final da temporada, com a saída de personagens importantes e grandes reviravoltas. Ambas as dizis devem retornar após o hiato de verão.

Alina Boz pode protagonizar filme com Kerem Bürsin 

O longa Çizginin Dışında (tradução livre: Além da Linha), que recentemente teve Kerem Bürsin anunciado como protagonista Levent, pode ter Alina Boz dando vida à Ela, o papel principal feminino. A atriz, que recentemente fez parte do elenco de Kuruluş Orhan (2025), está na fase de assinatura para participar do filme.

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Foto: reprodução/Onedio

A produção da O3 Medya tem roteiro de Ayşe Üner Kutlu, conhecida por escrever a dizi de sucesso Será Isso Amor? (Sen Çal Kapımı, 2020), da qual Kerem também foi protagonista. A direção do projeto será de Engin Erden. O projeto, que tem uma narrativa inserida no mundo do vôlei, deve ser lançado em uma plataforma digital, segundo a jornalista Birsen Altuntaş.

Novo fragman e data de estreia de Daha 17

A novela Daha 17 (tradução literal: Ainda 17), nova aposta do Kanal D para o verão turco, vai exibir seu primeiro episódio em 31 de maio, um domingo. Gravada nas paisagens paradisíacas de Bodrum e produzida pela Pastel Film, a série está gerando grande curiosidade do público.

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Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

O trailer oficial da série foi divulgado na última quarta (13), durante o intervalo comercial de Eşref Rüya (tradução livre: Sonho de Eşref, 2025). O elenco de Daha 17, dirigida por Emre Kabakuşak e produzida por Yaşar İrvül e Efe İrvül, contará com nomes como Nesrin Cavadzade, Çağan Efe Ak, Ceren Ayruk e Armağan Oğuz.

Protagonistas confirmados em nova dizi de verão

Ayça Ayşin Turan, famosa por seu papel em Amor na Ilha (Ada Masalı, 2021), foi confirmada como a protagonista de Muhtemel Aşk (tradução literal: Amor Possível), nova comédia romântica da MF Yapım, que chega na Show TV em junho.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

Muhtemel Aşk contará a história de Defne, que, justamente quando decide abrir espaço para o amor em sua vida, acaba dividida entre dois homens teimosos, charmosos e rivais entre si, interpretados por Ekin Koç e Feyyaz Şerifoğlu. O projeto é o terceiro em que Ayça Ayşin Turan e Ekin Koç contracenam como protagonistas: a dupla já estrelou o filme Sen İnandır (tradução literal: Você Convence, 2023) e a série Vicdansız (tradução literal: Sem Consciência, 2025).

Eşref Rüya chegará ao fim no episódio 47

A dizi Eşref Rüya (tradução livre: O Sonho de Eşref), estrelada por Çağatay Ulusoy e Demet Özdemir, teve seu encerramento confirmado e não ganhará uma terceira temporada. Segundo informações divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş, a produção do Kanal D terminará oficialmente em seu episódio 47, contrariando rumores anteriores sobre uma continuação.

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Foto: reprodução/Dizilah

De acordo com a imprensa turca, a equipe havia sido informada de que a série seguiria para uma nova temporada, mas uma decisão repentina mudou os planos. Entre os motivos apontados para o fim da produção estão o desgaste criativo do roteiro, a queda na audiência e divergências nas negociações entre a produtora e a emissora sobre a quantidade de episódios da próxima temporada.

O que mais aconteceu essa semana

Bülent İnal pode integrar o elenco da dizi Ömür Usta: o ator que ainda está no ar com a dizi Kıskanmak (tradução livre: Invejar, 2025), recebeu uma proposta para a nova produção da Ay Yapım intitulada Ömür Usta (tradução livre: Mestre Ömür). Informações apontam que Bülent İnal chegou a um acordo para participar da dizi que será exibida no canal NOW, junto dos atores Nurgül Yeşilçay e Gonca Vuslateri, Enes Koçak e Cemre Arda. A direção da série é de Hilal Saral.

Sena Mia Kalıp, İpek Çiçek e Elçin Zehra İrem em dizi de futebol: A dizi Altı Üstü İstanbul (tradução livre: O Avesso de Istambul), que estreia em breve na ATV, começará suas gravações na próxima semana. Produzida pela NTC Medya, a série abordará de forma dramática temas como futebol, espírito de equipe, riqueza e pobreza. O elenco, que agora conta com Sena Mia Kalıp, İpek Çiçek e Elçin Zehra İrem, reuniu-se para o primeiro ensaio de leitura do roteiro. 

Final da dizi Cennetin Çocukları: após passar por mudanças na trama e no elenco principal, foi decidido que a dizi Cennetin Çocukları (Filhos do Paraíso) será finalizada no episódio 36. A produção da Motto Productions que vai ao ar às segundas no canal TRT1 tinha previsão de ganhar uma segunda temporada, porém, não atingiu a audiência esperada. Protagonizada por Burak Serdar Şanal e Buse Meral, a dizi filmada em Ayvalık, tem roteiro de Ali Kara e direção de Soner Caner.

Nova dizi produzida pela Tod Studios: conhecida por suas produções de qualidade, a Tod Studios prepara mais uma aposta no mercado turco. Intitulada Başbaşa (tradução literal: Cara a Cara), a comédia familiar terá 26 episódios e será protagonizada por Selin Şekerci (Melo), Ali Yoğurtçuoğlu (Rüzgâr), Devrim Yakut (Muazzez), Altan Erkekli (Mesut), Özgün Bayraktar (Hülya), Ünal Yeter (Kamil) e Kerem Alan (Arda).

Novas produções da Go Türkiye: as minisséries de Go Türkiye, que já ultrapassaram 3 bilhões de visualizações, ganharão mais dois filmes. Em Aşk Tadında (tradução literal: Com Sabor de Amor), que começou a ser gravada em Izmir, Burak Özçivit e Ceyda Ateş dividem o protagonismo. Além disso, uma nova produção, ambientada nas rotas históricas da Turquia e filmada na região do Sudeste da Anatólia, contará com Engin Altan Düzyatan e Özge Gürel no elenco principal.

Personagens se despedirão de Kızılcık Şerbeti: com as filmagens concluídas nesta sexta (15), a quarta temporada da dizi Kızılcık Şerbeti (tradução livre: Sorvete de Cranberry, 2022) se despedirá de alguns personagens. Além de İlhami (Fatih Gühan) e Ulvi (Hamdi Alkan), pai de İlhami, informações apontam que um terceiro personagem, ainda não revelado, também dirá adeus à produção da Gold Film escrita por Melis Civelek e Zeynep Gür. A dizi finaliza a temporada no dia 22 de maio, no 138º episódio.

Ator em Eşref Rüya: O mistério acabou! O personagem İhti̇yar (tradução literal: O Velho), mencionado como um dos maiores inimigos de Eşref Tek na dizi Eşref Rüya, aparecerá pela primeira vez para o público. O personagem será interpretado por Uğur Yücel, um veterano do cinema e da televisão turca. O retorno desse personagem misterioso, que deseja descobrir a verdadeira identidade de sua filha, mudará completamente o equilíbrio de poder na série.

Alp Navruz em nova dizi: Alp Navruz é o novo nome confirmado em Altın Çağ Nizamülmülk, nova série de época da plataforma TRT tabii. Na produção dirigida por Emir Khalilzadeh, Alp Navruz interpretará o lendário governante Sultão Melikşah, responsável por levar o Grande Império Seljúcida ao seu maior período de expansão territorial. Prevista para iniciar suas gravações na primeira semana de junho, a série é assinada pela DSS Medya e por Cenk Şener. 

Ava Yaman protagonizará um filme: a atriz, que ganhou o reconhecimento do público pela personagem Eleni na dizi Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar, 2025), será a personagem Su no filme Dokunmadan Aşk (tradução livre: Amor Sem Toque), dirigido pelo premiado diretor Hüseyin Eken. O projeto, que será gravado durante o verão turco, deve iniciar as filmagens na primeira semana de junho em Konya. O parceiro de Ava Yaman no projeto, Meram, será interpretado por Demirhan Demircioğlu. Produzido por Hüseyin Eken e Duygu Yonucu, o filme aborda a afefobia, que é o medo de ser tocado ou de tocar em outras pessoas.

Rapidinhas

– As gravações da dizi Doğanın Kanunu (tradução livre: A Lei da Natureza), com Özge Yağız e Alperen Duymaz, começaram essa semana.

– Foram divulgadas novas fotos e o pôster do filme Yaz Evi (tradução livre: Casa de Verão), com Mina Demirtaş, Derya Pınar Ak e Onur Seyit Yaran, que estreia em 6 de junho na Prime Video Turquia.

Engin Altan Düzyatan retornará às telas com nova série da tabii. Espiyonaj (tradução literal: Espionagem) se passa no universo da segurança nacional, inteligência e estratégias de Estado.

Yağızcan Konyalı será o protagonista de Umut Işığım (tradução literal: Minha Luz da Esperança). O filme, sobre a relação entre pai e filho, também contará com Tamer Levent no elenco principal.

 

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Leia também: Notícias da semana no mundo turco – 4/5 a 9/5

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

Fonte para estas notícias: Birsen Altuntaş

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Cultura Cultura pop Entretenimento Eventos Música Notícias

HIPÓLYTO lança nova edição do projeto Sambelting com a participação de Any Gabrielly

O multiartista se prepara para lançar a quarta edição do projeto autoral no fim deste mês

Após finalizar sua participação nas peças Prazer, Zezé (2025/2026) e Ópera do Malandro (2025/2026), HIPÓLYTO já está pronto para a próxima empreitada. Seguindo com o projeto Sambelting, o multiartista retorna aos palcos para apresentar a quarta edição do evento, no dia 24 de maio, desta vez com uma convidada muito especial: Any Gabrielly.

O projeto Sambelting é um show criado por HIPÓLYTO ao lado de Thales Cesar e Thadeu Torres que transforma a tradicional roda de samba em uma experiência performática. Com banda ao vivo, o projeto revisita clássicos de Djavan, Jorge Vercillo, Fat Family e outros artistas que fazem parte da memória afetiva do público. Dessa vez, o multiartista traz Any Gabrielly, sua amiga de longa data, para dividirem o palco. Recentemente, o evento teve uma terceira edição especial em comemoração ao aniversário do HIPÓLYTO e contou com Laura Castro, Desirée e Nicole Luz como convidadas, além do apoio de Lucas Maino e diversas surpresas para os fãs. 

Nos palcos, HIPÓLYTO consolidou seu nome ao viver Fiyero em Wicked Brasil (2025), performance que o apresentou ao grande público e destacou sua força cênica no teatro musical nacional. Desde então, o artista seguiu construindo uma trajetória marcada pela versatilidade, dublando Taka (Scar) em Mufasa: O Rei Leão (Disney, 2024), integrando montagens como Prazer, Zezé; Ópera do Malandro; Marrom – O Musical (2022); Kiss Me, Kate (2023); Cabaret Kit Kat Club (2024) e Legalmente Loira (2024), além de participar de produções audiovisuais como Turvo (2021), Meu Filho Só Anda Um Pouco Mais Lento (2021), O Coro – Sucesso Aqui Vou Eu (2022), Últimas Férias (2023) e Jogo Cruzado (Disney+, 2025). Em breve, o artista terá novidades para compartilhar.

Foto: divulgação/@vportolima
SERVIÇO

Sambelting 

Datas: 24/05

Horário: 15h

Local: Lote SP

Endereço: R. Padre João Gonçalves, 80 – Pinheiros, São Paulo – SP 

Ingressos no link: https://www.sympla.com.br/evento/sambelting-4-edicao/

Sobre HIPÓLYTO

Nascido no Rio de Janeiro, HIPÓLYTO iniciou sua trajetória artística ainda na infância e construiu uma carreira marcada pela versatilidade e pela presença cênica. No teatro musical, viveu personagens de destaque como Fiyero em Wicked Brasil e integrou montagens como Prazer, Zezé; Ópera do Malandro; Marrom – O Musical; Kiss Me, Kate; Cabaret Kit Kat Club e Legalmente Loira, onde interpretou Emmett. Sua potência vocal e expressividade o consolidaram como um nome ascendente no teatro brasileiro.

No audiovisual, estreou na dublagem falada e cantada como Taka (Scar) em Mufasa: O Rei Leão (Disney) e participou de produções como Turvo, Meu Filho Só Anda Um Pouco Mais Lento, O Coro – Sucesso Aqui Vou Eu, Últimas Férias e Jogo Cruzado (Disney+). Seu próximo trabalho nos cinemas é Pecadora, atualmente em pós-produção.

Na música e no teatro, vive um momento de intensa criação com Sambelting, show ao lado de Thales Cesar e Thadeu Torres que celebra samba, pagode e memória afetiva em releituras com banda ao vivo, e que está pronto para realizar sua quarta edição. Paralelamente, encerrou as temporadas de Ópera do Malandro e Prazer, Zezé, onde viveu múltiplos personagens, sendo bastante reconhecido pela crítica especializada. 

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Leia também: Cinebiografia de Zeca Pagodinho inicia as filmagens no Rio de Janeiro

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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