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Casa dos Quadrinhos abre temporada de cursos de inverno virtuais e ministrados ao vivo

De cartuns e tirinhas a roteiro para séries, interessados poderão aperfeiçoar técnicas, se capacitar profissionalmente e descobrir novas habilidades 

Nada como se aperfeiçoar e procurar cursos que nos ensinem e nos acompanhem nesse período de Pandemia, não é mesmo? Hoje, trouxemos uma dica bem bacana sobre os cursos que a Casa dos Quadrinhos está oferecendo, para quem adora design, desenho, animação e mundo geek.

Localizada em Belo Horizonte e especializada no ensino de artes visuais e digitais, A Casa dos Quadrinhos tem como base uma bem estruturada e conceituada equipe de professores que utiliza avançada metodologia de ensino. Lá, você encontra cursos de computação gráfica 3D, escultura digital com impressora 3D e ilustração digital, bem como os tradicionais cursos de desenho básico, pintura, ilustração publicitária e artística, técnicas de animação e histórias em quadrinhos.

Serão cerca de 10 cursos, realizados entre 20 e 31 de julho e de 03 a 14 de agosto, voltados para adolescentes e adultos, com a mesma qualidade do ensino presencial, ministrados ao vivo e com a possibilidade de interagir com professores e colegas. “Importante frisar que as turmas terão no máximo 10 alunos, para manter um atendimento personalizado e exclusivo, como fazemos nas aulas presenciais, e todos vão receber material digital de apoio, além de certificado digital de conclusão do curso”, informa Cristiano Seixas, co-fundador da instituição.

Com duração média de 10 a 15 horas, os cursos são uma oportunidade de aperfeiçoamento técnico, capacitação profissional, como também de descoberta de novas habilidades. “Teremos cursos de cartuns e tirinhas, pintura digital, hand lettering, roteiro para séries e outros, cujos conteúdos exclusivos foram formatados pela diretoria da Casa junto aos professores com vasta experiência nos mercados nacional e internacional, entre eles, Pedro Chelles, Lucas Libânio, Bruno Wolf, Bruna Lima, Erick Azevedo e Edimilson Cotrim”, descreve Cristiano Seixas.

As inscrições podem ser feitas até a véspera do início das aulas e as vagas são limitadas. Mais informações: (31) 3224.0040, (31) 98423.8428, contato@casadosquadrinhos.com.br.

Saiba mais sobre os cursos:

Desbrave a pintura digital, com Pedro Chelles 

(Foto: Divulgação)

Data: 27 a 31 de Julho

Horário: 19h às 22h

Carga Horária: 15 horas

Pré-requisitos: Noções básicas de pintura digital

Faixa etária: A partir de 15 anos

Para fazer esse curso é necessário ter mesa gráfica e computador com software de pintura digital instalado.

Aprenda:

-Mentalidade do eterno aprendiz (aspecto emocional e mindset);

-Valores tonais;

-Como usar as cores;

-Renderização de materiais;

-Design;

-Projeto final.

Sobre Pedro Chelles: Especializou-se em pintura digital estudando com alguns dos principais nomes do Brasil, como Mike Azevedo, Pedro Dutra, Yan Kyohara, Cesar Rosolino, Filipe Pagliuso e Emmanuel Telles. Atualmente trabalha como ilustrador para a indústria do entretenimento em projetos de Cardgames, Boardgames, livros ilustrados e afins. Além de ilustrador e professor, Pedro é graduando em Design Gráfico pela Universidade Estadual de Minas Gerais e desenvolvedor de jogos.

Ilustração para Estampas, com Leandro Massai 

Data: 10 a 14 de Agosto.

Horário: 19h às 22h.

Carga Horária: 15 horas/aulas.

Pré-requisitos: Noções básicas de Pintura Digital.

Faixa etária: A partir de 15 anos.

Para fazer esse curso é necessário ter mesa gráfica e computador com software de pintura digital instalado.

Aprenda:

– Sketch e composição;

– Lineart e blocagem de volumes;

– Cores para estampa;

– Preparando o seu arquivo;

– Comercialização de estampas;

– Mercado de arte para estampas.

Sobre Leandro Massai: Designer gráfico formado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH) e ilustrador pela escola de técnica de artes visuais Casa dos Quadrinhos. À frente do canal Prancheta do Massai, no Youtube. Atualmente desenvolve arte para cartazes de eventos, estampas e rótulos de cervejaria, com clientes na Indonésia, Inglaterra, Espanha, Austrália, Estados Unidos e Brasil.

Curso de Cartuns e Tirinhas, com Lucas Libânio

(Foto: Divulgação)

Data: 20 a 24 de Julho.

Horário: 19h às 22h.

Carga Horária: 15 horas/aulas.

Pré-requisitos: Noções de desenho.

Faixa etária: A partir de 15 anos.

Material de desenho para o curso: lápis (ou lapiseira). Quem quiser pode usar grafite azul para construção, papel sulfite, papel mais encorpado para arte-final (pode ser o opaline ou um canson acima de 180g), pena, nanquim ou canetas nanquim descartáveis (se possível, mais de uma espessura).

Estrutura necessária ao aluno: computador, webcam, internet.

Aprenda:

– Simplificação de objetos com geometria/uso da geometria para compor rostos;

– Criação de personagens a partir de animais/criação de model sheets;

– Composição de tiras e cartuns;

– Tiras cômicas e noção de arte-final.

Sobre Lucas Libânio: Ilustrador e animador, professor, criou para a internet o personagem Hans Grotz, que passou a ser publicado no jornal Super Notícias. Além do Hans Grotz, publica a tira Molekóids e o Garoto Lanoso, o Menino bom.

Hand Lettering, com Bruno Wolf e Bruna Lima

(Foto: Divulgação)

Data:  20/07 a 24/07.

Horário: 19h às 22h.

Carga horária: 15 horas/aulas.

Pré-requisitos: Noções básicas de Pintura Digital.

Faixa etária: A partir de 15 anos.

Material necessário: Computador, webcam, internet, mesa gráfica.

Software necessário: Photoshop* (O curso será ministrado todo em Photoshop, porém, o mesmo não impede que o aluno utilize outro software de Pintura Digital de sua preferência (Clip Paint, Krita, Gimp etc)).

Introdução ao desenho das letras, variações, aplicações, formas e cores.

Sobre Bruno Wolf e Bruna Lima: Sócios no Studio Mootant, ilustradores e designers gráficos. Publicaram o livro Infantil “Pode ser de todo jeito”, o quadrinho “O aprendiz e o Feiticeiro”.  Fizeram trabalhos com rótulos para cervejas, mascotes acadêmicos e muitos lettering.

Faça Livros para Colorir com Seus Próprios Desenhos, com Edmilson Cotrim

Data: 10 a 14/08.

Horário: 19h às 22h.

Carga Horária: 15 horas/aula.

Pré-requisito: Noções de desenho e pintura (tradicional e digital).

Faixa Etária: a partir de 15 anos.

Material do aluno: Computador, webcam, internet, mesa gráfica e câmera digital ou scanner.

Software necessário: de pintura digital (Photoshop, GIMP, Krita ou similar).

Aprenda a criar ilustrações digitais ou manuais para a produção de livros ilustrados, conhecidos como Coloring Ebook, mandalas e ornamentação para valorização de fundos.

Sobre Edmilson Cotrim: Ilustrador com mais de 30 anos de carreira, trabalhou nas áreas publicitária, de criação de cartilhas, livros educativos, ilustração científica, ilustração para livros de biologia e ciências, ilustração sobre corpo humano, ilustração de embalagens, rótulos e mascotes, ilustração para cartilhas técnicas.

Faça Caricaturas e Retratos, com Felipe Assumpção

(Foto: Divulgação)

Data: 10 a 14 de Agosto

Horário: 19h às 22h

Carga Horária: 15 horas/aulas

Pré-requisitos: Noções básicas de Desenho e Pintura Digital

Faixa etária: A partir de 15 anos

Material: Mesa Gráfica (Wacom, Huion ou uma da preferência do aluno), computador com software de pintura digital instalado.

Software: Krita, porém, nada impede realizar os exercícios propostos em outro software de sua preferência (Photoshop, Clip Paint, Gimp, Procreate e etc.).

Aprenda a importância das formas na caricatura, treinar o olhar para a forma, peso, largura e profundidade.

Sobre Felipe Assumpção: Coordenador de Publicidade e Propaganda da rádio UFMG Educativa, professor de Pintura Digital na Casa dos Quadrinhos e ilustrador. Quadrinista e autor da maior rixa da melhor idade – Genô Vs Gertrú. Fundador e apresentador do podcast O Cartunista Frustrado. Membro fundador do podcast humorístico Falando com a Bunda.

Crie seu roteiro a partir de séries famosas, com Erick Azevedo

Data: 20/07 a 24/07

Horário: 19h às 21h

Carga Horária: 10 horas/aulas

Pré-requisitos: Nenhum

Faixa etária: 14

Material: Caderno de anotações

Aprenda a criar seu roteiro e desenvolver técnicas de narrativa.

Sobre Erick Azevedo: Quadrinista há mais de 30 anos e professor há 25 anos. Graduado em Artes Visuais pela UEMG. Um dos criadores do “movimento de quadrinhos dos anos 90 em Belo Horizonte” e do “Estúdio HQ”. Publicou em diversas edições da revista Graffiti, além de edições independentes, como Solar, Caliban e Talismã. Roteirizou o projeto de educação sexual HQSPE para a UNESCO.

Desenvolva seu estilo de desenho, com Erick Azevedo

Data: 03/08 a 07/08

Horário: 19h às 21h

Carga Horária: 10 horas/aulas

Pré-requisitos: Nenhum

Faixa etária: 13 anos

Material: lápis, canetas, pincéis variados e papéis de gramaturas variadas.

Software: Caso utilize mesa gráfica, pode trabalhar no computador ou no iPad com um software de sua escolha.

Aprenda diferentes técnicas relacionadas ao desenho que visam desenvolvê-lo e libertá-lo de convencionalismos e cânones clássicos, potencializando a expressividade e o movimento, auxiliando na criação de personagens.

Para mais informações, acesse o site da Casa dos Quadrinhos (clique AQUI).

Até a próxima!

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Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha: Mulheres do Audiovisual

Você sabia que no dia 25 de julho de 1992, mulheres de diversos grupos feministas se reuniram para discutir racismo, a violência e o machismo? Esse encontro ficou marcado na história e, desde então, comemora-se o Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha.

Durante o evento, que aconteceu na República Dominicana, nasceu a Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-Caribenhas, que, com muita luta, conseguiram o apoio da ONU, que reconheceu a data.

Aqui no Brasil, a data também foi estabelecida, em 2014, como Dia Nacional de Tereza de Benguela, através da Lei nº 12.987/2014. Ela foi um símbolo da resistência negra e indígena no país e ficou conhecida como “Rainha Tereza”, por ter liderado o Quilombo de Quariterê, onde viveu até o século XVIII.

(Divulgação: Brasil de Fato – Minas Gerais)

Mas por que falar sobre isso? Porque segundo o IBGE, a população negra corresponde a mais da metade dos brasileiros, somando um total de 54%. Segundo o Geledés Instituto da Mulher Negra, na América Latina e no Caribe, 200 milhões de pessoas se identificam como afrodescendentes, de acordo com a Associação Mujeres Afro. Porém, tanto no Brasil quanto fora dele, essa população também é a que mais sofre com a pobreza: entre os mais pobres, três em cada quatro são pessoas negras, segundo o IBGE. Isso mostra a importância dessa data, que vem como um protesto e não uma celebração.

A situação torna-se ainda mais agravante quando se trata de oportunidades. Desde o acesso à comunicação, até cargos de liderança e a representatividade em movimentos sociais, a mulher negra é excluída de diversos meios, aumentando o nível de desigualdade entre mulheres brancas e negras. Segundo a pesquisa Mulheres e Trabalho, do IPEA, publicada em 2016, mulheres brancas recebem 70% a mais do que negras. Isso significa que, mesmo em cargos do alto escalão, a mulher negra permanece em desvantagem em relação aos brancos.

Como ressalta um texto do Portal Geledés, a data não vem com o princípio de festejar, mas sim, “fortalecer as organizações voltadas às mulheres negras e reforçar seus laços, trazendo maior visibilidade para sua luta e pressionando o poder público”. Diversos eventos pelo Brasil e por toda a América Latina têm sido organizados como forma de protesto à data, como por exemplo, as Marchas das Mulheres Negras, que costumam acontecer no Rio, Brasília e São Paulo, reunindo em volta de trinta mil pessoas.

Sendo assim, como forma de conceder um espaço à essas mulheres, que são um exemplo para nós, o Entretetizei reuniu alguns nomes de Mulheres Negras e Latinas do audiovisual. Em todo movimento/luta, a arte vem como um aliado fundamental para retratar e explicar, de uma forma muito original, todo esse sentimento que existe dentro de cada uma – seja através de um filme, documentário, fotografia: o entretenimento também é luta e resistência.

Conheça essas Mulheres:

 

Adélia Sampaio

(Divulgação: Delirium Nerd)

Adélia é conhecida como a primeira negra a dirigir um longa-metragem no Brasil, em 1984, também considerado o primeiro filme lésbico brasileiro. Trata-se de Amor Maldito (clique aqui para conferir), uma história de amor entre Fernanda (Monique Lafond) e Sueli (Wilma Dias), que passam por diversas crises, até que Sueli se apaixona por um “mulherengo”.

Além do filme, Adélia também dirigiu outros três curtas entre os anos 70 e 80.

 

Karoline Maia

(Divulgação: Cultura – Estadão)

Uma das diretoras de “Nossa História Invisível”, Karoline também dirigiu o filme “Aqui não entra luz”, um projeto desafiador, que retrata o trabalho doméstico e que está com uma campanha para finalização do filme, “pelo fato do Brasil não valorizar ou preservar a memória e história dos negros e da escravidão no nosso país, e por tantos outros motivos” – palavras da própria Karol. Ela trabalha em parceria com inúmeras mulheres incríveis e talentosas. Saiba como ajudar clicando aqui.

 

Renata Martins

(Divulgação: netlabtv)

Idealizadora do projeto “Empoderadas”, Renata trabalha com mais dez mulheres negras comunicadoras. Além disso, é diretora do filme “Aquém das Nuvens”, exibido em mais de dez países; foi roteirista em “Malhação – Viva a Diferença, da Globo, novela conhecida por retratar temas inclusivos e atuais.

 

Viviane Ferreira

(Divulgação: CINEVITOR)

A cineasta baiana lançou um filme que foi selecionado, em 2014, para o Festival de Cannes, na categoria curta-metragem. Em ‘O Dia de Jerusa’, todo o elenco é composto por atores negros, além de ser escrito e dirigido por mulheres negras. Também é fundadora da Odun Filmes, empresa produtora de audiovisual identitário.

 

Yasmin Thayná

(Divulgação: Revista Glamour)

Yasmin é fundadora do canal de streaming colaborativo “Afroflix, que disponibiliza conteúdos audiovisuais com pelo menos uma área de atuação técnica/artística assinada por uma mulher negra.

Além disso, a cineasta é curadora da festa Literária das Periferias (FLupp) e diretora de ‘Kbela’, longa que retrata o embranquecimento em nossa sociedade e a luta das mulheres negras em se adequarem aos padrões.

 

Juliana Vicente

(Divulgação: Itaú Cultural)

Juliana é diretora, produtora e roteirista. Fundou a produtora Preta Portê Filmes, fundada em 2009, com o objetivo de criar, desenvolver e produzir projetos audiovisuais, com foco em cinema de inclinação social. Dirigiu o curta “Cores e Botas” (Festival Iberoamericano de Huelva de 2011 e Festival de Havana, de 2010) e o documentário de média-duragem “Leva” (Festival de Havana de 2011 e premiado no New York Film Festival). Atualmente, está em um projeto de longa-metragem, chamado “Lili e as Libélulas”, de René Guerra.

 

Marcela Bonfim

(Divulgação: Zema Ribeiro – Farofafá)

Marcela é fotógrafa e responsável pelo projeto “(Re)conhecendo a Amazônia Negra”, onde capturou imagens da vida de mulheres ribeirinhas e quilombolas da região amazônica. Seus trabalhos podem ser conhecidos em seu Instagram, onde ela compartilha, diariamente, fotos autorais, aulas e (muito) conhecimento de sociedade.

 

Day Rodrigues

(Divulgação: G1 – Globo)

Day é cineasta e lançou o filme “Mulheres Negras – Projetos de Mundo”, em que nove mulheres negras compartilham experiências sem perder as referências do passado. Diversos temas sobre ser mulher no Brasil são retratados, como raça, gênero e classe.

 

Glenda Nicácio

(Divulgação: Melanina Digital)

Glenda é fundadora da Rosza Filmes, uma produtora independente sediada no recôncavo baiano. O filme Café com Canela (2018) é o primeiro longa nacional de ficção com uma mulher negra na direção a entrar em cartaz em 34 anos, o anterior foi o da Adélia, em 84. Graduada em cinema e audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), ela desenvolve uma série de atividades voltadas à prática do cinema e educação nas escolas públicas daquela região.

 

Kelly Castilho

(Divulgação: Voa, Maria)

Kelly trabalhou 24 anos no mercado de filmes publicitários e cinematográficos até montar sua própria produtora, a Confeitaria Filmes. Desde 2019 ocupa uma cadeira Executiva na Rede Globo, e lidera um grande time de Cenógrafos, Produtores de Arte e Designers. Também é executiva, palestrante, júri executiva do Gerety Awards 2019, voluntária e líder do Grupo Mulheres do Brasil.

Mulheres do audiovisual são exemplos de luta, determinação e muito talento para TODAS nós!

(Fontes utilizadas para a produção desta matéria: Preta Portê; Brasil de Fato; Ministério Público do Paraná; Portal Géledes; EBC Brasil; Terra de Direitos)

 

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O que chega em Agosto no Telecine

O mês de agosto já está batendo à porta e como sempre, o Telecine traz inúmeras novidades em seu catálogo. Vamos conferir?

O primeiro destaque vai para o filme Retrato de Uma Jovem Em Chamas, que conta a história de Marianne (Noémie Merlant), uma jovem pintora que recebe a tarefa de pintar um retrato de Héloïse (Adèle Haenel) para seu casamento sem que ela saiba. Passando seus dias observando Héloïse e as noites pintando, Marianne se vê cada vez mais próxima de sua modelo.

(Divulgação: Revista Híbrida)

Outro destaque é o filme Jojo Rabbit, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. A produção retrata, de forma satírica, a vida de um menino nazista de 10 anos que tem Adolf Hitler como amigo imaginário. Quando descobre que a mãe, interpretada por Scarlett Johansson, esconde uma judia dentro da própria casa, os ideais distorcidos do garoto são desafiados.

(Divulgação: Vamos Falar de Cinema)

Will Smith e Tom Holland emprestam a voz para uma dupla bastante irreverente na animação Um Espião Animal. O superespião Lance Sterling e o jovem cientista Walter Beccket são aliados no combate ao crime, mas as coisas saem do controle após uma poção criada por Beccket transformar Lance em uma pomba.

Outro título imperdível é O Farol, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia. Thomas Wake (Willem Dafoe), responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow (Robert Pattinson) para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado.

(Divulgação: Omelete)

Ufa, já viu que vem muita coisa boa por aí, né? Confira abaixo todas datas dos destaques:

01/08 – Retrato de Uma Jovem em Chamas; Show Dogs: O Agente Canino; Desobediência; A Possessão de Mary;

03/08 – Eu Sou Mais Eu

04/08 – Coincidência em Família; Vida em Jogo

05/08 – Divaldo: O Mensageiro da Paz

06/08 – Jojo Rabbit

07/08 – Alexandre McQueen; Lixo Extraordinário

09/08 – Corgi: Top Dog; Uma Família de Dois

10/08 – A Chance de Fahim

11/08 – O Farol

12/08 – Você Não Estava Aqui

13/08 – Correndo Contra o Tempo

15/08 – Natal Sangrento; Sem Rastros; Sexo sem Compromisso

17/08 – Maria do Caritó; Iceman 2

18/08 – Estado de União

19/08 – Eu Perdi o Albert; Esta é a Sua Morte

20/08 – Um Espião Animal

23/08 – Beneath Us

24/08 – A Maldição Da Casa Winchester

26/08 – Soldado Anônimo: Lei do Retorno

27/08 – Ameaça Profunda

28/08 – O Chamada da Floresta

29/08 – Megatubarão; Rastros do Além

30/08 – Lukas

31/08 – Dilili em Paris

Curtiu? Experimente 30 dias grátis, com mais de 2.000 filmes à sua disposição. Clique aqui e saiba mais!

Até a próxima!

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Vem aí: novidades no catálogo da Netflix!

Mais um mês nessa vida de quarentenados chegando, e com ele é claro, mais novidades no mundo do entretenimento! Então vamos à lista de destaques em séries e filmes que chegam na Netflix no mês de agosto, para animar sua quarentena:

Séries

The Rain (Temporada 3) – Anos se passaram desde que a chuva dizimou toda a população escandinava, deixando apenas os irmãos Simone e Rasmus, que nessa temporada acabam se desentendendo sobre como irão salvar a humanidade. Assista á terceira temporada dessa série de sucesso a partir do dia 3 de agosto.

Mundo Mistério – Nessa série documental, o youtuber Felipe Castanhari explora de maneira divertida, enigmas que ficaram pra história, buscando respostas para vários casos que conhecemos. Não fique de fora dessa aventura que chega na plataforma em 4 de agosto!

(Foto: Divulgação | Netflix)

3% (Temporada 4) – Uma guerra está prestes a acontecer, mas enquanto o Processo 108 se inicia sob uma nova e mais agressiva liderança, os integrantes da Concha são convidados para uma visita ao Maralto. Prontos para o fim de uma série icônica dessas? Estreia dia 14 de agosto.

Dirty John: O Golpe do Amor – Também tem novidade pra quem gosta de séries investigativas, baseada no assassinato real quando uma socialite chega ao seu limite durante um divorcio complicado. Saiba tudo sobre o crime em 14 de agosto.

Alto Mar: temporada 3 – Quando o navio Bárbara de Braganza sai da Argentina para o México, Eva aceita a missão de acabar com um cientista que leva um vírus fatal a bordo. O brasileiro Marco Pigossi está na temporada 3, como um espião, em busca do temido cientista. Estreia dia 7 de agosto!

 

(Foto: Divulgação | Netflix)

Gatunas (Temporada 2) – As nossas ladras preferidas estão de volta para uma nova temporada, após descobrirem que tem como paixão em comum o roubo. Assista em 25 de agosto.

Lucifer (Temporada 5) – Quem não ama essa série perfeita? Em mais uma nova temporada, Lúcifer retorna iconicamente, enquanto Chloe repensa sobre seu amor, o que será que vem aí? Descubra em 21 de agosto!

(Foto: Divulgação | Netflix)

Filmes

No Coração do Mar – Na história real que inspirou o clássico Moby Dick, onde os tripulantes de um navio baleeiro lutam pela sobrevivência diante do ataque de uma baleia gigante. Desfrute dessa divertida aventura a partir de 1 de agosto.

Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy X Reverendo – Nesse filme interativo da Kimmy, ela vai se casar, mas precisa acabar com o plano maligno do Reverendo. O que ela deve fazer? Você escolhe todo o destino dela a partir de 5 de agosto.

(Foto: Divulgação | Netflix)

Círculo de Fogo – A Revolta – Para salvar a humanidade, O filho de Stacker, Jake, enfrenta uma batalha ao lado de um piloto e uma hacker para enfrentar uma nova ameaça kaiju. A sequência do filme de sucesso chega dia 13 de agosto.

Power – Muitas aventuras podem acontecer quando um ex-soldado, uma adolescente e um policial se encontram em Nova Orleans durante a busca por uma perigosa pílula que dá superpoderes a quem a toma. Estreia dia 14 de agosto.

 Filmes jovens

Dançarina Imperfeita – Para finalmente entrar na faculdade que sempre sonhou, a dedicada Quinn precisa vencer uma competição de dança. Quem não ama um clichê romântico? Assista dia 7 de agosto.

(Foto: Divulgação | Netflix)

Missão Pijamas – Os filhos de uma ex-criminosa do programa de proteção a testemunhas fazem de tudo para salvar a mãe de sequestradores que exigem que ela trabalhe para eles. Chega na plataforma dia 21 de agosto.

 Filmes Brasileiros

Casa Grande – Uma família carioca muito rica acaba falindo, então Jean precisa aprender a lidar nova realidade de uma vida menos privilegiada. O filme foi premiado no Festival do Rio de 2014 e estreia dia 3 de agosto.

(Foto: Divulgação | Netflix)

A Cidade Onde Envelheço – Teresa, uma jovem portuguesa decide deixar seu país para recomeçar sua vida no Brasil indo morar com sua amiga, também portuguesa, Francisca, que já estava morando no país. O filme premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e no Festival de Biarritz na França chega em 18 de agosto.

 Filmes Clássicos

Footloose – Um jovem com paixão por dança se muda para o interior, mas lá descobre que não é permitido fazer aquilo que tanto ama. O grande sucesso dos anos 80 estreia dia 1 de agosto.

(Foto: Divulgação | Netflix)

Love Story – Nesse clichê romântico, o privilegiado futuro advogado Oliver se apaixona por Jenny, uma estudante de origem humilde. Confira o clássico a partir do dia 1 no streaming.

Muitas novidades boas chegando neste mês e queremos saber de vocês: para qual título estão mais ansiosos? 

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Conheça séries produzidas na quarentena

Texto Stella Coelho


Séries produzidas durante a quarentena? Temos!

O grande desafio dessas séries é conseguir produzir conteúdo em meio ao caos criativo em que muitos vivem. Como não se pode sair como antes para ativar o modo inspiração, o jeito é se virar nos 30 para criar um material que seja atrativo. E é com isso que muitos atores e produtores de conteúdo têm testado seus limites.

As regras são claras: não pode sair de casa, tem que usar o próprio material e abusar da criatividade. Quer saber quais seguiram tudo à risca? Vamos lá!

Carenteners”, série brasileira que fala sobre relacionamentos durante a pandemia é a nova aposta da Warner Channel, com parceria da Huuro Entretenimento. O projeto estreou 30 de junho.

(Foto: Divulgação | Metropoles)

A série conta a história de Cecília (Ana Tardivo) e Marcos (Mateus Sousa), um casal que se apaixona pouco antes da grande pandemia da Covid-19 e que tenta manter a relação, enquanto lidam com seus problemas como o trabalho, crise familiar e amizade.

Todo o projeto é filmado dentro da casa dos próprios atores, no qual eles mesmos operam seus equipamentos: câmera, celular e computador. Tudo feito com a máxima segurança possível. O trabalho é dividido em 10 episódios com duração de 5 minutos.

Confira AQUI todos os episódios no Youtube da Warner Channel Brasil.

Diário de um Confinado” já está disponível completa no Globoplay. A série conta como está sendo a quarentena do carioca Murilo, personagem de Bruno Mazzeo.

(Foto: Divulgação | Purepeople)

O projeto foi elaborado pela esposa de Mazzeo, a diretora artística Joana Jabace, e filmado no apartamento do casal no Rio de Janeiro. Durante os episódios, tem participação remota de grandes atores como: Débora Bloch, Lúcio Mauro Filho, Fernanda Torres, Renata Sorrah, Arlete Salles e Lázaro Ramos.

Assista clicando aqui.

A instasérie “Quarentenados” foi feita exclusivamente para o Instagram e traz consigo a história de seis amigos que moram no mesmo prédio, mas decidem não se ver durante a quarentena e acabam se “encontrando” todos os dias virtualmente, como um ritual.

(Divulgação: Estacaonerd)

Com o total de 6 episódios, a série será exibida todos os domingos, às 18h, em 7 IGTV’s diferentes (perfis do elenco e no perfil oficial da série). Sua estreia bateu mais de 1 milhão de visualizações em menos de 24 horas!

Com participação de Fábio Rabin (Matheus), Isabella Santoni (Sofia), Gabi Lopes (Alice), Thalita Meneghin (Júlia), Maicon Rodrigues (André) e Laddy Nada (Fernando), o projeto foi produzido pela Young Republic Films, produtora audiovisual de Gabi Lopes e Daniel Tupinambá, que também é diretor da série. Vai ao ar até 26 de julho.

Clique aqui e confira.

Para finalizar, “Feito em Casa”, da Netflix, é uma série antológica de curtas-metragens – ou seja, todos os episódios possuem o mesmo tema: a quarentena, mas com histórias independentes e que não precisam ser assistidas em ordem.

(Foto: Divulgação)

A série é toda produzida na casa de cada participante, tais como Paolo Sorrentino, Kristen Stewart, Maggie Gyllenhaal, Ladj Ly, Nadine Labaki, entre outros.

O projeto foi idealizado pelo diretor chileno Pablo Larrain, em conjunto com seu irmão, Juan de Dios. A ideia dos curtas é mostrar países e suas respectivas culturas e, que apesar das diferenças locais, todas as pessoas estão vivendo o mesmo fardo: (tentar) permanecer em quarentena.

Clique AQUI e assista agora.

Você já conhece essas produções? Aproveite nossas dicas!

 

Até a próxima!

 

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Séries que retratam o racismo: assista e reflita

Em meio à mobilização mundial contra o racismo, incluindo o Brasil, debates sobre o racismo vieram à tona. No entretenimento não pode ser diferente: conheça séries que retratam essa problemática mundial:

Scandal

(Foto: Divulgação | Beatriz Campolina)

A série retrata a vida de Olivia Pope, uma mulher negra com grande poder político nos Estados Unidos. O episódio “The Lawn Chair”, presente na quarta temporada, conta a história de um homem negro que é assassinado por um policial. O caso tem grande relação com o movimento Black Lives Matter (vidas negras importam).

Brooklyn 99

No 16ª episódio da quarta temporada, o sargento Terry vai procurar um brinquedo de sua filha, quando é abordado por um policial branco que não acredita que ele é policial. Assim, o sargento é autuado e começa uma série de reflexões sobre o racismo. Confira a cena:

Olhos que condenam

(Foto: Divulgação | Mix de Séries)

A série conta a história real de cinco jovens negros que foram acusados pelo espancamento e estupro de uma mulher branca. Eles passaram 12 anos na cadeia, pois confessaram o crime, mesmo não apresentando nenhuma prova que os ligassem ao caso.

Cara Gente Branca 

(Foto: Divulgação | CinePOP)

Em Dear White People, as mais refinadas faculdades americanas podem representar uma enorme carga de estresss para seus alunos. As tensões sociais, a pressão acadêmica e o medo, vêm atreladas à chegada da fase adulta. Pior que isso, só se você for um afro-americano, tendo que lidar com os alunos majoritariamente brancos e os estigmas associados a você pela sociedade. A série de televisão satírica americana é baseada no filme de 2014 de mesmo nome e possui 3 temporadas. Confira a cena a seguir:

Todo mundo odeia o Chris

(Foto: Divulgação | Poltrona Nerd)

Finalizando as séries, trago uma que marcou nossa infância, mas que também demonstra como a questão do racismo é problemática nos EUA. Há várias cenas que remetem a isso, mas deixo aqui a reflexão de que Chris é o único menino negro em uma escola branca e é discriminado por professores. Apesar de ser uma série de comédia, Todo Mundo Odeia o Chris apresenta grande reflexões sobre o racismo velado na sociedade.

Além dessas séries, muitas outras mostram a realidade dos negros como: Homecoming, Ela Quer Tudo e A 13ª Emenda. E, aí? Quais dessas séries você já assistiu? Tinha parado para refletir o peso delas?

Até a próxima!

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A crise editorial e o aumento das publicações independentes: ramificações da pandemia

Quem acompanha o mercado editorial sabe que, desde 2018, uma crise absurda assola este segmento. No início de 2020, víamos uma pequena melhora neste cenário, com muitas lojas e editoras se reinventando, mas então veio a COVID-19, a pandemia e o retorno à estagnação do mercado.

Com as livrarias físicas fechando as portas – muitas, permanentemente – para diminuir a disseminação do vírus, a alternativa encontrada foi facilitar a venda dos livros digitais ou de livros físicos pela internet. Mas, o que o consumidor final geralmente não sabe, é que a editora, que investiu muito dinheiro na produção desse livro, recebe muito menos por essas vendas digitais do que por vendas em pontos físicos.

Duas situações a serem pensadas nesse momento: primeiro, as pessoas não vêem sentido em pagar por um e-book o mesmo valor que elas pagam por uma obra física (mesmo que o custo de fabricação de ambos não seja tão diferente assim); e, segundo, as editoras, por todo esse cenário, estão publicando cada vez menos e cancelando/adiando lançamentos previamente agendados. Assim, vemos a estagnação do mercado editorial e a completa incerteza do que vai acontecer daqui para frente.

Mas não é só de notícia ruim que se faz uma coluna!

Uma solução que autores encontraram foi a plataforma Clube de Autores, que apresentou um aumento de 40% nas publicações independentes neste período: foram 1.097 livros lançados pela plataforma em abril/2020 contra 780 no mesmo período do ano passado. (Dados da Nielsen Bookscan)

(Divulgação: Clube de Autores)

O CEO do Clube de Autores, Ricardo Almeida, comentou o seguinte sobre este aumento em publicações pela plataforma: “Vivemos em um momento difícil para todos com o isolamento social, mas ver que muitos estão conseguindo aproveitar esse tempo para exercer a escrita e ainda ter a oportunidade de publicar suas histórias é algo que nos deixa animados”.

O Clube de Autores é a maior plataforma de publicação independente da América Latina: aqui no Brasil, o Clube representa 23% de todos os livros publicados no último ano. Além disso, a plataforma oferece uma gama de serviços profissionais para os autores independentes que pretendem crescer e se desenvolver no mercado de literatura.

Alguns links interessantes:

O Clube de Autores: https://clubedeautores.com.br/

 

Sobre a crise do mercado editorial. clique AQUI.

Eventos literários suspensos. Clique AQUI.

Até a próxima!

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Filmes Brasileiros

Dia 19 de junho, você sabe o que é comemorado na data de hoje? O cinema brasileiro, em homenagem as primeiras imagens em formato de vídeo que foram capturadas em nosso país, no ano de 1898. Para isso, trouxemos aqui pra vocês alguns dos filmes mais marcantes e importantes para a nossa história:

Auto da Compadecida – Talvez uma das mais icônicas obras da cinematografia brasileira, lançado no ano 2000, é baseado no livro de Adriano Suassuna, conta a história de Chicó e João Grilo, dois homens conhecidos por enganarem a todos os habitantes do vilarejo de Taperoá. Uma das mentiras acaba matando João Grilo, levando-o para o céu e mais tarde para o inferno. O filme conta com Selton Mello. Fernanda Montenegro e Lima Duarte no Elenco.

(Divulgação: Telepadi – Uol)

Cidade de Deus – O longa foca na história de vida de Buscapé, um jovem negro que cresce em meio à violência da favela carioca Cidade de Deus. Para fugir de tudo isso, decide seguir a carreira de fotógrafo, usa sua grande habilidade para analisar o dia a dia da favela onde vive. Laçado no ano de 2002, é estrelado por Alexandre Rodrigues e Leandro Firmindo, contando também com a presença de Seu Jorge e Alice Braga.

(Divulgação: O Globo)

Aquarius – Acompanha a vida de Clara, uma viúva aposentada de 65 anos que mora no apartamento Aquarios, em um bairro rico do Recife. Os demais prédio situados na região foram comprados por uma construtora que deseja demoli-los, porém Clara não aceita a proposta e não quer vender o edifício, passando por várias formas de pressão para entrar no acordo. Os atores Sônia Braga, Humberto Carrão e Maeve Jinking compõem o elenco do filme, que teve sua estreia no ano de 2016.

(Divulgação: Revista Moviement)

Tropa de Elite – Um clássico que foca no dia a dia de policiais do BOPE, e todos os desafios e corrupções que acontecem dentro do batalhão, quando o capitão Nascimento ecide deixar o posto e precisa procurar alguém para substitui-lo. O filme tem Wagner Moura, Milhem Cortaz e Caio Junqueira no elenco, sendo um completo sucesso e ganhando até uma parte 2, lançada no ano de 2010.

(Divulgação: Canal Ciências Criminais)

Elis – Baseado na história de vida da tão famosa cantora brasileira Elis Regina, contando desde a infância como Elis sempre teve o grande sonho de ser cantora, mostrando também várias dificuldades que sofreu em toda a sua trajetória. Elis conquista rapidamente vários fãs, e inclusive acaba se casando com o produtor Ronaldo Bôscoli. Lançado no ano de 2016, é estrelado por Andreia Horta, e conta com Gustavo Machado e Caco Cocielir no elenco.

(Divulgação: Youtube)

Bacurau – O mais novo clássico brasileiro lançado em 2019 se passa na pequena cidade de Bacurau, em Pernambuco quando Carmelita, morre e tudo começa a mudar. Drones começam a sobrevoar o local e coisas sobrenaturais começam a acontecer. O longa foi recebeu diversos prêmios, como o de Júri, no Festival de Cannes e de melhor filme e direção no Festival Internacional de Lima. Os atores Sônia Braga, Udo Kier e Karina Teles compõem o elenco.

(Divulgação: tenhomaisdiscosqueamigo)

Tim Maia – Em homenagem ao astro da música brasileira Tim Maia, e baseado no livro “Vale Tudo”, acompanha toda a trajetória de Tim até sua morte aos 55 anos. Em 2015, a Globo exibiu um documentário sobre o cantor junto com cenas do longa, o que foi um tremendo sucesso.

(Divulgação: Grupo Abril)

 Central do Brasil – Dora, uma amargurada ex-professora, ganha a vida escrevendo cartas para pessoas analfabetas, que ditam o que querem contar às suas famílias. Ela embolsa o dinheiro sem sequer postar as cartas. Um dia, Josué, o filho de nove anos de idade de uma de suas clientes, acaba sozinho quando a mãe é morta em um acidente de ônibus. Ela reluta em cuidar do menino, mas se junta a ele em uma viagem pelo interior do Nordeste em busca do pai de Josué, que ele nunca conheceu.

(Divulgação: Bem Paraná)

São tantos filmes que fazem parte da nossa cultura e história, extremamente importantes para a população brasileira e que ficam pra sempre marcados na nossa cabeça. Qual o seu preferido? Conta aqui pra gente!

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Entretenimento Séries

Coisa Mais Linda: A série nacional que você precisa assistir

“Somos diversas, mas podemos encontrar lugares comuns de diálogo e de luta”

(Foto: Divulgação | Aline Arruda | Netflix)

A segunda temporada de Coisa Mais Linda, série original da Netflix Brasil, mal estreou e já é um dos assuntos mais comentados pela internet. Isso porque, além de retratar de uma forma sutil temas importantes para a nossa sociedade, ela carrega um elenco de peso, formado por mulheres que representam cada uma de nós, mulheres brasileiras, em suas personagens.

Ambientada no finalzinho dos anos 50, a série enfatiza a importância das lutas femininas e a união entre as mulheres, essenciais para alcançar um número maior de pessoas e preparar o cenário para as próximas gerações. Ao longo das temporadas, conhecemos cada uma das personagens – Malu (Maria Casadevall), Thereza (Mel Lisboa), Lígia (Fernanda Vascellos), Adélia (Pathy Dejesus) e Ivone (Larissa Nunes) que se destaca na segunda temporada com uma voz e maturidade incríveis. Cada uma delas vive em realidades distintas, mas com uma coisa em comum: o orgulho de serem mulheres e o desejo de serem livres.

(Foto: Divulgação| Aline Arruda | Netflix)

Durante a primeira temporada, já nos deparamos com temas extremamente importantes, como a busca pela liberdade de Malu, que foi abandonada pelo marido em São Paulo e ficou sozinha com seu filho; Thereza, que amava escrever e buscava independência; Lígia, uma mulher sonhadora e apaixonada pelo canto e, que infelizmente, sofria abusos dentro de casa e Adélia, mulher preta e batalhadora. Agora, as histórias ficaram ainda mais complexas e apaixonantes.

Temas retratados de forma leve e que perpetuam até hoje

 

O mais interessante e que explica o sucesso da série, é que, apesar dos temas serem muito sérios, os mesmos são retratados de forma muito clara e sutil, de forma que todos conseguem entender a dor, a luta e o sofrimento de cada uma – tudo foi muito exemplificado. Um exemplo é a luta da mulher preta no Brasil, um tema constantemente discutido atualmente e que foi debatido pelas personagens de Pathy Dejesus e Larissa Nunes, moradoras da comunidade, que têm de lidar com o preconceito diariamente, principalmente em locais onde as classes altas frequentavam. Apesar de Adélia (Pathy) ser uma empreendedora e ter alcançado grande sucesso, esse sucesso não era bem visto por certas pessoas – homens então… Veja, por exemplo, essa cena entre Thereza e Conceição, filha de Adélia:

(Divulgação: Instagram @coisamlinda)

Falando em empreendedorismo, a série também dá uma aula sobre empreendedorismo feminino. Desde o início, vemos a luta de Malu e Adélia para conseguirem abrir o clube de música ‘Coisa Mais Linda’. Apesar do objetivo ser trazer música brasileira e diversão para as pessoas, os homens viam esse negócio como uma audácia, algo inapropriado, afinal, naquela época, mulher era vista como uma pessoa para cuidar apenas da família. Coitado de quem pensava assim (ou pensa), porque as meninas provaram que são muito mais que isso. Imagina viver numa realidade em que mulheres não podiam ter seus próprios negócios? Malu e Adélia são realmente guerreiras.

Esse tema perpetuou até a temporada 2, com as meninas tendo que lidar com o marido de Malu, que, não satisfeito com o sucesso da esposa, resolveu aparecer (o que irritou todo mundo que estava assistindo) e “assumir” o negócio como se fosse dele, já que Malu estava em coma. É incrível e chega a ser ridículo como os homens realmente não aceitavam o sucesso das mulheres – e infelizmente ainda é assim. Todas essas situações, assim como romances homossexuais, a luta por se livrar de um relacionamento abusivo (como o de Lígia) e tantos outros temas presentes na produção, nos fazem entender a luta das mulheres para que nós conseguíssemos chegar até aqui.

(Representatividade é o que define essa série | Aline Arruda | Netflix)

O caso de Lígia foi o mais revoltante. Sem dar muitos spoilers mas comentando um pouco, o que aconteceu com a personagem foi triste, mas, mais triste ainda, é saber que essa realidade de violência doméstica ainda é enfrentada por milhares de mulheres hoje em dia.

Uma das cenas mais repugnantes certamente é a do julgamento. Após o marido de Lígia ser julgado, ele ainda saiu como certo ao tentar defender a família. A forma como ele virou toda a situação contra Malu – que foi insultada como “destruidora de lares” ao ajudar a amiga a realizar o sonho de cantar – dói lá dentro. Quantas mulheres serão caladas simplesmente por desejarem um futuro melhor para elas mesmas?

(Foto: Divulgação | Aline Arruda | Netflix)

Muitas pessoas não conseguem entender ainda essa questão de luta feminina – o feminismo – e após assistir à série, tudo fica mais claro. As cenas da temporada 2 são ainda mais explicativas, como quando Thereza explica sobre o que é feminismo para o radialista Wagner em um date dos dois. Cenas assim são a cereja do bolo, porque elas vêm de forma muito natural e ensinam de forma simples. Para conferir uma parte da cena, clique AQUI. Abusos, violências de todos os tipos, discriminação, preconceito – e até morte – são exemplos do que era preciso engolir para ser livre – é triste ver que ainda passamos por tudo isso, né?

Apesar disso, não podemos negar que muita coisa mudou, mas também não podemos achar que é o suficiente. É preciso seguir lutando, por mais difícil que seja. Talvez eu nem pudesse publicar esse texto para vocês se não fosse a luta das mulheres que vieram antes de mim – e olha eu aqui, falando pro mundo sobre essa série incrível.

A importância e valorização dos meios de comunicação e da música brasileira

 

Não podemos deixar de reconhecer como os meios de comunicação foram importantes para todo o tipo de revolução. Na segunda temporada e durante toda a série, os veículos de comunicação – jornais e rádios – são exaltados e fazem parte da vida das personagens. O espetador consegue entender a importância deles para a sociedade, que muitas vezes é calada, mas que tem um refúgio para que a luta não seja interrompida. Um lindo exemplo foi a forma como Thereza e Malu usaram a rádio para defender Lígia, que acabou por não ter a chance de falar tudo o que queria e de seguir cantando.

(Foto: Divulgação | Aline Arruda | Netflix)

É o que a própria Fernanda Vasconcellos escreveu em seu Instagram: “que a personagem Lígia, não nos deixe esquecer que: se expressar é um direito humano, não é um privilégio. porque quando você se expressa, você existe”.

A imprensa sempre será necessária e a prova disso é como ela segue ajudando a alcançar as minorias desfavorecidas nesse país e a “dar voz” a quem não tem as mesmas oportunidades que pessoas do alto escalão social.

O que dizer da música brasileira? A Bossa Nova nascia e se espalhava pelo mundo e toda essa história é contada de uma forma tão original, que dá gosto e muito orgulho – ainda mais com cantoras tão talentosas, como a Ivone.

(Foto: Divulgação | Aline Arruda | Netflix)

Surge uma palavrinha very important: Sororidade

Sororidade. Você já ouviu essa palavra antes? Eu espero que sim. Caso a resposta seja “não”, basta assistir até o último capítulo da série para entendê-la. Como muito bem definido por Maria Casadevall, ao interpretar Malu na Rádio Coisa Mais Linda, sororidade são mulheres se identificando com diferentes causas. É o processo em que nos identificamos como mulheres e semelhantes, em que toda a dor se diz respeito a outras histórias. É perceber que juntas, podemos falar sobre todos os assuntos, é a capacidade de se ouvir, de se ajudar e dar voz umas às outras. Isso não quer dizer que temos que concordar sempre. Às vezes, precisamos discordar, discutir e conversar, para que entendamos a realidade das coisas.

A união dessas personagens tão diferentes, fez com que algo muito bonito pudesse nascer: uma amizade que desafiou todos os problemas e alcançou o sucesso de forma justa. União essa que fez com que a maturidade de cada uma fosse aflorando a cada episódio e alcançasse seu ponto principal: a liberdade. Ser livre para amar, cantar, escrever, falar e ser você mesmx.

(Foto: Divulgação | Aline Arruda | Netflix)

Eu poderia ficar horas e horas escrevendo sobre Coisa Mais Linda. De fato, escrevo porque a sensação de assistir uma série brasileira que mostra o poder que a mulher tem de mudar o mundo é reconfortante. Muitas vezes é preciso realmente exemplificar por meio de uma produção audiovisual para que as pessoas consigam entender e valorizar a força da mulher. Apesar de termos avançado em muitos aspectos, ainda vivemos num mundo extremamente machista. E isso não é um motivo para desanimar ou desistir. É claro que ainda é mais difícil para a mulher, mas quem disse que não vamos conseguir?

(Divulgação: Netflix via Instagram)

Fica aqui o meu MUITO obrigada aos diretores, produtores, roteiristas, elenco e todos os envolvidos por trazerem Coisa Mais Linda ao mundo. Assistam, envolvam-se, se emocionem e vibrem junto dessas mulheres f*das e batalhadoras. Para assistir AGORA, clique AQUI.

“Cada uma, dentro de sua trajetória, planta uma semente para que outra geração venha mais fortalecida. Que assim seja sucessivamente e que nós (mulheres brancas) estejamos aqui hoje com essa consciência e aprendendo com o movimento da mulher negra, que traz um movimento histórico de luta”, palavras de Maria Casadevall no episódio 3 da Rádio Coisa Mais Linda.

Assista ao trailer da segunda temporada de Coisa Mais Linda:

Sinopse da temporada 2: Malu continua a ser a mulher decidida, mãe dedicada e amiga leal da primeira temporada. Porém, depois de um trauma, ela agora está mais forte e desinibida. Thereza escolhe cuidar da família e da casa, mas logo percebe que sente falta de outro tipo de realização: o trabalho (desta vez, numa estação de rádio). Prestes a se casar e recomeçar do zero, Adélia reflete sobre a infância e o pai, Duque. Sua irmã Ivone, antes uma típica adolescente, vira uma artista de talento e com a ajuda de Malu pode ter a chance de provar seu valor numa indústria dominada por homens.

E você, já conhece a série? Conta pra gente nos comentários e acompanhe as novidades do mundo do entretenimento no perfil do Entretetizei, no Insta, no Facebook  e no Twitter.

 

* Crédito da imagem de destaque: Netflix

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11 anos sem Michael Jackson: uma reflexão de fã

O incrível legado deixado pelo Rei do POP, que soube ser um artista completo

Uma matéria feita por um fã de verdade

Aqui estamos nós em mais um dia 25 de junho, dia esse que nunca será esquecido, pois, há exatos 11 anos atrás, recebíamos uma notícia difícil de digerir. A notícia da morte do maior astro pop que o mundo já viu: Michael Jackson.

(Divulgação: Jornal Extra)

Não precisa ser fã do mundo pop para saber que o nome de Michael Jackson foi e sempre será um nome com muita força no mundo da música pop e do entretenimento, e, (independente de polêmicas), também na mídia mundial, pois o seu talento para cantar e dançar sempre foi inegável aos olhos de todos.

O grande diferencial do astro era justamente o fato de que ele não só cantava e dançava, mas sim, encantava no palco. E o melhor: de um jeito totalmente original. Michael conseguiu criar um modo único de se apresentar, e também de se vestir. Como se essas coisas não bastassem, ele também criou um modo até então pouco explorado pelos artistas nos anos 80, que era o de fazer videoclipes extraordinários. Ponto para Michael, que uma teve uma visão a frente de seu tempo, e produziu “Thriller”, o videoclipe mais bem sucedido da história da música.

(Divulgação: Rádio Atlântida)

Naquela época, os artistas não davam o devido valor em se produzir um videoclipe que prendesse o telespectador em frente à tv e que consequentemente, ajudasse a vender as músicas. Michael enxergou essa necessidade e criou o que ele não gostava de chamar de clipe, mas de filme mesmo. A obra que conta com zumbis dançarinos, coreografia apaixonante e muito mistério, que encantou milhões de pessoas ao redor do mundo, tem 14 minutos sensacionais, que “passam voando” diante dos nossos olhos, de tão mágico que é. É impossível assistir a este videoclipe e não se lembrar dos passos, e principalmente, tentar reproduzir, (mesmo que muitos falhem miseravelmente, assim como eu hahahahahahahaha).

Hoje, não é difícil encontrar um artista pop que canta, dança, se veste muito bem e que produz videoclipes memoráveis. Porém, o artista que deu o pontapé inicial em todos esses requisitos essenciais para um artista em geral foi Michael, e não só isso. Como disse anteriormente, ele criou um jeito totalmente original de fazer.  Ou seja, muitos podem tentar fazer parecido o que foi estabelecido por Michael Jackson, mas não adianta. A marca dele já foi deixada na história da música pop. Não tem como querer fazer parecido com o que ele fez e passar despercebido. Todos saberão que aquela dança, roupa ou videoclipe foi inspirado em Michael Jackson. Todo o sucesso que conquistou foi merecido, pois sempre se mostrou um astro disciplinado desde pequeno. Quando criança, antes de entrar no palco para mais uma de suas apresentações com o Jackson Five, ele observava da coxia as performances de grandes cantores de sua época, como James Brown e Jackie Wilson, por exemplo. Aperfeiçoou o que aprendeu e criou um jeito Michael Jackson de brilhar.

O que falar da voz do astro? Algo quase que angelical, que prende a atenção de todos que ouvem, em um timbre inconfundível. Um dom dado por Deus, mas muito bem trabalhado por ele. Quando citamos a dança, é impossível não se lembrar de suas performances lendárias, como por exemplo, em “Billie Jean”. Ele simplesmente “anda para trás” no passo chamado Moonwalk. Sem dúvidas você já viu esse passo e com certeza já tentou imitar em casa!

(Divulgação: Noize)

Nessa apresentação, o mesmo usa uma jaqueta de lantejoulas, calça curta, meias brancas, luva em apenas uma das mãos e um chapéu. Um figurino que podia parecer normal para qualquer cantor, mas não para Michael Jackson. Ele soube eternizar esse figurino, que, aliado a essa música, trouxe aos espectadores de todo o mundo momentos muito especiais. Afinal, não é só vestir a roupa, e sim, saber como usá-la e encantar a todos com o seu desempenho.

O mistério todo já começa no início da apresentação. Michael entra no palco com uma maleta, e tira dela a jaqueta de lantejoulas, em seguida o chapéu de espião e a luva brilhante, que prendem a atenção dos espectadores. Ainda sem a música, Michael coloca primeiro a jaqueta, depois o chapéu, e por último a luva. Se posiciona no palco, e antes das primeiras batidas da canção, tira o chapéu e o coloca novamente, de uma forma que só ele sabe fazer. E aí a magia começa. Não preciso dizer que a essa altura, o público já estava quase morto de tanto gritar (com certeza não era pra menos).  Enquanto o astro movimenta a mão durante a performance, é impossível parar de olhar para a luva. O chapéu e a jaqueta são os seus aliados durante a apresentação. As meias brancas com a calça “pescando siri” somam-se a magia durante os seus passos inconfundíveis. Esse é apenas um exemplo da importância da música e performance aliadas a um figurino pra lá de marcante. Michael conseguiu eternizar este momento, que sem dúvidas será lembrado para sempre.

Ainda falando de “Billie Jean”, a música encantou antes mesmo das apresentações ao vivo. O videoclipe da música também foi um sucesso, mas é importante frisar que a MTV se recusou a exibir o clipe (pois quase não exibia videoclipes de artistas negros em sua programação), porém, o sucesso foi tão grande, que o presidente da CBS records ameaçou tirar todos os videoclipes de seus artistas do ar caso a emissora não o exibisse. Não deu outra. O clipe foi exibido, trazendo mais sucesso e visibilidade para Michael e também para a MTV. Sem sombra de dúvidas, é uma vergonha falarmos que a emissora quase não exibia clipes de artistas negros, (como se isso definisse talento ou nível de importância), mas de fato acontecia, e Jackson quebrou essa barreira!

Ao longo de sua carreira, mais videoclipes, performances e passos icônicos foram criados e ele foi se destacando a cada dia mais na história da música pop, claro, com muito estilo. Como esquecer do videoclipe de “Black our White”, que usou de uma tecnologia de ponta para a época? Do famoso passo “The Lean” em que o astro se inclina a incríveis 45 graus para frente durante a apresentação ao vivo, graças a parafusos que se encaixavam em seus sapatos? (Só de ter tido essa ideia ele já merecia um prêmio)! Da incrível apresentação no intervalo do Superbowl em 1993, no qual a audiência foi tão grande que a partir dali outros artistas de grande porte passaram a se apresentar neste grande evento? Sim, mais uma vez, foi ele o pioneiro.

Não poderia terminar esse texto sem antes mencionar uma coisa (entre muitas outras) que me impressiona no visionário Michael Jackson. Hoje em dia, é normal vermos artistas em apresentações ao vivo utilizando da tecnologia das luzes de LED em suas roupas. Michael já tinha feito isso, em 1988. Isso mesmo que você leu, em 1988.

Obviamente, a tecnologia não era a mesma dos dias de hoje, mas ele “deu o seu jeito”. A jaqueta vermelha de “Thriller” simplesmente brilhava ao final das apresentações da canção na “Bad Tour”. Não era LED ainda, mas com certeza encantou a todos que viram tamanha tecnologia para a época, e me encanta até hoje quando assisto a essa performance pelo youtube. Meu Deus, como ele pôde ter tido uma ideia tão a frente do tempo dele em pleno anos 80? Não pensem que foi fácil. Durante as apresentações da canção, ele dançava usando a jaqueta que pesava mais de 7 quilos, devido às parafernálias e iluminação interna acopladas a ela para fazê-la brilhar. Não existem palavras que possam descrever tamanha visão e entrega de um artista no palco.

Encerro esse texto agradecendo a Michael Jackson por tudo o que ele fez pela história da música pop e por todas as barreiras que quebrou. Um verdadeiro mito que sabia que era mito, a ponto de criar uma Terra do Nunca pra morar. Um mito humilde e amoroso, que doou milhões para a caridade, e que amava os seus fãs.

Confira abaixo um documentário especial feito por um fã apaixonado pelo Rei de Pop – Por Danilo dos Anjos:

Vida longa a Michael Jackson!

Até a próxima!

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