O rei do magnetismo voltou e vai incendiar a América Latina com a era mais ousada da carreira
O universo K-pop acaba de ganhar uma nova era para surtar: Jackson Wang – artista, performer, fashion icon e caos organizado em forma de ser humano – anunciou 10 novas datas da tão aguardada MAGICMAN 2 WORLD TOUR 2026–2027, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro. Sim, LATAM, nós vencemos.
A turnê, promovida pela iMe e pela Live Nation, começa em 31 de março, em Los Angeles, e segue por cidades como Oakland, Vancouver, Brooklyn, Cidade do México, Santiago… até pousar no Brasil para dois shows que já prometem quebrar a internet.
Já pode separar o look all-black, porque o MAGICMAN está vindo!
Foto: reprodução/team wang
A segunda era global do MAGICMAN: maior, mais refinada, mais emocional
Depois de incendiar o mundo com a turnê anterior – 24 cidades, plateias lotadas, crítica de joelhos e o público implorando por mais –, Jackson retorna com algo maior. A MAGICMAN 2 WORLD TOUR expande tudo o que já funcionou: coreografias intensas, narrativa visual carregada de simbolismo, estética que mistura cinema noir, punk fashion e orquestra emocional interna.
A fase asiática, que abriu os trabalhos na Tailândia, Macau, Malásia, Filipinas e Japão, já está sendo chamada pelos próprios fãs de era cinematográfica. Jackson elevou o nível da produção, ampliou os atos do show e trouxe performances mais cruas, com voz ao vivo sem medo, arranjos novos e um lado emocional que nunca brilhou tanto.
MAGICMAN 2: o álbum que virou marco na história do pop asiático
Lançado em julho de 2025, MAGICMAN 2 é o disco que colocou Jackson Wang no patamar de artistas que transformam suas próprias narrativas em arte global.
No currículo da era: • primeiro artista chinês com dois álbuns consecutivos no Top 15 da Billboard • estreia no Top 10 do Spotify nos EUA • múltiplos charts da Billboard no Top 5 de vendas
Mas o que mais chamou atenção não foram apenas os números, e sim o conceito.
O álbum é inteiro escrito e produzido por ele, com letras tiradas de seus diários. Cada faixa é como um capítulo interno do que significa existir entre a pressão, a cura, a autocrítica e o desejo de se reinventar. É Jackson fazendo o que ninguém mais no pop faz igual: transformar vulnerabilidade em espetáculo.
Ingressos, datas e como sobreviver ao caos da pré-venda
A venda de ingressos abre em 12 de dezembro, começando às 10h online e às 11h nas bilheterias oficiais. Parcelamento em até 3x sem juros, porque o fandom merece respirar. Disponível em ticketmaster.com.br e nos pontos físicos (sem taxa).
E aqui vai um aviso de amiga para amiga: não durmam na pré-venda. A primeira turnê dele sumiu do mapa em poucas horas. E agora é Brasil + era nova + álbum que dominou charts + fandom aquecido. O combo do sold outestá formado. Brasil, você não está pronto, mas vai mesmo assim!
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O artista, agenciado da BASE.CO, lança novo single que mistura pop punk moderno e uma letra carregada de leveza e ironia
Com leveza, deboche e um senso de maturidade que traduz bem sua nova fase, Piedro apresenta o single Chora por Mim, lançado pela Base Company. Misturando pop punk moderno, energia e melodias marcantes, o artista agenciado pela BASE.CO transforma desilusões e aprendizados em um retrato sincero sobre relações falhas, autoconfiança e libertação emocional. A faixa chega acompanhada de um videoclipe que amplia a narrativa da canção e mergulha ainda mais no universo irônico e provocante do artista.
Com colaboração de Ariel Borges, Pirlo, Rafael Bastos e André Rossi, a música nasceu de vivências pessoais de Piedro e cresceu de forma espontânea. O verso inicial, escrito em um momento de introspecção, deu origem a uma criação colaborativa que equilibra atitude, sensibilidade e leveza. O artista celebra também o forte retorno do público, que destaca o refrão marcante e a energia contagiante do novo som.
Em entrevista exclusiva, Piedro aprofunda o que move Chora por Mim e explica como a mistura entre vulnerabilidade e ironia se tornou seu jeito natural de transformar antigos incômodos em potência criativa. Ele comenta o processo de composição ao lado dos colaboradores, fala sobre como o deboche funciona como proteção emocional e expressa o desejo de que o público se sinta energizado, com vontade de dançar, pular e se conectar à faixa da própria maneira.
Com feedbacks extremamente positivos e entusiasmo com a nova fase, Piedro reforça que Chora Por Mim marca um momento especial de crescimento artístico e identidade consolidada. O lançamento abre caminho para uma etapa mais madura, autêntica e cheia de personalidade dentro de sua trajetória musical. Confira uma entrevista completa:
Entretetizei: Chora por Mim mistura sinceridade, ironia e um certo sarcasmo emocional. O que motivou você a transformar essas vivências em música agora?
Piedro: Chora por Mim foi uma música que só veio, sem pensar muito, sabe? Da ideia inicial à versão final, a forma que foi escrita, tudo faz parte da personalidade do Pedro, consequentemente, acaba passando um pouco dessa sinceridade irônica e sarcástica.
Foto: reprodução/Lucca Mendonça
E: Como foi o seu processo de composição com os outros colaboradores da faixa?
P: Foi irado, tanto o Fafa quando o André são amigos que ao escutar a música se inspiraram e quiseram deixar sua marca nela. Com o Ariel e o Pirlo, que são meus produtores, nós trabalhamos a faixa como um todo, olhando para todos os detalhes de arranjo e estética.
E: Como você enxerga o equilíbrio entre vulnerabilidade e deboche dentro da composição?
P: Acho q é uma maneira saudável de falar sobre coisas que já me machucaram, sem chorar novamente pelo que já foi… Transformar lágrimas do passado em um sorriso verdadeiro no hoje.
Assista ao Videoclipe:
E: O que você espera que as pessoas sintam ou reflitam quando ouvirem essa música pela primeira vez?
P: Espero que elas se sintam enérgicas! Com vontade de dançar, pular, correr… Cada um acaba interpretando a sua maneira, o importante para mim é conectar.
E: Como vem sendo o feedback do lançamento?
P: Ando recebendo muitos feedbacks sobre a música, e todos até agora foram bem positivos! Observo que a música fica na cabeça de todos que a escutam já na primeira vez, depois de alguns minutos estão cantando o refrão por aí (risos).
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Escritora explica como faz para trazer a cultura sul-coreana para a realidade brasileira
A maranhense Tatielle Katluryn foi uma das primeiras autoras brasileiras a se aventurar pelo k-drama cristão – gênero que tem se popularizado entre os jovens e que traz tramas sobre paixão, esperança e fé. São narrativas que unem o formato dos dramas asiáticos, principalmente os sul-coreanos, com temáticas ligadas à significação espiritual. Formada em Psicologia, Katluryn também preza pela construção de histórias que abordem a saúde mental e a busca por ajuda.
Ambientada na época de Natal, ComoUm Dia Sem Fim (2025)é a mais nova publicação da autora, inspirada em uma situação real que vivenciou anos atrás. Na obra, o leitor conhecerá Dominic, uma jovem prestes a pegar um voo de São Luís para São Paulo, mas que está cheia de inseguranças e medo de voar. Neste momento, conhece Jae-won, um coreano-brasileiro amável e divertido. Uma conexão imediata surge entre os doisque, lado a lado, enfrentarão feridas e traumas do passado. O livro ainda é permeado de tropes literárias, como enemies to friends, instalove e faith healing.
Tatielle Katluryn também é a autora dos títulos O Horizonte Mora em Um Dia Cinza (2024) e Se o Dia Não Estiver Sorrindo (2025). Em entrevista ao Entretetizei, ela explica como se inspira nos k-dramas para escrever e como a cultura sul-coreana se encontra com a brasileira. Confira!
Foto: divulgação / Tatielle Katluryn
Entretetizei: Como Um Dia Sem Fim mistura clima de k-drama com espiritualidade cristã. Como foi a construção dessa narrativa?
Tatielle Katluryn: A construção dessa história foi bem diferente das outras pelo fato dela ter fluido muito mais rápido. Eu escrevi a primeira versão em menos de 15 dias, após uma situação inusitada que vivi no final de 2023, em uma conexão de Brasília para São Paulo.
Num belo dia em que fui bastante fanfiqueira, um sorriso inusitado que recebi assim que entrei no avião me inspirou a escrever o livro. A segunda versão, eu escrevi em mais ou menos um mês e meio, mas foi um processo muito gostoso de escrita e de aprofundar mais a narrativa.
E: Dominic é uma jovem cheia de medos e inseguranças. Quanto dessa ansiedade veio da sua própria vivência e quanto foi criação literária?
TK: A Dominic é de longe umas das personagens mais parecidas comigo, pelo fato de que eu também tenho dificuldade em exercer minha fé e não criar cenários desastrosos na minha cabeça, além de que para mim é mais fácil pensar no pior e no que pode dar errado. A Dominic é exatamente assim.
E, diante de alguns problemas pessoais, acabei desenvolvendo a ansiedade e, assim como a minha personagem, foi muito difícil aceitar que eu não estava bem e precisava de ajuda. Mas graças a Deus consegui me cuidar e quis deixar essa mesma esperança com a Dominic no final do livro. A esperança de não estarmos sozinhos e de que precisamos buscar ajuda.
E: O que te inspira na cultura dos k-dramas e como você decidiu incorporar isso nas suas obras?
TK: Eu sou apaixonada pelos k-dramas desde 2019 e eles me deram um boom de criatividade! A partir do primeiro drama que assisti, eu sabia que queria escrever algo assim. Eu fiquei encantada com como eles colocavam uma trama profunda por trás dos romances e que nunca era apenas uma história de amor, sempre tinha algo a mais. E eu vi que poderia escrever algo nessa pegada com os princípios cristãos.
E: Qual trope literária você mais gosta de trabalhar – e qual ainda quer explorar?
TK: Essa é uma pergunta difícil, porque eu sou apaixonada por tantas! Mas a que eu mais uso é a de estranhos para amantes e amigos para amantes. Em Como um Dia Sem Fim, eu usei o de estranhos para amantes. E eu gosto muito de como os personagens tiveram aquela conexão instantânea, como um amor à primeira vista.
E: O Natal tem um significado especial para você como pessoa e como escritora?
TK: Quando eu escrevi o livro, foi perto da época do Natal e eu queria muito lançar em dezembro. Quando comecei a escrever, eu não pensei muito no significado dessa festividade para mim, mas, conforme eu fui escrevendo, eu vi que o Natal tinha tudo a ver com a magia do romance inesperado entre o Jae e a Dominic, era como estar assistindo a um filme clichê de romance natalino, mas com uma narrativa que pode ser lida em qualquer época do ano e que vai continuar tocando, curando e sendo encantadora.
E: O que mais te preocupa ou motiva quando escreve sobre saúde emocional para jovens leitoras?
TK: O que mais me motiva são os feedbacks que já recebi de leitoras, em que algumas até me mandaram áudio chorando ao falar o quanto se identificaram, se sentiram tocadas e curadas com as histórias. Apesar de que, na primeira obra que escrevi, recebi críticas por abordar a depressão em O Livro Perdido de Yerin Davies. Isso em 2020, mas hoje eu vejo que o propósito é maior e, como psicóloga, eu tenho responsabilidade em abordar a saúde mental nos meus livros e incentivar a busca por ajuda.
E: Qual personagem te desafiou mais durante a escrita?
TK: Em Como Um Dia Sem Fim, foi a Dominic Sanchez, uma personagem muito complexa, com várias camadas e traumas, mas ela tem ajudado muitas pessoas que passam pelo mesmo. Acredito que, nessa nova edição do livro, os leitores serão ainda mais tocados.
E: Você se tornou conhecida pelo termo k-dramas cristãos. Para você, quais elementos são essenciais no gênero?
TK: Comecei a escrever k-dramas em 2020. Na época, era tudo mato e praticamente ninguém escrevia este gênero. Apenas uma autora se aventurou a escrever k-drama cristão e junto comigo fomos pioneiras. Os principais elementos são colocar elementos culturais da Coreia do Sul, pesquisar bastante e respeitar a cultura deles, além de colocar elementos clichês dos k-dramas e escrever protagonistas sul-coreanos profundos.
E: Os k-dramas têm um jeito muito próprio de contar histórias, que podem se diferenciar bastante da literatura produzida no Brasil. Como você adapta essa essência dorameira ao nosso contexto?
TK: Eu nunca deixo de abordar a cultura brasileira, em especial a nordestina e maranhense nos meus livros. Para mim, é um prazer colocar frases típicas, músicas, comidas e até o refrigerante Jesus, como fiz em Se o Dia Não Estiver Sorrindo. O bom é que as pessoas riem, entendem as referências e ficam encantadas.
E: Jae-won é coreano-brasileiro. Quais cuidados você tomou para representar essa identidade de forma respeitosa e realista?
TK: Como em todas as minhas obras, eu sempre estudo muito sobre a história da Coreia e em especial sobre como foi o processo dos imigrantes sul-coreanos aqui no Brasil. É uma parte da escrita que eu amo fazer, que é a de pesquisar profundamente sobre a cultura sul-coreana para colocar nos livros.
E: Quais são os autores e autoras que mais te inspiram?
TK: Uma autora que ainda me inspira muito é a Jane Austen, pois a escrita dela é profunda, os personagens da Jane têm muitas camadas, até mesmo os secundários, e ela também aborda dramas familiares, além de ter princípios cristãos e sempre terminar suas histórias com um final feliz, que deixa aquele quentinho no coração.
E você, já conhecia os livros deTatielle Katluryn? Conta para a gente em nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X. E, se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube de Leitura do Entretê para conversar sobre leituras incríveis!
Astro de Goblin e Tale of the Nine Tailed traz a turnê My Sweet Home para a América Latina em abril de 2026 e promete momentos íntimos com os fãs brasileiros
Os fãs brasileiros de K-dramas podem comemorar, e muito. Lee Dong Wook, o ator que eternizou personagens icônicos como o ceifador de Goblin (2016) e a inesquecível raposa de nove caudas de Tale of the Nine Tailed (2020), acaba de confirmar sua passagem pelo Brasil em 2026. A produtora Gig Music anunciou que São Paulo receberá uma das datas da turnê MY SWEET HOME – 2025/2026 Fanmeeting Tour, trazendo o astro sul-coreano para bem pertinho dos brasileiros.
O encontro acontece no dia 11 de abril de 2026, marcando mais um momento histórico para os fãs de entretenimento asiático no país. Depois do Brasil, o ator segue para a Cidade do México, onde realiza o segundo fanmeeting latino-americano.
Com uma proposta acolhedora – “entrar no mundo do Lee Dong Wook, onde cada momento parece um lar” –, a turnê deve trazer aquele clima quentinho no coração que combina perfeitamente com o ator. Quem conhece seus fanmeetings sabe: sempre rolam brincadeiras, momentos de interação direta, vídeos exclusivos e surpresas que deixam o público sem ar.
Foto: reprodução/Gig Music
Os detalhes sobre ingressos, local e setores ainda não foram divulgados, mas devem ser anunciados em breve pela produção. A recomendação é simples: fique atento e prepare-se, porque se tem algo que o Brasil sabe fazer é receber um ícone dos K-dramas com muita energia.
Abril de 2026 já tem dono, e ele atende por Lee Dong Wook.
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Coletiva apresentou parcerias com Queremos!, Tiny Desk Brasil e Som Livre para impulsionar a cena musical brasileira no exterior
A Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo) realizou, na tarde de segunda, (8/12), uma coletiva de imprensa online em parceria com Queremos!, Som Livre e Tiny Desk Brasil para apresentar a nova plataforma, Rio de Janeiro Sounds– iniciativa que integra programação cultural e identidade musical voltadas à promoção internacional da música brasileira. O encontro também detalhou projetos especiais e ações que já entram em vigor a partir desta sexta-feira.
Participaram da mesa virtual o presidente da Embratur, Marcelo Freixo; os diretores do Queremos!, Felipe Continentino e Pedro Seiler; e a porta-voz do Tiny Desk Brasil na Anonymous Content Brazil, Fernanda Couto. Também estiveram presentes Luciano Matos, do projeto baiano Radioca; o cantor, produtor e filósofo Felipe Cordeiro; e Vinicius Azevedo, representando a gravadora Som Livre.
Música como passaporte cultural
Durante a abertura, Marcelo Freixo destacou o crescimento do turismo internacional no país – de 6,77 milhões de visitantes no ano passado para os atuais 8 milhões, com expectativa de fechar 2025 com 9 milhões. Ele reforçou a importância estratégica de conectar música e turismo na construção da imagem do Brasil no exterior.
“O Brasil é um país único, mas que nunca foi um só. A música é uma das nossas carteiras de identidade mais importantes. Música não tem fronteira, mas tem identidade”, afirmou Freixo.
O que é a plataforma Rio de Janeiro Sounds?
Foto: reprodução/Embratur
A plataforma,www.riodejaneirosounds.com, que será lançada oficialmente na sexta-feira, dia 12, nasce com o objetivo de organizar e centralizar eventos artísticos e musicais da cidade. A proposta é tornar o acesso à cultura mais democrático, ao mesmo tempo em que impulsiona o turismo e movimenta a economia local.
Idealizada a partir da percepção da Embratur de que faltava um hub capaz de reunir tudo o que acontece na cena cultural, a ferramenta aposta em uma estratégia que combina promoção internacional com produção local de conteúdo.
No lançamento, a busca da plataforma não contará com curadoria: ela exibirá tudo o que estiver disponível online, ainda sem filtros específicos. Entre os destaques iniciais está a seção “Você tem que conhecer”, que apresenta espaços tradicionais como a Pedra do Sal, e será atualizada semanalmente às quintas-feiras.
A proposta privilegia a relevância cultural da cidade, mais do que a promoção de grandes shows. Para atender visitantes estrangeiros, o serviço será disponibilizado também em inglês e espanhol. O usuário poderá ainda personalizar sua experiência: criar perfis próprios, favoritar atrações, montar roteiros temáticos, registrar impressões em reviews e acompanhar todo o seu histórico cultural dentro da plataforma.
Lançamento da plataforma e expansão para Salvador
A Rio de Janeiro Sounds estreia nesta sexta-feira, 12 de dezembro. A expansão para Salvador está prevista para o fim de janeiro, replicando o modelo carioca e incluindo a programação musical da cidade, além de destacar a história de casas de show, artistas, produtores e tradições locais.
O curador Luciano Matos reforçou a relevância da iniciativa: “Salvador, ao lado de Recife, é uma das grandes cidades da música no Brasil. É importante impulsionar essa produção além do que já é conhecido. A cidade tem festejos que misturam religião, música e rua – é diversa, e isso precisa aparecer na plataforma.”
Foto: reprodução/Todabahia
Identidade musical brasileira em foco
Durante o encontro virtual, o cantor e produtor Felipe Cordeiro reforçou a importância de ampliar as referências da música brasileira contemporânea. Para ele, “pensar a economia criativa e pensar a música como ferramenta para apresentar o Brasil coloca o turismo em um lugar de solução para o século XXI. Quando conectamos música, turismo e cultura, encontramos nossa maior força”.
Cordeiro também relacionou o tema à COP 30, destacando que “não dá para pensar em meio ambiente, sociedade e turismo sem cultura. A música é parte essencial da visão de mundo que queremos construir.”
Episódio especial do Tiny Desk Brasil
Foto: reprodução/tinydeskbrasil
Atuando como parceiro da Embratur, o Tiny Desk Brasil – versão nacional do famoso programa musical da NPR (National Public Rádio), conhecido por apresentar performances intimistas gravadas em pequenos espaços – anunciou o lançamento de um episódio no dia 16 de dezembro, ainda sem atração divulgada. O especial será produzido pela Anonymous Content Brazil e encerrará a temporada de 2025 da versão brasileira do programa.
Representando as lideranças femininas do projeto na coletiva, Fernanda Couto, PR do Tiny Desk Brasil, apresentou detalhes sobre o episódio e enfatizou sua relevância para a promoção internacional da música brasileira. “Nossa parceria com a Embratur integra música e promoção turística internacional com olhar cuidadoso para a projeção internacional e a qualificação da forma que as nossas artísticas são conhecidas globalmente. Será mais episódio com alto valor simbólico cultural e com excelência artística, diversidade, pluralidade de gêneros musicais e representatividade territorial”, destacou a porta-voz.
A Som Livre também apresentou sua participação na temporada de verão com a volta do projeto Disco na Agulha, que já fez sucesso em outros momentos e agora realizará, sessões gravadas de discotecagem em vinil, DJ sets gravados em pontos turísticos do Rio de Janeiro.
O coordenador artístico e de repertório da gravadora, Vinicius Azevedo, apresentou a proposta durante a coletiva. “O projeto promove a cultura do vinil, que está em alta, e mostra clássicos e pérolas da música brasileira — da bossa nova ao rock. O objetivo é promover a cultura brasileira, que sabemos que o Brasil tem, mas na nossa visão ainda tá subexplorada”, afirmou.
Música como ponte entre cultura, turismo e economia criativa
As iniciativas anunciadas mostraram a abertura de diálogo junto a população sobre o tema em conjunto de um compromisso conjunto da Embratur, Queremos!, Tiny Desk Brasil e Som Livre de ampliar a presença internacional da música brasileira e fortalecer o diálogo entre cultura, turismo e economia criativa. Foi abordada também a ideia de usar a música como soft power brasileiro, no sentido de construir uma nova imagem do Brasil para o mundo. Imagem além das praias e lindas paisagens.
Vai conferir a nova plataforma? Conta lá nas redes do Entretê – Insta, Facebook e X – e aproveite para nos seguir e ficar por dentro das novidades do mundo do entretenimento.
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