Estrelado por Midori Francis, o novo filme da diretora Natalie Erika James estreia em agosto nos cinemas brasileiros com uma trama macabra sobre padrões estéticos e consequências extremas.
ADiamond Films divulgou nesta terça-feira (12) o pôster oficial de Insaciável, novo terror psicológico dirigido e roteirizado por Natalie Erika James (Relíquia Macabra, 2020). O longa estreia em agosto nos cinemas de todo o Brasil e promete mergulhar o público em uma narrativa angustiante sobre obsessão estética, pressão corporal e consequências extremas.
Imagem: divulgação/Diamond Films
Conhecida pelo aclamado terror Relíquia Macabra, Natalie retorna ao gênero com uma trama perturbadora protagonizada por Midori Francis (Dash & Lily, 2020). No filme, a atriz interpreta Hana, uma jovem estudante de medicina que convive há anos com uma relação conturbada com o próprio corpo e uma busca incessante pela magreza.
Influenciada pela transformação física repentina de uma amiga, Hana decide iniciar um tratamento extremo à base de pílulas milagrosas que prometem emagrecimento rápido. No entanto, há um detalhe macabro por trás da fórmula: os comprimidos são produzidos a partir de cinzas humanas. Mesmo diante da descoberta chocante, a protagonista segue consumindo as cápsulas na tentativa de alcançar o corpo idealizado, desencadeando consequências irreversíveis e cada vez mais assustadoras.
Além de Midori Francis, o elenco do longa conta ainda com Madeleine Madden (A Roda do Tempo, 2021) e Danielle Macdonald (Dumplin, 2018), reforçando o elenco feminino da produção.
Antes mesmo da estreia oficial, Insaciável já vem chamando atenção no circuito internacional após ser destaque no Festival de Sundance, um dos festivais de cinema independente mais prestigiados do mundo. A produção aposta em uma combinação de horror psicológico, crítica social e tensão corporal para abordar temas contemporâneos ligados à autoimagem e aos padrões estéticos impostos às mulheres.
Distribuído pela Diamond Films, considerada a maior distribuidora independente da América Latina, o longa chega aos cinemas brasileiros em 6 de agosto.
Insaciável promete transformar obsessão estética em um dos terrores mais perturbadores do ano. E aí, me conta, vai assistir nos cinemas? Acompanhe mais novidades do mundo do entretenimento nas redes da Entretê: Facebook, Instagram e X.
Dirigido e protagonizado por Michael Jai White, o longa conta a história de um investigador particular contratado para desvendar um sequestro
[Contém spoiler]
No Rastro do Perigo (2025), ou Trouble Man, é um filme de ação e comédia que chegou no dia 7 de maio ao streaming Adrenalina Pura+. Michael Jai White (MR-9: Missão Mortal, 2023), ator, roteirista, diretor e lutador de artes marciais norte-americano, é responsável pela direção e, também, atuação no papel principal do longa-metragem.
O ex-policial Jaxen (Michael Jai White) trabalha como investigador particular e é contratado para encontrar a estrela de R&B Jahari (La La Anthony), que está desaparecida. Porém, o que começa como um caso de sequestro revela uma conspiração muito maior, que obriga Jaxen a duvidar de todos se quiser encontrar a cantora a tempo.
Assista ao trailer de No Rastro do Perigo:
A trama se inicia com o protagonista Jaxen realizando um trabalho como investigador particular. Após denúncias de que um homem estava agredindo sua própria esposa, Jax é chamado para obrigá-lo a prometer parar com a violência, fazendo uso das suas habilidades de artes marciais e mostrando logo no começo o caráter ‘James Bond’ que o personagem de Michael Jai White terá ao longo da história.
Em um clube que Jax também trabalha como segurança, ele reencontra sua ex-namorada Gina (Gillian White) que, ao longo do filme, se mostra uma mulher forte e independente, e eles se reaproximam. Então, logo no dia seguinte, o protagonista é chamado para uma reunião com o importante produtor Branes Holden (Orlando Jones)da gravadora Swerve City Records, em que descobre sobre o desaparecimento da famosa cantora Jahari e recebe a proposta de um alto pagamento para encontrá-la.
Foto: reprodução/Samuel Goldwyn Films
Assim se inicia sua investigação. Durante a mesma, Jaxen conhece Myron (Method Man), o namorado da cantora, que é um artista mais conhecido pelo seu apelido Money, e a empresária financiadora da gravadora Swerve City,Yuen Song (Levy Tran), uma mulher importante que anda sempre acompanhada de seus dois seguranças.
A busca de Jax por Jahari se mostra complicada, passando por diversos perigos ao longo da investigação, com inimigos escondidos que tentam pará-lo à todo custo, inclusive ferindo pessoas que ele ama. Um desses momentos é quando sua namorada, Gina, vai para o hospital após ser baleada durante uma tentativa de ataque à Jax, o que coloca o relacionamento deles à prova, porque Gina diz ser leal a Jax, mas não está pronta para dar a vida dela por ele.
Foto: reprodução/Samuel Goldwyn Films
Determinado a vingar Gina e salvar Jahari, Jaxen confronta o produtor Holden para descobrir o que realmente está por trás desse sequestro. Com medo, Holden admite que deve muito dinheiro à empresária Yuen Song e que sabe que foi ela quem sequestrou Jahari, com o plano de que, caso ele não pague a dívida, ela matará a cantora na intenção de fazer seu novo álbum valer ainda mais dinheiro.
Ao descobrir toda a verdade, Jax e Money vão juntos resgatar Jahari dos seguranças de Song, o que dá sequência a mais cenas de luta e ação, mas também momentos surpreendentemente cômicos da dupla. Por fim, eles resgatam Jahari, porém Song, sabendo que foi descoberta, decide matar Holden e também Gina, como vingança.
Foto: reprodução/RottenTomatoes
Jax então volta à gravadora para impedir a empresária, o único momento do filme que ele decide ir contra seus princípios anti-armas e usar uma arma de verdade, porque a vida da mulher que ama está em perigo. A tensão culmina em uma sequência final de luta no terraço, onde Jax derrota todos os inimigos e salva Gina, terminando o filme decidido a largar o cargo de investigador privado e começar uma vida mais calma e segura junto da mulher que ama.
No Rastro do Perigo tem uma velocidade acelerada na sua maneira de contar a história, não se demorando nos diálogos ou acontecimentos, com exceção das cenas de luta, que são diversas e longas. Se, por um lado, o ritmo se mostra favorável para manter o interesse de quem assiste e entregar momentos de humor, por outro, os bons atores acabam prejudicados quando não encontram o espaço necessário para entregar sua performance na pressa dos diálogos e da trama.
Também por causa desse ritmo acelerado, os sentimentos e as reviravoltas da história se baseiam muito mais em confissões ditas do que em qualquer possível pista nas atitudes de algum personagem envolvido, tirando o suspense.
Foto: reprodução/MUBI
Com um elenco composto em sua grande maioria por pessoas negras, o filme traz representatividade e trabalha bem questões de racismo e outros preconceitos, como a misoginia, nas falas do protagonista para desencorajar discriminações. Mas é importante ressaltar que, como uma comédia, este não é um filme que se leva muito a sério e, por isso, faz sentido que não aborde tão a fundo esses temas.
Como um filme que se vende como uma comédia, ele tem seus momentos engraçados, especialmente quando Jax e Money compartilham a tela. Os dois formam uma dupla de personalidades que se complementam e têm uma entrega de humor muito natural quando trabalham juntos para resgatar Jahari, o que quase compensa pelas cenas que falham em entregar humor ao longo da narrativa.
Foto: reprodução/DREA NICOLE PHOTOGRAPHY
É nítida a homenagem que No Rastro do Perigo faz às artes marciais. Em tantas sequências de luta corpo a corpo, o filme se estende em demonstrar tipos diferentes dessa arte nas brigas de Jax, e chega até a trazer esses conhecimentos às falas do protagonista.
Porém, especialmente após a sequência final de luta, é impossível não sentir que esse tributo às artes de combate é diversas vezes ofuscado pela má execução dos efeitos especiais. Tela verde aparente, cortes súbitos e efeitos especiais extremamente falsos, a edição prejudica muito a qualidade cinematográfica do filme, fazendo momentos de ápice da narrativa se tornarem brigas anti-climáticas. E a trilha sonora é neutra em cenas de tão grande ação.
No Rastro do Perigo é, portanto, bom o suficiente para ser assistido sem muitas expectativas ou seriedade. Jaxen não é o novo James Bond e este não será o trabalho mais famoso de Michael Jai White, mas o filme de ação tem seus bons momentos e muitos atores talentosos, só contidos por um roteiro mal executado e uma edição que deixa a desejar.
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Produção digital contará uma história ambientada no universo do vôlei
Kerem Bürsin e Alina Boz devem dividir a tela em um novo projeto cinematográfico turco. Os atores foram anunciados como protagonistas de Çizginin Dışında (tradução livre: Além da Linha), novo filme produzido pela O3 Medya e escrito por Ayşe Üner Kutlu, roteirista da famosa dizi Será Isso Amor? (Sen Çal Kapımı).
Foto: reprodução/Purepeople
Segundo informações divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş, o longa será lançado em uma plataforma digital e acompanhará uma história ambientada no universo do vôlei. Kerem Bürsin dará vida a Levent, enquanto Alina Boz interpretará Ela.
Foto: reprodução/ Onedio
Alina Boz, que esteve recentemente na televisão turca com Kuruluş Orhan, ainda está na fase final de negociações para oficializar sua participação no projeto. Já Kerem Bürsin também se prepara para iniciar as gravações de Yorgun Güneş, novo filme do renomado diretor Nuri Bilge Ceylan.
Foto: reprodução/@1birsenaltuntas
A direção de Çizginin Dışında ficará a cargo de Engin Erden. A expectativa em torno do projeto aumentou entre os fãs de dizis turcas, principalmente pela parceria inédita entre os protagonistas e pelo retorno de Ayşe Üner Kutlu ao gênero romântico.
Foto: reprodução/ @enginerden
O filme promete misturar romance, drama e esporte em uma narrativa voltada para o universo competitivo do vôlei, trazendo mais um grande projeto digital para o audiovisual turco.
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Dirigido por Jefferson Mendes, documentário registra a trajetória de Gilberto Petruche, dono de uma das últimas videolocadoras em atividade no Brasil, e mostra como cinema, comunidade e paixão ainda resistem em tempos de streaming
O documentário Rebobinando Memórias: Videolocadora Charada (2026), dirigido e roteirizado por Jefferson Mendes e produzido pela equipe da Murmur Filmes ao lado de Pedro Freitas, vai muito além de apenas contar a história de uma das últimas videolocadoras ainda em funcionamento no país. O longa constrói um registro importante sobre memória, resistência cultural e sobrevivência em tempos dominados pelo streaming.
No centro da narrativa está Gilberto Petruche, figura que praticamente se confunde com a própria Charada. Aos 69 anos, ele mantém há mais de três décadas um sonho que parecia impossível de sobreviver. Entre dificuldades financeiras, mudanças no mercado e transformações no consumo audiovisual, a locadora continua aberta “aos trancos e barrancos”, como o próprio documentário deixa claro, mas segue viva.
Entre as lembranças mais marcantes retratadas pelo documentário está o fenômeno Titanic. Gilberto comenta sobre a enorme procura pelo filme e a quantidade de cópias que precisou adquirir para atender a demanda absurda da época, mostrando o tamanho que a Charada alcançou em seus anos de maior movimento. São memórias que ajudam a reconstruir uma era em que ir à locadora fazia parte da rotina das pessoas e o lançamento de um filme movimentava bairros inteiros.
A narrativa também acompanha como Petruche atravessou diferentes gerações da mídia física. Ele viveu o auge do VHS, acompanhou a chegada do DVD e hoje encara o desafio de manter a locadora viva em plena era do streaming. O filme entende bem essa transformação e mostra como a Charada precisou se adaptar sem abandonar sua essência.
Foto: reprodulçao/FOLHA
Mais do que registrar uma videolocadora em funcionamento, o documentário mostra que Gilberto não mantém apenas um comércio. A Charada virou ponto de encontro, espaço de convivência e memória afetiva da periferia de São Paulo. O documentário retrata bem as conversas de balcão, as amizades criadas ao longo dos anos e até histórias curiosas de assaltantes que acabaram virando clientes da locadora. São detalhes que ajudam a entender como aquele espaço ultrapassa o simples ato de alugar filmes.
Ao acompanhar a sobrevivência da Charada em tempos de streaming, Jefferson Mendes mostra o processo de reinvenção do espaço. Para continuar existindo, a locadora passou a funcionar também como centro cultural, recebendo shows, encontros e eventos. Ainda assim, Gilberto faz questão de reforçar que aquilo continua sendo, acima de tudo, uma videolocadora, e o documentário entende a importância dessa afirmação. Existe um valor simbólico em manter viva uma experiência física ligada ao cinema, ao contato humano e à troca de recomendações cara a cara.
Foto: reprodução/murmur filmes
E talvez um dos pontos mais interessantes do documentário seja justamente a forma honesta como Petruche enxerga as transformações sociais ao redor da própria locadora. Em determinado momento, o filme aborda a pirataria, que durante muitos anos foi vista como uma das grandes inimigas das videolocadoras.
Mas Gilberto não trata o assunto de forma simplista. Estando localizado na periferia de São Paulo, ele entende que, para muitas pessoas, a mídia pirata acabou sendo uma das únicas formas acessíveis de consumir cinema.
É um olhar humano e consciente sobre a realidade social do país. Mesmo enfrentando esse cenário, a Charada continuou existindo e mantendo sua clientela fiel, sustentada muito mais pela relação construída com as pessoas do que apenas pelo aluguel dos filmes.
Além da paixão pelo cinema, o documentário revela outro lado muito importante da história de Gilberto: o futebol. Antes mesmo do cinema, o esporte já ocupava espaço central na sua vida. Ele joga bola desde os quatro anos de idade, sempre como goleiro, e trata o futebol como seu primeiro grande amor.
O documentário utiliza isso de maneira simples e muito humana, especialmente em uma cena na qual ele aparece defendendo duas bolas no gol, revelando um lado leve e apaixonado de alguém que dedicou a vida inteira às coisas que ama.
Foto: reprodução/murmur filmes
A presença da família de Gilberto surge como peça fundamental nessa trajetória. Sua esposa e seus dois filhos sempre estiveram presentes apoiando a manutenção da Charada ao longo dos anos. Mesmo diante das dificuldades financeiras e dos momentos em que parecia impossível continuar, sua família permaneceu ao lado dele.
O filme mostra inclusive que, apesar de sua esposa já ter sugerido algumas vezes que talvez fosse hora de fechar as portas, ela também entende a importância daquele espaço e do legado construído pela família ao longo de décadas.
Para ampliar essa discussão sobre mídia física e preservação cultural, o documentário reúne depoimentos importantes de pessoas ligadas ao universo das videolocadoras e da mídia física, como William Busa, Valmir Fernandes, Luiz Sene, Ricardo Luperi e Alan Oliveira, além de colecionadores, clientes antigos e frequentadores do espaço cultural. Todos ajudam a construir um panorama sobre a importância histórica e cultural desses espaços.
Com uma abordagem organizada, afetiva e direta, a equipe da Murmur Filmes entrega um documentário que funciona tanto como homenagem quanto como registro histórico.
Rebobinando Memórias: Videolocadora Charada não fala apenas sobre fitas, DVDs ou nostalgia. Fala sobre permanência, comunidade e resistência cultural. Enquanto existir Gilberto Petruche, existirá também uma resistência contra o desaparecimento desses espaços físicos de convivência e troca humana. A Charada sobrevive porque existe alguém disposto a acreditar nela todos os dias, mesmo quando o mundo inteiro parece ter seguido em outra direção.
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A turnê pelo Brasil já passou por São Paulo, Recife e Belo Horizonte e seguirá para Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro
Materia por Mayara Pereira
Há pouco mais de dois anos desde seu último show no país, Men at Work, ícone dos anos 80, desembarcou no Brasil para uma turnê especial que contou com apresentações em seis capitais. Até o momento, a banda australiana já passou por São Paulo, no dia 6, no VIBRA São Paulo; em Recife, no dia 8, no Centro de Convenções de Pernambuco; em Belo Horizonte, no dia 10, no BeFly Hall. Tendo como próximo destino Curitiba no dia 12, no IGLOO Super Hall;Porto Alegre nos dias 13 e 14, no Auditório Araújo Vianna, e o Rio de Janeiro, onde a apresentação acontece no dia 16, no Qualistage.
A vencedora do Grammy de Artista Revelação de 1983 e responsável pela venda de mais de 30 milhões de discos,dominou as rádios durante a primeira metade da década de 80 com os hits Who Can It Be Now? e Down Under que, assim como o restante de suas canções, possuem forte influência dos gêneros reggae e new wave.
Para os shows no Brasil, Colin Hay – membro da formação original do Men At Work – e seus parceiros apostam em uma turnê que exala nostalgia para quem viveu a época, mas engana-se quem pensa que seu público se resume a esse. Recentemente, suas canções têm feito sucesso com as gerações mais novas, que as têm usado em algumas trends em redes sociais, como o TikTok e o Instagram. Logo, essa também será a oportunidade de se apresentar e cativar um público que sequer era nascido quando a banda surgiu.
Foto: divulgação/Encarte do disco Cargo, de 1983
Além dos hits mencionados, o público pode esperar um repertório extenso e que revisita os sucessos presentes em seus três álbuns de estúdio. Be Good Johnny, Underground, High Wire, Overkill, It’s a Mistake, Dr. Heckyll and Mr. Jive, Everything I Need, Maria e Man with Two Hearts, estão mais que confirmadas no setlist.
Os ingressos para os shows de Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro ainda estão disponíveis no site da Sympla e da Ticketmaster, respectivamente. A turnê brasileira do Men At Work é mais uma realização da Infinito Entretenimento e MCA Concerts.
SERVIÇO – CURITIBA
Data: Terça-feira, 12/05/2026
Local: IGLOO SUPER HALL – Rua Dino Bertoldi, 740 – Tarumã
Horário de abertura das portas: 19h00
Horário de início do show: 21h00
Classificação indicativa: 18 anos, menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou do responsável legal.
– Clube Gazeta: Desconto de 40% sobre o valor de inteira, até 2 ingressos.
– Clube Cult: Desconto de 40% sobre o valor de inteira, até 2 ingressos.
– Ingresso Solidário: Desconto de 40% mediante doação de 1Kg de alimento não perecível, menos sal e açúcar, entregue na entrada do show. Caso não seja apresentado, será necessário pagar a diferença de valor para o ingresso inteiro.
Bilheteria física sem taxa: Estádio Major Antônio Couto Pereira – Rua Amâncio Moro, S/N Alto da Glória – Aberta de terça a sábado das 10h às 17h, não abre segundas, feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou outros eventos.
– Cliente BANRISUL: Desconto de 50% sobre o valor de inteira, até 4 ingressos.
– Ingresso Solidário: Desconto de 40% mediante doação de 1Kg de alimento não perecível, menos sal e açúcar, entregue na entrada do show. Caso não seja apresentado, será necessário pagar a diferença de valor para o ingresso inteiro.
Bilheteria física: Loja Planeta Surf Bourbon Wallig – Avenida Assis Brasil, 2611 – Aberta de segunda a sábado das 10h às 22h / Domingos e Feriados das 14h às 20h.
SERVIÇO – RIO DE JANEIRO
Data: Sábado, 16/05/2026
Local: QUALISTAGE – Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca
Horário de abertura das portas: 20h00
Horário de início do show: 22h00
Classificação indicativa: 18 anos, menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
– Cliente QualiCorp: Desconto de 40% sobre o valor de Inteira, até 2 ingressos.
– Ingresso Solidário: Desconto de 40% mediante doação de 1Kg de alimento não perecível, menos sal e açúcar, entregue na entrada do show. Caso não seja apresentado, será necessário pagar a diferença de valor para o ingresso inteiro.
Bilheteria física sem taxa: Shopping Via Parque – Avenida Ayrton Senna, 3000 Barra da Tijuca – Aberta de segunda a sábado das 11h às 20h, domingos e feriados das 13h às 20h.
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Primeiro episódio aposta na fidelidade ao livro, química do elenco e desenvolvimento emocional para conquistar leitores de Elle Kennedy
Adaptar um fenômeno literário nunca é uma tarefa simples – principalmente quando existe uma base de fãs extremamente apaixonada acompanhando cada detalhe da produção. E com Off Campus (2026), série baseada nos livros de Elle Kennedy, a pressão era ainda maior. Desde o anúncio da adaptação, leitores esperavam que a produção conseguisse preservar a essência dos personagens, o humor característico da saga e, principalmente, a dinâmica entre Hannah Wells e Garrett Graham.
Depois das primeiras impressões do episódio de estreia, parece que a série entendeu exatamente o que os fãs esperavam.
Foto: reprodução/CNN Brasil
O piloto trabalha de forma eficiente a principal função de um primeiro episódio: apresentar o universo da história, estabelecer o tom da narrativa e introduzir os personagens sem perder tempo. E uma das maiores qualidades da adaptação está justamente no cuidado em respeitar o material original.
Diversos diálogos retirados diretamente do livro aparecem no episódio, reforçando a sensação de fidelidade para quem acompanha a saga desde o início. Existe uma preocupação clara em preservar a identidade da obra, especialmente na maneira como o casal protagonista é apresentado ao público.
Ao mesmo tempo, a série deixa evidente desde o início que não pretende suavizar completamente o tom da história. Assim como nos livros, a adaptação aposta em cenas mais explícitas e em uma abordagem mais madura dos relacionamentos e conflitos emocionais dos personagens.
Foto: reprodução/TechTudo
Outro ponto elogiado nas primeiras reações é o equilíbrio entre romance, humor e drama. Segundo pessoas que já assistiram à temporada completa, a produção consegue manter a atmosfera divertida dos livros sem deixar de lado o peso emocional que acompanha os protagonistas ao longo da história.
Mas talvez o maior acerto do episódio esteja na química do elenco.
A conexão entre Hannah e Garrett funciona desde os primeiros minutos em cena. Mesmo durante interações simples, os atores conseguem transmitir a tensão, o charme e a vulnerabilidade que fizeram os personagens se tornarem tão populares entre os leitores.
E, de acordo com quem já viu os episódios seguintes, essa dinâmica cresce ainda mais conforme a temporada avança, especialmente porque a série dedica tempo ao desenvolvimento emocional dos dois protagonistas.
Foto: reprodução/Moda20
Os personagens secundários também recebem atenção importante logo no primeiro episódio. A amizade entre Garrett, Logan, Dean e Tucker aparece de forma natural, sem transformar nenhum deles em mero coadjuvante genérico. A dinâmica do grupo lembra bastante a energia presente nos livros e ajuda a construir o clima universitário que marcou a saga literária.
Narrativamente, o episódio acelera alguns acontecimentos importantes da história. O acordo entre Hannah e Garrett é estabelecido rapidamente, assim como momentos importantes do relacionamento dos dois, incluindo Garrett indo atrás dela no trabalho e descobrindo sua queda por Justin.
Ao mesmo tempo, a série já introduz os traumas que acompanham os protagonistas. E o desenvolvimento ao longo dos episódios é um dos pontos mais fortes da adaptação.
Foto: reprodução/Amazon MGM Studios
Outro destaque importante é a trilha sonora. A escolha das músicas, assim como os gostos musicais dos personagens, ajudam a construir personalidade e deixam o episódio com uma energia jovem e envolvente, reforçando o clima universitário da série.
A adaptação também faz pequenas mudanças em relação ao livro, que parecem funcionar bem dentro do novo formato. Justin, por exemplo, não é jogador de futebol americano na série, enquanto Hannah passa a estudar composição em vez de performance musical.
São alterações sutis, mas que ajudam a tornar os personagens mais naturais e coerentes dentro da linguagem televisiva.
Se o primeiro episódio servir como indicativo do restante da temporada, Off Campus tem potencial para se transformar em uma das adaptações literárias mais queridas dos últimos anos – especialmente entre fãs de romance universitário e leitores que esperavam ver a essência dos livros preservada na tela.
Off Campus estreia na Prime Video dia 13 de maio.
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A dizi Halef: Köklerin Çağrısı (tradução literal: Halef: O Chamado das Raízes, 2025), sucesso da NOW que está indo ao ar nas quintas, encerra a sua primeira temporada no começo de junho.
Produzida pela Most Productions, a dizi teve sua renovação confirmada e continuará na próxima temporada, após a pausa durante o verão turco.
A menos que haja alguma mudança, a dizi entrará em hiato de temporada no episódio 35. Até o momento, a série já está em seu 31º episódio.
Foto: reprodução/Dizilah
Estrelada por İlhan Şen, Aybüke Pusat e Biran Damla Yılmaz, a popular série é filmada em Şanlıurfa, no sudoeste da Turquia.
Segundo informações da imprensa turca, a dizi terá saídas no elenco principal. Ainda não se sabe qual dos personagens se despede da novela, mas o episódio final e a nova temporada devem trazer mudanças importantes.
Fontes para essa matéria: Birsen Altuntaş
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Para os leitores amantes de esporte, lançamento entrega cultura brasileira e fanáticos por futebol
Neste ano, junho promete entreter os fãs de futebol com o clima emocionante da Copa do Mundo. Mas, enquanto aguardamos a tão esperada competição que provoca o espírito esportivo dos brasileiros, que tal despertar um pouco seu coração com um romance tão emocionante quanto um jogo? Isso é, um amor que alcança até mesmo os gramados.
O novo livro da autora Vanessa Reis será lançado pela Editora Verus. A escritora baiana é uma grande fã de esportes, e soube combinar muito bem seu amor pelos livros ao construir cada traço de Ana Romário e Bebeto, os dois protagonistas que dão palco a Camisa Onze, uma comédia romântica que envolve muitos apitos, superstições futebolísticas e um retorno emocionante às origens e à família.
divulgação/verus
Ana Romário é uma homenagem e tanto a um dos craques mais conhecidos do futebol brasileiro. E nada mais justo que ela tenha sido batizada assim, considerando sua carreira magistral como zagueira, posição que desempenha com unhas e dentes dentro de campo. Mas, agora, chegou o momento de Ana voltar para sua casa e sua família no Brasil, depois de anos jogando fora do país. Mais especificamente, sua amada Bahia a aguardava, assim como o irritante chinelo de sua madrinha esfregando fervorosamente no chão e o tilintar das milhares de panelas quando sua mãe está cozinhando.
O amor da família pelos gramados esportivos não se limita apenas a Ana. Seu pai, Nivaldo, é um torcedor de carteirinha, extremamente supersticioso e entusiasta da Copa do Mundo. Essa paixão atravessou até mesmo as barreiras da genética. Quem imaginaria que sua filha nasceria em plena final da Copa de 1994? Não dá para dizer que essa decisão agradou muito sua esposa, Clarisse.
Uma típica família brasileira, assim como a de Bebeto. Opa! Mais um nome de jogador? Que coincidência! Mas será que essas semelhanças param por aí? Um passarinho me contou que este tímido fisioterapeuta tem uma diferença de apenas onze horas do nascimento de Ana! Deve ser por isso que eles são amigos de infância, afinal, todo fã de futebol precisa de alguém para passar horas tagarelando sobre, não é mesmo?
Uma amizade que nasceu em famílias acolhedoras, fanáticas e que possuem enraizados os famosos jeitinhos brasileiros. O retorno de Ana promete reunir paixões em comum, acolhimento familiar e um destino que a aguarda após esse reencontro. O jogo já está nos acréscimos para Ana, mas você tem o tempo que quiser para ficar de olho nesse novo romance.
A partida, ops, o texto terminou, mas o romance e as novidades estão só começando! Confira mais recomendações em nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X– e, caso goste de compartilhar suas leituras e trocar experiências literárias, faça parte do nosso Clube do Livro do Entretê!
A dizi, estrelada por Çağlar Ertuğrul e Derya Pınar Ak, encerrará a temporada no episódio 8
Uma das grandes revelações da atual temporada de dizis, Çirkin (tradução livre: Feio) surpreendeu o público neste fim de semana ao anunciar uma mudança em seu calendário.
Antes prevista para encerrar sua primeira temporada em junho, a produção agora terá seu final exibido no dia 17 de maio, com o episódio oito, voltando depois do hiato para a segunda temporada.
Foto: reprodução/Dizilah
Protagonizada por Derya Pınar Ake Çağlar Ertuğrul, a produção conquistou grande atenção desde sua estreia. Indo na contramão de parte das críticas iniciais, Çirkin resgatou elementos muito pedidos pelo público, como uma boa fotografia, uma trilha sonora diferenciada e a agilidade em resolver tramas.
O desempenho do elenco também vem recebendo elogios, principalmente pela atuação de Derya Pınar Ak. Outro ponto que chamou atenção foi a audiência, já que Çirkin conseguiu desbancar Teşkilat (tradução livre: A Organização, 2021), tradicional líder das noites de domingo.
Foto: reprodução/Diziler
Mesmo registrando uma pequena queda no episódio exibido neste último domingo (10), Çirkin manteve números expressivos, além de forte repercussão nas redes sociais, onde a produção vem sendo frequentemente comentada.
Apesar do bom momento, a Star TV optou por antecipar o encerramento da primeira temporada. Inicialmente, havia a expectativa de que Çirkin seguisse no ar até junho, acompanhando o calendário das demais produções, porém, no último fim de semana, foi confirmado que o season finale acontecerá em 17 de maio, com a exibição do episódio oito.
Foto: reprodução/Star TV
A decisão repercutiu entre os fãs, principalmente por não ser comum que uma primeira temporada chegue ao fim com um número tão reduzido de episódios. Ainda assim, esse tipo de estratégia não é incomum para produções que estreiam no meio da temporada televisiva turca, como aconteceu com Çirkin.
Além disso, outras dizis também já seguiram caminhos parecidos. Um exemplo é Fazilet Hanım ve Kızları (tradução livre: Senhora Fazilet e suas Filhas, 2017), também protagonizada por Çağlar, que teve uma primeira temporada mais curta do que o habitual, com 13 episódios.
Foto: reprodução/Televizyon Gazetesi
Até o momento, nenhuma justificativa oficial foi divulgada para explicar a mudança. Entre os fãs, porém, algumas hipóteses começaram a circular, incluindo a aproximação da Copa 2026 e o atual cenário de debates sobre o conteúdo das produções turcas, especialmente envolvendo cenas de violência.
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