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Entrevista | Lola Fanucchi: paixão, resiliência e talento nos palcos e telas

Agora a atriz embarca em seu novo desafio, dar vida a Adrian Pennino em Rocky – O Musical

 

Lola Fanucchi construiu uma carreira marcada pelo talento e pela coragem de se reinventar. Nome conhecido nos palcos do teatro musical e no audiovisual brasileiro, a atriz participa de um dos papéis mais desafiadores de sua carreira: dar vida à icônica Adrian Pennino em Rocky – O Musical, que estreou no dia 14 de março no Teatro Santander, em São Paulo. Lola mergulhou na complexidade da personagem, trazendo uma interpretação que conversa com a versão original, mas carrega também suas próprias vivências.

Sua paixão pelos palcos começou cedo, mas a caminhada até o reconhecimento não foi fácil. Após passar por empregos fora do ramo artístico, optou por seguir sua vocação e se formou no Instituto de Artes da Unicamp. Desde então, participou de produções como In the Heights, Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812 e As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão.

Além do teatro, Lola também conquistou espaço no audiovisual. Sua estreia veio com a personagem Muna, na premiada novela Órfãos da Terra (2019). O sucesso na TV abriu portas para novos trabalhos, incluindo seu primeiro longa-metragem, Tudo Bem no Natal que Vem (2021), da Netflix, que alcançou milhões de espectadores ao redor do mundo.

Agora, a atriz encara um novo desafio com Rocky – O Musical, obra que celebra a resiliência das relações humanas. Entre ensaios e uma imersão na trajetória de Adrian, Lola emociona o público e reafirma seu compromisso com a arte. O entretê conversou com ela sobre sua trajetória, os desafios dessa nova personagem e os próximos passos de sua carreira. Confira: 

Entretetizei: Lola, você tem uma trajetória que vai do teatro musical ao audiovisual, com personagens como Adrian, em Rocky – O Musical, e Muna, em Órfãos da Terra. Como você descreveria a transição entre essas duas formas de arte, e quais os maiores desafios e aprendizados que cada uma delas trouxe para sua carreira?

Lola Fanucchi: Acho que a base do trabalho do ator para mim é a mesma e está muito conectada à verdade. Encontrar a verdade daquela personagem, da circunstância, da troca genuína com os parceiros de cena. Isso é imperativo para mim e eu mantenho independente se o trabalho é nos palcos ou nas telas. Mas claro que cada meio tem seus desafios e pede alguns ajustes técnicos para que a história funcione melhor ali. A novela especificamente tem um tempo muito ágil. Não existe quase tempo de preparação. É um trabalho insano de todas as áreas. 

Ao mesmo tempo, é muito prazeroso se manter tantos meses investigando e descobrindo uma personagem, com novas cenas que você ainda não leu, viradas surpreendentes. Existe um frescor para o público e também para nós intérpretes. Já o teatro proporciona um aprofundamento que o ensaio e a repetição trazem. Isso é incrivelmente desafiador também, porque temos que buscar a sensação de viver aquela cena pela primeira vez, mesmo já tendo repetido muitas vezes. Encontrar a verdade em todo momento cênico como se fosse a primeira vez é um desafio que sempre me mantém focada. 

Foto: divulgação/Lola Fanucchi

E: Adrian Pennino é uma personagem icônica, e sua interpretação traz novas nuances para essa figura tão conhecida. Como foi o processo de construção dessa personagem, e quais elementos você buscou para diferenciá-la da versão cinematográfica de Talia Shire?

LF: Eu amo esse processo da criação. Tenho muitas inspirações e busco misturá-las para criar algo interessante e não apenas uma cópia. Com certeza eu olho com muito respeito para a interpretação da Talia Shire. Acho que ela eternizou a personagem no filme e parte do meu trabalho é levar essa essência para os fãs da obra. Mas também busquei explorar outras referências, até porque nossos contextos são completamente distintos. Nossa produção foge do usual.

Estamos num espaço imersivo, com um palco estilo arena. Existe uma proximidade grande com o público. Tudo isso pede que seja criada uma nova versão da personagem até para a história manter seu impacto original que tocou tantos corações pelo mundo. Espero que o público goste dessa combinação de referências que vão desde patinadoras da época do filme, como Dorothy Hamill, até memórias mais pessoais minhas com minha mãe. Faço com muito amor e espero que a história da Adrian toque o público.

E: Sua trajetória pessoal é marcada por superação e coragem, e você já mencionou que se identifica com a força de Adrian. Como essa identificação pessoal influenciou sua atuação, e de que forma você acredita que sua história pode inspirar outras pessoas?

LF: Acho que existe um senso de empatia e profunda compreensão entre atriz e personagem. Não acho, de forma alguma, que é imperativo que o ator passe pelas mesmas situações que a personagem, mas algumas histórias ressoam mais que outras dentro de nós, né? Eu definitivamente não vivi as violências que Adrian experimentou na infância, mas acho que me conecto com ela na sensação de que podemos sempre construir um futuro inspirador, independente das dificuldades do nosso passado. Muitas vezes não controlamos as surpresas que a vida coloca no nosso caminho. Eu, por exemplo, perdi minha mãe muito cedo e não tive uma figura paterna presente. Mas, diante de situações desafiadoras, podemos tentar reagir da melhor forma, mantendo em mente a vida que desejamos construir para nós. Acho que se eu puder inspirar alguém nesse sentido, já ganhei muito. E acho que Adrian descobre exatamente isso durante a história que contamos. 

E: Rocky – O Musical é uma obra que celebra a resiliência e a autodescoberta. Em um momento em que tantas pessoas buscam força e esperança, qual a mensagem mais importante que você acredita que o público pode levar dessa produção?

LF: Acho que justamente é uma história que nos motiva a ter a coragem de ousar ir atrás da vida que nos inspira e não desistir dela jamais! Seja através de um sonho como o boxe, seja se permitindo viver um grande amor e construir uma nova noção de pertencimento no mundo. Não desista dessa vida que você sonha para você.

E: Você já trabalhou em projetos de grande sucesso, como Tudo Bem no Natal que Vem, da Netflix. Como é para você ver seu trabalho alcançar milhões de pessoas ao redor do mundo, e quais os próximos passos que você almeja em sua carreira no audiovisual?

LF: Sabe que até hoje eu não tenho muita compreensão do alcance? Rs! Acho que como vim do teatro e normalmente nosso público está no nosso campo de visão, é quase inimaginável para mim pensar que no mês de lançamento do filme ele foi visto por 26 milhões de pessoas. Que lá na Suíça alguém deu risada com a gente! Eu AMO fazer comédia. Gostaria muito de explorar mais esse gênero no audiovisual. Talvez uma personagem mais cômica em uma novela. Adoraria criar nesse campo enquanto estamos no ar porque a resposta do público é sempre muito imediata. Deve ser um trabalho muito prazeroso e, como ainda não experimentei, definitivamente está na lista das vontades futuras!

 

Foto: divulgação/Stephan Solon

E: Lola, acompanhamos a intensa mobilização do público brasileiro torcendo por Fernanda Torres no Oscar e o filme Ainda Estou Aqui (2024). Como artista, como você avalia esse movimento? Acredita que ele reflete uma mudança na forma como o público se conecta com o cinema nacional e seus artistas?

LF: Fico extremamente emocionada de ver essa “torcida” e mobilização se voltando também para o campo das artes. Normalmente vemos esse tipo de sentimento muito presente nos esportes, né? Mas só mostra que, como brasileiros, temos dentro de nós esse orgulho da nossa cultura! Isso é muito bonito, muito precioso. Para além das enxurradas de comentários em redes sociais apoiando a campanha do filme, o brasileiro encheu as salas dos cinemas. Prestigiou uma obra importantíssima que fala sobre um passado da nossa história. Acho muito emblemático e torço sim para que seja uma situação mais recorrente, porque quem ganha, no fim, é a cultura do país. 

E: Lola, em Órfãos da Terra você interpretou Muna, uma personagem que fazia parte do núcleo de refugiados sírios. A novela abordou um tema sensível e de grande relevância global. Como foi para você dar vida a esse personagem e representar essa realidade? Quais foram os seus principais aprendizados e desafios ao mergulhar em uma cultura tão diferente da sua, e como essa experiência impactou a sua visão sobre a questão dos refugiados?

LF: Olha, não é sempre na nossa carreira que conseguimos estar em projetos que trazem reflexões importantes e que casam com nossos valores pessoais. Então, quando me encontrei colaborando em algo como Órfãos da Terra, eu sabia que estava vivendo um momento especial da minha carreira. Além de ter sido minha estreia nas novelas, onde aprendi demais sobre o dia a dia num set, foi realmente uma obra desenvolvida com um cuidado absoluto. A Muna, na trama, não era uma refugiada, mas todos nós do elenco estávamos imersos no estudo desse tema e suas implicações. 

Ninguém que está em situação de refúgio deseja passar por aquilo. É uma realidade extremamente dura e traumática. Conversamos com muitos refugiados, tivemos a sorte de muitos colaborarem com suas histórias no processo da novela. Me sinto até hoje privilegiada por poder ter participado de um projeto que levou luz a esse tema com o alcance da TV aberta. Acho que a TV Globo foi muito corajosa em apostar naquela história e o reconhecimento veio com a boa aceitação do público e crítica. 

E: “Meu maior sonho é continuar”, você declarou recentemente. Olhando para trás, para sua trajetória, e para frente, para os projetos que ainda virão, qual o papel da arte na sua vida, e como você espera que ela continue a te transformar?

LF: A arte é o que trouxe sentido à minha vida. Digo isso como “consumidora” e também atriz. Foi nela e através dela que me entendi no mundo, escolhi minhas pessoas, refleti sobre quem sou e o que busco. Eu nem sei ser diferente, porque quando tentei não fez sentido. Rs! Com respeito, digo que os anos que passei trabalhando no corporativo foram para entender que a gente consegue calar o coração apenas por certo tempo. E o meu coração realmente pulsa arte. Nos dias felizes geralmente é ela que me faz sorrir e nos dias tristes é ela que me acolhe também. É difícil de explicar, soa intenso, e acho que (ainda bem) é. E que assim continue sendo! Rs!

 

Perguntas por: Sussuca Alencar


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Leia também: Entrevista | Carol Castro fala sobre o sucesso de Garota do Momento, sua paixão pela arte e relembra histórias da carreira

 

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Cultura turca Notícias Sem categoria

Notícias da semana no mundo turco — 31/3 a 4/4

Atualizamos você sobre tudo o que aconteceu no mundo turco nesta 1ª semana de abril

Por: Gabriella Emim, Nayara Alves e Shay Roiz

Novas produções turcas estão a todo vapor! A adaptação turca de King the Land (2023), Çift Kişilik Oda (tradução livre: Quarto Duplo), ganhou novos atores, enquanto a crise na Turquia impacta as escalações de elenco.

Confira os destaques da semana:

O ator Levent Ülgen agora interpreta Çetin na série Çift Kişilik Oda

A série começará as gravações após o Eid al-Fitr, e o elenco tem chamado bastante atenção. A entrada de Levent pode deixar a série ainda mais interessante.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Can Yaman faz espacate em uma apresentação no Rio

O ator, que estava no Brasil para cumprir os compromissos que ele tinha no Rio de Janeiro, surpreendeu a todos com um espacate, que tornou-se assunto entre os fãs e a mídia turca.

Foto: reprodução/Instagram @canyaman
Yiğit Özşener será o ator principal na série Karanlık Oda

O ator Yiğit Özşener assinou o contrato com a série Karanlık Oda, que está sendo produzida pela Ceylan Aypim. Yiğit interpretará o personagem Enis.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Burç Kümbetlioğlu assina dois projetos simultâneos

O ator Burç Kümbetlioğlu — intérprete de Boran em Distant City (Uzak Şehir, 2024) — assinou contrato para uma nova série e um longa-metragem simultaneamente. Ele fará parte do elenco de Çift Kişilik Oda (tradução livre: Quarto Duplo).

Foto: reprodução/Beyazperde
Aybüke Pusat é retirada de Teşkilat após se posicionar politicamente

A atriz Aybüke Pusat foi retirada do elenco da série Teşkilat (2021-presente) após apoiar publicamente as greves em seu país. A decisão acontece em meio a uma onda de protestos na Turquia, que ganhou força nos últimos dias após a prisão de Ekrem İmamoğlu, prefeito de Istambul e um dos principais nomes da oposição. A população tem ido às ruas, exigindo justiça e demonstrando apoio ao político, intensificando a tensão entre artistas, figuras públicas e o atual governo.

Foto: reprodução/Agos
O ator Boran Kuzum foi afastado de Bir Ruh Macerası

Após a TRT demitir Aybüke Pusat, o ator Boran Kuzum também foi afastado de um projeto da emissora por demonstrar apoio à atriz nas redes sociais.

Foto: reprodução/Filmmakers
Furkan Andıç foi removido do elenco de Muhabir

Outro ator que também foi expulso de uma produção foi o Furkan Andıç. A sua saída também ocorreu após prestar apoio à Aybüke Pusat em suas redes sociais.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Cem Yiğit Üzümoğlu, protagonista de Sakir Pasa Ailesi Mucizelerve Skandallar, foi detido ao apoiar os protestos

O ator foi detido como parte da investigação por apoiar o boicote. Os atores Taner Rumeli, Onur Saylak, Ahmet Mümtaz Taylan, Barış Atay e Kubilay Aka foram até o tribunal para aguardar a liberação do colega. Cem Yiğit Üzümoğlu está proibido de deixar o país.

Foto: reprodução/Haber 7
Yiğit Özşener irá dividir cenas com Uraz Kaygılaroğlu e Burcu Özberk em Karanlık Oda (Quarto Escuro)

O ator dará vida a Enis na nova série da Gain. As filmagens serão iniciadas no dia 17 de abril.

Foto: reprodução/NOW
Özge Özpirinçci completou 39 anos

A atriz que dá vida à Bahar, em Força de Mulher (2017), completou 39 anos na última terça (1).

Foto: reprodução/Instagram @ozpirincci
Eda Gürkaynak é confirmada no elenco da adaptação turca de Sorriso Real

A atriz se juntou a Çift Kişilik Oda (tradução livre: Quarto Duplo), estrelada por Ulaş Tuna Astepe e Devrim Özkan. As gravações foram iniciadas nesta quinta (3).

Foto: reprodução/Onedio
As gravações de Bir Ruh Masalı foram iniciadas

A gravação da série documental que conta a história da famosa roteirista turca Ayşe Şasa finalmente foi iniciada. Deniz Baysal interpretará Ayşe.

Foto: reprodução/Türkiye Gazetesi
Rüzgârlı Pazar ganhou dois novos atores

Os atores Uğur Aslan e Sude Zülal Güler agora fazem parte do elenco de Rüzgârlı Pazar. A série é da TRT e contará com 8 episódios. Uğur Aslan estará interpretando Recep, e Sude Zülal Güler interpretará Büşra.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Piyasa será encerrada no 6° episódio

A dizi que foi produzida pela Pastel Film e transmitida no Kanal D será encerrada no 6° episódio. O último episódio vai ser exibido hoje às 20h.

Foto: divulgação/Kanal D
Başak Gümülcinelioğlu foi retirada da série Muhabir por boicote

A atriz que interpreta a personagem Duygu teve que se retirar da série Muhabir, após ter compartilhado as fotos da sua colega Aybüke Pusat para prestar seu apoio.

Foto: reprodução/Instagram @Başak Gümülcinelioğlu

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Leia também: Notícias da semana no mundo turco — 24/3 a 28/3

Texto revisado por Bells Pontes

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Cinema Notícias

Com Anthony Hopkins e Bill Skarsgård, Confinado ganha nova data de estreia

Longa chega aos cinemas de todo o país em 29 de maio

Nesta sexta (4), foi revelada a nova data de estreia de Confinado. O thriller, estrelado por Bill Skarsgård e Anthony Hopkins, do diretor David Yarovesky, chega aos cinemas de todo o Brasil em 29 de maio.

Confira:

Inspirado em um caso real

Confinado acompanha Eddie (Skarsgård), um ladrão buscando uma maneira fácil de ganhar dinheiro. Quando se depara com uma SUV de luxo e nota que não há sinal do seu proprietário, o assaltante acredita ter encontrado a sorte grande. 

No entanto, o que ele não sabe é que o carro é, na verdade, uma armadilha mortal: uma prisão sobre rodas, criada por William (Hopkins), um homem misterioso que não tem nada a perder. Diante de um inimigo frio e calculista, Eddie não terá outra saída a não ser tentar sobreviver a um jogo implacável, em que ele e todos à sua volta correm perigo. 

Inspirado em uma história real, que aconteceu há quase uma década na Argentina, Confinado estreia nacionalmente em 29 de maio.

 

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Leia também: M3gan 2.0: a aguardada sequência lança primeiro trailer

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Música Notícias

BOTA UM FUNK: Pedro Sampaio reúne Anitta e MC GW em novo single

Faixa antecede o retorno do artista aos palcos, em turnê na Europa ainda em abril

O astro está de volta! Na última quinta (3), Pedro Sampaio lançou Bota um Funk, em parceria com Anitta e MC GW. A novidade ganhará ainda um videoclipe, a ser liberado em breve.

“‘Bota um Funk’ é uma música pra cima e irreverente, que faz uma brincadeira entre esse pedido tão comum das pessoas no Brasil. E convidar Anitta e GW pra colaborar comigo foi muito natural, porque já tenho uma parceria de anos com os dois, sempre deu muito certo trabalhar com eles”, conta Pedro.

Confira:

Tendo no currículo sucessos como No Chão Novinha, Dançarina e Joga pra Lua, pode-se dizer que a dupla Pedro Sampaio e Anitta é imbatível quando se trata de um bom funk. “Ela é a rainha do funk no Brasil e tê-la comigo mais uma vez está sendo especial”, diz o DJ.

Para Anitta, o sentimento não é diferente. “Pedro é, além de meu amigo, um mega parceiro musical. A gente se entende e isso transparece nos nossos projetos. ‘Bota um Funk’ é mais um caso dessa sintonia, em que ele me mostrou uma batida e eu achei a minha cara. O resultado é esse batidão que os fãs amam e eu também!”, afirma a cantora.

Com GW, Pedro tem no histórico todas as faixas do Projeto Sequência: Sequência Colocadão, Sequência Revolucionária e Sequência Stripease – esse último um  sucesso absoluto nas paradas do verão 2025. Os dois já colaboram desde o primeiro álbum do DJ, Chama Meu Nome (2022) e, segundo Pedro, têm uma sinergia única na hora de produzir. Em Bota um Funk, essa sintonia só ganhou mais potência. “Fizemos a letra juntos de maneira muito orgânica, a gente se entende muito na hora de produzir”, revela.

GW conta que toda vez que é convidado por Pedro para alguma colaboração, vai com a maior felicidade e disposição. “Pedro é um amigão que tenho no funk, sou muito grato a ele. Participar deste feat foi uma alegria. O funk só cresce, tem números maravilhosos, e é muito bom fazer parte da chegada do ritmo ao topo. Fora que Pedro Sampaio e Anitta, quando junta, é certo de dar certo! (risos)”, ressalta MC GW.

 

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Leia também: Coisas Naturais: Marina Sena transforma sentimentos em poesia no seu 3º álbum

 

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Cultura pop Música Notícias

The Crux: Djo lança o aguardado novo álbum

Joe Keery dá continuidade à carreira musical com o novo disco, já disponível em todas as plataformas

 

Você já conhece o DJo! O projeto musical do ator, produtor e compositor Joe Keery, conhecido por projetos como Stranger Things e Fargo, lançou hoje o aguardado novo álbum The Crux. O dono do hit End of Beginning, uma das músicas mais ouvidas do Spotify em 2025, se prepara para uma era ainda maior com o novo disco. 

E a divulgação está pesadíssima! Recentemente, Djo apresentou Basic Being Basic no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, onde também foi o convidado do sofá — e se apresenta no Jimmy Kimmel Live!, em 14 de abril. Um dia antes do lançamento do novo álbum, o artista deu início a Djo: Back on Tour com uma apresentação em Portland. A turnê inclui estreias em festivais como Coachella e Glastonbury, além de um retorno a Chicago para o Lollapalooza e muito mais.

Djo também compartilhou uma última prévia do disco com Potion, parte da tracklist de The Crux, um pouco antes de seu lançamento oficial. Mostrando um lado diferente do disco em relação às outras faixas, “Potion é como seu jeans favorito”, diz Keery. “Eu estava trabalhando na escolha de Travis quando escrevi essa música, então é como se Harry Nilsson e Lindsey Buckingham tivessem um bebê”, completou o artista.

The Crux foi coproduzido por Keery e seu colaborador de longa data, Adam Thein. Trata-se de um álbum de qualidade artesanal impecável. Ao contrário dos trabalhos musicais anteriores de Joe Keery – gravações de quarto centradas em sintetizadores –, o lançamento destaca guitarras exuberantes e instrumentação que lembra o pop do final dos anos 60 e 70. É um álbum cheio de perdas e anseios, mas também cheio de inteligência e gratidão.

O disco foi escrito por todo o mundo em um período particularmente fértil para Keery, em que ele estava lutando contra a transitoriedade de seu outro emprego, estando solto e longe de seus amigos e familiares. The Crux não apenas mostra seu escopo ambicioso, mas também suas habilidades como multi-instrumentista e compositor habilidoso (todas as músicas foram escritas por Keery ou em colaboração com Adam Thein). 

The Crux
Imagem: Divulgação/CJ Harvey

O que começa como uma meditação sobre a dissolução de um relacionamento, volta para a autoconfiança, para a celebração e o reconhecimento da importância de nutrir a comunidade. Esses temas se refletem nas letras e no espírito colaborativo da música, com contribuições de sua família e de amigos de longa data, o que confere ao álbum uma energia calorosa que reflete os vínculos no centro do disco. 

Embora as músicas sejam ricas em especificidade, The Crux funciona como uma trilha sonora de filme, em que o ouvinte pode facilmente se alinhar a um personagem, situação ou emoção. E é assim, em parte, que Djo enquadra o conceito do álbum por meio de sua arte – uma colaboração com Neil Krug –, como um hotel onde todos os seus hóspedes são transitórios e estão em uma encruzilhada espiritual ou emocional. 

 

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Leia também: Conheça Djo, o alter ego musical de Joe Keery

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Cultura asiática Livros Notícias

10 webtoons viciantes que você precisa ler!

Histórias incríveis, visuais de cair o queixo e atualizações semanais que deixam qualquer um roendo as unhas

Os webtoons são quadrinhos digitais no formato vertical, pensados para leitura no celular. Diferente dos mangás ou HQs tradicionais, eles foram feitos para serem consumidos de forma fluida e dinâmica, com artes coloridas e enredos envolventes. O sucesso foi tanto que muitas dessas histórias viraram k-dramas e animes, conquistando um público ainda maior!

O catálogo é gigante e tem pra todos os gostos: fantasia, romance, terror, ação e até slice of life. Mas, pra te ajudar a começar com o pé direito, selecionamos dez webtoons imperdíveis que vão fazer você maratonar sem nem perceber. Confira a lista e descubra onde ler cada um:

Solo Leveling

Onde ler: Tappytoon, Tapas

webtoons
Foto: reprodução/webtoon

Se você curte histórias de evolução e protagonistas overpower, Solo Leveling é um prato cheio. A trama gira em torno de Sung Jin-Woo, um caçador considerado o mais fraco do mundo. Em um universo onde portais conectam a Terra a dimensões cheias de monstros, os caçadores são a última linha de defesa. Mas Jin-Woo acaba descobrindo um sistema misterioso que o permite ficar mais forte a cada batalha, tornando-se um dos mais poderosos da história.

O webtoon tem ilustrações incríveis, cenas de ação insanas e uma narrativa que te prende do início ao fim. Se você gosta de animes como One Punch Man ou Attack on Titan, esse aqui tem tudo para entrar na sua lista de favoritos. Ah, e ele já ganhou uma adaptação em anime!

Lore Olympus

Onde ler: Webtoon

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Foto: reprodução/webtoon

Mitologia grega, romance e um visual de tirar o fôlego. Lore Olympus moderniza o clássico mito de Hades e Perséfone, trazendo um enredo cheio de drama, emoção e reviravoltas. Aqui, os deuses vivem em um mundo glamouroso e caótico, onde festas luxuosas escondem segredos e intrigas. O relacionamento entre Perséfone e Hades é o foco da história, mas outros deuses também ganham destaque com suas tramas paralelas.

A arte de Lore Olympus é um espetáculo à parte. Cores vibrantes e um estilo único dão vida à narrativa, tornando a experiência de leitura ainda mais imersiva. Se você ama mitologia, romance e um toque de drama contemporâneo, esse webtoon é pra você.

 Omniscient Reader’s Viewpoint

Onde ler: Webtoon

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Foto: reprodução/webtoon

E se a realidade de repente se transformasse no enredo de uma novel que só você leu? É exatamente isso que acontece em Omniscient Reader’s Viewpoint. Kim Dokja era apenas um leitor assíduo de uma novel obscura chamada Três Maneiras de Sobreviver no Apocalipse. Mas um dia, a história se torna realidade e ele é a única pessoa que sabe o que está por vir. Agora, Dokja precisa usar seu conhecimento para sobreviver e tentar mudar o destino do mundo.

A narrativa é cheia de ação, reviravoltas e uma metalinguagem incrível. Se você gosta de histórias que brincam com o conceito de realidade e ficção, esse webtoon vai prender sua atenção do começo ao fim.

The Beginning After the End

Onde ler: Central Novel

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Foto: reprodução/amino

Reencarnação, magia e aventura se misturam em The Beginning After the End. Arthur Leywin foi um rei poderoso em sua vida passada, mas renasce em um novo mundo cheio de fantasia e desafios. Desde a infância, ele percebe que suas memórias antigas ainda estão intactas, e agora precisa equilibrar seu conhecimento passado com a nova realidade em que vive.

A história tem um ótimo desenvolvimento de personagens e um universo bem construído, tornando a leitura envolvente e cheia de momentos épicos. Se você curte histórias de renascimento com protagonistas que crescem ao longo da trama, essa é uma ótima escolha.

 Tower of God

Onde ler: Webtoon

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Foto: reprodução/amino

Se você gosta de aventuras cheias de mistérios e desafios, Tower of God é um dos webtoons mais icônicos que existem. A trama acompanha Bam, um garoto que decide subir uma torre misteriosa para reencontrar sua amiga Rachel.

Só que essa torre não é um lugar comum: cada andar esconde desafios mortais e regras próprias, e apenas os mais fortes conseguem sobreviver.

Com um enredo imprevisível, personagens carismáticos e um mundo cheio de segredos, Tower of God conquistou fãs no mundo todo e até ganhou uma adaptação em anime. Vale muito a pena conferir!

 Sweet Home

Onde ler: Webtoon

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Foto: reprodução/amino

Se você curte histórias de terror psicológico e criaturas bizarras, Sweet Home é a escolha certa. A trama acompanha Cha Hyun-Soo, um jovem recluso que se vê preso em um condomínio onde os moradores começam a se transformar em monstros horripilantes. Com um toque de suspense e cenas de pura tensão, o webtoon entrega uma experiência intensa e viciante.

O sucesso foi tão grande que Sweet Home ganhou uma adaptação em k-drama na Netflix, que já conta com duas temporadas. Mas se quiser sentir o terror de verdade, a leitura do webtoon é essencial!

Eleceed

Onde ler: Webtoon

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Foto: reprodução/amino

Misture artes marciais, poderes sobrenaturais e… um gato superpoderoso? Sim, Eleceed é uma história que mistura humor e ação de um jeito único. Jiwoo, um jovem com habilidades especiais, conhece Kayden, um poderoso lutador preso no corpo de um gato. Juntos, eles enfrentam inimigos poderosos enquanto Jiwoo aprende a controlar seus poderes.

Além das cenas de luta muito bem desenhadas, Eleceed também tem personagens cativantes e um humor leve que torna a leitura superdivertida.

Your Smile Is a Trap

Onde ler: Webtoon

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Foto: reprodução/amino

Romance fofo e cheio de personalidade! Your Smile Is a Trap conta a história de um garoto tímido e uma garota popular que esconde sua verdadeira personalidade. Com um enredo leve e momentos engraçados, esse webtoon é perfeito para quem quer algo mais descontraído e apaixonante.

A química entre os protagonistas é cativante, e a forma como a história se desenrola deixa aquele quentinho no coração. Se você gosta de romances escolares, essa é uma ótima escolha.

 Unholy Blood

Onde ler: Webtoon

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Vampiros, ação e uma protagonista badass! Unholy Blood acompanha Hayan, uma vampira pura que vive escondida entre os humanos. Mas quando vampiros sanguinários começam a aterrorizar a cidade, ela precisa sair da sombra e lutar para proteger aqueles que ama.

Com cenas de luta impressionantes e um enredo cheio de emoção, esse webtoon é uma excelente pedida para quem ama histórias sobrenaturais com muita ação.

True Beauty

Onde ler: Webtoon

Foto: reprodução/webtoon

Maquiagem, autoestima e segredos! True Beauty acompanha a história de Jugyeong, uma jovem que usa maquiagem para esconder sua aparência real e conquistar popularidade. Mas até quando ela conseguirá esconder quem realmente é?

Esse webtoon fez tanto sucesso que virou um k-drama superpopular. Se você curte histórias sobre autoaceitação e romance escolar, vale a pena conferir!

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Leia também: Anime Gachiackuta chegará em julho no streaming 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Notícias

Ritas, documentário sobre Rita Lee, tem data de estreia e cartaz divulgados

Narrado pela própria Rita, longa celebra a vida pulsante de uma das maiores figuras da música brasileira

Na última quinta (3), o documentário Ritas, com a última e inédita entrevista de Rita Lee, teve data de estreia e cartaz divulgados. O longa chegará aos cinemas brasileiros no dia 22 de maio, data que celebra o dia de Santa Rita de Cássia e que foi escolhida pela artista como seu “novo aniversário”, já que, originalmente, a cantora nasceu  em 31 de dezembro de 1947. Neste ano, os fãs poderão comemorar este dia em grande estilo e nos cinemas.

Dirigido por Oswaldo Santana e codirigido por Karen Harley, na última quarta (2), o filme reuniu mais de 700 pessoas na Cinemateca, em São Paulo, durante sua primeira exibição, que abriu o 30º É Tudo Verdade, maior festival de documentários do Brasil e da América Latina. No evento, que toma conta de cinemas do Rio de Janeiro e de São Paulo, entre os dias 3 e 13 de abril, o público poderá assistir a este que é um mergulho inédito na vida e na obra de Rita Lee, uma das figuras mais emblemáticas da música brasileira.

Imagem: divulgação/Primeiro Plano

“Para os fãs é uma oportunidade de mergulhar, reviver, cantar e participar de momentos tão marcantes para a nossa cultura. A intimidade, revelada por Rita na sua casa, carrega referências, filosofias e emoções nunca vistas. Os mais jovens, que não a conhecem muito bem, irão se surpreender com a artista mulher que sempre viveu à frente do seu tempo, abrindo caminho para o feminismo com muito rock’n’roll, sinceridade, deboche, talento, carisma e amor”, declara Oswaldo Santana, que estreia na direção de longa-metragem com o filme.

Com imagens de arquivo e narração da própria Rita, além de uma última entrevista inédita feita para o filme, o documentário celebra a autenticidade e ousadia de uma das pioneiras do rock brasileiro, traçando um histórico completo de sua vida e suas personas.

 

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Leia também: Antes de estrear no festival É Tudo Verdade, Copan revela teaser oficial

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Notícias

Assista ao novo trailer do thriller Drop: Ameaça Anônima

Dirigido por Christopher Landon, filme chega aos cinemas em 10 de abril

Nesta sexta (4), foi lançado o primeiro trailer de Drop: Ameaça Anônima (Drop), novo thriller do estúdio dirigido por Christopher Landon. O longa é protagonizado por Brandon Sklenar e Meghann Fahy. Já a prévia deixa claro que os primeiros encontros podem ser muito piores do que o imaginado.  

Confira:

Com estreia marcada para 10 de abril nos cinemas brasileiros, a produção acompanha Violet (Meghann Fahy), mãe viúva que enfrenta seu primeiro encontro romântico em anos. No restaurante de luxo, ela fica aliviada ao constatar que seu pretendente, Henry (Brandon Sklenar), é mais charmoso e bonito do que esperava. Mas a química entre eles fica comprometida com a tensão e medo de Violet ao receber insistentes mensagens anônimas em seu celular.  

As mensagens a alertam para não as mencionar a ninguém e seguir as instruções, ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filho pequeno e a sua irmã que está cuidando dele. Ela deve fazer exatamente tudo o que lhe é pedido, caso contrário,  todos que ama irão morrer. A diretriz final de seu algoz invisível? Matar Henry.

 

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Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Ed Sheeran mistura ritmos em seu novo single Azizam

Faixa une influências persas e irlandesas em clima de festa

Depois de encerrar com chave de ouro a era Mathematics, Ed Sheeran está pronto para um novo capítulo e ele começa agora, com o lançamento de Azizam, faixa inédita já disponível em todas as plataformas digitais.

A música nasceu de uma parceria criativa com o produtor sueco-iraniano Ilya Salmanzadeh, conhecido por trabalhos com Ariana Grande, Charli XCX, Ellie Goulding e Sam Smith. E o que começou como um encontro despretensioso em estúdio logo se transformou em algo mágico: uma fusão única entre a música folclórica persa e a irlandesa, com uma pitada irresistível de pop.

O resultado? Um convite vibrante pra viver o agora da pista de dança ao nascer do sol. Azizam, que significa meu querido (ou meu amor), em persa, é uma celebração das conexões culturais e da universalidade dos sentimentos.

Assista ao clipe de Azizam:

No vídeo, Ed embarca em uma verdadeira road trip entre os EUA e o Reino Unido, sempre acompanhado de um balão rosa em forma de coração. De táxi amarelo em Nova York a um conversível pelas ruas de Los Angeles, passando por festas em Nova Orleans, desfiles em Boston e Nashville e, claro, uma parada obrigatória em seu amado Ipswich Town FC, o clipe é pura energia e diversão.

Sobre a nova faixa, o cantor comentou:

“Mesmo sendo completamente diferente de tudo o que já fiz antes, ‘Azizam’ me parece familiar. Eu queria criar uma atmosfera de festa em uma música, e o Ilya ajudou a tornar isso realidade. Foi extremamente inspirador trabalhar com ele.”

Para 2025, Ed Sheeran promete entregar um novo álbum recheado de colaborações internacionais e sonoridades inesperadas. Azizam é só o começo. Vem aí uma nova era que promete ser uma das mais marcantes da sua carreira.

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Leia também: Entenda o caso que envolve os atores Kim Soo-hyun e Kim Sae-ron 

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

 

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Notícias Resenhas Teatro

Crítica | Rocky – O Musical: um nocaute empolgante nos palcos de São Paulo

A relação entre Rocky e Adrian se destaca, com momentos musicais que conquistam o público

 

Neste mês estreou no 033 Rooftop do Teatro Santander o espetáculo vindo diretamente da Broadway: Rocky – O Musical, que traz aos palcos de São Paulo a história do clássico do cinema Rocky, um Lutador de 1976. Aqui a história segue a mesma premissa, porém entre lutas, dilemas e treinos, Rocky Balboa transforma seus sentimentos em música. 

A experiência de assistir a história do lutador ser contada nessa adaptação é diferente daquilo que acompanhamos no filme. Cada passo que aproxima Rocky de sua luta contra Apollo Creed gera um frio na barriga como na obra dos anos 1970, mas de uma forma mais empolgante. 

Muito disso se deve à imersão que acontece na peça: o 033 Rooftop se tornou o local perfeito para levar o espectador para dentro do ringue, fazendo o espetáculo – que acontece em um espaço menor, o que aproxima mais o público do palco – se tornar uma experiência diferente do tradicional. 

Performances marcantes e uma produção envolvente

Daniel Haidar entrega um ótimo Rocky, em uma performance fiel a um personagem já consolidado na cultura pop por Sylvester Stallone, mas o grande feito do ator é não transformar sua atuação em uma imitação. Vemos claramente a inspiração que foi retirada de obras anteriores, mas Daniel também deixa transparecer seu ótimo trabalho em cena, mostrando que está totalmente imerso na história que está sendo contada, tudo isso enquanto também interpreta cada música perfeitamente. 

Destaque também para Hector Marks, que entrega um excelente Apollo Creed, Aline Cunha, que interpreta a personagem Glória e proporciona um dos momentos altos do espetáculo ao cantar Eye of the Tiger, e Lola Fanucchi, que interpreta Adrian, interesse amoroso de Rocky e responsável por alguns dos momentos e canções mais emocionantes do espetáculo ao lado de Daniel. A química entre os dois dentro de cena é inegável e necessária para envolver o público, sendo realmente ótimas escolhas para dar vida a esse casal. 

Foto: reprodução/Del Claro Produções
Uma nova forma de contar a história de Rocky

Toda a história de Rocky o leva a um momento decisivo: sua luta com o campeão dos pesos pesados Apollo Creed, e mesmo que o início da peça demore para realmente conquistar o espectador, a história tem um ótimo ritmo. As músicas cumprem aquilo que é esperado de um bom musical e trazem energia e sentimento à peça, se encaixando na narrativa. 

Quando a produção se encaminha para seus momentos finais e a grande luta está por vir, presenciamos, então, momentos bem coreografados e empolgantes, que incluem até um ringue no centro da plateia, proporcionando o ponto alto do espetáculo.

Sendo assim, a peça é uma experiência teatral surpreendente. Desde o local escolhido, o elenco e os números musicais, Rocky – O Musical consegue entregar emoção à história de um lutador italiano que deseja se tornar um campeão e se apaixona no meio do caminho. A história já se consolidou em Hollywood e na Broadway e agora se transforma em um ótimo espetáculo por aqui. 

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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