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Kid Abelha anuncia turnê Eu Tive Um Sonho em estádios

Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato se reencontram em datas pelo Brasil

 

Sem lágrimas e chuva por aqui! A banda Kid Abelha anunciou a turnê Eu Tive Um Sonho que iniciará no dia 12 de junho, no Rio de Janeiro. A venda de ingressos para o público estará disponível a partir do dia 13 de abril, começando às 10h online e às 11h nas bilheterias oficiais. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 6x sem juros, estarão disponíveis online (www.ticketmaster.com.br) e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço). 

O show reúne a formação do Kid Abelha com Paula Toller nos vocais, Bruno Fortunato na guitarra e George Israel no sax, vocais, violão e bandolim. A direção musical é de Liminha, direção de arte de Gringo Cardia, iluminação de Samuel Betts e codireção artística de Paula Toller. A banda de apoio é formada por Gustavo Camardella na guitarra, violão e vocais, Adal Fonseca na bateria, Pedro Dias no baixo e vocais e Gê Fonseca nos teclados e vocais, além de músicos de sopro. A realização é da Live Nation Brasil e da Posto 9 Entretenimento.

Foto: divulgação/Pedro Loreto

Para eles, não foi fácil resumir uma carreira como a da banda num setlist e fechar as músicas da turnê talvez tenha sido o maior desafio. O projeto é grandioso e o resultado é uma espécie de presente para os fãs do Kid Abelha de várias gerações. 

A turnê, que vai de junho a outubro, passará pelas maiores cidades do país, como Rio de Janeiro (12 de junho), São Paulo (27 de junho), Belo Horizonte (4 de julho), Salvador (11 de julho), Brasília (25 de julho), Recife (8 de agosto), Fortaleza (22 de agosto), Porto Alegre (26 de setembro), Curitiba (10 de outubro) e Florianópolis (17 de outubro).

 

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Leia também: Coletiva | Rock in Rio 2026: line-up do palco New Dance Order e novidades no festival são divulgados

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Notícias

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita ganha trailer e pôster oficial

Novo filme da franquia chega aos cinemas em novembro com foco no Segundo Massacre Quaternário

A distopia que marcou uma geração está prestes a retornar às telonas. Nesta última segunda (13), a Paris Filmes divulgou o trailer e um pôster inédito de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, que promete expandir o universo de Panem. O filme estreia nos cinemas brasileiros em novembro de 2026.

Pôster de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Foto: divulgação/Paris Filmes

Baseado no livro homônimo de Suzanne Collins, a trama se ambienta 24 anos antes dos eventos da trilogia inicial, iniciando-se justamente na manhã da colheita da 50ª Edição dos Jogos Vorazes. Este evento é conhecido no universo da série como o Segundo Massacre Quaternário, uma edição comemorativa com regras ainda mais cruéis, em que Haymitch Abernathy, o mentor de Katniss Everdeen e Peeta Mellark, foi o vencedor.

Confira o trailer:

Alguns personagens conhecidos e amados pelos fãs retornam, agora mais jovens. O protagonista, interpretado nos primeiros filmes por Woody Harrelson, será vivido pelo ator australiano Joseph Zada (Mentirosos, 2025). O elenco ainda conta com Elle Fanning (Valor Sentimental, 2025) como Effie Trinket, Jesse Plemons (Bugonia, 2025) como Plutarch Heavensbee, Ralph Fiennes (Conclave, 2024) como o Presidente Snow, Maya Hawke (Stranger Things, 2016-2025) como Wiress, Kelvin Harrison Jr. (Elvis, 2022) como Beetee, Lili Taylor (Invocação do Mal, 2013) como Mags e Kieran Culkin (Succession, 2018-2023) como Caesar Flickerman.

Ainda temos novos nomes: McKenna Grace (Se Não Fosse Você, 2025) como Maysilee Donner, Ben Wang (Karatê Kid: Lendas, 2025) como Wyatt Callow, Whitney Peak (Gossip Girl, 2021-2023) como Lenore Dove Baird, Billy Porter (Pose, 2018-2021) como Magno Stift e Glenn Close (101 Dálmatas, 1996) como Drusilla Sickle. A direção fica por conta do veterano Francis Lawrence, que dirigiu todos os outros filmes da saga, com exceção de Jogos Vorazes.

 

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Leia também: Jogos Vorazes e o povo apalache: conheça a história real que inspirou a saga

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Eventos Música Notícias

Oliver Tree traz a World’s First World Tour para apresentação única no Brasil

Com performances excêntricas e mistura de gêneros, o artista se apresenta na capital paulista em 6 de junho

O cantor e produtor norte-americano Oliver Tree trará a aguardada World’s First World Tour para uma apresentação única no Brasil. O show acontece em São Paulo no dia 6 de junho (sábado), com início às 20h, no Studio Stage, localizado na região da Lapa de Baixo. A realização é da NUMB BRASIL PRODUÇÕES em parceria com a Cultmix Live.

Divulgação da turne World’s First World Tour de oliver Tree
Foto: divulgação/Catto Comunicação

Conhecido por suas performances enérgicas e visuais extravagantes, o artista multifacetado promete entregar um espetáculo inovador. A apresentação reunirá os sucessos virais de Tree, marcados por uma mistura de gêneros que transita entre o pop, o rock alternativo e a música eletrônica.

Os ingressos para o evento já estão disponíveis e podem ser adquiridos digitalmente através da plataforma Articket. Os valores da pista (1º lote) variam entre R$180 (meia-entrada) e R$360 (inteira). O público também conta com a opção do ingresso solidário por R$280, que é válido mediante a doação de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.

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Leia também: M.I.A. anuncia show na Audio, em São Paulo 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Crítica | Um Amor Problemático de Verão te faz querer comprar uma passagem para a Sicília

Um romance marcado por tensão emocional, protagonistas imperfeitos e relações que orbitam o limiar entre o desejo e o conflito ético

Ter sentimentos pelo melhor amigo do irmão já não é algo fácil, mas quando este amigo é 15 anos mais velho do que você, as coisas ficam ainda mais complicadas. Maya Killgore, uma jovem de 23 anos que ainda está na faculdade e em busca de direção, e Conor Harkness, empresário de 38 anos, carregam um histórico emocional mal resolvido que ressurge durante uma semana na Itália em Um Amor Problemático de Verão (2025), da autora Ali Hazelwood.

um amor problemático de verão
Foto: reprodução/Editora Arqueiro

Eu nunca quis nada de maneira tão desesperada, tão incontrolável e tão persistente quanto quero você.

É com essa intensidade que o romance se apresenta: uma experiência que tensiona o desejo, a moralidade e a vulnerabilidade emocional.

A princípio, o romance parece que vai seguir o caminho mais previsível, mas Hazelwood tenta tensionar essa previsibilidade ao tornar o próprio relacionamento um objeto de questionamento interno – ou seja, eles conversam sobre isso. A narrativa não ignora o desconforto: ela o explicita. A diferença de idade e a desigualdade de poder são constantemente verbalizados por Conor, quase como um mecanismo de autocrítica dentro da ficção.

Por um lado, o fato disso ser sempre lembrado pelos personagens confere uma densidade. Por outro, torna-se repetitivo e, como leitor, você se vê um pouco cansado de observar a mesma discussão mais de uma vez. Você compreende, mas a discussão perde a força depois da terceira conversa entre os protagonistas pelo mesmo motivo. 

Conor insiste em uma narrativa sem ao menos considerar como Maya se sente com relação a tudo isso. Então, por mais que o fato do debate estar presente seja importante, chega um momento em que até os leitores começam a se questionar se realmente essa diferença de idade é um problema tão grande assim.

Entre impulsos e contenções
um amor problemático de verão
Foto: reprodução/Editora Arqueiro

Maya é uma protagonista coerente com sua trajetória, marcada pela perda precoce dos pais e faixa etária. Ela carrega uma raiva quase palpável do mundo, e esse sentimento se manifesta em suas ações. Ela vai ser impulsiva e emocionalmente transparente, pois ainda está em processo de formação. É exatamente essa característica que torna sua voz narrativa um dos pontos mais fortes da trama. Ela sustenta boa parte da fluidez da leitura, com um humor leve que se equilibra nos momentos de tensão.

Conor já é um personagem definido pela culpa – mas também mais controverso dentro da obra. Sua consciência sobre a natureza do envolvimento com Maya não o impede de sentir, mas o coloca em constante estado de contenção. Ele reconhece o desequilíbrio entre eles, a relação de poder entre um homem mais velho com uma mulher mais nova, e insiste nisso ao longo da narrativa. Essa dinâmica cria um jogo interessante: enquanto Maya está constantemente avançando, Conor recua

Por outro lado, por mais que Conor seja apresentado como alguém que entende as implicações morais de seu possível envolvimento com Maya, sua postura frequentemente oscila entre o cuidado e o controle. Há momentos, inclusive, em que Conor tenta controlar as emoções dela e determinar como ela deveria se sentir em relação a ele.

A construção de um amor problemático
um amor problemático de verão
Foto: reprodução/Editora Arqueiro

Um dos aspectos mais interessantes, é que – diferentemente de narrativas que naturalizam relações desde a infância ou adolescência – aqui não existe a ideia de que Conor acompanhou o crescimento de Maya. O vínculo entre eles se constrói já na vida adulta, ao longo de encontros espaçados, conversas e uma aproximação gradual que escapa do estereótipo mais problemático do trope. É claro que essa escolha não elimina as eventuais tensões que relações do tipo abordam, mas ela redefine seus contornos.

E para contar essa história, o passado não aparece como simples exposição: ele é dramatizado. Ao iniciar a leitura você não tem um grande contexto da história desses personagens, tomando conhecimento através dos pequenos detalhes e nos capítulos que retornam a momentos anteriores. Tudo é entrelaçado com o presente e isso permite que o leitor reconstrua, pouco a pouco, a evolução da relação e se apaixone por ela.

Isso cria uma dinâmica de descoberta. Em vez de apresentar um sentimento já estabelecido, o livro convida o leitor a acompanhar seu desenvolvimento – o que torna a conexão entre Maya e Conor mais orgânica, ainda que envolta em conflitos.

A Sicília como personagem
Sicília
Foto: reprodução/A Gazeta

Maya e Conor se reencontram no casamento do irmão de Maya, Eli, que acontece na Sicília. A ambientação é um dos grandes trunfos do livro, pois, aqui, a Sicília não funciona apenas como um pano de fundo, mas sim como um elemento ativo da narrativa.

Há uma construção sensorial marcante: é possível visualizar as paisagens, sentir a brisa do mar, imaginar os sabores e a textura daquele ambiente. A escrita de Hazelwood transforma o espaço em experiência, a ponto de provocar um desejo quase imediato de comprar uma passagem e decolar no próximo avião em direção à Itália. O leitor se sente lá mesmo sem esse deslocamento real; ele vive aquela semana junto com os personagens.

Sicília
Foto: reprodução/TripAdvisor

A Sicília é como um catalisador emocional, permitindo que os personagens – e, talvez, até os leitores – se afastem de suas rotinas e confrontem sentimentos que, em outro contexto, permanecessem reprimidos.

Vale a pena?
um amor problemático de verão
Foto: reprodução/PS Amo Leitura

A leitura de Um Amor Problemático de Verão é fluída e altamente envolvente. É um livro que se deixa devorar, daqueles que um dia ou dois são suficientes para finalizar, mas há fragilidades.

O desfecho parece surgir de maneira um pouco abrupta, especialmente quando a narrativa finalmente parece ganhar maior intensidade dramática. A sensação que fica para o leitor é de interrupção, não de conclusão. Falta tempo para que o clímax se desenvolva plenamente.

No entanto, a obra é, acima de tudo, uma experiência de leitura profundamente envolvente. Um romance que se apoia em tropes já bem consolidados, mas que, ao mesmo tempo, busca reconfigurá-los por meio de escolhas narrativas mais cuidadosas. Um romance que reconhece suas próprias contradições sem necessariamente resolvê-las, mas que encontra força justamente nessa ambiguidade. 

Ao finalizar a leitura, o que permanece não é apenas a discussão sobre o que é ou não problemático, mas a memória sensorial da jornada: a atmosfera, os sentimentos e a intensidade. E a vontade de voltar, um desejo de esquecer para poder ler tudo de novo como se fosse a primeira vez.

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Leia também: Crítica | Melhor do que nos Filmes transforma clichês em emoção

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura Cultura turca Entretenimento Notícias

A terceira temporada de Uma Nova Mulher estreia em 24 de junho

Tuba Büyüküstün retoma para a temporada final da série

Foi anunciada a data de estreia da terceira e última temporada de Zeytin Ağacı (Uma Nova Mulher). Segundo a roteirista Nuran Evren Şit, os novos episódios chegam à Netflix no dia 24 de junho.

A história de Ada, interpretada por Tuba Büyüküstün, e suas amigas Leyla (Seda Bakan) e Sevgi (Boncuk Yılmaz) teve uma boa recepção do público dentro e fora da Turquia desde seu lançamento em 2022.

Tuba Büyüküstün em Uma Nova Mulher
Foto: reprodução/Instagram/@storyuniverse_nl

A trama de drama/romance, que ficou no top 10 da Netflix em mais de 50 países, retorna com novos desdobramentos, acompanhando as personagens no desfecho de sua jornada espiritual e enfrentamento de traumas familiares do passado.

As filmagens aconteceram em Ayvalık, uma cidade localizada na costa do Mar Egeu, na Turquia. Produzida pela OGM Pictures, a temporada final da série conta com o mesmo diretor da segunda, Erdem Tepegöz

Fonte: informações coletadas nos perfis oficiais da roteirista Nuran Evren Şit

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Leia também: Sucesso no Brasil, a 3ª temporada de Uma Nova Mulher será filmada em julho

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura Livros Notícias

Unidos da Tijuca anuncia enredo baseado em A Cabeça do Santo

Romance de Socorro Acioli vai guiar desfile com símbolos e imaginário nordestino

A Unidos da Tijuca já definiu o caminho que vai trilhar na Marquês de Sapucaí em 2027 e ele passa pela literatura brasileira. A escola anunciou que levará para a avenida uma adaptação de A Cabeça do Santo, obra da escritora cearense Socorro Acioli publicada em 2014.

Foto: reprodução/SRzd

O desfile será desenvolvido pelo carnavalesco Lucas Milato, que dá continuidade à proposta de dialogar com a literatura nacional – no último Carnaval, a agremiação prestou homenagem à escritora Carolina Maria de Jesus. Para o novo projeto, a promessa é de um enredo marcado por elementos oníricos, lúdicos e fantásticos.

A escolha se inspira diretamente no universo do livro, que mistura fé, realismo mágico e cultura popular do sertão nordestino. A narrativa acompanha Samuel, um jovem que encontra abrigo dentro da cabeça oca de uma estátua de Santo Antônio e passa a ouvir as preces de mulheres que recorrem ao santo em busca de amor. A partir dessa premissa, a história se desenrola entre milagres, crenças e relações humanas.

Foto: reprodução/Favo do Mellone

A obra nasceu de uma situação real: durante décadas, uma estátua de Santo Antônio permaneceu sem cabeça na cidade de Caridade, no Ceará – cenário que acabou se tornando símbolo local e ponto de interesse cultural. Esse imaginário deve ganhar novas camadas na avenida, com a escola apostando em símbolos como terços, simpatias, amuletos e orações para construir o desfile.

Em materiais divulgados, a escola tijucana indicou que pretende transformar esse conjunto de referências em uma narrativa visual potente, que una religiosidade e fantasia em uma estética carnavalesca. A ideia é recriar o sertão sob uma perspectiva mágica, conectando tradição popular e espetáculo.

Foto: reprodução/G1

A própria Socorro Acioli celebrou a escolha e afirmou que viverá de perto a experiência do Carnaval pela primeira vez. A autora também destacou a emoção de ver sua obra ganhar novos significados na avenida, ampliando o alcance da literatura brasileira. Além disso, a escola já articula parcerias com instituições ligadas à obra e com representantes do município cearense que inspirou a história, com o objetivo de fortalecer a construção do enredo e valorizar suas origens.

Para 2027, a Unidos da Tijuca aposta, mais uma vez, na força das narrativas brasileiras – agora, guiada por fé, imaginação e pelas vozes que ecoam de dentro de uma cabeça de santo.

Foto: reprodução/Valkirias

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Leia também: Muito além do glitter: o carnaval como expressão queer e política

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Música Notícias

Após The Voice Brasil, duo Rosalu lança Dia Amanheceu e exalta a leveza do cotidiano à beira-mar

Moradores de Saquarema, o duo transforma a vivência litorânea em uma trilha sonora ideal que une a natureza a sentimento de paz e tranquilidade

A rotina de quem vive entre o sol e o mar ganha uma trilha sonora leve com o lançamento do mais novo single do duo Rosalu, intitulado Dia Amanheceu. Formado em Saquarema, no Rio de Janeiro, o projeto é fruto da união artística e amorosa do casal Rosana e Lucas, que recentemente conquistou o país como participantes do The Voice Brasil 2025. A nova faixa chega às plataformas digitais como um verdadeiro hino à contemplação e ao desejo.

Fugindo de fórmulas complexas, a música utiliza elementos da natureza, como o entardecer, os pássaros e o brilho do sol, para descrever a admiração por uma mulher e a vontade de tê-la presente em todos os momentos do dia.

Com um refrão que diz: “ao entardecer e quando acordar, desejo clichê como é bom sonhar”, a canção sintetiza a proposta de transformar o cotidiano simples em uma narrativa romântica e solar. O processo de composição autoral da música reflete a própria vivência do casal, que mora na beira da praia.

A faixa nasceu da união de duas ideias distintas: um refrão marcante, que havia sido escrito originalmente para outro projeto, e uma melodia que descrevia a paz do ambiente litorâneo. Ao perceberem que as partes se completavam, Lucas e Rosana criaram uma sonoridade que transmite tranquilidade e boas vibrações. “Queremos que seja uma música para curtir um fim de tarde, um amanhecer, um momento de descanso, um pôr do sol na praia, na estrada”, revelam os artistas.

Foto: Divulgação/Assessoria

Quanto ao que esperam para este lançamento, eles afirmam: “A expectativa está maravilhosa por ser nosso primeiro single do ano e o primeiro após nossa participação no The Voice Brasil. Hoje, temos uma base de fãs consolidada e um público muito maior do que em nossos lançamentos anteriores, o que torna esse momento ainda mais especial”.

A canção também ganha um audiovisual assinado pelo diretor e filmmaker Eduardo da Matta, que será lançado na próxima semana no YouTube dos artistas. O videoclipe aposta em uma estética criativa de projeções, onde imagens de Saquarema e paisagens icônicas da região são refletidas em um painel branco, servindo de cenário para a performance dos artistas. Para traduzir o balanço e o ritmo da composição, a obra conta com a participação especial da bailarina Luana Corrêa, amiga próxima dos artistas, que traz movimento e fluidez à narrativa audiovisual.

Ouça:

Sobre o duo: 

Rosalu, um duo formado por Rosana de Holanda e Lucas Costa, vem se consolidando como uma das principais revelações da cena musical brasileira. Com diversos lançamentos previstos para este novo ano e após a participação no  The Voice Brasil 2025, o duo saquaremense consolida sua identidade sonora em seus singles, explorando uma ampla gama de estilos, desde o pop e a MPB até ritmos praianos, sempre mantendo sua autenticidade e uma forte presença de brasilidade em suas músicas, refletindo a essência da cultura e do povo de Saquarema.

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Leia também: Sucesso no Brasil, a 3ª temporada de Uma Nova Mulher será gravada em junho

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Doktor Başka Hayatta é cancelada e não terá um episódio final

Dizi turca com İbrahim Çelikkol e Sıla Türkoğlu termina no 6º episódio e não terá final exibido

A dizi Doktor Başka Hayatta (tradução livre: Um Doutor em Outra Vida), adaptação de um formato internacional, foi oficialmente encerrada de forma surpreendente após a exibição de seu 6º episódio, na noite do dia 12 de abril. 

Protagonizada por İbrahim Çelikkol e Sıla Türkoğlu, a produção chamava atenção pelo elenco forte e pela proposta dramática ambientada no universo hospitalar.

İbrahim Çelikkol e Sıla Türkoğlu contracenando em Doktor Başka Hayatta
Foto: reprodução/Dizilah

Apesar da expectativa inicial, a dizi não conseguiu atingir os índices de audiência esperados. O episódio mais recente registrou números modestos: 2.52 no total, 3.18 no AB e 2.97 no ABC1, considerados baixos para o sistema turco de audiências, o que levou à decisão de encerramento precoce. Nos bastidores, já haviam ocorrido mudanças importantes, incluindo troca de roteirista e direção, em uma tentativa de reverter o desempenho.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa turca, a decisão foi tomada rapidamente e a produção não terá um episódio final para concluir a história um desfecho que costuma gerar frustração entre os fãs.

Sıla Türkoğlu em Doktor Başka Hayatta
Foto: reprodução/Dizilah

O cancelamento reforça a competitividade do mercado de dizi na Turquia, onde, mesmo produções com grandes nomes e alto investimento, podem ter vida curta diante da pressão por audiência.

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Leia também: Notícias da semana no mundo turco – 6/4 a 11/4 

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Entrevista | Inspirada pelos k-dramas, Isabela Freixo escreve narrativas leves e agridoces para amantes de romances

Em seu novo livro, escritora expande a narrativa por meio de trilha sonora exclusiva

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Especial | Murat Yıldırım, protagonista de Güller Ve Günahlar, completa 47 anos

No aniversário do ator, relembre os momentos importantes da sua carreira

Murat Yıldırım está mais uma vez conquistando os telespectadores. Depois de atuar em séries de sucesso como Aziz (2021) e Ramo: Entre o Amor e o Poder (2020), agora o turco encanta o público com a sua participação em Güller ve Günahlar (tradução livre: Rosas e Pecados, 2025).

Nascido em 13 de abril de 1979, o ator completa 47 anos nesta segunda (13). Para celebrar o seu aniversário, o Entretê preparou um especial sobre a vida, a carreira e as curiosidades sobre o artista turco.

Murat Yıldırım ao lado de Cemre Baysel em cena de Güller ve Günahlar
Foto: reprodução/Dizilah
Primeiros anos e vida pessoal 

Murat nasceu e cresceu em Konya, situada na região de Anatólia Central, mas mudou diversas vezes por conta da profissão de seu pai, que era era professor e funcionário público. 

Suas origens familiares são diversas e, dentro de casa, o ator cresceu com uma pluralidade de culturas. “Meu pai fala curdo e minha mãe fala árabe. Tínhamos que falar turco em casa porque eles não se entendiam”, contou em entrevista para a emissora MBC, em 2014.

Murat cavalgando um cavalo, em cena de Aziz
Foto: reprodução/Show TV

Murat ainda contou que sua infância em Konya foi cercada de amigos. Ainda no ensino fundamental, na Escola Secundária Baraj, ele fez amizade com cinco meninos cujo contato mantém até os dias atuais.

Antes do sucesso, Yıldırım formou-se em Engenharia Mecânica pela Universidade Técnica de Yıldız em Istambul, onde deu seus primeiros passos rumo ao mundo da atuação. 

Atualmente, Murat é casado com a vencedora do concurso de beleza do Marrocos e atriz, Iman Elbani. Em 2022, o casal deu à luz a primeira filha, Miray.

Murat e sua relação com a arte

Por um tempo, o artista teve uma carreira musical. Aos 18 anos, foi baterista de uma banda, mas deixou o instrumento de lado quando começou a atuar. Seu primeiro contato com a atuação foi no teatro da universidade. 

Murat em Asi, ao lado de Tuba Büyüküstün
Foto: reprodução/Dizilah

O ator contou, em entrevista para a Elele Magazine, que assistiu uma peça quando uma colega de faculdade o chamou para ver sua apresentação “Gostei da peça e ri muito. Um ano depois, também entrei para o grupo de teatro. Gostava da ideia de estar no palco e comecei a atuar. Claro que, naquela época, nunca me passou pela cabeça que um dia eu estaria atuando em séries e ganhando dinheiro com isso”, recordou.

Seu primeiro papel na televisão foi em Ölümsüz Aşk (tradução livre: Amor Imortal, 2003). Depois, Murat atuou em Asi ao lado de Tuba Büyüküstün , em Aşk ve Ceza, com Nurgül Yeşilçay, e em Suskunlar primeiro drama turco vendido para o mercado americano para um remake ao lado de Aslı Enver.

Murat em cena de Ramo: Entre o Amor e o Poder
Foto: reprodução/BKM

Mais recentemente, Murat se destacou como protagonista da dizi Ramo: Entre o Amor e o Poder, ao lado de Esra Bilgiç, além do drama de época Aziz, na Show TV, e a série Teşkilat, da TRT1.

Desde 2025, Murat está dando vida a Serhat em Güller ve Günahlar, ao lado de Cemre Baysel (Zeynep). A dizi produzida pela NGM e exibida pelo Kanal D conta a história de Serhat, que descobre estar sendo traído pela sua esposa Berrak por anos. Quando seu caminho cruza com o de Zeynep, surge um romance intenso cercado por mistérios, acertos do passado e conflitos de classes sociais.

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Leia também: Cemre Baysel será a parceira de Murat Yıldırım em nova dizi

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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