Mês: dezembro 2025
O multiartista lança Filhos da Terra, single criado em parceria com o produtor Mawa e já disponível em todas as plataformas
Após ganhar destaque nacional como Fiyero em Wicked Brasil, o multiartista HIPÓLYTO vive um momento de expansão criativa com dois lançamentos que reafirmam sua versatilidade: o show inédito Sambelting e o single Filhos da Terra. Com projetos que atravessam teatro, música e audiovisual, HIPÓLYTO consolida sua presença como um artista completo.
Na música, HIPÓLYTO apresenta Sambelting no dia 16 de dezembro: um show, criado ao lado de Thales Cesar e Thadeu Torres, que transforma a tradicional roda de samba em uma experiência performática. Com banda ao vivo, o projeto revisita clássicos de Djavan, Jorge Vercillo, Fat Family e outros artistas que fazem parte da memória afetiva do público. O repertório, guiado por releituras potentes e arranjos contemporâneos, mergulha na formação musical do artista e celebra a força do samba e do pagode.
“Sambelting nasce de um desejo antigo de fazer algo ligado às minhas raízes: pagode e samba. Tudo começou numa conversa de camarim com Thadeu Torres, com quem faço Wicked. Decidimos levar a ideia adiante e chamamos o Thales Cesar, de quem sou fã e com quem sempre tive vontade de trabalhar – e que hoje é uma alegria dividir o palco. O show é nosso respiro no fim do ano: vamos cantar, dançar, rir e fazer samba do nosso jeito, sem frescura, do jeito que a gente ama. É para nós, para a classe artística, para quem curte pagode, samba e diversão. A primeira edição já está lotando, então espero que todo mundo garanta o ingresso e viva essa festa com a gente”, complementa HIPÓLYTO.
Em paralelo, HIPÓLYTO lança Filhos da Terra, single criado em parceria com o produtor Mawa e já disponível em todas as plataformas pela Club 81 Records. Com a energia do Afro House, a faixa homenageia a cultura afro-brasileira e traz uma atmosfera espiritual que dialoga com a força do Axé. A letra evoca de maneira sutil a presença de alguns Orixás, resgatando a relação entre natureza, ancestralidade e poder coletivo.

Resultado dessa fusão entre música eletrônica de vanguarda e espiritualidade, Filhos da Terra nasce como um convite à pista e à celebração da identidade
Nos palcos, HIPÓLYTO consolidou seu nome ao viver Fiyero em Wicked Brasil, performance que o apresentou ao grande público e destacou sua força cênica no teatro musical nacional. Desde então, o artista seguiu construindo uma trajetória marcada pela versatilidade, dublando Taka (Scar) em Mufasa: O Rei Leão (Disney), integrando montagens como Marrom – O Musical, Cabaret – Kit Kat Club, Legalmente Loira e Kiss Me, Kate, , além de participar de produções audiovisuais como Turvo, Meu Filho Só Anda Um Pouco Mais Lento, O Coro, Últimas Férias e Jogo Cruzado (Disney+).
Em paralelo, HIPÓLYTO encerra a temporada de Quem é Juão – Um Musical, obra autoral de Jota.pê em cartaz no Teatro Marte Hall. No espetáculo, ele protagoniza a jornada sensível de um jovem que atravessa sonhos, dúvidas e autodescoberta – uma entrega que vem emocionando o público pela autenticidade e pela identificação com a trajetória de tantos artistas brasileiros. Em um momento de forte criação e presença multiplataforma, o artista reafirma sua potência com projetos que unem música, ancestralidade e espetáculo.
SERVIÇO
Sambelting – Thales Cesar e Hipólyto com banda ao vivo
Datas: 16 de dezembro
Horário: 18h às 22h
Endereço: R. Aspicuelta, 531 – Vila Madalena, São Paulo – SP (Tropikall Bar)
Valores: Lote único – R$30
Ingressos no link: https://meaple.com.br/xodoproducoes/sambelting
Sobre HIPÓLYTO
Nascido no Rio de Janeiro, HIPÓLYTO iniciou sua trajetória artística ainda na infância e construiu uma carreira marcada pela versatilidade e pela presença cênica. No teatro musical, viveu personagens de destaque e sua potência vocal e expressividade o consolidaram como um nome ascendente no teatro brasileiro.
No audiovisual, seu próximo trabalho nos cinemas é Pecadora, atualmente em pós-produção. Já na música e no teatro, vive um momento de intensa criação com o show Sambelting, celebrando samba, pagode e memória afetiva em releituras com banda ao vivo.
Com projetos que atravessam diferentes linguagens, HIPÓLYTO segue consolidando seu nome como um dos artistas mais completos e promissores de sua geração.
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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz
Dando continuidade à nova fase artística focada no reggae, a cantora apresenta mais um lançamento
O single Eu e Você conta com participação especial de Jotapê e foi composta por Mallu Magalhães e Marcelo Camelo, que também assina a produção musical e tocou todos os instrumentos da gravação.
Com sonoridade leve, solar e perfeitamente alinhada ao clima de verão, Eu e Você chega como mais um pilar importante dessa etapa artística da cantora. “Espero que todos fiquem tão viciados nela quanto eu fiquei e sintam a energia boa que ela carrega. É uma música rica e ao mesmo tempo simples, e isso faz a gente querer ficar curtindo a vibe dela”, afirma a cantora.
Jotapê, convidado para dividir os vocais, celebrou a parceria. “Sempre admirei muito a Iza pela habilidade vocal, pelas músicas incríveis e pela genialidade. Depois que nos conhecemos, descobri que ela é ainda mais especial. Ela sorri e a gente quer sorrir junto. É uma conquista poder lançar esse trabalho com ela. Espero que seja o primeiro de muitos”, diz o cantor.
Iza contou que, inicialmente, pretendia gravar a faixa sozinha, mas durante o processo no estúdio lembrou de Jotapê e decidiu arriscar o convite. Ela afirmou que admira a voz e o estilo do cantor e que tinha certeza de que a música ganharia ainda mais força com a participação dele.
A cantora destacou que ter Mallu e Camelo na composição foi um presente, afirmando que admira profundamente os dois, especialmente Marcelo, com quem tem uma relação afetiva especial por ser fã de Los Hermanos. Ela explicou que a música reflete muito de sua identidade, mas também carrega características marcantes do modo de compor do artista, e adiantou que outra faixa assinada por Camelo deve integrar o próximo álbum.
O lançamento chega acompanhado de um clipe, filmado na Praia de Grumari, no Rio de Janeiro, durante a madrugada de superlua. Dividido em dois momentos de luz, noite e twilight, o vídeo explora a dança, o corpo e a atmosfera sensual que Iza imprime ao transformar a praia em seu palco.

Com direção geral e de movimento de Fernanda Fiuza, além da direção criativa assinada por Iza e Índio, o clipe aposta em uma câmera que acompanha de perto os movimentos contemporâneos da cantora, criando uma experiência mais imersiva e integrada. Jotapê também participa do vídeo, dividindo os vocais com a artista.
Assim como no single duplo lançado em setembro, Eu e Você reforça a entrada oficial da artista nos universos do reggae e do afrobeat. A faixa reafirma Iza como uma das artistas mais inovadoras e autênticas da música brasileira, abrindo portas para uma fase em que paixão, ancestralidade, crítica social e sensualidade se misturam em um caldeirão sonoro que promete consolidá-la ainda mais como uma voz plural, capaz de transitar entre diferentes mundos sem perder sua identidade marcante e seu olhar atento sobre a realidade das grandes cidades.
Ouça aqui: Eu e Você
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Texto revisado por Simone Tesser
Terceiro filme apresenta novos aliados, novas ameaças e a maior batalha da franquia
[Contém spoiler]
Avatar: Fogo e Cinzas chega aos cinemas em 2025 carregando a responsabilidade de continuar uma das maiores sagas do cinema e também a expectativa de ampliar Pandora com novos clãs, tensões e criaturas. James Cameron já adiantou que o longa entrega “algo revigorante e novo”, e a divulgação recente oferece pistas do que vem aí.
Enquanto os fãs não descobrem exatamente o que isso significa, reunimos as sete maiores novidades do terceiro filme.
Crise na família Sully

A história de Avatar: Fogo e Cinzas começa semanas após Avatar: O Caminho da Água (2022), que termina com a trágica morte de Neteyam (Jamie Flatters), o filho mais velho de Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña). A forma como o clã passa pelo luto não só dará o tom, como também vai ditar as ações dos personagens no terceiro filme.
O primeiro destaque nesse sentido é a relação entre o casal que chefia a família. Enquanto Jake se volta para a guerra e assume uma postura autoritária com os filhos, Neytiri se fecha em um casulo de ódio que o afasta dos demais.
Além deles, Kiri (Sigourney Weaver) se torna a filha mais velha enquanto busca respostas sobre si mesma e Lo’ak (Britain Dalton) deve lidar com a culpa por sentir que causou a morte do irmão.
Por fim, o humano Spider (Jack Champion) começa a sentir que sua presença está desequilibrando o emocional da família que o adotou. Uma desarmonia que leva os Sullys à aventura nos ares.
A chegada dos comerciantes do vento

Temendo pela segurança de Spider, a família Sully decide levá-lo de volta à fortaleza dos Omatikaya, o clã da floresta apresentado no primeiro Avatar, de onde vem Neytiri. Para ir até lá, eles fazem uma aliança com o Clã Tlalim, outra novidade do filme.
Conhecido também como Wind Traders (tradução livre: Comerciantes do Vento), o Clã Tlalim é um povo nômade, pacífico e comerciante, que viaja pelos céus do planeta Pandora. Eles são liderados por Peylak (David Thewlis) e ficam responsáveis por levar Spider e a família Sully até seu antigo lar. O problema é que, no caminho, eles são interceptados por um outro clã Na’Vi.
A ameaça do povo das cinzas

A viagem dos Sully é brutalmente interrompida por um ataque do Povo das Cinzas, os vilões desse filme. Chamado Mangkwan, esse clã é diferente dos outros por ter virado as costas a Eywa, a divindade natural do planeta Pandora. Essa ruptura ocorreu após a erupção de um vulcão que destruiu o lar e matou parte dessa tribo, que então passou a acreditar que teve suas preces ignoradas.
O Povo das Cinzas é liderado por Varang (Oona Chaplin), que entrou em uma rota sombria para conseguir salvar o próprio clã que, em troca, a trata como rainha. Segundo James Cameron, a chegada dos Mangkwan marca uma evolução na dinâmica estabelecida anteriormente em que os Na’Vi eram bons e os humanos malignos. Uma mecânica preto e branco que ganhará tons de cinza, ou melhor, Cinzas.
O mistério de Spider

Avatar: Fogo e Cinzas terá um mistério que desafia tudo o que se sabia sobre Pandora. No primeiro filme, de 2009, é estabelecido que a atmosfera do planeta é tóxica aos seres humanos, que utilizam respiradores especiais para transitar em áreas não controladas. Porém, os trailers do terceiro filme mostraram o humano Spider respirando livremente sem qualquer equipamento.
Como o garoto se tornou capaz de sobreviver sem respiradores é uma incógnita que a produção vai responder, mas esse enigma já trouxe novas preocupações para os Na’Vi. Afinal de contas, essa novidade pode atrair ainda mais seres humanos, que já provaram nos longas anteriores que não se importam em degradar Pandora em nome dos próprios interesses.
A apresentação de novas criaturas de Pandora

Fogo e Cinzas não seria um filme de Avatar sem apresentar novas criaturas da fauna de Pandora, e duas delas merecem destaque. Primeiro temos os Medusóides, os seres aéreos que servem de meio de transporte para o Clã Tlalim. Inspirados em águas-vivas, eles têm mais de 150 metros de altura e funcionam como uma espécie de balão ao carregar gôndolas que levam os Na’Vi e suas mercadorias.
A nova produção também terá Nightwraith (tradução livre: Espectro Noturno), a montaria voadora de Varang, a líder do Povo das Cinzas. Dotada de quatro asas e um chifre, a criatura tem um visual ameaçador digno de sua mestra, a grande vilã do filme.
A batalha mais épica da franquia

Os dois filmes de Avatar trouxeram batalhas grandiosas, mas Fogo e Cinzas promete superá-las. À revista Empire, o designer de produção Ben Procter afirmou que haverá uma guerra entre os habitantes de Pandora e os humanos que fará o clímax de Avatar: O Caminho da Água parecer uma briguinha. “No final de Avatar: Fogo e Cinzas, o que veremos é uma escala de conflito nunca antes vista”, prometeu.
A trilha sonora fica por conta de Miley Cyrus
Um grande filme merece uma grande canção, e Avatar: Fogo e Cinzas trouxe uma das vozes mais potentes dessa geração para cantá-la. Chamada Dream as One, a faixa é interpretada pela vencedora do Grammy Miley Cyrus, que criou a letra em parceria com Andrew Wyatt, Mark Ronson e Simon Franglen, o compositor da trilha sonora do longa.
Confira o videoclipe oficial:
Avatar: Fogo e Cinzas vai mostrar o clã liderado por Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) lidando com a chegada do Povo das Cinzas, uma perigosa tribo Na’Vi. O longa chega aos cinemas do Brasil em 18 de dezembro.
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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura
2026 começa com diversas estreias que são aguardadas pelo público
O primeiro mês do ano chega com uma agenda cheia de lançamentos para os assinantes da plataforma, prometendo agradar diferentes públicos com produções que vão de filmes e K-dramas a séries, documentários e animes. De adaptações literárias a séries originais, a lista de estreias reúne títulos que movimentam o catálogo ao longo do mês. Confira os principais lançamentos abaixo.
Custe o que Custar (1/1/2026)

Em busca da filha que fugiu, um pai desesperado acaba envolvido em um caso de assassinato e descobre segredos que podem destruir a sua família de vez.
Dele & Dela (8/1/2026)

Vivendo sozinha em Atlanta, Anna descobre um assassinato em sua cidade natal e mergulha no caso em busca de respostas. Desconfiado, o policial Jack Harper a coloca na mira de suas investigações.
O Namorado: Temporada 2 (13/1/2026)

Em meio à neve de Hokkaido, novas amizades e romances surgem quando um grupo de homens lida com o primeiro amor, paixões não correspondidas e situações mal resolvidas.
Os Sete Relógios de Agatha Christie (15/1/2026)

Quando uma festa luxuosa acaba em assassinato, uma jovem aristocrata decide resolver o mistério nesta adaptação do livro O Mistério dos Sete Relógios (1929) de Agatha Christie.
O Amor Pode Ser Traduzido? (16/1/2026)

Estrelado por Go Youn-jung e Kim Seon-ho, O Amor Pode Ser Traduzido, conta a história de um intérprete brilhante que enfrenta seu maior desafio: decifrar as emoções imprevisíveis de uma celebridade. Será que ele consegue traduzir para a linguagem do amor?
Sandokan (19/1/2026)

O capitão pirata Sandokan e sua tripulação lutam para proteger o povo dayak das garras do Império Britânico no Sudeste Asiático do século 19.
Patinando no Amor (22/1/2026)

Para salvar o rinque da família, uma ex-patinadora volta a competir ao lado de um novo parceiro, embora ainda pense no antigo, que é o seu primeiro amor.
Bridgerton: Temporada 4 – Parte 1 (29/1/2026)

Na quarta temporada de Bridgerton, o boêmio Benedict (Luke Thompson) é o personagem principal. Apesar dos casamentos bem-sucedidos de seus irmãos e irmãs, Benedict não pensa em ter o mesmo destino, até conhecer uma dama cativante no baile de máscaras da mãe.
Filmes
Rain Man (1/1/2026)
Motivado pelo dinheiro, um jovem egoísta que só pensa em trabalho parte em uma viagem de carro transformadora com o irmão afastado em busca da herança do pai falecido.
Como Eu Era Antes de Você (1/1/2026)
O coração da ingênua Lou é posto à prova quando ela passa a cuidar de um solteirão rico e ranzinza, que ficou tetraplégico em um acidente.
Legalmente Loira (1/1/2026)
Ao levar um fora do namorado esnobe, a presidente de uma irmandade universitária, Elle Woods, decide reconquistá-lo juntando-se a ele no curso de Direito de Harvard.
Legalmente Loira 2 (11/2026)
Despedida do estágio de Direito por ser contra testes em animais, a impertinente candidata a advogada Elle Woods decide ir direito para os legisladores.
Escola de Rock (2/1/2026)
Nesta comédia cheia de música e diversão, um guitarrista em uma maré de azar finge ser professor e transforma a turma em uma banda de rock.
De Férias com Você (9/1/2026)

Após anos de amizade e muitas viagens juntos, a espontânea Poppy e o meticuloso Alex começam a questionar: será que eles formam o casal perfeito?
Dinheiro Suspeito (16/1/2026)

Uma equipe de policiais de Miami encontra milhões de dólares em um esconderijo abandonado, acabando com a confiança entre eles. Quando outras forças descobrem o tamanho da apreensão, a história toda é colocada em dúvida. Agora, ninguém pode confiar em ninguém.
Bastardos Inglórios (19/1/2026)

Na França ocupada pelos nazistas, soldados americanos planejam um ataque aos líderes do Terceiro Reich durante a estreia de um filme de propaganda política.
O Último Azul (20/1/2026)

Em um futuro próximo no Brasil, no qual o governo obriga as pessoas idosas a viver em colônias remotas, uma mulher ousa escapar e realizar o sonho de viajar de avião.
Documentários e Especiais
Marcello Hernández: American Boy (7/1/2026)

Em seu primeiro especial da Netflix, Marcello Hernández, do Saturday Night Live, fala sobre as raízes latinas, competições de dança excêntricas em família e lições de vida inesquecíveis que recebeu da mãe.
Take That (Em Breve)
Com imagens inéditas de acervo, este documentário retrata a ascensão, a queda e o retorno triunfal de uma das boy bands mais icônicas do Reino Unido.
Anime
Pelo Prisma do Amor (15/1/2026)
Londres, 1914. Uma jovem japonesa se matricula em uma renomada escola de arte e se surpreende quando a rivalidade com um colega talentoso se transforma em romance.
Kaguya: A Princesa Espacial (22/1/2026)

A vida de Iroha sai da órbita quando a fugitiva Kaguya chega direto da lua e a convence a se apresentar com ela em um mundo virtual.
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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura
O pôster e os primeiros stills dos episódios também foram divulgados
O Disney+ anunciou que a nova série The Beauty – Lindos de Morrer estreará em 21 de janeiro exclusivamente na plataforma. O thriller é uma criação do produtor executivo Ryan Murphy. A produção estreia com três episódios e lançará um novo capítulo toda quarta-feira. Ao todo, a temporada terá 11 episódios, com estreias duplas nas duas últimas semanas.
Em The Beauty – Lindos de Morrer, o glamour da alta-costura vira pesadelo quando supermodelos começam a morrer de forma misteriosa. Os agentes do FBI Cooper Madsen (Evan Peters) e Jordan Bennett (Rebecca Hall) viajam a Paris e descobrem um vírus sexualmente transmissível que transforma pessoas em versões “perfeitas”, mas com consequências devastadoras.
A investigação os coloca no caminho de The Corporation”l, liderada pelo magnata Ashton Kutcher, criador da droga “he Beauty, disposto a tudo para proteger seu império, inclusive acionar um assassino de aluguel (Anthony Ramos). Com a epidemia se espalhando e um jovem outsider (Jeremy Pope) puxado para o centro do caos, os agentes correm contra o tempo por grandes capitais mundiais para impedir uma ameaça que pode redefinir a humanidade. A série questiona: até onde alguém iria pela perfeição?

O elenco conta com participações especiais de Amelia Gray Hamlin, Ari Graynor, Bella Hadid, Ben Platt, Isabella Rossellini, Jessica Alexander, Julie Halston, Lux Pascal, Meghan Trainor, Nicola Peltz Beckham, Peter Gallagher e Vincent D’Onofrio.
Já preparou a pipoca para maratonar mais uma série incrível? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
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Texto revisado por Cristiane Amarante
Artista coreana formada em Seul, Daejeon, Austrália e Londres transforma física, memória e espiritualidade em ecossistemas vivos que crescem dentro e fora das páginas
Seungyoun Lee nasceu em Seul, em 1982, filha de um físico que a levou a transitar desde cedo entre mundos aparentemente distantes: a precisão da ciência e a fluidez da imaginação. Após viver na Austrália e retornar à Coreia, estudou Design na Universidade Hongik e, mais tarde, aprofundou sua pesquisa sobre narrativas ecológicas na Central Saint Martins, em Londres.
Ao longo dessa trajetória, desenvolveu uma obra que se expande do desenho para ferro, madeira, tecido, vídeo e instalações, reinterpretando temas como civilização, religião, guerra e identidade a partir de uma sensibilidade coreana. Em séries como A Floresta do Mofo Dourado e A Floresta Invisível, Lee cria ambientes que parecem respirar, mudando com a luz, com o espaço e até com quem passa por eles.

Nesta entrevista, ela discute como mito, ciência e sensação se entrelaçam em seu processo criativo. Também explica por que suas florestas funcionam como organismos autônomos e revela o que esse ecossistema artístico ainda deseja contar. Confira:
Entretetizei: A Floresta do Mofo Dourado apresenta um ecossistema que parece vivo, pulsante e quase mítico. Que revelações pessoais ou sensações despertaram em você a necessidade de criar essa floresta em forma de livro?
Seungyoun Lee: A Floresta do Mofo Dourado começou com meu desejo de registrar os movimentos invisíveis da vida que eu sinto ao caminhar pela floresta.
As árvores antigas e as raízes gigantes que encontrei nas florestas da América do Sul deixaram uma impressão profunda em mim.
O ciclo constante de desaparecer e crescer me soou quase como algo mítico.
O formato do livro me permitiu registrar essa vibração sutil e transformá-la em uma floresta em páginas.
E: No processo de transformar o livro em instalação, com o projeto A Floresta Invisível, o que você descobriu sobre esse universo que só pôde ser revelado fora das páginas?
SL: A Floresta Invisível não nasceu do livro – na verdade, começou como uma instalação e obras bidimensionais criadas para o Museu de Arte Moderna e Contemporânea da Coreia.
A história que surgiu naquele espaço foi depois organizada em formato de livro.
Na exposição no Brasil, a floresta voltou ao espaço real e encontrou luz e vegetação locais. Com isso, cresceu de forma mais diversa e em constante transformação. A instalação passou a se mover junto com o ambiente, como um organismo vivo.
E: O mofo dourado, em suas obras, parece simbolizar algo além do biológico, quase como um elo entre o visível e o oculto. O que esse organismo representa para você em termos de imaginação, memória e espiritualidade?
SL: Para mim, o “mofo dourado” é menos um organismo biológico e mais uma metáfora que liga o visível ao invisível. Ele cresce em lugares escondidos, assim como nossas memórias, imaginação e sensações espirituais.
Por isso, no meu trabalho, o mofo dourado representa forças silenciosas que sustentam e movem o mundo. É uma pequena linha de conexão entre elas.
E: A floresta, para você, é frequentemente um espaço-sujeito, não um cenário. Como essa visão se manifestou na transição do livro ilustrado para a exposição imersiva?
SL: Para mim, a floresta não é um cenário, mas um ser que se move e fala. Na exposição no Brasil, instalei A Floresta Fluida em posição inclinada, “escorrendo”, para que o público pudesse sentir o movimento da floresta mais de perto.
Nas laterais, coloquei frases curtas em coreano e português que expressam o “coração” da floresta, criando a sensação de que ela observa e dialoga com quem passa.
Assim, a floresta deixa de ser um pano de fundo e se torna algo com quem respiramos junto.
E: Suas obras combinam mitologia, ciência e sensorialidade. Nesse novo projeto, onde você percebe que esses três mundos mais se encontram e onde eles mais entram em conflito?
SL: No meu trabalho, mito, ciência e sensação não aparecem separadamente, eles se conectam de forma natural, como uma floresta.
É difícil apontar um momento específico em que colidem ou se encontram, porque eles sempre coexistem. Creio que essa mistura e esse limite “borrado” criam novos caminhos de imaginação.

E: No desenvolvimento da A Floresta Invisível, houve algum elemento, som, cor ou textura que ‘apareceu’ sozinho, como se a obra tivesse vontade própria?
SL: Sim. O espaço de exposição no Brasil tinha grandes janelas onde o sol entrava diretamente.
Por isso, as cores da A Floresta Fluida mudavam conforme a direção e a intensidade da luz. Era como se a obra criasse suas próprias expressões.
As plantas e os elementos da instalação também mudavam naturalmente com o clima e a umidade locais. Senti que a obra não estava sendo finalizada por mim, mas revelando-se sozinha à medida que encontrava o ambiente.
E: Grande parte do seu trabalho provoca o público a repensar modos de coexistência. Que tipo de reflexão sobre convivência – humana, interestelar, ecológica – você espera despertar com esse novo ciclo artístico?
SL: Na floresta, raízes escondidas e pequenos organismos convivem apoiados uns aos outros. Acredito que nós também vivemos conectados, mesmo com ritmos e formas diferentes.
Não desejo oferecer uma grande resposta, mas sim inspirar uma pequena pergunta: “Com que estou conectado?”.
Acredito que essa pergunta é o primeiro passo para pensar em coexistência.
E: Se a floresta pudesse falar, que pergunta você acha que ela devolveria ao público que atravessa suas instalações?
SL: Acho que ela perguntaria: “O que você está vendo? E o que está deixando passar?”.
A floresta é cheia de movimentos invisíveis e pequenos tremores. Isso continua nas duas florestas que desenhei no livro, a floresta em pé e a floresta invertida. São duas faces do mesmo mundo.
Talvez a floresta também dissesse: “Eu também estou tremendo. E você, que tipo de tremor sente?”.
Não é uma pergunta que exige resposta, mas um convite para perceber as pequenas mudanças ao redor.
E: Tanto no livro quanto na exposição, há uma sensação de transformação contínua: fungos que crescem, tecidos que se movem, imagens que parecem respirar. O que o tema da metamorfose representa na sua trajetória atual?
SL: Na floresta, desaparecer e crescer acontecem ao mesmo tempo. Esse ciclo silencioso me inspira muito. Em A Floresta Fluida e em A Floresta do Mofo Dourado, a floresta nunca está parada – ela está sempre em mudança. Aceito essa mudança como parte natural da obra.
Para mim, metamorfose significa deixar espaço para que o trabalho cresça sozinho e encontre novos caminhos.
E: Se A Floresta do Mofo Dourado é uma narrativa, e A Floresta Invisível é um ambiente vivo, qual seria o próximo capítulo dessa história? Há algo que você sente que esse ecossistema ainda quer revelar?
SL: Vejo A Floresta do Mofo Dourado e A Floresta Invisível como duas cenas de um mesmo mundo. Não sei ainda qual será o próximo capítulo, mas sinto que essa floresta continua se expandindo.
Ultimamente, tenho me interessado por instalações que se conectam mais profundamente com luz, ar e plantas.
Talvez a próxima história apareça como movimento ou respiração. O que sei é que esta é uma floresta aberta, que pode renascer em qualquer lugar. Estou acompanhando esse fluxo e esperando para ver qual forma surgirá a seguir.
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Texto revisado por Angela Maziero Santana
A série baseada na obra de Gabriel García Márquez estreia em agosto no catálogo do streaming
Nesta quinta (11), a Netflix anunciou o lançamento da segunda e última parte de Cem Anos de Solidão, adaptação do livro escrito em 1967 pelo colombiano Gabriel García Márquez. A primeira temporada da série lançada em dezembro de 2024 foi bem recebida tanto pelo público quanto pela crítica mundial, retornando com novos episódios que prometem manter a mesma essência do romance presente na obra do autor vencedor do Prêmio Nobel de Literatura.
Estrelada por Marleyda Soto (Úrsula Iguarán) e Claudio Cataño (Coronel Aureliano Buendía) e dirigida por Laura Mora e Carlos Moreno, Cem Anos de Solidão se consagra como uma das obras mais ambiciosas da América Latina. A série, filmada inteiramente na Colômbia, conta com o apoio e a colaboração da família García Márquez.
Sinopse de Cem Anos de Solidão: Parte 2
Após o armistício e a assinatura do Tratado de Neerlandia, a paz não chegará a Macondo. Os Conservadores, temendo as ameaças do Coronel Aureliano Buendía, irão tramar um ataque que, por uma reviravolta do destino, trará Fernanda del Carpio, de Bogotá, à cidade. Ao se casar com Aureliano Segundo, um dos gêmeos indomáveis do bastardo Arcadio, ela dará a Úrsula Iguarán seus primeiros descendentes legítimos.
Enquanto isso, José Arcadio Segundo, o outro gêmeo, aprisionado nos manuscritos de José Arcadio Buendía, realizará os sonhos extravagantes do patriarca, conectando Macondo ao mundo. A chegada do trem abrirá as portas da empresa bananeira, que, inadvertidamente, desencadeará as forças que vão precipitar a ruína da cidade, cumprindo a maldição de Úrsula Iguarán, pois “as linhagens condenadas a cem anos de solidão não têm uma segunda chance na Terra”.

Cem Anos de Solidão: Parte 2 chega em agosto de 2026 no catálogo da Netflix.
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Texto revisado por Alexia Friedmann
O longa chega aos cinemas brasileiros em 9 de abril de 2026
A Universal Pictures divulgou nesta quarta-feira (10) o primeiro trailer e o cartaz de Eu & Você na Toscana (You, Me & Tuscany), nova comédia romântica dirigida por Kat Coiro, de Case Comigo (2022) e Matlock (2024). O filme é protagonizado por Halle Bailey, estrela de A Pequena Sereia (2023), e por Regé-Jean Page, indicado ao Emmy de Melhor Ator em Série Dramática, em 2021, por Bridgerton (2020).

Com estreia marcada para 9 de abril de 2026, o longa acompanha Anna (Halle Bailey), uma jovem que desistiu do sonho de se tornar chef e agora tenta lidar com uma sequência de escolhas desastrosas. Depois de perder o emprego e a casa no mesmo dia, ela conhece Matteo (Lorenzo de Moor), um italiano charmoso com uma villa vazia na Toscana e decide fugir para lá.
Confira o trailer:
O plano de passar apenas uma noite no local vai por água abaixo quando Gabriella, mãe de Matteo, interpretada pela lendária Isabella Ferrari (O Segredo de Napolés, 2017), aparece sem avisar. Desesperada, Anna deixa Gabriella acreditar que é a noiva do filho. A mentira só se complica quando o primo de Matteo, Michael (Regé-Jean Page), chega e desperta uma química que pode virar sua vida de ponta-cabeça.
O elenco também conta com Lorenzo de Moor (Doce Entardecer na Toscana, 2018), Marco Calvani (Maré Alta, 2024), Nia Vardalos (Casamento Grego, 2002) e Aziza Scott (Um Dia Daqueles, 2025).
Baseado em uma ideia original dos produtores executivos Kristin e Ryan Engle, que também assinam o roteiro, Eu & Você na Toscana chega aos cinemas brasileiros em 9 de abril de 2026, com distribuição da Universal Pictures e versões acessíveis.
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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura
Imagens da 2ª temporada promete grandes emoções com a chegada de nova personagem
A manhã desta quarta-feira, 10 de dezembro, foi animada para os amantes de Avatar: O Último Mestre do Ar! A Netflix divulgou hoje o teaser oficial e as primeiras imagens da 2ª temporada da série, além disso, o streaming também confirmou que os novos episódios serão lançados em 2026.
No teaser podemos ver a personagem favorita dos fãs, a mais nova integrante da equipe e mestre da dobra de terra, Toph, que será interpretada por Miya Cech. A revelação promete agradar quem gosta da história de Aang (Gordon Cormier) e seus amigos, Katara (Kiawentiio) e Sokka (Ian Ousley).
Assista ao teaser:
Na 2ª temporada, após uma vitória agridoce ao salvar a Tribo da Água do Norte da invasão da Nação do Fogo, o Avatar Aang, Katara e Sokka se reúnem e partem em uma missão para convencer o elusivo Rei da Terra a ajudar na batalha contra o temível Senhor do Fogo, Ozai.
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Texto revisado por Larissa Couto
