Estrelado por Andrew Garfield, Claire Foy e Rebecca Ferguson, longa inspirado na obra de Enid Blyton estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro
A Diamond Films divulgou na última terça (7) o pôster oficial de A Maravilhosa Árvore Encantada (The Magic Faraway Tree), adaptação do clássico infantil da escritora britânica Enid Blyton. A arte apresenta um primeiro olhar sobre o universo mágico que aguarda os protagonistas da história, estrelada por Andrew Garfield, Claire Foy e Rebecca Ferguson.
Na trama, Tim (Andrew Garfield) e Polly (Claire Foy) decidem deixar a vida na cidade para trás após perceberem que a rotina e a hiperconexão têm afastado sua família. Em busca de um novo começo, eles se mudam com os três filhos para o interior da Inglaterra.
Foto: divulgação/Diamond Films
Embora a mudança desagrade as crianças em um primeiro momento, tudo muda quando a caçula, Fran (Billie Gadsdon), encontra uma fada próxima à nova casa. A partir desse encontro, os irmãos descobrem a Maravilhosa Árvore Encantada, um lugar repleto de portais para mundos fantásticos, aventuras inesperadas e experiências capazes de transformar a relação entre eles.
Além de Garfield e Foy, o elenco reúne Nicola Coughlan (Bridgerton, 2020-2026), Nonso Anozie (Sweet Tooth, 2021-2024), Jennifer Saunders (Absolutely Fabulous, 1992) e Rebecca Ferguson, que interpreta a antagonista da história.
Com distribuição da Diamond Films, A Maravilhosa Árvore Encantada estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro.
Confira o trailer oficial do longa aqui:
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Confira uma seleção de títulos para preencher o vazio deixado pela série
O Urso, uma das mais aclamadas séries dos últimos anos, chegou ao fim. A produção, disponível no Disney+, encerrou sua emocionante trajetória com uma quinta temporada, que narra um último serviço do restaurante que dá nome à obra em busca de uma estrela Michelin. Porém, eles precisam correr contra o tempo e fazer isso antes que o estabelecimento seja vendido.
A conclusão de uma história tão querida, que nos acompanhou por anos, deixa um vazio no coração, então é normal se você já estiver com saudades de assistir ao cotidiano de uma cozinha caótica ou os dramas de uma família desconjuntada. Aqui está uma lista de séries e filmes que podem ajudar a superar o fim de O Urso.
Ratatouille (2007)
Foto: divulgação/Disney+
Um ingrediente essencial de O Urso é a forma como a série transmite a paixão de seus personagens pela culinária. Nesse sentido, uma das melhores indicações é Ratatouille (2007). A clássica animação da Disney e da Pixar, vencedora do Oscar, conta a história de Remy, um rato que adora cozinhar e sonha em se tornar chef. Para alcançar seu objetivo, ele forma uma parceria inusitada com Linguini, um funcionário desajeitado de um restaurante.
O Menu (2022)
Foto: divulgação/Disney+
Para quem busca pratos recheados de tensão, O Menué imperdível. Misturando suspense e comédia macabra, a produção acompanha Tyler (Nicholas Hoult) e Margot (Anya Taylor-Joy), um jovem casal que parte para uma experiência gastronômica exclusiva conduzida pelo chef Slowik (Ralph Fiennes) em uma ilha remota. Porém, à medida que a noite avança, reviravoltas inesperadas e sinistras transformam a refeição em um evento inesquecível.
O Faz Nada (2023)
Foto: divulgação/Disney+
O Faz Nada conta a história de Manuel Prats (Luis Brandoni), um crítico gastronômico arrogante que depende de sua empregada, Celsa (María Rosa Fugazot), para tudo. Porém, quando as coisas apertam, ele perde a governanta e precisa treinar a jovem Antonia (Majo Cabrera) para o cargo. Enquanto isso, nosso protagonista corre contra o tempo para entregar um livro que está devendo à editora que o contratou e, para isso, precisa recorrer ao amigo Vincent, interpretado por ninguém menos do que Robert De Niro.
Conexão: Comer, Amar e Matar (2022)
Foto: divulgação/TVN
Conexão: Comer, Amar e Matar é um k-drama que conta a história de Eun Gye-hoon (Yeo Jin-goo), jovem que se torna chef anos após o desaparecimento misterioso da irmã gêmea, com quem tinha uma conexão forte ao ponto de sentir o mesmo que ela. Anos depois, ele decide visitar o local onde a jovem sumiu e conhece Noh Da-hyun (Moon Ga-young), com quem passa a compartilhar emoções. Essa situação inexplicável dá início a um romance e a um mistério a respeito de um incidente do passado.
O Sabor do Destino (2022)
Foto: divulgação/Disney+
O Sabor do Destino(2022) acompanha o Príncipe Zhu Shoukui (Wang Xingyue), que rejeita todos os candidatos ao posto de chef imperial até provar um prato único e inesquecível preparado pela plebeia Ling Xiaoxiao (He Ruixian). Ao entrar no palácio, Ling enfrenta uma série de desafios, desde restrições alimentares impostas por membros da corte até um amor proibido que pode colocar tudo em risco.
A Pequena Miss Sunshine (2006)
Foto: divulgação/Disney+
Além das cozinhas, outro elemento muito forte em O Urso é a família – em especial como pode ser difícil se relacionar com ela. Se você procura outra história sobre um clã disfuncional formado por grandes astros de Hollywood, Pequena Miss Sunshine(2006) é uma ótima escolha. Vencedora do Oscar, essa comédia dramática conta a história dos Hoover, cuja caçula, Olive (Abigail Breslin), é selecionada para participar de um concurso de beleza. Isso faz com que a mãe, Sheryl (Toni Collette), o pai, Richard (Greg Kinnear), o avô, Edwin (Alan Arkin), o tio, Frank (Steve Carell) e o irmão, Dwayne (Paul Dano), a embarcar em uma viagem de carro pelo país para realizar o sonho da pequena, ao mesmo tempo em que lidam com suas próprias feridas pessoais.
This Is Us (2016 – 2022)
Foto: divulgação/Daniela Durbe
Outro grande título para quem está com apetite para acompanhar os altos e baixos de uma família é This Is Us. Múltipla vencedora do Emmy, a produção acompanha a trajetória da família Pearson dos anos 1980 até os dias atuais. Ao longo de seis temporadas, a história aborda o cotidiano deles, marcado por dramas que passam por vícios, saúde mental, e luto, mas também por muito amor e carinho. Uma combinação que certamente te fará lembrar dos Berzatto em algum momento.
Os Excêntricos Tenenbaums (2001)
Foto: divulgação/Disney+
Por falar em famílias, não podemos nos esquecer de Os Excêntricos Tenenbaums. Dirigido e coescrito pelo renomado Wes Anderson, o filme é uma comédia dramática que acompanha Royal Tenenbaum (Gene Hackman) em uma tentativa de voltar para a vida da ex-esposa, Etheline (Anjelica Huston), e dos filhos Chas (Ben Stiller), Richie (Luke Wilson) e Margot (Gwyneth Paltrow). Afirmando ter uma doença terminal, ele tenta se reconectar com o grupo mais de duas décadas após deixá-los.
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Longa marca o retorno de personagens dos quadrinhos de Mauricio de Souza às telonas
Após o grande sucesso de Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa, em 2025, sua sequência ganha nome oficial. Isaac Amendoim e o diretor Fernando Fraiha reformulam a dupla que conquistou não apenas prêmios, mas o coração do público.
Para marcar o início das gravações, as produtoras divulgam as primeiras imagens oficiais de Isaac Amendoim caracterizado como Chico Bento ao lado de Anna Julia Dias de Rosinha e Pedro Dantas, Zé Lelé.
Foto: divulgação/Adriano Vizoni/Pivô Audiovisual
Além do trio de sucesso e simpatia, voltam ao elenco Thaís Garayp (Vó Dita), Débora Falabella (Professora Marocas), Augusto Madeira (Agripino), Luis Lobianco (Nhô Lau), Livia La Gatto (Dona Cotinha), Guga Coelho (Nhô Bento) e Rafael Saraiva (Leocádio).
No novo filme, Rosinha, Chico Bento e Zé Lelé embarcam em uma aventura para encontrar um raro milho roxo para uma receita especial de Vó Dita. O diretor relata que o roteiro da continuação foi desafiador, mas que ele está muito animado para retornar aos cinemas.
Foto: divulgação/Gshow
A continuação chega após o sucesso de Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa, vencedor do Grande Otelo de Melhor Filme Infantil de 2025 e do Prêmio ABRA de Melhor Roteiro Infantil de 2026. Aclamado pela crítica e pelo público, o longa se tornou a segunda maior bilheteria nacional de 2025 com 1 milhão de espectadores nos cinemas.
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Livro de Karoline Fernanda Marques transforma vivências pessoais e pesquisa em uma obra acessível sobre representatividade, equidade e justiça social
Publicado em 2025, Todas as Coisas que Cansei de Explicar: Muito Mais que Um Manual Antirracista, de Karoline Fernanda Marques, amplia o debate sobre raça, representatividade e transformação social ao reunir experiências pessoais, pesquisa e reflexão crítica. Mais do que apresentar conceitos, a obra convida os leitores a compreenderem como o racismo estrutura a sociedade e por que o enfrentamento desse sistema exige conhecimento e responsabilidade coletiva.
A motivação para escrever o livro surgiu de uma experiência compartilhada por muitas pessoas negras: o desgaste de explicar, repetidamente, questões básicas sobre racismo em ambientes onde o tema ainda é pouco discutido. A partir dessa vivência, Karoline transforma o cansaço em ferramenta de diálogo, criando uma obra que une linguagem acessível, embasamento teórico e compromisso social.
Escrito durante a experiência migratória da autora em Portugal, o livro também evidencia as diferenças entre o debate racial brasileiro e o europeu. Enquanto o Brasil avançou, ainda que de forma insuficiente, na construção de discussões públicas sobre racismo, em Portugal o tema permanece, em muitos contextos, pouco nomeado e cercado por silenciamentos. Nesse cenário, Todas as Coisas que Cansei de Explicar propõe abrir caminhos para a conversa e incentivar reflexões sobre questões que atravessam diferentes sociedades.
Ao longo dos capítulos, Karoline apresenta conceitos fundamentais da luta antirracista, como racismo estrutural, branquitude, interseccionalidade, ações afirmativas, apropriação cultural, epistemicídio e democracia racial. A proposta é tornar essas discussões mais acessíveis, aproximando do público geral um conteúdo frequentemente restrito ao meio acadêmico.
A autora também aborda temas como a diferença entre igualdade e equidade, os impactos das microagressões no cotidiano, a importância das ações afirmativas na redução de desigualdades históricas e o papel da representatividade na construção do sentimento de pertencimento.
A própria trajetória de Karoline dialoga diretamente com a proposta da obra. Primeira pessoa negra de sua família, a escritora transformou a experiência de ocupar espaços historicamente negados em combustível para sua produção literária. Sua escrita nasce do desejo de ampliar vozes, questionar estruturas sociais e construir novas possibilidades de representação.
Voltado tanto para quem está iniciando o contato com o debate racial quanto para leitores que desejam aprofundar seus conhecimentos, Todas as Coisas que Cansei de Explicar também se apresenta como uma ferramenta para escolas, universidades, instituições e projetos culturais interessados em promover educação antirracista e ampliar discussões sobre diversidade e inclusão.
Ao defender que não basta apenas não ser racista, mas que é preciso compreender, posicionar-se e agir diante das desigualdades, o livro convida o leitor a refletir sobre seu papel na construção de uma sociedade mais justa. Em vez de oferecer respostas prontas, a obra propõe consciência, diálogo e responsabilidade.
Sobre a autora
Foto: reprodução/Público
Karoline Fernanda Marques é escritora, pesquisadora e ativista brasileira, residente em Portugal. Sua produção literária é marcada pelo compromisso com a representatividade, o pertencimento e a justiça racial. Por meio da escrita, desenvolve obras que ampliam vozes historicamente silenciadas e estimulam reflexões sobre as estruturas que sustentam as desigualdades sociais.
Você acredita que a leitura pode transformar a forma como enxergamos o racismo e a sociedade? Compartilhe sua opinião com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Marcando a nova fase da sua carreira, o cantor carioca fala sobre seu último lançamento
Por Vitória Oliveira
O cenário da música pop nacional ganha mais um capítulo marcante com o trabalho de Chady. O cantor, compositor e multi-instrumentista carioca, que vem conquistando o público com sua identidade única, abriu os caminhos de sua nova era com o single Eu Vim de Lá, faixa que já vem movimentando as plataformas digitais.
A música inaugura um momento de maturidade em sua carreira, trazendo uma mensagem central sobre resiliência, superação e a capacidade de deixar o passado para trás. A produção musical ganha ainda mais peso com a assinatura de Ray Ferrari, profissional renomado por trás de grandes sucessos de artistas como Luísa Sonza e Fernando & Sorocaba. Segundo o próprio artista, a faixa funciona como um hino sobre a busca por um propósito maior, movido pelo amor e por uma fé que vai além dos rótulos.
Em entrevista exclusiva para o Entretetizei, Chady compartilha detalhes sobre seu processo criativo e as reflexões que moldaram a identidade de sua nova era musical. Confira:
Foto: divulgação/Bella Pinheiro
Entretetizei: Eu Vim de Lá marca o início de uma nova fase na sua carreira. O que exatamente muda daqui pra frente no seu som e na sua identidade artística?
Chady: Eu Vim de Lá representa um momento de amadurecimento artístico e pessoal. É uma fase em que me sinto mais seguro sobre quem sou e sobre o que quero comunicar através da música. Sonoramente, existe uma presença maior das guitarras, uma construção mais orgânica e emocional. Acho que encontrei um equilíbrio entre minhas referências e uma identidade própria, mais honesta, intensa e conectada com aquilo que acredito.
E: A música traz uma reflexão forte sobre superação e transformação. Qual momento da sua vida mais te inspirou na criação dessa faixa?
C: A música nasceu de um período de muitos questionamentos e desafios emocionais. Eu Vim de Lá fala justamente sobre atravessar lugares difíceis, internos e externos, e reconhecer que a transformação acontece quando você decide não desistir de si mesmo.
E: A canção fala sobre seguir em frente e encontrar força dentro de si. Em que momento você percebeu que precisava transformar essas experiências em música?
C: A música sempre foi o lugar onde consegui traduzir sentimentos que, muitas vezes, eu nem conseguia explicar. Em determinado momento, percebi que guardar essas experiências não fazia sentido se elas também poderiam gerar identificação em outras pessoas. Transformar isso em canção foi uma forma de ressignificar dores e, ao mesmo tempo, criar conexão.
Foto: divulgação/Henrique Bulgarin
E: A música trata a fé como uma força interna, que não necessariamente está ligada à religião, mas a algo que orienta e sustenta. Como você enxerga esse conceito de fé no seu processo de vida e de criação artística?
C: Para mim, fé tem muito mais a ver com confiança do que com respostas prontas. É uma força interna que te impulsiona a continuar, mesmo diante das incertezas. No processo criativo isso é essencial, porque criar exige acreditar em algo que ainda não existe, insistir numa visão e sustentar emoções antes mesmo delas encontrarem forma.
E: No seu processo criativo, como você constrói a interpretação vocal para traduzir a emoção das suas músicas?
C: Antes da técnica, procuro entender emocionalmente o que aquela música pede. Gosto de interpretações que carregam vulnerabilidade, respiração, intensidade e verdade. Acredito que a voz tem um papel muito importante na construção da conexão com quem escuta. Quando existe sinceridade na interpretação, a música chega de uma forma diferente.
E: O que você quer que as pessoas sintam ou entendam quando ouvirem Eu Vim de Lá?
C: Quero que as pessoas se sintam acolhidas e fortalecidas. Todo mundo carrega suas batalhas, suas quedas e os lugares difíceis de onde precisou sair. Se a música conseguir fazer alguém entender que ainda existe força para seguir em frente, então ela já cumpriu um propósito muito importante.
E: Você vem construindo uma identidade artística muito marcada pela autenticidade e por narrativas pessoais. O que é essencial para você manter verdade na sua música?
Foto: divulgação/The Ultimate Music
C: A honestidade é o principal. Nunca me interessei por seguir fórmulas ou construir algo que não dialogasse com quem eu sou. Para mim, a música precisa partir de um lugar real, de experiências, emoções e inquietações verdadeiras. Acho que as pessoas percebem quando existe autenticidade, e isso cria uma conexão muito mais profunda.
E: O single abre uma sequência de lançamentos previstos para 2026. O que o público pode esperar dessa nova fase que está se desenhando?
C: Podem esperar uma fase muito intensa e consistente artisticamente. São músicas que refletem meu momento atual, com mais profundidade, energia e identidade. Existe uma construção muito forte acontecendo, tanto musicalmente quanto visualmente. Estou muito animado para apresentar tudo isso ao público, especialmente vivendo um momento tão importante da minha carreira como a confirmação do show no dia 4 de setembro, no Palco Supernova do Rock in Rio e a própria Eu Vim de Lá entre as músicas mais tocadas em grandes emissoras de rádio como Mix FM, Positividade, Atlântida, entre outras.
Ficou curioso para saber mais sobre o Chady? Corre lá e compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento!
Saiba como webtoons, manhwas e manhuas se diferenciam e descubra novos universos de leitura que vêm conquistando milhões de fãs
Nos últimos meses, a Ásia tem conquistado cada vez mais espaço na cultura pop mundial, seja através da moda, comida, música ou filmes, é impossível não ver que a Ásia está influenciando as tendências atuais. Mas existe um universo que também vem conquistando milhões de fãs: os quadrinhos e romances asiáticos, e dessa vez não falamos sobre os clássicos mangás.
Essas histórias que falam sobre romance, fantasia, ação e drama conquistam leitores ao redor do mundo e são adaptadas para animações, dramas e filmes, tornando termos como webtoon, manhwa e manhua cada vez mais presentes entre seus consumidores.
É normal confundir esses termos ao conhecê-los, mas iremos explicar as diferenças entre eles, onde é possível encontrá-los e alguns exemplos.
O que é um webtoon?
Foto: reprodução/WEBTOON Entertainment e Crunchyroll
O webtoon é um formato de publicação de quadrinhos digitais criado para ser lido principalmente no celular. Sua grande diferença é o formato de leitura, que consiste na rolagem vertical, tornando a leitura mais dinâmica.
Dois exemplos famosos de webtoon são Tower of God, um webtoon sul-coreano que alcançou uma grande popularidade mundial por conta de sua história mega envolvente e um universo cheio de detalhes. O sucesso foi tão grande que ganhou uma adaptação em animação japonesa.
Outro exemplo é Noblesse, um webtoon sul-coreano que fez grande sucesso. A obra mistura fantasia e ação ao acompanhar um nobre vampiro que desperta após séculos de sono e precisa se adaptar à vida na sociedade moderna. Noblesse recebeu uma adaptação para animação japonesa. A obra também é considerada uma web manhwa.
O que é um manhwa?
Foto: reprodução/KakaoPage
Manhwa é o nome dado aos quadrinhos produzidos na Coreia do Sul. Esse termo é usado exclusivamente para os quadrinhos sul coreanos. É diferente dos mangás (quadrinhos japoneses), pois sua leitura é feita de maneira ocidental, da esquerda para direita, por conta da escrita em hangul.
Atualmente, muitos desses quadrinhos são publicados no formato de webtoon. Quando são publicados no formato digital, eles também podem ser chamados de web manhwa. Por esse motivo, esses termos muitas vezes podem ser confundidos.
Um exemplo famoso é Solo Leveling, uma obra de fantasia e ação, que teve tanto sucesso que ganhou diversas adaptações, incluindo uma série em anime e a produção de um live-action com atores renomados sul-coreanos. A previsão de estreia é entre 2026 e 2028, sendo considerado um dos maiores fenômenos dos quadrinhos coreanos.
O que é um manhua?
Foto:reprodução/NewPOP
O manhua é o nome dado aos quadrinhos produzidos na China. Geralmente, eles são totalmente coloridos e possuem um estilo mais realista. Além disso, seguem o padrão ocidental de leitura, sendo lidos da esquerda para direita.
As obras podem ser publicadas tanto em formato impresso quanto digital, sendo que muitos foram criados originalmente para plataformas digitais. Os manhuas abordam diversos gêneros, mas os temas mais populares são fantasia, cultivo espiritual, artes marciais, romance histórico, reencarnação e trasnmigração.
Dois exemplos de manhuas muito conhecidos são Heaven Official’s Blessing e Mo Dao Zu Shi, ambos baseados nos romances da mesma autora, e com adaptações para animações.
Heaven Official’s Blessing, Benção do Oficial Celestial em português, acompanha a história de um príncipe herdeiro e um poderoso rei fantasma, que juntos enfrentam mistérios, lendas e conflitos do mundo celestial. A obra possui uma narrativa de fantasia, romance BL (Boy’s Love) e mitologia chinesa.
Já Mo Dao Zu Shi conta a história de um talentoso cultivador que, após sua morte, retorna à vida em outro corpo, a partir disso ele investiga acontecimentos do passado enquanto desvenda conspirações e enfrenta antigos inimigos. A obra combina fantasia, artes marciais, mistério e cultivo espiritual, sendo considerada uma das séries chinesas mais populares internacionalmente.
Porém alguns títulos já estão sendo publicados em versão física no Brasil por editoras como a Editora Panini, Editora NewPOP, Pipoca & Nanquim.
Agora que você conhece algumas das diferenças entre esses termos, fica mais fácil perceber como o universo dos quadrinhos asiáticos vai muito além do mangá.
Cada um desses quadrinhos apresenta estilos e influências culturais diferentes, mostrando uma grande diversidade que conquista novos leitores a todo momento.
E você já conhecia essas diferenças? Já leu algum manhwa, manhua ou webtoon achando que era um mangá? Ou ficou com vontade de ler algum deles? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e, se quiser saber mais sobre as novidades do mundo literário, venha participar do Clube de Leitura do Entretê!
Nova seção reúne filmes e séries inspirados em livros, quadrinhos, mangás e webtoons para facilitar a descoberta de histórias que saíram das páginas e foram para as telas
Quem ama ler e também adora uma boa maratona de séries agora tem um novo espaço para explorar na Netflix. A plataforma anunciou o lançamento da coleção Assista aos seus Livros Favoritos, uma seção dedicada exclusivamente a adaptações literárias, que reúne dezenas de filmes e séries baseados em livros, quadrinhos, mangás e webtoons.
A novidade busca conectar leitores às produções inspiradas em suas obras favoritas e também apresentar novas histórias para quem conheceu os títulos primeiro pelas telas.
Entre os destaques da coleção estão produções brasileiras e latino-americanas como O Filho de Mil Homens, Pssica, Bom Dia, Verônica, A Hora da Estrela, Rosario Tijeras, O Eternauta, Cem Anos de Solidão e As Crianças Perdidas. O catálogo também reúne sucessos internacionais como Bridgerton, Enola Holmes, Lupin, Frankenstein e Bon Appétit, Vossa Majestade.
Foto: divulgação/Netflix
Segundo Mansi Patel, diretora sênior de Product Merchandising da Netflix, a iniciativa foi criada para atender a um interesse crescente do público.“Sabemos que o público da Netflix tem uma verdadeira paixão pelas adaptações literárias. Criamos este espaço para que os fãs possam revisitar suas histórias favoritas e descobrir novas obras”, afirmou.
Adaptações literárias seguem em alta
O sucesso das adaptações continua impulsionando tanto o audiovisual quanto o mercado editorial. De acordo com a Netflix, produções baseadas em livros acumularam mais de 9 bilhões de visualizações em 2025, representando quase 20% de todo o conteúdo assistido na plataforma ao longo do ano.
Já nos três primeiros meses de 2026, adaptações literárias marcaram presença semanalmente no Top 10 global do serviço de streaming.
O fenômeno também impacta diretamente as vendas dos livros originais. Um dos exemplos citados pela plataforma é De Férias Com Você, cuja adaptação levou a obra de volta à lista de best-sellers do The New York Times e gerou um aumento de 515% nas reproduções do audiolivro no Spotify.
Como a coleção está organizada
A seção Assista aos seus Livros Favoritos foi dividida em nove categorias temáticas:
Para quem é fã de personagens fascinantes;
Para quem adora mergulhar em novos mundos;
Para quem ama grandes reviravoltas;
Para quem se derrete por um bom romance;
Para quem é fã de histórias reais;
Para quem curte história e obras de época;
Para quem embarca em aventuras para todas as idades;
Para quem coleciona mangás e quadrinhos;
Para quem pira em webtoons.
A nova coleção já está disponível para todos os assinantes da Netflix.
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Estreando no Top 200 do Spotify Brasil, a faixa inicia a contagem regressiva para o relançamento do álbum B’DAY
Lançamento inesperado! A cantora global Beyoncé surpreendeu os fãs com um lançamento inédito após dois anos. Sua música, MORNING DEW (DONK), chegou de surpresa em todas as plataformas no último sábado, 4 de julho.
Ouça MORNING DEW (DONK):
A faixa, que estreou no Top 200 do Spotify Brasil, com menos de 24 horas de contagem oficial para o chart, inaugura uma contagem regressiva de 60 dias para o relançamento de B’DAY, o icônico segundo álbum de estúdio da artista, lançado originalmente em setembro de 2006.
Foto: divulgação/Sony Music
Escrita por Beyoncé, Pharrell Williams, The-Dream e Darius Dixon, e produzida por Beyoncé e Pharrell Williams, MORNING DEW (DONK) é uma homenagem à fiel comunidade de fãs da cantora, a BeyHive, e dá início às celebrações pelos 20 anos de B’DAY.
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Tema de encerramento do anime Iwamoto-senpai noSuisen
O grupo japonês de vocal e rap WOLF HOWL HARMONY from EXILE TRIBE lançou seu novo single digital, Koko ni Iru (Estou Aqui). A música também foi escolhida como tema de encerramento do anime para TV Iwamoto-senpai no Suisen. Produzido pelo Studio Deen, o anime estreou no Japão no dia 4 de julho, e seus temas centrais estão profundamente alinhados à mensagem transmitida por Koko ni Iru.
Foto: divulgação/Instagram @wolf_howl_harmony
A música é lançada justamente quando o WOLF HOWL HARMONY chega ao Brasil para sua tão aguardada apresentação no Anime Friends 2026, onde se apresentará para sua apaixonada base de fãs, carinhosamente conhecida como LOVEREDs.
Leader RYOJI shared: “Estou verdadeiramente honrado e animado por termos recebido a oportunidade de interpretar a música de encerramento de ‘Iwamoto-senpai no Suisen’. Esta também é a primeira vez que nossa música é apresentada em uma série de anime, o que torna esta uma experiência especialmente significativa para nós.”
Produzida pelo aclamado produtor Taku Takahashi, do m-flo, Koko ni Iru explora os desafios emocionais de viver em um mundo onde as comparações são constantes e a resposta certa frequentemente parece fora de alcance. Por meio de sua letra reflexiva e de sua mensagem inspiradora, a música oferece um caloroso conforto aos ouvintes.
Assista ao videoclipe de Koko ni Iru, de WOLF HOWL HARMONY
Taku Takahashi comentou sobre seu processo de composição: “Koko ni Iru é uma balada para aqueles que continuam tentando seguir em frente apesar de se sentirem inseguros sobre suas próprias escolhas e decisões. Para transmitir o fluxo das emoções de forma natural, focamos em deixar espaço tanto nos arranjos quanto nos vocais. A expressividade sincera e a delicada expressão emocional do WOLF HOWL HARMONY dão a esta música um senso especial de persuasão.”
Em sua essência, a faixa carrega uma afirmação simples, mas poderosa, com a frase: “eu estou aqui agora”. Ao reconhecer as dúvidas, os conflitos e as incertezas que muitas pessoas vivenciam em suas vidas diárias, a música retrata a vontade de seguir em frente silenciosamente, incentivando os ouvintes a lutarem mesmo quando o caminho à frente permanece incerto.
Foto: divulgação/Instagram @wolf_howl_harmony
O videoclipe de Koko ni Iru é lançado juntamente com a música. Dirigido por YERD, o MV reflete o cenário histórico do anime, tendo sido filmado em uma tradicional casa japonesa inspirada na arquitetura de estilo ocidental. Por meio de enquadramentos serenos e performances delicadas, o vídeo retrata os quatro integrantes compartilhando o mesmo espaço enquanto cada um carrega silenciosamente sua própria solidão. Fundos vermelhos vibrantes e uma edição dinâmica expressam visualmente emoções oscilantes e sentimentos conflitantes.
Foto: divulgação/Instagram @wolf_howl_harmony
Esta colaboração com Iwamoto-senpai no Suisen marca mais um marco para o WOLF HOWL HARMONY após uma série de espetaculares atividades globais recentes, como se apresentar no Anime Friends 2026, no Brasil, e formar a unidade especial WOLF & WANDER juntamente com o grupo masculino tailandês FLIO, da GMMTV, por meio do CLOUD DREAM feito pela G&LDH.
Somando-se à colaboração com o anime, THE JET BOY BANGERZ from EXILE TRIBE, que também pertence à LDH JAPAN, contribuirá com seu novo single BUDDING como a música de abertura de Iwamoto-senpai no Suisen.
RYOJI também compartilhou: “Cantamos esta música com a esperança de que ela possa gentilmente encorajar e apoiar qualquer pessoa que esteja enfrentando dificuldades, mas ainda esteja tentando seguir em frente. Espero que, quando a música começar a tocar, ela permita que os espectadores reflitam sobre a história e as emoções dos personagens, deixando neles uma sensação duradoura da série após cada episódio. Espero que vocês aproveitem tanto o anime quanto a música juntos.”
À medida que o WOLF HOWL HARMONY continua crescendo tanto no Japão quanto internacionalmente, Koko ni Iru apresenta uma evolução e um lado mais introspectivo do grupo, conectando-os aos ouvintes por meio de experiências universais e mensagens sinceras.
Já assistiu ao videoclipe de Koko ni Iru, de WOLF HOWL HARMONY? Conta pra gente nas redes socais do Entretetizei – Facebook, Instagram e X e nos siga para não perder nenhuma novidade no mundo do entretenimento
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