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Di Ferrero completa o lançamento de SE7E e leva narrativa transformadora aos palcos do Brasil

O artista concluiu a entrega de seu projeto mais íntimo e convida o público para a nova turnê

O cantor e compositor Di Ferrero acaba de concluir a entrega do seu mais novo álbum, SE7E. O projeto, que vinha sendo revelado ao público aos poucos ao longo do último ano, teve o seu ciclo de lançamentos finalizado no dia 21 de maio. O formato escolhido costura os caminhos abertos pelo artista recentemente, transformando o atual momento de sua carreira em uma obra ampla e totalmente conectada.

Para selar essa fase e completar a narrativa do disco, a última parte do projeto chegou acompanhada de três faixas inéditas: Deixa Sonhar – com participação de Jenni Mosello –, Fim do Mundo e Cuida.

Foto: divulgação/Cesinha

Unindo a estética do rock alternativo e do pop punk com letras pessoais, a obra, agora completa, consolida a identidade de Di Ferrero em sua jornada solo. 

A construção da obra

O processo criativo do álbum foi marcado por um período de muita introspecção e reflexões sobre a própria vida. “Como artista, sempre busco traçar um novo caminho, algo que faça sentido para encerrar um ciclo ou iniciar um momento totalmente inédito. No SE7E, vivi uma fase pensando justamente nas coisas que eu precisava deixar para trás”, explica Di Ferrero.

O cantor revela que o alinhamento das faixas foi pensado para que elas conversem entre si do início ao fim. “Tem umas reflexões bem sinceras que nasceram de horas de conversas com os amigos que compuseram o álbum comigo. Fomos fazendo a música juntos, então foi tudo muito visceral”, conta.

Foto: divulgação/Cesinha

O fechamento do ciclo de lançamentos

A estratégia de disponibilizar o trabalho em partes permitiu que os fãs absorvessem a história gradativamente. “Foi um projeto diferente porque acabou sendo lançado aos poucos. Estou há um ano trabalhando nele, e agora vem o encerramento com essas três músicas. O legal de dividi-lo em três partes foi poder ouvir na sequência e perceber exatamente o que ainda faltava”, destaca.

Segundo ele, a escolha das últimas três músicas não foi por acaso, mas sim para preencher as lacunas sonoras que a sequência exigia após um ano de trabalho. “Acho que faltava uma faixa um pouco mais para frente e dançante, que no caso é Fim do Mundo; uma mais profunda, como Cuida; e outra que fosse mais solar, para cima e feliz, que é Deixa Sonhar”, detalha Di Ferrero.

Turnê SE7E

Assim como o álbum, o show ao vivo também foi construído em etapas. SE7E foi desenhada para transportar essa mesma narrativa para os palcos, tendo começado inicialmente focada nas primeiras músicas lançadas (na época, tratadas como um EP). Agora, com o disco completo, o espetáculo itinerante também ganha sua forma final.

A experiência ao vivo promete ser imersiva desde o primeiro segundo. “A própria intro do show funciona como um portal para a primeira música, Universo Paralelo, que também abre o disco. Então, a apresentação conta uma história conectada com o álbum”, diz.

Amadurecimento desde o NX Zero

A evolução desde os tempos em que liderava uma das maiores bandas do país é evidente nas entrelinhas da nova fase. O projeto, além de uma vitória musical, simboliza um grande amadurecimento pessoal, ajudando o cantor a lidar com a gestão do próprio tempo e a se afastar de relações marcadas pelo apego emocional.

Foto: divulgação/Cesinha

Refletindo sobre sua trajetória, o músico enxerga a finalização do álbum como um verdadeiro divisor de águas, que o fez explorar suas sensações de forma honesta. “Esse projeto me mudou como pessoa e artista. Acho que a palavra certa para definir tudo isso é ‘transformador’, até porque o 7 é um número cabalístico de renovação e eu sinto que passei por isso agora”, conclui.

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Leia também: the cure: Olivia Rodrigo lança novo single com videoclipe

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Livros para quem amou Off Campus

Do rinque para as páginas, descubra indicações perfeitas para quem não superou o fim do último episódio

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Cultura asiática Música Notícias

Armys criam rede de atendimentos psicológicos gratuitos inspirada pelo BTS

Projeto idealizado por fãs do grupo sul-coreano conecta voluntários da área da saúde a pessoas que precisam de acolhimento, transformando o sentimento de comunidade em apoio real

Quando se fala em fandom, muita gente ainda pensa apenas em campanhas online, mutirões para divulgar músicas ou filas para comprar ingressos. Mas um grupo de fãs do BTS está mostrando que a força de uma comunidade também pode ser usada para promover cuidado e acolhimento.

Nas últimas semanas, o Projeto Amygdala ganhou destaque nas redes sociais ao divulgar seu trabalho de atendimento psicológico gratuito. A iniciativa nasceu dentro da comunidade ARMY e tem como objetivo oferecer suporte emocional acessível para pessoas que enfrentam dificuldades e nem sempre conseguem encontrar ajuda profissional.

Desde o início das atividades, em março deste ano, o projeto já realizou mais de 100 atendimentos. O trabalho acontece por meio de uma rede formada por psicólogos, médicos e outros profissionais da saúde que atuam voluntariamente, dedicando parte de seu tempo para acolher quem busca apoio.

A escolha do nome e da proposta não aconteceu por acaso. Segundo os organizadores, a iniciativa foi construída a partir dos valores frequentemente compartilhados pelo BTS ao longo de sua carreira. Temas como empatia, saúde mental, autoconhecimento e apoio coletivo aparecem constantemente nas músicas, discursos e ações dos integrantes, influenciando milhões de pessoas ao redor do mundo.

Armys
Foto: reprodução/captura de ela

Essa inspiração pode ser percebida na própria missão do projeto, que busca transformar a conexão criada dentro do fandom em uma ferramenta de impacto social. Em vez de limitar a admiração pelo grupo ao ambiente digital, os voluntários decidiram levar esse sentimento para além das telas, criando uma rede capaz de oferecer ajuda concreta a quem precisa.

A proposta também conversa com o histórico de ações sociais ligadas aos integrantes do BTS. Um dos exemplos mais recentes é o de Suga, que destinou recursos para a criação de um programa de musicoterapia voltado ao tratamento de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Iniciativas como essa ajudaram a reforçar entre os fãs a importância de usar sua mobilização para gerar mudanças positivas.

O resultado é um projeto que vai além da cultura pop e mostra como comunidades formadas por interesses em comum podem se transformar em espaços de acolhimento. Em uma época marcada pelo aumento das discussões sobre saúde mental, o Projeto Amygdala surge como um exemplo de como a internet também pode ser utilizada para criar redes de apoio e solidariedade.

Além de atender pessoas em busca de suporte, a iniciativa continua recebendo novos voluntários da área da saúde interessados em participar do trabalho. O projeto também está aberto a quem deseja conhecer mais sobre a proposta e acompanhar suas ações por meio das redes sociais.

Mais informações podem ser encontradas no perfil oficial do Projeto Amygdala, no Instagram, através do @projetoamygdala.

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Leia também: AMAs 2026: BTS domina a noite, Karol G recebe homenagem histórica e nova geração ganha espaço na premiação

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cultura turca Entretenimento Entrevistas

Entrevista | “Teremos grandes surpresas”, afirma Arda Şanlı, Berat em Arafta

Em entrevista exclusiva ao Entretetizei, o ator relembrou sua trajetória profissional e contou sobre os bastidores da dizi

Nascido em İzmit, no noroeste da Turquia, Arda Şanlı é um ator turco que está ganhando notoriedade por seu papel em Arafta, grande sucesso do Kanal 7. Arda começou sua trajetória na Academia de Artes Osman Yağmurdereli, onde se formou em atuação. Participa de produções para televisão desde 2016, passando por projetos como Vatanım Sensin (tradução livre: Você é Minha Pátria), Rüzgarlı Tepe (tradução livre: Colina Ventosa) e Yakamoz S-245, disponível na Netflix Brasil.

Em conversa exclusiva com o Te Entrevistei, Arda conta que seu interesse pela atuação foi algo que aconteceu com o tempo, de forma natural. “Os filmes e séries que assisti influenciaram bastante. Mas a ideia de interpretar e dar vida a personagens diferentes contribuiu, então foi acontecendo”, relatou.

Bastidores de Arafta
Foto: reprodução/Instagram/@arda_sanlii

O ator ainda explicou que, no seu processo de preparação, ele observa como cada personagem tem um conflito e mundo interno próprio.“Eu tento ir mais para o lado psicológico, mergulhando no emocional de cada um. Essas fases mexem comigo, por isso cada construção é bem diferente.”

Desde quando leu o roteiro de Arafta pela primeira vez, Arda se interessou pela história envolvente da dizi. “Quando eu o li, desejei que já tivesse sido gravado só para eu poder assistir como telespectador”, recordou. Ele complementou que também foi atraído pela chance de dar vida a um personagem engraçado, desastrado e leve.

Bastidores de Arafta
Foto: reprodução/Instagram/@arda_sanlii

Arda contou sobre os bastidores de Arafta e mandou um recado especial para os fãs brasileiros da dizi. A reportagem completa já está no Instagram do Entretê.

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Leia também: Entrevista exclusiva | Bilge Yılmaz revela detalhes de Arafta e bastidores da novela turca

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Musicais Notícias

Após estreia de sucesso, Onde Morre o Amor entra em suas últimas apresentações

Thriller musical com texto de Michel Marc Bouchard e direção de Alêxandre Bueno Biôndi segue em cartaz até o fim de abril

Após uma estreia bem recebida, o musical Onde Morre o Amor chegou às suas duas últimas apresentações, nos dias 19 e 26 de abril de 2026, domingos, às 20h, no Teatro West Plaza, em São Paulo. O Thriller retorna para uma única apresentação no dia 6 de junho às 23h no teatro Paiol Cultural.

Com texto de Michel Marc Bouchard e direção de Alêxandre Bueno Biôndi, a peça acompanha Cris, que viaja ao interior para o funeral do parceiro, Samir, e encontra uma família que desconhece completamente a relação dos dois. Na casa, marcada por tensão e silêncio, o irmão, Sandro, impõe uma regra: a verdade não pode ser dita.

Sob pressão, Cris se vê preso a um ambiente de violência emocional, em que mentir passa a ser estratégia de sobrevivência. A trama avança entre ameaças, conflitos e um passado que ninguém quer revelar, tensionando temas como luto, apagamento e memória.

A montagem adapta para o formato musical uma dramaturgia marcada por relações em estado de pressão. As canções funcionam muito bem como condutoras da dinâmica de conflitos, aprofundando a atmosfera de suspense.

O espetáculo reúne um elenco numeroso e em cena contínua, formado por Alêxandre Bueno Biôndi, Ana Cavazotto, Beatriz Rosa, Bia Santo’s, Breno Martins, Guilherme Sans, Jefferson Domingues, Jennifer Chuin Lee, Mateus Bandeira e Tiago Luiz Andrade, que sustenta a narrativa a partir de uma atuação coral e fisicamente próxima do público.

Com duração de 60 minutos e classificação 18 anos, Onde Morre o Amor propõe ao público uma experiência que atualiza uma dramaturgia de forte impacto e atravessa temas urgentes do presente, tensionando os limites entre afeto, poder e verdade. 

Você pretende assistir ?Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais – FacebookInstagram e X e não perca as novidades no mundo do entretenimento. 

Leia também: Além das telonas: estreias de teatro musical no eixo Rio-SP em 2026

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Notícias

Academia Brasileira de Cinema divulga os finalistas do Prêmio Grande Otelo 2026

O Agente Secreto tem o maior número de indicações na edição que celebra o aniversário de 25 anos de premiações da Academia

A Academia Brasileira de Cinema acaba de divulgar a lista dos finalistas do Prêmio Grande Otelo, dando início à contagem regressiva para a maior premiação do setor audiovisual nacional, que este ano celebra o aniversário de 25 anos de premiações da Academia. A cerimônia acontecerá no dia 4 de agosto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h15, com transmissão ao vivo para todo o país pelo YouTube da Academia e pelo Canal Brasil. O filme com maior número de indicações (18) é O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho. 

Prêmio
Foto: divulgação/Rogério Resende

Vinte e cinco anos é fato para comemorar. Estivemos, estamos e estaremos sempre junto com o que o audiovisual brasileiro produz”, diz a presidente da Academia Brasileira de Cinema, Renata Almeida Magalhães.

Ao todo serão anunciados 32 prêmios para longas-metragens, curtas-metragens e séries brasileiras: 31 produções serão escolhidas pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema, além do disputado Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular, escolhido pelo público por meio de votação aberta realizada no site da Academia. Concorrerão ao voto popular os cinco finalistas das categorias Melhor Longa-metragem Ficção, Melhor Longa-metragem Comédia e Melhor Longa-metragem Documentário. A edição deste ano marca o retorno da categoria Melhor Longa-metragem Comédia e inclui o prêmio de Melhor Montagem Documentário. 

Os 25 anos são um marco para toda a indústria audiovisual brasileira e o Rio tem orgulho de fazer parte dessa história. O setor audiovisual movimentou R$ 4,7 bilhões na economia carioca em 2025, reúne mais de 2,7 mil empresas e gera emprego, renda e oportunidades. Somos hoje a cidade mais filmada da América Latina, com quase 11 mil diárias de filmagem autorizadas no ano passado. Apoiar o Prêmio Grande Otelo é fortalecer a cultura, a economia criativa e a projeção do Rio no Brasil e no mundo”, afirma o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere.

O Prêmio Grande Otelo conta com o apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e tem a abertura dos envelopes e os resultados sendo apurados, acompanhados e auditados pela PwC Brasil. 

Confira abaixo a lista completa dos finalistas do Prêmio Grande Otelo 2026:

MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO

HOMEM COM H, de Esmir Filho. Produção: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas

MANAS, de Marianna Brennand. Produção: Carolina Benevides e Marianna Brennand por Inquietude; Beto Gauss e Francesco Civita por Pródigo

O AGENTE SECRETO, de Kleber Mendonça Filho. Produção: Winston Araujo, Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho por Cinemascópio Produções Cinematográficas

O FILHO DE MIL HOMENS, de Daniel Rezende. Produção: Karen Castanho, Bianca Vilar, Fernando Fraiha por Biônica Filmes e Krysse Melo, Juliana Funaro e René Sampaio por Barry Company

O ÚLTIMO AZUL, de Gabriel Mascaro. Produção: Rachel Daisy Ellis por Desvia 

MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA

AGENTES MUITO ESPECIAIS, de Pedro Antonio. Produção: Iafa Britz por Migdal Filmes; Luiz Noronha, Alberto Elias, Cecilia Grosso e Samanta Moraes por A Fábrica e Na Paralela

C.I.C – CENTRAL DE INTELIGÊNCIA CEARENSE, de Halder Gomes. Produção: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas

SEXA, de Gloria Pires. Produção: Belisario Franca, Bianca Lenti e Maurício Magalhães por Giros Filmes e Gloria Pires por Audaz Filmes

SONHAR COM LEÕES, de Paolo Marinou-Blanco. Produção: Eduardo Rezende e Thiago Mascarenhas por Capuri Filmes

UMA MULHER SEM FILTRO, de Arthur Fontes. Produção: Arthur Fontes por Conspiração

VELHOS BANDIDOS, de Claudio Torres. Produção: Claudio Torres, Renata Brandão e Juliana Capelini por Conspiração

MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

A QUEDA DO CÉU, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. Produção: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha por Aruac Produções

APOCALIPSE NOS TRÓPICOS, de Petra Costa. Produção: Petra Costa por Busca Vida Filmes

HORA DO RECREIO, de Lucia Murat. Produção: Lucia Murat por Taiga Filmes

MAMBEMBE, de Fabio Meira. Produção: Fabio Meira por Roseira Filmes 

RITAS, de Oswaldo Santana e Karen Harley. Produção: Karen Castanho, Bianca Villar e Fernando Fraiha por Biônica Filmes

MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL

NARCISO, de Jeferson De. Produção: Cristiane Arenas por Buda Filmes

O DIÁRIO DE PILAR NA AMAZÔNIA, de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put. Produção: Juliana Capelini e Renata Brandão por Conspiração

O ÚLTIMO EPISÓDIO, de Maurilio Martins. Produção: Thiago Macêdo Correia por Filmes de Plástico

OS DRAGÕES, de Gustavo Spolidoro. Produção: Gustavo Spolidoro por GusGus Cinema

THIAGO & ÍSIS E OS BIOMAS DO BRASIL, de João Amorim. Produção: João Amorim por Amorim Filmes 

MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO

AUTHENTIC GAMES NO IMPÉRIO DESCONECTADO, de Bruno Murtinho. Produção: Patrícia Chamon e Catarina Chamon por Rubi Filmes, Marco Túlio por Authenticgames Canal e Produções, Leonardo Edde por Urca Filmes e Bruno Murtinho por Aya Produções Cinematográficas

EU E MEU AVÔ NIHONJIN, de Celia Catunda. Produção: Celia Catunda, Ricardo Rozzino e Kiko Mistrorigo por Pinguim Content

NOSSO LOUCO AMOR, de Nelson Botter Jr. Produção: Nelson Botter Jr e Fernando Alonso por Tortuga Studios

TAINÁ E OS GUARDIÕES DA AMAZÔNIA – EM BUSCA DA FLECHA AZUL, de Alê Camargo e Jordan Nugem. Produção: Virginia Limberger por Sincrocine Produções Cinematográficas

MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO

BELÉN (Argentina) – Direção: Dolores Fonzi. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la Argentina

LA MISTERIOSA MIRADA DEL FLAMENCO (Chile) – Direção: Diego Céspedes. Indicação: Academia de Cine de Chile

O RISO E A FACA (Portugal) – Direção: Pedro Pinho. Indicação: Academia Portuguesa de Cinema

PEPE (República Dominicana) – Direção: Nelson Carlo de los Santos Arias. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la República Dominicana

UN POETA (Colômbia) – Direção: Simón Mesa Soto. Indicação: Academia Colombiana de Cine

MELHOR DIREÇÃO

DANIEL REZENDE por O Filho de Mil Homens

ESMIR FILHO por Homem com H

GABRIEL MASCARO por O Último Azul

KLEBER MENDONÇA FILHO por O Agente Secreto 

MARIANNA BRENNAND por Manas

MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM

DOUGLAS SOARES por Papagaios

GLORIA PIRES por Sexa

JÚLIA JORDÃO por Perfeitos Desconhecidos 

MÁRCIA FARIA por A Procura de Martina

RAFAELA CAMELO por A Natureza das Coisas Invisíveis 

MELHOR ATRIZ DE LONGA-METRAGEM

CAMILA PITANGA como Sabina por Malês

CAROLINA DIECKMMANN como Kátia por (Des)controle 

DENISE WEINBERG como Teresa por O Último Azul 

JAMILLI CORREA como Marcielle por Manas 

TÂNIA MARIA como Dona Sebastiana por O Agente Secreto 

MELHOR ATOR DE LONGA-METRAGEM

ANTONIO PITANGA com Pacífico Licutan por Malês

ARY FONTOURA como Rodolfo por Velhos Bandidos

IRANDHIR SANTOS como Valério por Os Enforcados

JESUÍTA BARBOSA como Ney Matogrosso por Homem com H

RODRIGO SANTORO como Crisóstomo por O Filho de Mil Homens 

WAGNER MOURA como Marcelo, Armando e Fernando por O Agente Secreto 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

ALICE CARVALHO como Fátima por O Agente Secreto

CAMILA MÁRDILA como Simone por A Natureza das Coisas Invisíveis 

DIRA PAES como Aretha por Manas

GRACE PASSÔ como Maria por O Filho de Mil Homens

HERMILA GUEDES como Claudia por O Agente Secreto

MELHOR ATOR COADJUVANTE 

ADANILO como Ludemir por O Último Azul

ALEJANDRO CLAVEAUX como Adriano por Ruas da Glória 

AUGUSTO MADEIRA como Doutor Batista por Os Enforcados

CARLOS FRANCISCO como Seu Alexandre por O Agente Secreto 

GABRIEL LEONE como Bobbi por O Agente Secreto

ROBÉRIO DIÓGENES como Delegado Euclides por O Agente Secreto 

RODRIGO SANTORO como Cadu por O Último Azul 

RÔMULO BRAGA como Marcílio por Manas

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

ANNA MUYLAERT por A Melhor Mãe do Mundo 

ESMIR FILHO por Homem com H

FELIPE SHOLL, MARCELO GRABOWSKY, MARIANNA BRENNAND, CAROLINA BENEVIDES, ANTONIA PELLEGRINO e CAMILA AGUSTINI por Manas

GABRIEL MASCARO e TIBÉRIO AZUL por O Último Azul 

KLEBER MENDONÇA FILHO por O Agente Secreto 

RAFAELA CAMELO por A Natureza das Coisas Invisíveis

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

ALY MURITIBA e JESSICA CANDAL por Barba Ensopada de Sangue – adaptado da obra Barba Ensopada de Sangue, de Daniel Galera

BRUNO BINI por Cinco Tipos de Medo – adaptado do curta-metragem Três Tipos de Medo, de Bruno Bini

DANIEL REZENDE por O Filho de Mil Homens – adaptado da obra O Filho de Mil Homens, de Valter Hugo Mãe

ERYK ROCHA e GABRIELA CARNEIRO DA CUNHA por A Queda do Céu – adaptado do livro A Queda do Céu, de Davi Kopanawa e Bruce Albert

MARCO DUTRA por Enterre seus Mortos – baseado no livro Enterre seus Mortos, de Ana Paula Maia

WAGNER DE ASSIS por O Advogado de Deus – adaptado da obra O Advogado de Deus, de Zíbia Gasparetto e Lucius

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

AZUL SERRA, ABC, por Homem com H 

AZUL SERRA, ABC, por O Filho de Mil Homens 

EVGENIA ALEXANDROVA por O Agente Secreto 

GUILLERMO GARZA por O Último Azul 

PIERRE DE KERCHOVE por Manas

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

DAYSE BARRETO por O Último Azul 

DINA SALEM LEVY por Um Lobo Entre os Cisnes

MARCOS PEDROSO por Manas

THALES JUNQUEIRA por Homem com H

THALES JUNQUEIRA por O Agente Secreto 

MELHOR FIGURINO

GABRIELLA MARRA por Homem com H 

GABRIELLA MARRA por O Último Azul 

KIKA LOPES por Manas

MANUELA MELLO por O Filho de Mil Homens 

RITA AZEVEDO por O Agente Secreto 

RÔ NASCIMENTO por Malês

MELHOR MAQUIAGEM

ANDREA TRISTÃO por Barba Ensopada de Sangue

JULIANA BOLZE por O Último Azul

MARISA AMENTA por O Agente Secreto

MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por Homem com H 

MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por O Filho de Mil Homens 

MELHOR MONTAGEM DE FICÇÃO

BRUNO BINI por Cinco Tipos de Medo

EDUARDO SERRANO e MATHEUS FARIAS por O Agente Secreto 

GERMANO DE OLIVEIRA, EDT, por Homem com H

ISABELA MONTEIRO DE CASTRO por Manas

MARCELO JUNQUEIRA, AMC, por O Filho de Mil Homens 

MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO

ANDRÉ FELIPE SILVA e JOÃO WAINER por Zico – O Samurai de Quintino

CRISTINA AMARAL por Ecos do Teatro Experimental do Negro

DAVID BARKER, TINA BAZ, NELS BANGERTER, JORDANA BERG, VICTOR MIACIRO e EDUARDO GRIPA por Apocalipse nos Trópicos

FABIO MEIRA, JULIANO CASTRO e AFFONSO UCHÔA por Mambembe

JORDANA BERG por Cazuza, Boas Novas 

OSWALDO SANTANA, AMC, por Ritas

MELHOR EFEITO VISUAL

ALEXANDRE BOIRON, LUUK MEIJER e DAVID VAN HEESWIJK por O Agente Secreto

CLAUDIO PERALTA por O Diário de Pilar na Amazônia

EDUARDO KURT, MAGDALENA MAIA, SOFIA SUSSEKIND, BEATRIZ PAIXÃO e VANDRÉ HUPPES por O Último Azul

JULIANO STORCHI por O Filho de Mil Homens 

MASSAO ASAGA por Homem com H

MELHOR SOM

ANA LUIZA PENNA, MARTÍN GRIGNASCHI e ARMANDO TORRES JR, ABC, por Homem com H 

LIA CAMARGO, ABC, TOCO CERQUEIRA e ALAN ZILLI, MPSE, por O Filho de Mil Homens

LILIANA VILLASEÑOR, HEVERSON BATISTA, MARÍA ALEJANDRA ROJAS, ARTURO SALAZAR RB e VINCENT SINCERETTI por O Último Azul

PEDRO MOREIRA, MOABE FILHO, TIJN HAZEN e CYRIL HOLTZ por O Agente Secreto

VALÉRIA FERRO, MIRIAM BIDERMAN, ABC, RICARDO REIS, ABC e ARMANDO TORRES JR, ABC, por Manas

MELHOR TRILHA SONORA

ANDRÉ ABUJAMRA e GEORGE NAHSSEN por A Melhor Mãe do Mundo

ANTONIO PINTO e BARULHISTA por Malês

FABIO GÓES por O Filho de Mil Homens

GUILHERME AMABIS, MARIANA AMABIS e RICA AMABIS por Homem com H

TOMAZ ALVES SOUZA e MATEUS ALVES por O Agente Secreto 

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

ÂNGELA DINIZ: ASSASSINADA E CONDENADA – 1ª TEMPORADA – Produção: Conspiração – Andrucha Waddington e Renata Brandão

BELEZA FATAL – 1ª TEMPORADA – Produção: Coração da Selva – Geórgia Costa Araújo e Luciano Patrick

CANGAÇO NOVO – 2ª TEMPORADA – Produção: O2 Filmes – Andrea Barata Ribeiro

EMERGÊNCIA RADIOATIVA – 1ª TEMPORADA – Produção: Gullane – Caio Gullane e Fabiano Gullane

MÁSCARAS DE OXIGÊNIO NÃO CAIRÃO AUTOMATICAMENTE – 1ª TEMPORADA – Produção: Morena Filmes – Thiago Pimentel, Mariza Leão e Tiago Rezende

MELHOR ATRIZ SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING 

ADRIANA ESTEVES como Cibele por Os Outros

ALICE CARVALHO como Dinorah por Cangaço Novo

BRUNA LINZMEYER como Léa por Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente 

CAMILA PITANGA como Lola por Beleza Fatal

MARJORIE ESTIANO como Ângela Diniz por Ângela Diniz: Assassinada e Condenada 

THAINÁ DUARTE como Dilvânia por Cangaço Novo

MELHOR ATOR SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

ALLAN SOUZA LIMA como Ubaldo Vaqueiro por Cangaço Novo 

CHICO DÍAZ como Galego por Os Donos do Jogo

JOHNNY MASSARO como Fernando por Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente 

JOHNNY MASSARO como Marcio por Emergência Radioativa 

RAVEL ANDRADE como Raul Seixas por Raul Seixas – Eu Sou

 

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

A MULHER DA CASA ABANDONADA – 1ª TEMPORADA – Produção: Coiote Produções – Marcia Vinci, Gil Ribeiro e Margarida Ribeiro

CAÇADOR DE MARAJÁS – 1ª TEMPORADA – Produção: Boutique Filmes – Gustavo Mello e Waking Up Films – Marcelo Campanér – Charly Braun

CAZUZA: ALÉM DA MÚSICA – 1ª TEMPORADA – Produção: Conspiração – Andrucha Waddington, Renata Brandão e Luísa Barbosa

CHICO ANYSIO – UM HOMEM À PROCURA DE UM PERSONAGEM – TEMPORADA ÚNICA – Produção: Casé Filmes – Augusto Casé

CONGONHAS: TRAGÉDIA ANUNCIADA – TEMPORADA ÚNICA – Pródigo – Beto Gauss e Francesco Civita; Sobretudo Produção – Angelo Defanti e Bárbara Defanti

O TESTAMENTO: O SEGREDO DE ANITA HARLEY – TEMPORADA ÚNICA – Produção: Globo – Fernanda Neves

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE ANIMAÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

AS AVENTURAS DE TITA – 1ª TEMPORADA – Produção: FK Sound – Felipe Andrade dos Santos e Viu Cine – Ulisses Brandão

ESQUADRÃO DO MAR AZUL – 2ª TEMPORADA – Produção: Belli Studio – Aline Belli, Rubens Belli e Cassio Schmitt

ESSE É O BICHO! – 2ª TEMPORADA – Produção: Sabiá Educacional – Daniel Neves Montezano

GNAKS! – 1ª TEMPORADA – Produção: Mandra Filmes – Paulo GC Miranda, Ricardo de Podestá e Thiago Camargo

O MUNDO SEM FILTRO DE ANY MALU – 1ª TEMPORADA – Produção: Combo Estúdio Animações – Marcelo Pereira e Vitor Campos 

OSMAR, A PRIMEIRA FATIA DO PÃO DE FORMA – 3ª TEMPORADA – Produção: 44 Toons – Ale McHaddo, Guilherme Machado de Sá e Rafael Reinoso

SENNINHA NA PISTA MALUCA – 3ª TEMPORADA – Produção: Gullane – Caio Gullane e Fabiano Gullane

MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO 

AMARELA, direção: André Hayato Saito

ARAME FARPADO, direção: Gustavo de Carvalho 

BOIUNA, direção: Adriana de Faria

KLAUSTROFOBIA, direção: João Londres

PEIXE MORTO, direção: João Fontenele 

PRESÉPIO, direção: Felipe Bibian

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO 

CARTAS PELA PAZ, direção: Mariana Reade, Thays Acaiabe e Patrick Zeiger 

CONSELHO, direção: Alice Riff

FILME SEM QUERER, direção: Lincoln Péricles 

REPLIKA, direção: Piratá Waurá e Heloisa Passos

SEBASTIANA, direção: Pedro de Alencar

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

A TRAGÉDIA DO LOBO GUARÁ, direção: Kimberly Palermo 

COMO NASCE UM RIO, direção: Luma Flôres

MÃE DA MANHÃ, direção: Clara Trevisan

SAFO, direção: Rosana Urbes

SEU VÔ E A BALEIA, direção: Mariana Elisabetsky

UMA MENINA, UM RIO, direção: Renata Martins Alvarez 

E aí, qual filme merece levar o prêmio na sua opinião? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X e não perca as novidades no mundo do entretenimento. 

Leia também: Trailer de Criadas, filme premiado de Carol Rodrigues é divulgado

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura asiática Notícias Séries

Cultura asiática: mês de junho traz novidades aguardadas no streaming

A programação de junho está repleta de estreias esperadas do entretenimento asiático

Além de mês de Copa do Mundo e Festa Junina, junho é o mês de novidades no streaming Viki. Uma das maiores plataformas de conteúdo asiático no mundo, a Viki promete novas produções para todos os gostos e novos favoritos para seus fãs no catálogo deste mês.

Entre as novidades estão reality shows de culinária, comédias românticas, os tão queridos BLs (Boys Love), séries de mistério, animações e também adaptações inspiradas em mangás populares. Tudo isso e mais estreia em junho.

Veja abaixo a lista completa de novidades:

Kumusta (Filipinas) Já disponível!
Foto: divulgação/Viki

Uma nova colaboração culinária intercultural chegou! Lideradas pelo chef JP Anglo, as celebridades filipinas Jodi Sta. Maria, Francine Diaz, Janella Salvador e Arci Muñoz se unem ao ator sul-coreano Ji Chang Wook para desenvolver um restaurante pop-up filipino em Gangnam.

Luz na sua Vida (China) Já disponível!
Foto: divulgação/Viki

Após uma emergência familiar, Qing Ye (Guan Xiao Tong) retorna à sua cidade natal onde conhece Xing Wu (Li Yun Rui), um adolescente local com dificuldades na escola, que ela decide ajudar a se formar. Gradualmente, Xing Wu e Qing Ye se aproximam e nutrem sentimentos um pelo outro até Qing Ye se mudar para a universidade.

Será que o reencontro lhes dará a oportunidade de finalmente perceberem seus sentimentos um pelo outro? Este drama foi adaptado do romance “Yao Yan”, de Shi Jiu Yuan.

Menino que Não Vai para o Céu (Tailândia) 30 de maio
Foto: divulgação/Viki

Órfão desde criança, Tanrak (Nattawat Jirochtikul) acaba se juntando à igreja com a intenção de se tornar padre. No entanto, sua vida muda quando um novo aluno é transferido: Barth (Gemini Norawit Titicharoenrak), um delinquente enviado à escola na esperança de que isso corrija seu comportamento.

Tanrak é encarregado de cuidar de Barth e essa relação acaba levando-o a criar sentimentos pelo garoto que entram em conflito com seus aprendizados religiosos. Conseguirá Tanrak conciliar seu amor aparentemente proibido com sua fé, ou será forçado a fazer uma escolha impossível?

Renascendo como Novato (Coreia do Sul) 30 de maio
Foto: divulgação/Viki

Original do Viki, este dorama conta a história de Kang Yong Ho que é conhecido como o “Deus dos Negócios”. Um dia, ele sofre um acidente inesperado: colide com um jovem jogador de futebol chamado Hwang Jun Hyeon.

Devido ao acidente, a alma dos dois é trocada. Assim começa uma jornada imprevisível, com sua alma de empresário excepcional no corpo do jovem Hwang Jun Hyeon.

Um Cão e um Avião (Tailândia) 1 de junho
Foto: divulgação/Viki

Durante uma confusão no aeroporto, a mala do comissário de bordo Khanit (New Thitipoom Techaapaikhun) acaba nas mãos do paramédico Toto (Tay Tawan Vihokratana). Ao perceberem a troca, os colegas de Toto decidem pegar emprestado os pertences caros de Khanit para uma noite de diversão.

Mas quando ele descobre o que houve, decide perdoar a dívida apenas se Toto encontrar provas da infidelidade de seu namorado. E muitos sentimentos se afloram nessa aventura.

Os Feromônios Dizem que Não Temos Chance (China) 3 de junho
Foto: divulgação/Viki

Neste mundo, as pessoas desenvolvem subgêneros que afetam seus órgãos reprodutivos e atração feromonal durante a adolescência, e Luo Zhi Yu e Xiao Yan não escapam dessa. Os dois vivem em pé de guerra desde os três anos de idade, brigando constantemente e irritando um ao outro. No entanto, durante uma briga, ambos acabam desenvolvendo seus subgêneros ao mesmo tempo: Xiao Yan como alfa e Zhi Yu como ômega.

Apesar desses subgêneros geralmente se atraírem, Xiao Yan e Zhi Yu fazem exames médicos que comprovam 0% de compatibilidade. Mas tudo muda quando Xiao Yan, de repente, dá uma mordida de acasalamento em Zhi Yu – e diz que eles deveriam se casar.

Ele Está a Fim Dela 2 (Filipinas) 5 de junho
Foto: divulgação/Viki

Nesta sequência do drama de 2021, He’s Into Her, adaptado do romance online de mesmo nome escrito por Maxine Lat Calibuso, Deib Lohr Enrile (Donny Pangilinan) e Max Zin Del Valle Luna (Belle Mariano) finalmente começam a namorar depois de aprenderem a ser mais honestos um com o outro.

Infelizmente, confessar seus sentimentos foi apenas o primeiro obstáculo a superar, pois logo se deparam com o desafio de contar aos amigos e familiares sobre o relacionamento. Conseguirão encontrar uma maneira de ficarem juntos ou a pressão os separará?

Presos na Mentira (Coreia do Sul) 5 de junho
Foto: divulgação/Viki

A missão do assassino de aluguel Seo Yi Do (Kim Seung Beom) deveria ser simples: eliminar seu alvo, Heo Dong Hwa (Lee Jeong Ho), e desaparecer sem deixar rastros. No entanto, seu chefe muda os planos, ordenando que ele mantenha Dong Hwa vivo e em cativeiro.

A situação se complica ainda mais com a chegada de Chu Tae Jeong (Kim Gyeong Min), pronto para sua estadia de uma semana na casa de Dong Hwa, previamente combinada. Mas quando Yi Do e Tae Jeong desenvolvem uma forte atração um pelo outro, Yi Do terá que fazer uma escolha impossível que coloca tudo em risco.

Customized Lover (Hong Kong) 10 de junho

Antes de conhecer Lu Xiao, Chu Yi tinha um milhão de ideias diferentes sobre seu parceiro ideal. Naquela época, ele não sabia que, neste mundo, apenas os sentimentos não podem ser moldados. Mas, depois de conhecer Lu Xiao, Chu Yi sentiu que todas aquelas mil ideias não importavam mais. Ele disse para si mesmo: “”É ele”.

A Joia da Seção E (Filipinas) 12 de junho
Foto: divulgação/Viki

Embora Jay-Jay (Ashtine Olviga) finalmente tenha conquistado o respeito de seus colegas da Seção E, composta apenas por homens, seus problemas interpessoais ainda não acabaram. Jay-Jay acaba sendo forçada a tomar decisões difíceis sobre amor, família e seu futuro – e talvez não haja como seu coração permanecer intacto no final. Esta é a sequência do drama de 2025, A Joia da Seção E, baseado na trilogia de livros de Lara Flores.

Undercover Chef (Coreia do Sul) 12 de junho
Foto: divulgação/Viki

Chefs renomados da Coreia do Sul conseguem um emprego disfarçado como chefs novatos em uma cozinha na China continental, onde tudo começou para eles! Será que eles podem abandonar a fama na Coreia e serem reconhecidos por seu talento cozinhando apenas na China continental?

The Heir (China) 17 de junho

Em meados da Dinastia Ming, um caso envolvendo tinta de tributo quebrou o padrão estabelecido na indústria de tinta de Huizhou, e a família Li Mo, tradicional fabricante de tinta, caiu em desgraça. Li Mo ficou gravemente ferido, e a indústria da família Luo ascendeu. Após Li Mo, a empresa alcançou um sucesso sem precedentes, mas acabou envolvida com o governo e ruiu.

Com o passar do tempo, Li Zhen, a filha mais nova do oitavo reino do clã Li, decidiu trilhar o caminho da fabricação de tinta para garantir seu sustento. Com seu talento e trabalho árduo, ela se tornou uma figura importante na indústria de tinta de Huizhou.

Morra, Por Favor! (Coreia do Sul) 17 de junho
Foto: divulgação/Viki

Após nutrir uma paixão secreta por seu belo colega de classe, Yeo Myung, Mi Na está determinada a confessar seus sentimentos. No entanto, toda vez que ela tenta convidar Yeo Myung para sair, algo absurdo acontece: desde quase ser atropelada por um carro até ter seus grandes planos arruinados – entre suas diversas tentativas, ela já falhou doze vezes.

Mi Na reclama de seus problemas com seu melhor amigo, Yeong Woong, que, estranhamente, não demonstra nenhuma compaixão por seu fracasso. Mas há algo que Mi Na não sabe: Yeo Myung e Yeong Woong são, na verdade, médiuns de outro mundo, e a única maneira de retornarem para casa é matando Mi Na. Será que os três estudantes conseguirão o que desejam, ou alguém acabará infeliz no final?

Cherry Magic! Thirty Years of Virginity Can Make You a Wizard?! (Japão) 19 de junho
Foto: divulgação/Viki

Adachi Kiyoshi é um assalariado comum que, aos 29 anos, ainda era virgem. No seu aniversário de 30 anos, ele descobre repentinamente que adquiriu um novo poder: a habilidade de ler a mente das pessoas ao tocá-las. Chocado e perturbado com essa nova capacidade, ele luta para se adaptar.

Até que um dia ele toca acidentalmente no belo e popular colega de trabalho, Kurosawa Yuichi, e descobre que o colega nutre sentimentos românticos secretos por ele. Como Adachi lidará com essa revelação?

Saint Love Survivors (Japão) 26 de junho

Após ler um artigo em uma revista, Aizawa Haru se apaixona por Oji Kazuhiro, membro de uma banda popular. Movida pelo desejo de conhecê-lo, ela abandona seu emprego estável em uma grande empresa e se torna escritora freelancer. Seu desejo finalmente se realiza e ela consegue conhecer Oji.

Sem perceber, ela acaba se tornando a pessoa que cuida dele no dia a dia. Após um casamento repentino entre os dois, Aizawa Haru percebe que este é só o começo de suas preocupações.

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cultura asiática Notícias

Conheça as Haenyeo, as lendárias mergulhadoras da Coreia que ganham exposição inédita em São Paulo

Mostra do Centro Cultural Coreano no Brasil celebra os 10 anos do reconhecimento das Haenyeo como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO

Quando se fala em cultura coreana, muita gente pensa imediatamente em K-pop, K-dramas ou gastronomia. Mas a Coreia do Sul guarda tradições centenárias que continuam fascinando o mundo até hoje. Uma delas é a das Haenyeo, as famosas mergulhadoras da ilha de Jeju, que serão homenageadas na exposição Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade, em cartaz no Centro Cultural Coreano no Brasil a partir de 12 de junho.

A mostra convida o público a mergulhar na história dessas mulheres que, há gerações, desafiam o mar para coletar frutos marinhos em apneia, sem o auxílio de cilindros ou equipamentos de respiração. Mais do que uma atividade profissional, o trabalho das Haenyeo representa um modo de vida baseado na cooperação, no conhecimento compartilhado e na força da coletividade.

Com curadoria de Jinhee Park, a exposição reúne fotografias, vídeos, objetos tradicionais e elementos que ajudam a recriar o cotidiano das mergulhadoras da ilha de Jeju. A iniciativa acontece em parceria com o Jeju Haenyeo Museum e conta com apoio da Associação das Jeju Haenyeo.

Foto: divulgação/KCCB

Uma tradição feminina que atravessa gerações

As Haenyeo ocupam um lugar único na história da Coreia. Organizadas em comunidades, elas mergulham juntas em águas geladas e enfrentam condições desafiadoras para garantir o sustento de suas famílias. Ao longo dos anos, desenvolveram técnicas próprias e criaram uma forte rede de apoio baseada na confiança e na ajuda mútua.

Essa cultura coletiva foi justamente um dos motivos que levaram a UNESCO a reconhecer a tradição como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Em 2026, a conquista completa uma década, tornando a exposição ainda mais significativa.

Uma viagem à ilha de Jeju sem sair de São Paulo

Um dos grandes destaques da mostra é a recriação do bulteok, espaço tradicional construído com pedras próximo ao mar. Um lugar de descanso para as  mergulhadoras, para trocas de roupa, compartilhar histórias e se aquecer ao redor do fogo antes e depois dos mergulhos.

O ambiente ajuda a transportar os visitantes para Jeju e oferece uma visão mais íntima sobre o cotidiano das Haenyeo, mostrando que a força dessa tradição vai muito além do trabalho no mar.

Outro elemento central da exposição é o sumbisori, o som característico produzido pelas mergulhadoras ao retornarem à superfície após longos períodos submersas. Considerado um dos símbolos mais marcantes dessa cultura, o som aparece em registros audiovisuais que ajudam a construir uma experiência sensorial imersiva.

Foto: divulgação/KCCB

Exposição também destaca produções audiovisuais sobre as Haenyeo

Parte do material apresentado foi cedida pela diretora Lygia Barbosa e pelo fotógrafo Luciano Candisani, responsáveis pelo documentário Haenyeo, A Força do Mar, exibido pela TV Cultura e pela National Geographic.

Os registros ajudam a apresentar ao público brasileiro uma tradição que continua despertando interesse internacional por sua relevância histórica, cultural e social.

Foto: divulgação/KCCB

Programação inclui bate-papos e atividades especiais

Além da exposição, o Centro Cultural Coreano preparou uma programação complementar dedicada ao universo das Haenyeo.

No dia 14 de junho, o público poderá participar de um encontro com Carlos Gorito, Embaixador Honorário do Turismo de Jeju, e a curadora Jinhee Park. A conversa abordará a história das mergulhadoras, os valores comunitários que sustentam essa tradição e curiosidades sobre a ilha de Jeju, um dos destinos turísticos mais conhecidos da Coreia do Sul.

A agenda também contará com painéis temáticos e oficinas culturais inspiradas nos costumes da ilha. Entre as convidadas confirmadas estão Yoo Yong-ye, presidente da Associação das Jeju Haenyeo, e a jornalista Koh Mi, que há mais de 20 anos documenta a vida dessas mulheres.

Mais do que apresentar uma tradição centenária, a exposição propõe uma reflexão sobre pertencimento, solidariedade e comunidade em um mundo cada vez mais individualista, como sugere o conceito da mostra: nenhum sopro é solitário — uma mensagem que atravessa o mar e chega ao público brasileiro através das histórias dessas mulheres extraordinárias.

Foto: divulgaçã/KCCB

Serviço

Exposição: Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade
Período: 12 de junho a 30 de agosto de 2026
Local: Centro Cultural Coreano no Brasil – Avenida Paulista, 460, São Paulo
Entrada: Gratuita

 

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Texto revisado por Thaís Figueiredo @tinapalooza

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Livros Notícias

Romance e esporte se encontram em novo livro de Stefany Nunes

O Encontro Perfeito traz uma história de reencontros, rivalidade e paixão em Peonyshire

A autora Stefany Nunes retorna ao universo de Peonyshire em seu mais novo livro, O Encontro Perfeito. Misturando romance contemporâneo e esporte, a obra acompanha a trajetória de Alexandra Cooper e Seth Maclogan, dois personagens marcados pelo passado e por uma conexão difícil de ignorar.

Com elementos de slow burn, reencontros e enemies to lovers, o romance aposta na construção gradual da relação entre os protagonistas, enquanto o universo do rúgbi ganha espaço importante no desenvolvimento da narrativa.

Segundo a autora, o interesse pelo esporte surgiu durante a adaptação de outra obra. “Desde que adaptei o livro Cancelados e transformei um personagem secundário em jogador de rugby, tive vontade de escrever uma história ambientada nesse universo. Quando Seth apareceu em A Melhor Surpresa, percebi que ele merecia protagonizar seu próprio livro”, explica. “Fiz muitas pesquisas, fui a jogos aqui em Londres e procurei trazer o rugby de forma relevante para a trama, sem tirar o foco do casal principal.

Stefany também confirmou presença na Bienal do Livro de São Paulo, no estande da Editora Flyve. A escritora já publicou diversos romances contemporâneos e de época e reúne uma comunidade consolidada de leitores nas redes sociais.

Sinopse

A primavera chegou a Peonyshire e o amor também. Depois de um período turbulento, Alexandra Cooper se muda para a pequena vila em busca de um novo começo. Como nova gerente da pousada local, ela espera finalmente encontrar tranquilidade. Contudo, seus planos mudam ao descobrir que o vizinho ao lado é Seth Maclogan, jogador de rugby com quem compartilha um passado complicado.

Foto: divulgação/Lavanda Literária

Determinado a conquistar o título da temporada e garantir seu futuro no esporte, Seth vive sob intensa pressão profissional. Mas a chegada inesperada de Alex ameaça tirar seu foco, especialmente porque os sentimentos entre os dois parecem mais vivos do que nunca.

Embora tentem manter distância, a convivência aproxima o casal e revela versões diferentes daquelas que conheceram anos antes. Entre rivalidades, traumas e segundas chances, Alex e Seth precisarão decidir se estão dispostos a arriscar o coração novamente.

Sobre a autora
Foto: divulgação/Lavanda Literária

Stefany Nunes nasceu em Sorocaba, em 1992, e é formada em Letras e Direito. Apaixonada por literatura desde a infância, sempre cultivou o hábito de criar histórias, mas foi após sua mudança para Londres que decidiu transformar a escrita em trabalho.

Hoje, a autora se dedica aos romances de época e contemporâneos, conquistando leitores no Brasil e no exterior. Stefany também possui publicação internacional com o livro Falling on a Duke, lançado no Reino Unido pela editora The Book Guild.

Foto: divulgação/Entretetizei

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Leia também: Entrevista | Stefany Nunes fala sobre A Melhor Surpresa

 

Texto revisado por Thaís Figueiredo

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Não Mexa Neste Celular e Não Mexa Neste Arquivo mostram por que o terror japonês continua tão assustador

Lançados pela Intrínseca no Brasil, os livros de Mikito Chinen combinam lendas urbanas, suspense psicológico e críticas à vigilância digital em uma experiência de leitura imersiva

O catálogo de literatura asiática da Intrínseca acaba de ganhar mais dois títulos que prometem agradar aos fãs de suspense e terror psicológico. Publicados em edição conjunta no Brasil, Não mexa neste celular e Não mexa neste arquivo, do autor japonês Mikito Chinen, chegam ao país após conquistarem o público japonês e venderem mais de 140 mil exemplares apenas no primeiro mês de lançamento.

As obras apresentam histórias independentes, mas conectadas por temas em comum: o medo de estar sendo observado, os limites entre realidade e sobrenatural e os impactos da vigilância constante em uma sociedade cada vez mais digitalizada.

A experiência começa em Não mexa neste celular, livro que utiliza um formato pouco convencional para contar sua história. A narrativa acompanha Kazuma Isshiki, um universitário que aceita investigar a lenda urbana de Doumeki em busca de uma renda extra. O que parecia apenas mais um trabalho logo se transforma em um pesadelo quando ele passa a sentir que está sendo observado a todo momento.

O diferencial da obra está na forma como ela é construída. Além da narrativa tradicional, o leitor encontra capturas de tela, mensagens e outros elementos visuais que simulam o conteúdo do celular do protagonista. A escolha torna a leitura ainda mais imersiva e contribui para a crescente sensação de paranoia que acompanha a trama.

Já em Não mexa neste arquivo, o mistério ganha novos contornos. A história é apresentada por meio de documentos relacionados a um massacre que chocou o Japão, incluindo entrevistas, relatórios, matérias jornalísticas e registros oficiais.

Não Mexa Neste Celular
Foto: divulgação/Intrinseca

No centro da narrativa está o homem acusado pelo crime, que afirmava estar sendo perseguido por uma presença misteriosa. Determinada a entender o que realmente aconteceu, a psiquiatra responsável pelo caso inicia sua própria investigação e acaba se aproximando de respostas que podem ser mais perturbadoras do que imaginava.

Apesar das diferenças na estrutura narrativa, os dois livros se complementam ao explorar medos profundamente contemporâneos. Em uma época marcada por redes sociais, rastreamento de dados e monitoramento constante, Mikito Chinen utiliza o terror para questionar até que ponto a tecnologia ampliou nossa sensação de segurança — ou de vigilância.

Ao mesmo tempo, o autor incorpora elementos clássicos do horror japonês, especialmente as lendas urbanas e o suspense psicológico, criando histórias que mantêm o leitor em dúvida até as últimas páginas sobre o que é real e o que pertence ao campo do sobrenatural.

Quem é Mikito Chinen?

Nascido em Okinawa, em 1978, Mikito Chinen é médico formado pela Universidade Jikei e atualmente vive em Tóquio. Desde sua estreia literária, em 2012, tornou-se um dos autores mais populares do Japão, acumulando best-sellers, prêmios e adaptações para o cinema e a televisão.

Agora, com Não mexa neste celular e Não mexa neste arquivo, o escritor faz sua estreia no mercado editorial brasileiro, trazendo aos leitores uma combinação de terror, mistério e crítica social que já conquistou milhares de fãs em seu país de origem.

Não Mexa Neste Celular
Foto: divulgação/instrinseca

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