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Memória, Resistência e Futuro: Parada do Orgulho irá celebrar pessoas 60+ da comunidade

A 29ª edição da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo já tem data e tema marcados; venha relembrar a história e importância do movimento

A Avenida Paulista, palco de eventos famosos que marcaram a história do Brasil durante toda sua existência, está se preparando para receber mais uma vez a maior Parada do Orgulho LGBTQIA+ do mundo. A 29ª edição da Parada LGBTQIA+ de São Paulo está marcada para acontecer  no dia 22 de junho de 2025, num domingo, a partir das 10h, na avenida mais famosa do país. Neste ano, o evento traz como tema Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro.

Imagem: reprodução/Instagram @paradasp

É muito importante que um evento dessa magnitude traga aos holofotes uma questão tão delicada quanto a urgência de iniciar debates sobre a realidade das pessoas idosas LGBTQIA+ no Brasil. A Parada celebra o orgulho de uma maneira linda, e é uma das festas mais bonitas de se acompanhar anualmente no país, mas não podemos nos deixar cegar pela bolha que ela cria. É indispensável analisarmos o tema a fundo e refletirmos sobre os problemas que o evento busca iluminar.

Segundo dados divulgados pelo estudo da Organização Grupo Gay da Bahia (GGB) — a mais antiga associação brasileira em defesa dos direitos LGBTQIA+ ainda em atividade —, o Brasil liderou, em 2024, o ranking mundial de homicídios e suicídios de pessoas da comunidade LGBTQIA+. Esses são números que jamais devem ser ignorados, pois nos evidenciam que falar sobre idosos dentro da comunidade é também falar sobre pessoas que resistiram à violência, ao preconceito e à rejeição interna e social. É falar sobre pessoas que superaram a expectativa de vida num país que se nega a reconhecer sua brutalidade contra essas vidas. Por isso, essas pessoas merecem um espaço seguro para serem celebradas, e servirem de exemplo para as próximas gerações que estão por vir. 

“Celebrar o orgulho LGBT+ também é honrar quem abriu caminho antes de nós. Envelhecer é uma conquista, mas, para muitas pessoas LGBT+, ainda é um desafio marcado pelo abandono, pelo silenciamento e pela ausência de políticas públicas. Em 2025, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo levanta a voz por quem resistiu, construiu e segue sendo exemplo de coragem. Lutar pelo envelhecimento com dignidade é lutar para que nenhuma pessoa seja deixada para trás”, comenta Nelson Matias Pereira, presidente da APOLGBT-SP.

Imagem: reprodução/Filipe Araújo/Ministério da Cultura

História

Como o propósito da edição deste ano é celebrar a memória e recuperar histórias, é justo também relembrarmos a trajetória do próprio movimento até se tornar o que é hoje.

A ParadaSP, hoje reconhecida como a maior Parada do Orgulho LGBTQIA+ do mundo, é organizada pela APOLGBT-SP, uma ONG que surgiu da mobilização de ativistas e voluntários que se uniram para construir um espaço de visibilidade e resistência. O evento teve sua primeira edição em 28 de junho de 1997, inspirado por movimentos semelhantes que já aconteciam nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, e reuniu, de cara, cerca de 2 mil pessoas na Avenida Paulista. 

Desde então, como a maior parte das festividades de rua no país, a Parada passou a crescer a cada ano, se consolidando aos poucos como uma celebração já aguardada no mês de junho — o Mês do Orgulho — na cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Turismo de São Paulo (SPTuris), o evento é o que mais atrai turistas para a capital paulista. Autoridades estimam que, em 2011 e 2022, o evento tenha reunido 4 milhões de pessoas, nos maiores atos da Parada até hoje.

Ano passado, a 28ª edição levou à Avenida Paulista o tema Basta De Negligência E Retrocesso No Legislativo: vote consciente por direito da população LGBT+, que buscava reafirmar o compromisso de combater o preconceito e apoiar representantes que promovam políticas públicas afirmativas, o auge de público foi de 73,6 mil pessoas

Imagem: reprodução/Uol

E se hoje tanta gente pode ocupar as ruas com orgulho, é porque, antes disso, muitas pessoas enfrentaram repressão, preconceito e violência para abrir o caminho. Uma delas, talvez a mais importante de todas, foi a Drag Queen Kaká Di Polly (1960-2023), artista lendária, reconhecida até hoje por seu ato de coragem em 1997, quando deitou no asfalto da Paulista, para parar o trânsito, e permitir que a Parada acontecesse pela primeira vez. Kaká, e muitos outros que ajudaram a erguer esse evento infelizmente já partiram, mas deixaram para trás uma herança de luta que segue viva. 

Imagem: reprodução/Kaká Di Polly por Celso Tavares/g1

Destaques

Com décadas separando sua estreia dos dias de hoje, a Parada já foi cenário de muitos momentos que valem a pena serem relembrados enquanto nos preparamos para a 29ª edição.

Todos os anos temos presença marcada de celebridades brasileiras — aliadas da causa ou parte da comunidade — entre o público. Só no ano passado, por exemplo, tivemos nomes como Pabllo Vittar (São Amores e Alibi), Sandra Sá (Retratos e Canções) e Glória Groove (Nosso Primeiro Beijo) em cima dos trios elétricos, além de nomes como o da atriz e apresentadora Adriane Galisteu, do ator Tiago Abravanel e da influenciadora Blogueirinha entre os presentes.

Mas também, como a maior parada do mundo, a festa de SP não deixa a desejar no quesito atenção internacional. Destaques para a edição de 2016, quando o elenco de Sense8 marcou presença com a gravação de cenas da segunda temporada da série — que na época ressoava muito com o público gay, à medida que convidava os espectadores a questionarem preconceitos — enquanto a Parada acontecia, e para 2019, quando a ex-Spice Girl, Mel C, foi a atração principal de um dos trios.

Imagem: reprodução/Mel C por Patrícia Devoraes jun.2019/AgNews

Outras edições já contaram com a participação de grandes nomes da música brasileira, como Daniela Mercury, Anitta, Iza, Ludmilla, Karol Conká, Lexa, e muitos outros artistas que ajudaram a dar visibilidade ao evento.

O impacto da Parada é tão grande que, em 2006, sua 10ª edição reuniu cerca de 2,5 milhões de pessoas e entrou para o Guinness Book (o Livro Mundial dos Recordes) como a maior parada do gênero no mundo até então.

Por fim, é importante ressaltar que além do caráter festivo, a Parada sempre foi um espaço de reivindicação e transformação política, como os protestos marcantes que exigiam o fim da proibição da doação de sangue por homens gays — medida que só veio a ser derrubada pelo STF em 2020 — e o surgimento da Marcha do Orgulho Trans, em 2018, que desde então acontece paralelamente à Parada e fortalece ainda mais a luta por direitos e visibilidade para pessoas trans no Brasil.

A Parada já nos entregou de tudo: looks icônicos, uniões estáveis sendo oficializadas, shows inesquecíveis… Mas, acima de tudo, ela renova, ano após ano, a esperança de um futuro onde a luta não precise mais existir, e que só reste a festa e o amor. A edição de 2025 vem aí prometendo fazer jus a tudo isso, e a gente vai estar de olho em cada detalhe!

 

Já conhecia a história da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo? Não se esqueça de compartilhar a sua opinião nas redes sociais do Entretê Instagram, Facebook, X e nos seguir para não perder as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: O alistamento militar da Tailândia virou meme — e diz muito sobre como o país lida com a comunidade LGBTQIA+

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

 

 

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Especial | Conheça a trajetória de Ebru Şahin

A atriz turca completa 31 anos neste domingo (18)

Com mais de 4 milhões de seguidores no Instagram, a atriz e modelo Ebru Şahin ganhou fama internacional ao interpretar Reyyan Şadoğlu, em Hercai: Amor e Vingança (2019). Celebrando seus 31 anos hoje (18), ela é formada em Ciências do Esporte na Universidade de Istambul. Sua carreira artística teve início em 2018, participando de pequenos papéis na TV e cinema. 

Ebru se apaixonou pelos esportes ainda criança, quando tinha sete anos, praticando diversas modalidades, como patinação, basquete e corrida. No último ano de faculdade, ela percebeu que o queria mesmo fazer era atuar e o seu caminho cruzou-se com o de seu primeiro empresário, Abdullah Bulut. Sua estreia ocorreu no filme Kan Parası (2018), atuando ao lado de Erkan Can e Kemal Uçar

Conheça seus papéis nesses poucos anos de carreira: 

Reyyan Şadoğlu – Hercai: Amor e Vingança (2019)
Ebru Şahin
Foto: reprodução/Globoplay

Reyyan é a protagonista de Hercai, neta de Nasuh Şadoğlu, patriarca de uma das famílias mais poderosas e tradicionais de Midyat. Ela cresceu em uma família influente, mas sentindo uma ausência de afeto, principalmente de seu avô. Ela passa por uma situação complicada ao andar de cavalo e acaba sendo ajudada pelo Miran Aslanbey, um jovem que vai aos poucos se aproximando dela e de sua família. 

Com a aproximação, Reyyan se apaixona e casa-se com ele, mas ela não sabe que faz parte do plano de uma vingança contra sua família. Ela mostra uma incrível resiliência e compaixão ao passar por tantas situações de traições e desafios familiares. 

Akkız – Destan (2021)
Ebru Şahin
Foto: reprodução/ATV

Literalmente uma guerreira. Forte, destemida, estratégica e leal. Akkız é uma guerreira inspirada nos contos épicos turcos, sendo símbolo de feminilidade e luta pela justiça e liberdade, fazendo de tudo para lutar pelos seus entes queridos e pelo seu povo.

Harika – Miracle of Love (Yüz Yıllık Mucize, 2023)
Ebru Şahin
Foto: reprodução/Dizilah

Mais uma protagonista na trajetória de Ebru. Criada em uma casa com grande influência feminina, Harika é sonhadora, sensível e determinada, uma escritora nata que está presa atrás da figura de advogada. Seu caminho cruza com o de Kemal (Birkan Sokullu), um homem misterioso com mais de 100 anos de vida, mas que mantém a aparência jovem. Ao se envolver com ele, ela encontra a inspiração que precisava para a escrita, enquanto também acaba se deixando levar pela conexão com o imortal.

Nehir – Um Verdadeiro Cavalheiro (Tam Bir Centilmen, 2024)
Ebru Şahin
Foto: reprodução/Netflix

Dotada de uma grande inteligência e extremamente racional, Nehir não é uma pessoa de fazer rodeios e tem dificuldades em expressar afeto. Ela é completamente o oposto do protagonista, Saygin (Çağatay Ulusoy), conhecido pelo seu charme quase irresistível, o que o ajuda muito a se encaixar naturalmente nos âmbitos da alta sociedade.

Nazlı Orman – Gizli Bahçe (2024)
Ebru Şahin
Foto: reprodução/Netflix

Nazlı é uma mãe solo e trabalhadora que faz de tudo para criar seu filho Memo com dignidade e amor. Enfrentando dificuldades financeiras, ela aceita um trabalho arriscado para sustentar sua família. Demir Akçınar (Murat Yıldırım) descobre que tem um sobrinho, Memo, após a morte do irmão e decide lutar pela guarda da criança. Com isso, ele se aproxima de Nazlı – que não conhecia o cunhado – para juntar provas e ganhar a batalha judicial pela custódia. 

Os dois acabam se envolvendo e enxergando lados um no outro que não esperavam, além das descobertas dos segredos de família.

 

Feliz aniversário, Ebru!

 

Qual é a sua protagonista favorita? Compartilhe com o Entretetizei nas redes sociais Instagram, Facebook, X e nos siga para conferir outros especiais do mundo turco. 

 

Leia também: Especial | Relembre os papéis inesquecíveis de Mert Yazıcıoğlu

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Livros

Resenha | Fique comigo: romance cheio de reviravoltas

Uma leitura sensível extremamente emocional

Sinopse 

Fique Comigo, da autora nigeriana Ayòbámi Adébáyò nos apresenta o casal Yejide e Akin. O mais curioso é que já nas primeiras páginas sabemos que eles não estão mais juntos, o que deixa o leitor intrigado logo de cara: obviamente queremos saber o que deu errado na vida deles. A história mescla passado e presente, sob o ponto de vista dos dois personagens principais, costurando uma rede de acontecimentos que culminaram para o colapso do casamento. 

Yejide e Akin estão casados há quatro anos e seriam muito felizes se não fosse a falta de filhos. Na Nigéria, há uma crença muito forte de que um casamento não é completo sem filhos (não só na Nigéria, é claro, aqui no Brasil muitas pessoas acreditam que a vida a dois não é completa sem filhos). 

A cobrança vem de todos os lados, principalmente pela mãe de Akin, afinal, ele é o primogênito da família e ainda não conseguiu dar continuidade à sua linhagem. O fato de seu irmão mais novo já ter vários filhos piora muito a situação. A cobrança em cima de Yejide é diferente e ainda maior, já que uma mulher só é completa se for mãe. 

“Você já viu Deus em uma sala de parto parindo um bebê? Diga-me, Yejide, já viu Deus na maternidade? As mulheres fabricam crianças, e se você não consegue fazer isso então não passa de um homem. Ninguém devia chamá-la de mulher.”

O sofrimento não para por aí. Além do fantasma da infertilidade que paira sobre o casal, outros fatos tornam-se parte de suas vidas e deixam tudo ainda mais complicado. Me estender sobre o assunto iria entregar muito da história, então prefiro apenas concluir este ponto com a seguinte frase motivacional: o que tá ruim pode sempre piorar.

reprodução/Harper Collins
Contexto histórico e político

O cenário principal do livro é a Nigéria dos anos 1980, de maneira que o contexto político da trama é bastante presente e importante na narrativa, de maneira que o contexto político da trama é bastante presente e importante na narrativa. De certa forma, Ayòbámi Adébáyò traça um paralelo entre a história individual do casal e a história do país naquele momento, afetado pela ditadura militar, como se ambos se desenrolassem em ritmo e trajetórias semelhantes.

Porém, foi nesse ponto em que, na minha opinião, ela falhou. Senti que os elementos da história do país foram sendo jogados na obra aleatoriamente, apenas para aparecerem ali. Acho que ela poderia ter se saído melhor se tivesse envolvido mais os personagens neste contexto, não apenas mencionando o que passava na TV ou o que as pessoas comentavam nas ruas. 

Personagens 

Além do casal, a autora trouxe uma diversidade imensa de personagens.  Yejide se mostrou uma mulher forte, batalhadora, determinada e teimosa: uma boa protagonista. Eu gostaria de ter visto mais do Akin: apesar de alguns capítulos abordarem o seu ponto de vista, fiquei curiosa para entender melhor suas peculiaridades. 

Os personagens coadjuvantes também tiveram o seu peso na história. Destaco duas: a sogra de Yejide, que me indignou diversas vezes com a sua falta de sensibilidade; e Iya Bolu, mulher complicada que acaba se tornando parte da rede de apoio de Yejide, e que na minha opinião foi a personagem mais divertida no meio dessa obra tão repleta de sofrimento.

Os primeiros parágrafos já mostram ao leitor  que esperar: uma leitura sensível e extremamente emocional. A escrita de Ayòbámi Adébáyò é precisa, sendo capaz de expressar emoções dos personagens e torná-los parte do leitor. 

Não acho que Fique Comigo seja um livro exclusivamente sobre maternidade ou o papel da mulher no contexto social inserido pela autora. Vai muito além disso. Acho que retrata bem mais a delicadeza das relações humanas. Acima disso, acredito que o foco desse livro são as perdas, como lidar com elas e como elas afetam nosso futuro, nossas decisões.

Ayòbámi Adébáyò veio para mostrar que a sua escrita é capaz de mexer com a gente. Já quero ler mais trabalhos dela!

 

E aí? Ficou com vontade de ler? Nos conte em nossas redes sociais – Insta, Face e X.  E se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube do Livro do Entretê, para conversar sobre leituras incríveis!

Leia também: No Fundo É Amor: o romance mais quente de Ali Hazelwood

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Notícias

Dia Internacional Contra a LGBTfobia | Conheça a importância desse símbolo de resistência

Saiba como os avanços legais e movimentações sociais podem ajudar no fortalecimento da luta LGBT

Há 35 anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) desvinculou a homossexualidade da lista de doenças mentais. A partir desse momento, o dia 17 de maio se tornou sinônimo de força e resistência dentro da Comunidade LGBTQIAPN+

A exclusão da homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID), colaborou para o fortalecimento do movimento LGBT na sociedade e faz com que as sexualidades e identidades de gênero sejam protegidas por lei.

Brasil e LGBTfobia 

Mesmo com os avanços legais que protegem e garantem os direitos da comunidade LGBTQIAPN+, o Brasil lidera há 16 anos o ranking mundial de países que mais matam LGBTs. As mortes, em sua maioria, são de pessoas trans — ainda que a transfobia seja crime desde 2019. 

Para além de violências físicas, inúmeras microagressões estão inseridas no cotidiano social. Algumas delas moram em “piadas”, na discriminação, mesmo que velada, nos ambientes de trabalho ou lazer, nas relações familiares que se desestabilizam com a descoberta do “filho gay”, nos termos ofensivos, no tom pejorativo e até mesmo nos olhares nada discretos. 

Tendo em vista que os preconceitos e agressões dificultam a liberdade de ser quem é, muitos núcleos, projetos, coletivos e ONGs são criados para acolher e humanizar a existência de pessoas LGBTs. Conheça o trabalho de algumas delas:

  1. Casarão de Luana Muniz — Localizado no coração da Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro, o casarão promove acolhimento e atividades socioculturais para mulheres trans e travestis.
  2. Casa Nem — Também localizado no Rio de Janeiro, o espaço oferece acolhimento para pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade.
  3. Casa 1 — Situada em São Paulo, a Casa 1 é um centro de cultura e acolhimento que conta com uma extensa programação de oficinas, encontros e atividades para jovens LGBTs entre 18 e 25 anos.
  4. Eternamente SOU — Organização que atua em prol dos direitos e acolhimentos de pessoas LGBTs idosas, oferecendo atendimento psicológico, assessoria jurídica e atendimento social.

Ainda que existam incontáveis movimentos e ações que impulsionam a evolução social, ainda há muito o que ser feito para que o Brasil se torne um país menos violento e LGBTfóbico, principalmente para que vidas sejam salvas. 

Vitórias e celebrações

Nem só de luta e resistência é feita essa data. Ela também é um importante marco de celebração, reconhecimento e dignidade de toda a comunidade. Através dela, cresceu o espaço de visibilidade e legitimidade para as histórias e conquistas de pessoas LGBTs. 

Toda e qualquer vitória de grupos minoritários pode também ser considerada uma chance de ampliar políticas públicas, possibilitando que seus membros, por meio de movimentações sociais, levem até o poder público leis contra discriminação, projetos de inclusão e, entre muitas outras soluções, a igualdade.

A partir disso, movimentos como eventos, manifestações, paradas e encontros ganham ainda mais força, criando espaços seguros para a celebração das identidades, individualidades e a possibilidade de explorar também experiências coletivas. 

Para além de um símbolo, o Dia Internacional Contra a LGBTfobia é também uma importante ferramenta de transformação sociocultural que visa o respeito, a empatia, a igualdade e a justiça para essa minoria. 

Você faz parte da comunidade LGBT ou apoia as causas que a envolvem? Conta pra gente suas experiências nas redes sociais — Insta, Facebook e X — e aproveite para nos seguir e ficar por dentro das novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Mês do orgulho | O impacto cultural de The Rocky Horror Show e sua celebração da diversidade na comunidade LGBTQIAPN+

Texto revisado por Bells Pontes

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Cultura turca Notícias Novelas Séries

Notícias da semana no mundo turco — 12/5 a 17/5

Confira as atualizações da semana do entretenimento turco, como a estreia da nova série de İlhan Şen e Özge Gürel, e muito mais!

Por: Anna Mellado, Ana Matos, Gabriella Emin e Shay Roiz

Revelada a data do final da temporada de Eşref Rüya

De acordo com a jornalista Birsen Altuntaş, Eşref Rüya (2025) encerra sua primeira temporada no dia 18 de junho, com a exibição do 13º episódio. A boa notícia? A produção provavelmente retornará para uma segunda temporada.

mundo turco
Foto: reprodução/Kanal D
Nursel Köse se despede de Uzak Şehir (Cidade Distante)

Nursel Köse, que interpreta Fikriye, mãe da protagonista Alya (Sinem Ünsal), se despede da produção antes do esperado. A atriz, que foi recentemente entrevistada pelo Entretê, mostrou fortes emoções no episódio da última segunda (12) com a despedida de sua personagem. Segundo Birsen Altuntaş, a atriz ainda pode aparecer em cenas de flashback. Leia a nossa entrevista aqui.

mundo turco
Foto: divulgação/Instragram @beknazarovl3/@nursel_kose
Fim da linha para Didem em Hudutsuz Sevda

Segundo a jornalista Birsen Altuntaş, Elçin Zehra İrem deixará o elenco de Hudutsuz Sevda (2023). Sua personagem, Didem, apareceu no casamento de Halil İbrahim (Deniz Can Aktaş) e Zeynep (Miray Daner) e colocou seu plano cruel em prática: a personagem de Elçin matou a protagonista da série. Miray se despediu da dizi com uma mensagem agradecendo ao público e à equipe da produção em sua rede social.

mundo turco
Imagem: reprodução/NOW
Oi, oi, oi? Adaptação turca de Avenida Brasil, Leyla: Hayat… Aşk… Adalet…, sofre com queda de audiência

A jornalista Birsen Altuntaş, já conhecida por antecipar tudo que rola no entretenimento turco, divulgou em seu portal que Leyla: Hayat… Aşk… Adalet… (2024) tem previsão de término para dia 18 de junho, com possibilidade de cancelamento, a menos que a audiência suba. Apesar disso, até agora, nenhum pronunciamento oficial foi feito pelos canais responsáveis pela produção.

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Foto: reprodução/X @TvDunyasii
O final de Deha foi antecipado

O episódio final de Deha (2024) vai ao ar no próximo domingo (18), antes do esperado. Após mudanças significativas no elenco desde janeiro, as decisões tomadas geraram polêmicas entre os fãs nas redes sociais. É hora de dizer adeus!

mundo turco
Créditos: Haberin Burada
O retorno de Burcu Özberk está próximo!

Anteriormente intitulada como Karanlık Oda, a série policial da GAİN Medya ganhou um novo nome: Son Kare! A trama mistura investigação, suspense e drama, e a cada novo episódio, um novo mistério irá envolver os personagens e o público.

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Foto: reprodução/X @Entretetizei_
Melisa Döngel e Haluk Bilginer atuarão juntos em Sekizinci Aile

Depois de ter dividido tela com Angelina Jolie no ano passado, Haluk Bilginer será o novo colega de elenco da série estrelada por Melisa.

mundo turco
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Serra Arıtürk será a nova parceira de Akın Akınözü na série Timur

A atriz de Receitas de Amor (2021) dará vida a Reyhan ao lado do ator Akın Akınözü, conhecido internacionalmente pelo seu papel de Miran Aslabey em Hercai: Amor e Vingança (2019). Além de Serra, outro ator também se juntou ao elenco: Bora Akkaş interpretará Zafer.

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Foto: reprodução/Birsen Altuntas
Novo filme de Kerem Bürsin está chegando!

O filme Şımarık está chegando ao catálogo da Netflix Turquia! Estrelado por Kerem Bürsin e Melis Sezen, o longa estará disponível a partir do dia 6 de junho.

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Foto: reprodução/Birsen Altuntas
A atriz Feyza Sevil Güngor se junta a dizi Vicdansız

Após se destacar com sua atuação em Aldatmak (2022), a atriz Feyza Sevil Güngör foi confirmada no elenco da nova produção turca, intitulada Vicdansız (Sem Coração). Ela dará vida à personagem Nilüfer, filha de Barbaros (interpretado por Cansel Elçin) e vai dividir o coração de Deniz (Ekin Koç), um especialista em finanças. A série tem roteiro de Levent Cantek e direção de Devrim Yalçın.

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Foto: divulgação/ATV
Hudutsuz Sevda encerrará a 2ª temporada com 4 atores confirmados para a 3ª

A dizi encerra a segunda temporada no episódio 63 e todo o elenco foi dispensado, exceto: Deniz Can Aktaş (Halil İbrahim), Burak Sevinç (Fikret Leto), Koray Şahinbaş (Yahya) e Caner Kurtaran (Major Mecnun Alkan) – confirmados para a nova temporada. Em agosto, novidades serão compartilhadas sobre a história, junto aos novos nomes.

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Imagem: reprodução/Birsen Altuntaş
İlhan Şen e Özge Gürel marcam presença em noite de gala da estreia de Siyah Bere

A série Siyah Bere, estrelada por İlhan Şen e Özge Gürel, estreou na plataforma Tabii da TRT em 15 de maio. Para marcar o lançamento, os protagonistas participaram de uma cerimônia especial em Ancara. Misturando ação militar, drama e romance, a produção era muito aguardada. As gravações ocorreram ao longo de 11 semanas em quatro cidades e contaram com cerca de 80 tanques e helicópteros, além de treinamento especial para os atores nas cenas de ação.

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Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
A 2ª temporada de Próximo! estreou em streaming

Os fãs da talentosa atriz Serenay Sarıkaya e de Próximo! (Kimler Geldi Kimler Geçti, 2024) já podem ficar felizes. A segunda temporada da série foi disponibilizada na Netflix em 15 de maio. A nova temporada mostrará Leyla, que, após deixar Ömer (Metin Akdülger) no altar, decide recomeçar com os seus amigos de sempre, mas agora em um novo lugar. A partir dessa decisão, transforma sua vida e a de todos ao seu redor.

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Foto: divulgação/Netflix Türkiye
Nova atriz chegando em Uzak Şehir

A série de maior sucesso da temporada Uzak Şehir (2024) irá ganhar uma nova personagem. Çağla Şimşek, mais conhecida por interpretar Hazal na dizi Tozluyaka (One More Chance, 2022), se junta ao elenco como İpek. Na produção, que terminará a temporada em 2 de junho, a personagem será importante. Ela estará envolvida com Kaya (Atakan Özkaya), que foi impedido de viver seu amor com Zerrin (Dilin Döğer).

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Foto: reprodução/Instagram @caglasimsek1
Dia 22 de maio Çift Kişilik Oda estará nas telinhas

A nova dizi de verão do NOW, intitulada Çift Kişilik Oda, ganhou mais um trailer, agitando o público turco e internacional nas redes sociais. A dizi é um remake turco da série sul-coreana King the Land (2023) e o público pode esperar uma história emocionante, repleta de amor, família e sonhos. O projeto conta com Ulaş Tuna Astepe e Devrim Özkan como protagonistas e estreia no dia 22 de maio.

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Foto: divulgação/NOW
Özge Yağız é escolhida para a série Maçari

Özge Yağız, fora das telinhas desde que interpretou Feraye na série Safir (2023), está de volta. A atriz foi selecionada para dar vida a Güneş na dizi Maçari. Além dela, outros nomes foram cogitados para o papel: Hafsanur Sancaktutan, Meltem Akçöl e Nilsu Berfin Aktaş. A produção, antes nomeada Skandal, tem no papel principal masculino Halit Özgür Sarı. A atriz que fará a avó do personagem de Halit também já foi escolhida: Ayten Uncuoğlu. As filmagens se iniciam em 10 de julho, e serão feitas nas cidades de Trabzon e Istambul.

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Foto: reprodução/TGRT Haber
Tem atriz brasileira chegando na dizi Teşkilat!

A atriz brasileira Jéssica May, cidadã turca há 3 anos e conhecida por seus trabalhos em Yeni Gelin (2017), Maria & Mustafa (2020) e Katakulli, foi confirmada na dizi Teşkilat (2021), que terá seu final de temporada em junho, no episódio 144. Ela interpretará a personagem Mathilda – já foi entrevistada pelo Entretetizei (clique aqui).

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Foto: reprodução/Instagram @jessicamayofficial
Atrizes turcas em Cannes!

O 78º Festival Anual de Cinema de Cannes está acontecendo entre 13 a 24 de maio de 2025 e alguns rostos turcos já passaram pelo evento, sendo eles: Hande Erçel, Damla Sönmez e Birce Akalay. As três estavam deslumbrantes!

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Foto: reprodução/X @Entretetizei_
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Foto: reprodução/Instagram @handemiyy
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Foto: reprodução/Instagram @iamdamlasonmez
Yağmur Yüksel no Frankfurt Türk Film Festivali 

A exitosa atriz e recém-entrevistada do Entretetizei, Yağmur Yüksel marcou presença na 25º edição do Festival de Cinema Turco de Frankfurt, que faz ponte cultural entre a Alemanha e a Turquia. A atriz está se preparando para seu novo projeto, Kızgın Topraklar, no papel da Advogada Eylül. A dizi já tem 2 episódios prontos, ainda sem um canal de exibição definido.

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Foto: reprodução/Instagram @yagmryuksell
A dizi Leyla chegará em terras brasileiras!

De acordo com o Portal F5 da Folha, o remake turco de Avenida Brasil (2012) chegará ao Brasil no segundo semestre. Leyla: Hayat… Aşk… Adalet (2024) deve ser exibida no Globoplay Novelas, que a partir de junho substituirá o canal Viva, focando em novelas. A produção da Ay Yapım se junta à lista de folhetins a serem exibidos no canal pago, divulgados anteriormente, como um outro sucesso turco: Hercai: Amor e Vingança (2019). A trama gira em torno da vingança de Leyla (Cemre Baysel) contra Nur (Gonca Vuslateri), sua madrasta que a abandonou em um lixão após a morte de seu pai.

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Foto: reprodução/Disney+
Bir Zamanlar İstanbul está chegando ao fim

A série turca protagonizada por Cihangir Ceyhan e Alina Boz já tem data para se despedir das telinhas. O episódio 14 foi ao ar ontem (16) na TRT1, mas o fim oficial da trama será no episódio 16.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

 

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+ Entrevista | Aslı Sümen fala sobre Ruhun Duymaz, trajetória no audiovisual e vida como empreendedora

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Entretenimento

Rihanna lança Friend Of Mine, parte da trilha sonora do filme dos Smurfs

Nova produção da Paramount Pictures estreia nos cinemas do Brasil em 17 de julho 

Afastada dos estúdios, Rihanna surpreendeu e soltou a voz para uma ocasião especial. Anos após o lançamento de seu último álbum, a cantora está de volta com a canção inédita Friend of Mine, parte da trilha sonora da nova animação Smurfs, da Paramount Pictures. 

A faixa integra a campanha de divulgação do filme, que traz de volta as icônicas criaturas azuis. Além de emprestar sua voz à música, Rihanna também dubla a personagem Smurfette na versão original. Já na dublagem brasileira, o elenco conta com Bruno Gagliasso, Jennifer Nascimento, Diego Martins e Tatá Estaniecki.

Assista e ouça a nova música da trilha sonora do filme:

Rihanna – Friend Of Mine (from the Smurfs Movie Soundtrack) (Lyric Video)

No novo filme Smurfs, o público acompanhará Smurfette (Rihanna) liderando o grupo em uma missão no mundo real para resgatar o Papai Smurf (John Goodman), que foi misteriosamente capturado pelos bruxos malignos Razamel e Gargamel. Com a ajuda de novos aliados, os Smurfs precisarão descobrir o que realmente define seu destino para salvar o universo. Ao lado de Rihanna, o elenco de voz da versão original é repleto de estrelas, incluindo James Corden, Nick Offerman, JP Karliak, Daniel Levy, Amy Sedaris, Natasha Lyonne, Sandra Oh, Octavia Spencer, Nick Kroll, Hannah Waddingham, Alex Winter, Maya Erskine, Billie Lourd, Xolo Maridueña, além de Kurt Russell e John Goodman.

Imagem: divulgação/Paramount Pictures

Baseado nos personagens criados pelo artista belga Peyo, o novo longa Smurfs tem direção de Chris Miller, veterano no universo das animações. Miller participou dos três primeiros filmes da franquia Shrek e dirigiu Shrek Terceiro (2007) e Gato de Botas (2011), indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2012. A produção é uma parceria entre a Paramount Animation, Ty Ty e Jay Brown. Com roteiro assinado por Pam Brady, o filme é distribuído pela Paramount Pictures e estreia nos cinemas brasileiros em 17 de julho.

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Leia também: Smurfs: em novo trailer, personagens embarcam em nova aventura para salvar o Papai Smurf

 

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Cultura turca Notícias Séries

A dizi Leyla: Hayat… Aşk… Adalet será exibida no Brasil

O remake turco de Avenida Brasil (2012) deve chegar ao país no próximo semestre

 

A adaptação turca da novela Avenida Brasil vem aí! Segundo informações do Portal F5 da Folha, Leyla: Hayat… Aşk… Adalet (2024) deve ser exibida no Brasil no segundo semestre de 2025. 

Os planos são transmitir a obra no Globoplay Novelas, que substituirá o canal Viva no próximo mês. Focando em novelas, o canal pago, além de Leyla, exibirá outro grande sucesso da Turquia: Hercai: Amor e Vingança (2019), que tem duas temporadas disponibilizadas no streaming Globoplay.

Vale destacar que, sem perder a essência da obra original, Leyla diminuiu a quantidade de personagens e adicionou novos plots. O drama produzido pela Ay Yapım ainda está no ar na Turquia (no canal NOW) e tem previsão de término para o dia 18 de junho. Dirigida por Hilal Saral, a dizi, exibida às quartas, não deve retornar para uma segunda temporada.

Pôster da série Leyla: Hayat… Aşk… Adalet.
Foto: reprodução/Disney+
Sinopse

No remake, Leyla (Cemre Baysel), após a morte de seu pai é abandonada pela madrasta Nur (Gonca Vuslateri). Já adulta e com o objetivo de se vingar da mulher, ela se aproxima de Nur disfarçada de Ela, uma chefe de cozinha. 

Porém, seus planos não saem como o esperado quando a garota descobre que a antiga madrasta, junto de seu novo marido Tufo (Halil İbrahim Ceyhan), adotaram Civan (Alperen Duymaz), um menino que quando criança era seu amigo no lixão onde foi largada.

Personagens da série Leyla.
Foto: divulgação/NOW

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Leia também: Leyla: Hayat… Aşk… Adalet foi cancelada?

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Entretenimento Séries

Série dramática Task estreia em setembro

HBO revela trailer de Task, nova série do criador de Mare of Easttown

A HBO anunciou o lançamento do primeiro trailer da série dramática Task, criada por Brad Ingelsby, o mesmo criador da minissérie Mare of Easttown (2021). A estreia será em novembro na HBO e estará disponível para streaming na HBO Max.

Assista ao trailer:

 

Composta por sete episódios, a temporada será exibida semanalmente e se passa nos subúrbios operários da Filadélfia. A trama acompanha um agente do FBI, interpretado por Mark Ruffalo, que lidera uma força-tarefa encarregada de pôr fim a uma onda de assaltos violentos. O principal suspeito é um homem que, à primeira vista, parece ser apenas um pai de família comum, papel vivido por Tom Pelphrey.

A série Task conta com um elenco de peso, estrelado por Mark Ruffalo, Tom Pelphrey, Emilia Jones, Jamie McShane, Sam Keeley, Thuso Mbedu, Fabien Frankel, Alison Oliver, Raúl Castillo, Silvia Dionicio, Phoebe Fox e Martha Plimpton. 

Foto: divulgação/HBO

A série foi criada, escrita e comandada por Brad Ingelsby, que também atua como showrunner – a pessoa responsável por manter a coerência geral de uma série, assumindo funções tanto de produção como criativas – e produtor executivo. A direção fica por conta de Jeremiah Zagar e Salli Richardson-Whitfield, ambos também na produção executiva. Completam o time de produtores executivos Mark Roybal e Paul Lee, pela wiip, Mark Ruffalo, David Crockett e Ron Schmidt. Nicole Jordan-Webber e Jeremy Yaches, da Public Record, assinam como co-produtores executivos.

 

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Leia também: Netflix anuncia 4ª temporada de Bridgerton para 2026 e renova série até a 6ª temporada

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

 

*Crédito da foto de destaque:divulgação/HBO

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Cultura Livros

Saiba porque Míriam Leitão foi escolhida para a Academia Brasileira de Letras

Jornalista tem 16 livros publicados de diversos gêneros literários

 

Nova imortal da Academia Brasileira de Letras

A jornalista e escritora Míriam Leitão foi escolhida no dia 30 de abril como a mais nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Autora de seis livros publicados pela Intrínseca, Míriam passa a fazer parte do grupo de cinco mulheres que integram a atual formação da prestigiosa instituição, onde ocupará a cadeira sete, vazia desde o falecimento do diretor e roteirista Cacá Diegues, em fevereiro de 2025. 

Com uma extensa e renomada carreira no jornalismo, Míriam também encontrou sucesso na literatura ao vencer em 2012 o Prêmio Jabuti de Não Ficção por Saga brasileira. No ano passado, recebeu o Troféu Juca Pato de Intelectual do Ano, entregue pela União Brasileira dos Escritores. O trabalho jornalístico que a tornou conhecida nacionalmente pode ser constatado em obras essenciais como o livro-reportagem Amazônia na encruzilhada, publicado em 2023. 

Míriam transita por diferentes gêneros e temáticas, explorando assuntos relevantes de forma sensível e baseada em extensas pesquisas. Seu primeiro romance, Tempos extremos — que ganhou edição comemorativa de dez anos em 2024 —, é um exemplo da potência de sua prosa e de sua inigualável capacidade de emocionar o público e levantar debates necessários. 

Foto da escritora Míriam Leitão.
Foto: Divulgação/ Rafaela Cassiano
Perfil

Nascida em Caratinga (MG), em 7 de abril de 1953, Miriam Azevedo de Almeida Leitão é a sexta de 12 filhos do casal Uriel e Mariana.

É jornalista de TV, rádio, jornal e mídia digital. Em 50 anos de profissão, recebeu diversos prêmios, entre eles o Maria Moors Cabot, da Universidade Columbia de Nova York. Como escritora, ganhou o Jabuti de Livro do Ano de Não Ficção em 2012 por Saga brasileira. Também pela Intrínseca publicou História do futuro: o horizonte do Brasil no século XXI (2015), A verdade é teimosa (2017), a coletânea de crônicas Refúgio no sábado (2018), com a qual foi finalista do Jabuti, A democracia na armadilha (2021) e Amazônia na encruzilhada (2023). 

 

E você, já sabia tudo isso sobre a Míriam Leitão? Nos conte em nossas redes sociais – Insta, Face e X.  E se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube do Livro do Entretê, para conversar sobre leituras incríveis!

Leia também: Entrevista | Ray Tavares fala sobre seu novo livro, que une o universo do cinema e da literatura

 

Texto revisado por Karollyne de Lima

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Cultura asiática Música Notícias

Jin lança 2º álbum solo, Echo, e emociona com clipe ao lado de Shin Se-kyung

O Worldwide Handsome apostou em maturidade vocal e narrativas profundas em novo trabalho solo

O Worldwide Handsome está de volta! Jin, do BTS, lançou nesta sexta (16) seu aguardado segundo álbum solo, Echo. Com sete faixas que exploram diferentes estilos e emoções, o cantor mostra uma nova camada de sua identidade artística — mais madura, sensível e intensa.

A faixa-título, Don’t Say You Love Me, ganhou um videoclipe estrelado por Jin e pela atriz sul-coreana Shin Se-kyung. No clipe, os dois interpretam um casal que se reencontra após o fim de um relacionamento, revivendo memórias e sentimentos não ditos. A química entre os dois e a carga emocional da narrativa deram o que falar entre os fãs.

Além da faixa principal, o disco inclui as músicas Nothing Without Your Love, Loser (feat. YENA), Rope It, With the Clouds, Background e To Me, Today. Jin participou da composição de grande parte do álbum, com destaque para a parceria com YENA e reflexões intensas sobre escolhas, passado e amor.

Em Rope It, por exemplo, ele aborda o equilíbrio entre abrir mão e insistir na busca pelo sucesso. Já Background retrata um amor que permaneceu preso no tempo, espelhando seu próprio crescimento pessoal.

A BIGHIT MUSIC, agência do BTS, declarou:

Construído sobre sons dinâmicos de banda, o álbum destaca seus vocais versáteis em uma variedade de estilos e estados de espírito. Reflete uma camada mais profunda de maturidade vocal e narrativa pessoal que evidencia a evolução artística de Jin.

Atualmente, o BTS está em hiato desde junho de 2022 devido ao serviço militar obrigatório na Coreia do Sul. Todos os integrantes devem concluir o alistamento até junho deste ano, com planos de retornar aos palcos em 2025.

Formado em 2013, o BTS é composto por RM, Jin, J-Hope, SUGA, Jimin, V e Jungkook, e os ARMYs já contam os dias para o reencontro completo do septeto.

O que achou do MV e do novo álbum? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura asiática.

 

Leia também: Entrevista | Cho Hena conta como é ser intérprete de K-pop nos bastidores dos maiores shows do Brasil

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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