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Notícias da semana no mundo turco – 27/6 a 4/7

Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana

Por Anna Mellado, Débora Lima, Gisélia Oliveira e Mariana Chagas

Sucesso com Demet Özdemir, Adım Farah estreia no Brasil

Os fãs de dizis já podem comemorar: Adım Farah, estrelada por Demet Özdemir e Engin Akyürek, será lançada no Brasil com o título Meu Nome é Farah. A produção já aparece no catálogo da plataforma com o novo nome em português e data de estreia.

Foto: reprodução/Dizilah

Lançada originalmente em 2023, a trama acompanha Farah Erşadi, uma médica iraniana que vive de forma irregular na Turquia ao lado do filho. Após testemunhar um assassinato, ela passa a ser perseguida e cruza o caminho de Tahir Lekesiz, um homem ligado ao crime organizado. A partir desse encontro, a história mistura suspense, romance e grandes dilemas, conquistando fãs em diversos países. A dizi estará disponível, na Netflix Brasil, em 24 de julho.

Salvação, filme turco premiado, chega ao Brasil

O filme Salvação (Kurtuluş) chegou ao Brasil, pela Pandora Filmes, na última quinta (2). Vencedor do  Grande Prêmio do Júri (Urso de Prata) na 76ª edição do Festival de Berlim, o longa-metragem escrito e dirigido por Emin Alper e protagonizado por Caner Cindoruk, mostra os mecanismos por trás de um massacre motivado politicamente no núcleo de um clã na Turquia. 

Foto: reprodução/Pandora Filmes

Ambientado em uma remota vila montanhosa, Salvação gira em torno de um conflito desencadeado por uma disputa de terras. É inspirado em um caso real ocorrido em 2009, no qual 12 membros de uma família em uma vila na região curda da Turquia invadiram um casamento e mataram 44 pessoas, incluindo mulheres e crianças. 

Uzak Şehir finalmente está chegando ao streaming

Uzak Şehir (2024), um dos maiores sucessos recentes da televisão turca, finalmente ganhará lançamento oficial no Brasil, com o título Longe Demais. A partir do dia 6 de julho, a produção estreia na plataforma HBO Max com o título Longe Demais.

Foto: reprodução/Dizilah

Exibida pelo Kanal D, a dizi se tornou um fenômeno de audiência e caminha para sua terceira temporada. Inspirada na série libanesa Al Hayba, a trama acompanha Alya Albora, interpretada por Sinem Ünsal, uma mulher que, após a morte do marido, deixa a vida que construiu no Canadá para viajar até Mardin, na Turquia, onde acontecerá o funeral.

Filmagens de Güneşin Doğduğu Yer, com Burak Özçivit, são novamente adiadas

A nova dizi da TimsBi para a ATV, Güneşin Doğduğu Yer (tradução livre: Onde o Sol Nasce), segue entre as produções mais aguardadas da temporada. Ambientada em Adana, a dizi reúne nomes como Sibel Taşçıoğlu, Görkem Sevindik, Devrim Yakut, Ali Erkazan, Bahar Süer, Nazlıcan Demir e İlker Yavuz.

Foto: reprodução/Altınyıldız Classics

Após mudanças no elenco principal, com a saída de Uğur Güneş a poucos dias do início das gravações, o papel de Kenan Kozan passou para Burak Özçivit. A produção ainda está em processo de seleção para a protagonista feminina, Tina. A empresa optou por considerar novas atrizes em vez de nomes já consagrados, e segue avaliando candidatas até encontrar o perfil ideal.

Novelas turcas chegam ao streaming em julho

Julho será um mês especial para os fãs de produções turcas no Globoplay. São elas: Minha Menina (Kızım), com estreia em 2 de julho, seguida por Conquistada pelo Inimigo (Gülcemal) no dia 7, lançada no formato de novela vertical, e Traída Pelo Meu Marido no Jogo do Poder (Yasak Elma), que chega à plataforma em 14 de julho.

Créditos: Prime Video

As estreias reforçam a aposta do Globoplay nas dizis e oferecem histórias para diferentes perfis de público: do drama familiar emocionante de Minha Menina às intrigas e disputas de Traída Pelo Meu Marido no Jogo do Poder, passando pelo romance marcado por vingança de Conquistada pelo Inimigo.

Zeyşan de Sevdam Karadeniz será interpretada por Damlasu İkizoğlu

Os preparativos de Sevdam Karadeniz (tradução livre: Meu Amor, Mar Negro) seguem em ritmo acelerado. A dizi, que será exibida em setembro no NOW, passou por mudanças em seu elenco principal, com o produtor Banu Akdeniz definindo Erdem Adilce como Kuzey Alazlı.

Foto: reprodução/Instagram @damlasuikizoglu

A grande dúvida, no entanto, era quem interpretaria a protagonista feminina Zeyşan Yeniceli. O papel foi dado à jovem atriz Damlasu İkizoğlu. Dirigida por Aytaç Çiçek, a dizi contará, em meio às paisagens deslumbrantes de Trabzon, a história de um amor que atravessa gerações entre as famílias Alazlı e Yeniceli.

4 novos nomes entram no filme Sevdiğim İnsanlar, com Serenay Sarıkaya

O filme Sevdiğim İnsanlar (tradução livre: As Pessoas que Amo), dirigido pelo premiado cineasta Doğuş Algün, segue em fase de preparação. A produção está prevista para começar as filmagens em novembro e terá Serenay Sarıkaya no papel de Azra. As gravações acontecerão em Izmir e arredores.

Foto: reprodução/Instagram @serenayss

No elenco já estavam confirmados Menderes Samancılar, como o pai de Azra, e Zeynep Tuğçe Bayat, como sua amiga Sibel. Agora, mais quatro atores foram adicionados ao projeto: Lale Mansur interpretará a mãe de Azra, Serkan Keskin será seu irmão, İrfan, Rahimcan Kapkap viverá o irmão Yusuf e Özlem Öcalmaz dará vida a Aysel, amiga de infância da protagonista.

O que mais aconteceu essa semana:

Halil Babür será par de Aybüke Pusat em filme: Halil Babür foi confirmado como protagonista ao lado de Aybüke Pusat no filme En Mutlu Günümde (tradução livre: No Dia Mais Feliz da Minha Vida). Escrito e dirigido por Erkan Tunç, o longa acompanha Nesrin e Ercan, um casal que, após um casamento arranjado dentro de uma comunidade religiosa, passa a descobrir não apenas o amor, mas também segredos que transformam suas vidas e os conduzem a um desfecho dramático.

Halil Babür foi confirmado como protagonista ao lado de Aybüke Pusat no filme En Mutlu Günümde (tradução livre: No Dia Mais Feliz da Minha Vida). Escrito e dirigido por Erkan Tunç, o longa acompanha Nesrin e Ercan, um casal que, após um casamento arranjado dentro de uma comunidade religiosa, passa a descobrir não apenas o amor, mas também segredos que transformam suas vidas e os conduzem a um desfecho dramático.

Eski Masalganha três novos nomes no elenco: Eski Masal (tradução livre: Velho Conto), nova dizi da CNP Film para a Show TV, terá direção de Murat Saraçoğlu e roteiro de Eda Tezcan. A dizi, protagonizada por Murat Ünalmış e Özge Özacar, ganhou mais três nomes de destaque em seu elenco. Sitare Akbaş, Gökçe Eyüboğlu e Taner Rumeli fecharam contrato com a CNP Film. Sitare Akbaş interpretará Destan, enquanto Gökçe Eyüboğlu dará vida a Mihre, irmã de Mirza. Já Taner Rumeli viverá Yaman, líder da família rival dos Kozaklı.

Furkan Palalı será protagonista de nova dizi da tabii: Furkan Palalı já tem seu novo projeto definido. Após ser o rosto de uma campanha publicitária de uma companhia aérea, o ator fechou contrato com a Fabrika Yapım para uma produção digital. Com o codinome Mahir, a dizi será produzida para a plataforma TRT tabii. Na produção, que mistura crime, suspense e conflitos psicológicos, Furkan Palalı dará vida a um gênio fora do comum que desafia o sistema com sua inteligência.

Şifanur Gül será a protagonista feminina do filme Kazım Koyuncu: os preparativos do filme Kazım, dirigido pelo premiado cineasta Özcan Alper, seguem em ritmo acelerado. A produção retrata a vida de Kazım Koyuncu, ícone da música do Mar Negro conhecido como “o garoto de jaqueta de poeta”, falecido há 21 anos. Escrito por Murat Uyurkulak, Erman Bostan e Özcan Alper, o filme definiu também sua protagonista feminina. A personagem Gönül Bozoğlu, noiva do artista, será interpretada por Şifanur Gül.

Kenan Ciniviz entra no elenco de Güneşin Doğduğu Yer: os preparativos da dizi Güneşin Doğduğu Yer (tradução livre: Onde o Sol Nasce), da TimsBi para a ATV, seguem com as negociações de elenco em andamento. A produção reúne nomes como Sibel Taşçıoğlu, Burak Özçivit e Görkem Sevindik. Kenan Ciniviz se juntou ao elenco da dizi e interpretará Medet, o braço direito da família Kozan, uma das famílias mais influentes de Çukurova.

Merjem Šiljak, Ayça Bingöl e Emrah Altıntoprak reforçam elenco de Aşk ve Taht: a nova dizi histórica Aşk ve Taht (tradução livre: Amor e Trono), uma das grandes apostas da Bozdağ Film para a ATV, segue ampliando seu elenco. A atriz bósnia Merjem Šiljak será a protagonista Destina ao lado de Akın Akınözü, que interpretará o sultão Alaaddin Keykubat, enquanto Ayça Bingöl dará vida a Ümmühan, mãe do sultão. A novidade mais recente é a chegada de Emrah Altıntoprak, conhecido por viver Mustafa em Kızılcık Şerbeti, que interpretará Emir Karaarslan. As gravações estão previstas para começar em 15 de julho, e o elenco ainda reúne nomes como Simay Barlas, Cem Bender, Ferit Kaya, Ceren Benderlioğlu, Halil İbrahim Ceyhan e Selin Genç.

Timuçin Esen e Funda Eryiğit se encontram em peça do renomado diretor Thomas Ostermeier: o diretor alemão Thomas Ostermeier, um dos nomes mais importantes do teatro mundial, vai pela primeira vez na carreira assinar uma peça na Turquia. Vencedor do Leão de Ouro do Prêmio de Carreira da Bienal de Veneza e conhecido internacionalmente por suas releituras de Shakespeare, Ibsen e Tchekhov, Ostermeier dirigirá a nova peça Changes, que reunirá no mesmo palco os atores turcos Funda Eryiğit e Timuçin Esen.

Çağatay Ulusoy estreia no Brasil com nova série turca: Gaddar, estrelada por Çağatay Ulusoy, chega oficialmente ao catálogo da HBO Max no dia 20 de julho com o título Gaddar: Sem Piedade. A produção acompanha a chegada de mais uma dizi ao mercado brasileiro em um momento de forte expansão das séries turcas no país, reforçando o interesse do público por histórias de ação e drama psicológico que já fazem sucesso internacionalmente. 

Nebahat Çehre retorna às dizis com Düğünümüz Var: Após recusar diversos projetos nos últimos anos, Nebahat Çehre acertou sua participação em Düğünümüz Var (tradução livre: Temos um Casamento), nova aposta da Star TV produzida pela Poll Films. Na comédia, considerada uma das produções mais aguardadas da próxima temporada, a veterana atriz interpretará a personagem Feryal. 

Barış Baktaş se prepara para o serviço militar: O intérprete de Civan em Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você É Quem Eu Amo) concluiu as gravações do filme Babamın Damadı (tradução livre: O Genro do Meu Pai) e iniciará o serviço militar em Tekirdağ. O ator deve retornar às gravações da segunda temporada da dizi em agosto. 

Ezgi Çelik entra para o elenco de Altı Üstü İstanbul: Ezgi Çelik é a mais nova integrante do elenco de Altı Üstü İstanbul (tradução livre: Dos Dois Lados de Istambul). A atriz dará vida à personagem Sezen, mãe de Naz (Elçin Zehra İrem), e fará sua estreia na trama a partir do quinto episódio. A produção da NTC Medya para a ATV também prepara a chegada de uma nova personagem, Duru, filha de Tarık, cujo elenco ainda está em fase de definição.

Rapidinhas: 

Sedef Avcı será Adalet em Söyleyemediklerim (tradução livre: O Que Não Consegui Dizer).

– Morre o ator Kadir İnanır aos 77 anos.

Erdem Şanlı, um dos destaques de Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar), esteve diante das câmeras para gravar o novo filme publicitário da marca de sorvetes da qual é garoto-propaganda.

– O grupo feminino Manifest, famoso no cenário musical turco, fará uma participação especial em Daha 17 (tradução livre: Ainda 17).

– Filme Memleket Tamircisi (tradução livre: O Mecânico da Pátria), da TRT, terá primeira exibição em 15 de julho.

– Derya Şensoy, Saadet Işıl Aksoy, Gülsim Ali e Burcu Kıratlı acompanharam o 100º Grande Prêmio Gazi.

Dilara Sümbül entra para o elenco de Muhtemel Aşk (tradução livre: Amor Provável). A atriz interpretará Esra, prima da personagem Defne, vivida por Ayça Ayşin Turan, e fará sua estreia na dizi a partir do quarto episódio. 

Ümit Beste Kargın entra para Ömür Usta (tradução livre: Mestra Ömür),  a atriz interpretará Vildan, esposa de Cüneyt e mãe de Aliş, personagem que se juntará à trama posteriormente. 

Kubilay Tuncer integra o elenco de The Day of the Jackal (tradução livre: O Dia do Chacal), o ator fará uma participação na segunda temporada da série internacional, interpretando Konstantin, um influente integrante da máfia sérvia de armas, que aparecerá no sexto episódio.

 

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Leia também:  Notícias da semana no mundo turco – 20/6 a 26/6

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

Fonte para estas notícias: Birsen Altuntaş

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Livros Notícias

Romance de estreia de Mika Serur chega às livrarias em julho

Após conquistar muitos leitores com uma história ambientada em Roma, a obra ganha uma edição inédita com novo desfecho e romance sobre autodescoberta e recomeços

Muito Mais que Trinta Dias, romance de estreia da influenciadora e escritora Mika Serur, conquistou milhares de leitores no Wattpad antes de chegar às livrarias pela Intrínseca. Na plataforma, a história reuniu uma legião de fãs ao transportar o público para um dos cenários mais apaixonantes da literatura romântica: Roma. Agora, publicada pela primeira vez em edição tradicional, a obra ganha um desfecho inédito e chega às livrarias de todo o Brasil em julho

Na trama, Julian atravessa uma fase de mudanças. Após o fim traumático do relacionamento, ele decide encarar aquilo que vinha evitando há muito tempo: abandona o curso de Audiovisual, pelo qual nunca foi verdadeiramente apaixonado, e passa a buscar um novo rumo para a própria vida. Incentivado pelos pais, aceita embarcar em um intercâmbio para a Itália ao lado da irmã mais velha, Lana, na esperança de se afastar dos problemas e descobrir quem realmente deseja ser.

A oportunidade surge quando Julian consegue um emprego como fotógrafo em uma escola de música, durante um mês, em Roma. Sem pensar duas vezes, ele e Lana fazem as malas e partem para uma das cidades mais encantadoras do mundo, determinados a deixar para trás a confusão que ficou no Brasil.

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Entre passeios por monumentos históricos e a gastronomia italiana, Julian se encanta ao ouvir um pianista se apresentar em uma praça. O músico é Luca, um italiano tatuado, de cabelos escuros e professor justamente na escola onde ele irá trabalhar. O interesse é imediato, mas o reencontro entre os dois toma um rumo inesperado: Luca age como se nunca tivesse visto Julian, ignorando completamente a conexão que surgiu naquele primeiro encontro. Concentrado em conquistar espaço no cenário artístico, o músico evita se envolver e tenta sufocar a atração que sente pelo brasileiro.

À medida que convivem, porém, os sentimentos se tornam cada vez mais difíceis de ignorar. Em meio às belezas de Roma, Julian e Luca precisarão enfrentar inseguranças, expectativas e os desafios da autodescoberta para entender se estão prontos para viver esse amor.

Muito Mais que Trinta Dias combina romance, amadurecimento e autoconhecimento em uma narrativa sensível sobre recomeços, encontros inesperados e o poder transformador do amor.

Sobre a autora
Foto: divulgação/Pietra Schwarzler

Mika Serur é artista, criadora de conteúdo, ilustradora e encontrou na escrita uma nova forma de expressão. Apaixonada por viagens, arte e música, busca inspiração em aeroportos, festivais e museus movimentados, sempre com a convicção de que seus personagens existem em algum lugar do mundo.

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Leia também: Crítica | Metade da Idade dele não tem medo do desconforto

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura Cultura pop Entretenimento Notícias Novelas

Do mesmo criador de Rubí e Teresa, novela mexicana As Filhas da Senhora Garcia estreia no streaming em julho

Sucesso no México, a trama aborda temas como as complexas relações familiares, a busca pelo sucesso e os limites da ambição    

Ambição, conflitos familiares e dramas intensos conduzem a história de As Filhas da Senhora Garcia, novela mexicana que chega com exclusividade ao catálogo do Globoplay a partir do dia 6 de julho. Criada por José Alberto Castro, nome por trás de sucessos como Rubi (2004) e Teresa (2010), a produção é uma adaptação da novela turca Fazilet Hanım ve Kızları (2017) e promete conquistar os assinantes ao combinar o clássico novelão com tramas profundas e reviravoltas marcantes. Fenômeno de audiência no SBT no ano passado, a novela busca repetir a repercussão positiva agora no ambiente digital. 

Estrelada por María Sorté, Ela Velden, Oka Giner, Brandon Peniche, Geraldine Bazán e Guillermo García, a obra terá episódios semanais até o dia 17 de agosto e também passará a integrar a programação do Globoplay Novelas a partir do dia 2 de setembro.

Foto: Divulgação/Televisa

A trama acompanha Ofélia Garcia (María Sorté), uma mulher ambiciosa que sonha com uma vida de luxo e riqueza. Certa de que a fama é o caminho mais curto para alcançar seus objetivos, ela aposta obsessivamente na beleza de sua filha mais nova, Mar (Ela Velden), para ingressar no mundo artístico. O contraponto perfeito dos maiores embates da história vem da filha mais velha, Valeria (Oka Giner), que rejeita os planos da mãe e acredita apenas no próprio esforço para vencer na vida.

As Filhas da Senhora Garcia aborda temas como as complexas relações familiares, a busca pelo sucesso e os limites da ambição, acompanhando uma dinâmica familiar inflamada. Sua chegada ao Globoplay reforça o movimento da plataforma de ampliar o catálogo de folhetins internacionais.

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Leia também: Novelas turcas e outros títulos lideram as estreias no streaming

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Cultura Entretenimento Resenhas

Resenha | Salvação retrata o que leva o ser humano ao extremo

Baseado em um massacre real que aconteceu na Turquia, o longa mostra como o medo e a fé podem ser gatilhos para a violência

Em 2009, a Turquia testemunhou uma tragédia quando uma família invadiu um casamento e assassinou 44 pessoas com armas de fogo. Entre as vítimas do massacre, crianças e mulheres também foram mortas. Segundo a mídia local, o motivo do sangrento ataque era uma rixa entre vilarejos.

Rivalidades que chegam a ser fatais não são algo incomum no sudeste da Turquia. Mas, vendo um caso tão extremo, o diretor, cineasta e doutor em história, Emin Alper, se perguntou: “Como as pessoas podem agir coletivamente dessa maneira?

Foi buscando essa resposta que começou o roteiro de Salvação. O longa chegou aos cinemas brasileiros na última quinta, 2 de julho, com distribuição da Pandora Filmes, e mostra os mecanismos por trás de um massacre motivado politicamente no núcleo de um clã na Turquia.

Cena de Salvação
Foto: reprodução/Pandora Filmes

Reconhecido no Grande Prêmio do Júri na Berlinale 2026, o filme explora como a violência se escala até se tornar um evento trágico. Aqui, partimos da visão do grupo terrorista desde o começo do conflito, mostrando que um massacre se inicia nos pequenos detalhes: rumores, trocas de farpas, brigas por terras.

Hazeran e Bazeri são vilarejos vizinhos que vivem em constante tensão. Por meio de boatos e conversas clandestinas, os moradores de Hazeran passam a acreditar que a comunidade vizinha está planejando invadir suas terras, e o medo começa a se espalhar pelo povoado.

À medida que o terror coletivo toma conta da região, o sheik que lidera Hazeran se mostra incapaz de conter as emoções da população e acaba perdendo a credibilidade diante de seus seguidores. Enquanto sua liderança é colocada em xeque por não conseguir proteger o vilarejo, ao menos na percepção dos moradores, seu irmão, Mesut, passa a ser enxergado pelo vilarejo como um enviado divino, destinado a conduzir e proteger a comunidade.

Salvação funciona porque não apenas mostra os gatilhos que levam um povo a acreditar que é certo cometer tal atrocidade. O longa leva o espectador a adentrar nos devaneios mais profundos e obscuros do vilarejo, usando elementos místicos, sonhos e contatos com o sobrenatural. Esses detalhes são importantes, pois mostram que as justificativas pela violência surgem e se fortalecem no campo imaginário.

Caner Cindoruk como Mesut
Foto: reprodução/Pandora Filmes

Quando o filho de um dos aldeões começa a agir de maneira estranha, a comunidade passa a acreditar que a criança foi possuída para transmitir a voz do divino ao povo. Além disso, o diretor aposta constantemente em elementos sombrios para construir a atmosfera do filme: sustos, uma fotografia escura, além de uma trilha sonora que alterna entre o silêncio e sons inquietantes. O conjunto desses recursos cria, em quem assiste, uma sensação permanente de tensão e medo.

Isso é importante porque são justamente essas emoções que motivam os personagens e vão tirando a sua humanidade até que eles entendam que conseguem, e devem, assassinar uma aldeia inteira. Acompanhar essa história pela perspectiva do grupo responsável pelo massacre revela como um líder com boa oratória, a fé dos seus seguidores e o medo do grupo inimigo podem levar pessoas comuns a acreditar profundamente nas ideias mais extremistas.

O líder, retratado quase como um salvador da pátria, consegue conquistar o povo de tal maneira que, em muitos momentos, não é possível entender o que é real e o que é influência dele no psicológico das pessoas. Os sonhos coletivos, por exemplo, realmente aconteceram ou são apenas uma projeção dos sonhos de Mesut? O filme nunca oferece uma resposta definitiva, sugerindo que a força da crença coletiva pode ser suficiente para transformar uma visão individual em uma verdade compartilhada.

Cena de Salvação
Foto: reprodução/Pandora Filmes

Vivido por Caner Cindoruk, Mesut consegue liderar uma comunidade apenas por meio de palavras, declarações, rezas. A religião une os moradores e, graças às pregações do protagonista, transforma-se em um instrumento de incentivo à violência.

A espiritualidade aparece no longa como um elemento central. O filme mostra o poder que a fé tem de levar as pessoas para lugares extremos, acreditando estar seguindo uma orientação sagrada. Por isso, a religiosidade é mais presente do que as próprias cenas de violência: o foco de Salvação não está no massacre em si, mas na construção do pensamento coletivo que se espalha entre os personagens e torna o horror possível.

Tanto que, na cena final, quando de fato é mostrado o massacre, a cena até assusta. É um excesso de brutalidade que se distingue do resto do filme justamente por chegar nessa extremidade. É o ápice da radicalização construída ao longo da narrativa.

Apesar de situado em uma região remota da Turquia, Salvação reflete um cenário atual e global. É possível enxergar aqui um discurso que continua a se propagar em diversas regiões do mundo até hoje. Justamente por isso, a obra se mostra tão contemporânea e facilmente identificável pelo público, que reconhece nela conflitos e tensões ainda presentes na sociedade.

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Leia também: Conheça a carreira de Caner Cindoruk, o Sarp de Força de Mulher

 

Texto revisado por Luana Chicol

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Notícias Séries

Segunda temporada de Tremembé encerra filmagens em São Paulo

Novos episódios da série inspirada na prisão dos famosos traz Giovanna Antonelli, Ícaro Silva e João Vicente Castro como novidades no elenco 

As filmagens da segunda temporada de Tremembé chegaram ao fim nessa quarta (1). Gravada em São Paulo, a série Original Prime – inspirada nas histórias reais envolvendo condenados por alguns dos crimes de maior repercussão no país na penitenciária conhecida como prisão dos famosos – retorna com novidades tanto no elenco quanto nas tramas de seus personagens.

Na nova temporada, Dominique Scharf chega à ala feminina após ser condenada a 58 anos de prisão por crimes como roubo, estelionato, fraude e falsificação de documentos. Suzane Von Richthofen segue como protagonista e enfrenta sua maior prova de fogo: descobrir se será aceita pela sociedade na vida fora da prisão. Elize Matsunaga também busca recomeçar no regime aberto, enquanto se arrisca em uma nova profissão. 

Na ala masculina, Thiago Brennand e Robinho, milionários condenados por crimes sexuais, chegam a Tremembé e passam a evidenciar contrastes no cotidiano entre os presos.

Foto do elenco da segunda temporada de Tremembé, após leitura do roteiro
Foto: divulgação/Atomica Lab

A produção é da Paranoid Filmes para o Amazon MGM Studios, com direção e showrunning de Vera Egito e roteiro de Juliana Rosenthal, Michelle Ferreira e Ullisses Campbell, baseado no livro Tremembé: O Presídio dos Famosos, de Ullisses Campbell. A produção executiva fica a cargo de Manoel Rangel, Egisto Betti, Heitor Dhalia e Ullisses Campbell, com produção associada de Marina Ruy Barbosa. A segunda temporada ainda não tem data de estreia confirmada. 

O elenco reúne Marina Ruy Barbosa, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Lucas Oradovschi, Carol Garcia, Anselmo Vasconcelos, Edu Rosa, Leo Moreno, além das novidades Giovanna Antonelli, Ícaro Silva e João Vicente Castro, entre outros.

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Leia também: Obsessão, O Drama e série de Legalmente Loira: confira as novidades do streaming em julho 

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Entrevista Entrevistas Livros Notícias

Entrevista exclusiva | Pedro Ivo revela os bastidores de O Cidadão Incomum e fala sobre o futuro da saga após o fim da trilogia de origem

Em entrevista ao Entretetizei, o autor explica por que a Experiência de Quase Morte é o ponto de partida dos superpoderes, comenta os dilemas morais de Caliel, revela a origem da Organon e adianta o que vem por aí no universo de O Cidadão Incomum

Chegar ao fim de uma trilogia costuma significar o encerramento de uma jornada, no entanto, em O Cidadão Incomum 3 – Experiência de Quase Morte, Pedro Ivo faz justamente o contrário: usa o desfecho da história de origem de Caliel para abrir caminho para um universo ainda maior. O terceiro volume aprofunda os conflitos apresentados nos livros anteriores, coloca seus personagens diante de escolhas cada vez mais difíceis e reforça que, no mundo criado pelo autor, superpoderes nunca são apenas habilidades extraordinárias, eles carregam consequências.

Na história, a Experiência de Quase Morte (EQM), evento extremo que dá nome ao livro, é o gatilho que desperta os poderes dos personagens, mas que também funciona como uma metáfora para a transformação. Para Pedro Ivo, descobrir os próprios dons exige deixar partes importantes de si para trás, tornando a experiência um símbolo de amadurecimento, trauma e autoconhecimento.

O Cidadão Incomum
Foto: divulgação/Pedro Ivo

Em entrevista ao Entretetizei, o autor falou sobre a construção desse universo, explicou como o Brasil e a cidade de São Paulo influenciaram a narrativa, comentou a moralidade de personagens como Regina Albuquerque e Jac, revelou uma curiosidade inédita sobre a criação da Organon e adiantou o que os leitores podem esperar após o fim da trilogia de origem de O Cidadão Incomum. Confira: 

Entretetizei: A ‘Experiência de Quase Morte’ (EQM) é a chave de tudo. De onde veio essa ideia de que o trauma extremo é o que “liga” o interruptor dos poderes?

Pedro Ivo: Os poderes no universo do Cidadão Incomum são uma alegoria das nossas próprias capacidades individuais. Perceba que o dom de cada personagem é uma extensão da sua personalidade. E acredito que, em algum momento da jornada de autodescoberta, na busca pelos próprios dons e pelo sentido deles, partes importantes de você precisarão morrer.

E: Você acha que, no fundo, todo super-herói precisa de uma cicatriz psicológica profunda para existir, ou o Caliel poderia ter sido herói sem o trauma da EQM?

PI: Acredito que existe um componente de culpa em todo super-herói. Batman quer voltar ao passado e impedir a morte dos pais. Peter Parker quer o tio de volta. Superman ressuscitaria Krypton inteira se pudesse. O caso do Cidadão Incomum é o oposto: todos os traumas vieram depois que ele decidiu voar por São Paulo, sem saber controlar seus poderes. Outros traumas nasceram da decisão de agir como herói. Os poderes não o salvam de nada. Eles catapultam Caliel direto para dentro da vida, com tudo que ela tem de brutal e de belo.  

E: A Regina Albuquerque é aquela vilã que a gente ama odiar porque ela faz sentido. Você se pegou concordando com os argumentos dela em algum momento enquanto escrevia?

PI: O tempo todo. Os argumentos dela são impecáveis. Só discordo dos métodos que ela usa. 

E: A Organon parece um reflexo sombrio das grandes corporações que a gente vê por aí. O quanto da nossa realidade política e empresarial “vazou” para dentro da ficção?

PI: Vou contar um segredo. Exclusividade pro Entretê.

Organon é o nome da empresa de análise de sistemas que meu pai tinha quando faleceu. Na minha mente, ela nasceu como um símbolo enorme do mistério que ele era pra mim. 

Transferi isso pro Cidadão Incomum: esse conglomerado disforme, opaco, que parece maior por dentro do que por fora. Mas, claro, me inspirei nos escândalos da indústria farmacêutica e nas empresas que lucram com a exploração da Amazônia para dar estofo à Organon fictícia.

E: São Paulo é praticamente um personagem no livro, com o calor infernal e o caos urbano. Por que era importante que a história acontecesse aqui e não em uma cidade genérica?

PI: São Paulo é um colchão de retalhos onde você consegue identificar fragmentos de todas as facetas do Brasil. Dos becos disformes ao ecletismo dos prédios art déco. Dos terreiros de umbanda às cantinas italianas. Do bairro coreano aos eventos populares de rua.

O Cidadão Incomum é produto de um Brasil que só existe em São Paulo.

E também porque amo essa cidade. 

E: O Caliel não quer salvar o mundo, ele quer uma “vida boa e útil”. Você acha que o maior desafio dele não é o vilão, mas sim a vontade de ser uma pessoa comum?

PI: Aí mora a maior contradição de Caliel. Ele diz que quer uma vida boa e útil, mas quer também usar os poderes. Pior: quer ser visto voando, gerando energia nas mãos. O que ele quer na verdade é que a sociedade normalize o fato de ele ter superpoderes, o que definitivamente não vai acontecer. 

O Cidadão Incomum
Foto: divulgação/Pedro Ivo
E: A Jac parece enxergar o Caliel de um jeito que poucos personagens conseguem. Qual era exatamente a função dela dentro da jornada dele: provocar, testar ou revelar quem ele realmente é?

PI: A Jac, pelo menos neste volume da série, tem uma função bastante clara: mostrar para Caliel que ele é só uma pequena parte de um universo bem maior. É basicamente colocar o super-herói no seu lugar. 🙂  

E: Falando na Jac, ela vive numa zona moral muito cinzenta. Em algum momento você quis que o leitor torcesse por ela mesmo sem confiar nela?

PI: Ela é uma sobrevivente, né? Assim como Caliel, Jac precisou tomar decisões difíceis, com a diferença de que ela é mulher e preta. Dona Jacqueline terá um papel fundamental para a expansão deste universo, no futuro próximo.  

E: O Eder é o melhor amigo que todo mundo queria ter. Ele é a âncora moral do Caliel ou ele também está se perdendo nesse jogo de espionagem e tecnologia?

PI: Acho que ele se encontra antes de Caliel. Em algum momento, Eder olha para tudo o que está acontecendo, pisa no freio e decide pelo mundo dos adultos. Afinal, ele não tem poderes.  

E: Você acredita que os poderes do Caliel são um presente, uma maldição ou apenas uma ferramenta neutra que ele ainda não aprendeu a usar direito?

PI: Imagine que você tem o poder de criar músicas incríveis que vão impactar para sempre as vidas de milhões de pessoas, por gerações. Se isso é uma dádiva ou uma maldição, depende totalmente de ti. O mesmo vale para os dons de Caliel, Tito, Elias, Jac, Isaac… O que você faz com seu dom diz quem você é. 

E: O Isaac tem aquele poder de teletransporte apelão, mas continua preso às decisões da Regina. Isso mostra que, no universo de O Cidadão Incomum, o verdadeiro poder nunca é só físico?

PI: Essa é uma discussão e tanto. O que é poder de verdade? Teletransportar ou ter acesso a uma quantidade absurda de dinheiro?

Desde o livro dois vemos que Regina é muito habilidosa em controlar essas pessoas incomuns, seja por meio da coação, seja simplesmente dando à pessoa o que ela precisa. Ultimamente, aqui no mundo real, a gente tem acompanhado como esses dois métodos, dinheiro e coação, são os alicerces da obtenção e manutenção de poder.

E: O livro fala muito sobre “máscaras sociais”. Você acha que todo mundo hoje em dia precisa de um pouco de “Cidadão Incomum” para aguentar o dia a dia na sociedade?

PI: Não só hoje em dia, como em toda a história da civilização. Ser uma criatura social implica, entre outras coisas, vestir máscaras. Fazemos isso o tempo todo, até mesmo em nossas relações mais íntimas. Em muitos momentos durante a saga do Cidadão Incomum, podemos ver Caliel mascarar literalmente seus reais sentimentos com sua máscara preta e visores estranhos. 

O Cidadão Incomum
Foto: divulgação/Pedro Ivo
E: O desfecho coloca o Caliel diante de uma escolha praticamente impossível. Em algum momento você cogitou um caminho diferente para ele ou sempre soube que aquela era a única decisão possível?

PI: Precisamos levar em conta que Cidadão Incomum 3 — EQM é só o fim da trilogia de origem do Cidadão Incomum. A história dele como pessoa e super-pessoa mal saiu do primeiro ato. Tem muito chão ainda pela frente, e essa “escolha praticamente impossível” é só o começo de tudo.

Mas, para responder a pergunta: havia pelo menos quatro desfechos diferentes para Caliel. Escolhi o mais coerente e o segundo mais dramático.

E: “Pessoas boas também fazem maldade”. Qual foi a coisa mais “errada” que você fez o Caliel fazer e que te deixou desconfortável como autor?

PI: Bruce Wayne se torna o Batman porque se culpa pela morte dos pais. Peter Parker veste a máscara do Homem-Aranha porque acredita ser responsável pela morte do tio. Mas a verdade é que eles não mataram ninguém. Caliel matou uma pessoa. Todos os outros pequenos crimes que ele comete para se manter como super-herói do mundo real, não me incomodam tanto quanto o que ele fez no primeiro livro. 

E: Pelo que este volume apresenta, a história parece assumir um tom mais sombrio e “pé no chão”. Essa densidade foi uma evolução natural da trilogia ou uma escolha influenciada pelo Brasil de hoje?

PI: Acho que tudo isso colabora, mas devo mais ao fato de que eu estou em uma fase mais existencialmente sombria. Não tinha como isso não escapar para a obra. Mas entendo que todos nós, enquanto sociedade, estamos nesse lugar mais indefinido e acho que o Cidadão Incomum representa bem isso. 

E: Se o Caliel pudesse escolher hoje: continuar com os poderes ou voltar a ser o cara que ele era na página 1 do primeiro livro, o que você acha que ele escolheria?

PI: Continuar com os poderes. Penso que, se você aprende algo extraordinário, como voar, tudo o que você pensava sobre a vida muda radicalmente. Não tem como ser a mesma pessoa. Caliel não é mais o garoto da página um do primeiro livro. 

E: Como você equilibra a ação cinematográfica com as pausas reflexivas que o livro tem? Você ouve alguma trilha sonora específica para escrever as cenas de voo ou de luta?

PI: Não. Pelo contrário. Escrevo com um daqueles fones de ouvido que tem canceladores de barulho, sabe? 

Uma característica desse universo é a quebra de expectativa. O leitor acha que a história caminha para um lugar, mas ela vai para outro. Esse mistério, que é parte da estrutura, acho que é o ingrediente fundamental. O resto são truques comuns para equilibrar a narrativa. Quanto mais profunda for a reflexão entre dois personagens, pode ter certeza que alguma coisa vai explodir ao redor deles. 

E: O que mais te surpreendeu no Caliel ao longo dessa trilogia? Ele tomou algum rumo que você não tinha planejado no começo?

PI: Sim. Não comecei essa saga de origem sabendo como ela terminaria. Não quero dar spoiler, mas fiquei surpreso como ele trocou de lugar com outro personagem.  

E: A trilogia de origem acaba aqui, mas o universo parece gigante. O que vem por aí? Veremos o Cidadão Incomum enfrentando problemas ainda maiores ou o foco vai continuar sendo o lado humano e político?

PI: O teor humano e político vai continuar. Temos muita história para contar e Caliel vai continuar por aí. Ele tem um papel importante no futuro desse universo. Mas esse terceiro livro também é uma passagem de bastão. Acho que o leitor vai amar conhecer mais profundamente outros personagens que estão loucos para protagonizar as próprias histórias. 

 

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Texto revisado por Thaís Figueiredo

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Em Família com Eliana: conheça as novidades que marcam a nova etapa do programa 

Eliana volta com tudo neste segundo semestre e promete novidades super divertidas!

 

O Em Família com Eliana volta para a grade da Globo após a pausa para a Copa do Mundo, no dia 12 de julho. O retorno promete agitar as tardes de domingo com quadros descontraídos, muito humor, competições e novidades incríveis! Nesta terça-feira, 30 de junho, a apresentadora realizou uma coletiva de imprensa e anunciou o que vem por aí, e o Entretetizei conta tudo para você!

 

Um dos quadros que promete muito entretenimento, risadas e diversão é o Invertidamente, projeto inédito no Brasil vindo direto da Holanda, onde os famosos vão literalmente ficar de cabeça para baixo, dentro de uma caixa que se move em 360 graus, para competirem entre si realizando provas que envolvem agilidade e habilidade. A estreia do quadro está marcada para o dia 26 de julho. “A gravação foi uma loucura! A caixa é um formato da Holanda e é a primeira vez no Brasil. A caixa não deixa ninguém parado e muito menos em pé. A pessoa está sempre em uma posição invertida, desafiando a lei da gravidade”, comentou Eliana. “As famílias entram na caixa para se desafiar. Não tem prêmio. É muito instigante porque cada família reage de um jeito, e esse game é uma novidade inédita no Brasil!”, reforçou ela. Alguns dos participantes do quadro são nomes como Gracyanne Barbosa e Gil do Vigor. Quadros de disputas musicais entre famílias prometem voltar também, consolidando o formato que já está fazendo sucesso.

Foto: divulgação/Globo

Outra grande aposta da nova fase é O Elo Fraco, versão brasileira do já consagrado formato britânico The Weakest Link, criado pela BBC. O game show, já passou por outras tentativas de adaptação no Brasil sem nunca ter ido ao ar e deve ocupar espaço central na programação do programa no segundo semestre, dividindo a atenção do público com brincadeiras de palco envolvendo famosos e bastidores de novelas da emissora. 

As mudanças chegam em um momento de consolidação da audiência do programa na briga direta com o Domingo Legal, do SBT, apresentado por Celso Portiolli. Na estreia, em 15 de março, o Em Família registrou 10,9 pontos no ibope da Grande São Paulo, contra 5,5 pontos da concorrência. Nas semanas seguintes o programa se firmou na faixa entre 8 e 10 pontos, chegando a ter vitórias consecutivas contra o seu principal rival. A primeira fase do programa se encerrou em 7 de junho, com 8,3 pontos, dando lugar à pausa para a Copa do Mundo antes do retorno agora em julho. 

O retorno do dominical coincide exatamente com o aniversário de dois anos de Eliana na Globo. A data foi comemorada pela apresentadora, que afirma que se diverte na nova emissora e estar cada vez mais à vontade em seu novo projeto: “A Globo trouxe muitas possibilidades para eu mostrar minhas facetas como comunicadora, é muito rico. Sentar em um sofá e falar de assuntos mais sérios como no Saia Justa, estar em um poder educativo como no Especial Led-Luz na Educação e estar em um programa onde possa contemplar histórias de famílias. Me sinto confortável em todas elas, me sinto livre. É muito gostoso poder mostrar as minhas facetas como comunicadora e me divertir trabalhando. Eu amo meu ofício”, contou ela. 

Foto: divulgação/Bob Paulino/Globo

A trajetória de Eliana na Globo começou em 2024, após mais de uma década no SBT, onde comandou seu próprio programa dominical por 15 anos. Desde então, ela já esteve à frente de atrações como The Masked Singer Brasil, Saia Justa no GNT, ao lado de Bela Gil , Erika Januza, Juliette e Tati Machado, e comandando especiais como o Vem Que Tem. O Em Família com Eliana, estreado em 15 de março de 2026, é o terceiro programa de auditório idealizado pela apresentadora ao longo da carreira, depois do Tudo É Possível, na Record, e do Eliana, no SBT.  

Em Família com Eliana tem direção de Geninho Simonetti, que destaca a presença marcante de Eliana em frente às câmeras “Ela trabalha o triplo que eu pensava que ela trabalharia. Toda vez que faço a marcação de uma câmera, e ela aparece na lente, o quadro ganha vida!“, afirmou ele. 

Por fim, Eliana fez um balanço sobre o Em Família e sobre o que o programa significa em sua vida, como tem lhe ajudado a enxergar as famílias com outros olhos e como isso tem impactado seu dia a dia “O programa acolhe a todas as famílias: a família que acolhe, que tem amor. A gente nasce na família que a gente escolhe. Onde tem amor, confiança, você pode deitar a cabeça em paz. Onde tem ninho, um lar, não importa a formação da sua família. O programa contempla todas as famílias de uma forma respeitosa. Todas são muito bem-vindas. O Em Família é para todos!”, finalizou ela. 

E aí, gostou de saber mais sobre as novidades do Em Família com Eliana? Pretende assistir? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.

Leia também: Netflix divulga trailer de Ideias à Venda, o novo reality show brasileiro apresentado por Eliana

 

Texto revisado por Luana Chicol

 

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Novelas turcas e outros títulos lideram as estreias no streaming

Mês reúne novelas turcas, séries internacionais, adaptações e novidades para todos os gostos no catálogo

O Globoplay divulgou os lançamentos de julho, que chegam com novidades para fãs de novelas turcas, séries, filmes, documentários e esportes. Entre os principais destaques estão as produções internacionais Minha Menina (Kızım), As Filhas da Senhora Garcia (Fazilet Hanım ve Kızları) e Traída Pelo Meu Marido no Jogo do Poder (Yasak Elma), além da série original Jogada de Risco, estrelada por Cauã Reymond, e da adaptação de O Senhor das Moscas

Foto: reprodução/Dizilah

As novelas turcas ganham espaço na programação do mês e reforçam o catálogo internacional da plataforma, com histórias marcadas por drama familiar, conflitos emocionais e tramas de vingança e poder.

Entre os demais lançamentos, o público também poderá conferir o filme Missão Pet, o suspense Quarto do Pânico, a novela Belíssima e a produção Sete Vidas, que ampliam a oferta de conteúdos clássicos e licenciados.

Na frente nacional, o mês traz novidades e retornos importantes, como a série Pablo & Luisão, além de novas temporadas de atrações como Conversa com Bial, Em Família com Eliana e Que História É Essa, Porchat?, que seguem apostando em formatos de entrevista e entretenimento leve.

Foto: Divulgação/Bob Paulino/Globo

O catálogo de julho também inclui o documentário Meu Nome é Preta, que revisita a trajetória de Preta Gil, além da novelinha vertical O Acerto de Contas das Gêmeas Trocadas e da série Sullivan’s Crossing: Um Lugar para Recomeçar, reforçando a diversidade de formatos disponíveis.

Fechando o mês, o público ainda encontra o filme Barba Ensopada de Sangue, que chega ampliando o espaço para o cinema nacional dentro da plataforma.

Já escolheu o que vai maratonar em julho? Conta pra gente nas redes sociais do EntretetizeiFacebook, Instagram e X ー e nos siga para não perder nenhuma novidade!

Leia também: Lançamentos de julho: confira as novidades do mês

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Estreias e destaques do streaming: veja o que chega no mês de Julho

Entre super-heróis, sequências aguardadas, séries inéditas e transmissões musicais e esportivas ao vivo, o streaming prepara um julho recheado para os fãs 

A plataforma Disney+ preparou um julho recheado de novidades para todos os gostos. O mês traz o retorno aguardado de X-Men ’97, a estreia de O Diabo Veste Prada 2, novos capítulos do universo de Descendentes, séries inéditas, documentários, música ao vivo e grandes eventos esportivos.

Confira os principais destaques que chegam ao streaming nas próximas semanas:

X-Men ’97 – nova temporada

Com estreia em 1º de julho, a segunda temporada de X-Men ’97 abre o mês trazendo os mutantes separados no tempo e tentando encontrar o caminho de volta para casa. Enquanto isso, novas ameaças surgem nos anos 1990 na ausência da equipe. A animação da Marvel estreia com três episódios e ganha novos capítulos semanalmente às quartas.

Casamento Sangrento: A Viúva – terror, suspense e ação

A sequência do sucesso cult tem estreia marcada para 2 de julho e acompanha Grace (Samara Weaving) em mais um jogo mortal envolvendo famílias poderosas e uma disputa brutal por poder. Kathryn Newton entra para o elenco como Faith, irmã da protagonista.

Casamento Sangrento: A Viúva
Imagem: divulgação/Disney+
O Marido – drama coreano que mistura suspense e perseguição

Estreando em 4 de julho, a produção acompanha um homem acusado pelo desaparecimento da própria esposa após uma noite marcada por excessos. Agora, ele precisa fugir da polícia e enfrentar criminosos perigosos para tentar salvá-la.

O Marido
Imagem: divulgação/Disney+
Descendentes: País das Maravilhas Malvado – novo capítulo com referências no clássico

Com estreia para 17 de julho, Red e Chloe descobrem que mexer no passado criou consequências inesperadas – incluindo um novo vilão. O filme reúne novos personagens e referências a clássicos da Disney em mais uma aventura musical da franquia.

Pompeia: Além do Tempo – Tom Hiddleston explora os mistérios da cidade desaparecida

A série documental da National Geographic mistura investigação histórica e dramatização para revisitar as últimas horas de Pompeia antes da erupção do Vesúvio. Guiado por especialistas, Tom Hiddleston apresenta descobertas que desafiam teorias conhecidas sobre a tragédia. A estreia está prevista para 23 de Julho.

Pompeia: Além do Tempo
Imagem: divulgação/Disney+
Sou Luna – a série está de volta

Karol Sevilla retorna ao papel de Luna em Sou Luna: De Volta à Pista, no dia 24 de Julho. Na nova história, a personagem tenta retomar sua vida após um acidente misterioso enquanto enfrenta novos desafios, reencontros e dilemas amorosos.

Fúria – Emmy Rossum estrela thriller policial

Estreando em 27 de julho e criada por Elizabeth Meriwether, a série acompanha uma agente do FBI obcecada em capturar uma assassina em série. Conforme as duas se aproximam, a linha entre heroína e vilã começa a ficar cada vez mais confusa.

Fúria
Imagem: divulgação/Disney+
O Diabo Veste Prada 2 – o retorno de Miranda Priestly

Um dos retornos mais aguardados do ano chega ao Disney+ em 29 de julho. Anne Hathaway e Meryl Streep reprisam seus papéis na sequência de O Diabo Veste Prada, trazendo Andy Sachs novamente ao universo da revista Runway e frente a frente com Miranda Priestly.

O Diabo Veste Prada 2
Imagem: divulgação/Disney+
Lollapalooza Chicago 2026 – transmissão ao vivo

A plataforma transmitirá ao vivo, de 30 de julho a 2 de agosto pelo Hulu, o Lollapalooza Chicago 2026, levando ao público apresentações e momentos de um dos maiores festivais de música do mundo.

O que há nos esportes: futebol, tênis, automobilismo

Julho também será movimentado para os fãs de esporte. A ESPN segue com a cobertura do maior torneio de futebol do mundo. Ainda, o mês terá transmissão do Brasileirão, playoffs da Copa Sul-Americana, ATP e WTA 500 de Washington, etapas da IndyCar e NASCAR, além do GP da Alemanha de MotoGP.

Qual estreia de julho do streaming você está mais ansioso para assistir? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Se você gosta de R&B e K-pop, precisa colocar o novo álbum do from20 na sua playlist

Em Rated R, o cantor sul-coreano revisita a sonoridade do R&B e do hip-hop dos anos 1990 e 2000 para apresentar seu primeiro álbum de estúdio em cerca de cinco anos

Se você gosta de R&B e K-pop, precisa colocar o novo álbum do from20 na sua playlist. Intitulado Rated R, o projeto marca o retorno do artista ao formato de álbum de estúdio após cerca de cinco anos e reúne influências do R&B e do hip-hop dos anos 1990 e 2000 em uma proposta contemporânea.

O disco também inclui os singles Eye Candy e Social, lançados anteriormente como prévias desta nova fase. Ao longo das faixas, from20 explora temas como desejo, autoconfiança, liberdade e autenticidade, enquanto aposta em uma identidade visual inspirada na estética Y2K.

O título Rated R faz referência à classificação indicativa norte-americana para conteúdos restritos a menores de idade, mas ganha um novo significado dentro do projeto. Além de representar a ideia de abordar sentimentos e experiências sem filtros, a letra R também faz alusão ao nome verdadeiro do artista, Raehwan, reforçando o caráter pessoal do álbum.

Entre os destaques está BIG BOY, faixa-título que mistura elementos do hip-hop noventista com uma mensagem sobre body positivity, diversidade e autoestima. A música transmite a ideia de que confiança não deve estar ligada à aparência física ou aos padrões de beleza, incentivando cada pessoa a se sentir confortável com quem é e a celebrar a própria individualidade.

Os fãs brasileiros também puderam acompanhar de perto essa nova fase do cantor. Entre março e abril deste ano, from20 passou pelo Brasil com a 2026 WAY BETTER WORLD TOUR: GLOBAL WARMING, ao lado de HELLO GLOOM, KANG YUCHAN e LIM SEJUN. A turnê percorreu 12 cidades brasileiras e reforçou a relação do artista com o público nacional, que acompanha sua trajetória desde os primeiros trabalhos solo.

Com Rated R, from20 entrega aquele que considera seu trabalho mais representativo até agora, unindo referências clássicas do R&B a uma abordagem moderna tanto na sonoridade quanto no conceito visual. O álbum já está disponível nas principais plataformas de streaming.

 

Qual a sua faixa favorita do álbum? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê! E nos siga no X, Facebook e Instagram para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento.

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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