Cemre Arda entra para o elenco de Ömür Usta, nova série da Ay Yapım, e interpretará Nazlı, filha da protagonista vivida por Nurgül Yeşilçay
A atriz turca Cemre Arda foi confirmada no elenco de Ömür Usta (tradução livre: Mestre da Vida), nova produção da Ay Yapım que terá Nurgül Yeşilçay no papel principal. Aos 23 anos, a atriz interpretará Nazlı, filha da protagonista, personagem que deve ocupar posição central no desenvolvimento emocional da trama.
Imagem: divulgação/Birsen Altuntas
Produção avança e gravações começam em janeiro
Dirigida pela premiada Hilal Saral e escrita por Çağla Kızılırmak,Ömür Usta segue em fase de preparação e tem início das gravações previsto para a primeira semana de janeiro. A entrada de Cemre Arda acontece após a confirmação de Gonca Vuslateri no elenco, ampliando a expectativa em torno da produção.
Imagem: divulgação/Birsen Altuntas
Personagem Nazlı terá papel-chave na narrativa
A série acompanha a trajetória de Ömür Usta, uma mulher forçada a se casar ainda criança e que, anos depois, precisa reconstruir a própria vida após o desaparecimento misterioso do marido. A relação entre mãe e filha será um dos eixos centrais da trama, colocando Nazlı, personagem de Cemre Arda, como peça fundamental para revelar conflitos, segredos e feridas do passado.
Com uma proposta emocionalmente intensa e socialmente relevante,Ömür Usta já figura entre as produções turcas mais aguardadas para o próximo ano.
Imagem: divulgação/Instagram
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Roteirista irá se dedicar à série Boş Ev, nova produção da Ay Yapım
A roteirista Sema Ergenekon deixará a dizi Sahtekarlar nas próximas semanas. Criadora da história e responsável pelo roteiro da produção, Ergenekon irá transferir suas funções para uma nova equipe de roteiristas a fim de se dedicar integralmente ao desenvolvimento de Boş Ev (tradução livre: Casa Vazia), seu novo projeto assinado pela Ay Yapım.
Imagem: reprodução/Onedio
Mudança nos bastidores de Sahtekarlar
A saída de Sema ocorre em meio à exibição regular da série, que segue no ar normalmente. Produzida pela Ay Yapım, Sahtekarlar é estrelada por Hilal Altınbilek e Burak Deniz e teve seu décimo episódio exibido recentemente no canal NOW, mantendo a atenção do público e da imprensa especializada.
Imagem: divulgação/IMDb
Novo foco criativo
Nos bastidores, a decisão de Ergenekon está ligada à necessidade de concentração total no roteiro de Boş Ev, projeto que vem sendo tratado como uma das próximas apostas da produtora. Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre a trama ou o elenco da nova série.
Sema Ergenekon ganhou destaque internacional em 2023 com Yargı, vencedora do Emmy Internacional de Melhor Novela. Em Sahtekarlar, a roteirista retoma referências visuais conhecidas do público, como o mesmo prédio judicial utilizado na dizi premiada.
Imagem: reprodução/Onedio
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Produção original da Netflix Brasil acompanha brasileiras em relacionamentos à distância com coreanos e coloca o romance idealizado da cultura pop frente a frente com a vida real, direto de Seul
Em meio a denúncias de sites que vendem encontros com homens sul coreanos, a Netflix divulgou o trailer e a data de estreia de Meu Namorado Coreano, novo doc-reality original brasileiro que promete dialogar diretamente com o imaginário criado pelos K-dramas e, ao mesmo tempo, desmontá-lo. Gravada em Seul, a produção estreia em 1º de janeiro, com a segunda parte chegando ao catálogo em 8 de janeiro.
Misturando documentário e reality show, o programa acompanha a jornada de cinco brasileiras que vivem diferentes fases de relacionamentos à distância com homens coreanos. Ao desembarcarem na capital da Coreia do Sul, elas se veem diante da rotina, das expectativas frustradas, das diferenças culturais e das decisões que não cabem em trilhas sonhadoras nem em cenas perfeitamente ensaiadas.
Ao longo dos episódios, Meu Namorado Coreano propõe uma pergunta que atravessa toda a narrativa: depois de assistir à vida real sem filtros, o público ainda vai querer viver um romance de K-drama? O que acontece quando o guarda-chuva romântico dá lugar ao cotidiano, às conversas difíceis e ao choque entre culturas, valores e planos de vida?
Sem confinamento, mas com convivência intensa, as participantes dividem experiências, inseguranças e expectativas enquanto colocam seus relacionamentos à prova, tendo como pano de fundo alguns dos cartões-postais mais conhecidos de Seul.
Gravado ao longo de 22 dias, o doc-reality contou com uma equipe multicultural de mais de 100 profissionais do Brasil e da Coreia do Sul, além de consultoria cultural coreana desde o início do projeto. A produção teve ainda apoio do Consulado-Geral da Coreia do Sul em São Paulo e da Seoul Film Commission, reforçando o cuidado em retratar o país para além dos estereótipos.
Produzido pela Floresta, produtora da Sony Pictures Television no Brasil, o programa segue a linha de narrativas humanas e afetivas já vistas em outros sucessos da empresa na Netflix, como Ilhados com a Sogra (2023). Aqui, porém, o foco está no encontro entre o Brasil e a Coreia do Sul, duas culturas que se aproximaram como nunca nos últimos anos, impulsionadas pela hallyu.
“Meu Namorado Coreano reflete o crescente interesse do Brasil pela cultura coreana, mas também o desejo por novos formatos de reality. Trouxemos a estética que o público ama nos K-dramas, sem abrir mão da verdade de histórias reais”, afirma Adriana “Dida” Silva, VP e diretora-geral da Floresta.
Já Elisa Chalfon, diretora de conteúdo de não ficção da Netflix no Brasil, destaca o momento da indústria: “É um projeto totalmente criado no Brasil, que mostra o quanto estamos evoluindo ao desenvolver narrativas que dialogam diretamente com o público e com fenômenos culturais globais”.
Conheça as participantes
Camila Kim, 31 anos – São Paulo (SP) Nascida em Seul e criada no Brasil, Camila retorna pela primeira vez à cidade onde nasceu. Entre memórias, identidade e pertencimento, ela busca se reconectar com suas raízes, e talvez com o amor.
Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix
Katy Dias, 33 anos – São Paulo (SP) Katy conheceu Jack por acaso durante uma viagem a Busan, em um encontro inesperado no trem. Após um ano de contato à distância e sem definição clara de relacionamento, ela retorna à Coreia em busca de respostas.
Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix
Luanny Vital, 26 anos – Recife (PE) Em um relacionamento intenso com Si Won, conhecido por aplicativo, Luanny viveu altos e baixos desde o início. Mãe solo, ela retorna a Seul para entender se há espaço para sua realidade dentro da dinâmica do casal.
Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix
Mariana Tollendal, 28 anos – Brasília (DF) Após uma decepção amorosa, Mariana construiu uma conexão profunda com Danny, com quem conversa diariamente há quatro meses, sem nunca tê-lo visto pessoalmente. A viagem marca o primeiro encontro face a face.
Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix
Morena Monaco, 31 anos – Belo Horizonte (MG) Morena e Suwoong já se encontraram tanto no Brasil quanto na Coreia. De volta a Seul, ela quer discutir o futuro do relacionamento, guiada pelo desejo de formar uma família e alinhar expectativas.
Foto: divulgação/ Nat Odenbreit/Netflix
Ao trocar a fantasia pelo cotidiano, Meu Namorado Coreano se posiciona como mais do que um reality: é um espelho para fãs da cultura coreana que sempre sonharam com um romance à moda dos dramas, e agora terão a chance de descobrir o que permanece quando o roteiro acaba.
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O caminho de APT e Golden até o Grammy expõe a força subestimada das crianças, que transformam repetições em números e números em hegemonia cultural
Os dois indicados coreanos ao Grammy, Golden, da animação coreana Guerreiras do K-pop, e APT, parceria entre Rosé e Bruno Mars, representam um fenômeno curioso e absolutamente revelador sobre o consumo musical global em 2025. Ambas se tornaram onipresentes, tocando em todos os lugares, acumulando milhões de streams por dia e alcançando um nível de “chiclete” que não víamos desde o estouro mundial de Baby Shark. E, por mais que muitos tentem explicar esse sucesso apenas pela qualidade de produção, pelo marketing ou pelo poderio do K-pop, existe um elemento que sempre é ignorado, mas que merece todo o crédito: o público mirim.
Crianças são o motor silencioso de muitos fenômenos musicais. Elas escutam repetidamente a mesma música dezenas, às vezes centenas de vezes, sem enjoar, e isso tem impacto direto e brutal nos algoritmos de streaming. Em festas infantis, playlists escolares, canais infantis e até mesmo no celular dos pais, esses hits rodaram em looping por meses. APT tem uma estrutura melódica simples e absolutamente memorável; Golden, apesar de tecnicamente mais complexa e com vocalizações bem mais difíceis, ainda entrega um refrão direto o suficiente para ser absorvido por ouvintes de três , cinco e sete anos. Isso explica por que nem a maturidade lírica de Golden, nem o status de colaboração global de APT, foram barreiras para o consumo repetitivo dos pequenos, na verdade, foram catalisadores.
Graças a eles, essas duas músicas não apenas dominaram as plataformas, mas hoje chegam ao Grammy em categorias grandes, de forma legítima e merecida. E é impossível ignorar como esse resultado também fala sobre a consolidação definitiva da cultura pop asiática no Ocidente. APT, especialmente, carrega um simbolismo que Bruno Mars parece ainda não ter digerido por completo: ele divide um espaço histórico com uma artista coreana porque o K-pop abriu esse caminho. Houve um momento entre Gangnam Style e APT em que o pop coreano furou a bolha repetidas vezes; grupos, solistas e fenômenos digitais que pavimentaram o terreno para que artistas coreanos fossem levados a sério em premiações que antes sequer cogitavam essa presença. Essa história não pertence apenas aos artistas atuais, ela é fruto de uma década de resistência cultural, investimento em indústria e dedicação de fandoms globais.
É por isso que soa tão desconectado quando Bruno Mars tenta se posicionar acima dessa narrativa, como se o espaço dividido fosse uma concessão e não uma construção histórica. APT não é apenas um hit, é um marco de coexistência artística entre o pop ocidental e o asiático. E, ironicamente, parte desse marco se deve ao público mais imprevisível e menos reconhecido da indústria, as crianças que repetem uma música até o infinito e transformam tendências em estatísticas.
O Grammy reconhece hoje o que o mundo já percebeu há muito tempo: a música pop coreana não é visitante, é residente. E se Golden e APT chegaram até aqui, é porque carregam nas melodias, nas narrativas e, sim, nos pequenos fãs que cantam sem parar, a prova viva de que o impacto cultural asiático é definitivo e muito maior do que qualquer artista individual.
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Produção estrelada por Demet Evgar se despede como um dos destaques recentes da TV turca
A dizi Bahar, produção da MF Yapım estrelada por Demet Evgar, teve seu final confirmado para o 64º episódio. A série, que estreou com uma das maiores audiências dos últimos anos na televisão turca, não seguirá para uma nova temporada.
Foto: reprodução/Dizilah
Mudança de dia e definição do encerramento
Exibida inicialmente às terças-feiras, Bahar passou recentemente por uma mudança estratégica na grade, sendo transferida para a programação de domingo. Nos bastidores, a expectativa era encerrar a produção antes do fim do ano, caso não houvesse crescimento significativo nos índices de audiência, cenário que acabou se confirmando.
Elenco e legado da série
Além de Demet Evgar, o elenco conta com Buğra Gülsoy, Ecem Özkaya, Demirhan Demircioğlu, Nilsude Albayrak, Füsun Demirel e Hatice Aslan, nomes que contribuíram para a repercussão da produção.
O anúncio do encerramento no 64º episódio ocorre após uma temporada em que Bahar figurou entre os títulos mais comentados da TV turca, impulsionada pela boa recepção da narrativa e pelo desempenho do elenco.
Foto: reprodução/Dizilah
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Apresentação única no dia 27 de dezembro, com as participações de Lenine e Fernanda Abreu, entre outros convidados
Com 25 anos de Carnaval completados no início deste ano, o Monobloco vai reeditar a festa que marcou o começo de sua trajetória. A apresentação acontece no Brava Arena Jockey, dia 27 de dezembro, e promete trazer de volta, apenas por uma noite, a atmosfera dos ensaios que lotavam o Clube Condomínio, no Horto (RJ). Foi lá que o grupo fundado por Pedro Luís, Celso Alvim, C.A. Ferrari e Sidon Silvapavimentou sua trajetória de sucesso, que se multiplicaria em desfiles, oficinas e apresentações que acontecem durante o ano todo.
Além da bateria completa, a apresentação no Brava Arena Jockey vai reunir personagens fundamentais na história do Monobloco, como Lenine e Fernanda Abreu (ambos frequentadores das festas do Clube Condomínio); o DJ Nado Leal; os designers Ernani CaleBilly Bacon, este último criador do boneco que virou marca do bloco; e o multiartista Batman Zavareze. Antes de participar do Brava Arena Jockey, o Monobloco passou por 12 cidades europeias, em mais uma turnê internacional.
Foto: Pati Guimarães
No repertório do show, aquela mistura única de ritmos e estilos que faz do Monobloco mania nacional, além de inspiração para inúmeros grupos e blocos. Clássicos de Jorge Ben Jor, Tim Maia, Alceu Valença, sambas-enredo e uma seleção de canções do pop nacional prometem antecipar a chegada do Carnaval 2026 em pleno Jockey Clube carioca. A noite terá ainda a participação de artistas que fizeram parte da história do Monobloco em canjas especiais.
Ponto de venda sem taxa: Estádio Nilton Santos – Engenhão
Endereço: Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h
Classificação etária: 16 anos
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Elenco e direção se reuniram em uma maratona de entrevistas marcada por emoção, maturidade artística e expectativas altas para a estreia
Nos dois dias de coletiva de imprensa de Coração Acelerado, a equipe apresentou não apenas a trama, mas o tom emocional e estético que pretende conduzir o público. A recepção calorosa do elenco e das autoras refletiu o interesse em torno da novela, que desde já se posiciona como uma das estreias mais aguardadas do próximo ano. A dinâmica das conversas evidenciou um grupo alinhado em propósito e sensibilidade.
O primeiro dia foi marcado por falas mais técnicas, com destaque para a construção narrativa e visual da obra. As autoras Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento detalharam o processo de preparação e a busca por uma estética que traduzisse a intensidade prometida pelo título da produção. Explicaram como cada núcleo foi pensado para equilibrar drama, ritmo e representatividade, reforçando o compromisso com uma televisão mais plural e afetiva.
Foto: divulgação/TV Globo
O elenco, por sua vez, deu vida às discussões com relatos sinceros sobre suas experiências. Houve espaço para risos, lembranças de bastidores e reflexões sobre a responsabilidade de ocupar personagens tão densos emocionalmente. A troca entre os atores e a imprensa manteve o clima leve, mas profundamente conectado ao que a novela se propõe a entregar.
Entre trocas e risadas, Luellem de Castro e Victtor Hugo Maia foram dois dos diversos atores que responderam às perguntas dos jornalistas. Ambos contaram como foi o encontro em cena e como estão se divertindo juntos. Ao Entretetizei, responderam qual palavra poderia resumir a relação dos personagens:
“Eu e Lu (Luellem de Castro) refletimos muito sobre isso e chegamos à conclusão de que é a amizade; eles são muito amigos. Para os dois toparem as loucuras que fazem, eles têm que ser muito amigos”, respondeu Vicctor Hugo.
Foto: divulgação/TV Globo
“É uma parceria, uma amizade inteira mesmo, eles se entendem e não necessariamente concordam com tudo, mas é uma parceria intensa, completa. Nós estamos nos divertindo, decidimos que vamos nos divertir, que vamos entrar de palhaços, no melhor dos sentidos, fazendo essa parceria, esse jogo. Nós respiramos juntos, andamos juntos e está sendo muito divertido”, completou Luellem.
Um segundo dia marcado pelo protagonismo dos artistas e entusiasmo com o impacto da obra
O segundo dia da coletiva mergulhou mais fundo nos aspectos emocionais da novela, dando espaço para falas que tocaram diretamente o público presente. Os atores compartilharam processos internos, dificuldades pessoais e a preparação necessária para sustentar personagens que lidam com amor, trauma, perda e reencontros. Foi um momento de vulnerabilidade e potência, que ampliou ainda mais o interesse pela história.
Foto: divulgação/TV Globo
Letícia Spiller, Isadora Cruz e Elisa Lucinda trouxeram ao segundo dia da coletiva uma energia de alinhamento raro, destacando a união que formaram nos bastidores. Elas falaram sobre como o processo criativo foi marcado por apoio mútuo, trocas profundas e uma sintonia que ultrapassou o trabalho, algo que todas descreveram como um verdadeiro encontro cósmico, daqueles que transformam não só a obra, mas também quem a constrói.
O trio reforçou que essa conexão interfere diretamente na intensidade e na verdade das relações que a novela apresenta. As atrizes comentaram que a harmonia entre elas ampliou a confiança em cena, favoreceu a construção dos afetos e criou um ambiente de gravação que acolheu vulnerabilidades e impulsionou o melhor de cada uma. O que não faltou foram os elogios entre elas; o clima geral foi de entusiasmo: Coração Acelerado vai chegar carregando não só em técnica e trama, mas em um elo humano que promete transbordar para o público.
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Cerimônia reuniu artistas, criadores e profissionais do mercado para reconhecer os destaques de 2025
A 8ª edição do Prêmio Destaque Imprensa Digital (DID), realizada no dia 9 de dezembro, no Teatro Liberdade, em São Paulo, celebrou a potência, a diversidade e a força criativa do teatro musical brasileiro. Considerado o maior e único prêmio dedicado exclusivamente ao setor, o DID foi apresentado em parceria com a Infinitus, empresa do Grupo IN, responsável pela gestão do teatro que, desde 2021, tornou-se um dos principais palcos do gênero no país.
Idealizado por Joaquim Araújo e cofundado por Grazy Pisacane, Wall Toledo e Pedro de Landa (in memoriam), o prêmio nasceu com a missão de reconhecer as produções que passaram pela capital paulista e evidenciar o caráter colaborativo do teatro musical.
Desde 2017, o DID adota um conceito que o diferencia no calendário cultural: ao invés de eleger o melhor, utiliza o termo destaque para apontar contribuições que se sobressaíram na temporada segundo a avaliação dos jurados. A escolha traduz uma visão mais ampla e plural sobre o ofício teatral, reafirmando que o reconhecimento se inicia já na lista de indicados. Esse enfoque, que combina rigor crítico e espírito de celebração, consolidou-se como uma marca essencial da premiação.
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
A edição de 2025 avaliou 36 produções que estrearam ou cumpriram temporada em São Paulo entre 1º de novembro de 2024 e 31 de outubro de 2025, atingindo o mínimo de 12 sessões no período, critérios que garantem pluralidade, diversidade estética e representatividade no recorte anual. Ao todo, os espetáculos concorreram em 18 categorias.
A avaliação foi conduzida por um corpo de jornalistas e comunicadores especializados que acompanham e divulgam o teatro musical em diferentes plataformas, garantindo um olhar atento e plural sobre as produções da temporada. Integraram esse grupo: Joaquim Araújo, Wall Toledo, Andy Santana, Arthur Pazin, Bruno Cavalcanti, Claudio Erlichman, Danilo Gobatto, Isabel Branquinha, Miguel Arcanjo Prado, Priscila Ribeiro, Ubiratan Brasil e William Amorim.
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
Uma noite de música, encontros e expectativas
A noite, comandada pelos Mestres de Cerimônia Rodrigo Miallaret e Maria Clara Rosis, apresentou versões especiais, voz e piano de trechos dos musicais indicados às categorias de Destaque Musical Brasileiro e Estrangeiro, além do tradicional medley de encerramento, que antecipou ao público parte dos títulos já confirmados para a próxima temporada. Em sua proposta editorial, o prêmio reforçou mais uma vez seu papel de celebrar o presente enquanto prepara o olhar da indústria para o que vem pela frente.
A lista de premiados da 8ª edição do DID desenhou um retrato preciso da diversidade estética e da força criativa da temporada. Uma Babá Quase Perfeita despontou como o grande destaque da noite entre os títulos estrangeiros, reunindo os prêmios de Musical, Ator, Cenografia e Revelação, enquanto o brasileiro Torto Arado consolidou sua força ao conquistar os troféus de Musical do Ano, Direção e Atriz.
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
A dramaturgia nacional também brilhou com Dom Casmurro, vencedor em Dramaturgia e Letra Original, enquanto Dreamgirls foi reconhecido pelo Visagismo e Ator Coadjuvante. A noite ainda celebrou a excelência técnica de montagens como Chorus Line (Iluminação), Meninas Malvadas (Atriz Coadjuvante) e Jersey Boys (Direção Musical), além da força coletiva de Ray – Você Não Me Conhece, eleito Destaque Elenco, compondo um panorama que reafirma a maturidade, a pluralidade e o alto nível artístico do teatro musical brasileiro em 2025.
Entre os anfitriões da noite, nomes que simbolizaram as pontes entre temporadas, gerações e produções marcaram momentos de forte significado. Entre eles, Stella Maria Rodrigues e Mara Carvalho dividiram o palco, representando dois aguardados títulos nacionais de 2026: Meu Filho é um Musical, inspirado na vida e no legado de Paulo Gustavo, e Susi – O Tempo Dispara, que mergulha no universo da icônica boneca.
Já Totia Meireles e Carol Botelho celebraram diferentes gerações de Chorus Line (Totia na montagem original de 1983 e Carol na produção atual) e também estarão juntas em 2026 no elenco da nova montagem de Ópera do Malandro, na visão de Jorge Farjalla. O mesmo título foi representado pelo estreante no gênero Amaury Lorenzo e pela vencedora de Destaque Atriz 2024, Ana Luiza Ferreira.
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
Completaram o grupo de duplas ligadas a produções previstas para 2026 Claudio Lins e Giselle Prattes por Diana – A Princesa do Povo, e Analu Pimenta e Carol Roberto por Tina – O Musical. Também participaram da cerimônia nomes como Leonardo Miggiorin e Rafael Pucca, além do Destaque Ator Coadjuvante 2024, Hugo Bonèmer, e do Destaque Ator 2022, Renan Mattos.
Ao longo de oito edições, o DID consolidou-se como um espaço de encontro da imprensa digital especializada com a classe artística, valorizando produções, profissionais e narrativas que constroem o teatro musical brasileiro contemporâneo. A edição de 2025 reafirmou esse compromisso, ao mesmo tempo em que abriu caminho para uma temporada 2026 que promete novos encontros, olhares e experiências.
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
Confira todos os premiados da 8ª edição do Prêmio DID:
Destaque Cenografia
Rogério Falcão: Uma Babá Quase Perfeita
Destaque Coreografia
Gabriel Malo e Nyandra: Rio Uphill
Destaque Iluminação
Túlio Pezzoni: Chorus Line
Destaque Visagismo
Dicko Lorenzo: Dreamgirls – Em Busca de um Sonho
Destaque Figurino
Marcos Valadão: João
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
Destaque Dramaturgia Original
Davi Novaes: Dom Casmurro
Destaque Letra Original
Guilherme Gila: Dom Casmurro
Destaque Revelação em Musicais
Diego Becker: Uma Babá Quase Perfeita
Destaque Ator Coadjuvante
Reynaldo Machado: Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho
Destaque Atriz Coadjuvante
Lara Suleiman: Meninas Malvadas – O Musical
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
Destaque Ator
Eduardo Sterblitch: Uma Babá Quase Perfeita
Destaque Atriz
Larissa Luz: Torto Arado
Destaque Elenco
Ray – Você Não Me Conhece
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
Destaque Direção Musical
Jorge de Godoy: Jersey Boys – A História De Frankie Valli e The Four Seasons
Destaque Direção
Elisio Lopes Jr.: Torto Arado
Destaque Musical Estrangeiro
Uma Babá Quase Perfeita
Destaque Musical Brasileiro
Torto Arado
Destaque Musical Voto Popular
Meninas Malvadas – O Musical
Foto: divulgação/Prêmio DID/Beth Santos
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A diretora Marcia Paraiso constrói um drama sensível e contundente, conduzido pela força emocional de Denise Fraga, que entrega uma das performances mais completas de sua carreira
Livros Restantes é um filme que transborda humanidade, às vezes em sutilezas quase imperceptíveis, às vezes em explosões necessárias. Marcia Paraiso conduz a narrativa com maturidade rara, enquanto Denise Fraga cria uma personagem que respira verdade em cada gesto. Um longa bonito, imperfeito e profundamente significativo.
Marcia Paraiso demonstra um domínio narrativo que equilibra lirismo e dureza em doses precisas. A diretora entende o poder do silêncio, do espaço e dos detalhes, construindo uma obra que confia no espectador e o convida a observar, não apenas a história, mas as rachaduras emocionais que a sustentam. Seu olhar é delicado sem perder força, e político sem perder intimidade.
No centro dessa sensibilidade está Denise Fraga, que entrega uma atuação de brilho incomum. A atriz cria uma personagem profundamente humana, evitando qualquer caricatura e trabalhando nuances emocionais com precisão quase cirúrgica. É um desempenho que cresce a cada cena, capaz de comover mesmo nos momentos mais contidos, justamente porque a atriz sabe que vulnerabilidade não precisa ser barulhenta para ser imensa.
O filme brilha ao explorar temas como memória, perda, ausência e reconstrução de identidade. A diretora costura essas camadas com segurança, utilizando a metáfora dos livros como elemento condutor de forma elegante. Nada é gratuito: cada movimento de câmera, cada pausa e cada objeto em cena carrega peso simbólico e emocional. É cinema pensado, sentido e articulado.
Foto: divulgação/H2O Filmes
Entre os pontos mais positivos, destacam-se a direção de arte, que reforça o estado emocional da protagonista por meio de espaços que parecem guardar histórias, e a fotografia, que aposta em tons suaves para traduzir a melancolia que move a narrativa. O trabalho sonoro também merece elogios por nunca se sobrepor, mas sempre acompanhar a respiração interna da personagem.
Ainda assim, Livros Restantes não está isento de fragilidades. Em alguns momentos, a narrativa se estende mais do que o necessário, especialmente no segundo ato, onde a repetição de algumas situações enfraquece o impacto emocional. Há também cenas que desejam soar contemplativas, mas acabam sendo alongadas, prejudicando um pouco o ritmo e comprometendo parcialmente a fluidez do enredo.
Outro ponto que pode dividir o público é o uso constante de metáforas visuais. Embora a estética proposta por Paraiso seja consistente, há instantes em que sua carga simbólica se aproxima do excesso, não por falta de qualidade, mas pela densidade acumulada. Ainda assim, a diretora demonstra domínio suficiente para que essas escolhas funcionem no conjunto e reforcem o caráter poético do filme.
A trama se impõe como um dos trabalhos mais maduros de Marcia Paraiso e uma das grandes interpretações da carreira de Denise Fraga. O filme emociona, provoca, abraça, incomoda e, justamente por isso, permanece imperfeito, como as histórias que mais importam: é um drama que encontra beleza no que sobra, no que fica e no que resiste. Um cinema que valoriza a humanidade, mesmo quando ela parece fragmentada.
Livros Restantes já está em cartaz nos cinemas. Ansiosas para assistir? Comente nas redes sociais do Entretetizei – Instagram,Facebook eX – e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana de dezembro
Por Ana Matos e Anna Mellado
Noite de gala do filme Bak Postacı Geliyor
O filme Bak Postacı Geliyor (tradução livre: Olha, o Carteiro Está Chegando), estrelado por Ozan Akbaba e Deniz Barut e dirigido por Yüksel Aksu, teve uma noite de gala especial que contou com a presença de parte do elenco de Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante). Os colegas foram ao evento para apoiar Ozan, grande destaque na TV e que agora celebra mais um projeto no cinema.
Foto: reprodução/Instagram @yarenguldiiken
A produtora Buket Akbaba, esposa de Ozan, compartilhou bastidores da produção e descreveu o filme como uma verdadeira obra-prima, destacando o quanto a história, inspirada na vida dos pais do diretor, emocionou toda a equipe. Filmado em Muğla, no sudoeste da Turquia, Bak Postacı Geliyor chega oficialmente aos cinemas turcos no dia 12 de dezembro.
Dizi Liliyar ganha novo nome + Elenco ganha forma e Alp Navruz fica de fora
A futura dizi da ATV, agora oficialmente chamada Aynı Yağmur Altında (anteriormente nomeada Liliyar), segue avançando nos preparativos. Nilsu Berfin Aktaş interpretará Rosa, uma jovem ativista, enquanto Burak Tozkoparan viverá Ali. O elenco reúne ainda Taro Emir Tekin (Koray), Bahar Şahin (Beliz) e Birand Tunca (Kerem), além de veteranos, como Hülya Avşar e Fikret Kuşkan. As gravações começam nos próximos dias, em Londres.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Já Alp Navruz, inicialmente cotado para viver Ali, está oficialmente fora do projeto, pois não chegou a um acordo com a produtora. Com um time forte e uma história centrada no encontro transformador entre Rosa e Ali, Aynı Yağmur Altında promete ser uma das estreias mais comentadas da nova temporada.
Pôster de Sevdiğim Sensin
A produção da Ay Yapım Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você é Quem Eu Amo), protagonizada por Aytaç Şaşmaz e Helin Kandemir nos papéis de Erkan e Dicle, ganhou seu primeiro pôster (confira abaixo). A dizi que será exibida na Star TV deve estrear em breve e abordará um encontro inesperado entre dois jovens de mundos diferentes.
Foto: reprodução/Instagram @dizilah
Com roteiro de Yeşim Aslan e direção de Gökçen Usta, a produção tem também no elenco Hüseyin Avni Danyal, Umutcan Ütebay, Özlem Conker, Yılmaz Kunt, Barış Baktaş, Cihat Süvarioğlu, Elçin Zehra İrem, Deniz Işın, Deniz Karaoğlu e Nihan Büyükağaç.
GQ Turquia premia Sinem Ünsal + Vencedores do Men of the Year
No GQ Men of the Year 2025, cerimônia anual da GQ Turquia que celebra talentos de cinema, TV e cultura, Sinem Ünsal foi eleita Mulher do Ano. A noite também consagrou Mert Yazıcıoğlu como Ator do Ano, Serkan Çayoğlu com o prêmio de Realização Marcante, Aras Aydın como Conquista Internacional e Burak Dakak como Estrela em Ascensão.
O evento, realizado em 10 de dezembro em Istambul, contou com presença de grandes nomes das artes e esportes. Com tapete vermelho e categorias variadas, o Men of the Year se firmou como uma das premiações mais prestigiadas da cena cultural turca neste ano.
Episódios da campanha de Sinem Unsal e Ozan Akbaba disponíveis
A campanha estrelada por Sinem Ünsal e Ozan Akbaba acaba de ganhar destaque com o lançamento de 10 episódios curtos, que misturam romance, tensão e reencontro nas ruas icônicas de Istambul. Dirigida por Hilal Saral e escrita por Kemal Hamamcıoğlu, a produção acompanha um casal cuja relação se transforma rapidamente em um acerto de contas marcado por paixão, ciúmes e ressentimentos – tudo isso com a cidade funcionando como protagonista emocional da narrativa.
Foto: reprodução/ Instagram @1guzelsarklar
A mini dizi está sendo divulgada nas plataformas digitais e já acumula milhões de visualizações, consolidando-se como uma das campanhas mais comentadas da semana no audiovisual turco. Veja aqui.
O que mais aconteceu essa semana:
Sandokan estreia na Netflix Brasil: a nova produção estrelada por Can Yaman, Sandokan, chega à Netflix Brasil em 19 de janeiro de 2026. A série acompanha o lendário capitão pirata Sandokan e sua tripulação em uma aventura épica no Sudeste Asiático do século 19, enquanto lutam para proteger o povo dayak contra o avanço do Império Britânico. Uma superestreia aguardada pelos fãs do ator e pelos amantes de dramas históricos de ação.
Nova dizi oferecida a Fahriye Evcen: longe das dizis desde 2021, quando deu vida à Akça Hatun em Alparslan: Büyük Selçuklu, a atriz Fahriye Evcen recebeu uma proposta da produtora Bozdağ Film para sua nova dizi nomeada Uğultulu Tepeler (tradução livre: O Morro dos Ventos Uivantes). Na adaptação do romance homônimo de Emily Brontë, a atriz pode interpretar Nehir. Com direção de Cemal Şan, a trama está em fase de roteiro e negociações com dois canais. As gravações estão planejadas para começar em janeiro.
Noite de gala do filme Bugün Güzel no Azerbaijão: a pré-estreia de Bugün Güzel (tradução livre: Hoje Está Lindo) reuniu Ayça Ayşin Turan e Oğuzhan Koç em uma noite animada em Baku, no Azerbaijão. O filme, produzido pela TAFF Pictures e apoiado pela Sinema Genel Müdürlüğü, fez sua primeira exibição no Baku Gençlik AVM, marcando seu debut internacional. Com história assinada por Oğuzhan Koç, roteiro de Aksel Bonfil e direção de Mali Ergin, o longa foi recebido com entusiasmo pelo público local e segue agora para sua estreia oficial nos cinemas.
Ensaio de fotos com os atores da dizi Ayna: os protagonistas da dizi para a Disney+ Turquia, İbrahim Çelikkol, Aslı Enver e Nilsu Berfin Aktaş, participaram recentemente de uma sessão de fotos para o pôster da produção (veja aqui). Ayna (tradução livre: Espelho) tem roteiro de Serkan Yörük e Ceylan Güleç e direção de Hülya Gezer. A produção da CB Medya que deve estrear em breve, tem ainda no elenco Ushan Çakır, Burcu Türünz, Ülkü Hilal Çiftçi e Derya Alabora.
Nova dizi em streaming na Turquia com İbrahim Çelikkol: uma nova produção turca assinada por Yavuz Turgul chega ao catálogo da Netflix Turquia em 15 de janeiro: Ayrılık da Sevdaya Dahil (tradução livre: Até a Separação Faz Parte do Amor). Com um elenco forte ao lado de İbrahim Çelikkol, Emine Meyrem e Yasemin Kay Allen são as protagonistas femininas, acompanhadas por nomes como Deniz Türkali, Tarık Papuççuoğlu e Menderes Samancılar, em uma trama dramática que explora encontros inesperados, conflitos e emoções profundas.
Produção da dizi Ülker Abla é cancelada: após a desistência das produtoras de gravarem as dizis Serseri Aşıklar e Hayatın Benim, mais uma produção foi cancelada nesta temporada. Desta vez, a Gold Film desistiu do projeto Ülker Abla (tradução livre: Irmã Ülker) devido ao aumento dos custos e aos baixos orçamentos oferecidos pelos canais. Anteriormente, Gonca Vuslateri e Olgun Şimşek haviam sido anunciados para o elenco, mas, na última semana, Gonça desistiu do projeto que seria uma adaptação da obra homônima de Seray Şahiner.
Nova série em parceria internacional: a Inter Medya se juntou ao estúdio árabe Rise Studios para produzir Caged Love, um novo drama pensado desde o início para o mercado global. A trama acompanha uma mulher injustamente acusada que precisa assumir outra identidade enquanto protege uma criança vulnerável, explorando temas de suspense emocional e segredos familiares. As gravações começam em janeiro de 2026, marcando a primeira incursão da Rise Studios em uma produção turca. Elenco, direção e plataforma de exibição ainda não foram revelados.
Alina Boz está confirmada no elenco de Kuruluş Orhan: a atriz já integra oficialmente o elenco de Kuruluş Orhan e interpreta Princesa Asporça, filha do imperador bizantino, uma mulher criada no rigor da corte, inteligente, estratégica e determinada a salvar o pai e conter o avanço dos turcos; dirigida por Bülent İşbilen e com produção e roteiro de Mehmet Bozdağ, a dizi traz Mert Yazıcıoğlu como Orhan Bey, reencontrando Alina Boz após Aşk 101, em uma dinâmica que promete intensificar os conflitos políticos e emocionais da trama. Veja as primeiras imagens aqui.
Dizi do Kanal D adiada para nova temporada: a nova dizi Haysiyet (tardução livre: Honra/Dignidade), produção da Süreç Film para a Kanal D, foi oficialmente adiada para setembro de 2026. Inicialmente prevista para estrear ainda este ano e com Berker Güven em negociações para o elenco, a produção foi postergada devido ao aumento de custos e à necessidade de mais tempo para finalizar o roteiro, a pré-produção e a formação do casting. Escrita por Mustafa Becit, a série é descrita como uma releitura moderna de Yaprak Dökümü, centrada na história de amor dos personagens Mehmet e Simay.
Novela turca em dose dupla na televisão aberta brasileira: atualmente exibindo Mãe (Anne, 2016) no horário das 21h, a Record prepara mais uma produção diretamente da Turquia para sua programação, fazendo uma dobradinha de novelas. Com o fim de A Fazenda 17 na quinta (18), a emissora irá exibir no horário das 22h30, Chamas do Destino (Alev Alev, 2020). A trama acompanha três mulheres, Cemre (Demet Evgar), Rüya (Dilan Çiçek Deniz) e Çiçek (Hazal Ergüçlu). Cada uma com sua história, elas têm seus caminhos cruzados após um incêndio.
Rapidinhas:
– Primeiro fragman de Son Kare é divulgado;
–Gravações do filme Portekiz Aşkı, com Cansu Dere e İsmail Demirci no elenco, foram finalizadas;
-Ensaio de leitura do filme Öp Elimi aconteceu esta semana;
-Emre Kızılırmak fará o personagem Hector na dizi Kuruluş Orhan;
-Ekin Aksoy e Nilay Erdönmez farão parte do elenco da dizi Yeraltı, que começaram as gravações nesta semana;
-Atila Şendil interpretará o personagem Suavi no filme da Netflix Sevgililer Günü;
-Buse Meral protagonizará o filme Hayal Kuşu nos papéis de Beyza e Nihan;
– As gravações com o novo diretor da dizi Abi, Cem Karcı, começaram esta semana;
-A atriz Selma Güneri se junta ao elenco da dizi Mehmed Fetihler Sultanı como Sare Hatun;
-O ator Fatih Gühan retorna a dizi Kızılcık Şerbeti e Bahtiyar Memili se despede da produção;
-Saygın Soysal entra na dizi Veliaht no papel de Korkut;
-A atriz Naz Çağla dará vida à personagem Feride em Tasaçak Bu Deniz;
-As dizis Çarpıntı e Kral Kaybederse exibiram seus últimos episódios esta semana;
-Os atores Dilan Çiçek Deniz e Serkan Çayoğlu marcaram presença no Festival Internacional de Cinema do Mar Vermelho em Jedá, na Arábia Saudita;
-Divulgada a primeira imagem da dizi Beklenen Mehdi com Alperen Duymaz no elenco (confira aqui);
-Aslı Melisa Uzun fará o papel de Zahide Melek na dizi Rüya Gibi;
-Gonca Vuslateri será a persomagem Nevra em Ömer Usta, nova dizi que deve começar suas gravações em janeiro;
-Nazlıcan Demir fará parte do elenco da dizi Sahtekârlar como Cansu.
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