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Entrevista | Cho Hena conta como é ser intérprete de K-pop nos bastidores dos maiores shows do Brasil

Ela já traduziu para alguns dos maiores grupos de K-pop em solo brasileiro e, nesta entrevista, revela os bastidores, os dilemas e as alegrias de ser a voz entre artistas coreanos e fãs apaixonados

 

Traduzir é muito mais do que trocar palavras entre idiomas: é captar sentimentos, intenções e sutilezas culturais para criar conexões reais entre pessoas. E poucas pessoas sabem fazer isso com tanta dedicação quanto Cho Hena, intérprete coreano-brasileira de 36 anos, que já esteve nos bastidores (e no palco) de alguns dos maiores eventos de K-pop no Brasil. Sua trajetória começou quase por acaso, ao tentar acompanhar a irmã mais nova num show, Hena hoje é referência no meio, já tendo trabalhado com nomes como BTS, Stray Kids, VAV e A.C.E.

Cho Hena
Foto: reprodução/arquivo pessoal

Nesta entrevista exclusiva ao Entretetizei, Hena compartilha sua jornada, os desafios invisíveis da profissão, a importância de entender mais do que apenas o idioma e como tem sido ser a ponte entre duas culturas tão apaixonadas pelo K-pop. Confira:

Entretetizei: Como foi o seu primeiro contato com o K-pop? Isso sempre fez parte da sua vida ou apareceu depois?

Cho Hena: Eu sempre ouvi K-pop. Nasci na Coreia e, na época, não tinha muito acesso à internet. Então, era bem limitado o contato com outros gêneros de música. Mas nunca pensei que eu fosse, algum dia, trabalhar com ele.

E: Você já trabalhou com grupos como BTS, Stray Kids, VAV e A.C.E aqui no Brasil. Como começou essa história de trabalhar como intérprete nesse meio?

CH: Eu estava fazendo a minha faculdade de odontologia em Curitiba e a minha irmã mais nova viu nas redes sociais que um grupo chamado Nu’est viria a Curitiba para um show. Na época, quis fazer uma surpresa para ela, e achei que seria melhor eu trabalhar no evento, do que simplesmente comprar ingresso para o show. Ela era menor na época, então fiquei bem preocupada com como poderia ser o show. Mandei um e-mail para a produção local e, como eu já tinha experiência em outras áreas de tradução, acho que gostaram. Foi o meu primeiro trabalho como tradutora de shows.

E: Qual foi o primeiro grupo com o qual você trabalhou? E como foi essa primeira vez?

CH: Como mencionei, foi o Nu’est. Foi em 2013 e foi tudo muito novo para mim também. Eu não conhecia o grupo, então pesquisei sobre, e a minha irmã não parava de falar sobre eles para mim. Mas acho que foi tudo bem. Gostei muito da experiência e também continuaram me chamando para outros shows.

E: Muita gente acha que ser intérprete é só traduzir, mas quem vê de perto sabe que tem muito mais envolvido. O que você considera mais desafiador nesse trabalho?

CH: Uma das coisas mais desafiadoras, com certeza, é repassar a intenção do artista para o público. Às vezes, o artista fala uma frase que, em coreano, se encaixa perfeitamente, mas que, no raciocínio de brasileiros, pode ficar muito vago. Nesses momentos, eu preciso alterar a fala do artista para que o público possa entender o que ele quis dizer. Tem a questão da tradução literal, e gestos que na Coreia são positivos, mas que no Brasil podem trazer controvérsias.

E: Como você costuma se preparar para um evento? Você estuda o jeito que os artistas falam, gírias, expressões culturais?

CH: Sim, com certeza. Sempre que fecha algum artista, eu procuro vários vídeos de entrevistas dos mesmos, e até de programas de entretenimento, para entender um pouco melhor o jeito de cada integrante. Também procuro tendências de memes que estão em alta no Brasil, porque eles sempre pedem para ensinar.

E: Já passou por alguma situação em que não soube exatamente como traduzir o que foi dito ali na hora, tipo uma piada ou algo que só faria sentido pra quem conhece a cultura?

CH: Já, algumas vezes. O exemplo mais recente foi o show do Stray Kids, no qual o integrante falou outra casa e eu optei por traduzir como segunda casa. Pensei inúmeras vezes nas possibilidades em milésimos de segundos e optei por traduzir de forma que todos no estádio entenderiam. Com certeza, com a tradução literal, o sentido iria se perder ou até ser distorcido. Percebi que muitos não ficaram contentes com a minha decisão, mas faz parte do nosso trabalho. Não existe uma resposta única. Precisamos decidir e segurar as nossas decisões.

@joysthv7

o bangchan dizendo que o brasil é uma segunda casa #bangchan #straykids

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E: Estar ali entre os artistas e os fãs pode ser uma posição de muita responsabilidade. Como você lida com essa pressão?

CH: Acho que o jeito como me coloco nesse ponto me ajuda a lidar com essa pressão. Sempre tive fascínio em ver essa relação de fã e artista, ainda mais em shows. A conexão entre eles é uma coisa maravilhosa. Já tive grupos que gostei, mas nunca fui tão fã de algo. E fico maravilhada com o resultado da emoção, tanto dos fãs quanto dos artistas, num show. Sou muito orgulhosa e muito grata de poder ser a ponte entre os dois. Penso que sempre preciso dar o meu melhor, continuar crescendo para que eu possa acrescentar de forma positiva.

E: Sendo coreana-brasileira, você sente que consegue fazer essa ponte entre as duas culturas de uma forma diferente?

CH: Poderia dizer que esse é o meu diferencial. Além de gírias e expressões culturais, o que faz muita diferença entre as duas culturas é o raciocínio. Se aconteceu X, depois Y, no raciocínio dos brasileiros, o próximo passo a ser tomado seria Z. Para os coreanos, com a mesma situação de X e Y, o esperado pode ser A. Além de ter fluência no idioma, entender os dois tipos de raciocínio faz com que eu entenda 100% a intenção do falante. E isso faz com que a sua tradução seja diferenciada.

E: Suas irmãs também trabalham como intérpretes. Como é dividir essa profissão em família? Rola mais parceria ou uma competição saudável?

CH: Os dois. Hahaha. Estou num momento em que trabalho coordenando equipe de tradutores e, também, fazendo parte da equipe de produção. Elas entendem bem as minhas exigências com a minha equipe, o que facilita muito o trabalho. Mas, às vezes, temos nossos debates em relação a como poderia ter sido melhor com outras atitudes.

E: Quem foi a primeira de vocês a entrar nesse mundo? E como foi puxar as outras pra essa área?  

CH: Eu e a minha irmã do meio. Eu já trabalhava com pequenas traduções para a comunidade coreana e corporativas. Mas, quando mandei o currículo para o Nu’est, perguntaram se eu teria outros tradutores, e, na época, só conhecia minhas irmãs que poderiam ser aptas. Hoje, criei um grupo fechado no KakaoTalk (rede social coreana) de tradutores coreano-português e continuo sempre procurando novos tradutores. Quando preciso, tento recrutar nesse grupo, depois, claro, de uma seleção com currículo e entrevista.

E: Vocês já trabalharam juntas no mesmo evento? Como é conviver nos bastidores sendo irmãs?

CH: Várias vezes. Brigas e entendimentos. Hahaha. Somos irmãs, mas temos jeitos um tanto diferentes. Discordamos, às vezes, de como solucionar um problema, mas também apoiamos e damos conselhos uma à outra. Muitas vezes, quando estou na coordenação, peço feedbacks de coordenadora para coordenadora. Levo muita bronca no processo, mas sempre separamos muito bem o profissional do pessoal. Isso é um ponto que nós três concordamos 100%. (Hahaha)

E: Além da intérprete que aparece no palco, também existem aquelas que atuam nos bastidores, com a equipe técnica. Quais são as diferenças entre esses papéis?

CH: Os dois são traduções consecutivas, nas quais o falante termina de falar e, logo em seguida, traduzimos. Mas, ainda assim, a diferença é grande. Quem traduz a fala do artista precisa de um raciocínio rápido, entendimento 100% dos dois idiomas, além da desenvoltura na fala. Tanto que, na maioria das vezes, a exigência da equipe coreana para tradutor de palco é que a pessoa seja apta para fazer tradução simultânea (em que o tradutor inicia sua tradução mesmo antes de terminar a fala do falante). Quem trabalha na parte técnica é um trabalho árduo tanto quanto, pois precisa saber dos termos técnicos e, dependendo da área, um entendimento mínimo sobre o assunto. Pensando nisso, desenvolvi, junto com as minhas irmãs, um glossário com os termos técnicos e explicação de cada um.

Os dois ramos podem ser diferentes, mas ambos exigem muito preparo e dedicação contínua.

E: Como é lidar com produção, técnico de som, luz, equipe coreana e brasileira ao mesmo tempo? O ritmo é muito diferente do que rola no palco?

CH: Às vezes, é até mais difícil do que a própria tradução. As duas equipes possuem jeitos de trabalho muito diferentes. O ritmo, geralmente, é muito acelerado também. Teve um momento da minha carreira no qual a pressão para lidar com os dois lados foi muito alta. Com o tempo, aprendi a lidar, com o conselho de várias pessoas com quem já trabalhei. Algumas delas são tópicos que sempre são pontuados nas reuniões iniciais com a equipe de tradutores: ser neutro. Querendo ou não, tradução é o intermediário de dois lados. Nunca deve tomar partido, independente da situação.

E: Para quem trabalha nos bastidores, é preciso entender um pouco sobre produção ou o foco continua sendo só a tradução mesmo?

CH: Entender o funcionamento da produção, com certeza, é de grande ajuda no trabalho dos tradutores. Não é fácil para quem tem pouca experiência. São inúmeros diretores, geral ou de uma área, coordenadores, produtores, produtores locais, operadores e muito mais. Entendendo os cargos, o funcionamento da produção, além dos meus limites e deveres, a mensagem que me foi passada pode ser direcionada para as pessoas certas de forma mais eficiente. Caso contrário, a mensagem pode simplesmente se perder ou ser passada muito tarde, o que atrapalha o funcionamento da produção.

E: Você sente que existe uma diferença de reconhecimento entre quem está visivelmente no palco e quem fica por trás das câmeras?

CH: Para o público, talvez, por desconhecerem que existem outros tradutores por trás dos bastidores. Mas, dentro do trabalho, com certeza não. Em shows que exigem vários dias de montagem, os tradutores por trás das câmeras são os que mais trabalham. O que depende é o quanto aquele tradutor está repassando bem as mensagens de forma eficiente, como sua tradução está fazendo diferença e auxiliando a acelerar o trabalho.

E: E o pessoal da produção coreana, no geral, costuma ser mais exigente ou tranquilo?

CH: Depende da equipe. Mas, em geral, são sim mais exigentes. O K-pop, hoje, é um dos mercados de música mais desenvolvidos em relação aos shows, com muitas ideias inovadoras, trazendo novidades e tecnologias. Isso fez com que, lá, fosse mais fácil e barato conseguir equipamentos e dispositivos, pois, para eles, já é padrão. Infelizmente, nós ainda não estamos com esse padrão de equipamentos devido a vários pontos, mas temos equipes e pessoas muito competentes, fazendo com que sejam elogiados por coreanos também. Fico muito orgulhosa quando traduzo para repassar essas mensagens.

E:  Você também escreveu a letra da música Minha Razão, do A.C.E. Como surgiu esse convite?

CH: Trabalhando com o A.C.E, nas vezes em que veio com o grupo VAV, surgiu uma amizade de colegas de trabalho. Conversamos algumas vezes sobre trabalhos no Brasil, recomendei covers de músicas brasileiras, e ele me contou que tinha vontade de fazer uma música brasileira própria. Fiquei muito feliz e me dispus a ajudar, se fosse preciso. Pouco tempo depois, ele me fez o convite para escrever a letra. Fiquei bastante surpresa, mas aceitei, porque gosto de desafios.

E: A letra foi criada direto em português ou teve uma versão em coreano como base?

CH: Foi criada diretamente em português. Nós dois achamos melhor que, traduzida do coreano para o português, não seria uma boa ideia, que não poderíamos repassar a real emoção. Assim, tive que me basear 100% no raciocínio dos brasileiros para criar.

E: A música tem uma carga emocional forte. Você colocou algo pessoal na letra ou foi mais inspirado no conceito do grupo?

CH: Discutimos juntos como seria o tema da letra, e lembrei que ele sempre comentava como tinha saudade dos fãs e momentos no Brasil. Também, o A.C.E quis fazer uma letra mostrando apoio à pessoa amada. Assim, pensamos que essa pessoa amada poderiam ser os fãs, e que a música seria algo para retribuí-los.

E:  Tem vontade de escrever mais músicas? Já recebeu outros convites como letrista?

CH: Foi uma experiência e tanto. Acredito que, numa segunda, terceira, próximas, eu poderia me sair melhor. Ainda não recebi outros convites, mas quem sabe?!

E: Existe algum artista ou grupo com quem você ainda não trabalhou, mas adoraria ter essa oportunidade?

CH: Eu sempre gostei de lidar com desafios. É um ponto positivo e, talvez, também negativo: querer sempre algo mais desafiador. Assim, tenho uma lista na minha cabeça de artistas que poderiam ser mais trabalhosos, talvez? Seja pela quantidade de equipe ou pela exigência. Seventeen e Blackpink, com certeza, são alguns deles.

E: Você tem algum bias no K-pop? Aquele artista que você admira, acompanha ou tem um carinho especial?

CH: Apesar de eu trabalhar com K-pop, não tenho muitos artistas que acompanhe ou dos quais sou fã. Mas, na época de estudante, eu tive um carinho muito grande pelo Super Junior. Na primeira vinda deles, eu não trabalhei no show, o que me deixou muito triste na época. Mas, na última, eu fui uma das coordenadoras, e foi uma gratidão e nostalgia sem fim.

E:  E pra fechar: se você pudesse voltar no tempo e dar um conselho pra Hena que tava só começando nesse caminho, o que você diria?

CH: Deve estar quebrando a cabeça entre odonto e tradução. Só continua, você dá conta dos dois.

Pare de tomar para si as dores de discussão e discórdia entre as partes. Isso só vai te consumir por dentro. Se você parar, tudo se torna mais leve. Também não fique triste pelas críticas. As construtivas, você aceita e melhora. O resto… infelizmente, é o preço, mas não precisa carregá-las com você.

Vai chegar um momento em que inveja e intrigas ao seu redor vão fazer com que você se sinta, de novo, numa profissão ingrata. Eu ainda não achei a resposta para isso. Mas também tem muitas coisas positivas esperando por você: reconhecimento, amizades, oportunidades. E a gratidão por ter tudo isso é um sentimento que não tem preço.

 

Você já foi em algum show onde a Cho Hena estava trabalhando como intérprete? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura.

 

Leia também: BTS: tudo o que você precisa saber antes do comeback mais aguardado do K-pop

 

Texto revisado por Larissa Suellen

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Entretenimento Séries

Netflix anuncia 4ª temporada de Bridgerton para 2026 e renova série até a 6ª temporada

A nova temporada de Bridgerton ganha vídeo inédito para a alegria dos fãs

Para os fãs sentirem um gostinho do que está por vir! A Netflix anunciou nesta quarta-feira (14), que em 2026 estreia a quarta temporada de Bridgerton e, além disso, a série, um sucesso global, foi renovada para mais duas temporadas, ainda sem data de estreia definida. Os fãs também podem ter uma prévia do que está por vir na quarta temporada em um vídeo inédito.

A quarta temporada será centrada na história de Benedict (Luke Thompson), o boêmio segundo filho. Resistente à ideia de se estabelecer como seus irmãos, ele tem sua visão transformada ao conhecer uma encantadora Dama de Prata no baile de máscaras promovido por sua mãe.

Com oito episódios gravados em Londres, a nova fase da série mantém o charme característico da produção, agora sob a liderança da showrunner Jess Brownell. Produzida por Shonda Rhimes, Betsy Beers, Tom Verica e Chris Van Dusen, a temporada conta com a narração inconfundível de Lady Whistledown (Julie Andrews) e traz de volta personagens queridos do universo Bridgerton, como Anthony, Kate, Penelope, Eloise e a Rainha Charlotte, além de novas figuras que prometem agitar a sociedade londrina.

Querido e gentil leitor, Lady Whistledown deixou uma mensagem especial especialmente para você.

Foto: divulgação/Netflix

Lançada em 2020 pela Netflix, em parceria com a Shondaland, Bridgerton rapidamente se tornou um fenômeno global. Suas três temporadas figuram entre as produções mais assistidas da plataforma, com a primeira e a terceira ocupando, atualmente, a quinta e sétima posições no ranking histórico da Netflix. O sucesso da franquia também se estende ao spin-off Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton, que conquistou o público e liderou o Top 10 global.

Bridgerton conquistou um público global apaixonado, tornando-se referência no universo romântico e influenciando a cultura pop com memes, moda, música e decoração. O sucesso se reflete também em experiências ao vivo e produtos licenciados, que transformaram a série em um verdadeiro estilo de vida. Os fãs encontram diversas formas de viver a história além da tela. Com a quarta temporada em produção, o universo Bridgerton continua em expansão. A série promete novas experiências imersivas para seu fiel público.

E aí, o que acharam do vídeo? Também ficaram ansioses ou só eu estou? Conta para a gente! E siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X —, para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

Leia também: Season of Love revela novidades da próxima temporada de Bridgerton

 

Texto revisado por Larissa Suellen

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Livros Musicais Notícias Teatro

Musical inspirado em Dom Casmurro volta aos palcos em São Paulo

O espetáculo reestreia com uma curta temporada no Sesc Santo Amaro

Inspirado no livro clássico de Machado de Assis, o musical Dom Casmurro volta aos palcos em maio de 2025, após conquistar o público com sua estreia em 2024. A adaptação foi feita pelo letrista e diretor musical Guilherme Gila, pelo dramaturgo Davi Novaes e pelo diretor Zé Henrique de Paula.

O texto promete tanto manter a essência machadiana da obra quanto conectar a história de Bentinho com a atualidade, para que o público também possa se conectar. Assim como no livro, o musical também conta com um narrador não confiável, gerando a ambiguidade responsável pelo famoso debate: traiu ou não traiu?

O espetáculo também visa abrir espaço para adaptações musicais de clássicos brasileiros, pois, segundo Gila, “muitos musicais que amamos no exterior são adaptações da literatura”.

O elenco conta com Rodrigo Mercadante como Bentinho, Luci Saluzzi como a enigmática Capitu e Cleomácio Inácio como Escobar. Além dos protagonistas, temos Larissa Carneiro transitando entre Prima Justina e Sancha, Nábia Villela como Dona Glória, Eduardo Leão como Tio Cosme e Fábio Enriquez dá vida ao agregado José Dias.

A trilha sonora conta com uma banda formada por Samir Alves, Felipe Parisi e Daniel Alfaro, além do próprio diretor Guilherme Gila. A equipe técnica é composta por Zuba Janaína na direção de movimento, Fran Barros no desenho de luz, Cauê Palumbo no desenho de som, Ùga agÚ sendo responsável pelo figurino e Jo Sant Anna pelo visagismo e Zé Henrique de Paula, que cuida da cenografia. Além deles, Mafê Alcântara atua como assistente de direção.

O espetáculo estará em cartaz entre os dias 20 e 24 de maio, com seis apresentações no Sesc Santo Amaro. Os ingressos já estão disponíveis no site e no app do Sesc. A sessão do dia 24 será gratuita.

Foto: divulgação/GPress
Serviço

Temporada: 20 a 24 de maio de 2024

Local: Sesc Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro, São Paulo – SP)

Sessão especial gratuita: 24 de maio, dentro da programação da Virada Cultural

Venda online de ingressos disponível no app Credencial Sesc SP e no site centralrelacionamento.sescsp.org.br 

Venda presencial: em todas as bilheterias da rede Sesc SP

Valores: R$ 18 (Credencial Plena), R$ 30 (meia), R$ 60 (inteira)

Duração: aproximadamente 120 minutos (incluindo 15 minutos de intervalo)

Classificação: Livre

Você vai assistir ao espetáculo? Conte para a gente nas redes sociais do Entretê (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

Leia também: Dreamgirls no Brasil: sucesso da Broadway chega a São Paulo a partir de 31 de julho 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Música Notícias

THAT’S SHOWBIZ BABY!: JADE anuncia data de lançamento de seu 1º álbum

A cantora é a primeira ex-integrante do grupo Little Mix a anunciar um álbum solo

Depois de quase dez meses do lançamento de Angel Of My Dreams, seu primeiro single solo, JADE anunciou nesta quarta (14) o nome e a data de estreia de seu álbum. THAT’S SHOWBIZ BABY! será lançado no dia 12 de setembro e é a porta de entrada oficial para sua carreira solo, que vem sendo desenhada desde o anúncio de hiatus do Little Mix, seu antigo grupo.

A artista já tem cinco singles lançados, sendo Angel Of My Dreams, Fantasy e FUFN oficiais e Midnight Cowboy e IT girl promocionais. A cantora também tem alguns covers e uma parceria com o grupo LE SSERAFIM, na versão em inglês da música HOT.

Além do nome e data de estreia, JADE também divulgou a capa de THAT’S SHOWBIZ BABY!, confira:

Foto: reprodução/Instagram @jadethirlwall
WHERE IS THE ALBUM?  

O anúncio do álbum de estreia da cantora demorou mais do que os fãs esperavam e JADE conseguiu dar um tom bem-humorado para esse momento, apostando em uma divulgação voltada para a impaciência de quem acompanha seu trabalho.

Junto com vídeos e postagens divertidas sobre seu álbum, e, principalmente, entre os comentários de fãs ansiosos, a artista também apareceu em suas redes sociais usando uma camisa estampada com a pergunta que não se calava entre seus admiradores:

Foto: reprodução/X @jadethirlwall
A turnê

Para a surpresa de muitos, JADE anunciou também as primeiras datas da turnê de seu álbum. Até o momento, os nove dias divulgados são no Reino Unido e Irlanda. Confira as datas:

Foto: reprodução/Instagram @jadethirlwall
O que esperar da era THAT’S SHOWBIZ BABY!? 

Em seus lançamentos solo, JADE tem entregado um estilo de pop caótico que se mistura com visuais e clipes que fazem referência a filmes de horror clássicos. Acredita-se que o THAT’S SHOWBIZ BABY! carregue a mesma sonoridade e estética que a cantora vem construindo. No clipe de FUFN, por exemplo, a artista faz referências a filmes como Crepúsculo (2008), Sorria (2022) e Garota Infernal (2009). Assista:

É esperado também que JADE explore questões sobre a indústria musical e nos apresente seu lado mais íntimo e profundo. 

 

Como está sua ansiedade para o lançamento? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê — Insta, Facebook e X — e aproveite para nos seguir e ficar por dentro das novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Jade Thirlwall inicia carreira solo com single Angel of My Dreams

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Especial RBD Notícias Novelas Sem categoria

Veja as melhores produções de Anahí, a nossa eterna Mia

Hoje (14), Anahí está completando mais um ano de vida, e nós preparamos as melhores produções da nossa eterna Mia!

Anahí Giovanna Puente Portilla de Velasco, mais conhecida como Anahí, é uma atriz, cantora, compositora e, também, empresária mexicana. Hoje (14), a atriz está completando 42 anos de vida!

Foto: reprodução/Prime vídeo

A estrela iniciou sua trajetória no meio artístico desde muito nova, aos dois anos, na novela Chiquilladas, da Televisa. Logo após, Anahí continuou na emissora, realizando propagandas de refrigerantes. Em 2004, Anahí fez parte da novela e banda Rebelde (RBD), dando vida à personagem mais admirada, Mia Colucci, que gerou grande repercussão internacional.

Ela trabalhou ao lado de grandes atores de sucesso, como Dulce Maria, Maite Perroni, Alfonso Herrera, Christian Chávez e Christopher Uckermann. Em 2023, Anahí finalmente retornou aos palcos com os seus colegas da banda, para fazer shows que trouxeram muita nostalgia e boas memórias e, claro, vestida de Mia.

Foto: reprodução/Instagram @anahi

Veja as melhores cenas de Anahí:

El Diario de Daniela (O Diário de Daniela – 1998)

Cena em que Adela decepciona seu pai.

Mujeres Engañadas (Mulheres Enganadas – 1999)

Javier dá um tapa em Jessica.

Prime Amor… A Mil Por Hora (Primeiro Amor… A Mil Por Hora – 2000)

Geovana bate em Brittany.

 

Clase 406 (Classe 406 -2002)

Jéssica fica furiosa ao ver Nadia e Luis Felipe se beijando.

 

Rebelde (2004)

O primeiro beijo de Mia e Miguel.

 

Feliz aniversário, Anahí!

 

Gostou de conhecer os trabalhos de Anahí? Compartilhe com a gente nas nossas redes sociais Facebook, Instagram e X e nos siga para mais informações sobre o mundo do entretenimento.

 

Leia também: Anahi anuncia relançamento de Baby Blue, seu 4º álbum de estúdio

 

Texto revisado por Larissa Suellen

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Notícias Séries

Meu Querido Hongrang: Lee Jae-wook e Cho Bo-ah estreiam novo K-drama de época

Novo drama combina mistério, paixão e reviravoltas emocionantes na era Joseon

Prepare-se para fortes emoções com Meu Querido Hongrang, o novo K-drama estrelado por Lee Jae-wook (Alchemy of Souls, 2022-2023) e Cho Bo-ah (Tale of the Nine Tailed, 2020-2023). A trama de romance e mistério se passa na dinastia Joseon e promete conquistar os fãs de histórias intensas, com direito a segredos de família, romance e disputas por poder.

Confira o teaser:

Dirigido por Kim Hong-seon (Decoy, 2023; The Guest, 2018) e roteirizado por Kim Jin-ah, o drama acompanha o retorno inesperado de Hong-rang (Lee Jae-wook), filho desaparecido de uma poderosa família de comerciantes. Após 12 anos sumido, ele ressurge sem memória, carregando um segredo capaz de abalar os alicerces da família.

Foto: reprodução/Netflix

Enquanto isso, sua meia-irmã Jae-yi (Cho Bo-ah), que passou anos tentando encontrá-lo, se vê dividida entre o afeto fraternal e uma possível atração romântica. A tensão cresce conforme ela começa a desconfiar da verdadeira identidade do jovem e os sentimentos se confundem com o desejo de descobrir a verdade.

Foto: reprodução/Netflix

Mas o drama não para por aí. Jung Ga-ram (The Interest of Love, 2022-2023) interpreta Moo-jin, o filho adotivo que ocupou o lugar de Hong-rang durante sua ausência. Com o retorno do herdeiro, um triângulo amoroso se forma, despertando ciúmes, inseguranças e rivalidades perigosas.

Foto: reprodução/Netflix

No papel da matriarca Min Yeon-eui, Uhm Ji-won (Adoráveis Mulheres, 2022) mostra um lado sombrio da maternidade, disposta a tudo para proteger seu filho, mesmo que isso signifique cruzar todos os limites.

Foto: reprodução/Netflix

Park Byung-eun (Cidadãos de um Tipo, 2024) vive Sim Yeol-guk, o patriarca da família. Ambicioso e calculista, suas decisões afetam profundamente o destino de todos à sua volta, adicionando ainda mais camadas de tensão à narrativa.

Foto: reprodução/Netflix

Também se junta à história o Grande Príncipe Han Pyeong (Kim Jae-wook), um artista renomado conhecido por possuir a mais apurada sensibilidade estética em Joseon. Sua conexão com a história de Hong-rang e Jae-yii acrescenta mais uma reviravolta intrigante no drama.

Foto: reprodução/Netflix

Com 11 episódios, Meu Querido Hongrang promete uma abordagem ousada das tradicionais histórias de época coreanas, explorando o amor, a identidade e os fantasmas do passado com uma estética impecável e uma trama envolvente.

A estreia acontece em 16 de maio na Netflix.

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Leia também: Cha Eun-woo, do ASTRO, dá início aos preparativos para o alistamento militar

Texto revisado por Bells Pontes

 

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Cinema Notícias

Smurfs: em novo trailer, personagens embarcam em nova aventura para salvar o Papai Smurf

Filme chega aos cinemas brasileiros no dia 17 de julho

Smurfs é um filme de comédia musical animada, baseado nos personagens azuis criados por Peyo, um artista belga. A direção é de Chris Miller (Gato de Botas). A dublagem brasileira será feita por Bruno Gagliasso (O Sétimo Guardião), Jennifer Nascimento (Cara e Coragem), Diego Martins (Terra e Paixão) e Tatá Estaniecki (Smurfs).

@paramountbrasil

O mundinho azul acaba de ficar mais animado! 🙌 Bruno Gagliasso, Jeniffer Nascimento, Diego Martins e Tatá Estaniecki serão as vozes do elenco de dublagem de Smurfs! Minha nova animação chega aos cinemas no dia 17 de julho. Ansiosos? 💙 #brunogagliasso #diegomartins #jeniffernascimento #tatáestaniecki #animação #dublagem

♬ original sound – Paramount Pictures Brasil – Paramount Pictures Brasil

Na história, Smurfette lidera os Smurfs em uma missão no mundo real para salvar o Papai Smurf, que os bruxos malignos Razamel e Gargamel levaram misteriosamente. Por isso, com a ajuda de novos amigos, eles terão que descobrir o que define seu destino para salvar o universo.

Ken (Nick Offerman), Smurfette (Rihanna), No Name (James Corden) and Brainy Smurf (Xolo Mariduena) in Smurfs from Paramount Animation.
Imagem: Paramount Pictures

A produção também terá a música Friend Of Mine, interpretada por Rihanna. Inclusive, a cantora dubla a Smurfette na versão estadunidense do filme e lançará a faixa na próxima sexta-feira (16). Além disso, a trilha sonora vai contar também com nomes como Tyla, Desi Trill, DJ Khaled, Cardi B, Natania e Subhi.

Veja o trailer:

 

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Leia também: Como Treinar o Seu Dragão: elenco do live-action chega ao Brasil em maio

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Especial | MONSTA X: conheça o grupo que comemora 10 anos de debut

Conhecido por sua intensidade sonora, performances intensas e forte presença de palco, hoje (14), o boy group sul-coreano comemora dez anos de debut

Texto escrito por Larissa Suellen

Formado através do reality show No.Mercy, o grupo MONSTA X debutou em 14 de maio de 2015, pela Starship Entertainment, com sete integrantes: Shownu, Wonho, Minhyuk, Kihyun, Hyungwon, Joohoney e I.M. Porém, atualmente, possui seis membros, após a saída de Wonho em 2019.

A estreia do grupo se deu com o EP Trespass, que mostrou o carisma dos integrantes através das letras, coreografias e, principalmente, pelo talento versátil e pela dedicação em todas as performances. Confira o MV da title track:

 

Para comemorar o aniversário de dez anos do MONSTA X, o Entretê preparou um especial para aqueles que ainda não conhecem o grupo ou são novos no fandom.

Conheça os integrantes:

Shownu
Shownu do MONSTA X sentado em uma poltrona verde olhando pro lado
Foto: reprodução/Ferragamo x Allure Korea

Son Hyun-woo, nascido em 18 de junho de 1992, em Seul, Coreia do Sul, é mais conhecido pelo seu stage name: Shownu. Ele começou sua carreira como trainee da JYP Entertainment, no entanto, saiu da empresa por motivos pessoais.

Após se juntar à Starship Entertainment, trabalhou como back dancer para artistas da empresa, participando de performances e MVs, como em Bad Girls, da cantora Lee Hyori.

Shownu é o líder, vocalista e dançarino principal do MONSTA X, ademais de trabalhar junto dos coreógrafos para a criação de algumas coreografias. Seu temperamento calmo e senso de responsabilidade o tornam alguém muito querido pelos fãs e membros do grupo.

Minhyuk
Integrante Minhyuk do MONSTA X com capuz e jaqueta de couro.
Foto: reprodução/MAPS

Lee Min-hyuk, ou apenas Minhyuk, nasceu em 3 de novembro de 1993, em Gwangju, Coreia do Sul. Treinou por cerca de um ano na Starship Enterteinment, antes de participar do reality show No.Mercy.

Ele é o vocalista e visual do MONSTA X, também conhecido por ser a face não oficial do grupo, devido a sua energia contagiante, comunicação e carisma. Sendo assim, Minhyuk é um integrante ativo em programas de variedade e em trabalhos como MC.

Além da música, o cantor também tem interesse por arte, design e fotografia. Ele já mostrou várias obras autorais para os fãs, se envolveu no design de álbuns e merch e ajudou em ideias visuais para projetos do grupo.

Minhyuk tem uma conexão muito especial com os fãs, e está sempre animando e apoiando os integrantes do grupo.

Kihyun
Integrante Kihyun do MONSTA X em paisagem verde vestindo trajes formais
Foto: reprodução/MAPS

Yoo Ki-hyun, ou apenas Kihyun, nasceu em 22 de novembro de 1993, em Gyeonggi, Coreia do Sul. Estudou na Dong-ah Institute of Media and Arts, um colégio técnico em áreas como música, produção e performance. Ele é um dos integrantes do grupo que treinou por menos tempo na Starship Entertainment, em razão de seu alto nível vocal.

Kihyun é o vocalista principal do MONSTA X e, apesar de não compor com frequência, já foi co-escritor em músicas solo e em bsides do grupo.

O artista iniciou sua carreira solo em 2022, com o lançamento do single álbum VOYAGER, mostrando seu lado mais emocional. Ainda no mesmo ano, ele lançou o mini álbum YOUTH, retratando crescimento, lembranças e autodescoberta.

Inclusive, também é apaixonado por fotografia — tendo realizado exposições fotográficas e tirado fotos oficiais dos membros —, bem como por culinária.

Embora tenha uma imagem séria, Kihyun é muito brincalhão e atencioso com os integrantes do grupo, e costuma ser sempre carinhoso com os fãs.

Hyungwon
Integrante Hyungwon do MONSTA X vestindo camiseta de gola alta preta, usando acessórios no pescoço, mãos e orelhas
Foto: reprodução/Marie Claire

Chae Hyung-won, ou apenas Hyungwon, nasceu em 15 de janeiro de 1994, em Gwangju, Coreia do Sul. Estudou na Joy Dance Academy e se destacou como dançarino contemporâneo e de hip-hop. Antes de debutar como idol, trabalhou como modelo editorial e de passarela, participando de desfiles de moda.

Ele é o vocalista, visual e, assim como Shownu, dançarino principal do MONSTA X — também participou de performances e coreografias como coreógrafo e diretor criativo. Só para exemplificar, Hyungwon é creditado como letrista e produtor em várias bsides do grupo e em músicas solo.

Em sua carreira solo, o artista também é conhecido por ser DJ, atuando sob o nome artístico H.ONE. Ele se apresentou em grandes festivais de música eletrônica e lançou singles como Bam! Bam! Bam! (Feat. JOOHEON) e My Name (Feat. Talksick). Já na atuação, participou de alguns dramas, como Please Find Her, Fly Again, CEO-dol Mart, entre outros.

Hyungwon é muito protetor com os membros e sincero e atencioso com os fãs. A propósito, seu humor seco o fez ficar famoso através de memes virais entre os kpoppers.

Joohoney
Foto de Jooheon do MONSTA X usando um casaco de pelos vermelho em fundo vermelho
Foto: reprodução/Cosmopolitan

Lee Joo-heon, também conhecido pelo stage name Joohoney, nasceu em 6 de outubro de 1994, em Seul, Coreia do Sul. Desde muito jovem, se interessou por rap, R&B e hip-hop, começando a escrever letras e praticar freestyle. Felizmente, a família sempre apoiou sua paixão pela música, logo, Jooheon também passou a tocar bateria e participar de um grupo de dança da igreja que frequentava.

Antes de se juntar ao reality show No.Mercy, Jooheon participou de um projeto da Starship Entertainment chamado NUBOYZ, uma sub-unit pré-debut com outros trainees, incluindo #GUN, Wonho e Shownu. O grupo foi desfeito após o debut do MONSTA X.

Jooheon é o rapper principal, vocalista, dançarino e um dos principais produtores, compositores e letristas do MONSTA X, sendo creditado nos álbuns desde o debut.

Em sua carreira solo, o idol lançou as mixtapes DWTD e PSYCHE e um mini álbum oficial, LIGHTS. Também escreveu músicas para outros artistas — algo que faz desde o pré-debut —, como Mad Clown, #GUN e CRAVITY.

Conhecido por ser a energia do MONSTA X, Jooheon sempre levanta a moral dos integrantes. É um dos membros mais próximos dos fãs e, em 2020, começou a falar mais abertamente sobre saúde mental e sua batalha contra a ansiedade.

I.M
Foto de Changkyun do MONSTA X usando roupas esportivas em cenário urbano
Foto: reprodução/Esquire Korea

Im Chang-kyun, também conhecido pelo stage name I.M, nasceu em 26 de janeiro de 1996, em Gwangju, na Coreia do Sul. Morou por cerca de três anos em Boston, Estados Unidos, e passou um tempo em Israel, por causa da carreira do pai, um cientista e pesquisador. Na adolescência, foi atraído pelo hip-hop e R&B underground.

Antes de ir para a Starship Entertainment, fez parte de um grupo pré-debut, Nu’Bility, formado pela empresa Special K Entertainment, no qual já escrevia suas próprias letras. Porém, eles nunca debutaram.

Changkyun é o rapper, maknae — integrante mais novo — e um dos principais letristas, produtores e compositores do MONSTA X.

Ao longo dos anos, na carreira solo, o artista lançou diversas faixas independentes, mas seu primeiro EP veio em 2021, com DUALITY. Em 2023, ele assinou com a Sony Music Korea, como solista, permanecendo no MONSTA X e optando por ter essa gestão solo fora da Starship Entertainment. Através do selo da Sony, lançou os álbuns OVERDRIVE e Off The Beat.

I.M é conhecido por ser uma pessoa reservada, mas sempre mostra seu lado mais humorado quando está junto dos integrantes do grupo. Também é muito carinhoso com os fãs.

Wonho
Ex-integrante MONSTA X Wonho vestindo roupas pretas e com a mão no cabelo
Foto: reprodução/Highline Entertainment

Apesar de não fazer mais parte do grupo, quando falamos sobre a história do MONSTA X, não há como excluí-lo.

Lee Ho-seok, mais conhecido pelo stage name Wonho, nasceu em 1º de março de 1993, em Gunpo, Coreia do Sul. Apesar de ter tido uma infância difícil dentro de casa e na escola, Wonho não abriu mão da sua paixão pela música e dança. Foi trainee por um breve período na LOEN Entertainment, antes de ir para a Starship Entertainment.

Wonho era vocalista, dançarino, visual, compositor e letrista, participando, também, da criação de algumas coreografias do MONSTA X.

Em 2019, ele deixou o grupo, devido às acusações relacionadas ao seu passado. Porém, em 2020, a Starship Entertainment anunciou a inocência do idol, após as investigações, e revelou que Wonho retornaria como solista sob o selo da empresa subsidiária Highline Entertainment.

Na carreira solo, Wonho continuou escrevendo e produzindo suas músicas. Lançou alguns álbuns e singles, incluindo Love Synonym #1: Right for Me, Blue Letter, Facade, entre outros. No ano passado, ele foi dispensado do serviço militar e retornou com o single What Would You Do. Atualmente, os WENEEs — nome do fandom — aguardam ansiosamente pelo comeback do idol.

Wonho é uma pessoa muito sensível, reflexiva e sincera com os fãs, deixando claro sua gratidão por ter o apoio deles.

Shownu x Hyungwon
Integrantes Shownu e Hyungwon do MONSTA X usando roupas pretas e óculos escuros
Foto: reprodução/Starship Entertainment

Em 2023, debutou a primeira unit oficial do grupo, SHOWNU X HYUNGWON, com o mini álbum THE UNSEEN. Hyungwon foi produtor, letrista e compositor da maior parte das faixas, inclusive a title track, Love Me A Little. Shownu participou ativamente das coreografias e construção visual do dueto.

Nome do grupo e do fandom
Grupo MONSTA X reunido no palco em uma apresentação com fãs ao fundo
Foto: reprodução/X @OfficialMONSTAX

Afinal, qual é o significado por trás do nome MONSTA X? Monsta vem da palavra Monster, representando a força do grupo. X representa o desconhecido. Ao ser interpretado como um todo, significa: os monstros que vão dominar o K-pop. Porém, o nome possui outro sentido.

Em francês, Monsta soa como Mon Star, ou seja, minha estrela. E é com base nesse significado que foi criado o nome do fandom: MONBEBE. Meu bebê. A expressão simboliza o carinho do grupo pelo fandom, querendo manter um relacionamento próximo e afetuoso com os fãs.

Programas
Integrantes do MONSTA X vestindo smoking prontos para participar de um programa
Foto: reprodução/X @OfficialMONSTAX

O MONSTA X participou de diversos programas de variedade que são perfeitos para conhecer melhor a personalidade, humor e dinâmica entre os integrantes. Algumas sugestões são: MONSTA X-RAY, MONSTA X-RAY 2, MONSTA X-RAY 3, RIGHT NOW: MONSTA X, MON.MUK.GO e, obviamente, o reality show responsável pela formação que conhecemos há dez anos atrás, No.Mercy.

Últimas atualizações do grupo
Seis integrantes do MONSTA X reunidos em ensaio fotográfico
Foto: reprodução/Starship Entertainment

Ontem (13), Hyungwon foi oficialmente dispensado do exército. Sendo assim, o único integrante do grupo que ainda precisa cumprir o serviço militar é Changkyun, o mais novo.

Hoje (14), foi lançado o álbum digital NOW PROJECT vol.1, com regravações das músicas lançadas durante o período no qual o grupo atuou com cinco integrantes, devido ao alistamento militar de Shownu. O último comeback do grupo foi em 2023, com o mini álbum REASON. Confira o MV da title track:

Os MONBEBEs aguardam pelo anúncio de um comeback e, até mesmo, de uma turnê mundial, antes da ida de Changkyun para o exército.

Se ocorrer uma turnê mundial, será que o MONSTA X viria para o Brasil pela terceira vez, após seus shows em São Paulo, no ano de 2018 e 2019?

 

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Texto revisado por Karollyne de Lima

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Cultura turca Entretenimento Notícias

Serra Arıtürk será a nova parceira de Akın Akınözü na série Timur

A atriz está sendo destacada por seu talento e dará vida a Reyhan

A nova série da Show TV (emissora turca), começará a ser filmada muito em breve. O ator Akın Akınözü interpretará Timur e trabalhará ao lado da atriz Serra Arıtürk, que vem se destacando cada vez mais. Serra dará vida a Reyhan.

A série está sendo dirigida por Sinan Öztürk e assinada pela Faro Company. O elenco é composto por grandes nomes como: Ercan Kesal, Erkan Kolçak Köstendil, Derya Karadaş, Tansu Biçer, Hazal Türesan e Bora Akkaş.

Serra Arıtürk conta com alguns trabalhos de sucesso, como Receitas de Amor (Aşkın Tarifi, 2021); Günesi Söndürmem Gerek (2024) e Taş Kağıt Makas (2024). Já Akın Akınözü, está presente em projetos como Hercai: Amor e Vingança (2019), Tuzak (2022) e Vidas Ocultas (Kaderimin Oyunu, 2021).

Créditos: AKŞAM

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Texto revisado por Larissa Suellen

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Entrevista | Aslı Sümen fala sobre Ruhun Duymaz, trajetória no audiovisual e vida como empreendedora

Em sua primeira entrevista ao Entretetizei, a atriz e ex-miss Turquia fala sobre sua carreira no audiovisual e anuncia novidades sobre sua marca

Aslı Sümen nasceu  em Mersin, cidade portuária do sul da Turquia, no dia 17 de setembro de 1994. Ficou conhecida nacionalmente e internacionalmente ao ganhar o título de Miss Universo Turquia em 2017, mas sua carreira vai além: apesar de ser modelo e ex-miss, ela também se destaca como dançarina profissional, bacharel em Administração pela Universidade Técnica do Oriente Médio (METU) e atriz.

Sua estreia na televisão aconteceu em Jogos do Destino (Baht Oyunu, 2021), dando vida à Tuğçe Dikman e atuando ao lado de Cemre Baysel e Aytaç Şaşmaz.

Aslı Sümen
Foto: reprodução/Instagram @aslisumen

Além de estar investindo em sua carreira na atuação, Aslı também enfrenta um novo desafio em sua vida: empreender. Atualmente, a atriz está trabalhando no lançamento de sua própria marca, dividindo seu tempo entre Istambul (Turquia) e Londres (Inglaterra). Ela contou todos os detalhes pra gente, veja abaixo:

Entretetizei: Oi, Aslı! A sua primeira produção na TV foi em Jogos do Destino (Baht Oyunu, 2021). Fiquei  surpresa ao saber disso, pois acompanhei o seu trabalho, e sua performance como Tuğçe foi excelente. Qual foi o maior desafio em interpretar uma personagem que ao mesmo tempo que flerta com a vilania também é carismática?

Aslı Sümen: Oi! Baht Oyunu sempre terá um lugar muito especial no meu coração. Os colegas de elenco e diretores me acolheram e me proporcionaram um ambiente de set em que me senti segura para a minha primeira experiência como atriz. A Tuğçe precisava ser tanto intrigante quanto querida. Eu me apaixonei pela personagem e acho que consegui fazer o público gostar dela também. Fazer comédia é meu ponto forte, então posso dizer que tive sorte de meu primeiro trabalho ser uma comédia romântica.

E: Você estudou Administração na Universidade Técnica do Oriente Médio (METU) com o intuito de se tornar uma CEO. Hoje você está desenvolvendo sua própria marca e recentemente viajou para Paris (França) a trabalho. Pode nos dar um spoiler do que está planejando?

AS: Estou muito empolgada com isso! Parece que no fim das contas eu seria CEO do meu próprio negócio, né? Estou criando uma marca colorida de biquínis! Minhas memórias mais felizes da infância são dos verões na casa de praia da minha avó, sempre de biquíni. Sinto que estou eternizando aqueles momentos e ajudando outras pessoas a criarem lembranças de verão inesquecíveis também (sorriso). Espero que vocês gostem!

E: Você é uma pessoa talentosa e apaixonada por muitas coisas, sabe atuar, modelar, dançar… Existe algum hobby que poucas pessoas saibam? 

AS: Sim, e eu amo tudo isso! Hmm, deixa eu pensar… limpar a casa conta? (sorriso) Me faz bem, talvez possa ser considerado um hobby também.

E: Durante a preparação para a série de fantasia Altay (2023), você foi à Espanha para trabalhar com o coach de atuação hollywoodiano Bernard Hiller. Como foi essa experiência? Qual foi a maior lição que você aprendeu com ele? 

AS: Sim, tive a oportunidade de trabalhar com ele em Madrid. Foi bem desafiador, pra ser sincera. Bernard te empurra além dos seus limites e te força a sair da zona de conforto. Ele disse várias coisas marcantes, mas uma frase inesquecível foi: “Se você quer ser um ator de sucesso, primeiro seja um ser humano profissional”. Ele ensina que devemos viver a vida intensamente, sermos curiosos e estarmos sempre abertos a aprender.

E: Como está sendo a vida entre Istambul e Londres? 

AS: Difícil! Eu sou virginiana, gosto de criar raízes. Mas, por conta dos nossos trabalhos — tanto o meu quanto o do Chris (marido) — não dá pra ficarmos em um lugar só por enquanto, e nós valorizamos muito nossas carreiras. Então, por agora, vai continuar assim. Mas sonhamos em nos mudar juntos para um país quente!

Aslı Sümen
Foto: reprodução/NOW

E: Está rolando uma trend nas redes sociais sobre “tomar um café com sua versão mais jovem”. Você compartilhou que quando era mais nova ficava triste por não conseguir viajar e conhecer o mundo. Qual viagem internacional te marcou, e pretende futuramente viajar para o Brasil? 

AS: Sim, e sou muito grata por agora poder viajar livremente. Este ano nos casamos em Roma e eu me apaixonei pela cidade — é praticamente uma galeria de arte a céu aberto. Quero MUITO visitar o Brasil. Meu sonho este ano é entrar em 2026 em Copacabana, assistindo aos fogos! – e usando meus próprios biquínis, claro!

E: Em Ruhun Duymaz (2023), você interpretou Hilal Koral, a integrante mais querida e protegida da família Koral. O cancelamento da série pegou os fãs internacionais de surpresa, pois havia muita história a ser explorada. Hilal estava indo por um caminho perigoso, agindo pelas costas do irmão, não tinha aceitado bem o término do relacionamento com o Onur (Şükrü Özyıldız) e tinha outras questões em aberto. O que você acha que teria acontecido com a sua personagem, ela teria virado a grande vilã da trama?

AS: Com certeza. Ela estava se tornando uma personagem imprevisível, daquelas que você nunca sabe o que esperar. A ambição e a vontade de se provar estavam levando Hilal ao ponto de fazer qualquer coisa.

E: Qual seria a reação de Hilal descobrindo que a Ece (Burcu Özberk) é irmã biológica de Elif (Sena Kalıp)? 

AS: Ela não acreditaria nunca! Faria outro teste em um laboratório de confiança dela, e quando descobrisse a verdade, entraria em negação. Diria algo como: “A casa onde a Elif cresceu é essa, a família dela somos nós, e a irmã dela sou eu!”

E: Você chegou aos 30 de maneira exitosa. É atriz, empreendedora, modelo, administradora, dançarina. Quais áreas da sua vida profissional você quer focar nessa nova fase?

AS: Quero muito atuar em projetos internacionais, conhecer o mundo também. Ao mesmo tempo, entendi os desafios de produzir a minha própria marca e quero me desenvolver ainda mais como empresária.

E: Está em negociação com algum projeto audiovisual no momento? E o que uma produção precisa ter para chamar sua atenção?

AS: Sim, estou negociando um projeto de série. Quando você entra em uma produção, a equipe e o elenco acabam virando uma família. Então, para mim, é um ponto positivo quando sei que estarei cercada de boas pessoas, com quem posso contar se surgirem problemas.

E: Por fim, tem um recado para seus fãs brasileiros?

AS: Claro que sim! Amo todos vocês e estou super ansiosa para visitar o Brasil. Quem sabe eu até atue em uma série filmada por aí? Beijos e abraços!

 

Gostaram de conhecer um pouco mais sobre a trajetória da Aslı? Eu adorei conhecer um pouco mais ela! Quem deve ser a(o) próxima(o) entrevistada(o) do mundo turco? Nos conte nas nossas redes sociais – Instagram, Facebook, X – e siga o Entretê para não perder nenhuma entrevista com os seus artistas favoritos! 

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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