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Miray Daner se despedirá da série Hudutsuz Sevda

A atriz deixará o elenco da série no fim da segunda temporada

 

Uma notícia deixou os fãs de Hudutsuz Sevda (Boundless Love, 2023) surpresos. A dizi, que fará o encerramento da temporada atual no episódio 63, dará adeus à protagonista feminina. Miray Daner, que interpreta Zeynep, não irá continuar seu trabalho na produção, que teve uma terceira temporada confirmada recentemente.

Foto da personagem Zeynep.
Foto: divulgação/NOW

Exibida no canal NOW nas noites de quinta, não se sabe ainda qual será o destino da personagem na série escrita por Bahadır Özdener e com direção de Murat Öztürk. Produzida pela Med Yapım, a trama continuará com a presença de Deniz Can Aktaş, que interpreta o protagonista masculino, Halil İbrahim.

Foto do personagem Halil İbrahim.
Foto: divulgação/NOW

A dizi, muito comentada nas redes sociais, terá um novo conceito na próxima temporada e se apresentará sob o codinome Halo. Não há novas informações sobre o roteiro, bem como o destino dos demais personagens. Com o final da temporada previsto para 8 de maio, o desfecho do casal Zeynep e Halil İbrahim é incerto.

Foto dos atores Miray Daner e Deniz Can Aktaş.
Foto: divulgação/NOW

 

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Leia também: Os novos projetos de Afra Saraçoğlu

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Veja o 1º trailer de Aşkı Hatırla, protagonizada por Hande Erçel e Barış Arduç

A dizi Aşkı Hatırla está sendo uma das produções mais aguardadas em 2025, com a dupla de sucesso Hande Erçel e Barış Arduç

Aşkı Hatırla é a nova série do Disney+ e está sendo produzida pela 03 Medya, com a direção de Saner Ayar,roteiro feito por Ahmet Vatan e dirigida por Özgür Önurme. A série é composta por oito episódios.

Hande Erçel interpretará Güneş e Barış Arduç será Deniz. Além deles, a série contará com a participação de Feyyaz Şerifoğlu, Başak Gümülcinelioğlu, Alper Saldıran, Naz Göktan, Begüm Akkaya, Melis Minkari, Sezin Akbaşoğulları e Fatih Al.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Sobre Aşkı Hatırla

A dizi conta a história de Deniz (Barış Arduç), um arquiteto renomado que está prestes a se casar, e Güneş (Hande Erçel), uma editora de muito sucesso. Gunes e Deniz têm um encontro inesperado e são  envolvidos em uma jornada que mudará suas vidas. Essa aventura é iniciada através de uma mensagem que aparece em seus celulares.

A aventura fará com que os dois descubram as falhas de seus respectivos relacionamentos e relembrem o significado do amor.

Confira o trailer de Aşkı Hatırla:

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Leia também: Os novos projetos de Afra Saraçoğlu – Entretetizei

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Notícias

Ainda Estou Aqui vence em todas as categorias a que concorria no Prêmios Platino

Premiação aconteceu em Madri, na Espanha

Prêmios Platino é uma premiação que visa homenagear o audiovisual ibero-americano. Sua 12ª Edição aconteceu no último domingo (27), em Madri, na Espanha. Além de Ainda Estou Aqui (2024), as produções brasileiras Arca de Noé (2024), Cidade de Deus: a luta não para (2024) e Senna (2024) também estavam entre os finalistas.

Prêmios Platino
Imagem: reprodução/Gshow

Ainda Estou Aqui venceu em todas as categorias que concorria, sendo elas de Melhor Filme, Melhor Direção, com Walter Salles, e Melhor Atriz, com Fernanda Torres. Enquanto isso, Senna venceu na categoria de Melhor Criador de Série ou Minissérie, com Vicente Amorim, Fernando Coimbra, Luiz Bolognesi e Patrícia Andrade.

Walter Salles e Fernanda Torres não puderam comparecer à premiação, sendo representados pelo produtor Rodrigo Teixeira e pela atriz Valentina Herszage, respectivamente. Além de receberem os prêmios, eles também leram os discursos escritos por eles.

Rodrigo Teixeira / Prêmios Platino

É uma honra receber este prêmio em uma categoria onde tenho tanta admiração pelos diretores indicados. Obrigado ao Prêmios Platino por nos lembrar que o cinema latino-americano é nossa casa. Gostaria de dedicar este prêmio ao mestre que nos deixou há pouco: Carlos Diegues, diretor de filmes fundamentais, como Bye Bye Brasil, fundador do Cinema Novo e um dos cineastas que pensou o cinema de forma mais democrática, inclusive.

Carlos era um admirador do cinema latino-americano e foi fundamental para que  filmes, como o nosso, pudessem estar aqui hoje. Em um momento de fragilização da democracia no mundo, em um tempo que se tenta borrar a nossa memória, pensadores como Carlos Diegues nos lembraram o quanto o cinema é fundamental para combater o esquecimento. Obrigado

Disse Rodrigo no texto escrito por Salles. 

Valetina / Prêmios Platino
Foto: reprodução/Gshow

Por fim, Valentina leu também as palavras da Fernanda:

Eu gostaria muito de poder estar presente esta noite, mas, infelizmente, isso não foi possível devido a compromisso de trabalho. Quero dizer que é uma honra imensa receber esse prêmio. Sou fruto da cultura ibero-americana, a Península Ibérica é minha segunda casa e esse reconhecimento reforça em mim o orgulho de fazer parte de uma força cultural que, no cinema, pariu artistas como Luis Buñuel, Pedro Almodóvar, Alejandro Iñarritu, Alfonso Cuarón, Ricardo Darín, Norma Alejandro, Penépole Cruz, Javier Barden, Marisa Paredes, de Glauber Rocha a Fernanda Montenegro. 

Esse é um filme sobre uma família, feito por uma família de artistas e fico feliz de receber pelas mãos de Valentina Herszage, minha filha na ficção, que representa não só a mim aqui nesta noite, mas também ao Selton, à Luiza,  Bárbara, ao Guilherme e à Cora. Sem eles, a minha Eunice jamais existiria. 

Agradeço profundamente ao Walter Salles, meu irmão, amigo e parceiro de tantas décadas, a honra de ter habitado a pele dessa mulher. Walter é o coração desse filme raro, tão humano e delicado, sobre a brutalidade da ditadura militar do Brasil, uma das tantas que se espalharam pelas Américas, no período da Guerra Fria. 

Através de Eunice Paiva, revisitei o horror da ditadura que conheci quando criança. Essa grande brasileira, advogada, democrata e defensora dos direitos humanos nos ensina, no momento presente, a resistir com alegria e civilidade, sem nos dobrarmos ao autoritarismo. Em nome da Família Paiva, de Marcelo Paiva, e de todos aqueles que defenderam a arte e a democracia, eu repito: ditadura nunca mais! Muito obrigada. Fernanda Torres.

Ainda Estou Aqui é uma adaptação do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva. A trama é ambientada em 1970, na qual mostra a vida de uma mulher casada com um importante político, que muda drasticamente após o desaparecimento dele, capturado pelo regime militar. 

O filme se destacou nas principais premiações internacionais, inclusive trazendo uma estatueta inédita do Oscar para o Brasil, na categoria de Melhor Filme Internacional. A produção está disponível para assistir no serviço de streaming do Globoplay.

 

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Leia também: Opinião | Cinema, viralatismo, Ainda Estou Aqui e representatividade

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

 

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Tudum 2025: tudo que você precisa saber sobre a transmissão ao vivo

Evento que reúne a maior comunidade de fãs do mundo terá transmissão ao vivo diretamente de Los Angeles

O Tudum 2025 está confirmado para acontecer no formato ao vivo no dia 31 de maio deste ano. Hoje (28), o trailer do evento, que é um dos mais aguardados do semestre por espectadores do mundo inteiro, foi divulgado, trazendo algumas informações novas sobre o que sabemos desta edição.

O público poderá acompanhar em tempo real todos os anúncios e acontecimentos inéditos que estarão acontecendo  no Kia Forum, em Los Angeles, Califórnia, ao vivo, exclusivamente pela Netflix, a partir das 21h (horário de Brasília).

 

Seguindo o padrão das últimas edições, a plataforma confirmou a participação de estrelas que compõem o elenco de seus maiores sucessos atuais, como Stranger Things (2016), Outer Banks (2020), Emily em Paris (2020), One Piece (2023), Wandinha (2022), Casamento às Cegas (2020), Round 6 (2021), entre muitos outros. 

Imagem: reprodução/Instagram @netflixbrasil

Stranger Things é uma das produções originais de maior sucesso da história da Netflix, e, em 2025, finalmente chegará ao fim com sua quinta temporada. Ainda não temos uma data de estreia confirmada, por isso existe muita expectativa por qualquer revelação sobre datas para o lançamento desses novos episódios ou spoilers de qual será o enredo da parte final da história desses personagens tão amados. Quaisquer que sejam as novidades preparadas sobre o destino de Hawkins, será definitivamente um dos momentos mais comentados do evento este ano.

Imagem: reprodução/Instagram @strangerthingstv

Frankenstein (2025), de Guillermo Del Toro (com Jacob Elordi, Mia Goth e Oscar Isaac) e Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out (2025), novo filme do universo Knives Out, que acompanha os casos investigados pelo detetive Benoit Blanc, de Daniel Craig, são dois longa-metragens muito aguardados pelos fãs. Eles tiveram suas estreias marcadas, respectivamente, para novembro e julho deste ano, e também contam com participações confirmadas no Tudum.

Imagem: reprodução/Instagram @hollywoodreporter

A transmissão contará com tradução simultânea, disponível em espanhol e português (sem legendas), para garantir que você não perca nenhuma novidade sobre suas produções favoritas em tempo real. A Netflix afirmou que legendas em outros idiomas estarão disponíveis dentro de alguns dias após o evento. 

O nome Tudum surgiu do barulhinho clássico que a gente escuta antes da logo da Netflix aparecer nas produções disponíveis no catálogo do streaming. Hoje, o evento já está consolidado como a maior celebração feita para a comunidade de fãs da Netflix e para as histórias que ela compartilha com o mundo inteiro.

O Brasil teve a honra de sediar o primeiro Tudum, em janeiro de 2020, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. Na época, o evento reuniu mais de 50 mil pessoas ao longo de quatro dias. Em 2023, o Tudum voltou a acontecer em São Paulo, trazendo mais de 35 mil pessoas presencialmente e somando mais de 78 milhões de visualizações nas redes sociais da Netflix no mundo todo.

A edição deste ano acontece em Los Angeles, mas estaremos acompanhando tudo ao vivo daqui para conferir em tempo real as apresentações incríveis e as revelações surpreendentes que estão sendo prometidas. 

 

Está ansioso para assistir o Tudum ao vivo? Não se esqueça de compartilhar a sua opinião nas redes sociais do Entretê Instagram, Facebook, X e nos seguir para não perder as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Resenha | Raízes do Mal, uma história original de Stranger Things

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cultura turca Notícias Séries

Os novos projetos de Afra Saraçoğlu

A atriz, que recebeu proposta para uma nova série, irá filmar uma campanha para promover o turismo na Turquia

 

Após o sucesso de Yalı Çapkını (O Canto do Pássaro, 2022-2025), que ultrapassou as barreiras da Turquia, Afra Saraçoğlu não deve tirar longas férias. No mês de maio, a atriz irá participar das filmagens de uma campanha para promover o turismo na Turquia. Além disso, Afra recebeu uma proposta para atuar em uma nova dizi.

Filme promocional para o turismo

Afra Saraçoğlu se unirá aos atores Engin Akyürek, Kaan Urgancıoğlu e Meryem Uzerli para promover o turismo na Turquia. O músico Yavuz Seçkin também fará parte do projeto. No próximo mês, os atores irão participar de filmagens de campanhas promocionais para a plataforma Go Türkiye, que divulga globalmente o turismo do país. 

Foto de Istambul.
Foto: reprodução/TRT

A produção dos filmes deverá ser de responsabilidade da Dass Yapım Production e da produtora Selen Sevigen. Já o roteiro será escrito por Kemal Hamamcıoğlu. O projeto tem o intuito de mostrar a beleza e a história do país, usando a popularidade mundial dos artistas para convidar as pessoas a conhecerem a Turquia.

O primeiro filme da campanha terá a participação de Afra e Engin Akyürek, conhecido por trabalhos como Fatmagül’ün Suçu Ne? (Fatmagül, 2010) e Adım Farah (My Name Is Farah, 2023). As filmagens com os atores acontecerão em Istambul, sob a direção de Ozan Açıktan.

Foto do ator Engin Akyürek.
Foto: divulgação/NOW

Outra filmagem será feita em Antália, com os atores Kaan Urgancıoğlu, o Ilgaz de Yargı (Family Secrets, 2021) e Meryem Uzerli, além de ter a participação de Yavuz Seçkin. Na cidade turca, conhecida por suas belas praias, as filmagens serão dirigidas por Bertan Başaran

Foto dos atores Kaan Urgancıoğlu e Meryem Uzerli.
Foto: divulgação/Kanal D/reprodução/Instagram @meryemuzerlimeryem
Nova dizi

A intérprete de Seyran em Yalı Çapkını não deve se afastar das séries por um longo tempo. Com o término da dizi no início de abril, há rumores de que a atriz recebeu uma proposta para atuar em uma produção intrigante para a plataforma digital Disney+

Produzida pela OGM Pictures, a dizi foi intitulada Pera. No projeto que está sendo preparado, Afra deverá interpretar uma influencer de nome Pera. Com direção de Bahadır Karataş e roteiro escrito por Başar Başaran, a trama será inspirada no filme O Show de Truman (1998), em que o personagem principal vive em uma realidade simulada por um programa da televisão.

Foto da atriz Afra Saraçoğlu.
Foto: divulgação/Star TV

 

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Leia também: Entrevista | Aslı Sümen fala sobre Ruhun Duymaz, trajetória no audiovisual e vida como empreendedora 

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Resenhas

Crítica | Um Pai para Lily: um olhar sensível sobre afeto e família

Barbara Ferreira e John Leguizamo protagonizam uma linda amizade nas telas, impossível de não emocionar

Dirigido por Tracie Laymon, o Um Pai para Lily chega aos cinemas brasileiros no dia primeiro de maio e é protagonizado por Barbara Ferreira (Lily Trevino) e John Leguizamo (Bob Trevino). A história é inspirada na vida real da diretora e roteirista, o que torna a narrativa ainda mais significativa.

Na trama, Lily busca a aprovação de seu pai, Bob Trevino (French Stewart). Apesar de tê-la criado sozinho, ele a trata com desdém e não oferece o suporte ou o amor que ela tanto precisa.
Crescendo sem amigos e sem uma estrutura familiar saudável, Lily embarca em uma busca constante por validação.

Após uma briga entre os dois, ela tenta reatar o contato pelas redes sociais, mas, ao procurar seu pai no Facebook, acaba enviando uma mensagem para outro Bob Trevino. A partir desse encontro inesperado, nasce uma relação de cuidado, carinho e amizade.

Juntos, Lily e Bob encontram no outro a dose de afeto que tanto lhes faltava e acabam descobrindo mais sobre si mesmos do que poderiam imaginar.

Vencedor de 13 prêmios de público, Um Pai para Lily é um verdadeiro abraço em quem precisou amadurecer cedo por falta de um ambiente familiar nutrido por amor. A obra toca de maneira sensível na dor do abandono e nas marcas profundas que ele deixa na vida adulta.

Durante a trajetória de Lily, o filme mostra o peso dos traumas carregados por ela desde a infância: a necessidade constante de ser amada, o medo paralisante de ser deixada para trás, a culpa que a consome a cada palavra trocada. Contudo, conforme a amizade entre ela e Bob floresce, sua criança interior encontra cura. Aos poucos, Lily conquista protagonismo e voz, aprendendo a se impor diante do mundo.

Bárbara Ferreira, conhecida por viver Kat Hernandez na aclamada série Euphoria, comprova seu talento como uma voz potente da nova geração. Mais do que interpretar Lily, ela a encarna com uma entrega genuína, capaz de emocionar e arrancar risadas em cenas essenciais. Com atuações sensíveis e uma química poderosa, ela e John Leguizamo constroem uma amizade em cena que vai além do roteiro, entregando ao público uma conexão verdadeira.

Com estreia marcada para o dia primeiro de maio nos cinemas, Um Pai para Lily promete emocionar. Apesar de abordar temas difíceis, o filme é leve, envolvente e impossível de assistir sem se deixar tocar profundamente. Um convite para rir e se emocionar junto com os personagens e, sem dúvida, para levar alguns lencinhos.

Ficou curiosa para assistir?  Queremos saber sua opinião através das redes sociais do Entretetizei  — Instagram, X, Facebook —, e nos siga para acompanhar o que acontece no mundo da cultura e entretenimento.

Leia também: Thunderbolts*: conheça o novo grupo de anti-heróis* da Marvel 

Texto revisado por Larissa Suellen

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Anahi anuncia relançamento de Baby Blue, seu 4º álbum de estúdio

Disco chega às plataformas digitais nesta sexta (2), em comemoração aos 40 anos de carreira da artista

Através das redes sociais, Anahi anunciou o relançamento do seu 4º álbum de estúdio, o Baby Blue (2000). Com hits atemporais como Superenamorandome e Primer Amor, o álbum chega às plataformas digitais nesta sexta (2).

A cantora e atriz está celebrando seus 40 anos de carreira e trouxe como parte da comemoração um pedacinho de um dos álbuns mais queridos pelos fãs. Lançado há 25 anos, as músicas de Baby Blue têm influências de divas pop, como Britney Spears. O álbum estava fora das plataformas desde 2018.

“Acredito que esse foi o melhor disco que fiz na minha carreira! Me descobri, sonhei, fui completamente eu mesma e alguns de vocês cresceram comigo e com essas canções, e muitos de vocês vão ouvir pela primeira vez,” disse Anahi em vídeo.

Já estão animados para esse lançamento mais do que esperado? Contem para a gente! E não esqueçam de seguir as redes sociais do Entretê  — Instagram, Facebook, X — para ficar por dentro das novidades do mundo da música e dos seus artistas preferidos!

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Texto revisado por Larissa Suellen

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Vilãs ganham um capítulo especial no Show 60 Anos da TV Globo

Espetáculo promove encontro inédito entre algumas das maiores vilãs da teledramaturgia, Joana Fomm é uma delas

Quem não se lembra de Nazaré Tedesco com suas risadas maquiavélicas ou Carminha com suas manipulações ardilosas? Essas e muitas outras vilãs da TV Globo, com personalidades complexas e atuações memoráveis, se tornaram ícones que as pessoas amam. Para deleite do público, o Show 60 anos, que vai ao ar após Vale Tudo no dia 28 de abril, promove um encontro inédito entre essas personagens que, apesar de suas maldades, trouxeram emoção e diversão às vidas de tantos brasileiros. 

O momento celebra a teledramaturgia brasileira e dá ao público a chance de se reencontrar com algumas de suas personagens favoritas em uma sequência inédita. “O Show 60 anos tem como premissa homenagear a televisão — e as vilãs são uma parte essencial dessa história. Elas não poderiam ficar de fora. Como elas mesmas dizem: ‘são as personagens que fazem a história girar’. Criamos uma cena divertida em que elas se enfrentam, duelando para ver quem é a maior de todas, seguida por outra sequência que desemboca em um número musical no palco. É, com certeza, um dos nossos momentos favoritos deste show!”, conta Antonia Prado, diretora artística do show. 

“É muito bom quando a gente faz um personagem que parece que vai ficar para sempre. Tem uma geração inteira que ouviu falar. São tantos anos que eu sou atriz, no teatro, na televisão e tem jovens que me conhecem porque a novela passou de novo e puderam chegar até mim. É maravilhoso! É uma vilã com humor. Isso que eu achava delicioso na Nazaré, era engraçado porque tudo dava errado para ela e ela se achava o máximo, maravilhosa, gostosa e incrível, e tudo dando errado”, conta Renata Sorrah

Foto: reprodução/Fábio Rocha

“Nunca nesses anos todos eu coloquei o figurino de Carminha, nunca consegui. E na hora que estávamos provando a roupa, os grandes figurinistas reproduziram o “T” do Tufão, quando eu olhei, senti saudades e fiquei emocionada”, complementa Adriana Esteves

O momento das vilãs no Show 60 anos é dirigido por Dennis Carvalho e Henrique Sauer, tem roteiro de Ricardo Linhares e Juan Jullian e irá reunir Adriana Esteves como Carminha de Avenida Brasil, Glória Pires como Raquel de Mulheres de Areia, Renata Sorrah como Nazaré de Senhora do Destino, Joana Fomm como Perpétua de Tieta, Susana Vieira como Branca de Por Amor, Flávia Alessandra como Cristina de Alma Gêmea, Lilia Cabral como Maristela de Garota do Momento e Leticia Colin como Vanessa de Todas as Flores. 

“O encontro eu achei mais do que feliz. Quando encontrei a Joana Fomm hoje, chorei tanto, veio toda aquela emoção de reencontrá-la, nós vivemos muito juntas. A casa é do seu Roberto, mas a alma da TV Globo é de todos nós, de todos que estavam no estúdio hoje e de todo mundo que está neste lugar”, lembra Susana Vieira. 

E você? Vai acompanhar o show dos 60 anos da TV Globo? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para mais novidades sobre o mundo do entretenimento.

Leia também: Os 59 anos da Globo: curiosidades sobre a maior rede de televisão a da América Latina

Texto revisado por Karollyne de Lima

 

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Thunderbolts*: conheça o novo grupo de anti-heróis* da Marvel

O novo filme da Marvel Studios chega no Brasil em maio e traz rostos já conhecidos pelo público

 

Thunderbolts*, que estreia no dia 2 de maio nos cinemas brasileiros, traz um novo grupo protagonizado por nomes já bem conhecidos pelos fãs do Marvel Cinematic Universe

Depois de se verem presos em uma armadilha mortal armada por Valentina Allegra de Fontaine, Yelena Belova, Bucky Barnes, Guardião Vermelho, Fantasma, Treinadora e John Walker — os rejeitados desiludidos — devem embarcar em uma missão perigosa que os forçará a confrontar os cantos mais sombrios de seus passados.

Será que esse grupo disfuncional se destruirá, ou encontrará redenção e se unirá antes que seja tarde demais? De qualquer forma, o novo longa da Marvel Studios, dirigido por Jake Schreier, conta a história de uma equipe de heróis, vilões ou anti-heróis* — mas isso a gente descobrirá só em maio nos cinemas.

 

Saiba mais sobre os personagens* principais de Thunderbolts*:

 

Yelena Belova/Viúva Negra (Florence Pugh)
Thunderbolts* Yelena
Imagem: Divulgação/Marvel Studios

Após estrear no MCU no filme Viúva Negra (2021) e marcar presença na série Gavião Arqueiro (2021), Florence Pugh retorna como Yelena Belova. Indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2020 por seu papel em Adoráveis Mulheres, a atriz interpreta uma espiã altamente treinada pela Sala Vermelha — o mesmo programa de espionagem brutal que transformou sua irmã, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), em uma das assassinas mais mortais do mundo.

Desde a infância, Yelena foi submetida a um rígido treinamento na Sala Vermelha, uma organização russa que sequestrava meninas e as moldava como assassinas letais e obedientes. Para garantir a submissão total das Viúvas Negras, o programa evoluiu de métodos tradicionais de lavagem cerebral para o uso de um controle químico avançado, que retirava completamente o livre-arbítrio das suas agentes.

Durante uma missão disfarçada nos Estados Unidos, Yelena viveu por anos com Natasha e dois espiões russos que se passavam por seus pais — Alexei Shostakov e Melina Vostokoff — em uma fachada de família comum. 

Essa experiência deixou uma marca profunda em Yelena, a envolvendo numa conexão genuína e complexa com Natasha; uma relação marcada pelo amor fraternal verdadeiro misturado à rivalidade e ao ressentimento.

Após ser libertada do controle químico do treinamento e de ajudar Natasha a derrubar a organização que as treinaram, Yelena começou a trilhar seu próprio caminho. 

Sua busca por vingança pela morte de Natasha a levou a confrontar o Gavião Arqueiro, e agora, em Thunderbolts*, ela se junta ao grupo de anti-heróis* em uma missão arriscada. Seu principal objetivo é eliminar de vez os resquícios da Sala Vermelha e destruir qualquer ameaça que possa restar dessa organização que arruinou tantas vidas, incluindo a sua.

 

Alexei Shostakov/Guardião Vermelho (David Harbour)
Thunderbolts* Alexei
Imagem: Divulgação/Marvel Studios

David Harbour retorna ao MCU como Alexei Shostakov, o Guardião Vermelho, após sua estreia no filme Viúva Negra (2021) — assim como Florence Pugh. 

Em 2018, foi indicado ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator Coadjuvante – Série, Minissérie ou Telefilme em 2018 e vencedor do prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática no Critics’ Choice Television Awards no mesmo ano por seu papel na série Stranger Things.. O ator, inclusive, esteve no Brasil durante a D23 no país para promover o novo filme da Marvel Studios.

Alexei Shostakov é um supersoldado russo e a resposta soviética ao Capitão América, com força sobre-humana e habilidades de combate impressionantes. No passado, ele viveu com Natasha Romanoff, Yelena Belova e Melina Vostokoff como uma família disfarçada nos Estados Unidos, cumprindo uma missão secreta orquestrada pela Sala Vermelha. 

Após os eventos do filme que apresentou Shostakov ao público, onde ele foi resgatado de uma prisão russa por suas filhas de consideração, Alexei se encontra sem propósito e buscando redenção. Sua jornada emocional é marcada por um desejo genuíno de se reconectar com Yelena e se redimir por suas falhas como figura paterna. 

Em Thunderbolts*, ele retorna como o Guardião Vermelho, demonstrando sua lealdade a Yelena e sua determinação em ajudá-la a destruir qualquer vestígio restante da Sala Vermelha. Além disso, sua participação no grupo oferece a oportunidade de lutar por uma causa maior — mesmo que de uma maneira bastante desajeitada.

 

Bucky Barnes/Soldado Invernal (Sebastian Stan)
Thunderbolts* Bucky
Imagem: Divulgação/Marvel Studios

Dispensando apresentações para os fãs da Marvel, Sebastian Stan retorna como Bucky Barnes, o Soldado Invernal, em Thunderbolts*. Ele foi apresentado ao público em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) como um personagem com um longo caminho de redenção. 

Bucky foi um dos melhores amigos de Steve Rogers antes de ser dado como morto durante a Segunda Guerra Mundial. Capturado pela organização secreta Hydra, ele foi transformado no Soldado Invernal, um assassino controlado mentalmente, realizando diferentes missões ao longo das décadas.

A redenção de Bucky começou em Capitão América: O Soldado Invernal (2014) e continuou em outros longas, como Capitão América: Guerra Civil (2016) e Vingadores: Guerra Infinita (2018). Porém, foi na série Falcão e o Soldado Invernal (2021) que o personagem finalmente começou a se reconstruir, tentando deixar seu passado sombrio para trás e encontrar seu lugar no mundo. 

Agora, o Soldado Invernal se junta ao grupo de anti-heróis como alguém que continua buscando redenção por seus crimes cometidos enquanto estava sob controle mental. Sua experiência como soldado e assassino o torna um dos membros mais valiosos do time, mas também o mais consciente dos riscos de seguir ordens cegamente.

 

John Walker/Agente Americano (Wyatt Russel)
Thunderbolts* John
Imagem: Divulgação/Marvel Studios

O ator Wyatt Russell chegou ao Universo Marvel como John Walker, o Agente Americano, em Falcão e o Soldado Invernal (2021). O personagem é apresentado como um soldado condecorado escolhido pelo governo dos EUA para se tornar o novo Capitão América após a aposentadoria de Steve Rogers. 

Embora fisicamente apto e bem-intencionado, Walker logo se mostra incapaz de lidar com a pressão e as expectativas que vêm com o manto do herói, especialmente por seu senso distorcido de justiça e sua tendência a agir de maneira impulsiva e violenta.

Depois de ser destituído de seu cargo no exército americano, Walker é recrutado por Valentina Allegra de Fontaine e recebe o título de “Agente Americano” – que, ao contrário do Capitão América, é um soldado autorizado a usar métodos brutais para alcançar seus objetivos, operando com menos restrições éticas.

 

Ava Star/Fantasma (Hannah-John Kamen)
Thunderbolts* Fantasma
Imagem: Divulgação/Marvel Studios

A atriz Hannah John-Kamen reprisa seu papel como Ava Starr, também conhecida como Fantasma, após sua estreia em Homem-Formiga e a Vespa (2018). Starr ganhou suas habilidades após um acidente durante uma experiência quântica conduzida por seus pais. A explosão causou uma instabilidade molecular em seu corpo, a deixando em um estado de “fase quântica” — capaz de se tornar intangível e invisível, mas ao custo de dor constante e instabilidade física.

Após a morte de seus pais, Ava foi recrutada pela S.H.I.E.L.D., que a treinou como uma espiã, explorando suas habilidades ao invés de ajudá-la. Seu objetivo principal em Homem-Formiga e a Vespa era roubar energia quântica para estabilizar seu corpo e, em Thunderbolts*, Starr é recrutada para se juntar ao grupo com a motivação principal de encontrar uma forma de finalmente estabilizar sua condição e viver uma vida normal.

 

Antonia Dreykov/Treinadora (Olga Kurylenko)
Thunderbolts* Treinadora
Imagem: Divulgação/Marvel Studios

Interpretada pela atriz ucraniana Olga Kurylenko, Antonia Dreykov é mais uma personagem apresentada ao público em Viúva Negra (2021). Mais conhecida como Treinadora, ela é filha de Dreykov, líder da Sala Vermelha. Durante uma tentativa da Viúva Negra de eliminar seu pai anos antes, Antonia foi vítima de uma explosão que a deixou gravemente ferida. Para salvá-la, ele a submeteu a um tratamento experimental que a transformou em uma assassina ciberneticamente aprimorada.

Graças a um chip implantado em seu cérebro, ela adquiriu a habilidade de refletir e replicar os estilos de combate de qualquer oponente que observa, se tornando uma combatente extremamente perigosa. No entanto, essa transformação a deixou mentalmente controlada por seu próprio pai, sendo usada como uma ferramenta mortal da Sala Vermelha. 

Após os eventos de Viúva Negra, ela é libertada do controle mental quando a Sala Vermelha é destruída. Porém, suas cicatrizes físicas e emocionais permanecem e, quando ela é recrutada para o grupo de Valentina, a personagem* busca um propósito próprio, livre de manipulações.

 

Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis Dreyfus)
Thunderbolts* Valentina
Imagem: Divulgação/Marvel Studios

Apesar de não ser do grupo de anti-heróis, Valentina Allegra de Fontaine é uma personagem* mais do que importante na narrativa dos anti-heróis. 

Interpretada por Julia Louis-Dreyfus, vencedora de vários prêmios Emmy por seu trabalho em séries como Veep (2012-2019) e Seinfeld (1989-1998), Valentina teve sua primeira aparição em Falcão e o Soldado Invernal (2021) e, depois, fez parte de Viúva Negra (2021), quando começou a recrutar figuras poderosas para uma equipe secreta, não revelada até então.

Em Thunderbolts*, a personagem* volta como uma figura essencial na coordenação deste time com nomes superpoderosos que operam fora dos limites convencionais dos heróis já conhecidos da Marvel, como os Vingadores* — mas de um jeito mais fora da lei. 

 

Alguém ansioso para rever os anti-heróis mais famosos da Marvel? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Venha dar uma espiadinha: Thunderbolts* já tem trailer e pôster oficiais 

 

Texto revisado por Bells Pontes

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Ney Matogrosso x Kiss: quem pintou a cara primeiro?

Entre o brilho tropical dos Secos & Molhados e o glam explosivo do Kiss, a pergunta permanece: quem pintou o rosto primeiro, Ney Matogrosso ou a banda Kiss?

Antes de mais nada, precisamos fazer um pequeno exercício de viagem no tempo. Estamos nos anos 70. A ditadura militar ainda censurava tudo, os movimentos culturais borbulhavam no submundo e o mundo começava a experimentar o glam rock, com suas plataformas, brilhos e maquiagens exageradas. No meio disso tudo, um grupo brasileiro chamado Secos & Molhados surge com uma estética absolutamente fora da curva — liderado por Ney Matogrosso, que, além de cantar com uma voz aguda e potente, subia nos palcos usando roupas andróginas, maquiagem pesada e um olhar que desafiava qualquer norma de gênero.

O ano? 1973.

Sim, em pleno Brasil repressivo, Ney já causava furor com seus olhos pintados, delineados tribais e roupas quase futuristas. O primeiro álbum da banda, Secos & Molhados, estourou nas paradas e revolucionou não só a música, mas também a performance e o visual no país.

Agora corta pra Nova York

Kiss surgiu no mesmo ano — 1973 — mas com um detalhe importante: o primeiro álbum só saiu em 1974. E as maquiagens que se tornariam icônicas (o demônio, o gato, o homem do espaço e o starchild) ainda estavam em processo de lapidação quando Ney já era capa de revista. Ou seja, em termos de cronologia, Ney Matogrosso maquiado no palco chegou primeiro do que o Kiss nas lojas e nos palcos com seus rostos pintados.

Mas calma que isso não é uma competição. A proposta estética dos dois era diferente. Enquanto Ney misturava arte performática, teatro, cultura indígena, cabaré e poesia com críticas sociais, o Kiss se apoiava numa estética mais voltada ao entretenimento grandioso do rock americano — com pirotecnia, guitarras flamejantes e um apelo quase sobrenatural nos personagens que criaram. Gene Simmons cuspindo fogo e sangue era algo que Ney jamais faria (embora um rebolado dele já causasse um impacto parecido por aqui).

Mesmo assim, não dá pra ignorar o pioneirismo brasileiro. Ney não só pintou a cara antes, como fez isso em um país onde ser extravagante era um risco real. Ele desafiou normas de gênero, encarnou arquétipos próprios e influenciou gerações inteiras — de artistas brasileiros até performers internacionais.

A influência e a resistência

Enquanto o Kiss conquistava os estádios, Ney enfrentava a censura e os tabus de um Brasil conservador com coragem e ousadia. A maquiagem, nesses dois casos, servia para amplificar a persona do artista — mas no caso do Ney, era também uma forma de resistência, de questionamento, de arte política.

A comparação entre os dois até hoje gera debates e memes nas redes. “Kiss é legal, mas o Ney é arte” virou quase um lema. E com razão. Não porque um seja melhor que o outro — mas porque a trajetória de Ney Matogrosso representa algo muito maior que estética: representa coragem, revolução e expressão em sua forma mais crua e brilhante.

Então, da próxima vez que alguém disser que o Kiss inovou com maquiagem, lembra: aqui no Brasil, Ney já tinha passado o delineador antes.

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Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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